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PRF em Rondônia apreende mais de 19 kg de substância líquida contendo droga dissolvida

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O ilícito tinha como destino a cidade de Cuiabá/MT
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia apreendeu, no último domingo (7), cerca de 19,28 kg de preparação líquida contendo entorpecente diluído. A ação ocorreu por volta das 16h, no km 350 da BR-364, em Ji-Paraná/RO.

Durante fiscalização de rotina, a equipe policial realizou abordagem a um ônibus de transporte interestadual de passageiros. No decorrer dos procedimentos, realizaram-se entrevistas com os ocupantes, conferência da documentação e consultas aos sistemas informatizados. Ao verificar o compartimento de bagagens, identificou-se quatro recipientes rotulados como desinfetantes. Após submeter uma amostra dos supostos produtos de limpeza ao teste químico preliminar (narcoteste), o reagente apresentou resultado positivo para a presença de substância análoga à cocaína.

A mistura líquida apreendida totalizou 19,28 kg, considerando todo o conteúdo utilizado para ocultar o entorpecente. Nenhuma pessoa foi presa. O material foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Ji-Paraná/RO, para os demais procedimentos cabíveis.

PRF

MP Eleitoral recomenda que prefeitura de Ouro Preto do Oeste (RO) não faça propaganda eleitoral antecipada

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Festa dos 45 anos do município não pode ter distribuição de bens ou publicidade eleitoral

Foto em detalhe da urna eletrônica, com destaque para as teclas, e no canto inferior esquerdo três linhas curvas sendo uma verde, uma amarela e outra azul

Arte: Comunicação/MPF

O Ministério Público (MP) Eleitoral recomendou à prefeitura de Ouro Preto do Oeste (RO) que não faça ou permita propaganda eleitoral antecipada durante as comemorações dos 45 anos do município. A recomendação foi endereçada ao prefeito e aos secretários municipais que são responsáveis pelos eventos da festividade. O aniversário do município é no dia 16 de junho.

Segundo a recomendação, não pode:

• distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte de políticos com cargo, pré-candidatos ou candidatos;
• publicidade (especialmente outdoors e banners) de pretensos candidatos, por meio de fotografias, nomes, cargos públicos, símbolos, slogans, mensagens ou quaisquer outros elementos com conteúdo político-eleitoral, ainda que não tenha pedido expresso de voto;
• qualquer manifestação que leve ao conhecimento geral, ainda que de forma dissimulada, pedido de voto antes de 16 de agosto de 2026;
• uso da estrutura física ou de pessoal dos eventos para propaganda eleitoral, inclusive negativa, de qualquer pré-candidato ou candidato nas Eleições 2026;
• promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos em publicidade, visual ou sonora, relativa ao apoio ou colaboração.

Os autores da recomendação – o procurador regional eleitoral Leonardo Caberlon e a promotora eleitoral substituta Naiara Lazzari – destacam que, embora a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) permita, de forma excepcional, a panfletagem em espaços abertos e de convivência pública, como praças, ruas e feiras, é proibida a afixação ou a incorporação do material ao bem público. Os locais onde acontecem feiras agropecuárias, festividades regionais, culturais, esportivas e outros eventos públicos são considerados bens de uso comum pela legislação eleitoral.

Com chegada da época de feiras agropecuárias, festivais de praia, cavalgadas e festividades regionais e culturais em Rondônia, o MP Eleitoral tem emitido alertas, por meio de recomendações, para que haja respeito à legislação eleitoral. A intenção é assegurar a igualdade de disputas do processo eleitoral, com concorrência justa e igualitária.

Como denunciar –
 Qualquer pessoa que tiver conhecimento de alguma irregularidade envolvendo partidos, pré-candidatos ou candidatos pode denunciar ao MP Eleitoral, pelos meios abaixo:

MPF Serviços, na aba “Atendimento/Denúncias” e “Fazer a sua manifestação”

Atendimento presencial:

• MP Eleitoral em Ouro Preto do Oeste – Rua Café Filho, 111, Bairro União
• MP Eleitoral em Porto Velho – Rua José Camacho, 3307, Bairro Embratel
• MP Eleitoral em Ji-Paraná – Avenida Clóvis Arraes, 1415, Centro

WhatsApp: (69) 99213-8739

Íntegra da recomendação


Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal em Rondônia

Aprovada indicação de Benedito Gonçalves para corregedor nacional de Justiça

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) a indicação do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves (OFS 4/2026) para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O ministro exercerá o cargo de corregedor nacional de Justiça no período de 2026 a 2028. A indicação recebeu 53 votos favoráveis e 16 contrários.

Com mais de 50 anos de carreira no serviço público, sendo 38 anos somente na magistratura, Benedito Gonçalves é graduado em direito, com mestrado e especialização na área jurídica. Antes de ingressar na magistratura, exerceu diferentes funções no serviço público, como papiloscopista da Polícia Federal e delegado de polícia no Distrito Federal.

Em 1988, assumiu o cargo de juiz federal, atuando em unidades do Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. Dez anos depois, foi promovido a desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Outra década mais tarde, chegou ao cargo de ministro do STJ, posição que ocupa atualmente.

O relator da indicação, senador Cid Gomes (PSB-CE), destacou a trajetória pessoal e profissional de Benedito Gonçalves e recordou que o ministro ingressou no serviço público por concurso, atuando inicialmente como professor, e posteriormente exerceu cargos como perito, delegado, juiz federal e desembargador, até chegar ao Superior Tribunal de Justiça.

Para o senador, essa trajetória demonstra mérito e dedicação à magistratura, justificando sua aprovação para o cargo de corregedor nacional de Justiça.

— O ministro Benedito é filho de um pedreiro e de uma servente lavadora, de origem humilde, negro, da periferia do Rio de Janeiro. Estudou com toda dificuldade, prestou concurso público e ascendeu ao Superior Tribunal de Justiça — afirmou Cid Gomes.

O indicado passou por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 20 de maio.

Votos contrários

Antes da votação no Plenário, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) defendeu a rejeição da indicação. Segundo ele, a votação representava uma oportunidade para o Senado exercer com mais rigor sua função de avaliar autoridades indicadas para cargos de relevância, a exemplo do que ocorreu na recente indicação de Jorge Rodrigo Araújo Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A indicação dele foi rejeitada.

Girão argumentou que o histórico do ministro reúne controvérsias incompatíveis com o cargo de corregedor nacional de Justiça.

— Esse momento é tão delicado, é tão histórico, e o brasileiro clama por isso, que o Brasil tenha nortes éticos, que o Brasil, para os nossos filhos e netos, tenha um horizonte feliz. Eu votei contra, e espero que esse Senado continue se aproximando da sociedade — afirmou.

Da mesma forma, o senador Magno Malta (PL-ES) manifestou voto contrário à indicação de Benedito Gonçalves, afirmando que o ministro teria atuado de forma politicamente parcial em decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), especialmente nos processos que resultaram na inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Malta também criticou a participação de Benedito em evento realizado em Londres com patrocínio do Banco Master, argumentando que o episódio comprometeria sua imparcialidade.

— Nada contra a pessoa, mas é o histórico que me leva a dar esse voto contrário, porque esse histórico não dá a ele a possibilidade e a credibilidade de ser o corregedor-chefe de juízes que cometem atrocidades no Brasil — argumentou.

Defesa da indicação

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) saiu em defesa de Benedito Gonçalves e criticou o tom adotado por alguns parlamentares durante o debate. Segundo ele, as acusações feitas contra o ministro já foram devidamente respondidas, e o debate político não deve ultrapassar os limites do respeito à trajetória e à reputação das pessoas.

Rogério Carvalho argumentou que a discussão deveria se concentrar no papel da Corregedoria do CNJ e nas reformas necessárias para aprimorar o Judiciário brasileiro, em vez de transformar o tema em uma disputa política.

— O debate político é muito importante, mas há momentos em que ele ultrapassa determinados limites, que são os limites da agressão à biografia de pessoas que dedicaram suas vidas à construção do sistema de Justiça brasileiro.

O senador Weverton (PDT-MA) defendeu a indicação do ministro, destacando sua trajetória de mais de 30 anos na magistratura e o fato de ter sido escolhido por unanimidade pelo STJ. Para ele, as divergências sobre decisões judiciais não devem ser usadas para desqualificar magistrados, e debates sobre eventuais reformas do Judiciário devem ocorrer em espaços apropriados.

— Ao atacar aqui o ministro Benedito, que foi escolhido por unanimidade, esta Casa está atacando todo o Superior Tribunal de Justiça e o juiz brasileiro — disse Weverton.

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) afirmou que o Judiciário brasileiro precisa passar por reformas e defendeu a discussão de mudanças institucionais, incluindo a ampliação dos mecanismos de controle sobre o STF. Em defesa de Benedito Gonçalves, ressaltou a trajetória do indicado no Judiciário e argumentou que as críticas dirigidas ao ministro não se sustentam em fatos concretos.

— O ministro Benedito Gonçalves é um dos apenas dois ministros negros entre os 33 integrantes do Superior Tribunal de Justiça. O Brasil é a maior nação negra fora da África e, num momento como esse, tentar ofender uma indicação do STJ de um ministro negro é um pouco de racismo por parte de alguns colegas desta Casa — apontou.

Conselho Nacional de Justiça

O CNJ é uma instituição pública com a função de exercer o controle administrativo, financeiro e disciplinar do Poder Judiciário brasileiro.

O órgão atua para garantir a transparência, a eficiência e o cumprimento dos deveres funcionais dos magistrados, padronizando procedimentos em todo o país.

Fonte: Agência Senado

Vai à Câmara piso de R$ 13.662 para médico e cirurgião-dentista

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) confirmou, em turno suplementar nesta quarta-feira (10), o projeto que eleva o piso salarial nacional de médicos e cirurgiões-dentistas de R$ 3.636 para R$ 13.662 para jornada de 20 horas semanais. A proposta segue para análise da Câmara dos Deputados, salvo se houver recurso para votação em Plenário.

PL 1.365/2022 também aumenta de 20% para 50% o adicional por trabalho noturno e as horas extras. A nova remuneração mínima se aplica aos profissionais dos setores público e privado. Atualmente, o piso corresponde a três salários mínimos de 2022, conforme entendimento fixado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 325, com base na Lei 3.999, de 1961.

Relator da proposta, o senador Fernando Dueire (PSD-PE) classificou a medida como uma “reparação histórica”. Em seu parecer, ele argumenta que a valorização financeira dos médicos é condição necessária para o êxito de políticas de interiorização desses profissionais. A senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL) afirmou que o piso atualmente praticado é insuficiente para a categoria.

O texto aprovado mantém substitutivo apresentado pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ao projeto de autoria da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB).

Outros benefícios

Além do novo piso, o projeto assegura intervalo de dez minutos de descanso a cada 90 minutos de trabalho. A proposta também estabelece que a chefia de serviços médicos e odontológicos deverá ser exercida exclusivamente por médicos e cirurgiões-dentistas, respectivamente.

Reajuste e financiamento

O piso será reajustado anualmente com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para médicos concursados de estados, Distrito Federal e municípios, a atualização poderá seguir outro índice previsto em legislação local.

De acordo com o texto, estados e municípios não precisarão custear o aumento salarial dessas categorias com recursos próprios. Os valores serão financiados pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS).

Para os médicos da rede pública federal, o impacto estimado é de R$ 7,7 bilhões em 2027, sem considerar adicional noturno e horas extras. O cálculo foi apresentado em 2024 pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), que projetou as despesas nos anos seguintes com a eventual aprovação do piso.

Turno suplementar

A CAS já havia aprovado a matéria em 20 de maio. Como o texto é um substitutivo (texto alternativo do relator) e a comissão possui competência terminativa, o Regimento Interno do Senado exige uma segunda votação, chamada de turno suplementar, antes do envio da proposta à Câmara dos Deputados. Por isso o projeto teve de passar por nova deliberação, concluída nesta quarta.

Fonte: Agência Senado

Processo Seletivo da Educação registra 1.451 inscrições para 55 vagas

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Candidatos concorrem a oportunidades em oito cargos; cronograma segue com análise documental e etapas classificatórias

A Secretaria Municipal de Educação (Semed), registrou 1.451 inscrições no Processo Seletivo Simplificado destinado à contratação temporária de profissionais para atuação na rede municipal de ensino.

Ao todo, foram ofertadas 55 vagas distribuídas entre os cargos de Assistente de Sala (20 vagas), Cuidador de Alunos (10 vagas), Inspetor de Alunos (10 vagas), Supervisor Escolar (6 vagas), Secretário Escolar (3 vagas), Orientador Educacional (3 vagas), Motorista de Viaturas Pesadas (2 vagas) e Motorista de Viaturas Leves (1 vaga).

Entre os cargos com maior número de inscritos estão Cuidador de Alunos, com 487 candidatos, Assistente de Sala, com 400 inscrições, e Secretário Escolar, com 195 inscritos. O processo também contabilizou 157 inscrições para Inspetor de Alunos, 76 para Supervisor Escolar, 54 para Motorista de Viaturas Leves, 52 para Orientador Educacional e 30 para Motorista de Viaturas Pesadas.

Atualmente, a comissão responsável realiza a conferência da documentação apresentada pelos candidatos, etapa fundamental para a validação das inscrições e atribuição das respectivas pontuações.

Conforme o cronograma do certame, o resultado preliminar da análise documental e das notas será publicado em 22 de junho. Os candidatos poderão apresentar recursos entre os dias 23 e 25 de junho. Na sequência, será divulgado o resultado preliminar e a convocação para o procedimento de heteroidentificação, previsto para ocorrer entre os dias 1º e 7 de julho.

O resultado final classificatório está previsto para ser publicado em 21 de julho, seguido da homologação do certame em 22 de julho.

Todas as publicações, resultados e comunicados oficiais relacionados ao processo seletivo serão disponibilizados nos canais oficiais do município, conforme previsto no edital.

Cavalgada da Expocol reúne famílias e movimenta Colorado do Oeste com participação de Ezequiel Neiva

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Parlamentar destacou a importância da feira agropecuária para a geração de emprego e renda, valorização da cultura regional e fortalecimento do agronegócio no Cone Sul.

Ezequiel Neiva participou da cavalgada da Expocol (Foto: Alexandre Almeida I Secom ALE/RO)

O deputado estadual Ezequiel Neiva (PL) participou nesta quarta-feira (10) da tradicional cavalgada da 38ª Exposição Agropecuária de Colorado do Oeste (Expocol), evento que marca oficialmente o início de uma das maiores festas agropecuárias do Cone Sul. Ao lado de produtores rurais, lideranças políticas e representantes da comunidade, o parlamentar destacou a importância da feira para o fortalecimento da economia regional.

Parceiro da Expocol, Ezequiel Neiva tem atuado no apoio à realização da feira agropecuária, reconhecendo o evento como um importante instrumento de fomento ao desenvolvimento econômico. “A exposição movimenta diversos setores da economia, gera oportunidades de negócios, incentiva o empreendedorismo e contribui diretamente para a geração de emprego e renda nos municípios da região”, frisou o deputado.

A cavalgada também reafirma a tradição construída ao longo de décadas pela população de Colorado do Oeste. Realizada há 38 edições, a Expocol se consolidou como um patrimônio cultural da região, reunindo famílias, produtores rurais e visitantes em uma celebração que atravessa gerações e preserva as raízes do campo.

Ezequiel Neiva tem sido parceiro da Expocol nos últimos anos (Foto: Alexandre Almeida I Secom ALE/RO)

Além da relevância econômica, o evento representa a valorização da cultura e da identidade do povo do Cone Sul. A programação reúne manifestações que exaltam os costumes rurais, fortalecem o sentimento de pertencimento da comunidade e mantêm viva a história daqueles que contribuíram para o desenvolvimento da região.

Para Ezequiel Neiva, a Expocol também simboliza a força do agronegócio regional. O parlamentar destacou que o Cone Sul possui papel estratégico na produção agropecuária, sendo responsável por grande parte da riqueza gerada no campo. “A Expocol é uma vitrine da capacidade produtiva da nossa região. É um momento de valorizar quem produz, gera empregos e impulsiona o desenvolvimento de Rondônia. Nosso mandato continuará apoiando iniciativas que fortaleçam o agronegócio e promovam oportunidades para a população”, afirmou o deputado.

A Expocol inicia nesta quarta-feira (10) e vai até domingo (14) com programação no Parque de Exposições de Colorado do Oeste.

Texto e foto: Alexandre Almeida I Secom ALE/RO

Crédito rural movimenta R$ 433 bilhões na agricultura empresarial entre julho de 2025 e maio de 2026

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CPR cresce 8% e passa a responder por 42,8% do total concedido; financiamentos para industrialização avançam 59,5% e Pronamp registra alta de 4,3% no período
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O crédito rural destinado à agricultura empresarial (excluído o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf) somou R$ 433 bilhões entre julho de 2025 e maio de 2026, no âmbito do Plano Safra 2025/2026. O montante é 5% inferior aos R$ 458,1 bilhões contratados no mesmo período da safra anterior.

Os dados, ainda provisórios, constam do Boletim de Desempenho do Crédito Rural elaborado pelo Departamento de Financiamento (Defin), da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com base em informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central do Brasil.

O principal destaque do período foi o crescimento dos financiamentos destinados à industrialização, que passaram de R$ 19,7 bilhões para R$ 31,5 bilhões, alta de 59,5%. O resultado reflete a ampliação do processamento e da agregação de valor aos produtos agropecuários, com participação relevante das cooperativas. A industrialização também foi a única finalidade a registrar aumento no número de contratos, com avanço de 17,7%.

CPR AMPLIA PARTICIPAÇÃO NO CRÉDITO RURAL

As Cédulas de Produto Rural (CPR) mantiveram trajetória de crescimento e alcançaram R$ 185,2 bilhões em contratações, aumento de 8% em relação ao mesmo período da safra anterior.

Com esse desempenho, a CPR passou a representar 42,8% do volume total concedido na safra 2025/2026, ante 37,4% no ciclo anterior, consolidando-se como o principal instrumento de financiamento do custeio agrícola.

Considerando conjuntamente as operações de custeio e as CPRs, o volume destinado ao financiamento da produção atingiu R$ 322,7 bilhões, recuo de apenas 2,1% em comparação com a safra passada.

Outro segmento em expansão foi o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), que registrou R$ 56,4 bilhões em concessões, crescimento de 4,3%. O desempenho do custeio para os médios produtores superou o da safra passada e reflete as medidas adotadas no Plano Safra para ampliar a oferta de recursos destinados a esse público, incluindo o aumento das subexigibilidades dos depósitos à vista.

TAXAS DE JUROS

Os programas de investimento registraram retração de 28,1% no conjunto das operações, movimento que ainda reflete a cautela dos produtores diante das taxas de juros elevadas.

Os maiores recuos ocorreram no Programa de Financiamento à Agricultura Irrigada e ao Cultivo Protegido (Proirriga), com queda de 56%; no Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop), com redução de 54%; e no Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), também com retração de 54%.

Segundo o boletim, a execução abaixo da programação em todos os programas de investimento indica que a principal restrição está na demanda por crédito, influenciada pelo custo financeiro das operações, e não na oferta de recursos, embora as instituições financeiras tenham adotado critérios mais seletivos na concessão.

O cenário também é impactado pela instabilidade econômica internacional, pelo aumento da inadimplência, pela elevação dos custos de produção e pelos riscos climáticos enfrentados pelo setor nos últimos anos.

FONTES DE RECURSOS

Entre as fontes de financiamento, destacou-se o crescimento da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) Controlada, que passou de R$ 927 milhões para R$ 28,8 bilhões, tornando-se a segunda principal fonte de recursos controlados do crédito rural.

A LCA Livre registrou retração de 38%. Parte dessa redução foi compensada pela expansão da Poupança Rural Livre, que cresceu 49,5%, equivalente a R$ 19,1 bilhões, alcançando R$ 57,6 bilhões em contratações.

Já os recursos equalizáveis, aqueles com taxas de juros subvencionadas pelo Tesouro Nacional, totalizaram R$ 48,9 bilhões na safra 2025/2026, com saldo remanescente de 47%.

De acordo com o boletim, a redução observada nessa fonte está associada ao aumento das taxas de juros, à maior seletividade das instituições financeiras e ao início da obrigatoriedade de cumprimento das exigibilidades dos depósitos à vista por cooperativas de crédito e bancos cooperativos, que migraram suas contratações para essa fonte.

Na distribuição regional das concessões de crédito rural, excluídas as CPRs, a Região Sul liderou tanto em volume financeiro, com R$ 74,2 bilhões, quanto em número de contratos com 131.109 operações realizadas. O Nordeste registrou a maior retração em valor entre as regiões, com redução de 26% em relação ao mesmo período da safra anterior.

Informações à imprensa
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MS lança miniapp para ampliar o acesso à informação e valorizar ações da Saúde do Trabalhador no SUS

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Anúncio foi feito durante o 13º Renasttão, em Brasília, e representa avanço na disseminação de informações estratégicas na vigilância em Saúde do Trabalhador
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Foto: Laudemiro Bezerra/ MS

O fortalecimento da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (ST) no Sistema Único de Saúde (SUS) ganhou novo instrumento de apoio com o lançamento de uma iniciativa inédita do Ministério da Saúde (MS): o aplicativo “Lista na Mão”. A ferramenta foi apresentada nesta quarta-feira (10), durante o 13º Encontro da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Renasttão), em Brasília (DF), e representa o avanço na qualificação da vigilância, da atenção à saúde e da disseminação de informações estratégicas para trabalhadores, gestores e profissionais do SUS.

Desenvolvido pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA/MS) em parceria com a Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI/MS), pesquisadores, especialistas e o Ministério Público do Trabalho (MPT), o aplicativo “Lista na Mão” foi criado para tornar mais acessível a Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho (LDRT), um dos principais instrumentos para o reconhecimento dos agravos e doenças associados às atividades laborais.

Lista na Mão no Meu SUS Digital

Disponível na plataforma Meu SUS Digital, a ferramenta reúne conteúdos técnicos e materiais em linguagem acessível, contribuindo para a popularização do conhecimento sobre a relação entre trabalho e adoecimento. O mini aplicativo oferece orientações voltadas tanto para profissionais de saúde quanto para trabalhadores e representantes do controle social, facilitando a identificação de agravos relacionados ao trabalho e fortalecendo os processos de vigilância, notificação e cuidado em saúde.

Em sua apresentação sobre a estrutura e potencialidades da ferramenta no Meu SUS Digital, o representante da SEIDIGI, Marcos Nobre, explicou como acessar as funcionalidades. O miniapp está disponível para celulares e computadores, tem padrão GOV.BR, acessibilidade, alto constraste, navegação por teclado, e conta com a descrição da portaria de instituição, 15 capítulos sobre os agravos, além de uma lista com mais de 500 doenças e seus respectivos números na Classificação Internacional de Doenças (CID).

Entre os objetivos da iniciativa, está a ampliação do alcance da LDRT em todo o território nacional, apoiando a atuação dos serviços de saúde e promovendo maior conscientização sobre os impactos das condições de trabalho na saúde da população. Ao aproximar esse conhecimento do cotidiano dos profissionais e da sociedade, o aplicativo contribui para o reconhecimento precoce dos agravos e para a garantia dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

13º Encontro da Renastt

O lançamento foi realizado no contexto do 13º Renasttão, que acontece na capital federal, entre 9 a 11 de junho, com a presença de 300 participantes. A entrega dialoga diretamente com os debates promovidos durante o evento, que reúne trabalhadores, gestores, pesquisadores, representantes dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerests) movimentos sociais e instituições parceiras para discutir temas centrais da agenda da ST, como a implementação da LDRT, a vigilância dos processos produtivos, a saúde mental, as mudanças climáticas e a redução dos acidentes, agravos e óbitos relacionados ao trabalho.

Para a secretária da SVSA, Mariângela Simão,  mais do que um lançamento tecnológico, o aplicativo Lista na Mão representa uma ferramenta de fortalecimento da política pública de saúde do trabalhador. “Ao ampliar o acesso à informação e apoiar a atuação dos serviços de saúde, a iniciativa contribui para consolidar uma rede cada vez mais preparada para enfrentar os desafios do mundo do trabalho contemporâneo e promover ambientes laborais mais seguros, saudáveis e dignos”, declarou.

Suellen Siqueira
Ministério da Saúde

Com investimento de R$ 100 milhões do Ministério da Saúde, estudo brasileiro para tratamento de cânceres do sangue alcança 87,5% de eficácia

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou nesta quarta-feira (10), em São Paulo, a apresentação dos resultados preliminares da terapia CAR-T Cell desenvolvida no Brasil. O tratamento demonstrou eficácia de 87,5% em pacientes com cânceres hematológicos, especialmente linfoma, com redução significativa ou desaparecimento completo dos tumores. Considerado um avanço histórico no enfrentamento dos cânceres do sangue no país, o estudo clínico recebeu investimento de R$ 100 milhões do Governo Federal e já foi aplicado em 25 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Os resultados são muito animadores. Os pacientes já haviam passado por diversas linhas de tratamento, como quimioterapia, radioterapia e transplante, e encontram nessa nova terapia uma nova esperança de cura e qualidade de vida. Estamos construindo a maior rede pública de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer do mundo. Atualmente, 96% dos tratamentos oncológicos já são ofertados pelo SUS”, destacou Padilha.

Assim, o avanço consolida o Brasil como referência em pesquisa e inovação na área da saúde. O projeto é realizado pelo Hemocentro de Ribeirão Preto em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e o Instituto Butantan, voltados a dois dos tipos mais agressivos de câncer no sangue: Leucemia Linfoide Aguda B e Linfoma Não-Hodgkin B. Atualmente, o tratamento no exterior custa em média R$ 500 mil dólares por paciente.

A expectativa é que, com a confirmação dos resultados e o registro sanitário da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a terapia CAR-T passe a ser oferecida em todo o território nacional, ampliando o acesso da população a tratamentos de ponta desenvolvidos por universidades e cientistas brasileiros. A tecnologia é considerada menos agressiva do que as abordagens convencionais, como quimioterapia e radioterapia. O projeto prevê a infusão em 81 pacientes até o fim do ano, sendo que 75 deles já estão cadastrados.

Os vetores utilizados na pesquisa são patenteados pelo Hemocentro e pela USP e, posteriormente, o tratamento poderá ser integralmente produzido nacionalmente por meio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), garantindo a soberania tecnológica em todo o processo. Com isso, o país pode ser capaz desenvolver e produzir um dos tratamentos oncológicos mais avançados, fortalecendo o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis).

Genomas SUS: mais R$ 180 milhões para desenvolver terapias seguras em tratamentos personalizados

Durante a agenda, Alexandre Padilha anunciou R$ 180 milhões para a segunda fase do Projeto Genomas SUS. O investimento será destinado à ampliação da infraestrutura de pesquisa, ao fortalecimento dos laboratórios e à formação de profissionais especializados. A nova etapa prevê a análise e sequenciamento de 50 mil genomas de brasileiros, alcançando a marca de 71 mil genomas sequenciados e fortalecendo a rede nacional de laboratórios com a primeira unidade no centro-oeste (UnB). Na fase inicial, o Ministério da Saúde investiu R$ 92,2 milhões.

O projeto também viabilizará o primeiro mapa genético brasileiro, com infraestrutura para que futuras políticas de prevenção, diagnóstico, farmacogenômica e medicina de precisão sejam baseadas em evidências reais da sociedade do país.

“O Brasil é um dos países com maior diversidade genética. Estudos já publicados a partir de dados do Genoma SUS mostram isso, possibilitando que o nosso país desenvolva cada vez mais medicamentos seguros e personalizados”, pontuou o ministro Alexandre Padilha.

O Genomas SUS constitui uma estratégia estruturante do Programa Genomas Brasil e está construindo a maior base genômica já desenvolvida no país. São reunidos dados de saúde e informações genéticas de pessoas de diferentes regiões do país, formando uma base nacional de conhecimento e auxiliando pesquisadores e profissionais de saúde a compreender melhor como as doenças se desenvolvem em diferentes grupos da população para a oferta de diagnósticos mais precisos e tratamento adequados no âmbito do SUS.

Ampliação do cuidado básico e especializado do SUS paulista

A agenda também marcou uma série de entregas do Novo PAC Saúde, com investimento de R$ 62,1 milhões para o estado de São Paulo. Em Ribeirão Preto, foram anunciados 15 novos veículos para 15 municípios por meio do Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde. A iniciativa garante transporte adequado e seguro para pacientes que precisam se deslocar para consultas, exames e tratamentos especializados.

Para fortalecer a Atenção Primária à Saúde, também foram entregues 51 novas ambulâncias do SAMU 192, com foco no atendimento das regiões de Araçatuba, Assis, Noroeste Paulista e Presidente Prudente. Além disso, os municípios de Dois Córregos e Santa Lúcia receberão uma Unidade Móvel Odontológica cada. Ainda na Atenção Primária, o Ministério da Saúde anuncia a entrega de 36 combos de equipamentos para Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Cada conjunto reúne 17 itens essenciais para ampliar a capacidade de atendimento, modernizar os serviços e contribuir para a redução das filas de consultas e exames no SUS.

Também foram assinadas duas ordens de serviço para a construção de novas estruturas de saúde. Em Matão, terá início a construção de um novo Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), que contará com uma estrutura própria e mais adequada às necessidades assistenciais e às diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Já em Franca, o ministro autorizou o início das obras de uma nova policlínica, com investimento federal de R$ 30 milhões, que beneficiará mais de 400 mil habitantes da Região de Três Colinas, ampliando o acesso da população a consultas, exames e procedimentos especializados.

Conheça a campanha de Doação de Sangue e veja como esse gesto ajuda pacientes em tratamento

Taís Nascimento
Ministério da Saúde

Ministério da Saúde amplia acordo nacional para destravar obras públicas e ativar unidades de saúde

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Parceria com CNJ, TCU, CNMP, MEC e OAB vai retomar empreendimentos paralisados; desde o início do Pacto Nacional, 974 obras da saúde já foram regularizadas
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Foto: João Risi/MS

Oministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou nesta terça-feira (9) um Acordo de Cooperação Técnica para destravar obras públicas. A iniciativa vai promover atuação integrada para solucionar a paralisação de empreendimentos em saúde e educação por decisões judiciais e administrativas. O objetivo é transformar obras paradas em equipamentos públicos e ampliar o acesso da população a serviços essenciais.

O acordo reúne o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal de Contas da União (TCU), o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), os ministérios da Saúde e da Educação, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon).

“O Brasil foi extremamente ousado ao construir o maior sistema público, universal e gratuito de saúde do mundo em um país com dimensões continentais, profundas desigualdades regionais e responsabilidades compartilhadas entre os três níveis de governo. Quando uma obra fica paralisada, não é apenas uma construção que deixa de ser concluída. É a ausência de um leito hospitalar, de uma unidade de saúde, de uma sala de vacinação ou de uma equipe mais próxima das pessoas. Retomar essas obras significa ampliar o acesso ao cuidado e fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) onde a população mais precisa”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A parceria prevê o compartilhamento de informações, a integração de bases de dados, o desenvolvimento de estudos e a definição de estratégias conjuntas para ampliar a eficiência e a segurança jurídica dos processos relacionados às obras públicas. A governança das ações será coordenada pelo CNJ e contará com acompanhamento contínuo das instituições participantes.

No âmbito do acordo, o Ministério da Saúde contribuirá com dados e informações sobre obras financiadas pela pasta, apoiando a identificação, a priorização e o monitoramento dos empreendimentos paralisados. A participação do ministério também inclui a construção de soluções para viabilizar a retomada das obras e ampliar o acesso da população aos serviços do SUS.

Mais de 970 obras da saúde já foram regularizadas

A adesão ao ACT reforça ações já desenvolvidas pelo Ministério da Saúde por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Saúde, instituído em 2024 para regularizar, concluir e colocar em funcionamento estruturas assistenciais financiadas com recursos federais.

Até aqui, foram identificadas 5.652 obras elegíveis em todo o país. Dessas, 974 já foram reativadas ou repactuadas, o que permitiu ampliar a capacidade de atendimento da rede pública de saúde. Para apoiar essas ações, o Ministério da Saúde repassou mais de R$ 20,3 milhões no âmbito do pacto. Atualmente, centenas de empreendimentos seguem em diferentes etapas de regularização, monitoramento e retomada.

Entre as obras contempladas estão Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Academias da SaúdeUnidades de Pronto Atendimento (UPAs), Centrais de Rede de Frio e Centros Especializados em Reabilitação, estruturas essenciais para fortalecer a assistência à população nos municípios brasileiros.

Nova repasse de R$ 24,6 milhões vai beneficiar 189 empreendimentos

Como parte da estratégia de retomada, o Ministério da Saúde fará, em 12 de junho, o repasse de R$ 24,6 milhões para 189 obras distribuídas em todo o país. A iniciativa integra o conjunto de ações do Governo do Brasil para ampliar a infraestrutura do SUS, reduzir o número de obras paralisadas e garantir que equipamentos de saúde financiados com recursos públicos sejam efetivamente entregues à população. A medida também busca descentralizar o acesso aos serviços de saúde, com a implantação de novas estruturas em regiões historicamente desassistidas.

O esforço se soma aos investimentos do Novo PAC Saúde, que já destinou R$ 34,7 bilhões para obras, equipamentos e veículos em todo o país. Entre as ações previstas estão a construção de 2.605 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), 336 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), 100 policlínicas, além da entrega de 4.643 ambulâncias do SAMU 192 e 922 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs). 

Rafaelle Pereira
Ministério da Saúde