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Análise: competitivo e letal, Flamengo supera dificuldades e fica confortável no confronto

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A vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, que deixou o Flamengo mais perto da vaga na final da Copa do Brasil, foi uma prova da maturidade e alta capacidade competitiva que o time de Dorival Júnior alcançou.

São Paulo x Flamengo: Everton Ribeiro e João Gomes comemoram — Foto: Marcos Ribolli

Mesmo com um desempenho abaixo do que a equipe tem mostrado recentemente, conquistou um ótimo resultado fora de casa e soube sair de uma situação que está pouco acostumado: ser pressionado e exigido na defesa. Na frente, foi letal para conquistar a vantagem.

Flamengo teve mais a bola, e o São Paulo se fechou em busca dos contra-ataques. Um dos pontos fortes do time de Dorival não se repetiu na partida. Os jogadores de frente não conseguiram fazer o “perde e pressiona” com eficiência, e o Tricolor criou muitas chances, principalmente pela esquerda com Patrick.

Melhores momentos: São Paulo 1 x 3 Flamengo, pela semifinal da Copa do Brasil

O goleiro Santos mais uma vez teve participação decisiva com defesas importantes. Na frente, o Flamengo foi letal. Everton Ribeiro achou João Gomes dentro da área, e o volante marcou de cabeça.

– A nossa marcação não encaixou em sentido nenhum. Nós demos espaço. Mas mesmo assim a nossa última linha estava muito bem postada e isso é um ponto positivo da nossa equipe. Foi um dia que não tivemos uma partida equilibrada dentro das nossas condições e, mesmo assim, fomos letais nas jogadas criadas – analisou Dorival.

Patrick deu muito trabalho para a defesa do Flamengo — Foto: Marcos Ribolli

Patrick deu muito trabalho para a defesa do Flamengo — Foto: Marcos Ribolli

A essa altura o São Paulo já estava rondando com perigo a meta rubro-negra. Aos 21 do segundo tempo, Rodrigo Nestor conseguiu acertar o canto de Santos e diminuiu.

Dorival mexeu no time para dar mais fôlego, e coube a Everton Cebolinha, já aos 48 do segundo tempo, decretar o 3 a 1 que deixa o Flamengo mais confortável para o jogo de volta, dia 14 de setembro, no Maracanã. Foi o primeiro do atacante pelo clube.

Por GE

Presidente da Federação de Futebol Rondônia reforça apoio a CBF na luta contra o Racismo e à violência no futebol brasileiro.

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A Confederação Brasileira de Futebol abriu hoje o Seminário de Combate ao Racismo e à Violência no Futebol. O evento conta com a participação do cantor Gilberto Gil, Alejandro Domínguez Presidente da CONMEBOL.

O Presidente da FIFA, Gianni Infantino, também participou do Seminário de Combate ao Racismo e à Violência no Futebol, enviando uma mensagem de vídeo. “”Não há lugar para o racismo, nem para a violência, no futebol ou na sociedade. E a FIFA e o futebol devem permanecer unidos contra esses males. Não se pode permitir que a discriminação, seja ela de qualquer tipo, destrua o nosso querido esporte. Neste assunto, não há margem para erros”, disse o Presidente da entidade maior do futebol mundial.

O presidente da CBF Ednaldo Rodrigues mostrou incômodo com a ascensão dos episódios de racismo no futebol brasileiro e frisou a importância de institucionalizar a luta contra o preconceito e a violência.

“Fiz questão de realizar esse evento aqui na sede da CBF para mostrar ao mundo do futebol e aos preconceituosos que ainda frequentam os estádios do país e do mundo que estamos lutando para bani-los. Sabemos que a realidade é dura. Mas estamos aqui para mudar”, disse o Presidente da CBF.

Para Heitor Costa, Presidente da Federação de Futebol de Rondônia, a iniciativa da CBF é fundamental pra combater o preconceito e a violência no futebol. “Ta na hora da gente se unir contra o racismo e a violência, não dá mais para aceitar essas atitudes no esporte, esse pontapé da CBF é fundamental para a gente tentar acabar com o preconceito e a violência no futebol e em qualquer outro esporte” ressaltou Heitor Costa.

O Presidente da CBF anunciou a criação de um Grupo de Trabalho permanente, com a participação de diversos setores da sociedade para estruturar propostas concretas. Ednaldo Rodrigues destacou ainda que sua gestão na CBF já tem se notabilizado por ser mais inclusiva. Desde que ele assumiu a presidência, a entidade passou a ter duas mulheres como diretoras: Samantha Longo, na Diretoria Jurídica, e Luísa Rosa, na Diretoria de Patrimônio. Em mais de 100 anos de história, a CBF nunca havia integrado uma mulher em seu corpo diretivo.

Além das duas diretoras, o Presidente da CBF ressaltou também a importância de Aline Pellegrino, gerente da Diretoria de Competições, e de Regildênia Holanda Moura, a primeira mulher no comando da Comissão de Arbitragem. A iniciativa de tornar a CBF um lugar mais igualitário vem da própria vivência de Ednaldo. Baiano de Vitória da Conquista, o dirigente sabe bem o que é sofrer preconceito e usa essa experiência pessoal a seu favor no combate à discriminação.

“Tais atitudes nunca me imobilizaram e agora, mais do que nunca, servem de combustível para superação dos obstáculos na luta por uma sociedade mais justa, mais humana e mais fraterna”, atestou.

 

 

 

Cármen Lúcia é eleita ministra efetiva do TSE

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A votação foi feita de forma simbólica pelo plenário do STF

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia foi eleita hoje (24) para vaga de ministra efetiva do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições.

A votação foi feita de forma simbólica pelo plenário do STF. Na semana passada, o ministro Edson Fachin, que ocupava a presidência do tribunal, deixou o cargo, abrindo uma vaga de membro efetivo. Cármen Lúcia já ocupava uma vaga de ministra substituta.

 

As cadeiras efetivas do STF no tribunal eleitoral também são ocupadas pelo presidente, Alexandre de Moraes, e o vice-presidente, Ricardo Lewandowski.

O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do STJ, e dois membros da advocacia, que são nomeados pelo presidente da República

 

 

 

Agência Brasil

Limite do comprimento de caminhão articulado poderá excluir cabine, prevê projeto

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Projeto que tramita no Senado prevê que o limite de comprimento para os veículos de carga articulados não considere o tamanho da cabine. O PL 2.084/2022, do senador Jorginho Mello (PL-SC), altera o Código de Trânsito Brasileiro para permitir o aumento no tamanho da cabine e promover maior conforto ao motorista em sua jornada de trabalho.

O texto propõe que a Resolução 882/2021 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) — que define comprimento total como a medição entre as extremidades dianteira e traseira do veículo — deixe de considerar a cabine de veículos articulados de transporte de cargas, já que “para quem carrega, é economicamente inviável diminuir a capacidade de carga para aumentar a cabine de maneira expressiva”.

O autor do projeto explica que a atual legislação faz com que veículos de carga possuam cabines apertadas e sem o conforto necessário para o trabalho e descanso adequado dos condutores, podendo promover acidentes, uma vez que a chamada boleia se torna moradia para esses motoristas.

“Essa simples diferença no sistema de medição incentivará as montadoras a oferecerem veículos com cabines mais amplas e confortáveis aos caminhoneiros brasileiros, especialmente para um descanso mais restaurador”, defende Jorginho Mello.

Por Vinícius Vicente, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Fonte: Agência Senado

Horário eleitoral estreia na sexta-feira com novas regras de distribuição de tempo

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O horário gratuito de rádio e televisão para o primeiro turno das eleições começa nesta sexta-feira (26) e vai até 29 de setembro. O tempo de cada legenda ou coligação ficou definido no Plano de Mídia das Eleições 2022, aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (23). Na hipótese de ocorrer segundo turno para o cargo de presidente da República, o TSE vai elaborar uma nova previsão.

O período oficial de campanha eleitoral dos candidatos registrados para disputar as eleições de 2022 começou em 16 de agosto. Por isso já estão liberados comícios, caminhadas, distribuição de panfletos e propaganda na internet. Com o início da propaganda eleitoral gratuita, começam a ser reproduzidos os materiais de propaganda dos candidatos no rádio e televisão.

Consta do plano de mídia a ordem e o tempo de veiculação da propaganda (em bloco e inserções) que cada partido ou coligação terá para promover suas candidaturas. A ordem para o primeiro dia da propaganda foi definida por sorteio e ficou da seguinte forma:

  • PTB (legenda de número14);
  • Partido União Brasil (número 44);
  • Partido Novo (número 30);
  • Coligação Brasil da Esperança (número 13);
  • Coligação Brasil para Todos (número 15);
  • Coligação Pelo Bem do Brasil (número 22);
  • PDT (número12).

A norma explicita que a propaganda do partido político, da federação ou da coligação que for veiculada por último será a primeira a ser apresentada no dia seguinte, seguido pelos demais programas estabelecidos no sorteio. A regra faz referência às transmissões divididas em blocos.

Tempo e quantidade de inserções

Com base nas chamadas sobras eleitorais — critério que leva em conta as vagas não preenchidas nas eleições proporcionais após a divisão dos votos pelo número de cadeiras —, o plano definiu que a coligação Brasil para Todos, o partido Novo e a coligação Brasil da Esperança ganharam, cada uma, mais uma inserção no total. Com isso, o tempo diário de propaganda e a quantidade de inserções de cada legenda ou coligação foram estabelecidos da seguinte forma:

  • Coligação Brasil para Todos: 2 minutos e 20 segundos / 185 inserções;
  • União Brasil: 2 minutos e 10 segundos / 170 inserções;
  • Coligação Pelo Bem do Brasil: 2 minutos e 38 segundos / 207 inserções;
  • Partido Novo: 22 segundos / 30 inserções;
  • Coligação Brasil da Esperança: 3 minutos e 39 segundos / 287 inserções;
  • PDT: 52 segundos / 68 inserções;
  • PTB: 25 segundos / 33 inserções.

Pela regra, só têm direito ao horário eleitoral os partidos políticos que obtiverem, nas eleições para a Câmara dos Deputados, no mínimo, 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma delas; ou tiverem elegido pelo menos 15 deputados federais em pelo menos um terço das unidades da Federação.

Pool de emissoras

A lei determina a formação de um pool de emissoras de rádio e televisão para o recebimento de mídias, em formato digital, e para a geração de sinal dos programas referentes à propaganda eleitoral, que já está em funcionamento no TSE. Um pool de imprensa consiste em um grupo de representantes de todos os tipos de mídia que se unem para cobrir um evento.

Por Mateus Souza, sob supervisão de Dante Accioly

Fonte: Agência Senado

Piso da enfermagem: entidades apontam risco de hospitais demitirem

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Uma consulta feita com 2.511 estabelecimentos brasileiros de saúde indica que a criação dos pisos salariais nacionais para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras pode resultar no fechamento de 20 mil leitos hospitalares em todo o país e em até 83 mil demissões.

lei que define os valores mínimos que serão pagos aos profissionais entrou em vigor no último dia 5. O texto aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, estabelece que nenhum enfermeiro pode receber menos que R$ 4.750, independentemente de trabalhar na iniciativa privada ou no serviço público federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal.

 

Para técnicos de enfermagem, o ganho não pode ser inferior a 70% deste valor, ou seja, a R$ 3.325. Já os auxiliares e as parteiras não podem receber menos que a metade do piso pago aos enfermeiros, ou seja, menos que R$ 2.375. União, estados, Distrito Federal e os municípios têm até o fim do atual exercício financeiro para ajustar as remunerações e os respectivos planos de carreira de seus profissionais. Já para trabalhadores celetistas, os pisos já estão em vigor.

Os responsáveis pela pesquisa sustentam que a adequação ao piso salarial elevará as despesas das instituições com as folhas de pagamento na média, em 60%. Razão pela qual 77% das instituições consultadas responderam que, para pagar os valores estipulados na Lei 14.434, terão que reduzir o número de enfermeiros contratados.

Além disso, 65% dos entrevistados afirmaram que também terão que demitir pessoal de outras áreas. Além disso, 59% preveem o cancelamento de investimentos e 51% acreditam que terão que reduzir o número de leitos hospitalares.

“Os impactos são imediatos. A folha de pagamento está aí. Esse levantamento é só uma amostra do que será desencadeado pelo Brasil”, afirmou, em nota, o presidente da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), Mirocles Véras, destacando que os estabelecimentos filantrópicos que atendem a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e que, segundo ele, há tempos “sofrem com o subfinanciamento” público, sentirão ainda mais os reflexos do aumento dos custos.

“A redução na assistência à população será certa, bem como redução dos postos de trabalho em todas as categorias, especialmente na enfermagem. Todos os investimentos, melhorias em infraestrutura serão cancelados, sem previsão de luz no fim do túnel”, acrescentou Véras.

Valorização

Membro do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Daniel Menezes de Sousa rebateu as conclusões das entidades responsáveis pela pesquisa. “Defendemos que é preciso melhorar o financiamento à saúde pública e nos solidarizamos com o setor filantrópico, cuja importância é vital. Ocorre que os problemas de financiamento deste segmento não vêm de hoje, não sendo correto atribuir à valorização dos trabalhadores a possibilidade de serviços virem a ser inviabilizados”, ponderou Sousa, afirmando à Agência Brasil que cabe ao Congresso Nacional e ao Poder Executivo “ajustar a conta”.

“A aprovação do projeto que desonera a folha de pagamento do setor seria muito importante. Já o estabelecimento do piso vai qualificar o trabalho. Muitos profissionais hoje forçados a fazer jornadas duplas ou triplas para sobreviver poderão inclusive abrir mão de um destes trabalhos, dando vez a outros profissionais que não encontram vagas”, comentou Sousa.

Além da CMB, participaram da organização da pesquisa outras quatro grandes entidades do setor hospitalar brasileiro: Confederação Nacional de Saúde – CNSaúde; Federação Brasileira de Hospitais – FBH; Associação Nacional de Hospitais Privados – Anahp e Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica – Abramed.

 

 

 

Agência Brasil

E-Título substitui título eleitoral impresso; conheça outros aplicativos da eleição

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Lançado em 2018, o e-Título é o aplicativo da Justiça Eleitoral que substitui no dia das eleições o tradicional título de eleitor impresso. O documento eletrônico pode ser baixado em qualquer plataforma para uso no celular ou no tablet, oferece diversas facilidades e permite o acesso rápido a informações eleitorais.

Além de fornecer a via digital do título de eleitor, o e-Título serve para gerar certidões de quitação eleitoral e de crimes eleitorais, emitir e pagar multas, consultar o local de votação, justificar a ausência às urnas e se inscrever como mesário voluntário, entre outros serviços, eliminando a necessidade de se dirigir a um cartório eleitoral.

Para utilizar o e-Título, o eleitor deve inserir o número do título ou do CPF, seu nome, nome da mãe e do pai e data de nascimento. Depois, é só seguir os passos indicados.

O eleitor que já tenha feito o cadastramento biométrico (impressão digital, fotografia e assinatura) terá uma fotografia na sua versão do e-Título, facilitando a identificação na hora do voto. Caso contrário, deverá levar outro documento oficial com foto para se identificar ao mesário no dia da votação.

Como regra, não é preciso ter o título de eleitor em mãos, caso a pessoa saiba a seção e o local em que vota. Basta levar um documento oficial com foto.

Integrante da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), Bruno Andrade recomenda que os eleitores baixem o aplicativo e-Título com antecedência.

— A gente orienta que a população baixe o aplicativo e-Título e emita seu título de eleitor antes do dia da eleição para que, no dia, possa utilizar o aplicativo sem qualquer intercorrência.

A Justiça Eleitoral conta ainda com outros aplicativos para auxiliar o eleitor:

  • Resultados permite que o cidadão acompanhe a apuração das eleições
  • Boletim na Mão fornece uma cópia digital dos boletins de urna
  • Pardal permite o envio de denúncias com indícios de fake news, práticas indevidas ou ilegais no âmbito da Justiça Eleitoral
  • Stickers reúne personagens de campanhas e ações de conscientização contra a desinformação
  • Mesário foi desenvolvido para treinar e auxiliar os mesários antes e durante as eleições.

Da Agência Câmara 

Fonte: Agência Senado

OAB-RO realiza II Colégio de Presidentes de Subseções nesta quinta-feira, 25

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Esse será o segundo encontro dos presidentes

Reforçando o sentimento de união entre a advocacia rondoniense, os dirigentes de Ordem estarão reunidos em Porto Velho, nesta quinta-feira (25), para o II Colégio de Presidentes de Subseções – Gestão 2022-2024, que será realizado em formato híbrido. O encontro visa possibilitar o planejamento, destacando projetos, ações de interiorização, valorização da advocacia, defesa das prerrogativas, ética profissional entre outros.

Esse será o segundo encontro dos presidentes. No primeiro, ocorrido em 20 de maio, a diretoria da Seccional organizou uma visita à Central de Processos Eletrônicos do Poder Judiciário, palestra e apresentação do controlador geral da OAB Nacional. Por outro lado, os gestores das Subseções apresentaram demandas coletivas e individuais.

“Esses encontros fomentam a integração, a unicidade, tanto das Seccional com as Subseções, com a Escola Superior da Advocacia, com a Caixa de Assistência. Nossa gestão é plural e precisamos conhecer a realidade local, trocar experiências e falar uma única voz: a advocacia”, destaca Márcio Nogueira.

Entre as pautas que devem ser debatidas estão: Justiça Rápida do TJRO; Juizado Especial; Gratuidade da Justiça; Atuação da Defensoria Pública no Estado de Rondônia; CPE; Interiorização dos cursos da ESA; marketing jurídico; fiscalização de advogados que atuam sem inscrição suplementar e possuem mais de cinco processos ativos; entre outros.

 

 

Ascom OAB/RO

Senado abre inscrição para concurso; prazo vai até 21 de setembro

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Remuneração varia de R$ 19 mil a R$ 33 mil

Interessados em trabalhar no Senado Federal tem até o dia 21 de setembro para se inscrever em concurso público para seleção de novos servidores da Casa. Os salários variam de R$ 19.427 a R$ 33.461.

“O último concurso no Senado foi há 10 anos. Claro que toda organização precisa de uma renovação e de uma recomposição de quadros. Nós temos uma excelente experiência com o quadro de servidores que atualmente compõem o Senado, e vimos que era momento de renovar esse quadro de servidores. Por isso, a Mesa Diretora do Senado aprovou o concurso, explicou a diretora-geral, Ilana Trombka.

Os candidatos podem se inscrever no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para as 22 vagas iniciais e um cadastro de reserva com 992 vagas. Destas, 704 são de concorrência geral, 205 para negros e 83 para pessoas com deficiência.

O concurso tem validade de dois anos, mas pode ser prorrogado por igual período. Segundo Trombka, as nomeações devem ocorrer a partir do próximo ano. Há vagas para analista legislativo em diversas especialidades (11 vagas); analista legislativo para registro e redação parlamentar (1 vaga); advogado (1 vaga); consultor em diversas áreas (2 vagas); e técnico legislativo – policial legislativo (7 vagas).

A taxa de inscrição custa R$ 55 (técnico legislativo), R$ 73 (analista legislativo) e R$ 94 (advogado e consultor). Os candidatos aos cargos deverão ter ensino superior completo, realizado em instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), além de outras exigências de acordo com a vaga de interesse.

Provas

As provas objetiva e discursiva serão realizadas em todas as capitais, e as demais fases, em Brasília. No dia 6 de novembro, os candidatos fazem as provas objetiva e discursiva para técnico e analista, e somente objetiva para advogado e consultor. No dia 27 de novembro, será a vez da prova discursiva para advogado e consultor.

 

 

 

Agência Senado

MPF quer saber se município de Ariquemes (RO) cumpriu reajuste aos professores

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Cidadã denunciou que município não implementou reajuste no percentual de 33,24%

O Ministério Público Federal (MPF) quer saber se o município de Ariquemes (RO) está cumprindo a determinação de investir 70% dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) na remuneração dos profissionais da educação e se implementou o reajuste no vencimento básico dos professores no percentual de 33,24% definido pelo governo federal.

Os questionamentos do órgão ocorrem dentro de procedimento apuratório instaurado na Procuradoria da República em Rondônia a partir de representação de cidadã denunciando a omissão do município em conceder esse reajuste.

O MPF, por meio de ofício, questionou a Procuradoria Geral do Município de Ariquemes sobre a questão. O órgão se manifestou reconhecendo que há obrigatoriedade de atendimento ao piso salarial nacional, mas que isso não quer dizer que o percentual/incidência deva ocorrer de forma automática e linear. A PGM defendeu que o reajuste deve ocorrer em forma complementar para aqueles que porventura recebam inferior ao estabelecido nacionalmente. O órgão declarou que a denunciante se equivoca ao entender que o município de Ariquemes deveria aplicar o percentual de 33,24% linearmente.

Para corroborar a resposta, encaminhou cópia de resultado de consulta formulada pela Associação Rondoniense de Municípios (AROM)  ao TCE/RO, no qual o referido Tribunal de Contas apresentou parecer prévio dirimindo todas as dúvidas. O TCE alertou que o índice de 33,24% para cálculo do reajuste não deve ser aplicado de forma indiscriminada e automática, sendo devido tão somente no montante necessário para atingir ao valor do piso atualizado.

Já o Ministério Público de Contas junto ao TCE/RO, em resposta ao questionamento MPF,  informou que não houve análise da situação concreta de Ariquemes pelo MP junto ao TCE, mas que o entendimento do TCE é de que o índice de 33,24% para o cálculo do reajuste não é automático, linear, mas tão somente nos casos em que não se atinge o valor previsto do piso atualizado.

Para o procurador regional dos Direitos do Cidadão Raphael Bevilaqua, mesmo diante desses argumentos, como a PGM não apresentou a tabela de vencimentos básicos atual da categoria, o município de Ariquemes não conseguiu demonstrar que, de fato, cumpre o preconizado pela legislação federal, dificultando a avaliação da questão pelo órgão ministerial.

Assim, considerando a necessidade de fiscalizar e cobrar ações dos órgãos públicos para efetivamente cumprir o que preconiza a Constituição Federal e legislação em vigor no tocante a direitos básicos (direitos tutelados pela PFDC/PRDC) e proporcionar a análise aprofundada da questão, o procurador regional dos Direitos do Cidadão solicitou da PGM o encaminhamento de cópias atualizadas da Lei de Plano de Cargos e Salários da Educação Básica do município de Ariquemes, com a tabela de valores atualizados do vencimento básico dos profissionais da educação.

Ele também pediu o encaminhamento de cópias do demonstrativo das receitas e despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino, com a informação expressa se o município de Ariquemes está cumprindo ou não o percentual mínimo de 70% do Fundeb na remuneração dos profissionais da educação e, ainda, a informação expressa se o município de Ariquemes recebe, ou não, a complementação estabelecida no artigo 4º da Lei nº 11.738/2008.

 

 

 

Ascom MPF/RO