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Após reunião com o Comitê, Prefeitura segue recomendações e vai tomar medidas restritivas em Vilhena para conter avanço da covid-19

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Número de novos casos positivos em Vilhena aumentou nove vezes, saindo de 30 por semana no início de novembro para 277 na última semana de dezembro

Na manhã desta segunda-feira o Comitê Gestor Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus se reuniu por meio de videoconferência e debateu o aumento vertiginoso de casos positivos de covid-19 em Vilhena. Ficaram decididas novas medidas restritivas, que foram anunciadas há pouco pelo prefeito Eduardo Japonês e pelo secretário municipal de Saúde, Afonso Emerick, em coletiva de imprensa no auditório da Prefeitura.

As restrições também poderão ser adotadas pelas cidades do Cone Sul, que agora enviam seus pacientes para Vilhena, após recomendação do Ministério Público a ser feita nesta terça-feira. Entre as medidas propostas na reunião do Comitê, mas que ainda dependem de revisão do Comitê e publicação no Diário Oficial de Vilhena para terem efeito, estão: restrição no horário de circulação entre 23h e 5h, limitação de aglomerações em áreas de lazer a 16 pessoas no mesmo ambiente, vedação no funcionamento de atividades que envolvam contato físico prolongado ou aglomerações sem máscara, interdição de praças de alimentação e brinquedotecas, entre outros.

De acordo com Afonso, o número de atendimentos no posto de saúde Afonso Mansur aumentou muito. “Esse é o único postinho que funcionou nos feriados de Natal e Ano Novo, bem como nos fins de semana. Lá foram feitos mais de 200 atendimentos por dia a pessoas com sintomas de covid-19. Estamos ficando sem leitos disponíveis e, assim como o resto do Estado e do mundo, poderemos ver nossa Saúde colapsar se não respeitarmos como coletividade as regras de prevenção, que incluem uso de máscara o tempo inteiro, higienização constante das mãos e distanciamento social. A situação é gravíssima”, explica o secretário.

DADOS – Compilados pela Secretaria Municipal de Comunicação, os dados da pandemia em Vilhena mostram a evolução dos casos desde novembro, quando o município atingiu sua menor média diária de casos. Já no dia 15 de dezembro a curva da média móvel começou sua escalada que agora é considerada a “segunda onda” vilhenense.

Fica claro o aumento também ao se comparar o total de casos novos de novembro na cidade, que registrou 174 confirmados, contra os números de dezembro, quando foram diagnosticadas 635 pessoas com covid-19, um número quase quatro vezes maior. Na última semana de dezembro a média móvel de casos diários chegou a 39,6 contra apenas quatro ou cinco por dia em todo o mês de novembro.

Se considerados os números de novos casos por semana, a quantidade de novos confirmados em Vilhena aumentou nove vezes, saindo de 30 por semana no início de novembro para 277 no fim de dezembro.

Copa do Brasil-2021: Poderemos ter Porto Velho x Fortaleza no velho Aluizão

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A Copa do brasil 2020 ainda não terminou, mas a CBF já está fazendo os potes para sorteio da primeira fase 2021. O representante de Rondônia será a Locomotiva da Capital, Porto Velho F.C, e segundo o blogueiro Luiz Carlos Pereira do Blog “Umas e Outras, a equipe rondoniense poderá se confrontar com uma equipe de séria A, podendo ser o Fortaleza-CE.

Veja a postagem do blogueiro:

Isso é apenas uma suposição e, o pensamento positivo deste velho Blogueiro. Os potes para sorteio da Copa do Brasil de 2021 já tem 63 das 92 equipes. Segundo o Blog do Chico Pontes, publicado dia 31/12.

. 92 clubes

. 7 fases

. Início 13 de março

. Encerramento dia 27 de outubro

. Nas 1ª e 2ª fases – jogos únicos

. O Campeão da Copa Verde entra na 3ª fase

. Os potes: A, B, C, D, E, F, G e H.

. Se continuar

A x E

B x F

C x G

D x H

Os dois potes mais interessantes aqui para o estado de Rondônia, são: B e F

Pois o nosso Campeão PVH EC está no F e no B está o FEC…, podemos começar a torcer.

E que não troquem os potes, por favor.

 

Os potes do sorteio da Copa do Brasil 2021 (Foto: Divulgação)

Os potes do sorteio da Copa do Brasil 2021 (Foto: blogdochicopontes.com.br)

 

A equipe de Rondônia estará no pote

A equipe de Rondônia estará no pote “F” (Foto: blogdochicopontes.com.br)

Senado ajudou a frear tombo na economia sem ignorar cuidado com saúde

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“Não há uma escolha entre economia ou saúde. Só há um caminho: manter as pessoas com vida, e o Estado dar as condições para garantir a economia”. A fala do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em abril do ano passado, após se recuperar da covid-19, resume e antecipa como seria a atuação que a Casa teria ao longo do ano passado para enfrentar a pandemia do novo coronavírus. Em 2020, o Senado não escolheu entre saúde e economia; em vez disso, aprovou uma série de medidas para frear os danos econômicos causados pela paralisação de empresas, sem ignorar o cuidado com os brasileiros.

Além do auxílio emergencial, que injetou cerca de R$ 300 bilhões na economia até o final de dezembro, conforme estimativa da Instituição Fiscal Independente (IFI), os senadores aprovaram uma série de medidas para mitigar os impactos da redução das atividades produtivas e estimular a economia — a maioria dessas medidas foi aprovada em sessões deliberativas remotas, para diminuir o risco de contágio com o novo coronavírus.

Pronampe

Um das medidas mais certeiras, na avaliação dos próprios senadores, foi a criação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), em maio, por meio da Lei 13.999, de 2020, a partir de um projeto de lei (PL 1.282/2020) do senador Jorginho Mello (PL-SC).

O primeiro aporte (de R$ 15,9 bilhões, utilizados como garantia para R$ 18,7 bilhões em créditos) teve muita procura e acabou em menos de 30 dias por conta das condições atrativas do programa, com juros baixos, pagamento em 36 meses e carência de oito meses. Em setembro, o governo editou uma medida provisória (a MP 977/2020) que prevê um segundo aporte, de R$ 12 bilhões, para servir de garantia em operações de crédito no âmbito do Pronampe.

Nessas duas primeiras etapas, estimativa do Sebrae feita no início de dezembro apontava que mais de 470 mil contratos foram assinados e R$ 30 bilhões liberados para pequenos negócios afetados pela pandemia.

— Conseguimos construir um projeto, o Pronampe, uma grande linha de crédito inédita no país, com juros decentes, prazo longo e participação efetiva do governo. O Senado foi importante na aprovação dessa proposição, que virou a lei que já emprestou cerca de 30 bilhões no Brasil para milhares de empresas. Se não fosse o Pronampe, o desemprego seria muito maior e a quebradeira também — avaliou em dezembro Jorginho Mello, que também é presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa.

Em novembro, o Senado aprovou um terceiro aporte ao programa, na forma do substitutivo da senadora Kátia Abreu (PP-TO) a mais um projeto de lei de Jorginho Mello: o PL 5.029/2020. O texto autorizava a União a liberar R$ 10 bilhões como garantia de empréstimos. No mês seguinte, esse projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados e, em 29 de dezembro, foi sancionado pelo presidente da República — transformando-se na Lei 14.115/2020. Bolsonaro vetou o trecho que se referia aos R$ 10 bilhões, mas em seguida editou uma medida provisória (a MP 1.020/2020) que libera esse mesmo valor.

Programa permanente

Diante do sucesso do Pronampe, o Senado aprovou em dezembro uma proposta que o transforma em programa permanente, com fontes de financiamento definidas. Essa medida foi incluída pela senadora Kátia Abreu no PL 4.139/2020 (ela foi a relatora desse projeto de lei, que aguarda votação na Câmara).

O texto prevê que, após o encerramento do estado de calamidade, o Pronampe seguirá regras a serem definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e será financiado por dotações orçamentárias, emendas parlamentares e doações privadas.

— Será um programa perene; nós o teremos para o resto da vida. São 7,5 milhões de micro e pequenas empresas no país que não vão ter que ficar chorando fórmulas, apenas recursos. Aí eu, Izalci Lucas, Jorginho Mello, Esperidião Amin, Confúcio Moura e todos os colegas vamos correr atrás, todos os anos, no Orçamento, para que coloquemos recursos no Pronampe, no Fundo Garantidor de Operações — disse Kátia Abreu durante a votação da proposta.

Além da nova configuração (após as mudanças introduzidas por Kátia Abreu), o PL 4.139/2020 transfere para o Pronampe recursos que foram destinados a outros programas emergenciais de crédito durante o estado de calamidade, mas que acabaram não sendo utilizados até o final de 2020. Esse, aliás, era o teor da versão original do projeto, apresentado pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO).

Profissionais liberais

Parte dos recursos do Pronampe será utilizada na linha de crédito criada pela Lei 14.045, de 2020, que se destina aos profissionais liberais afetados pela pandemia. De acordo com essa norma, são considerados profissionais liberais “as pessoas físicas que exercem, por conta própria, atividade econômica com fins lucrativos, tanto de nível técnico quanto de nível superior”.

Advogados, corretores, arquitetos, contadores, psicólogos, músicos, fotógrafos e outros profissionais autônomos com formação técnica ou superior estão entre os beneficiados.

Essa lei teve origem no PL 2.424/2020, projeto de lei do senador Eduardo Girão (Podemos-CE).

Revisão de projeções

Na avaliação de Felipe Salto, diretor da Instituição Fiscal Independente, o Pronampe, o auxílio emergencial e outras ações do Senado ajudaram a aliviar a crise que se desenhava no início da pandemia. A IFI foi revisando as projeções de encolhimento do Produto Interno Bruto (PIB) conforme medidas emergenciais eram aprovadas pelo Congresso e os seus impactos sobre a economia eram constatados.

— A IFI havia apresentado, em novembro de 2019, um cenário que indicava crescimento da economia para 2020 da ordem de 2,2%. Quando a crise da covid-19 se abateu sobre o Brasil, em março, nós revisamos essas projeções nos meses subsequentes. Atualmente estimamos uma recessão de 5% para 2020. Ela é menor do que se chegou a projetar ao longo do ano. As expectativas foram se adequando à medida que ações foram sendo tomadas por parte do Legislativo e do Executivo no sentido de amenizar a crise sobre a renda e o emprego — explicou Felipe Salto em dezembro, durante entrevista à Agência Senado .

Peac Maquininhas

O Senado também aprovou outras ações específicas de apoio a empresas de micro, pequeno e médio porte. É o caso do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac), criado em junho por meio da Medida Provisória (MP) 975/2020. Após ser aprovada pelo Congresso com modificações, essa proposta foi convertida na Lei 14.042, de 2020.

O Peac Maquininhas, como ficou conhecido, é uma modalidade de crédito garantida por vendas com máquinas de pagamento digital. Destina-se a microempreendedores individuais (MEIs) e micros e pequenas empresas. A possibilidade de que essas empresas tomem até R$ 50 mil emprestados por meio do programa foi incluída na medida provisória durante sua tramitação na Câmara — e foi mantida pelo Senado.

Desoneração da folha

Para apoiar o setor produtivo durante a crise, o Senado analisou propostas como a MP 936/2020. Essa medida provisória, que permitiu a redução da jornada de trabalho e de salários durante a pandemia, foi aprovada pela Casa em junho e acabou sendo convertida na Lei 14.020, de 2020.

Durante a tramitação no Congresso, os parlamentares incluíram nessa MP a prorrogação da desoneração da folha de pagamento para empresas de 17 setores da economia até 2021. Ao discordar dessa iniciativa, o presidente Jair Bolsonaro chegou a vetar esse trecho, mas senadores e deputados derrubaram seu veto (VET 26/2020).

Outro exemplo de ação emergencial aprovada pelo Congresso é o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese), criado para ajudar as pequenas e médias empresas a pagarem a folha de salários durante a pandemia (Lei 14.043, de 2020, que teve origem na MP 944/2020).

Fiscalização

Para que esses recursos não ficassem apenas no papel, o senador Esperidião Amin (PP-SC) alertou por diversas vezes — durante as reuniões da comissão mista que acompanhou as medidas do governo federal de combate à pandemia — que a “caixa d’água estava cheia e a torneira pingando”. Ele avalia que a cobrança e a fiscalização do Senado foram importantes para fazer os recursos chegarem até quem mais precisava deles.

— A caixa d’água funcionou com precariedade, mas sob grande vigilância do Senado e da comissão mista, que agiram muito no sentido de cobrar e forçar a chegada do dinheiro, por exemplo, ao pequeno empresário — declarou o senador.

Para Esperidião Amin, “de um modo geral, o Congresso — e o Senado em particular — agiu de maneira competente para reduzir o tombo que o país sofreu e está sofrendo ao longo destes meses”. Ele destacou a importância de medidas como a aprovação da Emenda Constitucional 106 (o chamado “Orçamento de Guerra”) e a criação de várias linhas de crédito em parceria com o governo para dar liquidez à economia brasileira.

O senador Confúcio Moura (MDB-RO) foi o presidente da comissão que acompanhou as medidas do governo federal de combate à pandemia. Ele concorda com a avaliação de Esperidião Amin. Além disso, Confúcio afirmou que o governo federal vem tentando, mesmo que tardiamente, solucionar a crise provocada pela pandemia. E acrescentou que a cooperação foi fundamental para efetivar as ações emergenciais.

— Aprovamos nesta Casa propostas de suma importância para o país, como o auxílio emergencial, o Pronampe e mudanças na Lei de Falências. Para obtermos êxito, é preciso uma boa dose de cooperação mútua e menos burocracia, sem deixar de lado a fiscalização, que foi um papel importantíssimo desempenhado pela comissão mista — disse Confúcio Moura.

As mudanças na Lei de Falências a que o senador se refere tramitaram no Congresso sob a forma de um projeto de lei: o PL 4.458/2020. Após passar na Câmara em agosto, esse projeto foi aprovado pelo Senado em novembro. O presidente da República sancionou o texto, com vetos, na véspera de Natal, o que deu origem à Lei 14.112, de 2020.

As mudanças na Lei de Falências tratam do financiamento a empresas em recuperação judicial, de parcelamento e desconto para pagamento de dívidas tributárias, além de possibilitar aos credores apresentar plano de recuperação da empresa, entre outras medidas.

Turismo e eventos

O Senado aprovou ajudas específicas para alguns setores fortemente impactados pela crise do novo coronavírus. “Primeiro a fechar” e talvez “último a voltar a funcionar plenamente”, o turismo foi beneficiado com a MP 963/2020, medida provisória que autorizou a liberação de R$ 5 bilhões para o auxílio a empreendimentos turísticos. Aprovada sem mudanças pelos senadores, a MP foi promulgada em setembro, sendo transformada na Lei 14.051, de 2020.

Também passaram pelo Congresso outras iniciativas do governo federal para estancar as perdas do segmento turístico e regulamentar os direitos dos consumidores neste período atípico. É o caso MP 948/2020, medida provisória editada para detalhar regras de adiamento ou cancelamento de eventos, serviços ou reservas nos setores de cultura e turismo devido à pandemia. Aprovada pelos parlamentares, a proposta foi sancionada pelo presidente da República e transformada na Lei 14.046, de 2020.

Aviação

Um amparo às companhias aéreas e às concessionárias de aeroportos chegou ao Congresso por meio da Medida Provisória (MP) 925/2020, que regulamentou o reembolso e a remarcação de passagens de voos cancelados durante a calamidade, além do pagamento de tarifas e do fim do adicional de embarque internacional. O texto foi aprovado em julho pelos senadores e deu origem à Lei 14.034, de 2020.

Cultura

Entre as propostas para mitigar os efeitos do fechamento temporário de bares, teatros, cinemas e palcos, destaca-se a que deu origem à Lei 14.017, de 2020, que autorizou a liberação R$ 3 bilhões em auxílio financeiro a artistas e estabelecimentos culturais durante a pandemia de covid-19.

Essa lei teve origem no PL 1.075/2020, projeto de lei relatado pelo senador Jaques Wagner (PT-BA), que foi aprovado no início de junho. A lei também é chamada de “Lei Aldir Blanc”, em homenagem ao compositor carioca que faleceu no início de maio, vítima da covid-19.

Escolas privadas

Também fortemente impactadas pela pandemia de covid-19, as escolas privadas receberam a atenção dos senadores, que aprovaram em setembro um projeto de lei complementar (o PLP 195/2020) para criar o Programa Nacional de Auxílio às Instituições de Ensino da Educação Básica (Pronaieeb). Esse programa prevê auxílio financeiro às escolas privadas afetadas pela pandemia. O projeto é de autoria do senador Jorginho Mello (PL-SC) e teve como relatora a senadora Daniella Ribeiro (PP-PB). O texto aguarda votação na Câmara dos Deputados.

Agricultura

O Senado aprovou em maio o PL 1.543/2020, projeto de lei do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) que prorroga por 12 meses o pagamento das dívidas de agricultores familiares. O relator da matéria foi o senador Zequinha Marinho (PSC-PA). Esse projeto também aguarda votação na Câmara.

Orçamento de Guerra

Para fazer frente a auxílios, empréstimos e outras ações do governo contra os efeitos da pandemia, o Congresso Nacional flexibilizou regras fiscais, administrativas e financeiras e promulgou a emenda constitucional que instituiu o chamado Orçamento de Guerra (Emenda Constitucional 106, que teve origem na PEC 10/2020).

Essa emenda constitucional criou um regime extraordinário fiscal válido durante o período de calamidade pública. Também autorizou o Banco Central a comprar títulos de empresas privadas no mercado secundário (o objetivo seria garantir liquidez ao mercado de capitais). Além disso, a emenda permite processos mais rápidos para compras, obras e contratações de pessoal temporário e serviços.

Falso dilema

Assim como afirmou Davi Alcolumbre em abril, Esperidião Amin avalia que o Senado não se deixou levar pelo falso dilema “saúde versus economia” e fez o que era possível dentro dos seus limites.

—  Reduzir o tombo do ponto de vista da saúde dependeu menos de nós. O Congresso Nacional foi mais eficaz na economia do que na saúde, área em que nossa ingerência é menor — concluiu.

A lista completa de proposições que tramitaram no Senado em resposta à pandemia está disponível aqui.

Fonte: Agência Senado

Já está em vigor novo salário mínimo de R$ 1.100

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Já está em vigor o novo valor do salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.100 em 1º de janeiro. O anterior era R$ 1.045. A Medida Provisória 1.021/2020, que estabeleceu o reajuste, foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro. Com a mudança, o valor diário do salário mínimo passou a ser de R$ 36,67 e o valor horário, R$ 5.

O reajuste repôs perdas com a inflação e, portanto, não teve aumento real. Mas está acima dos R$ 1.088 previstos pelo Poder Executivo na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro. Isso porque o governo levou em consideração a alta, principalmente, dos preços dos alimentos e a revisão da bandeira tarifária da energia elétrica. Para o reajuste, a equipe econômica usou uma previsão de alta de 5,22% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que serve de base para a correção anual do salário mínimo.

“Dessa forma, para que não houvesse perdas para os trabalhadores, utilizou-se o dado posteriormente divulgado do INPC para novembro, o qual não era disponível quando da produção da grade de parâmetros, referência para a PLOA-2021 [Projeto de Lei Orçamentário Anual]”, explica a equipe econômica na exposição de motivos da medida provisória.

Senadores

A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) considerou o reajuste “mais uma crueldade” com o trabalhador, em plena pandemia de coronavírus. Em entrevista à Agência Senado, ela disse que o governo tem acabado com a política de valorização do salário mínimo, aumentando as desigualdades sociais.

— Na prática, significa que o trabalhador chegará ao mercado e verá que o arroz, o feijão, o óleo, a carne, o leite e seus derivados aumentaram mais de 10%, enquanto o salário somente 5,2%.

Já o senador Elmano Ferrer (PP-PI) afirmou que o aumento do salário mínimo está acima da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) projetada pelo mercado para 2020. Em sua conta no Twitter, ele escreveu que a maioria dos brasileiros vai ter ganho real de renda em 2021.

“Uma boa notícia para começar o ano”, comemorou.

Nova correção

Segundo o Ministério da Economia, no dia 12 de janeiro, quando o INPC de dezembro será divulgado, o novo valor do salário mínimo poderá ser novamente corrigido para assegurar a preservação do poder de compra definida pela Constituição. Isso ocorreu na virada de 2019. Em 31 de dezembro de 2019, foi anunciado que o salário mínimo de 2020 seria de R$ 1.039. Em janeiro, quando foi divulgado o INPC de dezembro — que ficou acima da projeção inicial —, o valor foi ajustado para R$ 1.045.

Impacto

Cada aumento bruto de R$1 no salário mínimo gera crescimento nas despesas de aproximadamente R$ 351,1 milhões sobre os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. Já o impacto líquido, ou seja, considerando o ganho na Receita Previdenciária, é de R$ 315,4 milhões para cada R$ 1 de aumento, conforme demonstrado nas informações complementares ao PLOA-2021.

Para os exercícios seguintes, estima-se que o impacto seja de R$ 357,8 milhões para 2022 e R$ 365,4 milhões para 2023. Com impacto líquido de R$ 320 milhões e R$ 326,8 milhões para 2022 e 2023, respectivamente.

Obrigação constitucional

A equipe econômica salientou que a correção do valor do salário mínimo é obrigação constitucional e não afeta o compromisso do governo com o teto de gastos e com o ajuste fiscal.

Apesar de já estar em vigor, o reajuste precisa ser confirmado pelo Congresso Nacional, uma vez que o governo o fez por meio de uma medida provisória.

 

 

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Agência Senado

Nascida em Ariquemes, Carla Redano é empossada como Prefeita

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Carla Redano é Natural de Ariquemes, cidade que governará pelos próximos 4 anos.

 

Na tarde desta sexta-feira (01/01) durante a sessão solene realizada no plenário da Câmara Municipal de Ariquemes, Carla Redano (Patriotas) e o vice-prefeito Aner Gabriel do Amaral foram empossados aos respectivos cargos, eleitos no último dia 15 de novembro. A cerimônia de posse iniciou por volta das 14h e terminou às 16h, na mesma sessão foram empossados ainda os 13 vereadores.

 

Em seu primeiro discurso como Prefeita empossada, Carla Redano relembrou sua posse como vereadora ocorrida há 4 anos. “Em 2017, eu estava tomando posse como vereadora, e após quatro anos de mandatos cumpridos fielmente com a população, estou sendo conduzida ao cargo de Prefeita dessa cidade que nasci, que construí minha família, aqui nasceu nosso filho e aqui quero colher os frutos plantados com amor e esperança”. Comemorou.

 

Durante a cerimônia a Prefeita falou do compromisso com o município, “farei o impossível para fazer um mandato de excelência, com ações voltadas para toda a população, agradeço cada voto a mim confiado, agora sou Prefeita de todos os Ariquemenses, podem ter a certeza de que não irei decepcionar nenhum dos moradores da cidade, dos distritos e da zona rural, meu mandato será pautado na lisura”, destacou.

A Prefeita agradeceu especialmente a Família que sempre esteve ao lado dela em todos os momentos difíceis. “Agradeço a Deus pela família que tenho, sem eles essa vitória não seria possível, agradeço a Deus que até aqui me sustentou e meu deu força para vencer as adversidades, na Prefeitura estaremos sempre abertos a sugestões e que estarei sempre à disposição de todos na Prefeitura Municipal de Ariquemes”, finalizou Carla Redano.

 

SECRETÁRIOS:

ABNER GABRIEL – SEMDES
FABRÍCIO SMAHA – SEMGOV
MARCELO GRAEFF – SEMPOG
GUSTAVO SILVEIRA – PGM
MILENE PAIVA – SEMSAU
ANTÔNIO MENDONÇA – SEMFAZ
ELENICE PIANA – SEMED
HENRIQUE DA SILVA – SML
AGUIDA DIAS – FUNCET
MARCOS RAPOSO – SEMOSP
RENAN CARLOS – SEMUST
VILMAR FERREIRA – SEMA
ANTONIO MARCOS – SEMAIC
SONIA MACIEL – CGM

 

Texto e Fotos: Mateus Andrade

Eduardo Japonês e Patrícia da Glória tomam posse em cerimônia, veja íntegra dos discursos

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Com público reduzido, evento foi realizado na Câmara de Vereadores nesta tarde

 

Tomaram posse no cargo de prefeito e vice-prefeita de Vilhena Eduardo Japonês e Patrícia da Glória na tarde desta sexta-feira em evento reduzido na Câmara Municipal de Vereadores. O evento também marcou a posse dos 13 vereadores eleitos. Em prevenção à disseminação do novo coronavírus o evento não foi aberto ao público e foi transmitido pela Internet. Confira abaixo a íntegra dos discursos de Japonês e Patrícia da Glória.

 

O evento também foi responsável pela eleição da mesa diretora do primeiro biênio de 2021 e 2022 da Câmara de Vereadores, que ficou configurada da seguinte maneira: Ronildo Macedo (presidente), Samir Ali (vice-presidente), Ademir Alves (2° vice-presidente), Clérida Alves (1ª secretária) e Nica Cabo João (2ª secretária).

 

Discurso Eduardo Japonês

 

“Superação.

 

Acredito que esta seja uma ótima palavra para definir o momento que passamos em Vilhena. E é com essa mensagem de otimismo que cumprimento a todas as autoridades presentes aqui, ao público na Câmara e aos que acompanham este evento pela Internet.

 

Nós, nesta gestão de 2 anos e meio superamos os índices de eficiência e produtividade em todas as secretarias da Prefeitura. Com uma gestão séria, exigimos resultados. E eles vieram. Avançamos de maneira incrível em todas as áreas: fomos reconhecidos com prêmios nacionais, servimos de exemplo para outras cidades e Vilhena recebeu investimentos gigantes do poder público e também da iniciativa privada. Nós realmente pisamos fundo no acelerador.

 

A superação veio também com essa Câmara, que organiza este evento marcante de hoje. Os vereadores da legislatura de 2017 a 2020 enfrentaram desafios imensos. E venceram. Fizeram isso agindo com respeito ao dinheiro público, defendendo o melhor para Vilhena e estabelecendo um parâmetro de como um vereador deve ser para honrar seu cargo. Dou meus parabéns e meus sinceros agradecimentos a estes vereadores, que serão lembrados como a melhor legislatura que Vilhena já teve, até o momento.

 

Digo “até o momento” porque sempre podemos nos superar, não é mesmo? Os vereadores que estão assumindo hoje sua função nos enchem de esperança e dão inspiração a seguirmos em frente na defesa de uma Vilhena justa. Com vontade de trabalhar, tenho certeza que estes parlamentares poderão contribuir muito para nossa cidade continuar a ser invejada por todos no Estado e na Região Norte.

 

Falando em como Vilhena se destaca, vale ressaltar que superamos a maior parte dos municípios rondonienses no enfrentamento à covid-19. Mantivemos até agora uma taxa de mortalidade extremamente baixa, menor que a média estadual, menor que a média nacional, menor que a média sul-americana e menor que a média mundial. Ainda não vencemos a pandemia, mas a esperança da vacina nos deixa cada dia mais animados com este 2021 que se inicia.

 

Analisando tudo isso cheguei a uma conclusão importante: quando você se supera você descobre que pode surpreender a você mesmo. E isso me faz pensar no que mais podemos fazer e que havíamos esquecido ou duvidado. Por isso convido a todos aqui presentes e também aos que nos assistem para sermos, juntos, a transformação que desejamos para Vilhena.

 

Temos muitos motivos para ter certeza que Vilhena vai se superar novamente neste mandato que começa aqui e agora. Afinal, somente para os primeiros dois anos desse nosso novo mandato já estão garantidos dezenas de quilômetros de asfalto, início das obras do novo hospital, LED em 25% da cidade, entrega de creches e escolas, reforma de vários postos de saúde, reforma do Hospital Regional, construção de dois complexos esportivos, praças, parques urbanos, quadras cobertas, museu, entre tantos outros projetos.

 

Mas, lembro sempre daquilo que meu amigo e mais forte aliado de Vilhena Luizinho Goebel sempre diz: “A principal conquista deste mandato não foi uma obra em específico, foi recuperar a credibilidade do poder público”. Fico lisonjeado ao ouvir ele repetir isso com frequência, pois conquistamos isso com uma luta diária e incessante por aquilo que é certo. Com uma gestão que atendeu a todos sem politicagem, de maneira profissional, honesta e verdadeiramente preocupada com as pessoas, chegamos em resultados excelentes mostrando que o trabalho sério é notado pelo povo, que o serviço técnico tem valor e que a política não se resume a tapinhas nas costas com ajudas pontuais, mas é, na verdade, a arte de transformar para melhor a vida das pessoas.

 

E eu e minha vice-prefeita Patrícia da Glória, que superou junto de mim uma teia de mentiras e racismo, hoje estufamos o peito e estamos de cabeça erguida ao dizer que Vilhena vai continuar no Caminho Certo.

 

Muito obrigado.”

 

———

 

Discurso Patrícia da Glória

 

“Em nome do presidente da mesa cumprimento o prefeito Eduardo Japonês, reeleito, e a todos os vereadores aqui presentes.

 

Em nome da minha tia aqui presente cumprimento a todos os convidados e família.

 

Em nome da Semcom cumprimento toda a imprensa aqui presente.

 

Também gostaria de agradecer ao Eduardo Japonês que me convidou para somar neste projeto que hoje se inicia. Quando ele me fez o convite para somar nesse projeto ele falou: “Cuida dos pequenininhos, porque eles são os mais necessitados, e você já tem experiência nessa área, você gosta de gente, você estudou pra trabalhar para gente”. E com essa fala dele eu tive a vontade de somar com ele nesse projeto. Eu acredito que vai dar certo porque a gente tem um pensamento muito ímpar em relação a essa gestão de cuidar de pessoas.

 

Eu sou de família humilde, a maioria já conhece minha história. Eu sei qual é a necessidade daqueles que muito necessitam. Aos eleitos, que a partir de hoje possamos trabalhar sempre pautados na ética, pensando sempre no coletivo e de forma plural, sem distinção, porque foi acreditando neste propósito que a sociedade vilhenense depositou o voto em nós.

 

Vou estar sempre disponível para vocês, para o que for melhor para nossa cidade, para atender nossa população vilhenense. Agradeço muito a todos vocês aqui presente.

 

Essa gestão Eduardo Japonês, eu sempre digo, que é uma gestão de oportunidades. E vamos expandir essa oportunidade à nossa sociedade, que muito necessita. Vamos proporcionar qualidade de vida digna.

 

Quero agradecer mais uma vez primeiramente a Deus por nos proporcionar esse momento, que possamos trabalhar juntos sempre na melhoria da nossa cidade.

 

Eu sempre digo: “Eu me sinto preparada e o Eduardo já está pronto”.

 

Muito obrigado gente”

 

Assessoria

 

EVENTO NA CÂMARA marca início do mandato de Japonês e Patrícia da Glória, além dos 13 vereadores

Mega da Virada 2020: duas apostas acertaram as seis dezenas

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Mega-Sena da virada

A Mega da Virada sorteou nesta quinta-feira (31) as seis dezenas do concurso especial. O prêmio é  estimado pela Caixa em R$ 325 milhões e não acumula.

O sorteio do concurso 2.330 foi realizado em São Paulo e transmitido pelas redes sociais e pela televisão.

Duas apostas vencedoras vão dividir o prêmio, e cada uma vai levar R$ 162.625.108,22.

As dezenas sorteadas foram: 17 – 20 – 22 – 35 – 41 – 42.

A quina teve 1.384 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 48.978,81. Já a quadra teve 105.342 apostas ganhadoras, cada uma levará R$ 919,27.

O último concurso do ano é o único que não acumula. Se ninguém acertar todos os números, o prêmio é dividido entre os apostadores que acertarem cinco dezenas, e assim sucessivamente até aparecer um ganhador.

Na última Mega da Virada, quatro pessoas dividiram prêmio de mais de R$ 304 milhões. As dezenas sorteadas foram: 03, 35, 38, 40, 57 e 58.

 

 

Por Agência Brasil

Donos de veículos não vão pagar Seguro DPVAT em 2021

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Seguro DPVAT

Proprietários de veículos não terão que pagar o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores (Seguro DPVAT), em 2021.

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou, em reunião extraordinária realizada nessa terça-feira (29), prêmio zero para o DPVAT em 2021 e autorizou a contratação de novo operador pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), em caráter emergencial e temporário. As resoluções do CNSP foram publicadas hoje (30) no Diário Oficial da União.

Segundo a Susep, há excedentes de recursos cobrados em anos anteriores que são suficientes para pagar indenizações em 2021.

No final de novembro, foi anunciada a dissolução da Consórcio do Seguro DPVAT a partir de 1° de janeiro de 2021, após decisão de assembleia de seguradoras consorciadas. A partir desta data, a Seguradora Líder não poderá operar o Seguro DPVAT em nome das consorciadas, mas tão somente administrar os ativos, passivos e negócios do Consórcio realizados até 31 de dezembro de 2020.

No mês passado, a Susep notificou a Seguradora Líder a recolher ao caixa dos recursos do Seguro DPVAT a quantia de R$ 2,257 bilhões, referente a 2.119 despesas consideradas irregulares pela fiscalização da superintendência, que foram executadas com recursos públicos do seguro DPVAT entre os anos de 2008 e 2020.

“A Susep está envidando os melhores esforços para viabilizar a contratação de pessoa jurídica, já na primeira semana de janeiro de 2021, com capacidade técnica e operacional para assumir o DPVAT, garantindo as indenizações previstas em lei para a população brasileira”, diz a superintendência em nota.

Nessa terça-feira, o Tribunal de Contas da União (TCU) emitiu decisão cautelar determinando que CNSP e Susep adotem as providências necessárias para assegurar a continuidade da operacionalização do seguro DPVAT.

O Seguro DPVAT foi criado pela Lei n° 6.194 de 1974 e tem como finalidade o amparo às vítimas de acidentes de trânsito em todo o país, não importando de quem seja a culpa dos acidentes.

 

Repórter da Agência Brasil

2021 terá três feriados nacionais prolongados

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Em meio a uma pandemia e expectativa da chegada de vacinas, o ano de 2021 terá três feriados prolongados nacionais, sem considerar os feriados estaduais e municipais e festejos como carnaval e Corpus Christi, que são pontos facultativos – e não feriados – em diversas cidades. Feriados prolongados são os que caem às segundas ou sextas-feiras, podendo ser emendados com os fins de semana.

O primeiro feriado nacional prolongado já acontece nesta sexta-feira, 1º de janeiro, dia da Confraternização Universal e celebração do ano novo.

Já em fevereiro haverá o carnaval, que não é feriado em todo o Brasil. Apenas algumas cidades o adotam como feriado; outras o consideram ponto facultativo. Em 2021, a tradicional celebração carnavalesca é dúvida em muitos locais do país.

Em algumas cidades, como São Paulo, ele não será celebrado em fevereiro. Para evitar a formação de aglomerações em meio à pandemia do novo coronavírus, o prefeito Bruno Covas determinou que o carnaval terá nova data em 2021 e será celebrado em meados do ano.

Além do dia 1º de janeiro, também são considerados feriados nacionais, estabelecidos na lei federal 10.607/2002, os dias 21 de abril (Tiradentes), 1º de maio (Dia do Trabalho), 7 de setembro (Independência do Brasil), 2 de novembro (Finados), 15 de novembro (Proclamação da República) e 25 de dezembro (Natal). Dois destes feriados vão cair em fins de semana em 2021.

Na Câmara dos Deputados tramitam dois projetos de lei (PL) que, caso aprovados, podem trazer mudanças ao calendário de feriados. Um deles, o projeto de lei 1.222/20, do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), quer transformar o carnaval em feriado nacional.

O outro, o PL 5.129/20, do deputado Luiz Antonio Teixeira Jr (PP-RJ), pretende decretar ponto facultativo no dia 3 de julho (um sábado) e transformar em feriado nacional os dias 5 e 6 de julho de 2021. O objetivo, segundo o deputado, é estimular os setores ligados ao turismo, ajudando a gerar empregos.

Veja os feriados nacionais prolongados de 2021

janeiro 1º – Ano Novo sexta-feira
fevereiro 16 – Carnaval terça-feira
março
abril 2 – Paixão de Cristo
4 – Páscoa
21 – Tiradentes
sexta-feira
domingo
quarta-feira
maio 1º – Dia Mundial do Trabalho sábado
junho 3 – Corpus Christi quinta-feira
julho
agosto
setembro 7 – Independência do Brasil terça-feira
outubro 12 – Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil terça-feira
novembro 2 – finados
15 – Proclamação da República
20 – Dia da Consciência Negra
terça-feira
segunda-feira
sábado
dezembro 25 – Natal sábado

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Izael Dias toma posse pela 3ª vez como Prefeito de Cabixi

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Izael Dias Moreira é professor e assumiu pela terceira vez o mandato de Prefeito da Cidade, eleito com uma votação esmagadora de quase 62% dos votos válidos.

Izael Dias é do PP e junto com ele elegeu a maior Bancada de vereadores do Seu partido, em seu último mandato que durou até dezembro de 2016, Izael deixou todas as ruas e avenidas asfaltadas, além de uma patrulha mecanizada 100 % operativa.

Izael é Mineiro natural de Mendes Pimentel e comandou a coligação UNIÃO E TRABALHO POR CABIXI, a cerimônia de posse aconteceu nas instalações da Câmara Municipal, onde também anunciou seu secretariado.

Foto: Folha de Vilhena

Câmara Municipal:

Foto: Folha de Vilhena

Logo depois da posse, os vereadores elegeram a mesa Diretora para o Biênio 2021/2022, composta por  Jucieli de Carli, do DEM Presidente, Vice Adriano Salles, Secretaria Inês franck e Segundo secretário Aparecido Feltrin

Foto: Folha de Vilhena

Por: Osias Labajos/FV