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Estabilidade e carreiras de Estado são tema de 18 emendas à reforma administrativa

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Relator argumenta que reforma irá premiar bons servidores; oposição teme precarização do trabalho com o fim da estabilidade

Estabilidade de servidores públicos e a definição de carreiras típicas de Estado são o tema de 18 das 45 emendas apresentadas na Comissão Especial da Reforma Administrativa (PEC 32/20). Os deputados também se preocupam com o vínculo de experiência (7), a jornada e remuneração de servidores (assunto tratado em 6 emendas), aposentadoria e previdência (6), concurso ou seleção (6), férias e licenças (5 emendas), cargos comissionados ou de liderança e assessoramento (5).

Ainda há emendas sobre avaliação de desempenho, desligamento ou perda de cargo e cooperação com empresas privadas, entre outros temas. Várias das emendas tratam de carreiras específicas, incluindo profissionais de Segurança (6), da Justiça (5), da Saúde (2), professores (3 emendas) e militares (3).

Atualmente, os servidores que passaram em concurso público ganham estabilidade depois de três anos de exercício do cargo. Depois disso, eles só perdem a vaga se houver uma sentença judicial transitada em julgado, um processo administrativo ou pelo procedimento de avaliação periódica de desempenho. No entanto, a proposta do Executivo limita a estabilidade apenas a carreiras típicas de Estado, que seriam definidas depois por lei complementar.

Impessoal
O relator da proposta de reforma administrativa, deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA), avisou que a lei sobre estabilidade e demissão de servidores será impessoal. “Não será dado a nenhum chefe de plantão o direito de demitir por seu gosto, por sua vontade exclusiva. Tem que ter a avaliação do usuário do serviço público, o que é fácil por meio da internet e da tecnologia”, propôs.

O relator lembrou que o Estado investe recursos para contratar um servidor por meio de concurso e deve recuperá-lo caso o desempenho não seja satisfatório. “A avaliação deve ser muito mais no sentido de premiar o funcionário que tenha um bom desempenho do que punir o mau desempenho”, analisa.

Arthur Oliveira Maia ainda apontou para a necessidade de aprimorar os conceitos e critérios de avaliação dos funcionários públicos. “Não é razoável que a gente veja índices de analfabetismo funcional nas escolas brasileiras. Mas quando você fala em avaliar o professor, parece que você está jogando pedra na cruz”, afirmou.

Preocupação
O deputado Rogério Correia (PT-MG) disse estar preocupado com a concepção do relator sobre o que seriam as carreiras de Estado. “Carreira exclusiva não tem nada a ver com estabilidade. Para o relator, professores e agentes de saúde não precisam de estabilidade. Isso me assusta. Trocar um professor não vai resolver o problema”, criticou. “Assim, 80% dos servidores não vão ter estabilidade. Desmanchar a estabilidade terminaria com o serviço público, com a substituição pela iniciativa privada e precarização do trabalho.”

Rogério Correia ainda nota que, mesmo para as carreiras típicas de Estado, a demissão não será mais por decisão judicial transitada em julgado, mas por ordem judicial colegiada. “Acaba com a presunção de inocência do servidor público”, lamentou. Ele ainda observa que, segundo o texto da PEC, a avaliação de desempenho poderia ser feita “na forma da lei”, e não por lei complementar.

“O governo poderia baixar uma medida provisória de demissão em massa, para fazer as contratações temporárias ou convênios com a iniciativa privada”, teme.

O deputado Tiago Mitraud (Novo-MG) nota que, desde o envio da PEC, a estabilidade tem sido o ponto mais discutido e polêmico. “Não podemos tratar a estabilidade como a bala de prata que vai resolver todos os problemas do serviço público no Brasil, mas cabe a nós aprimorar este instrumento” ponderou.

Tiago Mitraud considera que as previsões atuais para perda de cargo são insuficientes, especialmente porque a avaliação de desempenho não foi regulamentada. Segundo ele, também seria necessário criar regras para extinguir cargos e carreiras que não são mais necessários porque se tornaram obsoletos.

“Temos de dar a capacidade de o Estado se reorganizar. Estabilidade não é um privilégio, mas um instrumento necessário para preservação do interesse público. Infelizmente, o cargo público é almejado não pelo interesse público, mas porque a estabilidade dá a tranquilidade para não apresentar resultados.”

Pressões políticas
O deputado Luis Miranda (DEM-DF) defendeu a estabilidade como meio de proteger os servidores de pressões políticas. Ele afirmou que seu irmão, o servidor concursado do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, foi atacado e ameaçado por apresentar denúncias de irregularidade na compra da vacina indiana Covaxin. “Se não fosse a estabilidade, certamente teria sido demitido”, argumentou.

Luis Miranda ainda defendeu que os cargos de chefia fossem limitados a funcionários de carreira. “Quem tem poder, manda, desmanda, humilha e coloca em xeque a vida da pessoa e de seus familiares e filhos. Que servidor público, sabendo que poderia perder o emprego, vai cumprir com suas obrigações?”, questionou.

Argumentos
Além da proteção contra perseguições políticas, entre os principais argumentos a favor da estabilidade estão a continuidade para implementar políticas públicas, a atração de profissionais qualificados, a manutenção da memória da organização e a igualdade no tratamento entre servidores. Já os críticos dizem que a estabilidade leva à perda de motivação dos servidores, impunidade para servidor com baixo desempenho, aumenta o poder burocrático, leva a tratamento desigual com trabalhadores do setor privado e aumenta o gasto público com a folha de pagamento.

Os custos com o funcionalismo estão entre os principais argumentos do governo contra a estabilidade. O secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, Leonardo José Mattos Sultani, afirmou que apesar de 12,5% dos trabalhadores atuarem no setor público, esses servidores gastam 13,4% do PIB. “A estabilidade se equipara a um contrato vitalício”, comparou.

Quase 87% dos servidores são estáveis e a administração pública federal já dispõe de mais inativos do que ativos em seus quadros (52,9% são inativos). O secretário informou que o Brasil gasta R$ 8,2 bilhões por ano com 69 mil servidores ativos em cargos extintos.

Sultani lembrou que o Congresso deverá regulamentar as hipóteses de perda do cargo em lei complementar. “Impossível o desligamento do servidor por motivação político partidária. A lei vai eliminar as possibilidades de perseguição pessoal, pressões corporativas ou político partidárias”, disse.

 

Correção: A versão inicial deste texto informava que havia 62 emendas à proposta de reforma administrativa. Realmente foram apresentadas 62 emendas, mas apenas 45 atingiram o número mínimo exigido de assinaturas, que é 171.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Escola Superior do MPRO realiza Curso de Língua Portuguesa

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A Escola Superior do Ministério Público de Rondônia iniciou nesta terça-feira (3/8) o Curso de Língua Portuguesa nas rotinas do MPRO. A capacitação, em formato virtual, é destinada a assistentes de promotoria e assessores jurídicos da Instituição e tem previsão de encerramento para esta quarta-feira (4/8).

O curso é ministrado pelo analista em Redação do Ministério Público de Rondônia, Pedro Henrique Rocha Vilarim, que elaborou uma ementa com conceitos que visam ao aprimoramento textual nas rotinas administrativa e jurídica da Instituição, abordando fontes de pesquisa, regramento e normas atuais.

No início do evento, o ministrante foi saudado pelo Diretor da ESMPRO, Promotor de Justiça Marcelo Lima de Oliveira, que falou sobre a importância do curso, destacando a pertinência do aperfeiçoamento para uma melhor comunicação do MP no exercício de suas atribuições para com a sociedade.

Esta é a primeira turma do Curso de Língua Portuguesa nas rotinas do MPRO. Uma segunda turma, voltada para servidores de unidades administrativas, está prevista para receber a capacitação ainda neste mês de agosto.

O curso é realizado pela Plataforma Microsoft Teams.

 

Departamento de Comunicação Integrada – DCI

Projeto sobre critérios para seleção de estagiários vai à Comissão de Educação

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou nesta terça-feira (3) um projeto de lei sobre os critérios de seleção de estagiários: segundo o texto do PLS 453/2018, o processo seletivo deverá incluir entre seus critérios o desempenho acadêmico do estudante (“especialmente no caso de estágio não obrigatório”). O texto também prevê que a condição social e familiar será um dos critérios na seleção para estágios não obrigatórios. O projeto será encaminhado para análise da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado.

A autora da proposição, senadora Rose de Freitas (MDB-ES), argumentou que os critérios de seleção de estagiários ainda privilegiam as classes sociais com maior poder aquisitivo, que têm acesso a melhores condições de ensino, em detrimento da expansão de oportunidades para os estudantes mais pobres.

Com o mesmo raciocínio, o relator da matéria, senador Fabiano Contarato (Rede-ES), recomendou sua aprovação com o objetivo de expandir as políticas de ações afirmativas. Ele argumenta isso irá contribuir para uma “maior valorização dos estudos e o reconhecimento do esforço próprio, sanando, assim, situações de desigualdade que são prejudiciais para o desenvolvimento da sociedade como um todo”.

Fonte: Agência Senado

CAS aprova isenção do IRPF para aposentados com Alzheimer

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Os aposentados com Alzheimer poderão ficar isentos do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF), segundo projeto aprovado, nesta terça-feira (3), pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O Projeto de Lei do Senado (PLS) 61/2017, do ex-senador Ronaldo Caiado, foi alterado por substitutivo da relatora, senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), e deve ser submetido a turno suplementar de votação na Comissão. Depois da votação do substitutivo em turno suplementar pela CAS, o PLS 61/2017 seguirá para votação final na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Originalmente, o PLS 61/2017 modificava a legislação do imposto de renda (Lei 7.713, de 1988) para estender às pessoas com Alzheimer a isenção do IRPF já concedida a quem apresenta moléstia profissional ou doença grave. O substitutivo inseriu nessa lista os aposentados com esclerose lateral amiotrófica (ELA) e outras condições incapacitantes constatadas por meio de avaliação biopsicossocial.

Em seu parecer, Mara Gabrilli afirma que há inúmeras moléstias que motivam frequentemente a aposentadoria por invalidez e podem causar forte impacto negativo no orçamento das pessoas afetadas e de suas famílias. A relatora argumentou que a isenção tributária pretendida deve ajudar na cobertura das despesas com saúde impostas a pessoas com Alzheimer, ELA e outras condições incapacitantes. E observou que, em função da gravidade da doença, quem a enfrenta pode chegar a um quadro de completa dependência, demandando cuidados em tempo integral.

Lido pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES), o relatório de Mara Gabrilli destaca que o projeto inova o ordenamento jurídico e, consequentemente, trará benefícios às pessoas com doença de Alzheimer – transtorno neurodegenerativo progressivo e fatal, que se manifesta pela deterioração cognitiva e da memória, comprometendo as atividades de vida diária, além de provocar sintomas neuropsiquiátricos e alterações comportamentais.

Apesar de não haver dados precisos sobre a incidência de demência ou Alzheimer no país – as informações de pesquisas restringem-se a pequenas áreas geográficas, em determinados períodos de tempo –, estudo conduzido no município de Catanduva/SP evidenciou que a taxa de prevalência de demência na população com mais de 65 anos de idade era de 7,1%, sendo a doença de Alzheimer responsável por 55% dos casos. Assim, considerando a prevalência de demência no Brasil e a população de idosos de aproximadamente 15 milhões de pessoas (em 2015), de acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que a demência atinge 1,1 milhão de pessoas no País, sendo Alzheimer a principal causa.

Esclerose Lateral Amiotrófica

ELA ou Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e progressiva e acarreta paralisia motora irreversível. Pacientes com a doença sofrem paralisia gradual e morte precoce como resultado da perda de capacidades cruciais, como falar, movimentar, engolir e até mesmo respirar. O físico britânico Stephen Hawking, morto em 2018, foi um dos portadores mais conhecidos mundialmente da ELA. Não há cura para a Esclerose Lateral Amiotrófica. Com o tempo, as pessoas com doença perdem progressivamente a capacidade funcional e de cuidar de si mesmas. O óbito, em geral, ocorre entre três e cinco anos após o diagnóstico. Cerca de 25% dos pacientes sobrevivem por mais de cinco anos depois do diagnóstico, de acordo com o Ministério da Saúde.

O artigo 6º da Lei 7.713, de 1988, já concede isenção de Imposto de Renda aos rendimentos de aposentadoria recebidos pelos acometidos de moléstia profissional ou de doenças graves, como tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte deformante), contaminação por radiação, síndrome da imunodeficiência adquirida, fibrose cística (mucoviscidose). O inciso XXI deste artigo, por sua vez, estende a isenção aos pensionistas com essas doenças, à exceção da moléstia profissional.

Fonte: Agência Senado

Comissão aprova inclusão de catadores entre beneficiários do Bolsa Verde

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Na prática, a União fica autorizada a oferecer assistência técnica e auxílio financeiro a famílias nessas condições envolvidas em atividades de conservação ambiental ou reciclagem; coleta seletiva ou destinação adequada de resíduos sólidos.

— Esse é um projeto que vai beneficiar, com o apoio do governo federal, os catadores de lixo. É um benefício rápido para aqueles que realmente precisam — defendeu o relator.

Em seu relatório, Telmário avalia que a proposição deverá contribuir para o aperfeiçoamento do programa Bolsa Verde, “aumentando o seu desempenho ambiental, e ao mesmo tempo fará justiça a uma população necessitada que presta um importante serviço e que atualmente está desassistida pelo Poder Público”.

Quanto às emendas, apesar estarem voltadas a ajustes redacionais, uma delas tratou de incluir menção expressa a “áreas urbanas” como aptas a serem contempladas pelo programa, referência inexistente no texto original do projeto.

Transferência trimestral

Conhecida como Bolsa Verde, essa iniciativa do Ministério do Meio Ambiente prevê a transferência de R$ 300, a cada três meses, para famílias em situação de extrema pobreza inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais federais e engajadas em atividades de conservação ambiental.

Atualmente, o benefício é oferecido a populações de ribeirinhos, extrativistas, indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais que vivem em áreas rurais. O PL 754/2019 inova não só ao estender essa ajuda financeira a catadores em situação de extrema pobreza, mas ao contemplar famílias vulneráveis que atuam com reciclagem na zona urbana.

Na justificativa da proposta, Rodrigues observa que a reciclagem de resíduos sólidos, além de representar importante fonte de renda para pessoas em situação de miséria extrema, também contribui para a conservação ambiental. A atividade reduz tanto a utilização de fontes naturais quanto a quantidade de resíduos que necessitam de tratamento final, mediante aterramento ou incineração, feitos, muitas vezes, de forma inadequada.

“A expansão do Programa de Apoio à Conservação Ambiental, com a inclusão dos indivíduos em situação de extrema pobreza, envolvidos em projetos de reciclagem, coleta seletiva de lixo e adequada destinação de resíduos sólidos, além de contribuir para o aprimoramento dessas atividades e o aumento da renda dos beneficiários, também proporcionará a preservação do meio ambiente, a recuperação de áreas ambientalmente degradadas e a redução da necessidade de investimentos para tratamento adequado do lixo urbano”, argumenta o autor do PL 754/2019.

Rio Araguaia 

Com pedido de vistas coletivas, deverá ser apreciado na próxima reunião da CMA o Projeto de Lei do Senado (PLS) 248/2014, da senadora Kátia Abreu (PP-TO), que trata da preservação do Rio Araguaia. O projeto, com relatoria do senador Jayme Campos (DEM-MT), apresenta várias regras para preservar as características naturais da calha principal do rio — medida de um leito a outro nos períodos normais do ano, sem cheias ou secas —, bem como seu curso natural.

Fonte: Agência Senado

Ao entregar ponte no Vale do Jamari, Marcos Rocha agradece Bolsonaro e destaca parceria com Presidente no desenvolvimento de Rondônia

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Parceria entre ambos já rendeu diversos benefícios para Rondônia
O Governador Marcos Rocha concluiu nessa semana mais uma obra em parceria com o Presidente da República, Jair Bolsonaro: a construção da ponte na BR-421, que interliga o Vale do Jamari ao restante do Estado. A obra só foi concluída graças a ação conjunta entre os aliados, e mesmo a ponte estando pronta há quase três anos, a obra não estava concluída porque o projeto original não previa a construção das cabeceiras. Para contribuir com o aceleramento do trabalho, o Governador Marcos Rocha assumiu a responsabilidade de construir o que faltava, de modo que a obra fosse finalmente concluída e entregue à população.
Marcos Rocha explicou que o Governo Federal investiu aproximadamente R$ 5 milhões no projeto. “Assumimos o compromisso juntamente com o Presidente Bolsonaro e hoje temos a grata satisfação de entregar a solução pra um problema que vinha causando inúmeros transtornos à população do Vale do Jamari e ao Estado de Rondônia, isso sem contabilizar os inúmeros prejuízos”, comentou o Governador durante passagem pela região em conversa com moradores.
A parceria entre Marcos Rocha e Jair Bolsonaro tem rendido diversos benefícios para Rondônia. O Presidente da República já visitou o Estado várias vezes ao longo do mandato (algo inédito na história recente de Rondônia) além de priorizar algumas obras de extrema relevância para o desenvolvimento da região. “Esse contato tem rendido inúmeros benefícios para o povo de Rondônia, estamos desobstruindo o desenvolvimento da região e proporcionando melhores condições de vida e trabalho à população. Agradeço ao Presidente Bolsonaro pela parceria, pelo respeito e principalmente por entender os anseios de Rondônia”, comentou Marcos Rocha.

 

 

Assessoria

Post/Mércia do Conesul

Mais uma vez Netinho vence uma das maiores prova de Ciclismo do Brasil

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Orlando Neto ( Netinho) brilhou em Interlagos São Paulo neste final de semana, palco de grande prêmios de Formula 1, desta vez foi o Ciclismo que tomou conta de uma das melhores pistas de corrida da América Latina, cerca de 1.500 ciclistas participaram deste mega evento.

Firmando-se a cada dia no cenário Brasileiro de Ciclismo; O jovem ciclsita de Ariquemes Orlando Neto participou neste domingo dia 1º de Agosto do Bike Series Interlagos, uma prova com 3 horas de duração que aconteceu no Autódromo de Interlagos em São Paulo. Um evento gigante do ciclismo Nacional.

Dividido em 28 categorias ao mesmo tempo em um circuito de 4.309m, o que gera um trânsito intenso de bikes por toda a prova, porém, nas principais categorias estiveram os melhores ciclistas do Brasil pedalaram forte abrindo caminho entre os demais competidores que foram tomando voltas, foram varias fugas sempre neutralizadas pelo pelotão principal. Mas na parte final da corrida cinco ciclistas abriram boa vantagem dos demais, entre eles o ariquemense Netinho que venceu em sua Categoria Sub-23 e ficou em 4º lugar na Classificação Geral, mais uma excelente prova do nosso Campeão Rondoniense.

 

 

Plantão esportivo

Resultado da 2ª chamada do Prouni está disponível

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Candidatos pré-selecionados terão até o dia 11 de agosto para comprovar as informações fornecidas no ato de inscrição

A partir da divulgação da lista, os candidatos deverão dar continuidade ao processo e entregar a documentação necessária à Instituição de Ensino Superior (IES) para a qual foi pré-selecionado, a fim de comprovar as informações prestadas em sua inscrição e eventual participação em processo seletivo próprio da instituição, quando for o caso. O prazo terá início na data de divulgação da lista e se estenderá até o dia 11 de agosto.

Após o prazo, os candidatos que não foram pré-selecionados nas duas chamadas poderão manifestar interesse em participar da lista de espera por meio da página do Prouni, no período de 17 a 18 de agosto de 2021. A lista de espera estará disponível no Sistema Informatizado do Prouni (Sisprouni) para consulta pelas IES no dia 20 de agosto, e entre os dias 23 e 27 de agosto se dará o período para a comprovação de informações da inscrição dos pré-selecionados nessa última etapa de seleção do Prouni.

Confira o edital do Prouni 2021/2.

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC com informações da Sesu

Polícia Federal deflagra a Operação Rosa Branca

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A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (2/8) a Operação Rosa Branca, que visa reprimir a prática do crime de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, bem como a veiculação de símbolos que utilizem a cruz suástica ou gamada para fins da divulgação do nazismo.

A investigação teve início após documentos extraídos do banco de dados de uma ONG revelarem que determinado perfil, mantido junto a uma rede social, em diversos momentos, fez comentários de cunho discriminatório contra judeus, católicos, nordestinos, negros e homossexuais.

Além de ofensas e discriminação, o investigado também exibia a cruz suástica e declarava ser nazista, disseminando conteúdos relacionados a ódio contra homossexuais, racismo, antissemitismo, bem como a idolatria ao nazismo e fascismo com a intenção de incitar a violência contra determinados grupos de pessoas.

Após a realização de diligências pela PF, foi possível identificar o indivíduo responsável pelas postagens e hoje foi dado cumprimento, em sua residência, a mandado de busca e apreensão expedido pela 2ª Vara Federal de São José do Rio Preto/SP.

Durante o cumprimento do mandado, foram apreendidos um computador e um celular, além de desenhos alusivos ao nazismo e à suástica, máscaras tubulares e, ainda, identificados mais dois perfis de rede social, reafirmando a conduta criminosa do investigado. Todo material passará por perícia e análise da Polícia Federal.

O indivíduo responderá pelo crime previsto no artigo 20, §§ 1º e 2º, da Lei nº 7.716/1989, cuja pena é de reclusão de 2 a 5 anos e multa.

A Operação foi denominada Rosa Branca em alusão e homenagem ao movimento antinazista que fez história na Alemanha.

 

Comunicação Social PF

Brasil já conquistou 10 medalhas olímpicas

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Das 10 medalhas, nove têm marca do Bolsa Atleta, programa de incentivo de patrocínio individual do Governo Federal

O Brasil está fazendo história nas Olimpíadas. Muito treinamento, superação e conquistas inéditas. Nos últimos dias foram conquistadas medalhas na natação, tênis e ginástica artística. Já são 10 medalhas conquistadas, nove tem a marca do Bolsa Atleta, programa de incentivo de patrocínio individual do Governo Federal. Até o momento, sete medalhistas fazem parte da categoria Pódio, a principal do Bolsa Atleta, voltada para quem se posiciona entre os 20 melhores do mundo em suas modalidades e prevê repasses mensais que variam de R$ 5 mil a R$ 15 mil.

De acordo com o Ministério da Cidadania, o Governo Federal repassou R$ 5,11 milhões para nove dos dez medalhistas nacionais desde 2005. Levando em conta apenas o ciclo entre os Jogos Rio 2016 e Tóquio 2021, são R$ 3,53 milhões investidos diretamente via Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania.

Dos competidores, 242 (80%) recebem o Bolsa Atleta, programa de patrocínio individual do Governo Federal. Se o futebol masculino for retirado da conta, o percentual sobe para 86%.

Um incentivo que fez diferença para o nadador Bruno Fratus, de 32 anos, que ganhou a medalha de bronze nos 50 metros livre com 21s57, no último fim de semana em Tóquio. O esportista recebe o Bolsa Pódio. “Acho que, pelo menos para mim, o Bolsa Atleta foi crucial nesses últimos cinco anos onde, depois da Olimpíada do Rio eu perdi absolutamente todos os patrocínios que eu tinha”, disse.

“Hoje eu sou medalhista olímpico, mas eu já passei por algumas situações onde num domingo você está nadando uma final olímpica e numa segunda-feira você não tem mais nada entrando. Então, o Bolsa Atleta é o que segura a gente nesses momentos também e é o que que te dá tranquilidade, você sabe que está lá por você. Você tem o lastro do Governo Federal do Brasil te ajudando, te incentivando e te empurrando para frente.

Então, para mim, incentivos como o Bolsa Atleta e a Lei de Incentivo ao Esporte é algo que é vital para o esporte. O esporte brasileiro não respiraria sem esses programas”, afirmou

O Bolsa Atleta faz parte do tripé formado ainda pela Lei das Loterias e Lei de Incentivo ao Esporte que tornam o Governo Federal no maior patrocinador esporte olímpico e paralímpico no país, com um investimento anual superior a R$ 750 milhões.

Bolsa Atleta – o programa divulgou esse ano a maior lista de esportistas patrocinados com 7.197 contemplados e um investimento de R$ 143,4 milhões. Outros 274 atletas pela Bolsa Pódio com recursos de R$ 36,72 milhões.

Lei das Loterias – em 2020, a Lei das Loterias destinou, apenas ao Comitê Olímpico do Brasil (COB), R$ 292,5 milhões e outros R$ 163,1 milhões foram repassados pela mesma lei ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Lei de Incentivo ao Esporte – no ciclo olímpico, entre 2016 e 2021, a lei teve 699 projetos voltados ao alto rendimento aprovados para captação de recursos. O valor captado neste período foi de mais de R$ 640 milhões.

Ginástica

A ginasta Rebeca Andrade é a primeira brasileira a subir duas vezes no pódio na mesma edição dos Jogos Olímpicos e a única campeã olímpica da ginástica artística feminina nacional. No último domingo ela recebeu o ouro na prova do salto. A paulista de 22 anos já havia ganhado a prata na ginástica individual e é uma das seis integrantes da seleção de ginástica artística classificada para Tóquio que recebe a Bolsa Pódio.

“No individual, a medalha representou todo mundo, todas as gerações das ginásticas do Brasil. Foi um orgulho enorme”, disse. “É sempre o que vou buscar fazer, dar orgulho para as pessoas, para minha família e para mim”, declarou.

No ciclo entre os Jogos Rio 2016 e Tóquio 2021, a ginástica artística recebeu do Governo Federal investimento direto de R$ 7 milhões via Bolsa Atleta, que possibilitou a concessão de 256 bolsas.

Tênis

Pela primeira vez na história, o tênis brasileiro recebeu uma medalha em Jogos Olímpicos. O bronze foi conquistado pelas paulistas Laura Pigossi, de 26 anos, e Luisa Stefani, de 23 anos. As duas derrotaram, de virada as russas Elena Vesnina e Veronika Kudermetova

Um feito inédito que não será esquecido até porque as duas só tiveram confirmada a presença nos Jogos Olímpicos na data limite para que a chave de duplas de Tóquio fosse fechada em 16 de julho. “É uma emoção gigantesca. É difícil descrever o sentimento de subir no pódio com o uniforme do Brasil e poder sentir a medalha pesando no pescoço”, declarou.

O Brasil competiu com sete atletas no tênis nas Olimpíadas de Tóquio, e cinco deles recebem o Bolsa Atleta: João Menezes, Thiago Monteiro, Marcelo Melo, Luisa Stefani e Marcelo Demoliner. Laura Pigossi, que mora em Barcelona, na Espanha, não recebe o incentivo. No ciclo entre os Jogos Rio 2016 e Tóquio 2021, a modalidade recebeu investimento direto de R$ 3,6 milhões.

Resumo

Medalhistas

Ítalo Ferreira – surfe, medalha de ouro. Bolsa Pódio

Receba Andrade – medalha de prata na ginástica e ouro no salto. Bolsa Pódio

Luisa Stefani – dupla de tênis, medalha de bronze. Bolsa Atleta Internacional

Laura Pigossi – dupla de tênis, medalha de bronze. Não recebe o Bolsa Atleta

Rayssa Leal – skate streete, medalha de prata. Com 13 anos, não integra o programa. A idade mínima para fazer parte do Bolsa Atleta é 14 anos.

Daniel Cargnin – judô, medalha de bronze. Bolsa Pódio

Mayra Aguiar – judô, medalha de bronze. Bolsa Pódio

Kevin Hoefler – skate street, medalha de prata. Bolsa Pódio

Fernando Scheffer – natação, medalha de bronze. Bolsa Pódio

Bruno Fratus – natação, medalha de bronze. Bolsa Pódio

10 medalhas, 11 medalhistas. 8 recebem Bolsa Atleta. 9 modalidades premiadas com algum incentivo do Bolsa Atleta (skate street, 2 judô, 2 natação, dupla de tênis, ginástica, salto, surfe)

Com informações do Ministério da Cidadania