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CAPES amplia sistema de pós-graduação em 2020

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Atualmente o sistema conta com 99,6 mil bolsistas no país e no exterior
Responsável por financiar um em cada três estudantes de pós-graduação stricto sensu no Brasil, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), alcançou diversas conquistas em 2020, mesmo com a crise sanitária provocada pela pandemia da COVID-19. Hoje, a Fundação tem 99,6 mil bolsistas no país e no exterior.

Um dos marcos deste ano foi a implementação do modelo inédito de concessão de bolsas no país, que aumentou o número de benefícios em 41% dos cursos. A medida adicionou 3.386 bolsas nos mestrados e doutorados

A CAPES também financiou o trabalho de 3.300 pesquisadores em universidades ou centros de pesquisas estrangeiros. Além disso, o Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG) stricto sensu teve um acréscimo de 164 novos cursos de mestrado e doutorado.

Embora a pandemia tenha provocado o fechamento de aeroportos e fronteiras e a suspensão temporária de atividades acadêmicas em muitas instituições brasileiras e estrangeiras, a Fundação adotou uma série de medidas para garantir a continuidade do sistema, prorrogando, em muitos casos, o período de vigência das bolsas.

Neste cenário de desafios, a CAPES se mobilizou para garantir a segurança e o bem-estar de todos os bolsistas, repatriando cerca de 700 pesquisadores que solicitaram o retorno ao País. No Brasil, o prazo de vigência das bolsas de pós-graduação internas foi estendido e atendeu às necessidades de 32.522 estudantes.

Na área internacional, a fundação já está, inclusive, desenvolvendo ativamente ações de internacionalização e de mobilidade acadêmica, com processos seletivos abertos para concessão de bolsas de estudos no exterior em 2021. Estão em andamento seleções para 1.400 vagas em doutorado-sanduíche, 45 bolsas de doutorado na Alemanha, 20 bolsas de doutorado nos Estados Unidos, 10 bolsas de doutorado e pós-doutorado em Portugal, 15 bolsas para professores promoverem a língua, a cultura e a literatura do Brasil em outras nações, 15 bolsas para a Fundação Humboldt na Alemanha, além de outras seis bolsas para a Universidade de Yale, no Estados Unidos.

Em 2020 o Portal de Periódicos completou 20 anos. Com mais de 49 mil títulos, a maior base de apoio à pesquisa científica no Brasil atende estudantes de 435 instituições e reúne cerca de 460 mil usuários ativos.

 

Com informação da CAPES

Decreto traz regras e procedimentos para a regularização fundiária de áreas rurais em terras da Amazônia Legal e do Incra

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Estabelecer, de forma clara e objetiva, os procedimentos e os requisitos que devem ser seguidos na hora de se fazer a regularização fundiária de áreas rurais em terras da União, no âmbito da Amazônia Legal, e em terras do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), por meio de alienação e concessão de direito real de uso de imóveis. É o que prevê um decreto publicado nesta segunda-feira (28) no Diário Oficial da União.

O decreto tem por finalidade regulamentar uma lei de 2009 e promover a melhor destinação possível das terras públicas federais, visando o cumprimento da função social. A nova medida, segundo o presidente do Incra, Geraldo Melo Filho, traz mais agilidade e transparência nos processos de regularização fundiária.

“O decreto 10.592 é um marco importante na evolução e na modernização do processo de regularização fundiária do nosso país. Ele implica a modernização no processo com a permissão da utilização da tecnologia desde o início do processo, do usuário lá na ponta. Uma permissão do cruzamento dos bancos de dados com a utilização do sensoriamento remoto. Permite, com isso, que a gente tenha agilidade, segurança e transparência ao longo de todo o processo”, disse o presidente do Incra.

Ele define, por exemplo, as etapas do processo de regularização do imóvel e os documentos e declarações que devem ser apresentados pelo requerente, por meio físico ou eletrônico. Também deixa claro os procedimentos que devem ser adotados pelo INCRA durante todo processo.

O decreto traz, ainda, as regras da titulação do imóvel. Diz, por exemplo, que, de maneira geral, o beneficiário que transferir ou negociar, por qualquer meio, o título obtido, não poderá ser beneficiado novamente em programas de reforma agrária ou de regularização fundiária.

Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, a grande inovação da atual medida é a manutenção da possibilidade de verificação remota da presença dos requisitos legais para a realização da regularização fundiária. Cabe destacar, no entanto, que a realização de vistoria presencial não foi totalmente descartada.

Especificamente, prevê-se a obrigatoriedade de realização de vistoria presencial nos imóveis com área superior a 4 módulos fiscais até o limite de 2.500 hectares, além da obrigatoriedade, independentemente da extensão do imóvel, em outros casos definidos em lei.

Também está prevista a vistoria presencial se, por exemplo, o imóvel rural houver sido objeto de termo de embargo ou infração ambiental; apresentar indícios de fracionamento fraudulento; e houver conflito agrário declarado no ato de requerimento.

Conforme determina o decreto, o preço do imóvel considerará a extensão da área em módulos fiscais e será estabelecido entre dez e cinquenta por cento do valor mínimo da pauta de valores da terra nua, para fins de titulação e regularização fundiária.

NOVA PLATAFORMA DE GESTÃO TERRITORIAL

O presidente do Incra também anunciou, já para o primeiro semestre de 2021, uma nova plataforma de gestão territorial que vai agilizar todo o processo de cruzamento de dados necessários para fazer a regularização fundiária.
“Essa nova plataforma vai fazer o cruzamento de todas essas bases de dados, e que a gente consiga de fato estar operacionalizando de uma maneira automática todos esses dados, conseguindo, com isso, o nosso grande objetivo, que é agilizar esse processo e termos o resultado ainda mais expressivo a partir do próximo ano em termos de regularização fundiária de emissão de títulos”, acrescentou o presidente do Incra.
E falou sobre as metas para 2021.

“Em 2020, ultrapassamos os 100 mil títulos emitidos pelo Governo Federal; e a meta para o ano que vem é termos um resultado ainda maior do que esse”, finalizou Geraldo Melo Filho.

Agricultura e Pecuária

Senadores celebram novo Fundeb sancionado sem vetos

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A Presidência da República sancionou, sem vetos, a lei que regulamenta o novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União, na noite de sexta-feira (25), feriado de Natal.

A versão sancionada foi aprovada pelo Senado no dia 15 e confirmada pela Câmara recuperando o texto do relator, deputado Felipe Rigoni (PSB-ES). O texto exclui as emendas que direcionavam parte dos recursos a escolas filantrópicas e do Sistema S. Ou seja, fica excluída a possibilidade de repasses do Fundeb para essas entidades. No Senado, o projeto foi relatado pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

Educação

Para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a sanção do novo Fundeb foi um dia histórico para a educação pública do país.

“Uma das contribuições mais relevantes e de maior impacto social que o Congresso Nacional incorporou ao patrimônio jurídico brasileiro”, disse Davi nas redes sociais.

Relator da proposta que tornou o Fundeb permanente (PEC 26/2020), votada pelo Senado em agosto, o senador Flávio Arns (Podemos-PR) acredita que esse era o passo que faltava para fechar o ano com ações legislativas necessárias.

“Garantimos que os avanços assegurados pela Emenda Constitucional 108/2020 se concretizem a partir do ano que se inicia. Viva a educação!”

Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Styvenson Valentim (Podemos-RN) também comemoraram a sanção.

“Depois de muitas batalhas travadas no Congresso ao lado dos movimentos de educação, a lei do novo Fundeb foi sancionada pelo governo sem vetos. O fundo tem que garantir uma educação pública mais justa no país, e iremos ficar atentos à aplicação da lei”, afirmou Randolfe.

“Só quem estudou em escola pública sabe a importância desses recursos para a educação brasileira”, disse Styvenson.

O senador Paulo Rocha (PT-PA) também comentou o assunto.

“Aprovamos no Senado e a Câmara refez de uma maldade contra a educação no Brasil”, escreveu Paulo Rocha.

Novo Fundeb

Estabelecido pela Emenda Constitucional 108, promulgada em agosto, o Fundeb dependia de uma lei regulamentando a forma do repasse dos recursos. Com as mudanças, o fundo se torna permanente a partir de 2021 para financiar a educação infantil e os ensinos fundamental e médio nas redes públicas.

O Fundeb é composto de 20% da receita de oito impostos estaduais e municipais, como ICMS, ITR e IPVA, e de valores transferidos de impostos federais. Em 2019, o fundo custeou R$ 156,3 bilhões para a rede pública.

Com o novo fundo, o Congresso aumentou a participação da União no financiamento da educação básica. A participação federal passa dos atuais 10% para 23%. O aumento é escalonado. No ano que vem, o percentual passa para 12%. Em 2022, 15%; em 2023, 17%; em 2024, 19%; em 2025, 21%; e a partir de 2026, 23%.

Os valores alocados pelo governo federal serão distribuídos para os municípios que não alcançarem o valor anual mínimo aplicado por aluno na educação. O Fundeb permanente adota referência de valor por aluno no cálculo para distribuição de recursos da complementação da União.

O texto também traz as ponderações, a relação com o número de matrículas e os indicadores a serem verificados para a distribuição de recursos, além de detalhar como se dará o acompanhamento da avaliação, monitoramento, controle social, comprovação e fiscalização dos recursos a serem empregados.

Com Agência Brasil

Fonte: Agência Senado

‘Temos que nos preparar para algo que pode ser ainda mais grave no futuro’, diz OMS sobre pandemia

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Diretor de emergências da entidade alertou que Covid-19 não é necessariamente a ‘grande’ pandemia, e que novo coronavírus pode se tornar endêmico.

O diretor de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, alertou, nesta segunda-feira (28), que a pandemia de Covid-19 não é, necessariamente, a “grande” pandemia – e que o mundo precisa se preparar para algo que pode ser pior no futuro.

“Essa pandemia foi muito grave. Se espalhou ao redor do mundo extremamente rápido, afetou cada canto do planeta. Mas essa não é necessariamente a ‘grande’ [pandemia]”, alertou Ryan durante coletiva de imprensa em Genebra, na Suíça.

“Esse vírus é muito transmissível, mata, e tirou entes queridos de muitas pessoas. Mas a taxa de letalidade é razoavelmente baixa comparada a outras doenças emergentes. Isso é um alerta. O planeta é frágil. Essas ameaças vão continuar”, afirmou o diretor.

“Se tem uma coisa que precisamos aprender com essa pandemia, com toda a tragédia e perda, é que precisamos nos organizar. Temos que nos preparar para algo que pode ser ainda mais grave no futuro”, alertou Ryan.

No sábado (26), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, também alertou que a pandemia de Covid-19 não seria a última que o mundo enfrentaria.

Ryan lembrou, ainda, que é provável que o novo coronavírus (Sars-CoV-2) se torne endêmico – isto é, que nunca venha a desaparecer. Esse alerta já havia sido feito pelo diretor em maio.

O diretor e a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, reforçaram que, mesmo com a chegada de vacinas contra a Covid-19, as medidas de combate ao vírus precisarão ser seguidas por um tempo. Isto porque o objetivo principal das vacinas – ao menos as atuais – é evitar casos graves da doença, e não a transmissão do vírus.

Além disso, ainda deve levar tempo para que se consiga vacinar um número suficiente de pessoas para alcançar a imunidade de rebanho (veja vídeo abaixo).

'Imunidade de rebanho': o que é e quais os riscos de deixar a pandemia correr seu curso

Conflito na Etiópia

O diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, também falou do conflito da região do Tigray, na Etiópia, seu país natal. Ele foi questionado sobre como havia passado o ano pessoalmente, para além da pandemia.

“Pessoalmente, além da pandemia, 2020 foi muito difícil para mim porque meu país está com problemas. E a guerra devastadora que está acontecendo é, na verdade, na minha região natal, o Tigray, no norte da Etiópia”, disse.

“Eu tenho muitos parentes lá, incluindo meu irmão mais novo, e eu não sei onde eles estão. Eu não me comuniquei com eles, porque não há comunicação. Como se a Covid não fosse suficiente, eu tenho essa dor pessoal também. Eu me preocupo com meu país. Carregar tudo isso tem sido difícil”, disse.

Por G1

Jornalista é condenada a quatro anos de prisão na China por filmar início da pandemia em Wuhan

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Sentença afirma que ela estava comprando briga e provocando problemas. Zhang Zhan é uma de pelo menos quatro jornalistas que desapareceram em 2020 na China depois que postaram informações que contradizem a narrativa oficial.

Em 2020, na cobertura jornalística da pandemia do coronavírus, a imprensa do mundo todo precisou trabalhar com duas linhas de atuação ao mesmo tempo. Além do dever profissional básico de buscar informações de fontes confiáveis, os jornalistas precisaram também desmentir boatos irresponsáveis, aquilo que já se tornou conhecido pelo nome inglês fake news.

Esse desafio duplo dos jornalistas foi o ano todo, em todos os países. Mas, em alguns, esse trabalho difícil e necessário foi atacado, boicotado e até criminalizado por governos autoritários. Na China, uma jornalista foi condenada a quatro anos de prisão.

Logo no começo de tudo, Zhang Zhan saiu de Xangai, onde morava, e foi para Wuhan. Lá, conseguiu registrar cenas de hospitais lotados, confusão nas ruas, e depois a cidade deserta no primeiro lockdown no lugar onde a pandemia começou. Foram meses de trabalho. Mas tudo acabou em maio, logo depois de um vídeo.

Zhang Zhan filma as ruas de um bairro onde surgiram casos de Covid-19. De repente, ela é abordada por um homem que pergunta onde ela mora e se é jornalista. E ameaça: se você postar isso na internet, vai ser responsabilizada. Dias depois, foi detida e, nesta segunda (28), condenada a quatro anos de prisão.

Mas não são só jornalistas na mira da censura. No dia 31 de dezembro de 2019, o médico chinês Li Wenliang compartilhou em um grupo de colegas um alerta sobre um vírus até então não identificado, que seria altamente contagioso. As autoridades o acusaram de espalhar boato e o obrigaram a assinar um documento em que reconhecia ter cometido uma ilegalidade. Ele morreu de Covid no dia 6 de fevereiro. Virou uma espécie de mártir, e o governo chinês teve que voltar atrás. Agradeceu e reconheceu a contribuição do médico na linha de frente do combate a pandemia.

Sobre a condenação da jornalista, o ministro das Relações Exteriores chinês disse nesta segunda que os órgãos judiciais chineses têm tratado casos consistentemente de acordo com a lei.

2020 foi o ano mais difícil para jornalistas no mundo todo. Um levantamento do Comitê para Proteção de Jornalistas, com sede em Nova York, mostrou que 274 foram presos por causa do trabalho, um recorde. Alvos de governos autoritários que se fortalecem tentando silenciar a voz do povo.

Zhang é hoje o rosto desses trabalhadores. Condenada por dizer coisas como a que diz em um vídeo: o jeito de administrar do governo é através de intimidação e ameaças. Essa é a tragédia do país.

Por Jornal Nacional

Idoso que sonha em ser médico conclui metade do curso aos 87 anos e posa para sessão de fotos em Goiânia: ‘Sonho de criança’

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“Tive uma vida muito sofrida, já fui pobre demais, trabalhei de pedreiro, de servente, já fiz caixão, trabalhei de tudo que puder imaginar. Melhorei minhas condições para poder bancar o curso, consegui me organizar estudando e trabalhando”, conta.

Apesar de ter trabalhado como contador por 10 anos e como advogado por 4, Valdomiro conta que não se encontrou nessas profissões. Por isso, mesmo com a vida financeira já estável, decidiu estudar novamente para conseguir ingressar no curso de medicina. Foram três anos prestando vestibulares, até que, aos 84, Valdomiro foi aprovado em uma faculdade particular de Goiânia. A mensalidade custa, em média, R$ 7,5 mil.

“Foi muito difícil, mas é um sonho de muitos anos, um sonho de criança, então, corri atrás. Até hoje não me canso de admirar a profissão de médico”, relata.

‘Meio médico’

Para comemorar a conclusão de metade do curso, que, ao todo, dura seis anos, Valdomiro realizou uma sessão de fotos de “meio médico”, registrado pelo fotógrafo Gregore Miranda, que ficou inspirado pela trajetória do idoso.

Valdomiro acompanha as aulas on-line e, inclusive as provas, faz de casa. Uma professora foi até a casa dele para aplicar os últimos exames deste semestre. “Fiz 13 provas em uma semana, todas aqui em casa”, conta.

Até mesmo o ensaio de “meio médico”, realizado em setembro, não pôde ser ao lado dos colegas de curso. O fotógrafo foi até a casa do idoso, enquanto os demais alunos foram fotografados na faculdade.

Ansioso pelo fim da pandemia, o idoso já planeja a festa de formatura, prevista para daqui três anos.

“Devo me formar com 90 anos. Quero fazer uma festa de arromba, vários dias de comemoração. Agora é pedir a Deus para me dar saúde”, diz.

Valdomiro de Sousa em ensaio ‘meio médico’ — Foto: Gregore Miranda/Divulgação

 

 

 

Por Lis Lopes, G1 GO

Vilhena registrou três novos óbitos de pacientes com covid-19, sendo dois de Vilhena e um de Cerejeiras

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Sendo dois de Vilhena e um de Cerejeiras. Dessa forma, Vilhena registrou até as 19h de hoje: 4.609 casos confirmados de vilhenenses, nove positivados moradores de outras cidades, 74 óbitos de vilhenenses e 10 óbitos de moradores de fora. Há atualmente no município 324 casos ativos de moradores de Vilhena, 62 casos suspeitos, bem como 4.211 já recuperados e 15 transferidos.

A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,60%. No Estado a taxa ficou em 1,90%, no Brasil em 2,51%, na América do Sul em 2,79% e no mundo em 2,19%.

Há 14 pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19: sete na UTI, sendo quatro com necessidade de respirador, um do sexo masculino com 75 anos e três do sexo feminino com 70, 75 e 78 anos . Na UTI ainda há três pacientes sem necessidade de respirador, um do sexo feminino com 53 anos e dois do sexo masculino com 60 e 65 anos. Na Enfermaria há sete pacientes: três do sexo masculino com 52, 54 e 64 anos e quatro do sexo feminino com 59, 62, 66 e 77 anos. A taxa de ocupação de leitos da Central de Atendimento à Covid-19 é de 30,4% (sendo 35% na UTI e 26,9% na Enfermaria).

O Estado registrou até hoje 92,5 mil casos confirmados e 1.743 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 7,465 milhões, com 190,7 mil mortes. No mundo são 80,6 milhões de casos confirmados e 1,763 milhão de mortes.

DECRETO EM VIGOR – O principal decreto municipal que trata do combate à pandemia no município tem seu texto mais atualizado disponível em: http://www.bit.ly/decretocovid19vilhena.

ATENDIMENTO – Pessoas que tenham sintomas ou se considerem suspeitas de ter covid-19 devem procurar os postos de Saúde em Vilhena. Aos fins de semana a unidade em funcionamento é a Afonso Mansur, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes (das 7h às 19h).

DENÚNCIAS – Denúncias de descumprimento de normas de Saúde podem ser feitas pelos números: 190 da Polícia Militar (24h) ou 3322-1936 da Vigilância Sanitária (7h às 17h30, de segunda a sexta-feira).

MAPA – Veja mapa, gráficos e tabelas dos casos da cidade no Painel Covid-19 Vilhena disponível no site da Prefeitura, no menu “Serviços” e também pelo link direto: www.bit.ly/painelcovidvilhena.

Para evitar pais de alunos dormindo em filas por vagas em escolas municipais, matrículas este ano serão on-line

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Para alunos da educação infantil, rematrícula será automática

A Secretaria Municipal de Educação (SEMED) de Vilhena emitiu uma portaria no dia 10 deste mês, na qual estabelece os novos critérios para a realização de rematrículas e reservas de vagas para novas matriculas escolares, totalmente de forma automática e online. O site com todas as instruções deverá ser divulgado no mês que vem.

Segundo a portaria, que visa evitar as longas filas que se formam todos os anos na frente das escolas, tendo pais até mesmo que pernoitar nos locais em busca de vagas, as rematrículas de todos os alunos da rede municipal se darão de forma automática, não sendo necessário que o responsável pelo aluno vá até as escolas.

Porém, o aluno que for aprovado, mas na instituição em que está matriculado não possui a etapa seguinte, sendo necessária sua transferência para outra escola, terá que ser inserido no quadro de reserva de vagas para novas matrículas, que se dará de forma online e pelos responsáveis.

Entre as exceções estão a Marizete Mendes e a nova escola do bairro Moysés de Freitas, que não terão quadro reserva, uma vez que os alunos serão selecionados através de mapeamento.

A data estipulada para as rematrículas automáticas dos alunos da educação infantil é de 16 a 18 de dezembro, e do ensino fundamental, de 05 a 08 de janeiro de 2021. Lembrando que a responsabilidade pelas rematrículas para alunos que se manterão na mesma instituição de ensino é da secretaria da instituição.

Já o processo de reserva de vagas para o Ensino Infantil, Ensino Fundamental, anos iniciais e finais da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ocorrerá do dia 25 a 27 de janeiro de 2021, em um site que será divulgado pela SEMED.

Após a reserva da vaga, os pais ou responsáveis terão até 48 horas para a realização da matrícula presencial na instituição de ensino escolhida, através da apresentação dos seguintes documentos:

•    Cópia de certidão de nascimento, CPF, cartão do SUS, tipagem sanguínea e cartão de vacina do aluno.
•    Cópia de comprovante de endereço atual e do cartão bolsa família caso a família esteja inserida.
•    Cópia do CPF e RG do responsável pelo aluno caso este seja menor de 18 anos.
•    Histórico escola original ou comprovante de escolaridade e uma foto 3×4 do aluno.

Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

Batida entre picape e caminhão na BR 364, a 55 km de Vilhena, deixa homem e mulher mortos, além de feridos em estado grave

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Havia garrafas de bebida no interior da caminhonete

Uma colisão violentísssima entre um caminhão e uma picape Amarok de cor cinza, na madrugada desta terça-feira, 22, deixou duas pessoas mortas e outras duas em estado grave. O acidente aconteceu por volta das 2:00h, a cerca de 55 km de Vilhena, nas proximidades da usina do rio Ávila, na BR 364.

De acordo com os agentes funerários que foram ao local recolher os corpos do homem e da mulher, que morreram na hora e ficaram presos às ferragens, dois outros ocupantes da caminhonete foram resgatados, em estado grave, e levados para o Hospital Regional. Nenhum dos mortos e sobreviventes foi identificado até o momento.

Conforme as informações repassadas ao site, a mulher morta estava na parte de trás do veículo e o homem que também não resistiu aos ferimentos dirigia a Amarok. Chovia forte no local no momento da colisão e havia garrafas de bebida no interior da picape, cuja placa não foi anotada.

No choque entre os dois veículos, ambos pararam numa ribanceira do mesmo  lado da pista. Não há informações sobre o estado de saúde do condutor do caminhão.

Os corpos estão sob os cuidados da Funerária São Matheus, de Vilhena. O FOLHA DO SUL ON LINE segue na apuração e traz novos detalhes a qualquer momento.

Fonte: Foto ilustrativa
Autor: Da redação/FS

Polícia Civil localiza em Porto Velho criança raptada pelo pai no Mato Grosso

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Criança foi localizada por agentes da Polícia Civil. Pai suspeito de raptar a criança está foragido.

Os policiais da Delegacia especializada em repressão a furtos e roubos de veículos localizaram, nesta segunda-feira (21), em Porto Velho, uma criança de 05 anos, que foi raptada no último dia 19 de dezembro pelo pai Rubens Carvalho dos Santos. A criança foi raptada no Estado do Mato Grosso.

De acordo com informações da Polícia Civil, logo o recebimento da notícia do crime, o delegado Alessandro Morey determinou o imediato início das diligências. Os investigadores lograram êxito e descobriram o endereço onde a criança estava, na companhia da avó paterna.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, o pai da criança, Rubens Carvalho dos Santos é acusado e vários crimes, como estupro, ameaça e falsificação de documento. Ele não foi encontrado e continua foragido.

O delegado Alessandro Morey solicita que qualquer pessoa que saiba seu paradeiro de Rubens Carvalho dos Santos (Foto logo abaixo), ligue para o 197. A Polícia Civil garante o anonimato da pessoa que fizer a denúncia.

Os policiais encaminharam a criança à Delegacia de Proteção à Criança e Adolescentes (DPCA), onde ficou sob responsabilidade do Estado.

Jornal Rondoniavip