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Produtores da região Central de Rondônia recebem doação de kit para prevenção da Covid-19

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O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), iniciou a distribuição de mais 450 kits contendo protetor facial, máscara facial e álcool em gel para produtores feirantes e consumidores  da região Central do Estado, com o objetivo de prevenir o contágio e combater a transmissão do novo coronavírus.

A ação faz parte de uma parceria com o Instituto Federal de Rondônia (Ifro) – Campus Vilhena e uma filial de instituição financeira. Neste período de pandemia, a Seagri tem desenvolvido várias ações pensando na segurança e bem estar de cada produtor rural que se dedica noite e dia para o avanço de sua produção.

Mais de 400 produtores da região Central serão contemplados com a doação dos kits de proteção contra a Covid-19

“Os kits estão sendo entregues aos feirantes e clientes durante a realização das feiras de cada município. Os protetores faciais foram doados pelo Ifro de Vilhena e as máscaras e álcool em gel foram doações da instituição financeira, todos parceiros que contribuíram muito para dar mais segurança aos nossos produtores nesse período de pandemia”, informou o secretário da Seagri, Evandro Padovani.

Produtores de Jaru e Ouro Preto do Oeste receberam os kits, já os municípios de Ji-Paraná, Mirante da Serra, Urupá, Nova União e Vale do Paraíso devem receber nos próximos dias. Os produtores da região Sul do Estado e a capital Porto Velho também receberam a doação.

No total desta ação, o Governo recebeu 800 protetores faciais que serão doados aos feirantes que trabalham diretamente com a produção e venda de alimentos. A Seagri já deu andamento em um novo processo para aquisição de mais duas mil máscaras faciais, protetores faciais e álcool em gel, a fim de atender todo o setor produtivo.

Novos acordos podem aumentar o número vacinas previstas para 2021

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São Paulo - Vacinação contra covid-19 aos profissionais da saúde do Hospital das Clínicas, no Centro de Convenções Rebouças.

As recentes negociações do Ministério da Saúde para incorporar doses das vacinas Sputnik V e Covaxin ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19 podem fazer a previsão total de doses para 2021 atingir 384,9 milhões.

Os acordos assinados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pelo Instituto Butantan, somados à adesão ao consórcio Covax Facility e à importação de doses prontas da vacina Oxford/AstraZeneca, já apontavam que o país teria acesso a 354,9 milhões de doses até o fim de 2021.

O avanço nas negociações com os representantes dos desenvolvedores russos e indianos pode somar mais 30 milhões de doses a essa conta, caso essas compras sejam efetuadas e as duas vacinas recebam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A pasta afirma que também negocia com as farmacêuticas americanas Pfizer, Moderna e Janssen.

Sputnik V e Covaxin

O Ministério da Saúde anunciou que deu início ontem (8) à elaboração de minuta contratual para a compra de 20 milhões de doses da Covaxin, que serão fabricadas na Índia pelo laboratório Bharat Biotech.

Sputnik V/ vacina
Sputnik V/ vacina – Vladimir Gerdo/TASS/ Reuters/Direitos reservados

 

O total de doses da Covaxin a ser comprado tem previsão de chegar em cinco carregamentos de 4 milhões de doses, sendo o primeiro 20 dias após a assinatura do contrato, e o último, 70 dias depois.

A vacina ainda não tem autorização de uso emergencial da Anvisa e será submetida a ensaios clínicos de fase 3 no país, mesmo após a suspensão de obrigatoriedade dos testes de fase 3 em território nacional. Os parceiros do laboratório indiano no Brasil para os ensaios serão Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein. Os testes de fase 3 da vacina também ainda estão em curso na Índia, mas o país asiático já autorizou e iniciou a aplicação das doses na população.

O Ministério acrescenta que também poderá começar a elaborar a minuta, ainda nesta semana, para importar 10 milhões de doses do imunizante Sputnik V, desenvolvido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. Segundo a pasta, caso a compra da Sputnik V seja concretizada, o Brasil receberia 400 mil doses uma semana após a assinatura do contrato. Outras duas milhões estariam no Brasil um mês depois, e mais 7,6 milhões chegariam em até três meses.

A negociação ganhou fôlego depois que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária mudou as regras para a autorização de uso emergencial, que ainda não foi concedida para a Sputnik V. A agência deixou de exigir a realização de testes de fase 3 no Brasil e passou a aceitar resultados de testes feitos no exterior.

CoronaVac

O Instituto Butantan já entregou cerca de 9,8 milhões de doses da CoronaVac ao governo federal e prevê disponibilizar mais 17,3 milhões de doses na primeira quinzena de março. O quantitativo será possível graças à chegada, na semana passada, de um lote de IFA capaz de produzir 8,6 milhões de doses. Outro lote de IFA, para as outras 8,7 milhões de doses vai chegar ao Brasil nesta semana.

O Butantan trabalha para atender a encomenda de 46 milhões de doses já contratadas pelo Programa Nacional de Imunizações e ofereceu a ampliação do acordo, chegando a 100 milhões de doses até agosto. Segundo o Ministério da Saúde, a aquisição adicional de 54 milhões de doses da Coronavac já foi formalizada, e a pasta está finalizando a contratação para essa compra. O laboratório público paulista produz a vacina devido a uma parceria entre o laboratório chinês Sinovac e o Governo do Estado de São Paulo.

Caixas com vacinas experimentais contra Covid-19 da Sinovac em Pequim. coronavac
Caixas com vacinas experimentais contra Covid-19 da Sinovac em Pequim. coronavac – REUTERS/Thomas Peter/Direitos Reservados

Oxford/AstraZeneca

Das 354,5 milhões de doses já contratadas para chegar em 2021, 212,4 milhões serão da vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford.

Um acordo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com os desenvolvedores da vacina garantiu a produção nacional do imunizante, que terá início ainda nesta semana graças a um carregamento do IFA que chegou da China no último sábado (6). Apesar disso, essas vacinas já estão em aplicação no Brasil desde a chegada das 2 milhões de doses importadas prontas da Índia, onde foram produzidas pelo Instituto Serum.

O primeiro lote de IFA que chegou da China será suficiente para produzir 2,8 milhões de doses, e a Fiocruz espera receber até o fim de fevereiro mais duas remessas de IFA que permitirão a fabricação de 12,2 milhões de doses, totalizando uma entrega de 15 milhões de doses até o fim de março.

A partir daí, a produção ganhará maior escala: 27 milhões de doses em abril, 28 milhões em maio e 28 milhões em junho. Mais 2,4 milhões de doses completam o compromisso de 100,4 milhões que devem ser entregues até julho, segundo o acordo da Fiocruz com a AstraZeneca.

No segundo semestre, a Fiocruz prevê que terá concluído o processo de transferência de tecnologia que dará à fundação autossuficiência na produção do IFA. Desse modo, a produção no segundo semestre deve alcançar 110 milhões de doses, totalizando 210,4 milhões de doses em 2021.

Para adiantar a vacinação, a Fiocruz ainda negocia com a AstraZeneca a importação de mais doses prontas, como as que chegaram em janeiro da Índia. Ainda não há previsão de quantitativo ou prazo de entrega.

Vacina de Oxford/AstraZeneca
Vacina de Oxford/AstraZeneca – Tânia Rêgo/Agência Brasil

 

Covax Facility

Além das doses produzidas pela Fiocruz, o Brasil vai receber até junho mais 10,6 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca via Covax Facility, o consórcio global de vacinas do qual é participante. O Ministério da Saúde divulgou que as doses chegarão em duas etapas, entre fevereiro e junho, sendo a primeira delas com ao menos 25% do total previsto.

No último dia 3, o Covax anunciou a distribuição das primeiras 330 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, que serão dos laboratórios Oxford/AstraZeneca e Pfizer/Biontech. Esses quantitativos serão distribuídos entre os mais de 150 países membros, garantindo ao Brasil as 10,6 milhões doses anunciadas.

A entrega será apenas uma parte da encomenda feita pelo Brasil ao consórcio. O país contratou junto ao Covax o necessário para vacinar 10% da população, o que equivale a 42,5 milhões de doses. Por se tratar de um consórcio com um portfólio de vacinas, a iniciativa oferece imunizantes de 10 laboratórios diferentes.

 

Anvisa e Biotech discutem autorização para testes da Covaxin no Brasil

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Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reuniu nesta segunda-feira (8) com representantes do laboratório indiano Bharat Biotech para definir pendências sobre o pedido de anuência de estudo clínico Fase 3 da vacina Covaxin no Brasil. O pedido ainda não foi feito e, durante o encontro, foi definido que ele só será formalizado pela empresa quando estiver com todos os dados necessários para a análise do pedido de estudo clínico.

A Bharat Biotech reforçou o desejo de realizar a Fase 3 dos estudos da Covaxin no Brasil. A reunião serviu para o laboratório e a Anvisa trocarem informações sobre a documentação necessária para formalizar o pedido de estudo clínico no país. A agência fez o mesmo procedimento com os laboratórios responsáveis pelas duas vacinas já aprovadas no país, a Coronavac e a vacina de Oxford.

As pesquisas clínicas envolvem testes em seres humanos. Os testes no Brasil, assim que aprovados, deverão ser feitos em parceria com o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein. Serão em torno de 3 mil voluntários testados em cinco centros de referência. A autorização da Anvisa é obrigatória para pesquisas de medicamentos e vacinas realizadas no Brasil e que tenham como foco o futuro registro no país.

“Durante a reunião da segunda-feira, os especialistas da Agência apontaram quais documentos e informações precisam ser enviados e os ajustes necessários aos documentos já apresentados, com base na legislação sanitária brasileira”, disse a Anvisa em nota. Segundo o comunicado, a realização de estudos clínicos no país permite que a própria agência, assim como os pesquisadores brasileiros, acompanhem o desenvolvimento clínico.

 

 

Agencia Brasil

Mega-Sena sorteia hoje prêmio acumulado de R$ 7,5 milhões

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A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (10) um prêmio acumulado de R$ 7,5 milhões. As seis dezenas do concurso 2.343 será realizado, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pelo portal Loterias Caixa e aplicativo Loterias Caixa, disponível para usuários das plataformas iOS e Android.

De acordo com a Caixa, caso apenas um apostador leve o prêmio principal e aplique o valor na poupança, receberá R$ 8,6 mil de rendimento no primeiro mês. O valor da aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

 

Agência Brasil

Resultados das provas objetiva e discursiva estão disponíveis

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Prazo para recurso da discursiva vai até sexta (12)

Os participantes do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2020 podem conferir os resultados definitivos da prova objetiva, assim como os resultados preliminares da prova discursiva da primeira etapa do certame. As informações estão disponíveis no Sistema Revalida.

Os interessados também podem verificar se os recursos referentes aos gabaritos preliminares da prova objetiva, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no dia 9 de dezembro de 2020, foram aceitos. Após a divulgação prévia, os inscritos tiveram até o dia 18 do mesmo mês para registrar os possíveis questionamentos.

A divulgação dos resultados finais da primeira etapa do Revalida 2020 está prevista para o dia 5 de março.

Recursos

Com a divulgação do resultado provisório da prova discursiva, os participantes têm até a próxima sexta-feira, 12 de fevereiro, para interpor recursos relativos a essa parte do exame. O procedimento deverá ser feito pelo Sistema Revalida. Para subsidiar a análise do resultado preliminar da prova discursiva, o Inep disponibiliza as folhas de resposta das provas discursivas digitalizadas durante o período recursal. No entanto, a disponibilização visa, exclusivamente, à interposição de recursos nos termos do edital.

Revalida

Aplicado pelo Inep desde 2011, o Revalida busca regularizar, no Brasil, o diploma de graduação em medicina expedido no exterior. As referências do exame são os atendimentos no contexto de atenção primária, ambulatorial, hospitalar, de urgência, de emergência e comunitária, com base na Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, nas normativas associadas e na legislação profissional.

O objetivo é avaliar as habilidades, as competências e os conhecimentos necessários para o exercício profissional adequado aos princípios e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). A revalidação do diploma é atribuição das universidades públicas que aderirem ao instrumento unificado de avaliação representado pelo Revalida.

Acesse o Sistema Revalida

Acesse o edital do Revalida 2020

 

Com informações do Ministério da Educação

ANP verifica mercado de combustíveis em quatro estados

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Foram feitas três interdições por bombas abastecendo em quantidade inferior à registrada no visor

Foram verificados 47 postos revendedores de combustíveis. – Foto: Banco de imagens

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) promoveu, na última semana, uma operação com o objetivo de fiscalizar o mercado de combustíveis em localidades que são destinos turísticos em quatro estados: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins. Foram verificados 47 postos revendedores de combustíveis automotivos e dois de combustíveis de aviação em 12 municípios.

Nos postos de combustíveis de aviação, foram coletadas amostras de gasolina de aviação para análises laboratoriais. Nos demais postos, foram verificados 483 bicos abastecedores e analisadas em campo 214 amostras.

No total, foram feitas três interdições por bombas abastecendo em quantidade inferior à registrada no visor: uma de etanol hidratado em Paraíso das Águas (MS); uma de gasolina comum em Chapadão do Sul (MS); e uma de gasolina comum em Caldas Novas (GO).

Além disso, foram emitidos 13 autos de infração por motivos diversos, como falta de equipamento para testes de qualidade que podem ser exigidos pelos consumidores; equipamentos em desacordo com as normas; não exibição do preço dos combustíveis em painel de preço na entrada do estabelecimento; não possuir adesivos obrigatórios com informações aos consumidores; exibir marca comercial estando cadastrado na ANP como bandeira branca; não apresentar Relatório de Análise da Qualidade; termodensímetro (equipamento afixado na bomba de etanol que demonstra a qualidade) com defeito; e não informar à ANP o encerramento das atividades.

Os autos de infração aplicados dão início a processos administrativos, ao longo dos quais os agentes possuem direito, assegurado por lei, ao contraditório e à ampla defesa. Ao término do processo, ficando comprovada a irregularidade, os postos estão sujeitos às sanções previstas em lei, incluindo multas que podem chegar a R$ 5 milhões.

Denúncias relacionadas ao mercado de combustíveis podem ser enviadas à ANP pelo telefone 0800 970 0267 (ligação gratuita) ou pelo Fale Conosco no portal da Agência.

Com informações da ANP

Ferramenta ajuda escolas públicas a compartilharem materiais didáticos

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Sistema é fundamental para apoiar os gestores escolares na oferta de livros didáticos para todos os estudantes

Para que seja possível atender aos estudantes que se movimentaram entre unidades de ensino ou que não constavam no Censo Escolar, todas as escolas participantes do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) contam com a ferramenta de remanejamento de livros do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Gerenciado pelo FNDE, o PNLD tem como objetivo levar material didático adequado para todos os estudantes da rede pública de Educação Básica. Mas é de responsabilidade das unidades escolares manter atualizadas as informações cadastrais e os quantitativos de sobras e faltas de livros nas escolas.

A coordenadora-geral do PNLD, Nádja Cézar, destaca a importância de as escolas participarem dessa realocação. “O intercâmbio de livros entre unidades próximas ajuda a garantir que todos os estudantes recebam seus livros didáticos.”

O sistema de remanejamento está disponível na plataforma PDDE Interativo/SIMEC, que foi atualizada recentemente. A ferramenta fica permanentemente disponível para que as escolas façam as trocas dos livros didáticos sempre que precisarem.

Acesse a plataforma PDDE Interativo/SIMEC

Com informações do Ministério da Educação

Justiça condena Vasco a pagar quase R$ 15 milhões ao ex-jogador Wendel

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A Justiça condenou o Vasco a pagar R$ 14,7 milhões ao ex-jogador Wendel, volante que defendeu o clube entre 2012 e 2013. A decisão da juíza Astrid Silva Britto, da 68ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, foi publicada nesta terça-feira.

A informação foi publicada primeiramente pelo site ENM. Posteriormente, o ge a confirmou.

Wendel foi contratado na gestão de Roberto Dinamite, disputou 72 jogos e marcou dois gols. Quando deixou o Vasco, entrou na Justiça alegando salários atrasados. Em 2015, o clube foi condenado a pagar R$ 1,5 milhão ao jogador.

Não cabe recurso. O valor será pago via Ato Trabalhista.

Nesta segunda-feira, o Vasco conseguiu um efeito suspensivo relativo à dívida de R$ 8 milhões com o Ato Trabalhista referente aos meses de abril, maio, junho e julho do ano passado, quando a cobrança foi suspensa por conta da pandemia. Sendo assim, o clube, por ora, seguirá pagamento normalmente o valor mensal de R$ 2 milhões ao Ato Trabalhista.

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PRF faz apreensão recorde de maconha no Mato Grosso do Sul

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A mercadoria ilícita estava em um caminhão encoberta por uma carga de milho

APolícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 29.270 kg de maconha no km 295 da BR-267, próximo a Rio Brilhante (MS). A mercadoria ilícita estava em um caminhão encoberta por uma carga de milho.

O caminhão, que possuía placas de Campo Grande, foi levado para uma cerealista com estrutura para descarga e pesagem, sendo então retirado o milho do veículo, tornando possível a pesagem da carga ilícita de maconha.

O motorista, de 40 anos, não possuía passagens na polícia. Aos policiais, disse que o destino da carga seria a cidade de Itapetininga (SP) e que, pelo serviço, receberia o caminhão utilizado no transporte como pagamento.

O preso, a droga e a carreta foram encaminhados para a Polícia Federal em Dourados (MS).

Com informações da Polícia Rodoviária Federal

Covid-19: governo confirma que 42 transferidos de Manaus morreram

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Relatório enviado pela Casa Civil ao Supremo mostra ainda que 240 (41%) dos deslocados da capital amazonense receberam alta

colapso da pandemia do novo coronavírus que atingiu Manaus, capital do Amazonas, obrigou a transferência de 585 pacientes com a covid-19 para outros Estados. Desse total, 42 (7,18%) morreram, 240 (41%) receberam alta e os demais 303 (51,79%) seguem hospitalizados.

As informações constam no relatório encaminhado pelo Ministério da Casa Civil ao STF (Supremo Tribunal Federal) após determinação do ministro Ricardo Lewandowski. Os dados devem ser atualizados pelo governo federal a cada 48 horas.

As transferências ocorreram após Manaus registrar a falta de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e de cilindros de exigência para tratar os pacientes diagnosticados com a covid-19 na capital. Caças da FAB (Força Aérea Brasileira) foram deslocadas para o transporte.

Os primeiros 150 doentes deslocados foram levados, no dia 15 de janeiro, para São Luís (MA), Teresina (PI), João Pessoa (PB), Natal (RN), Goiânia (GO), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Distrito Federal.

Até segunda-feira (8), Manaus acumulava 128.536 casos e 6.347 óbitos em decorrência da covid-19. Na capital, são 291 mortes para cada 100 mil habitantes, de acordo com o Ministério da Saúde. O avanço da pandemia na região ocasionou na falta de oxigênio que resultou na morte de pacientes internados por asfixia.

Ainda ontem, o TCU (Tribunal de Contas da União) estabeleceu o prazo de 10 dias para a Secretaria de Saúde da capital responder se foi pressionada pelo Ministério da Saúde para tratar pacientes diagnosticados com a covid-19 com o uso de cloroquina, hidroxicloroquina e azitromicina, medicamentos sem eficácia comprovada contra a doença respiratória.

 

Do R7