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Prefeitura inicia programa de refinanciamento de dívidas com desconto e parcelamento de débitos com o município

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Ação que já está em vigor, tem prazo de 180 dias para adesão do contribuinte

Foi publicada na semana passada no Diário Oficial de Vilhena a lei do Programa de Estímulo à Regularização Fiscal de Contribuintes (Refis), que autoriza a renegociação de dívidas com o município geradas até o fim de 2020, tendo a possibilidade do parcelamento com desconto de juros e multas por atraso no pagamento.

O programa estabelece que todos os débitos ativos até 31 de dezembro de 2020, sejam tributários ou não-tributários, junto ao município, podem ser parcelados. O prazo para o pedido de adesão ao programa é de 180 dias, contando a partir do último dia 9 de março. O requerimento deve ser feito na Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), que atende presencialmente das 7h às 13h e das 15h às 17h, de segunda a sexta-feira, ou também pelo WhatsApp institucional 3919-7011.

“Caso a pessoa física ou jurídica tenha o interesse em renegociar os débitos, é necessário que nos procure aqui na Semfaz com os devidos documentos e escolha como deseja fazer o pagamento. Temos uma equipe aqui na secretaria dedicada ao Refis para atender cada pessoa com sua necessidade específica”, aponta Jovino Lobaz, secretário municipal de Fazenda.

A lei estabelece que os descontos de multas e juros de mora variam de acordo com a quantidade de parcelas para quitação do débito. Para o pagamento à vista, o contribuinte terá desconto total dos valores referentes a multas e juros. Já para parcelamentos, os descontos são os seguintes: até 6 vezes (80%); de 7 a 12 vezes (60%), de 13 a 18 vezes (40%) e de 19 a 24 vezes (20%). Os débitos em valores acima de R$ 200 mil podem ser parcelados em até 60 vezes e ainda com desconto de 20% das multas e juros.

“Muitas pessoas se programaram para pagar seus débitos neste ano, mas com as dificuldades da pandemia estamos facilitando para que todos possam regularizar sua situação fiscal com o Município. É uma atitude que possibilita que os contribuintes quitem suas dívidas atrasadas com a vantagem do desconto de multas e juros e ainda ajuda a Prefeitura a recuperar receitas para aplicar os recursos em prestação de serviço, que retorna aos próprios vilhenenses”, explica o prefeito Eduardo Japonês.

Semcom

Parceria público-privada amplia pesquisa e recomenda alternativas para controle do caruru na soja

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Resistência da planta daninha a herbicidas na Campanha gaúcha foi identificada em 2018 e vem preocupando sojicultores

Uma parceria firmada entre a Embrapa Pecuária Sul e a empresa Três Tentos Agroindustrial está buscando avançar no conhecimento sobre a planta daninha conhecida como caruru, assim como propor soluções efetivas para o seu controle. Com resistência confirmada ao glifosato e outros herbicidas inibidores da enzima ALS no Sul do Brasil em 2018, a planta daninha é atualmente um dos problemas de maior risco aos sojicultores, uma vez que tem fácil capacidade de disseminação e causa prejuízos diretos às plantações.

Conforme a pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul, Fabiane Pinto Lamego, o projeto em parceria já conta com estudos a campo, em casa de vegetação e também em condições de laboratório, visando aprofundar os conhecimentos sobre a planta daninha. “É uma planta que se não controlada cedo, ultrapassa a soja em estatura e acaba disseminando sementes na colheita da lavoura, exigindo estratégias integradas de manejo”, adianta a pesquisadora.

Experimentos

O primeiro experimento da parceria realizou justamente a confirmação da resistência de plantas da Campanha gaúcha ao glifosato, coletadas pela equipe do setor de PDI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) da Três Tentos. “É interessante observar que mesmo na dose 16 vezes maior do que a dose usual recomendada de glifosato, as plantas resistentes não foram controladas”, ponderou o pesquisador da Três Tentos, Marlon Ouriques Bastiani.

No estudo a campo, foram avaliados herbicidas aplicados em pré-emergência como opções alternativas ao glifosato. “A aplicação do glifosato em pós-emergência para o controle de plantas daninhas ocorrentes, associada à eficiência de pré-emergentes voltados ao caruru resistente, como as associações de diferentes mecanismos de ação herbicida (principalmente contendo herbicidas inibidores da Protox nessa mistura), garantiu o melhor resultado”, destacam os pesquisadores.

No laboratório, um estudo utilizando biotecnologia permite diferenciar espécies do gênero Amaranthus (caruru)bem como verificar a possibilidade de cruzamento entre elas (como por exemplo, Amaranthus hybridus, Amaranthus retroflexus Amaranthus palmeri). Se confirmado o cruzamento, esta também é uma forma de disseminação da resistência.

Dicas para controle

A resistência múltipla de caruru a glifosato e também aos herbicidas inibidores da enzima ALS está disseminada principalmente na região da Campanha do RS, requerendo alternativas para contenção do problema. Nesse sentido, os pesquisadores apontam que, além da adoção de herbicidas pré-emergentes e/ou pós-emergentes eficientes, é preciso evitar a produção de novas sementes da planta daninha, que irão incrementar o banco de sementes para a próxima safra. Ainda, é necessário cuidados na limpeza de maquinários utilizados em áreas diferentes, que poderão carregar e proporcionar disseminação de sementes.

“A prevenção sempre é mais barata. Cuidados com a origem da semente adquirida para uso na propriedade, especialmente quando da implantação de pastagens ou alguma planta de cobertura no inverno, são fatores importantes, evitando contaminação por sementes de caruru e outras plantas indesejadas”, destacou Fabiane.

Conforme os pesquisadores, o produtor deve ficar atento sempre. Ao observar alguma planta sobrando após o controle com herbicida, é importante realizar a coleta na área e encaminhar a planta daninha para análise. “O desafio de manejar a resistência aos herbicidas está em delinear sistemas produtivos e fugir das monoculturas, sejam elas no inverno ou no verão”, afirma Fabiane. “Aliada à implantação de plantas de cobertura ou pastagens no inverno, é importante a manutenção da palhada para a semeadura da cultura de verão, pois ela tem potencial em reduzir a emergência de plântulas de caruru, conforme diagnosticado no campo”, finaliza Marlon.

Sala de AEE atende alunos com deficiência com individualidades e interação em Colorado do Oeste

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Com o apoio da Defensoria Pública de Colorado (que atua na condição de guardiã dos vulneráveis), a população tem ajudado e pode colaborar ainda mais para que mais salas de atendimento educacional especializado sejam reformadas

Pensando em uma escola mais inclusiva, já que na visão da Professora Sandra Valéria, uma das mentoras da ideia, os alunos com deficiência têm o direito ao atendimento educacional especializado, adaptação curricular e também devem ser estudantes felizes  com aprendizagens a partir das suas limitações, foi reformada a primeira Sala AEE (Atendimento Educacional Especializado) em Colorado do Oeste.

Para isso, a professora contou com o apoio de pais, outros professores, alguns empresários, diversas pessoas que de algum modo ajudaram para o projeto acontecer, associações de mães, o MEC (Ministério da Educação) e a Defensoria Pública de Colorado do Oeste.

Além da educação, as salas AEE mostram que a população também está mais ciente na sua importância quanto às pessoas com deficiência.

“A conscientização se dá principalmente pelas rodas de conversa, palestras e visitas da Defensoria Pública de Colorado do Oeste, pois quando um pai ou um empresário chega, quer conhecer a escola e mostramos o espaço do AEE, ele acaba contribuindo e sente-se motivado, pois já têm noção do que se trata ou do que realmente é necessário. As pessoas estão cientes de que o Poder Público tem a sua obrigatoriedade, só que tem que fazer pra todo mundo, então, a sociedade pode ajudar de uma maneira mais efetiva, mais próxima. E o fato de a Defensora Flávia Albaine ter vestido a camisa por essa luta e por esse projeto, trabalhando essa conscientização na garantia dos direitos das crianças e das pessoas com deficiência, trouxe para o município uma visão diferente, onde as pessoas doam sabendo do porquê estão doando e qual o propósito”, conta Sandra.

Segundo a professora, a sala AEE garante à criança com deficiência o direito de aprender a partir de diferentes metodologias, usando de recursos materiais concretos e permitindo, assim, que a criança aprenda de forma mais contextualizada, superando gradativamente as dificuldades.

Nela, as intervenções pedagógicas são pontuais e permitem juntamente ao trabalho do professor ensinar as crianças a partir do hiperfoco, ou seja, daquilo que a criança gosta e demonstra habilidades em fazer.

“Em tempos de pandemia os profissionais do AEE têm construído os materiais adaptados, jogos e as atividades a partir dos meios tecnológicos têm se tornado presente para atender as individualidades e a interação, que é tão importante”, lembra.

Atualmente, cerca de 35 alunos matriculados na sala são crianças com deficiência, seja ela física, intelectual e/ou de aprendizagem, e as outras 25 são do setor de Psicopedagogia, com dificuldades de aprendizagem e transtornos de aprendizagem.

 Sala AEE: ensino assertivo e uma maneira de compensar o ano anterior

Para Sandra, é primordial que nesse ano nenhuma criança fique desassistida quanto ao ensino, já que em 2020 a pandemia deixou algumas “sequelas” na rotina da aprendizagem.

“E pretendemos inovar com atividades de estimulação sensorial, utilizar os jogos estruturados e funcionais para melhorar o desenvolvimento da comunicação,  da interação social e os aspectos cognitivos. Por isso, contamos com o apoio de todos para nos ajudar a melhorar os espaços dos AEEs de todas as escolas com doações de jogos específicos para atender à necessidade desse espaço, com melhorias no espaço físico e também participando dos projetos importantes”, pontua.

Como exemplos ela cita auxiliar pais que enfrentam dificuldades para levar os filhos aos especialistas, doações de equipamentos importantes às crianças que precisam usar braile,  aos que precisam de locomoção como cadeiras de rodas adaptadas à faixa etária da criança, doações de equipamentos tecnológicos, como mesa educacional para explorar as habilidades cognitivas dos alunos, materiais adaptados para crianças com baixa visão, dentre outros, pois se trata de um novo projeto e toda ajuda é válida.

“Esse nosso projeto também tem como objetivo fazer a sociedade sentir empatia, colocar-se no lugar do outro. O pontapé inicial foi dado aqui, na Escola Prefeito Marcos Donadon, mas a ideia é que ele esteja presente em todas as escolas. E onde estamos também é um espaço pequeno, pois temos espaço físico para ampliar o AEE, entretanto, temos que trocar as janelas, pisos e tornar esse ambiente o melhor possível, ou seja, necessitados de muitas parcerias. De um engenheiro até materiais mais específicos de estimulação sensorial, como balanço ninho e outros materiais sensoriais, ainda precisamos de colaboração. E sei que a parceria pode transformar esse sonho em realidade, para levarmos uma educação melhor para as nossas crianças com deficiência”, ressalta Sandra.

De acordo com Flávia Albaine, a Defensoria Pública é instituição de promoção dos direitos humanos e possui o dever de atuar na condição de guardiã da efetivação dos direitos das pessoas em situação de vulnerabilidade, tais como as pessoas com deficiência e outros grupos.

O papel da Defensoria Pública em todo esse processo foi de auxiliar na conscientização da população de Colorado do Oeste sobre a importância da sociedade se mobilizar para a superação das barreiras que ainda dificultam a inclusão social das pessoas com deficiência, o que está de acordo com o atual modelo social de deficiência.

“Eu, no decorrer do ano de 2019, realizei visitas in loco em diversas escolas públicas da região e percebi a necessidade de auxiliar na efetivação do direito à educação inclusiva. Obviamente que o Poder Público tem a obrigação de prestar o direito à educação com qualidade e estamos cobrando isso. Mas, além do Poder Público, a comunidade como um todo também pode dar a sua contribuição por uma sociedade mais inclusiva. Decidimos, então, realizar um trabalho de conscientização da sociedade local por meio da educação em direitos presencial (antes da pandemia) e virtual (principalmente através do canal Juntos pela Inclusão Social no YouTube), além de audiências públicas e diálogos administrativos. Todos importantes instrumentos para a formação da cidadania emancipatória e para a promoção dos direitos humanos. Muitos desses trabalhos de conscientização foram feitos com o apoio e com a parceria da professora Sandra Valéria”, finaliza.

Esse é apenas o início de um projeto que já superou diversas barreiras, mas que ainda precisa de muito apoio para continuar se expandindo. Se juntos somos mais fortes, mais uma vez vamos dar as mãos?

Pequenos agricultores recebem meio milhão de mudas de cacau

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O cacau é a principal matéria-prima de uma indústria que movimenta mais de R$ 319 bilhões de reais por ano no mundo e produz de alimentos a cosméticos. Em 2019, segundo a Associação dos Produtores de Cacau do Brasil, a produção brasileira não supriu a demanda interna e as indústrias tiveram que importar cerca de 56 mil toneladas da matéria-prima.

É neste cenário promissor, que o Centro de Estudos Rioterra e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC/RO) assinaram novo termo de apoio à cadeia produtiva de cacau no Estado.

Desde 2015, mais de meio milhão de mudas de cacau já foram doadas pelo Centro de Estudos Rioterra para pequenos produtores rurais de Rondônia e a nova meta, com a renovação da parceria com a CEPLAC, é promover o plantio de mais 400 mil pés nos próximos anos através do Projeto Plantar, patrocinado pelo BNDES.

“Incentivamos o plantio em Sistemas Agroflorestais, o que promove não apenas o desenvolvimento econômico dos produtores rurais através da venda de suas safras, mas também a oportunidade de terem suas terras regularizadas e a recuperação de áreas com solo degradado, valorizando ainda mais a propriedade”, explicou Alexis Bastos, coordenador de Projetos do Centro de Estudos Rioterra.

“O trabalho da CEPLAC é apoiar a produção agrícola com foco no plantio de cacau e, através da parceria com a Rioterra, é possível ir além do desenvolvimento da agricultura, associando a produção ao manejo sustentável da propriedade”, comentou Caio Almeida, coordenador regional da CEPLAC/RO.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Espetáculo teatral “História de Rita”, será apresentado através de live em RO

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Com objetivo de valorizar a cultura de Rondônia, acontece entre os dias 17 a 19 de março,  a exibição por meio de live do espetáculo teatral “História de Rita”, encenada  pela atriz Teo Nascimento, de Porto Velho.

O projeto é coordenado pela jornalista e produtora cultural Queitiane Rodrigues que faz parte do Ponto de Cultura e Mídia Livre Serpentário Produções e da Associação Cultural Diversidade Amazônica que trabalha com promoção da cultura em Rondônia.

O projeto cultural foi contemplado no edital Nº77/2020/SEJUCEL- CODEC 1ª Edição Mary Cyanne do Edital de Chamamento Público de Fomento à Cultura e à Produção Artístico-Cultural Para Transmissões ao Vivo/Gravadas, no Eixo II-D, com recursos do “Governo do Estado de Rondônia/SEJUCEL/FEDEC/RO”, Lei Federal 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc), Governo Federal.

Queitiane Rodrigues conta que a  peça retrata a trajetória de uma mulher excluída pela sociedade que sofre rejeições e abandonos.

As lives serão transmitidas  a partir das 20h  na página do Facebook e YouTube do Ponto de Cultura e de Mídia Livre Serpentário Produções no seguinte endereço: https://www.facebook.com/serpentarioproducoes    e no canal do Serpentário Produções no seguinte endereço https://www.youtube.com/user/TheSerpentarioproduc/featured  .

Sobre a peça:

O espetáculo conta com classificação livre e a peça foi gravada no espaço da feira do centro de Vilhena. O espetáculo é uma adaptação construída a partir de uma pesquisa em vários textos da literatura nacional e estrangeira, dentre eles, o conto Primeira Página do escritor mineiro Éder Rodrigues e a peça teatral Medea do escritor grego Eurípedes.

A peça  fala da trajetória de uma mulher, analfabeta, carregando nos braços um novo ser para quem não consegue enxergar nenhuma chance. Desamparada pela família, excluída pela sociedade e sobrecarregada com as lembranças de rejeições e abandonos, lembra de uma canção de ninar que não cantaram para ela dormir. Cansada e sem esperanças, decide deixar ali a criança que acabou de parir, e parte noite adentro sem olhar para trás. Não tem o que falar, não tem o que dizer.

Matricular-se numa escola SESI-SENAI é o primeiro passo para o futuro

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Um novo capítulo da educação rondoniense começou a ser escrito em 2019, quando as escolas do Serviço Social da Indústria (SESI) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) implantaram o Novo Ensino Médio (NEM) nas quatro unidades de Porto Velho, Cacoal, Pimenta Bueno e Vilhena, que ofertam Educação Básica e Educação Profissional para os 160 alunos das primeiras turmas, cuja formatura acontece no final de 2021. Com o início do novo ano letivo, entraram três novas turmas.

O superintendente do SESI-IEL e diretor regional do SENAI-RO, Alex Santiago, defende que ao matricular-se em uma turma do Novo Ensino Médio ou qualquer outro curso nas escolas SESI-SENAI, o aluno dá o primeiro passo para o seu futuro profissional em duas instituições que há mais oito décadas, cumprem com excelência o seu papel, inclusive com elevado grau de reconhecimento por parte da população.

A aluna Lorraine Santos Barbosa, aluna do SESI-SENAI de Pimenta Bueno, está na 3ª série do Novo Ensino Médio e relatou que viu na união do ensino básico e o profissional a oportunidade de acesso a um aprendizado de qualidade, com professores dispostos a fazer o seu melhor tanto na sala de aula quanto nas aulas remotas. “A escola SESI-SENAI não mede esforços e dá todo o suporte, os melhores materiais de educação, professores qualificados, métodos de ensino incrível, sempre pensando no crescimento do aluno”, falou.

Para Guilherme dos Santos Possa, o NEM oferta a oportunidade de vivenciar na prática a reconfiguração de um método de ensino inovador integrado à educação técnica, voltada, principalmente, para atender às necessidades atuais do mercado de trabalho. “O conhecimento teórico é muito mais fácil de ser assimilado quando sabemos como será aplicado na prática, algo que, muitas vezes, o ensino somente básico não nos proporciona”.

No ponto de vista do professor Elias Evangelista Alves de Almeida, da turma do NEM, da escola SESI-SENAI de Pimenta Bueno, o Novo Ensino Médio, é importante para aproximar os alunos do mercado de trabalho, já que eles sairão da escola com uma formação técnica. Também acrescenta um aprendizado por áreas de conhecimento, muito importante para quem vai fazer o Enem.

De olho no futuro, o estudante Júlio Kevin Souza França, da escola SESI-SENAI-IEL Lagoa, em Porto Velho, falou com entusiasmo sobre o NEM. “O plano de estudo é bastante proveitoso, possuindo tanto um curso técnico para ingressarmos preparados no mercado de trabalho, quanto uma grade de preparação para o ENEM por meio de aulões que a escola disponibiliza. Estou decidido a cursar Medicina. E certamente irei conseguir com esforço, foco e dedicação”.

A coordenadora Pedagógica Juliane Loubach também falou seu ponto de vista sobre o NEM. “O Novo Ensino Médio ofertado pelo SESI-SENAI, deixa sua marca indelével na educação de Rondônia, por ser o pioneiro na implantação e por apresentar à toda comunidade escolar um ensino diferenciado, que integra as áreas da educação básica e profissional. Esse formato, proporciona experiências enriquecedoras aos alunos e reforçam a missão principal da nossa escola”.

“Para mim, o Novo Ensino Médio significa uma grande oportunidade e uma nova forma de estudar”. A declaração é da aluna Lívia Damião Vieira, da escola SESI-SENAI de Vilhena. “Mais do que aprendizado, esse sistema me proporcionou um olhar diferente para o conhecimento e a minha postura como estudante. Me permitiu não somente conhecer novas áreas como também desenvolver minha disciplina e responsabilidade nos momentos de estudo”. Após concluir o NEM, Lívia estudar Direito e aprender cada vez mais.

Seu colega de escola, Joseph Valadão Fantin acrescentou que fazer parte do NEM significa uma forma diferente de cursar o Ensino Médio no qual as áreas do conhecimento se relacionam, além do curso técnico. Como Lívia, Joseph tem muitos planos para o futuro. Ele quer cursar Medicina, e para isso, desde já está estudando muito e se preparando para o Enem. “SESI e SENAI têm sido fundamentais nesta jornada”.

Assessoria de Comunicação Social da FIERO

Câmara autoriza mais de R$ 3,5 milhões para Saúde de Vilhena

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Recurso será utilizado, entre outros, para pagamento de servidores.

A Câmara de Vereadores de Vilhena aprovou dois projetos de leis que destinam mais de R$ 3,5 milhões para a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) do município. As votações aconteceram durante a 6ª sessão ordinária, na manhã desta terça-feira (16).
No Projeto de Lei 6.069/2021, o Poder Executivo pediu autorização para abertura de crédito adicional suplementar no valor de R$ 3.420.000,00. O recurso é oriundo do governo do Estado e será destinado para pagamento de servidores lotados na Central Covid. O valor também será usado na aquisição de medicamentos, oxigênio, material de proteção e segurança.
No projeto 6.077/2021, o Executivo pediu autorização para abertura de crédito adicional suplementar, por superávit financeiro, de recursos provenientes do governo Federal, no valor de R$ 200.000,00.  O dinheiro será utilizado para aquisição de impressora digital, visando à ampliação do serviço de radiologia no Hospital Regional de Vilhena.

Os dois projetos foram aprovados por unanimidade e seguem para sanção do prefeito. As matérias podem ser acessadas na íntegra no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL).

Câmara de Vereadores de Vilhena

Levantamento da Divisão de Endemias mostra que focos de dengue estão em quintais de casas ocupadas

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Município foi classificado em alto risco para surto e epidemia de doenças causadas pelo mosquito: solução depende de cuidados domésticos simples

A Divisão de Endemias de Vilhena, setor responsável pelo controle de pragas, realizou recentemente, o LIRAa (Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti). Os dados apontam que o município está em alto risco para a contaminação da doença, tendo os bairros Jardim Eldorado e BNH com os maiores focos do mosquito.

“82% dos criadouros de mosquitos da dengue estão em quintais de residências ocupadas. Esta é uma doença que sabemos como combater e por isso pedimos atenção dos vilhenenses em manter seus quintais limpos”, aponta Paulo Cremasco, técnico em Saúde Pública do setor de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (Semus).

Ao todo, o setor de endemias, destinou 12 agentes, que analisaram 2.231 imóveis de 505 quarteirões em 29 bairros. Após a análise, foi constatado que 97 imóveis apresentaram altos índices para possíveis casos, sendo 67 contendo lixo, recipientes acumuladores de água, itens de plástico, garrafas, latas, dentre outros entulhos. Já outros 30 imóveis apresentavam pneus e materiais rodantes.

A equipe de endemias, dividiu os bairros através de estratos. As análises seguintes apresentam os bairros com maiores índices de casos em cada extrato. No estrato 3, os bairros Jardim Eldorado e Jardim Primavera, são os que apresentam a maior taxa de risco de casos, com 6,8% dos imóveis tendo criadouros em potencial. Logo em seguida, no estrato 4, ficam os bairros BNH, Alto Alegre e Bela Vista, com 5,6%, também sendo considerado de alto risco. Já no estrato 1 estão os bairros São José, Centro, 5º BEC e proximidades da Rical, com 4,2%. O único estrato de bairros que apresenta o baixo risco é o segundo, com 2,2%, com casos encontrados nos bairros Cristo Rei, Jardim América e Bodanese.

No geral, a infestação predial para aedes aegypti se mostrou em 4,7% e 5,2% de infestação de breteau, que define a quantidade de insetos em fase de desenvolvimento encontrados nas habitações humanas pela quantidade de total vistoriada.

“Nossa análise aponta que três dos quatro estratos merecem uma atenção redobrada, e que estes focos encontrados seriam facilmente eliminados com a colaboração dos próprios moradores. A população tem um papel fundamental para que estes índices de doenças causadas pelo Aedes aegypti diminuam”, conclui Paulo Cremasco.

DOENÇAS – O mosquito Aedes aegypti, além de ser o transmissor da dengue, também pode ser o responsável de doenças como a chikungunya e o vírus zika. Portanto, a divisão de endemias já está realizando os cuidados necessários nas regiões com os maiores índices, através de visitas e orientações, principalmente em pontos estratégicos de maior probabilidade de casos como, ferros velhos, empresas de reciclagem e também nos locais onde há carcaças de veículos, públicos e privados. Já nos locais onde há grande quantidade de materiais que não possam ser eliminados, a divisão fica responsável em aplicar o inseticida focal.

Visto que o Aedes se reproduz em água parada, quintais devem estar sempre livres de quaisquer recipientes que possam acumular água. Além disso, para evitar outros danos ambientais, moradores devem procurar a Prefeitura para buscar informações sobre a destinação correta de resíduos.

Laboratório clandestino de drogas sintéticas é descoberto e desativado pela polícia

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A Polícia Federal e a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da DIC de Balneário Camboriú e com apoio da Polícia Militar, nesta sexta-feira (12/3), desmantelaram dois laboratórios químicos clandestinos de fabricação de drogas sintéticas, sendo um deles em pleno funcionamento em uma chácara na zona rural do município de São Francisco do Sul/SC e outro em um galpão em obras no bairro São Marcos, em Joinville.

Em ambos os locais, foram encontrados centenas de litros de produtos químicos de comercialização controlada e que serviam de insumo para a fabricação de drogas sintéticas como o ecstasy, além de peças e equipamentos para emprego em laboratório como prensas de comprimido, filtros, balança, funis e vidrarias.

Ainda está sendo apurada a quantidade e a qualidade dos insumos arrecadados, mas, segundo estimativa preliminar da equipe pericial, já foram encontrados pelo menos 29 quilos de MDA, princípio ativo capaz de ensejar a produção de 290 mil comprimidos de ecstasy.

Pela quantidade de material encontrado, a polícia desconfia que os traficantes intencionavam fabricar a droga com intuito de estocar ou para revender em festas raves clandestinas que estão eclodindo em todo o país, mesmo diante das restrições da pandemia de COVID-19.

Foram presos dois homens, já com antecedentes por tráfico, os quais foram levados para a Delegacia da Polícia Federal em Joinville, onde será lavrado auto de prisão em flagrante para posterior encaminhamento ao presídio regional, onde ficarão à disposição da Justiça Estadual.

Ações dessa natureza fazem parte da estratégia da Polícia Federal para desarticular as organizações criminosas que atuam no tráfico ilícito de drogas sintéticas por meio do desmantelamento de laboratórios de produção, bem como da descapitalização das organizações criminosas, prisão de lideranças e cooperação internacional.

 

Comunicação Social da Polícia Federal

Presidente Alex Redano destaca medidas para evitar falta de oxigênio na rede hospitalar

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Deputado diz que encontro que coordenou para discutiu o problema, produziu resultados positivos
O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), destacou as medidas anunciadas na tarde desta segunda-feira (15), para enfrentar uma possível crise no abastecimento de oxigênio na rede hospitalar em Rondônia, após a realização de encontro coordenado por ele, com a participação de deputados, representantes do Governo, das empresas fornecedoras, do Ministério da Saúde, do Ministério Público, do Tribunal de Contas, de prefeitos e membros da bancada federal.

“Salvar vidas é o mais importante, garantir o tratamento adequado é o grande desafio. E nesse sentido, assegurar o oxigênio em quantidade suficiente na rede hospitalar é fundamental para tratar os pacientes com covid-19 e com as demais enfermidades, que necessitem de ventilação mecânica”, destacou.

Por vídeo conferência, o representante do Ministério da Saúde, Ridauto Lúcio Fernandes, anunciou que vai socorrer Rondônia, enviando remessas de oxigênio em aeronaves e cilindros para reabastecimento. “Ele coordena o setor responsável por monitorar e distribuir oxigênio no país e se comprometeu em encaminhar, ainda nesta semana, o primeiro isotanque em aeronave da Força Aérea, com a previsão de três voos por semana, para normalizar o fluxo. O primeiro voo é esperado ainda nesta semana”, informou Redano, acrescentando que há ainda a possibilidade de implantação de mais usinas de oxigênio nas regionais de saúde.

Além do oxigênio, outra necessidade são os cilindros. “A logística tem ficado comprometida também pela falta dos cilindros. O Ministério da Saúde deverá enviar entre 200 a 250 cilindros para Rondônia, num primeiro momento”, finalizou o presidente da Assembleia.

 

Assessoria