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Presidente do TJRO assume interinamente o Governo de Rondônia

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O presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargador Alexandre Miguel, assume interinamente o cargo de governador do Estado de Rondônia, no período de 15 a 24 de abril, quando o governador Marcos Rocha estará em viagem aos Estados Unidos.

A posse ocorreu na tarde de segunda (13) no palácio Rio Madeira. O vice-presidente, desembargador Francisco Borges, assume interinamente a presidência do Tribunal.

Prevista na Constituição Estadual de Rondônia, a substituição do governador pelo presidente do Poder Judiciário ocorre quando todas as autoridades que integram a linha sucessória (vice-governador e presidente da Assembleia Legislativa) estão impossibilitadas de exercer o cargo ou ausentes do território estadual, como é o caso.

(Assessoria de Comunicação Institucional/TJRO)

PF apura homicídios de trabalhadores rurais em Rondônia

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A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público Federal, deflagrou, nesta terça-feira (14/4), operação policial, com o objetivo de apurar a morte de oito trabalhadores rurais e lideranças camponesas, vítimas de homicídios praticados em área rural, em contexto de conflito agrário, no estado de Rondônia.

A Justiça Federal da Seção Judiciária de Rondônia deferiu o cumprimento de nove mandados de busca e apreensão nos municípios de Porto Velho, Candeias do Jamari e Ji-Paraná, com vistas à coleta de elementos probatórios destinados ao esclarecimento dos fatos, à identificação dos autores e à delimitação das circunstâncias dos crimes investigados.

As investigações têm origem em crimes cometidos entre 2009 e 2016, nos municípios de Buritis, Nova Mamoré, Porto Velho, Machadinho D’Oeste, Alto Paraíso e Ariquemes. As vítimas estavam envolvidas em denúncias relacionadas à ocupação ilegal de terras e atividades ambientais criminosas, e integravam movimentos de defesa de trabalhadores rurais no campo rondoniense.

As investigações prosseguem sob a condução da Polícia Federal. Os crimes investigados configuram, em tese, homicídio doloso qualificado, com pena de 12 a 30 anos de reclusão, podendo os envolvidos responder também por associação criminosa, cuja pena varia de 1 a 3 anos de prisão.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

Ciclista de Guajará-Mirim é convocada para representar o Brasil em competição internacional

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Egressa da Rede Estadual de Ensino de Rondônia, Amanda Souza, de 18 anos, atleta da equipe do Colégio Tiradentes da Polícia Militar – Unidade X (CTPM X), em Guajará-Mirim, foi convocada para representar o Brasil nos Jogos Sul-Americanos da Juventude, que começaram no domingo (12), no Panamá. A participação da aluna na competição internacional reforça o talento de jovens atletas da rede pública estadual.

A atleta afirmou que a conquista é resultado da dedicação e da realização de um sonho cultivado com muito esforço e persistência. “Sempre me dediquei muito e busquei evoluir a cada treino. Vestir a camisa da seleção brasileira é a realização de um sonho.”

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a convocação da estudante representa um avanço importante para o esporte educacional no estado. “A presença de uma atleta rondoniense em uma competição internacional mostra que os investimentos em educação e esporte têm gerado oportunidades reais para nossos jovens”, evidenciou.

Atleta Amanda Souza afirmou que conquista é resultado da dedicação e realização de um sonho

O titular da Seduc, Massud Badra, ressaltou a importância do incentivo ao esporte no ambiente escolar como ferramenta de desenvolvimento. “A escola tem um papel importante na formação integral dos estudantes. Quando o esporte é valorizado, ele abre caminhos, fortalece a disciplina e amplia horizontes.”

EVOLUÇÃO E DESEMPENHO

O técnico Fredson Martins, que acompanha a atleta desde o início da sua trajetória no ciclismo, destacou a evolução e o desempenho de Amanda ao longo dos anos. “Logo no primeiro ano de Joer, foi campeã nas três provas que disputou, conquistando o título geral. Nos Jogos Escolares Brasileiros, no Rio de Janeiro, também se destacou como vice-campeã brasileira. Ao longo da trajetória, se confirmou como um talento promissor no ciclismo, sempre muito dedicada, comprometida e focada nos treinamentos. Por dois anos consecutivos foi a número um do estado e também foi medalhista da Copa Norte Nordeste em 2023, 2024 e 2025, com etapas realizadas em Porto Velho, Teresina e Rio Branco. Além disso, competiu em dois Campeonatos Brasileiros, em Araucária e Londrina, no Paraná, ficando entre as quatro melhores atletas do país”, destacou.

Moradora de Guajará-Mirim, conhecida como a Pérola do Mamoré, a atleta da Federação de Ciclismo de Rondônia, vem se destacando no ciclismo regional e nacional por seu desempenho em competições e pelo trabalho desenvolvido junto à equipe técnica da escola. Agora, ela terá a oportunidade de competir com atletas de diversos países da América do Sul em busca de bons resultados para o Brasil. (Secom/RO)

Artesãos de Rondônia têm até 26 de abril para garantir inscrição no Prêmio Top 100

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O Sebrae em Rondônia está com inscrições abertas para o 6º Prêmio Top 100 de Artesanato. Artesãos do estado têm até o dia 26 de abril de 2026 para participar da iniciativa, que reconhece os negócios mais competitivos do setor em todo o Brasil.

A participação é gratuita e pode ser feita pela internet. Podem se inscrever microempreendedores individuais, empresas, cooperativas e associações formalizadas que atuam com artesanato e possuem CNPJ ativo.

Criado em 2006, o prêmio é uma das principais ações de valorização do artesanato brasileiro. A proposta é destacar empreendimentos que unem qualidade, identidade cultural e boa gestão, além de ampliar a visibilidade dos pequenos negócios e fortalecer a produção regional.

Cada participante pode inscrever até três produtos, nas categorias decoração, moda, utilitários e souvenires. A avaliação considera critérios como qualidade técnica, estética, originalidade, inovação, capacidade de produção e sustentabilidade.

Os selecionados recebem reconhecimento nacional, participam de ações de promoção comercial e ganham o direito de usar o selo Top 100 de Artesanato por até três anos, agregando valor aos produtos.

Além disso, os vencedores participam da cerimônia de premiação no Rio de Janeiro, com despesas pagas pela organização, ampliando ainda mais a visibilidade no mercado.

Peixe BR critica novas regras e alerta para aumento de custos

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A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) reagiu às novas regras para transporte e comprovação de origem do pescado e afirmou que as mudanças podem elevar custos e aumentar a burocracia na atividade.

As normas foram publicadas pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na última sexta-feira (10.04) e alteram procedimentos na cadeia produtiva. Entre os pontos mais sensíveis, segundo a entidade, está a exigência adicional de apresentação da licença de aquicultor no transporte de peixes, além dos documentos já obrigatórios.

Na avaliação da Peixe BR, a medida cria uma camada extra de burocracia sem avanço proporcional no controle sanitário. Hoje, o setor já opera com instrumentos como a nota fiscal e a Guia de Trânsito Animal (GTA), considerados suficientes para garantir rastreabilidade e fiscalização.

O impacto tende a recair diretamente sobre o custo de produção. Em uma cadeia com margens apertadas e forte dependência logística, exigências adicionais no transporte — etapa crítica da operação — podem reduzir a competitividade, especialmente entre pequenos e médios produtores.

O debate ocorre em um momento de crescimento da atividade. O Brasil produziu cerca de 860 mil toneladas de peixes de cultivo em 2025, segundo a própria Peixe BR, consolidando-se entre os principais produtores globais, com destaque para a tilápia.

Ao mesmo tempo, o governo também avançou em medidas de padronização. Portaria interministerial passou a estabelecer a nota fiscal como documento central para comprovação de origem do pescado, com o objetivo de uniformizar procedimentos e ampliar a transparência na cadeia.

Para a entidade, no entanto, o ponto central está no equilíbrio regulatório. A simplificação de processos em uma ponta pode ser anulada pelo aumento de exigências em outra, com efeito direto sobre a eficiência da atividade.

A Peixe BR afirmou que deve intensificar a interlocução com o MPA e o Mapa para tentar rever pontos da regulamentação e evitar entraves à produção. O receio do setor é que as mudanças ampliem o custo operacional em uma cadeia que ainda busca ganhar escala e consolidar sua competitividade no país.

Fonte/Pensar Agro

Colheita chega a 85% e traz alerta para doenças de final de ciclo

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Com a colheita da soja 2025/26 praticamente encerrada no Centro-Oeste e avançando para a reta final, as doenças de final de ciclo (DFCs) seguem como fator de perda relevante nas áreas colhidas mais tardiamente. Levantamentos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indicam que doenças foliares podem reduzir a produtividade entre 15% e 20%, com impacto maior justamente no fim do ciclo.

No Brasil, a colheita já supera 85% da área, com ritmo mais acelerado em Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, onde os trabalhos estão praticamente concluídos. Nessas regiões, o clima mais seco no período de maturação ajudou a conter a pressão de doenças e garantir melhor desempenho produtivo.

O cenário é diferente no Sul. Estados como Rio Grande do Sul e Paraná concentram as áreas mais atrasadas, com lavouras ainda em fase final de colheita. Nessas regiões, o excesso de chuvas e a alta umidade nas últimas semanas criaram ambiente favorável para a evolução de doenças foliares, elevando o risco de perdas.

Esse contexto reforça o impacto das DFCs. O complexo, que inclui mancha-alvo, mancha-parda e cercosporiose, atua reduzindo a área foliar ativa da planta no momento mais crítico, o enchimento de grãos. Quanto mais tempo a lavoura permanece exposta em condições favoráveis aos patógenos, maior tende a ser a perda de produtividade.

A diferença regional também explica a variação nos resultados. Enquanto áreas colhidas mais cedo conseguiram preservar melhor o potencial produtivo, lavouras que enfrentaram atraso na colheita ficaram mais expostas ao avanço das doenças e à deterioração da qualidade dos grãos.

O manejo segue como principal ferramenta de contenção. O uso de fungicidas, aliado ao monitoramento técnico, ajuda a reduzir o impacto, mas sua eficácia depende do momento de aplicação e da pressão da doença em cada área.

Para o produtor, o cenário resume um ponto central da safra: mesmo com produção elevada e tecnologia embarcada, perdas no fim do ciclo continuam sendo determinantes para o resultado final. Em um ambiente de margens mais apertadas, o controle das doenças deixa de ser apenas técnico e passa a ser decisivo para a rentabilidade.

Fonte/Pensar Agro

Mulher fica ferida após colisão entre carro e moto no Jardim América, em Vilhena

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Acidente na manhã deste domingo mobilizou bombeiros, polícia e perícia técnica

Na manhã de domingo, 12 de abril de 2026, um acidente de trânsito foi registrado em um dos entroncamentos da avenida Sabino Bezerra de Queiroz, no bairro Jardim América, lateral da Vila Aeronáutica, em Vilhena.

De acordo com as informações apuradas, houve uma colisão envolvendo um carro e uma motocicleta. Com o impacto, uma mulher que estava na moto sofreu ferimentos e precisou de atendimento médico.

O Corpo de Bombeiros Militares foi acionado e realizou os primeiros socorros ainda no local, encaminhando a vítima ao pronto-socorro do Hospital Regional para avaliação e cuidados médicos.

A área do acidente foi isolada pela Polícia Militar de Trânsito (P-TRAN) para garantir a segurança e preservar o local até a chegada da perícia técnica da Polícia Técnico-Científica (POLITEC), que realizou os trabalhos necessários para apurar as circunstâncias da colisão.

Após os procedimentos, o caso foi registrado na Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP).

 

 

Fonte/Rotapolicialnews

Agressor de mulher usará tornozeleira de imediato; lei já está em vigor

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A Lei 15.383, de 2026 determina medidas imediatas de proteção à mulher vítima de violência

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Agressores que colocarem em risco a vida de mulheres e crianças, em casos de violência doméstica, deverão usar tornozeleira eletrônica de imediato. É o que estabelece a Lei 15.383, de 2026, sancionada sem vetos pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada nesta sexta-feira (10) no Diário Oficial da União. O texto determina a aplicação imediata da medida, autoriza a aplicação por decisão de delegados em cidades sem juiz e amplia os recursos públicos direcionados à compra de equipamentos para monitorar com urgência os agressores.

A lei tem origem no PL 2.942/2024, dos deputados Marcos Tavares (PDT-RJ) e Fernanda Melchionna (PSol-RS), e foi aprovado pelo Senado em março, com relatório da senadora Leila Barros (PDT-DF). Antes da lei, que já está em vigor, a Lei Maria da Penha autorizava o monitoramento por tornozeleira apenas como opção.

A norma também aumenta a penalidade por descumprimento de medidas protetivas, aperfeiçoa as campanhas de enfrentamento à violência contra a mulher e torna permanente o programa de monitoramento eletrônico e de acompanhamento de mulheres em situação de violência.

Voltada para o combate ao feminicídio, a lei permite:

  • o aumento da capacidade de controle do cumprimento das medidas protetivas;
  • a redução do tempo de resposta em situações de risco;
  • e a possibilidade de atuação preventiva com base em geolocalização.

Risco

A determinação do uso da tornozeleira pelos agressores passa a ser imediata sempre que houver risco à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher em situação de violência doméstica e familiar ou de seus dependentes.

Além disso, delegados de polícia poderão determinar o uso de tornozeleira eletrônica a agressores de mulheres em casos de risco em localidades que não são sede de comarca, ou seja, não têm juiz. Atualmente, o afastamento imediato do lar é a única medida protetiva que o delegado pode adotar nessas localidades a fim de proteger a vítima.

A determinação de monitoramento, quando feita por delegado, deverá ser comunicada em 24 horas ao juiz, que decidirá sobre a sua manutenção e comunicará a decisão ao Ministério Público.

Dispositivo de alerta

De acordo com a Lei 15.383, de 2026, nas situações de uso da tornozeleira, deve ser cedido à vítima um dispositivo de segurança que alerte sobre eventual aproximação do agressor. A imposição da tornozeleira também será prioridade nos casos em que houver descumprimento de medidas protetivas anteriormente impostas.

Caso o juiz decida que a tornozeleira não deverá mais ser usada como medida protetiva, a decisão deverá ser fundamentada expressamente, com a exposição de seus motivos.

Aumento da pena

A nova legislação também altera a Lei Maria da Penha para aumentar de um terço à metade a pena — hoje de reclusão de 2 a 5 anos, mais multa — por descumprimento de medidas protetivas, como violação das áreas de exclusão monitoradas eletronicamente (onde o agressor não pode ir), ou remoção, violação ou alteração do dispositivo sem autorização judicial.

Além disso, o texto determina que as campanhas de enfrentamento à violência contra a mulher deverão contemplar informações sobre procedimentos e abordagens policiais, prevenção à revitimização, funcionamento das medidas protetivas de urgência e mecanismos de monitoração eletrônica.

Recursos

Para ampliar o acesso ao aparelho de monitoramento, a lei aumenta de 5% para 6% a cota de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) que devem ser destinados a ações de enfrentamento da violência contra a mulher, incluindo explicitamente o custeio da compra e manutenção desses equipamentos.

A norma dá prioridade à compra e manutenção de tornozeleiras e de dispositivos de alerta para as vítimas, permitindo aos governos separar recursos específicos no orçamento para aplicação na proteção à mulher.

O texto torna permanente o programa de monitoração eletrônica e de acompanhamento de mulheres em situação de violência. A expansão do programa deverá cobrir a cessão de unidade portátil de rastreamento para a vítima, com emissão de alerta automático e simultâneo para ela e para a unidade policial mais próxima sempre quando o agressor romper o perímetro de exclusão fixado judicialmente.

 

 

Agência Senado/Foto: Sec.Justiça do Paraná

Rondônia se destaca como estado produtor e exportador de café

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Em 14 de abril comemora-se o dia mundial do café, exatamente um mês antes da data oficial do início da colheita desta commoditie em Rondônia que, neste ano, tem previsão de crescimento na ordem de 18%, em relação a safra anterior, de acordo com o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realizado em fevereiro de 2026, afirmou Hermes José Dias Filho, presidente da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater-RO).

Este ano o estado deve produzir 2,7 milhões de sacas de café beneficiado em uma área plantada de 43 mil hectares, volume de produção que vem crescendo a cada ano com apoio do governo do estado, que investe em tecnologia, assistência técnica especializada e divulgação do produto, como a realização de concursos de qualidade e sustentabilidade do café, iniciativas que ajudaram a colocar Rondônia no ranking nacional de exportadores de café.

Infográfico: cultura do café

A adoção de políticas públicas, focadas no desenvolvimento da cultura enfatizando a sustentabilidade econômica e ambiental, elevaram a produtividade do café rondoniense, de menos de 30 sacas de café beneficiado por hectare para mais de 63 sacas por hectare, crescimento puxado por programas de fomento da produção, como o plante mais, que fornece mudas de clones mais produtivos, resistentes ou tolerantes a pragas e doenças. Para o ano de 2026 já foram licitados três milhões de mudas das quais 800 mil já foram entregues aos agricultores.

Outra iniciativa do governo de Rondônia que mudou o conceito do café de Rondônia, foi o Concafé, Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café, que estimulou os produtores a seguirem as orientações técnicas dos extensionistas da Emater-RO, para conseguir produção competitiva nas provas de qualidade e competições sensoriais, para seleção dos melhores cafés especiais do Estado, o que resultou na participação e conquista de premiações nacionais qualidade de grãos e bebida de café para os agricultores rondonienses.

Com o sucesso conseguido através da melhoria da qualidade e premiações nacionais do café rondoniense, o Estado conseguiu o selo de indicação geográfica ( IG Matas de Rondônia) e se destacou na exportação de café robusta ultrapassando a marca de 35 mil sacas exportadas, se consolidando como segundo maior produtor de café robusta no Brasil e líder na produção cafeeira da região norte. “A cadeia produtiva do café é muito importante para Rondônia, e vamos avançar com investimento em boas práticas, genética e tecnologia”, destacou o governador Marcos Rocha.

Texto: Enoque de Oliveira
Fotos: Arquivo
Emater-RO

TRF1 e TRF2 inauguram formação conjunta no Sistema Nacional de Escolas da Magistratura Federal

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A Escola de Magistratura Federal da 1ª Região (Esmaf) e a Escola da Magistratura Regional Federal da 2ª Região (Emarf) promovem, entre os dias 27 de abril e 8 de maio, o curso “Monitoramento e Fiscalização das Decisões da Corte e da Comissão Interamericana de Direitos Humanos”. A formação conjunta foi desenvolvida por meio do Sistema Nacional de Escolas da Magistratura Federal (Sinemaf), do Conselho da Justiça Federal (CJF).

A capacitação é destinada a magistradas(os) federais e servidoras(es) dos Tribunais Regionais Federais das 1ª e 2ª Regiões (TRF1 e TRF2). O curso possui carga horária de 20 horas e combina atividades assíncronas na plataforma Moodle e aulas síncronas por videoconferência.

O programa abrange a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, o controle de convencionalidade, a jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos (IDH) e o funcionamento das Unidades de Monitoramento e Fiscalização (UMFs) locais.

Formadoras(es) de ambas as regiões integram o corpo docente do curso. Participam o juiz federal da 1ª Região Hugo Abas Frazão, coordenador de gestão e relação institucional da Esmaf; as juízas federais da 2ª Região Vivian Machado e Marcella Brandão e o juiz federal da 2ª Região Vladimir Vitovsky.

Segundo explicou o juiz federal Hugo Abas Frazão, “a reunião de magistrados de regiões distintas em torno de um mesmo programa formativo – cada qual com experiência jurisdicional própria em matéria de direitos humanos – amplia o repertório dos participantes e confere ao curso uma dimensão que nenhuma escola, isoladamente, conseguiria oferecer”.

Sobre o Curso

A Direção-Geral do curso é do desembargador federal Aluisio Gonçalves de Castro Mendes, com coordenação do desembargador federal Reis Friede e do juiz federal Vladimir Santos Vitovsky, todos do TRF2.

Serão disponibilizadas 15 vagas para as(os) magistradas(os) federais da 1ª Região. As inscrições estão abertas até o dia 22 de abril.

Clique neste link para preencher o formulário de incrição

A última aula será presencial para alunos do Rio de Janeiro e será transmitida ao vivo para os alunos do TRF1, no canal da Esmaf no YouTube.

Veja a programação do curso

Acesse o Guia do Estudante neste link

Sinemaf

O Sinemaf é uma plataforma colaborativa para gestão e cooperação estratégica dos cursos e eventos promovidos pelo Centro de Estudos Judiciários do CJF (CEJ/CJF) e pelas seis Escolas da Magistratura Federal. Com o curso “Monitoramento e Fiscalização das Decisões da Corte e da Comissão Interamericana de Direitos Humanos”, o Sistema, que já opera como calendário integrado das instituições, ingressa na fase de produção conjunta.

Em 2025, o Sinemaf foi reconhecido com o primeiro lugar no Prêmio de Inovação Justiça Exponencial (J.Ex) 2025, na categoria “Escolas de Magistratura e Judiciais”.

RF

Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1ª Região