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Exposição de gravuras “Memórias de Rondônia” será realizada através de lives

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A exposição conta com 25 gravuras sobre a história e a cultura de Rondônia.

Começa neste sábado(20), a exposição de gravuras “Memórias de Rondônia”, o projeto cultural será transmitido através de lives, entre os dias 20 a 22 de março, pelo Facebook e YouTube.

O projeto foi contemplado no edital Nº77/2020/SEJUCEL- CODEC 1ª Edição Mary Cyanne do Edital de Chamamento Público de Fomento à Cultura e à Produção Artístico-Cultural Para Transmissões ao Vivo/Gravadas, no Eixo II-D, com recursos do “Governo do Estado de Rondônia/SEJUCEL/FEDEC/RO”, Lei Federal 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc), Governo Federal.

Coordenado pelo agente cultural Bruno Cristian Vuolo Machado, o projeto conta com 25 gravuras que retratam a memória histórica, social e social de Rondônia  e as lives da exposição contam com interpretação em libras durante as apresentações.

Bruno explicou que as gravuras foram feitas pelo artista Cleidson Freitas. “O objetivo é valorizar a cultura de Rondônia através da exposição de gravuras que retratam a cultura local”, ressaltou Bruno.

Livro didático para o novo ensino médio deve ser escolhido até amanhã

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O prazo para a implementação do novo modelo é 2022

As escolas públicas de ensino médio do país escolhem, até amanhã (19), alguns dos livros didáticos que marcarão a transição do modelo de ensino atual para o chamado novo ensino médio. O prazo para a implementação do novo modelo é 2022. No entanto, por conta da pandemia da covid-19, as redes de ensino têm enfrentado problemas e dizem ainda ter muitas dúvidas sobre como implementar os novos currículos.

O novo ensino médio está previsto na Lei 13.415/2017. A intenção é tornar a etapa de ensino que concentra os piores resultados de aprendizagem e os maiores índices de abandono de estudantes mais atraente e mais próxima da realidade dos alunos.

Com o novo modelo, parte das aulas será comum a todos os estudantes, direcionada pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Na outra parte da formação, os próprios alunos poderão escolher um itinerário para aprofundar o aprendizado. Poderão escolher dar ênfase a linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.

São os estados que concentram a maior parte das matrículas do ensino médio – 84% do total no país, segundo o Censo Escolar 2020 -, mas a implementação do novo modelo não cabe apenas a esses gestores. Um exemplo é o próprio Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), coordenado pelo governo federal. Até esta sexta -feira, as escolas devem escolher as obras que irão conduzir os projetos integradores e o projeto de vida, novos componentes desse currículo. As obras disponíveis para a escolha estão no Guia PNLD 2021.

Obras

Essas obras, segundo explica o presidente da Associação Brasileira de Editores e Produtores de Conteúdo e Tecnologia Educacional (Abrelivros), Ângelo Xavier, são livros considerados de transição para o novo modelo de ensino. “Esse material é fundamental para uma transição para o novo ensino médio. Vamos deixar de ter aulas disciplinares e passar a ter aulas por áreas de conhecimento. Os professores passam a trabalhar de forma integrada”, disse.

Também para elaborar os livros, o trabalho foi em equipe, com professores de diferentes áreas. “Tivemos um processo de adaptação importante. Não foi simples, porque todos os autores e professores, historicamente, fizeram livros por disciplinas, sempre estudaram por áreas disciplinares, trabalharam junto com os pares. Agora tivemos que compor equipes multidisciplinares”, explicou.

Começo da mudança

Essa escolha é, no entanto, apenas o pontapé inicial. Segundo o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Vitor de Angelo, o desafio maior será definir os livros que serão usados a partir do ano que vem, o que deve ser feito ainda este ano. “O desafio vai ser pensar os livros didáticos para o currículo, dado que nós temos uma flexibilidade nas redes em relação ao que dar, como dar e quando dar. Como você alinha isso com o livro didático, que é uma coisa fixa e, bem ou mal, é feito para ser trabalhado em um ano?”.

Pela lei, cada rede de ensino deve cumprir o que está previsto na BNCC, mas pode ser feito, por exemplo, de forma concentrada no período inicial do ensino médio, deixando a parte final apenas para o itinerário escolhido pelos estudantes. Pode ainda ser distribuído ao longo de todo o ensino médio e ser trabalhado junto ao itinerário.

De acordo com Angelo, os estados esperam que seja publicado ainda este ano um edital para selecionar as obras que serão usadas no ano que vem já no novo ensino médio. “Qualquer atraso no PNLD pode vir a ser um problema sério. Dá para começar sem livro, mas é como começar o ano sem professor?”.

Além dos livros didáticos, para colocar o novo ensino médio de pé é necessária uma série de adequações que incluem a formação de professores e a definição dos itinerários que serão ofertados aos estudantes e de que forma eles serão ofertados, por exemplo. Angelo explicou que cada estado está em um ponto diferente de implementação e que a pandemia impactou esse processo.

“As ações de enfrentamento à pandemia trazem um desafio grande e nem sempre as redes tiveram condições de fazer esse trabalho paralelo. A solução para umas foi atrasar a implementação do novo ensino médio”, disse.

Escolas particulares

A implementação do novo ensino médio é preocupação também das escolas privadas. “As escolas têm muitas dúvidas. Não temos muitas respostas. Temos o que está na lei, mas o que vai dar o tom [da formação dos estudantes] é como será o Enem [Exame Nacional do Ensino Médio]”, dsse o presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Ademar Batista Pereira.

Pereira explicou que as aulas serão pautadas pelo que será cobrado no exame e pelas formas de ingresso no ensino superior. Para se adequar ao novo ensino médio, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou que haverá mudanças na estrutura do Enem, mas ainda não foi divulgado quais serão essas alterações.

“As escolas têm uma preocupação grande e o ensino superior também. Como será esse acesso? Tem também a questão dos livros didáticos. Toda essa cadeia precisa estar alinhada”, disse.

Em um contexto de pandemia, as indefinições são grandes também entre as escolas particulares. “A pandemia limita a escola a funcionar presencialmente. O itinerário de formação técnica precisa de um trabalho presencial, com laboratórios. O novo ensino médio vai muito nessa toada profissionalizante. O próprio modelo de negócio que hoje podemos oferecer está muito instável”.

CNE

Responsável por definir normas para nortear a educação brasileira e assessorar o Ministério da Educação (MEC), o Conselho Nacional de Educação (CNE) acompanha com preocupação a implementação do novo ensino médio, segundo o conselheiro Mozart Neves Ramos. “Naturalmente isso começa a ficar preocupante, não só do ponto de vista do tempo de implementação, mas das condições necessárias para essa implementação”.

Segundo Ramos, o livro didático e a avaliação são os grandes responsáveis pelo sucesso na implementação de um novo currículo. “As redes de ensino sempre se guiaram pelo livro didático, que segue sendo a grande bússola. O que impacta e leva a dar atenção [a determinado conteúdo] é a avaliação. Esses dois instrumentos são importantes indutores da implementação de qualquer mudança”, explicou.

“Quais são os grandes entraves? Em primeiro lugar a necessidade de uma coordenação nacional para a implementação de algo que é muito importante, que é a última etapa da educação básica, a mais desafiadora. Tem que ter uma coordenação nacional que não seja só repassar dinheiro. Segundo, a desigualdade da velocidade [de implementação] entre os estados. Têm aqueles que estão bem avançados, que têm currículo aprovado, e aqueles que ainda não. E tem a pandemia, que está gerando uma dificuldade enorme de colocar em prática o que foi planejado já para 2021”, apontou.

Atrasos

Para o professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e dirigente da Campanha Nacional pelo Direito à Educação Daniel Cara, a definição dos livros didáticos, tanto nesta primeira escolha, quanto a do edital que deverá ser divulgado para a seleção das obras para o próximo ano, será fundamental para a implementação do novo modelo de ensino. Ele questiona, no entanto, se essa implementação deve ser feita em meio à pandemia.

“O PNLD é o maior programa de livro didático do mundo. Tem tradição e tem na sua consolidação ao longo do anos, uma tradição que deu certo. O livro didático, na prática, é a política curricular real. É a que chega no chão da escola e é operacionalizada na escola via PNLD. É um mecanismo de equidade”, disse. Ele ressalta que, dada a importância do programa, os conteúdos dos livros selecionados têm impacto direto na educação do país.

“A reforma do ensino médio exige uma reorganização das redes públicas e das escolas privadas muito grande. Tanto para implementar os itinerários formativos quanto para viabilizar a estruturação dos itinerários em relação ao que a gente chama de atribuição de aula dos professores. No meio da pandemia é completamente equivocado fazer o processo de implementação da reforma. Não tem como no meio da pandemia determinar como vão ser estruturados os itinerários formativos, reestruturar os contratos dos professores e estabelecer como vai ser a distribuição das aulas. Isso teria que ter sido organizado no ano passado. Na prática, com o ensino remoto, fica difícil mudar”.

Procurado, o MEC não se manifestou até a publicação da matéria.

Mochila de Ferramentas FNDE auxilia no desenvolvimento da inovação na área da educação

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Na plataforma, usuários têm acesso às competências básicas para a realização de projetos inovadores no setor educacional
O Laboratório de Inovação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado à Assessoria de Gestão Estratégica e Governança, criou a “Mochila de Ferramentas FNDE” com o intuito de estimular e disseminar práticas de inovação tanto para o público interno quanto para o externo. A ferramenta foi construída em formato de site e tomou como base para a sua criação as habilidades-chave para inovação no setor público propostas pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

No site da Mochila de Ferramentas FNDE, os usuários têm acesso, por meio de textos e vídeos curtos, às competências básicas para a realização de projetos inovadores no setor público, bem como a ferramentas que auxiliam no seu desenvolvimento, as quais podem ser utilizadas em formato virtual ou impresso.

Além disso, o site conta com personagens e trilhas que ajudarão os usuários e suas equipes a desenvolverem habilidades complementares com base nos desafios práticos que enfrentam em seu cotidiano de trabalho, permitindo a utilização da plataforma por pessoas de diferentes perfis. A ideia é que ganhem autonomia e tenham acesso a um arsenal que lhes permita questionar e propor soluções para os problemas que surgem em sua rotina, fortalecendo a cultura de inovação.

O site da Mochila de Ferramentas FNDE pode ser acessado aqui.

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC com informações do FNDE

Bolsa Família começa a ser pago hoje a 14 milhões de lares

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Mais 3 milhões de famílias serão incluídas na poupança digital

Nesta quinta-feira (18), 14.524.150 famílias começam a receber a parcela de março do Bolsa Família. É a maior folha de pagamento já registrada pelo programa, com cerca de 300 mil novas concessões em relação a fevereiro. Hoje também começa a última fase de inclusão bancária na Conta Social Digital. Em março serão incluídas mais de 3 milhões de famílias.

“Atingimos neste mês o número expressivo e inédito de 14,52 milhões de famílias beneficiárias pelo Bolsa Família. Assim, o governo federal vem cumprindo o seu papel de, cada vez mais, proteger a população mais vulnerável e combater a pobreza e a desigualdade social no Brasil, especialmente neste momento delicado da pandemia que o país enfrenta”, observou a secretária nacional de Renda de Cidadania do Ministério da Cidadania, Fabiana Rodopoulos.

Desde abril de 2020, o número de famílias beneficiárias se mantém acima dos 14 milhões, a maior média da história do Bolsa Família. O valor total de repasses de março supera a cifra dos R$ 2,7 bilhões, com um benefício médio de R$ 186,49. Antes deste mês, maio de 2019 era o que figurava com maior número de famílias contempladas, com 14,33 milhões.

Confira as datas de pagamento do benefício em março:

Bolsa Família, Calendário

Poupança Social Digital

Também nesta quinta, começou a quarta e última fase de inclusão bancária na poupança digital. Neste mês, serão incluídas as famílias com final de NIS 1 e 2, além de povos e comunidades tradicionais como indígenas, quilombolas, extrativistas, população ribeirinha e pescadores artesanais. A estimativa é de que a ação alcance cerca de 3 milhões de famílias em março. Desde dezembro, quando foi lançada a iniciativa, 9 milhões de famílias foram incluídas.

Com a Poupança Social Digital, os beneficiários passam a contar com serviços bancários e digitais, tendo as opções de saques e de pagamentos de benefícios do programa ampliadas. Além de movimentar o benefício por aplicativo de celular, os beneficiários poderão continuar sacando os recursos por meio do Cartão Bolsa Família ou Cartão Cidadão.

“Essa conta representa mais segurança para os beneficiários e ainda vai facilitar a vida de quem tem algum problema de mobilidade ou vive longe das agências bancárias ou dos terminais lotéricos”, prossegue a secretária.

Não é preciso pagar tarifa de manutenção para a poupança digital, nem cadastrar uma nova senha. Um guia rápido com todas as informações sobre o acesso e o uso da Conta Social Digital está disponível na internet.

Nordeste

Na divisão por regiões, o destaque em março de 2021 é o Nordeste, com mais de sete milhões de famílias atendidas e três estados com mais de 1 milhão de contempladas: Bahia, com 1,8 milhão (maior número de beneficiários do país), Pernambuco (1,1 milhão) e Ceará (1 milhão). Na sequência aparecem o Sudeste, com 3,9 milhões, o Norte (1,79 milhão), o Sul (948 mil) e o Centro-Oeste (702 mil).

Como em todos os meses, os pagamentos terão início pelos beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) final 1, seguindo até o dia 31, conforme a tabela abaixo. Para receber o benefício, é preciso estar com informações consistentes e sem pendências no Cadastro Único do Governo Federal.

 

 

Repórter da Agência Brasil

Funasa cede imóvel para AROM instalar sede; economia será de até R$ 35 mil mensais com aluguel

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A Associação Rondoniense de Municípios (AROM) e a Fundação Nacional em Saúde (Funasa) em Rondônia assinaram, nesta quarta-feira (17), um termo de contrato de cessão de uso de um imóvel localizado na Avenida Farquar, em Porto Velho, pertencente à União, para a entidade municipalista instalar sua sede. Desta forma, a Associação irá economizar até R$ 35 mil mensais com aluguel.

Todas as tratativas foram feitas pelo presidente Célio Lang, da AROM, com o superintendente da Funasa em Rondônia, João Siqueira. As chaves do imóvel já foram entregues ao líder municipalista. “A Funasa é um órgão ligado ao Ministério da Saúde, correlacionado ao saneamento básico para atender aos municípios. A gente prestando um serviço em termo de cessão, para os municípios estarem aqui na capital, com certeza essa integração com a Funasa e os municípios do estado de Rondônia ficará mais fácil e a interface também, já que a localização é na região central. O intuito disso é fomentar o saneamento básico, quando a gente fala em resíduos, água, esgoto e drenagem, e também auxiliar os municípios para que eles possam fomentar a interface com o governo do estado”, esclareceu João Siqueira.

Sobre o imóvel cedido, o superintendente esclareceu que pertence ao órgão e, devido ao interesse público, foi cedido para a AROM. “O imóvel é da Funasa, da União. Quando ele não tem interesse público, nós cedemos para funcionários nossos, mas, quando há ente público interessado e possa gerar benefício ao governo federal, há consenso e fizemos o termo de cessão para a Associação dos Municípios”, disse.

Célio Lang, presidente da AROM e prefeito de Urupá, recebeu as chaves das mãos do superintendente na manhã desta quarta-feira e já planeja a mudança. “Nós queremos mudar imediatamente, porque estamos pagando um aluguel crescente, que começou em R$ 18 mil e vai chegar até R$ 35 mil. Não podemos ter esse gasto, em especial, porque os municípios estão alocando todos os recursos possíveis para enfrentamento da pandemia. Então, como a entidade é mantida com recursos dos municípios, ocupar um imóvel com boa localização, bem em frente e ao lado de todos os Poderes do Estado, é o mínimo de retorno que podemos dar aos gestores: economia”, disse Célio Lang.

Prorrogadas as inscrições para processo de Pré-incubação de Negócios da REDINOVA & SEBRAELAB

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A pré-incubação de negócios em fase de ideação oferece um programa completo para transformar sua ideia em um negócio de sucesso

Foram prorrogadas até o dia 22 de março, as inscrições para o Programa de Desenvolvimento de Negócios por meio do Núcleo Incubador de Empresas, vinculado à Rede de Incubadoras de Empresas de Rondônia – REDINOVA, ação do Instituto Federal de Rondônia – IFRO em parceria com o Sebrae Rondônia através do Hub de Inovação Sebraelab.

O programa oferece diversas ferramentas que vão acompanhar os classificados por 6 meses, tempo fundamental para transformar sua ideia em um negócio de sucesso!

Confira na tabela abaixo as etapas até o início da pré-incubação com os aprovados:

O edital está disponível no site do IFRO: https://portal.ifro.edu.br/calama/editais/extensao

Então, para você empreendedor rondoniense que tem uma ideia inovadora com potencial de transformá-la em um grande negócio, o Instituto Federal e o Sebrae em Rondônia trazem esta oportunidade, perfeita para ajudar a alavancar o seu negócio.

Parceria entre Governo de Rondônia e instituição financeira estimula crédito rural e fortalece o agronegócio

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O ano de 2020 foi extremamente atípico e o agronegócio foi um dos pilares econômicos do Estado que conseguiu se superar e ter possivelmente o menor impacto das consequências da pandemia do novo coronavírus. O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), tem buscado várias parcerias para ajudar o desenvolvimento do agronegócio no Estado, como por exemplo, novas linhas de crédito rural para produtores realizarem financiamentos.

Em 2020, foram beneficiados mais de 24 mil produtores só no segmento do agronegócio, por meio das linhas de crédito de uma instituição financeira. Na agricultura familiar, por intermédio das linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) do Governo Federal e crédito fundiário, foram investidos mais de R$ 1,1 bilhão. Já na agricultura empresarial foram quase R$ 600 milhões, totalizando R$ 1,8 bilhão de investimentos para o agronegócio de Rondônia.

O segmento de pequenos e médios produtores foi os que mais demandou crédito bancário em Rondônia e que, consequentemente, recebeu maior apoio creditício. De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, as linhas de créditos são importantes para potencializar as oportunidades e projetos de crescimento dos produtores rurais. “As linhas de crédito estão à disposição dos grandes, médios e pequenos produtores rurais para realizar seu projeto de vida e, consequentemente, aumentar a produção e renda familiar. Com esses investimentos é possível também atrair empresários para a instalação de indústrias no Estado. Somos gratos por essas parcerias que tem contribuído para o crescimento do agronegócio do Estado”, disse Padovani.

O superintendente da instituição bancária, Edson Lemos, disse que o financiamento está disponível para o produtor que está iniciando seu negócio, ampliando ou para a manutenção dos seus projetos. Segundo ele, há vários exemplos de produtores que, ao ter acesso a um financiamento, conseguiram ampliar os seus rebanhos, melhorar a estrutura das propriedades, adquirir um equipamento tipo: trator, ordenhadeira, entre outros.

O secretário Padovani ainda ressaltou que as linhas de créditos são oportunidades de conquistas e de crescimentos. A Seagri tem recebido um forte apoio do governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, no intuito de fazer o crédito chegar ao homem do campo, por meio da assistência técnica e projetos agrícolas e na contratação de 35 técnicos que estão trabalhando junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para a emissão de 16 mil títulos rurais, pelo Projeto Regulariza Rondônia Brasil!.

“Nos próximos anos, Rondônia terá mais investimentos das agências bancárias no setor produtivo. O Estado tem a menor taxa de inadimplência de financiamento rural da região Norte. Vamos continuar buscando o melhor para nossos produtores rurais, para o nosso agro crescer e continuaremos unindo forças para superar os desafios e adversidades e fazer de Rondônia cada vez mais forte”, finalizou Padovani.

Com descontos de até 100% de multas e juros, programa de refinanciamento é bem recebido por contribuinte e gera elogios

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Lei que gera descontos em dívidas pode ser solicitada diretamente na Secretaria Municipal de Fazenda e foi elogiada na última sessão da Câmara

Ativo desde 9 de março, o programa de estímulo à Regularização Fiscal de Contribuintes (Refis), permite renegociação de todas as dívidas que pessoas físicas e jurídicas tenham com a Prefeitura de Vilhena neste momento de pandemia, desde que geradas até o último dia de 2020. O programa recebeu adesões dos moradores e foi destacado na última sessão da Câmara dos Vereadores como iniciativa importante devido ao momento financeiramente desfavorável de parte da população.

Jovino Lobaz, secretário municipal de Fazenda, aponta que os contribuintes estão buscando o refinanciamento. “Vivemos um momento difícil, momento de pandemia. Então, tudo que a Prefeitura puder fazer para que os nossos contribuintes possam estar regularizados, nós estamos fazendo. E estamos há alguns dias com o projeto em andamento. Estou surpreso com a procura até então, isso é muito positivo. O Refis é uma grande oportunidade para poder regularizar os débitos, se mantendo em dia”, aponta Jovino.

A Secretaria de Fazenda lembra que todos os débitos administrados pela Prefeitura, como ISS (Imposto Sobre Serviços), IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) e também quem procura regularizar o Habite-se, lançados até 31 de dezembro de 2020, poderão ser refinanciados pelo programa, com descontos de juros e multas.

Na sexta sessão ordinária da Câmara Municipal de Vereadores, realizada na última terça-feira, 16, o Refis, foi destacado pelo vereador Dhonatan Pagani, que enfatizou o parcelamento com desconto. “A pessoa consegue parcelar em até 24 meses. Desde que começou o contribuinte tem 180 dias, ou seja, até meados de outubro, para solicitar o parcelamento. Se você pagar à vista, tem 100% de desconto de juros de mora”, apontou Pagani.

A lei estabelece que os descontos de multas e juros de mora variam de acordo com a quantidade de parcelas solicitadas. Para o pagamento à vista, o contribuinte terá desconto total dos valores referentes a multas e juros. Já para parcelamentos, os descontos são os seguintes: até 6 vezes (80%); de 7 a 12 vezes (60%); de 13 a 18 vezes (40%) e de 19 a 24 vezes (20%). Os débitos em valores acima de R$ 200 mil podem ser parcelados em até 60 vezes e ainda com desconto de 20% das multas e juros.

O requerimento deve ser feito na Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), que atende presencialmente das 7h às 13h e das 15h às 17h, de segunda a sexta-feira. Também é possível solicitar mais informações pelo WhatsApp institucional 3919-7011.

Semcom

Obra de Ampliação e Readequação do Sistema de Abastecimento de Água avança no município de Vilhena

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Primeiros bairros contemplados serão Barão do Melgaço I e II, Altos do Parecis e União

A execução da primeira etapa da obra de ampliação e readequação do sistema de abastecimento de água segue avançando no município de Vilhena. Já foram realizados os trabalhos preliminares, limpeza dos canteiros e locação das estruturas.

Já nesta última segunda-feira, 15 de março, as empresas do consórcio APJ-ACIMA Engenharia, contratado pelo Serviço Autônomo de Águas e Esgotos (Saae), iniciaram os serviços de readequação da rede de água no bairro Barão do Melgaço II e seguirão os trabalhos para os bairros Barão do Melgaço I, Altos do Parecis e União.

Durante a vistoria, a engenheira civil e diretora do departamento de Planejamento e Projetos do Saae, Mariane da Rosa, explicou que a obra irá setorizar a rede de distribuição de água da cidade, melhorando a qualidade do serviço de abastecimento fornecido à população.

“Atualmente, quando a equipe do Saae precisa realizar alguma manutenção na rede de abastecimento, é feito o desligamento do poço, podendo comprometer o fornecimento de água em mais de um bairro. Com essa setorização, ao executar esses serviços, apenas uma pequena região será afetada”, esclareceu Mariane.

Conforme o projeto de execução, devido à grande extensão territorial da cidade, a primeira etapa da obra irá contemplar as zonas de abastecimento (ZA) 01 e 03. Cada zona contará com um Centro de Reservação (CR), um localizado no setor 20 (ZA1), com volume de 1,5 mil metros cúbicos, e outro no setor Pioneiro (ZA3), com volume de 2 mil metros cúbicos. Ao todo, as duas instalações terão 135 quilômetros de rede para distribuição de água.

De acordo com Mariane, a obra também visa interligar poços que irão unificar a rede de abastecimento da cidade, direcionando a água aos CRs. A ação evitará que as bombas dos poços fiquem ligadas de forma ininterrupta, gerando economia significativa para a autarquia.

O diretor geral do Saae, Maciel Wobeto, lembra que a execução desses serviços podem gerar possíveis transtornos, como a interrupção temporária do fornecimento de água durante a obra. Por isso os moradores que não possuem uma caixa d’água devem providenciar a instalação de um reservatório em suas residências

As obras de Ampliação e Readequação do Sistema de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário em Vilhena estão avaliadas em quase R$ 100 milhões e são realizadas com recursos federais, bem como contrapartida do município de quase R$ 4,2 milhões.

Semcom

Idosos com 78 e 79 já podem ser vacinados em Vilhena: drive-thru beneficia agilidade na aplicação das doses

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Prefeitura de Vilhena imuniza população mais vulnerável à covid-19 seguindo os informes técnicos do Ministério da Saúde

Começou na manhã desta quarta-feira a aplicação de doses de vacinas contra covid-19 em idosos de 78 e 79 anos em Vilhena. A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) explica que não há como comunicar cronograma de datas exatas para as próximas etapas, pois os lotes de vacinas chegam sem cronograma pré-fixado. Mesmo assim, a expectativa é que todos os grupos prioritários sejam vacinados até o fim de abril ou início de maio, caso as entregas de doses pelos laboratórios já contratados se confirmem.

A vacinação de idosos com 78 e 79 anos continua em frente à Câmara Municipal de Vereadores até esta quinta-feira, das 8h às 13h. É necessário levar CPF, documento pessoal com foto e cartões de vacinação e do SUS. Até o momento mais de 200 foram vacinados nesta quarta-feira. Até as 19h de ontem, havia 2.853 vacinados com a 1ª dose e 1.661 vacinados com a 2ª dose, em Vilhena.

MAIS VACINAS – O prefeito Eduardo Japonês está em Porto Velho, em reuniões com o governador Marcos Rocha, na busca de mais vacinas para Vilhena. Há três fontes de doses para Vilhena até o momento.

A primeira é o Governo Federal, que está enviando as vacinas conforme os laboratórios produzem. A expectativa é que até o fim de abril Vilhena já terá recebido do Ministério da Saúde mais de 40 mil doses, que serão suficientes para todos os grupos prioritários, que incluem profissionais de saúde, idosos, pessoas com comorbidades, professores, profissionais de segurança e salvamento, entre outros vários.

A segunda fonte de doses é o Governo do Estado, que já se comprometeu em comprar 1 milhão de doses para os municípios de Rondônia. Distribuindo-as conforme a população, Vilhena ficará com aproximadamente 60 mil doses. A chegada destas vacinas depende da capacidade produtiva dos laboratórios em atender tanto o Governo Federal quanto os pedidos individuais de estados e municípios.

Por fim, o Município também enviou cartas de intenção, assim como Porto Velho e demais municípios, para todos os laboratórios que produzem as vacinas autorizadas no país. O pedido da Prefeitura foi de 40 mil doses. A resposta a todos é que, devido ao contrato já firmado com o Ministério da Saúde, cada laboratório precisa honrar seus compromissos com o Governo Federal para então passar a atender outros pedidos individuais. Isso demandará aumento da capacidade produtiva das fabricantes.

“Toda a equipe de vacinadoras está dedicada em registrar os 16 campos de informação exigidos pelo protocolo nacional para cada paciente vacinado, ao mesmo tempo em que aplicam as doses, controlam estoque, tiram dúvidas da população, fazem alertas nos meios de comunicação e atendem às demandas de órgãos reguladores, ou outras esferas do poder. É um trabalho imenso que exige muito de nossas profissionais. Pedimos a compreensão de todos, pois as normas técnicas emitidas pelo Ministério da Saúde para a vacinação estão todas sendo seguidas à risca, para segurança dos servidores e também da população”, explica o secretário municipal de Saúde, Afonso Emerick.

Semcom