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SERTANEJO E CERVEJA: Promoção da Brahma em Rondônia sorteia geladeira autografada por Jorge e Mateus

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Na compra do pack de Brahma Duplo Malte, o consumidor cadastra a
nota fiscal no site e já estará concorrendo

Nunca foi tão fácil ganhar uma mini geladeira de Brahma Duplo Malte e o melhor, autografada pela dupla Jorge e Mateus. A marca conecta os ídolos, com os amantes da música sertaneja de cada cidade da região Norte neste sorteio exclusivo. Os moradores dos municípios de Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Ouro Preto do Oeste, Ji-Parana, Guajara-Mirim, Rolim de Moura e Jaru, que comprarem nos pontos de vendas cadastrados na promoção, vão concorrer ao super prêmio. Nas cidades de Rondônia o ponto de venda é o Supermercado Irmãos Gonçalves.
Para participar da promoção, basta adquirir um pack com 12 unidades de Brahma Duplo Malte 350ml nas lojas cadastradas, acessar o site e inscrever o cupom fiscal da compra. O regulamento completo está disponível no site www.brahma.com.br/bastidoresjem. Cada participante receberá um número da sorte para cada pack cadastrado.

Estão participando da promoção estabelecimentos de sete estados brasileiros: Distrito Federal, Rondônia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre e Amazonas. A promoção marca o lançamento do #BastidoreBrahmaJeM, websérie com cenas inéditas e curiosas da carreira da dupla Jorge & Mateus. Os episódios contam curiosidades sobre os artistas e histórias exclusivas para os fãs.
A participação na promoção é válida para compras realizadas por pessoas físicas maiores de 18 anos exclusivamente nos estabelecimentos e redes participantes, entre a 0h do dia 06/04 e as 23h59min do dia 17/05/2021 (horário de Brasília), sendo limitada a até 10 números da sorte por CPF durante todo o período de participação. Antes de participar, o consumidor deve consultar o regulamento, os estabelecimentos participantes e guardar os comprovantes fiscais de compra.

Bastidores Brahma
A websérie Bastidores Brahma contém cinco episódios e mostra o dia a dia real dos artistas, um lado que poucos conhecem e vai além dos palcos. Cada episódio promete novidades, surpresas e um bate papo da dupla mostrando o processo criativo de suas canções, shows e lives. Os episódios já estão no ar. Os fãs podem acompanhar e participar da promoção por meio do site: http://brahma.com.br/bastidoresjem.

PF incinera cocaína aprendida em avião interceptado em Rondônia

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Polícia Federal incinera 579 quilos de cocaína aprendidos em avião interceptado em Rondônia – Foto: Divulgação/Polícia Federal.

Porto Velho – A Polícia Federal, realizou a destruição de aproximadamente 579kg de cocaína oriundos da apreensão no interior da Aeronave interceptada na última semana em Porto Velho/RO, que levou à prisão do piloto integrante da Organização Criminosa. Houve o acompanhamento dos serventuários da justiça no trabalho, que contou com esquema especial de segurança institucional. A incineração aconteceu na manhã desta quinta-feira (15/04/2021).

A Polícia Federal reforça que está disponível à população para recebimento de denúncias, inclusive de forma anônima, que possam levar à identificação de indivíduos que atuem neste tipo de crime, através do telefone 69-3316-1600.

Fonte:Polícia Federal

Área plantada com os principais grãos produzidos em Rondônia deve apresentar variação positiva de 5,9% na safra 2021

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Mesmo em meio ao cenário de pandemia, o agronegócio de Rondônia vem apresentando resultados positivos. Isso se deve ao incentivo do Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), para os plantios, colheitas e produções de grãos Estado.

Segundo informações da gerência de Agrodados da Seagri, a área plantada com os principais grãos produzidos em Rondônia, sendo eles: o arroz, o caroço de algodão, o feijão, o milho e a soja, deve apresentar variação positiva de 5,9% na safra 2020/2021, com destaque para o aumento da área plantada de soja nos últimos cinco anos, que foi de 37,9%, enquanto a produção e produtividade cresceram 48,8% e 7,9%, respectivamente.

A ocupação de áreas de pastagens degradadas, com o plantio avançando para as regiões central e norte do Estado. Atualmente a soja ocupa uma área de aproximadamente 400 mil hectares”, explicou o economista da Seagri, Alex Rilie.

Conforme mostra o 6º levantamento de grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o algodão também se destacou na produção, com um aumento de 88,5% da área plantada, após a liberação, em 2019, pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), do plantio de algodão transgênico. Cabixi, Pimenteiras do Oeste e Vilhena são os principais municípios produtores de algodão do Estado. Estima-se para a safra 2020/2021 uma produção de 30 mil toneladas de algodão em caroço, 11,7 mil toneladas de algodão em pluma e 19,1 mil toneladas de caroço de algodão em uma área plantada de 7,9 mil hectares.

O arroz plantado em uma área de aproximadamente 42 mil hectares, deve alcançar uma produção de 139,5 mil toneladas e produtividade média de 3.238 kg/ha. Crescimento de 0,1% em relação ao ano anterior. Toda a área prevista para semeadura do arroz já foi plantada e a oferta de água foi suficiente para o suprimento das plantas (os talhões já estabelecidos com a cultura se encontram em boas condições).

De 2020 para 2021 Rondônia teve um crescimento de 1,3% na produção de milho e deve colher 981,4 mil toneladas na safra 2021; a área plantada é de aproximadamente 200 mil hectares. Já o feijão, a expectativa de colheita são de 3,8 mil toneladas com uma produtividade de 982 kg/ha nesta safra. O grão tem se destacado no Estado, com crescimento de 5,9% na área plantada, nos últimos anos.

Outro destaque importante é o café, onde houve uma redução de 26% da área em produção, da safra de 2016 a 2020, mas com aumento de 37,3% da produção e 85,5% na produtividade neste período. Conforme disse Alex Rilie, isso se deve, principalmente, ao uso de tecnologias e condições climáticas favoráveis. A maior parte da produção de café no Estado está concentrada nos municípios de Alto Alegre dos Parecis, Alta Floresta do Oeste, Cacoal, Ministro Andreazza, Nova Brasilândia D’Oeste e São Miguel do Guaporé.

Na produção agrícola, Rondônia também se destaca em outras culturas presentes, principalmente na agricultura familiar, como a mandioca e a banana. A produção estimada para a mandioca, na safra 2021, é de 536,5 mil toneladas, 7,2% menor da que foi obtida na safra 2019, porém a área colhida deve apresentar aumento de 0,2%.

Já a banana, fruta produzida em quase todos os municípios, a área colhida estimada apresentou aumento de 5,4% na safra 2020, em relação à de 2019. Para a safra de 2021, Rondônia deve colher 84 mil toneladas, em uma área de 6.644 mil hectares com produtividade média de 12.657 kg/ha.

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia alcançou R$ 18,3 bilhões de reais em fevereiro de 2021, e foi 56,84% maior do que o obtido no mesmo período de 2020. Os produtos agrícolas de melhor desempenho foram o milho (R$ 1,2 bilhões), o arroz (R$ 412 milhões) e a soja (R$ 3,0 bilhões).

 

 

Assessoria

Conesul Notícias

Método de silagem em fardo com capim capiaçú é demonstrado a produtores rurais do Assentamento Santa Rita

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O Governo de Rondônia, por meio da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) realizou nos dias 7 e 8 de abril, uma demonstração de opções de alimentação para o bovino leiteiro com informações sobre tecnologia de produção de silagem em fardo com o capim capiaçú, em uma propriedade do Projeto de Assentamento Santa Rita, em Porto Velho.

O extensionista da Emater, José Renato Alves, que coordenou a apresentação, explica que a ideia é fazer com que os produtores aprendam, na prática, a forma correta do preparo de silagem para os animais, “conferindo a altura ideal de corte, regulagem dos implementos, tamanho ideal de partícula, ponto de ensilagem, ou seja, o teor de matéria seca da planta; aplicação de inoculante específico, escolha do local adequado para construção do silo, tipos de silo e todos os cuidados a serem tomados para uma correta compactação e vedação”.

A demonstração da técnica ocorreu na propriedade da família Carrilho, que possui uma área de 0,5 hectares e 15 vacas em lactação, com uma produção diária de 160 litros de leite. O produtor, Sandrokcran Maciel Carilho, conta que conheceu o processo de silagem enfardada pela internet. “Eu achava que dava muito trabalho, que ia ser caro a máquina”, diz. Mas em conversa com outros produtores, foi buscar orientação com técnicos da Emater e conseguiu, por meio da associação dos produtores rurais do Assentamento Santa Rita, uma prensa, dando início ao procedimento. “Hoje eu vejo que é mais prático do que eu pensava”.

Hoje, Carrilho, é pioneiro na região em implantar a tecnologia de silagem em fardo com o capim capiaçu. O método prevê a prensa do material em sacos e estocados para alimentação dos animais no período de estiagem. Para o produtor, além de garantir a alimentação dos animais, essa é uma excelente oportunidade para quem quer aumentar a fonte de renda.

Carrilho incentiva outros produtores rurais a iniciarem essa prática de silagem enfardada. Segundo ele, não é só quem cria animais que deve fazer a silagem. “As pessoas que têm um pedaço de terra e quiser, pode fazer também, porque não dá trabalho e é uma fonte de renda; pode vender para outro produtor que não conseguiu produzir o suficiente”.

De acordo com o extensionista da Emater, José Renato Alves, a silagem fardada nada mais é que um processo em que a forragem com maior umidade é embalada com plástico especial, a fim de criar um ambiente onde seja possível sua fermentação e conservação por um longo período. “Por meio de uma prensa é feita a compactação e amarrio, o produto é armazenado em estoques, por meio de empilhamento”.

A demonstração de métodos contou com a participação de acadêmicos de agronomia e estagiários da Emater, que estão aprendendo a técnica para futuramente repassar a seus assistidos. Com a produção de silagem em fardo ajustada, por meio de ração balanceada (dieta completa) produzido, Carrilho pretende elevar a produção leiteira em mais de 50%, passando dos atuais 160 litros de leite/dia que tira com suas 15 vacas para 250 litros de leite/dia, mantendo o mesmo número de animais.

Livro fotográfico sobre cultura dos remanescentes quilombolas de Pimenteiras será lançado em RO

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O livro “Faces do Quilombo” será lançado neste sábado(17), às 20h através de live nas redes sociais.

Com objetivo de retratar e valorizar a cultura dos remanescentes quilombolas de Pimenteiras do Oeste (RO), será lançado neste sábado(17) através de live o livro fotográfico “Faces do Quilombo”.

A produção do livro é coordenada pela produtora cultural Andressa Machado que participa do Ponto de Cultura e Mídia Livre Serpentário Produções e da Associação Cultural Diversidade Amazônica.

Andressa Machado conta que o livro visa preservar a memória material e imaterial regional, valorizando a historiografia, a cidadania e o patrimônio cultural dos moradores de Pimenteiras do Oeste, retratando a riqueza cultural da comunidade que foi fundada por remanescentes quilombolas do Quilombo do Piolho.

O projeto do Livro Fotográfico Faces do Quilombo foi contemplado no edital nº 86/2020/SEJUCEL-CODEC, 1ª Edição Marechal Rondon do Edital de Chamamento Público para Publicação e Difusão de Expressões Culturais, no Eixo I Publicação de Livros e Revistas Culturais – no Item I na linha de apoio de Publicação de Livros Inéditos – Individual com recursos do “Governo do Estado de Rondônia/SEJUCEL/FEDEC/RO”, Lei Federal 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc), Governo Federal.

A live de lançamento do livro será transmitida a partir das 20h nos seguintes endereços: na página do Facebook da Associação Diversidade Amazônica https://www.facebook.com/Diversidadeamazonica.com1 e no Facebook do Ponto de Cultura e de Mídia Livre Serpentário Produções no seguinte endereço: https://www.facebook.com/serpentarioproducoes    e no canal do Serpentário Produções no seguinte endereço https://www.youtube.com/user/TheSerpentarioproduc/featured  .

 

Segundo Andressa Machado, o livro será distribuído gratuitamente nas bibliotecas, centros culturais e escolas públicas do Cone Sul de Rondônia e para a população em geral.

“O livro pretende incentivar a leitura e permitir que os leitores conheçam os costumes e a riqueza cultural dos remanescentes quilombolas, desenvolvendo assim o respeito e compreensão de outras realidades. Preparamos tudo com muito carinho e espero que a população rondoniense goste do resultado, pois o livro está lindo”, fala Andressa Machado convidando a população para acompanhar a live de lançamento da publicação.

Avenidas de Vilhena são contempladas com iluminação de LED, mais projetos estão previstos

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Trabalho realizado pela Semosp garante nova iluminação para as tradicionais avenidas da cidade

Em andamento desde o ano passado, a renovação da iluminação pública de Vilhena pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) com instalação de lâmpadas de LED nas principais avenidas de Vilhena já contemplou a Major Amarante, a Tancredo Neves, a Curitiba, e a Presidente Nasser, bem como o trecho que liga a BR-174 até o aeroporto. O projeto é fruto de um convênio com a JBS Friboi. Dentro dos próximos meses, novas avenidas serão contempladas com LED, que é mais econômico, eficiente e durável.

“Como é bom passar por essas avenidas e observá-las mais iluminadas. Agora com LED nestas avenidas, economizamos recursos públicos para o município, pois elas consomem até 70% menos energia que as tradicionais. Além disso, a durabilidade é quatro vezes maior, sem contar a menor frequência de manutenção. São lâmpadas de um ótimo custo-benefício”, aponta Eduardo Japonês, prefeito de Vilhena.

De acordo com dados da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), após a conclusão do projeto, serão 17 ruas e avenidas do município com lâmpadas de LED, com aproximadamente 1.619 novas lâmpadas instaladas, além de praças e outras áreas públicas.

“Já concluímos algumas avenidas. Nossa cidade fica mais bela desta maneira e mais iluminada. A equipe da Semosp está focada em finalizar o projeto e a previsão é que tudo esteja feito ainda em 2021”, explica o secretário municipal de Obras, Carlos Schramm, popularmente conhecido como “Kalu”.

Portanto, além das avenidas que já contam com o LED, outras avenidas que estão no planejamento para receber a iluminação nova são: José do Patrocínio (100 lâmpadas), Capitão Castro (95), Rondônia (78), Perimetral/Linha 135 (186), Marques Henrique (35), Brigadeiro Eduardo Gomes (88), Jô Sato (180) e as ruas 916 (18), 7601 (41), 7605 (59).

Dayvit Faca, servidor responsável pelo setor de elétrica da Semosp, fala sobre a economia e a durabilidade destas novas lâmpadas. “As antigas, amarelas, consumiam cerca de 400 watts cada. Nestas novas, o consumo é bem menor. Utilizo de exemplo os postes que têm quatro lâmpadas cada, com as amarelas: o consumo era de cerca de 1.600 watts por poste. Agora, com as de LED, que oferecem a mesma capacidade de iluminação, o consumo é de 120 watts por lâmpada, que dá 480 watts para cada poste. São lâmpadas mais potentes, que geram menos manutenção e que duram muito mais”, explica Dayvit.

Semcom

Sebrae e Associação do Ministério Público debatem priorização de empresas locais nas compras públicas

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Na última semana, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas empresas em Rondônia (Sebrae), manteve reunião de trabalho com a Associação do Ministério Público de Rondônia (Ampro), com objetivo de  traçar estratégias para pacificar entre as instituições e Municípios a  priorização das empresas locais e regionais nas compras públicas. Estiveram presentes no encontro o presidente da Ampro, Dr Everson Pini e a analista do Sebrae, Silane Guedes.

Seguindo o marco legal sobre o tema, a Lei Federal 147/2014, que trata do tratamento especial e diferenciado a ser dado às Micro e Pequenas Empresas (MPE), abre a possibilidade para os municípios estabelecerem e regulamentarem suas regiões oferecendo benefícios para empresas sediadas no local e na região para promover a geração de emprego, renda e evitar a evasão de capital financeiro.

Segundo Silane Guedes, “É importante que tenhamos um alinhamento no entendimento entre as instituições para trazer segurança aos pregoeiros e comissões de licitações. As comissões de licitações e as superintendências são peças chave quando se fala em promover o desenvolvimento local, pois com exceção da folha de pagamento e algumas despesas fixas, todos os recursos passam nas mãos desses profissionais, e eles precisam ter essa tranquilidade pra trabalhar em prol do crescimento da sua cidade.

Para o presidente da Ampro, é uma iniciativa relevante: “Através da Associação Nacional dos Membro do Ministério público (Conamp) que faculta ações extensivas aos estados, iniciamos esse diálogo com o Sebrae que é chegar num entendimento que os Micro e Pequenos empreendimentos devem alcançar facilidades e prioridades na distribuição e colocação no mercado, especialmente nas compras públicas”. Para o presidente, esta é uma questão que pretende superar barreiras: “Existem resistências que devem superar nesta seara, como eventualmente, uma concorrência predatória entre os próprios empresários, por exemplo e a reunião de entidades que gozam da confiança da sociedade como Ministério público e Sebrae, por exemplo, podem ajudar a superarmos os desfaio”, concluiu Everson Pini.

A regulamentação absoluta para estimular a participação de Micro e Pequenas Empresas (MPE) e a implantação de prioridades estabelecidas na Lei Complementar 123/2006 e suas atualizações, A Lei Geral da MPE acaba de ganhar mais uma frente de batalha nessa parceria com a Ampro, que tem sido, aliás, uma das entidades do Conamp que está se destacando em nível nacional, por sua dinâmica atuação.

A educação profissional pode contribuir para a retomada do crescimento econômico

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A educação profissional pode contribuir para a retomada do crescimento econômico

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) acredita que a educação profissional no Brasil é uma das principais apostas para a melhoria da competitividade da indústria brasileira. O SENAI de Rondônia também possui a mesma percepção, pois são muitas as evidências que corroboram esta realidade. O argumento é do coordenador de Educação Básica e Profissional do SESI-SENAI-IEL-RO, Jair Santiago Coelho.

“O trabalhador quanto mais capacitado, qualificado, educado profissionalmente, aprimorado periodicamente e, portador de certificados/diplomas de educação profissional, é um inconteste diferencial para todas as funcionalidades das indústrias. Desta forma, torna-se promotor de elevação da produtividade, da qualidade das entregas de resultados e melhores práticas”, afirmou Coelho.

O Brasil possui um potencial gigantesco da sua população a ser inserida na educação profissional pois, só 11% dos alunos do ensino secundário fazem educação profissional e existe um viés de demanda nacional pelos cursos voltados à educação profissional.

O coordenador ressaltou a importância para o SENAI do projeto PLC 62/2015 aprovado no Congresso Nacional que aguarda a sanção do presidente da República, sobre a criação do Dia Nacional da Educação Profissional e Tecnológica, comemorado dia 23 de setembro. Nesta mesma data, há 112 anos, por meio do Decreto nº 7.566, houve a criação da Rede Federal de Educação Profissional com a fundação de dezenove Escolas de Aprendizes Artífices para o ensino de ofícios aos filhos de trabalhadores humildes dos centros urbanos.

Para Coelho, a educação profissional é o caminho para a inserção qualificada do jovem no mercado de trabalho e o SENAI tem papel fundamental neste contexto. “A realidade do mundo laboral só eleva as exigências quanto aos pré-requisitos profissionais para os postulantes aos quadros de profissionais das indústrias, dentre eles está uma robusta formação técnico-profissional.

O coordenador defende que a educação profissional pode contribuir para a retomada do crescimento econômico do país de forma contínua. “Minha afirmação é atestada por 90% da população brasileira (ver dados abaixo da pesquisa de egressos SENAI), pois, uma vez qualificado o profissional trabalhador se tornará mais produtivo, assertivo, inovador, criativo e decisivamente contributivo para a melhoria e para o crescimento econômico perene do país.

Quanto a criação do Dia Nacional da Educação Profissional e Tecnológica (23 de setembro), Coelho comentou que ter o reconhecimento a ponto de instituir-se o dia nacional alusivo à Educação Profissional e Tecnológica é deveras meritório, porque amplifica significativamente a visibilidade dos programas profissionalizantes e sua importância estratégica para o mundo do trabalho, sensibilizar mais impactante autoridades, empresários e trabalhadores e ainda renovará ciclicamente esta importante opção educacional para a preparação de profissionais com perfil, competências e habilidades demandadas pelas indústrias e pelo mercado.

Evidentemente que o SENAI é a instituição mais proeminente e reconhecida a esse respeito, tanto pelas indústrias quanto pela população em geral. Frequentam nossos cursos anualmente um contingente estimado de dez mil pessoas, CPF e CNPJ.

Assessoria de Comunicação Social da FIERO

Sistemas agroflorestais biodiversos conservam e melhoram a qualidade do solo

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No Dia da Conservação do Solo, 15 de abril, podemos comemorar a existência de sistemas a exemplo dos SAFs biodiversos que possuem potencial para recuperar áreas degradadas

 

Sistemas agroflorestais biodiversos (SAFs) compreendem formas de uso da terra que envolvem arranjos de espécies de árvores e de arbustos implantados ou já existentes nas áreas, integrando-as a cultivos agrícolas e/ou criação de animais, preferencialmente ao mesmo tempo, utilizando-se princípios agroecológicos.

Além de garantirem segurança alimentar e nutricional às famílias agricultoras, bem como obtenção de renda contínua e com menos riscos de frustrações, outro aspecto de grande relevância é a elevada capacidade desses sistemas produzirem grande diversidade de serviços ambientais, evidenciando o potencial para recuperação de áreas degradadas, inclusive Áreas de Reserva Legal (ARLs) e Áreas de Preservação Permanente (APPs).

Além da diversidade de espécies vegetais, busca-se a supressão do uso agroquímicos, ao mesmo tempo que se privilegiam processos naturais, como: ciclagem de nutrientes, fixação biológica de nitrogênio, equilíbrio biológico, elevada produção de material orgânico para o solo, grande sequestro de carbono na biomassa vegetal e no solo, favorecimento da infiltração de água no solo, entre outros.

Há diversidade de espécies de árvores, arbustos e espécies rasteiras (herbáceas), cujas raízes possuem características diferentes e penetram no solo e vão até grandes profundidades absorvendo nutrientes que estavam sendo perdidos e trazem novamente para a camada superficial do solo, ao caírem folhas, flores, galhos e frutos.

Esses materiais orgânicos, que são produzidos continuamente, são triturados e decompostos pelos organismos do solo e parte destes formam a matéria orgânica do solo. A melhoria da matéria orgânica, aliada às ações dos organismos do solo e das raízes das plantas, recupera a estrutura física do solo, bem como a sua fertilidade.

A melhoria física do solo, aliada à sua boa cobertura viva e morta proporcionada pelas plantas, favorece a infiltração da água no solo, alimentando o lençol freático, que, por sua vez, fortalece as nascentes e, consequentemente, os mananciais superficiais de água (córregos e rios). Em várias situações, esse processo favorece o ressurgimento de mananciais de água que haviam desaparecido em função de práticas inadequadas de manejo da vegetação e do solo, em função da agricultura intensiva, predominantemente monocultural.

A presença de espécies leguminosas nos SAFs, que se associam a diversas espécies de microrganismos, possibilita a fixação biológica de nitrogênio, ou seja, a captação de nitrogênio que está presente no ar circulante no solo, transformando-o para que as plantas possam utilizá-lo na sua nutrição e posteriormente o enriquecimento do solo com esse nutriente.

A boa diversidade de espécies vegetais, que forma diferentes estratos em altura, proporciona grande quantidade de microambientes para o estabelecimento de inimigos naturais de pragas e doenças, controlando-os naturalmente, mantendo o equilíbrio biológico.

Ressalta-se que essas melhorias da qualidade do solo, dentre outros processos naturais que também são fortalecidos, melhora a capacidade de produção e geração de renda, proporcionando maior segurança aos agricultores.

Como pode ser envolvida uma grande diversidade de espécies vegetais, há inúmeras possibilidades de se fazer diferentes arranjos de produção. Ou seja, não há um “modelo ideal”, pois depende, principalmente, dos objetivos dos agricultores, as demandas e proximidade de mercado consumidor, disponibilidade de mão de obra, das características de cada localidade e dos próprios conhecimentos acumulados pelos agricultores ao longo do tempo sobre esses sistemas e as múltiplas possibilidades.

A Embrapa Agropecuária Oeste desenvolve pesquisas para identificar e propor arranjos com elevada capacidade de melhoria ambiental e com viabilidade econômica para áreas de produção, ARLs e de APPs.

Sílvia Zoche Borges (MTb-MG 08223 JP)
Analista A
Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)

A internet não foi utilizada em 16,7% dos domicílios rondonienses em 2019

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De acordo com o suplemento Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), em 16,7% dos domicílios rondonienses não houve utilização de internet em 2019. O índice é bem menor que o registrado em 2016: 37,7%. No Brasil, em 2019, foi identificado que a internet não foi utilizada em 17,3% dos domicílios.

A PNAD Contínua TIC demonstrou também que o número de pessoas com mais de dez anos que não utilizavam internet diminuiu 50,7% em Rondônia entre 2016 e 2019. No Brasil, a redução foi de 36,4%.

Em Rondônia, no ano de 2019, 44,8% das pessoas com mais de dez anos que não utilizaram internet alegaram que não sabiam usar o serviço, sendo o motivo com maior proporção. A falta de interesse em acessar à internet foi o segundo motivo mais declarado: 36,4%.

Por outro lado, o aumento de usuários de internet com mais de 10 anos entre 2016 e 2019 em Rondônia foi de 852 mil para 1,2 milhão. Proporcionalmente, o grupo que mais cresceu foi o de pessoas com mais de 60 anos, que passou de 22 mil para 97 mil usuários.

Dos 1,2 milhão de rondonienses com mais de 10 anos que utilizaram a internet no período de referência, 1,18 enviaram ou receberam mensagens de texto, voz ou imagens por aplicativos diferentes de e-mail e 1,11 milhão fizeram chamadas de voz ou vídeo.

A PNAD Contínua TIC constatou ainda que 86,8% dos estudantes rondonienses com mais de dez anos utilizaram internet em 2019, índice próximo ao brasileiro: 88,1%.

Em relação ao equipamento utilizado para acessar internet, observou-se que a televisão tem ganhado destaque. Em 2016, este dispositivo era usado em 4,7% dos domicílios, passando para 20% em 2019. O celular era utilizado em 99,7% dos domicílios com acesso à internet.

Além destas informações, a pesquisa revelou que o rendimento médio per capita mostrou-se fator importante para acesso à internet. Enquanto o rendimento médio per capita nos domicílios que havia utilização da internet era de R$ 1203,00, nos que não usavam internet era de R$ 785,00.

Notou-se ainda que a renda influencia o tipo de equipamento utilizado para acessar a internet. O menor e o maior rendimentos médios per capita foram identificados nos domicílios que usavam microcomputador (R$ 1755,00) e nos que usavam tablet (R$ 2548,00).

Em 88 mil domicílios rondonienses só havia televisão de tubo

A PNAD Contínua TIC mostrou que a televisão de tubo estava presente em 105 mil domicílios rondonienses em 2019, o que representou 19,2% do total de moradias com aparelho televisor. Deste quantitativo, em 88 mil moradias só havia este tipo de aparelho e em 17 mil havia também TV de tela fina. Já o número de domicílios que possuíam TV de tela fina aumentou 38,8% entre os anos de 2016 e 2019.

Foi constatado ainda que em 20,9% das moradias rondonienses havia duas ou mais televisões de tela fina e/ou tubo.

Além disso, observou-se que cerca de 140 mil rondonienses não tinham acesso a conversor digital na televisão do domicílio, representando 8,5% da população que possuíam televisão. A taxa rondoniense é 0,5 p.p maior que a taxa brasileira.

Sobre TV por assinatura, o estudo demonstrou que 83,3% dos domicílios rondonienses com aparelho de televisão não tinham acesso ao serviço. Entre os que não utilizavam TV por assinatura, 59,7% declararam que não tinha interesse e 34% declararam que o serviço era caro.

Notou-se também uma diminuição de 66,7% no número de domicílios que tinham apenas sinal de antena parabólica. Em 2016, 102 mil moradias rondonienses só tinham recepção de sinal de televisão por este equipamento. Já em 2019, este número foi de 34 mil domicílios.

Por outro lado, ficou evidenciado o aumento de disponibilização de sinal digital de TV aberta. Enquanto em 2016, 76,2% dos domicílios rondonienses com televisão com conversor recebiam sinal digital, em 2019, 90,2% tinham o serviço. Em todo o Brasil, o índice foi de 89,4% em 2019.

Outro dado relevante da pesquisa é sobre o rendimento médio per capita nos domicílios com televisão. Em Rondônia, em 2019, nos domicílios com televisão de tela fina, o rendimento médio per capita era de R$ 1265,00. Já nas moradias com televisão de tubo, era de R$ 728,00.

Também existiu diferença de rendimento médio per capita entre as residências que tinham e as que não tinham TV por assinatura. Nas que havia acesso ao serviço, o rendimento era de R$ 2113,00 contra R$ 965,00 nas que não contavam com a assinatura de TV.

Celular está presente em 97,9% das residências rondonienses

Por meio da PNAD Contínua TIC foi possível observar uma redução gradativa do telefone fixo e aumento do telefone celular. Em 2016, 15,6% dos moradores contavam com telefone fixo convencional, taxa que atingiu 11,3% em 2019. Em relação à presença do celular, em 2016, 93,9% dos rondonienses residiam em moradia com o aparelho. Já em 2019, este índice foi de 97,9%.

Entre rondonienses com mais de dez anos, em 2019, 81,2% tinham telefone celular para uso pessoal, índice maior que o registrado em 2016 (73,2%). Por grupo de idade, as pessoas com 30 a 39 anos representavam 20,1%, sendo o grupo mais expressivo. As que tinham entre 40 e 49 anos representaram 18,7% e as com idades entre 50 e 59 anos foram 13,2%. Por sexo, as mulheres registram uma taxa um pouco maior que os homens: 82,4% delas tinham celular para uso pessoal e 80% deles possuíam o aparelho.

Além disso, ficou evidenciado o aumento de posse de celular para uso pessoal entre os estudantes com mais de dez anos. Em 2016, 61,4% dos estudantes tinham o aparelho, aumentando o índice para 72,6% em 2019.

Entre os rondonienses com mais de dez anos que não tinham telefone celular para uso pessoal, 26,6% disseram que o aparelho ou o serviço era caro; 26,3% alegaram que não tinham interesse em ter celular e 20,9% informaram que não sabiam usar o equipamento.

Sobre equipamentos eletrônicos, a PNAD Contínua TIC mostra que 60,6% dos rondonienses estavam em domicílios sem microcomputador ou tablet. O índice manteve-se estável entre 2016 e 2019.

Observou-se ainda uma diferença em relação ao rendimento médio per capita entre os domicílios que tinham microcomputador ou tablet e as moradias que não possuíam nenhum dos dois equipamentos. Nas residências com microcomputador, o rendimento médio era de R$ 1679,00 e nas com tablet, o valor era de R$ 2466,00. Já nos domicílios sem os equipamentos, era de R$ 835,00.

Constatou-se também que o rendimento médio per capita nos domicílios com telefone fixo convencional era R$ 765,00 a mais que nas residências com aparelho celular, sendo R$ 1920,00 nos com telefone fixo e R$ 1155,00 nos com celular. Nas moradias com os dois tipos de aparelhos telefônicos, o rendimento médio era de R$ 1929,00.

 

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Conesul Notícias/Albertino