Buscando garantir transparência nas ações e aproximar, ainda mais, o Tribunal de Contas (TCE-RO) da sociedade, será lançado, nesta terça-feira (12/9), às 9 horas, o videocast (podcast com conteúdo de vídeo) “A gente te conta”, novo projeto de comunicação do órgão.
Com transmissão ao vivo pelo canal do TCE no YouTube e nas redes sociais, o videocast traz como entrevistado, em sua edição inaugural, o presidente do Tribunal de Contas, conselheiro Paulo Curi Neto. Para assistir basta acessar o link disponível neste endereço.
À frente do programa, o jornalista Wendell Rodrigues, gestor da Comunicação do TCE, explica que a criação do videocast integra as novas diretrizes da área na instituição, fundadas em três princípios básicos da informação: simplicidade, utilidade e que gere conexão com as pessoas.
“É a temporada de estreia do videocast, uma ação que reforça nosso elo com a sociedade, ao apresentar o Tribunal de Contas e o Ministério Público de Contas sempre a serviço do cidadão”, acrescenta Wendell.
O videocast “A gente te conta” tem produção, apresentação, pauta e edição, todas conduzidas pela Assessoria de Comunicação Social do TCE-RO, com suporte de outras unidades do Tribunal parceiras na realização do projeto.
Além da transmissão ao vivo, o videocast ficará disponível para ser assistido, a qualquer tempo, em todas as mídias do Tribunal.










Ao falar sobre a importância da preservação ambiental, Barroso ressaltou o nível de maturação do tema perante a sociedade, o protagonismo do Poder Judiciário na tutela do patrimônio natural e a previsão constitucional sobre o tema, além de acordos e tratados internacionais. “Desde 1988, o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado vem sendo considerado, progressivamente, um direito fundamental dos cidadãos”, pontuou.
De acordo com Caio Borges, os precedentes do STF contribuem para o avanço das pautas ambientais no Brasil. Para ele, as ações que tratam de aspectos fáticos ou jurídicos relacionados às causas e às consequências da mudança do clima estão remodelando a governança climática no país. “Se tomarmos como base o marco temporal de 2009, quando percebemos um aumento na curva de ajuizamento de ações climáticas diretas, pode-se afirmar que há um saldo positivo quanto à capacidade de iniciativa e responsabilidade do sistema de Justiça na judicialização da questão climática”, assinalou.
A assessora do ISA, Adriana Ramos, abordou os efeitos sistêmicos dos problemas ambientais sobre as parcelas mais vulneráveis da população e a importância dos territórios tradicionais no enfrentamento da emergência climática. “Os países e as pessoas que mais sofrem são os que, historicamente, menos contribuíram com a emissão de gases responsáveis pelas mudanças climáticas”, ressaltou. “As comunidades menos favorecidas são as que mais estão expostas aos riscos de doenças, de colapso econômico e até mesmo de escassez de alimentos”.
Encerrando o painel de abertura do colóquio, a representante do WRI, Caroline Rocha, afirmou que, dependendo da abordagem, a Justiça climática é uma ameaça sistêmica aos direitos humanos. “Cabe ao Poder Judiciário fazer uma abordagem não só para evitar distorções acerca da legislação ambiental, mas também para corrigir erros antigos na interpretação de tais leis”, concluiu.

