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Concurso da Polícia Militar de Rondônia tem edital divulgado

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O concurso público da Polícia Militar teve o edital divulgado no Diário Oficial desta sexta-feira (8). Estão disponíveis 20 vagas para o cargo de Oficial Combatente, além da formação de cadastro reserva. Os salários são de R$ 7.015,91.

A banca escolhida para a organização do certame foi o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

As vagas são divididas entre homens (18) e mulheres (2), assim como as de cadastro reserva. Os candidatos devem ter diploma de nível superior no curso de Direito.

As inscrições devem ser realizadas no site da Cebraspe entre os dias 15 de julho e 5 e agosto. A taxa custa R$ 204,96.

A seleção será realizada em duas etapas, sendo a primeira com cinco fases:

  1. prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade do Cebraspe;
  2. prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade do Cebraspe;
  3. prova de títulos, de caráter classificatório, de responsabilidade do Cebraspe;
  4. teste de aptidão física, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe;
  5. exame psicotécnico, de caráter eliminatório, de responsabilidade do Cebraspe; apresentação de exames médicos, de caráter eliminatório, de responsabilidade da PM/RO; e investigação social, de caráter eliminatório, de responsabilidade do PM/RO.

A segunda etapa é formada pelo Curso de Formação de Oficiais PM (CFO-PM), de caráter eliminatório e classificatório, de responsabilidade da PM.

As provas objetivas e discursivas serão aplicadas no dia 25 de setembro nas cidades de Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Porto Velho e Vilhena. As demais fases serão apenas na capital.

Por g1 RO

Concurso da Polícia Civil tem edital publicado para 319 vagas em RO; salários chegam a R$ 15 mil

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O edital do concurso público da Polícia Civil de Rondônia foi publicado nesta sexta-feira (8). O certame oferece salários de até R$ 15 mil e as inscrições começam no dia 15 de julho.

O concurso oferece 319 vagas, sendo que o cargo de agente de polícia tem o maior número de oportunidades (veja na tabela abaixo).

Vagas para o concurso da PC-RO

Cargo Vagas
Agente de polícia 145
Escrivão de polícia 100
Datiloscopista Policial 40
Delegado de polícia 10
Médico-legista 10
Técnico em necrópsia 14

Todos os cargos vão exigir formação em nível superior e o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) será a banca responsável pelo concurso público.

As provas objetivas do concurso da PC-RO devem ser aplicadas no dia 25 de setembro.

Inscrições

As inscrições devem ser abertas às 10h do próximo dia 15 de julho e poderão ser feitas até 5 de agosto, às 18h.

Segundo edital, a taxa para inscrição vai custar R$ 204,96 para os cargos de delegado de polícia e médico-legista; e R$ 190 para os demais cargos.

Salários

Os cargos de delegado e médico-legista têm os salários mais altos do concurso da PC-RO, confira abaixo:

  • Delegado: R$ 15.500
  • Médico-legista: R$ 15.500
  • Escrivão: R$ 5.083
  • Técnico em necrópsia: R$ 5.083
  • Agente de polícia: R$ 5.083
  • Datiloscopista: R$ 5.083

Por g1 RO

Convenção estadual do PSC tem data marcada

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O Partido Social Cristão (PSC), partido que tem como representantes o deputado estadual Luizinho Goebel e Eduardo Japonês marcou a convenção estadual para o dia 20 de julho.

O evento definirá os candidatos, ou o apoio, da sigla para disputar os cargos ao senado, deputado federal e estadual e ao governo do Estado.

Entre os pré-candidatos vilhenenses estão Luizinho Goebel que vai para a reeleição para deputado estadual e Evandro Padovani para deputado federal.

A convenção estadual acontecerá no Graúna Resort Hotel do município de Ouro Preto do Oeste.

 

 

 

 

 

Da redação do Rondônia em Pauta

Convocado para assumir vaga de vereador, França Silva da Rádio se despede da Fundação Cultural

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França pode tomar posse a qualquer momento

Ao assumir a vaga de prefeito interino de Vilhena, Macedo (Podemos) deu lugar ao primeiro suplente França Silva da Rádio (PV).

A convocação foi publicada no Diário Oficial de Vilhena (DOV) desta segunda-feira (11) (VEJA AQUI).

Ao Rondônia em Pauta, França afirmou que só espera a documentação fornecida pela Justiça Eleitoral para tomar posse.

Durante o mandato de Eduardo Japonês (PSC), França ocupou o cargo de presidente da Fundação Cultural de Vilhena (FCV), pasta que proporcionou aos vilhenenses inúmeros eventos culturais de relevância social.

Durante a pandemia do coronavírus, França Silva fez uso da FCV e se mobilizou para dar suporte à classe artística, que sofreu com as restrições impostas pelo distanciamento social.

Promoveu eventos on-line, e outras modalidades, que premiaram e permitiram dar um conforto à classe em meio às perdas ocasionadas pelas faltas de shows.

Confira a publicação no perfil do Instagram:

 

Da redação do Rondônia em Pauta|

Mãe chama polícia após filha falar que foi estuprada em ritual satânico em Porto Velho

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A mãe de uma adolescente de 14 anos acionou a Polícia Militar (PM) após descobrir que a filha pode ter sido estuprada durante um ritual satânico na noite de domingo (10). O crime aconteceu no bairro Três Marias, zona leste de Porto Velho. O suspeito é um jovem de 23 anos, que não foi preso.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da menina teria ouvido áudios da filha contando ter sido abusada durante um ritual satânico.

Na gravação, a vítima relatava que na noite de sábado (9) o suspeito havia realizado uma “bruxaria” com ela. Durante o suposto ritual satânico ele mandou a adolescente tirar as roupas e vendou os olhos dela com um pano. Em seguida a estuprou.

A mãe da menina disse à polícia que, depois de ouvir os áudio, procurou o suspeito de 23 anos e seus pais, que moram no bairro Socialista. Ela conta que os três fugiram antes da chegada da guarnição policial.

O fato foi registrado e encaminhado à Delegacia Especializada para investigação. O jovem suspeito do crime não foi preso.

Fonte: G1/RO

Quase 2 mil cidades descumprem reforma da Previdência e podem ficar sem dinheiro da União

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Passados mais de dois anos e meio da reforma da Previdência, promulgada em novembro de 2019, quase dois mil municípios ainda não cumpriram uma das regras criadas pelo Congresso: instituir um sistema complementar de aposentadoria para servidores que recebem acima do teto do INSS, hoje em R$ 7.087,22. Isso deveria ter sido feito até novembro de 2021. Além de descumprirem a lei, essas cidades podem ficar sem receber transferências voluntárias de recursos da União.

A adesão ao modelo foi uma das medidas aprovadas em caráter obrigatório na reforma nacional da Previdência. Apesar de deixar estados e municípios fora do texto final, o Congresso estabeleceu uma série de normas a serem aprovadas nos Legislativos locais.

Uma dessas normas obriga todas as cidades que têm regimes próprios de aposentadoria a criarem fundos de previdência complementar para seus servidores. Nem todos os municípios têm regime próprio, com regras especiais, e ainda dependem do INSS.

Porém, segundo levantamento da Secretaria de Previdência do Ministério do Trabalho, atualmente, 2.151 municípios têm regimes próprios de aposentadoria e, por isso, precisam se adaptar às novas regras.

Nó previdenciário — Foto: Arte/Infoglobo

Nó previdenciário — Foto: Arte/Infoglobo

Só 12,6% criaram o fundo

Destes, apenas 272 deles conseguiram implementar os fundos de previdência complementar para seus servidores. Isso representa apenas 12,6% do total. Ou seja, a regra não está sendo cumprida por 1.879 prefeituras.

O principal efeito da criação de um fundo de previdência complementar é de assegurar o equilíbrio das despesas com aposentadorias e pensões de servidores no futuro, ao limitar o valor da aposentadoria desses trabalhadores ao teto do INSS. Dessa forma, o que exceder o valor do benefício é complementado pelo rendimento das aplicações do fundo ao longo dos anos.

Isso significa que o servidor que ganha acima do teto do INSS e deseja se aposentar com esse valor receberia a diferença do fundo de previdência, e não do caixa da prefeitura. Os fundos de previdência complementar valem para novos servidores.

Mas quem está no serviço público tem a opção de migrar, se for mais vantajoso. Neste novo modelo, prefeituras e servidores (participantes) contribuem para o fundo de forma paritária, em igual valor.

As prefeituras que não implementaram o fundo complementar, porém, continuam pagando altos salários para um grupo de servidores, atuais e novos, o que pode complicar os cofres a médio e longo prazos, sobretudo para os regimes deficitários.

A remuneração média da maioria dos servidores, principalmente dos pequenos municípios, fica abaixo do teto do INSS. Mas um grupo entre 350 mil e 400 mil funcionários ganha acima de R$ 7 mil, conforme dados da Secretaria de Previdência.

Arte/ — Foto: Infoglobo

Arte/ — Foto: Infoglobo

Governo flexibiliza prazo

De acordo com a Secretaria, o total de servidores cobertos por regimes próprios nas capitais e demais municípios é de 3,734 milhões, sendo que 2,641 milhões ainda vão se aposentar. Nem todos os regimes próprios municipais são deficitários porque alguns foram criados mais recentemente.

No entanto, considerando todo o conjunto, o déficit do descasamento entre receitas e despesas alcançou R$ 9,8 bilhões em 2020, de acordo com dados mais recentes consolidados pelo governo federal. Se for considerado o resultado atuarial, quando são trazidos a valor presentes as despesas com todos os segurados num prazo de 75 anos, o déficit pula para R$ 905,5 bilhões.

Para integrantes da equipe econômica, os números mostram que a situação dos regimes próprios municipais exige a criação dos fundos de previdência complementar, medida já adotada pela União e por estados.

A própria reforma da Previdência fixou prazo de dois anos para que as prefeituras adotassem a medida. Esse prazo terminou em novembro de 2021. As cidades que não cumpriram as regras deveriam ter Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) bloqueado. Sem o documento, ficam vedadas as transferências voluntárias de recursos da União.

Diante do atraso das prefeituras em cumprir as regras, porém, o governo flexibilizou o prazo para evitar o bloqueio do CRP. Foi dado prazo até 31 de março para os prefeitos darem pelo menos o primeiro passo: aprovar nas suas câmaras o projeto que cria o regime de previdência complementar. E até 30 de junho para que eles completem as exigências e instaurem efetivamente os fundos.

De acordo com dados oficiais, 1.700 prefeituras conseguiram dar o primeiro passo. Desse universo, apenas 272 implementaram efetivamente o fundo. Resultado: quem não cumpriu a primeira etapa está com o CRP bloqueado desde 1º de abril, o que atinge 451 municípios.

Somente abaixo do teto

Para evitar que milhares de municípios sejam penalizados por não conseguirem cumprir todo o processo, o governo só vai restringir a concessão do CRP para quem contratar novos servidores com remuneração acima do teto do INSS. A partir de setembro, os entes terão que enviar ao governo federal uma declaração a cada bimestre, atestando que não contrataram nenhum servidor com remuneração acima do teto do INSS.

Para o economista e especialista em Previdência Paulo Tafner, a demora se deve às dificuldades enfrentadas por prefeitos para aprovar leis nas suas câmaras legislativas. Em vários municípios de pequeno porte, não há estrutura de apoio para a criação de entidades complexas como os fundos de previdência complementar.

O Ministério do Trabalho e Previdência informou em nota que tem adotado providências para incentivar e apoiar as prefeituras na implementação do fundo, com a edição de guias e realização de seminários. Segundo a pasta, o processo foi prejudicado pela pandemia de Covid-19 e o calendário eleitoral municipal.

— Claro que a criação do fundo de previdência complementar é importante, sobretudo nas capitais e grandes municípios. Mas este não é um processo simples e fácil — disse Tafner, que tem assessorado vários municípios nesse processo.

“Por essa razão, até meados de 2021 o número de entes com a previdência complementar em funcionamento ou pelo menos aprovada por lei ainda era bastante baixo”, diz a nota, que acrescenta: “Importante informar que desde o dia 1º de abril os entes que não aprovaram as leis estão com irregularidade impeditiva à renovação do CRP”.

Fonte: O Globo

Presidente da CBF volta a apoiar ligas e diz que vai buscar substituto de Tite só depois da Copa

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Ednaldo Rodrigues foi eleito presidente da CBF, em março, após (mais uma) crise na entidade. O baiano adotou um discurso de austeridade e transparência e tem afirmado que irá ajudar os clubes na formação da liga. Segundo contou, a “criação das ligas é um passo importante para o amadurecimento de todo ecossistema” do futebol.

O presidente da CBF também disse que ainda não conversou com Tite sobre a saída do treinador do cargo de técnico da seleção e que só irá buscar um nome para substituí-lo depois da Copa. Ednaldo também avalia que o trabalho de Pia Sundhage é de “renovação”.

Leia abaixo a entrevista com Ednaldo Rodrigues:

A sua gestão sempre se tornou favorável à criação da Liga. Porém, os clubes se dividiram em dois grupos por falta de consenso. Acredita que a CBF conseguirá deixar de organizar o Campeonato Brasileiro a curto prazo?

A CBF está comprometida em apoiar os clubes na criação de ligas profissionais e sempre estará envolvida com as competições de futebol no Brasil, assim como acontece na Inglaterra, Espanha, França e em todos os países em que há ligas e as associações nacionais são responsáveis por áreas como registro e arbitragem, por exemplo.

E a propósito, o futebol brasileiro como um todo, tende a se fortalecer muito com os clubes do topo da pirâmide assumindo mais responsabilidades na organização das suas competições, tanto pela otimização das receitas quanto pela possibilidade de buscar soluções para a base da pirâmide do futebol.

Hoje, praticamente 90% dos clubes registrados na CBF jogam em média 19 partidas por ano e a maioria só tem atividade durante o respectivo Campeonato Estadual, demitindo em seguida seus atletas, treinadores e comissão técnica. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), se todos os clubes que só jogam durante quatro meses por ano jogassem o ano inteiro, haveria a geração de 25 mil novos empregos e R$ 600 milhões por ano no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

A criação das ligas é um passo importante para o amadurecimento de todo ecossistema, que precisa enfrentar esses desafios coletivamente. O estatuto da FIFA, o Estatuto da Conmebol e o Estatuto da CBF preveem a existência de ligas. A lei brasileira também. Entre os 10 mercados mais desenvolvidos do futebol mundial o Brasil é o único país que ainda não tem liga. Já disse aos clubes, e reafirmo: podem contar com a CBF!

O técnico da seleção brasileira, Tite, comanda sua equipe durante amistoso contra o Japão, em Tóquio. — Foto: CHARLY TRIBALLEAU / AFP

Há alguns meses o senhor disse que ainda não havia conversado com o Tite sobre a saída dele do comando da seleção. Essa conversa já aconteceu?

Ainda não conversamos sobre isso.

A busca por um novo nome começou? O senhor acha que a seleção brasileira está pronta para ser treinada por um estrangeiro?

O foco está na Copa do Qatar. É hora do hexa. Essa conversa é para o período pós-Copa do Mundo.

Quais seus planos para trazer a seleção para mais próximo do torcedor?

Em primeiro lugar, jogando mais no Brasil e aproveitando melhor todos os investimentos feitos para construir e modernizar os estádios brasileiros. E também queremos mais proximidade com parceiros e patrocinadores da seleção em iniciativas de interação com a torcida, como treinos abertos, amplo engajamento do público através das redes sociais e a adoção de novas tecnologias, como o metaverso, por exemplo.

A seleção é um dos principais elementos da identidade nacional e o futebol é a metáfora do Brasil, que torce pela seleção e busca nela inspiração de valores como compaixão, respeito, amor, equilíbrio, alegria, amizade, compreensão mútua, solidariedade e jogo limpo, com o estímulo às boas práticas e princípios éticos universais que reforçam a vocação do futebol para ferramenta a serviço do desenvolvimento humano, econômico e social para a construção de um mundo melhor.

A sueca Pia Sundhage dá instruções para a seleção em treino antes da estreia na Copa América contra a Argentina — Foto: Thais Magalhães/CBF

Falando sobre futebol feminino, como avalia o trabalho da Pia?

É um trabalho de renovação da equipe, uma troca de geração. Isso exige um tempo para maturar, os resultados não são imediatos. Temos dado o apoio necessário a esse trabalho, que terá agora um grande desafio que é a Copa América, cujo resultado terá impacto direto na classificação da equipe para os Jogos Olímpicos de Paris. Torcemos e trabalhamos para que os resultados sejam excelentes. O futebol feminino brasileiro já teve um grande salto de qualidade em relação às competições nacionais e temos certeza que isso se refletirá na Seleção.

O senhor ficou de pleitear junto à Fifa uma indenização para a CBF por causa do Fifagate, conseguiu? Quanto será devolvido?

Já solicitamos isso formalmente, tanto à Fifa quanto à Conmebol. Ainda não tivemos uma resposta satisfatória e por isso seguimos insistindo.

Nos últimos meses aconteceram diversos episódios de racismo, homofobia e violência protagonizados por torcedores, tanto nos estádios quanto fora deles. A CBF criou uma comissão e anunciou um seminário que ainda não aconteceu. O que de fato já foi feito para combater esse tipo de prática no ambiente do futebol?

O seminário acontecerá em agosto e a CBF já tomou uma série de iniciativas como, por exemplo, a defesa de penas desportivas rigorosas para casos de violência e racismo, bem como o trabalho com o Observatório da Discriminação Racial no Futebol, que tem o objetivo de monitorar e divulgar os casos de racismo no futebol, e promover ações informativas e educativas que visem erradicar a intolerância que tanto macula a democracia das relações sociais.

Quem mede, controla, quem controla melhora. O racismo no futebol precisa ser tratado com extrema seriedade e, com o apoio da CBF, o Observatório almeja instrumentalizar o diálogo entre clubes, entidades, torcidas e movimentos sociais, através de conferências, workshops e seminários entre outros eventos, e assim fomentar ideias e buscar sugestões para combater a discriminação.

O esporte mobiliza e transforma vidas em todo o Brasil, contribuindo para a aprendizagem e proporcionando mais qualidade de vida, bem-estar e saúde a crianças e adultos. O futebol gera emprego, multiplica renda e é um importante fator de inclusão social. Além disso, pode e deve ser um agente mobilizador em prol de diferentes causas da sociedade, entre elas o combate a todo tipo de discriminação.

Fonte: O Globo

Rondônia confirmou dois casos de leishmaniose e mais de dez cães foram sacrificados; veja os cuidados

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Em maio de 2022, Cacoal (RO) registrou dois casos de leishmaniose e mais de dez cães foram sacrificados por conta da doença. Além disso, um caso suspeito está em investigação. De acordo com a Agevisa (Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia), os casos registrados em Rondônia foram detectados na zona rural de Cacoal. Após o diagnóstico, as famílias foram isoladas e tratadas.

Nesse sentido, o Diário da Amazônia conversou com o Dr. Cipriano, dermagastro. De acordo com o médico, as regiões mais propensas a terem casos de Leishmaniose são as zonas rurais. Isso devido a proximidade com animais silvestres.

“A leishmaniose tegumentar é adquirida quando o homem invade a floresta. Então ele é picado pelo mosquito palha e de duas semanas a dois meses, que é o período de incubação, o paciente pode apresentar uma bolinha vermelha. E vai aumentando de tamanho progressivamente. À medida que a bolinha vermelha aumenta de tamanho, ela tende a virar uma úlcera”, explicou.

Tratamento

Além disso, é fundamental que o paciente procure o quanto antes ajuda médica. Bem como evitar maiores complicações como a deformação do rosto.

“A tendência é que essa úlcera vá aumentando de tamanho. E pode ficar por um período indeterminado de tempo. Ela só vai curar com o tratamento. A maior complicação que pode acontecer com o paciente não tratado é a migração da leishmaniose para a mucosa nasal. Ou seja, para o nariz. E nesse caso o paciente pode evoluir para destruição nasal”, explicou o Dr. Cipriano, dermagastro.

De acordo com o dermagastro, o tratamento é feito com medicamentos específicos. Além disso, pode ser feito até mesmo em uma UBS (Unidade Básica de Saúde).

“O tratamento é feito com medicamentos específicos receitados pelo médico. Há dois medicamentos que não exigem a internação do paciente. Com isso o paciente fica em casa e vai receber a medicação em um posto de saúde ou em um hospital”, disse.

Quais cuidados tomar?

De acordo com a Fiocruz, as leishmanioses são um conjunto de doenças causadas por protozoários do gênero Leishmania. Em suma, essas enfermidades se dividem em leishmaniose tegumentar americana, que ataca a pele e as mucosas, e leishmaniose visceral (ou calazar), que ataca órgãos internos.

Ainda de acordo com a Fiocruz, a transmissão ocorre quando uma fêmea do mosquito palha infectada de flebotomíneo passa o protozoário a uma vítima sem a infecção, enquanto se alimenta de sangue. Tais vítimas, além do homem, são vários mamíferos silvestres.

“O primeiro cuidado é a pessoa não ir para a floresta. Se a leishmaniose está nos animais silvestres e o mosquito palha se alimenta do sangue desses animais o mosquito fica infectado. Com isso o mosquito pode transmitir a doença ao homem.”, explica o Dr. Cipriano, dermagastro.

Caso seja necessário ir à floresta, o que fazer:

Usar roupas que cubram os braços e pernas;
Fazer o uso de repelente;
Evitar áreas onde há muitos casos documentados da doença.

Fonte: Diário da Amazônia

Concurso do Coren-RO: prazo para se inscrever termina na quinta (14)

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Termina na próxima quinta-feira (14) o prazo final para se inscrever no concurso público do Conselho Regional de Enfermagem em Rondônia (Coren-RO). O certame tem vagas para nível médio e superior, com salários chegando a R$ 4 mil, mais benefícios.

As inscrições devem ser feitas através do site do Instituto Avalia, banca responsável pela realização do certame. Inicialmente serão distribuídas 7 vagas, além da formação de cadastro reserva.

Clique aqui para se inscrever ou ver o edital

A taxa para o nível médio é de R$ 60 e de R$ 62,50 para nível superior. As regiões de lotação são Porto Velho, Ariquemes (RO) e Vilhena (RO). Confira vagas, cargos e valores:

Cargos no Coren

Cargo Cidade de Lotação Vagas Salário
Assistente Técnico Administrativo Porto Velho, Ariquemes e Vilhena 4 vagas de ampla concorrência; 1 vaga para PcD; Formação de cadastro reserva. R$ 1.508,01
Analista de Sistemas Porto Velho Cadastro Reserva R$ 4.366,51
Enfermeiro Fiscal Porto Velho 2 R$ 4.366,51

Fonte: G1/RO

Real Ariquemes vence o Iranduba e garante vaga na 2ª fase do Brasileiro Feminino Série A2

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O Real Ariquemes venceu neste domingo o Iranduba por 1 a 0 no estádio Gentil Valério, em Ariquemes, e segue com 100% de aproveitamento na disputa do Campeonato Brasileiro Feminino Série A2. A partida foi válida pela quarta rodada da competição nacional.

O único gol da partida foi marcado por Naiane, aos 25 minutos do primeiro tempo.

Com o resultado, o Real Ariquemes chegou aos 12 pontos, se mantém na liderança do grupo D e está classificado para a próxima fase da competição nacional. Já o Iranduba divide a terceira posição da chave com o Cefama, ambos com um ponto.

Na próxima rodada, o Real Ariquemes encara no sábado o Cefama no estádio Nhozinho Santos, em São Luís. Já o Iranduba encara no domingo o JC no estádio Floro de Mendonça, em Itacoatiara.

Texto: Alexandre Almeida
Foto: Comunicação/Real Ariquemes