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Deputada Rosangela Donadon emite nota de pesar pelo falecimento de Anedino da Farmácia

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Nota de pesar

A deputada estadual Rosangela Donadon manifesta profundo pesar pelo falecimento de Anedino Carlos Pereira, conhecido como Anedino da Farmácia, ex-prefeito de Colorado do Oeste, ocorrido nesta quarta-feira, 21 de janeiro, em decorrência de um trágico acidente no centro do município.

Reconhecido por sua atuação na vida pública, Anedino construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com o desenvolvimento de Colorado do Oeste e pela proximidade com a população, deixando um legado de trabalho e dedicação ao município.

Neste momento de dor, a deputada estadual Rosangela Donadon se solidariza com os familiares, amigos e com toda a população de Colorado do Oeste, desejando conforto e força para enfrentar esta perda irreparável.

Por assessoria

Rosangela Donadon solicita ação do Rondônia Cidadã para ampliar serviços à população de Urupá

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Indicação apresentada na Assembleia Legislativa busca fortalecer o acesso à cidadania e à saúde no município

A deputada estadual Rosangela Donadon (União Brasil) apresentou indicação na Assembleia Legislativa de Rondônia solicitando a realização de uma ação do Programa Rondônia Cidadã no município de Urupá. A proposta atende a um pedido de Luciano Viana D’Orazio e tem como objetivo ampliar o acesso da população a serviços essenciais, promovendo cidadania e mais qualidade de vida aos moradores.

A indicação foi encaminhada ao Poder Executivo, por meio da Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (SEAS), com a finalidade de fortalecer a presença do programa no município. A iniciativa busca atender de forma organizada e eficiente às demandas locais, especialmente na área de documentação civil.

Com a ampliação da procura pela nova Carteira de Identidade, a ação do Rondônia Cidadã em Urupá contribuiria para facilitar o atendimento à população, evitando deslocamentos para outros municípios e garantindo mais comodidade aos cidadãos, sobretudo idosos, famílias e trabalhadores.

Além dos serviços de emissão de documentos, a indicação sugere a oferta de atendimentos médicos básicos e especializados, como consultas com clínico geral, oftalmologista, ortopedista e psiquiatra, além de triagens e encaminhamentos na área da saúde, fortalecendo o cuidado integral à população.

Para Rosangela Donadon, a solicitação reforça o compromisso com políticas públicas que aproximam o Estado da comunidade e promovem inclusão social. A deputada destaca que ações integradas como o Rondônia Cidadã são fundamentais para assegurar direitos e ampliar o acesso a serviços públicos no interior de Rondônia.

Por assessoria

Balança comercial mantém superávit de R$ 20,3 bilhões em janeiro

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Mesmo com um resultado pontualmente negativo na terceira semana, a balança comercial brasileira mantém saldo positivo robusto em janeiro, acumulando superávit de R$ 20,3 bilhões até agora. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (19.01) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Na terceira semana de janeiro, o saldo semanal foi negativo em R$ 1,32 bilhão, reflexo de exportações de R$ 27,9 bilhões e importações de R$ 29,2 bilhões. Ainda assim, o desempenho acumulado do mês segue positivo, sustentado pelo forte ritmo das vendas externas e pela retração das importações em relação ao ano passado.

De acordo com o MDIC, a expectativa oficial é de que o superávit comercial brasileiro em 2026 fique entre R$ 378 bilhões e R$ 486 bilhões. As exportações devem alcançar entre R$ 1,84 trilhão e R$ 2,05 trilhões, enquanto as importações são estimadas entre R$ 1,46 trilhão e R$ 1,57 trilhão, confirmando a manutenção de um saldo estruturalmente positivo ao longo do ano.

Exportações crescem em todos os setores

Até a terceira semana de janeiro, as exportações somaram R$ 80,9 bilhões, crescimento de 18% em relação ao mesmo período do ano passado. O avanço foi registrado em todos os grandes segmentos da economia.

A Agropecuária respondeu por R$ 11,9 bilhões, com alta de 16,6%, reforçando o papel do agronegócio como base do superávit comercial. A Indústria Extrativa teve crescimento ainda mais expressivo, de 32,6%, totalizando R$ 26,2 bilhões. Já a Indústria de Transformação exportou R$ 42,4 bilhões, avanço de 10,9% na comparação anual.

Importações recuam e ajudam no saldo positivo

No sentido oposto, as importações totalizaram R$ 60,6 bilhões até a terceira semana do mês, queda de 2,6% frente ao mesmo intervalo de 2025. A retração contribuiu diretamente para a manutenção do superávit acumulado.

As compras externas da Agropecuária somaram R$ 1,23 bilhão, com forte queda de 26%. Na Indústria Extrativa, as importações atingiram R$ 2,75 bilhões, recuo de 8%. Já a Indústria de Transformação respondeu por R$ 56,2 bilhões, retração mais moderada, de 1,7%.

Para analistas, o conjunto dos dados confirma que, apesar de oscilações pontuais semanais, a balança comercial brasileira inicia o ano com fundamentos sólidos, sustentada pelo bom desempenho das exportações — especialmente do agronegócio — e por um ritmo mais contido das importações.

Pensar Agro

Inadimplência no campo avança e atinge 8,3% da população rural

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A inadimplência entre produtores rurais brasileiros voltou a crescer e alcançou 8,3% no terceiro trimestre de 2025, refletindo um ambiente ainda marcado por margens apertadas, custos elevados e acesso mais restrito ao crédito. O índice representa alta de 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e avanço de 0,9 ponto na comparação anual, segundo levantamento divulgado pela Serasa Experian.

Apesar do aumento gradual, a leitura do mercado é que o endividamento segue relativamente controlado quando comparado ao volume total de crédito rural concedido nos últimos anos. Ainda assim, o cenário exige atenção, especialmente em segmentos mais expostos à volatilidade de preços e ao impacto climático. Para a Serasa, o momento reforça a importância de gestão de risco e planejamento financeiro nas propriedades.

O levantamento mostra que a inadimplência não está distribuída de forma homogênea no campo. O maior índice aparece entre produtores sem registro rural formal, grupo que inclui arrendatários e integrantes de grupos econômicos, com 10,8% de inadimplência. Entre os grandes proprietários, o percentual chega a 9,6%, seguido por médios produtores (8,1%) e pequenos produtores (7,8%).

A análise por faixa etária também revela diferenças relevantes. Os produtores mais jovens concentram os maiores índices de atraso. Na faixa entre 30 e 39 anos, a inadimplência chega a 12,7%, enquanto produtores com idade mais avançada apresentam níveis bem inferiores, sugerindo maior capitalização ou menor exposição ao crédito recente.

Quando observada a origem das dívidas, o peso maior está nos compromissos assumidos junto a instituições financeiras, que concentram 7,3% dos atrasos. Nessa categoria, a dívida média dos produtores inadimplentes é de R$ 100,5 mil, refletindo tíquetes elevados e prazos mais longos característicos do crédito rural.

Já os débitos com credores do próprio setor agropecuário, como fornecedores de insumos e serviços, apresentam inadimplência bem menor, de 0,3%, embora o valor médio das dívidas seja mais alto, em torno de R$ 130,3 mil. Isso indica que, mesmo com poucos atrasos, há concentração relevante de risco financeiro nesse tipo de relação comercial.

Do ponto de vista regional, o Sul do país segue como a área com menor nível de inadimplência rural, registrando 5,5% da população com débitos em atraso. O desempenho contrasta com o observado no Norte (12,4%), Nordeste (9,7%) e Centro-Oeste (9,4%). O Sudeste aparece em posição intermediária, com 7%.

Entre os Estados, os três do Sul mantêm índices abaixo de 6%, com destaque para o Rio Grande do Sul, que apresenta a menor inadimplência do Brasil, em 5,1%. Especialistas atribuem esse resultado à maior presença de cooperativas, ao uso mais disseminado de seguro rural e à maior adesão a programas de renegociação de dívidas, que ajudam a suavizar períodos de estresse financeiro.

Para o mercado, o avanço da inadimplência não indica uma crise generalizada no campo, mas sinaliza um período de ajuste, em que a seletividade do crédito, o custo financeiro elevado e a instabilidade de preços continuam pressionando parte dos produtores. A expectativa é que medidas de renegociação e políticas de mitigação de risco sejam determinantes para evitar um agravamento do quadro ao longo de 2026.

Pensar Agro

Exportações de carne bovina devem repetir recorde apesar de freio chinês

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Após encerrar 2025 com crescimento expressivo nas exportações de carne bovina, a indústria brasileira entra em 2026 com expectativa de manter volumes próximos do recorde, mesmo diante de mudanças relevantes no principal mercado externo do setor. A projeção da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) é que os embarques fiquem entre 3,3 milhões e 3,5 milhões de toneladas neste ano, patamar semelhante ao alcançado no ciclo anterior.

A estimativa considera a ampliação do número de destinos e o avanço das negociações comerciais em andamento. O setor aposta na diversificação de mercados como estratégia para reduzir a dependência da China, que anunciou no fim de 2025 a adoção de uma cota anual de 1,1 milhão de toneladas de carne bovina brasileira sem tarifa, volume inferior ao exportado ao país asiático no ano passado. As vendas que ultrapassarem esse limite passam a ser taxadas em 55%.

Apesar da restrição, a avaliação da indústria é que o impacto não deve resultar em retração abrupta dos embarques totais. O Brasil exporta atualmente para mais de 170 países, e a entidade vê espaço para crescimento em outros mercados asiáticos, além de negociações em curso com destinos considerados estratégicos, como Japão, Coreia do Sul, Vietnã e Turquia. Ainda assim, o setor reconhece que nenhum desses mercados tem capacidade de absorver, no curto prazo, volumes comparáveis aos da China.

A expectativa é que parte dos importadores chineses continue comprando acima da cota, mesmo com tarifa, em função da demanda firme por proteína animal no país. Esse movimento, no entanto, tende a ser pontual. A principal incógnita, segundo a Abiec, é a forma como o governo chinês vai operacionalizar a medida — se a cota será distribuída ao longo do ano ou concentrada em períodos específicos, o que pode gerar volatilidade nos embarques.

Diante desse cenário, a entidade intensificou o diálogo com o governo brasileiro. Reuniões com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) vêm sendo realizadas para discutir alternativas que ajudem a mitigar os efeitos da decisão chinesa, incluindo linhas de crédito, abertura de novos mercados e reconhecimento de acordos sanitários.

No front europeu, a assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia, no último fim de semana, é vista como positiva, mas com efeitos graduais. A avaliação da indústria é que o tratado deve permitir um crescimento moderado, na casa de 5% ao ano, nas exportações de carne bovina ao bloco, sem provocar uma mudança estrutural no curto prazo.

Hoje, o acesso da carne brasileira à Europa ocorre principalmente por meio da Cota Hilton, voltada a cortes nobres de maior valor agregado. Com o acordo, a tarifa aplicada a esses embarques será reduzida de forma progressiva, de 20% para zero, o que melhora a competitividade do produto brasileiro. Ainda assim, trata-se de um mercado restrito em volume, concentrado em países como Itália, Países Baixos, Alemanha e Bélgica.

O tratado também prevê a criação de uma cota adicional de 99 mil toneladas para os países do Mercosul, com tarifa intraquota de 7,5%, distribuída gradualmente ao longo de seis anos. Pelo desenho atual, o Brasil deve ficar com cerca de 40 mil toneladas, mas a liberalização total só deve ocorrer na próxima década. Além disso, salvaguardas previstas no acordo funcionam como um limitador para crescimentos mais acelerados das importações europeias.

Na avaliação da Abiec, o acordo amplia oportunidades e ajuda a pulverizar mercados, mas não substitui a relevância da China nem representa uma solução definitiva para o setor. O cenário para 2026, portanto, é de manutenção de volumes elevados, com maior esforço de gestão comercial, adaptação às novas regras internacionais e foco na diversificação como estratégia de longo prazo.

Pensar Agro

Calendários de pagamento de 2026: confira as datas para servidoras e servidores ativos, aposentadas/os e pensionistas

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Com o objetivo de facilitar a organização financeira das servidoras e servidores ativos, aposentadas, aposentados e pensionistas, o Sindicato das Trabalhadoras e Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO) reuniu as datas de pagamento das esferas: federal, estadual e municipal para 2026. Confira abaixo as informações detalhadas de cada esfera.

Esfera federal
Em 2026, as servidoras e servidores públicos federais continuarão recebendo suas remunerações no primeiro dia útil de cada mês. Casos específicos, como o adiantamento da gratificação natalina (13º salário), seguirão cronogramas diferenciados. Confira o calendário de pagamento federal:

Esfera estadual
O Governo de Rondônia publicou no Diário Oficial do Estado de Rondônia, o calendário anual de pagamento para 2026, contemplando as datas para servidores ativos, aposentados e pensionistas. O cronograma também inclui as datas de liberação das duas parcelas do 13º salário. Confira abaixo as datas de pagamento para o Estado de Rondônia:
  

Esfera municipal
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Economia (Semec), publicou a Portaria nº 130/2025, estabelecendo o calendário anual de pagamento dos salários das servidoras e servidores municipais para 2026. Confira abaixo o calendário de pagamento para o município de Porto Velho:
  

Com as datas definidas para as esferas federal, estadual e municipal, o SINTERO espera facilitar o acesso às informações e garantir que todos possam se planejar com antecedência. Fique atento às datas e aproveite o ano de 2026 com mais controle e segurança financeira.

Fonte: Secretaria de Imprensa e Divulgação – SID

Prefeitura de Vilhena regulamenta pagamento do IPTU 2026 com descontos e parcelamento

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Decreto estabelece redução de até 15% para pagamentos em cota única e possibilita o parcelamento do tributo em oito vezes

A Prefeitura de Vilhena publicou o Decreto nº 66.140/2025, que define as condições de pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para o exercício de 2026. A medida, assinada pelo prefeito Flori Cordeiro e publicada no Diário Oficial, visa facilitar a regularização dos contribuintes junto ao município.

Conforme a Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), apenas os carnês para pagamento em cota única serão enviados aos contribuintes. O pagamento em parcela única deve ser feito até o dia 15 de abri, com desconto de 15% no caso do Imposto Predial Urbano (edificações); e de 10% no tocante ao Imposto Territorial Urbano (lotes vagos).

Além da quitação do IPTU de uma única vez, a Prefeitura de Vilhena também oferece a opção de parcelamento. Os cidadãos que preferirem o parcelamento poderão dividir o valor total em oito vezes, sem os descontos da cota única. O vencimento da primeira parcela ocorre em 15 de abril, com as demais vencendo mensalmente até o dia 15 de novembro.

Conforme a Semfaz, apenas os boletos referentes à cota única serão enviados aos contribuintes. Para os que desejarem parcelar o tributo, a Prefeitura de Vilhena disponibilizou alguns canais para a obtenção das guias de pagamento. Um desses canais é pela internet, no site oficial da prefeitura (www.vilhena.ro.gov.br), acessando a aba “Serviços”. O outro é via WhatsApp, através do número (69) 3919-7011. E ainda de forma presencial, na sede da Semfaz, para atendimento direto.

Uma das principais fontes de receita do município, o IPTU é investido em infraestrutura urbana e obras públicas, além de contribuir para a oferta de serviços de saúde e educação, ações de limpeza urbana e coleta de lixo, bem como para a melhoria da iluminação pública.

Atuação da PF contribui para condenação de brasileiros por tráfico de pessoas na Itália

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Homens recrutavam vítimas no Brasil com promessas de emprego e as exploravam sexualmente na Itália, mediante dívidas e retenção de valores
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Imagem ilustrativa

 Com a colaboração da Polícia Federal, cinco brasileiros foram condenados pelo Tribunal de Turim, na Itália, pelos crimes de tráfico de pessoas e exploração da prostituição. Os investigados estavam presos no país desde abril de 2025.

As investigações apontaram que os homens condenados recrutavam pessoas no Brasil com promessas de trabalho lícito na Itália. Após a chegada ao país europeu, as vítimas eram submetidas a dívidas abusivas e constrangidas a exercer a prostituição, com retenção dos valores obtidos.

A apuração teve início após o relato de uma das vítimas, com atuação conjunta da Adidância da Polícia Federal em Roma, autoridades italianas e unidades da Polícia Federal no Brasil. As ações resultaram na prisão dos integrantes da organização criminosa e na posterior condenação judicial.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia

“Fortalecendo Vínculos” promove ação com adolescentes indígenas na comunidade Tanajura

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Cinquenta e três jovens da Comunidade Indígena Tanajura, localizada a aproximadamente 53 quilômetros da Comarca de Guajará-Mirim, participaram, entre os dias 15 e 17 de janeiro de 2026, das ações do projeto Fortalecendo Vínculos: intervenção psicossocial de adolescentes indígenas em conflito com a lei. As atividades têm como foco a proteção integral, o acompanhamento psicossocial e o fortalecimento dos laços familiares e comunitários desses adolescentes.

Articulada de forma interinstitucional, a ação contou com a participação do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), da Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas), do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), do Juizado da Infância e Juventude, do Núcleo Psicossocial (NUPS) e de demais parceiros da rede de proteção social.

A foto mostra os parceiros durante a ação.Durante os três dias de atividades, foram trabalhados temas como a prevenção de violações de direitos, o fortalecimento comunitário e a promoção da cidadania. Um dos destaques foi a capacitação de lideranças indígenas, com o objetivo de prepará-las para acompanhar adolescentes e famílias, orientar a comunidade e atuar como multiplicadoras de informações sobre direitos, deveres e acesso às políticas públicas.

Também foram repassadas orientações comunitárias, abordando temas relacionados à proteção social, à convivência familiar e comunitária, à responsabilização adequada de adolescentes em conflito com a lei e à importância do diálogo entre família, comunidade e instituições.

O projeto “Fortalecendo Vínculos” busca promover a inclusão social, prevenir a reincidência de atos infracionais, fortalecer a identidade cultural indígena e garantir que os adolescentes tenham acesso a acompanhamento psicossocial adequado, respeitando suas especificidades culturais.

 

Mulher protegida

Outro ponto fundamental da ação foi a palestra sobre a Lei da Mulher Protegida e o enfrentamento à violência doméstica. O tema foi trabalhado de forma educativa e culturalmente sensível, destacando a importância do respeito, da proteção às mulheres indígenas e do combate a qualquer forma de violência no ambiente familiar e comunitário. A atividade reforçou que a violência doméstica é uma violação de direitos humanos e que a informação é uma ferramenta essencial para a prevenção e o fortalecimento de relações familiares saudáveis.

 

Assessoria de Comunicação Institucional

Recursos das CPR atingiram R$ 121 bilhões entre julho e dezembro de 2025

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Aumento é de 30% em relação ao mesmo período do anterior
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Os recursos captados por meio das Cédulas de Produto Rural (CPR), destinados ao custeio da safra 2025/2026, atingiram R$ 121,9 bilhões, um aumento de 30% em comparação ao mesmo período do ano anterior. As CPR consideradas nessa contabilização são apenas aquelas emitidas por produtores rurais em favor das instituições financeiras e que são contabilizadas no cumprimento das exigibilidades de aplicação das LCA’s e da poupança rural.

Os dados são da edição 01/2026 do Boletim de Desempenho do Crédito Rural, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). No período observado, o crédito rural registrou crescimento nos recursos contratados.

O volume total de recursos contratados, sem considerar o Pronaf, entre julho e dezembro de 2025, atingiu R$ 284,08 bilhões, representando crescimento de 3% em relação aos R$ 275,18 bilhões contratados no mesmo período de 2024.

Outro destaque foi o crescimento de 43% nos recursos contratados para industrialização, totalizando R$ 17,6 bilhões.

A participação da CPR no total do crédito concedido evoluiu de 34%, para 45%.

>> CONFIRA O BOLETIM DE DESEMPENHO DO CRÉDITO RURAL – AGRICULTURA EMPRESARIAL

[email protected]