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CPOP 2026: aberto período de recurso da seleção de cursinhos

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Cursinhos populares que não foram aprovados no Edital 4/2026 da CPOP têm até 18/5 para apresentar recurso pelo sistema da rede. MEC ampliou para 1.388 número de iniciativas que serão apoiadas neste ano
Cpop

Foto: Divulgação/MEC

Cursinhos populares que participaram da seleção do Edital nº 4/2026 da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP) e não foram considerados aprovados pelo resultado preliminar podem apresentar recurso até 18 de maio de 2026. A solicitação deve ser realizada de forma on-line por meio do sistema da rede. Após o período de análise dos recursos, será divulgada a relação final de propostas contempladas.

Na quinta-feira, 14 de maio, o MEC publicou o resultado preliminar do edital que ampliou o número de cursinhos populares apoiados pela rede para 1.388 beneficiados. Com a ampliação, todos os 360 cursinhos populares que cumpriram os critérios estabelecidos na seleção serão beneficiados — número superior às 265 vagas inicialmente anunciadas. A primeira seleção do ano contemplou 1.028 propostas para receber apoio técnico e financeiro do programa, que agora se somam às novas iniciativas aprovadas.

CPOP – A Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP) visa apoiar cursinhos pré-vestibulares populares e comunitários em todo o país, oferecendo suporte técnico e financeiro para a preparação de estudantes que buscam ingressar na educação superior, principalmente por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A iniciativa busca fortalecer experiências educacionais comunitárias e ampliar as oportunidades de acesso à universidade para estudantes socialmente desfavorecidos, especialmente pessoas negras, indígenas e de baixa renda.

Entre os objetivos da rede estão fortalecer cursinhos populares e comunitários, oferecer orientações pedagógicas voltadas ao Enem, ampliar as oportunidades de ingresso no ensino superior e contribuir para o aumento da participação no exame. A iniciativa também busca ampliar a ocupação de vagas em cursos de graduação, especialmente em instituições públicas, fortalecendo políticas de democratização do acesso à educação superior.

 

 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)

Desenrola Fies pode renegociar 8 mil contratos em RO

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Expectativa é que mais de 1 milhão de estudantes em todo o país sejam beneficiados com o refinanciamento das dívidas
Desenrola Fies

Foto: Divulgação/MEC

Em Rondônia, mais de 8,1 mil contratos em atraso do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), vinculados a instituições de ensino do estado, poderão ser renegociados por meio do Desenrola Fies, que começou na quarta-feira, 13 de maio. O programa do Governo do Brasil oferece condições especiais para a quitação das dívidas, com descontos que podem chegar a 99% do valor consolidado. No estado, o volume de recursos passíveis de renegociação alcança R$ 796,6 milhões em saldo devedor, considerando os contratos registrados em instituições de ensino rondonienses.

Pode participar do programa quem teve contrato firmado até 2017 e que estava em fase de pagamento (amortização) em 4 de maio de 2026. A negociação pode ser feita até 31 de dezembro de 2026, por meio dos canais digitais do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal.

Novo Desenrola Brasil – A expectativa é que mais de 1 milhão de estudantes sejam beneficiados com o refinanciamento de suas dívidas no país. O Desenrola Fies faz parte do Novo Desenrola Brasil, lançado pelo governo federal em 4 de maio, que promove a reorganização financeira de milhões de brasileiros e a ampliação do acesso ao crédito em melhores condições. A iniciativa foi instituída pela Medida Provisória nº 1.355/2026 e altera a Lei nº 10.260/2001, que regulamenta o programa.

O objetivo central é reduzir a inadimplência e facilitar a regularização financeira dos estudantes, permitindo que retomem sua situação de crédito e tenham melhores condições para planejar o futuro.

Condições de renegociação – O programa tem condições diferenciadas de acordo com o tempo de atraso do pagamento e o perfil do estudante. No caso dos débitos vencidos há mais de 90 dias, o estudante poderá optar pelo pagamento à vista, com desconto total de encargos e redução de até 12% do valor principal; ou parcelamento em até 150 parcelas mensais, com redução de 100% dos juros e multas.

Estudantes inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) por estarem em situação de vulnerabilidade social, caso tenham débitos vencidos há mais de 360 dias, poderão obter desconto de até 99% do valor consolidado da dívida para quitação integral do saldo devedor. Terão direito ao benefício os estudantes com cadastro no CadÚnico realizado até 4 de maio de 2026 e com informações atualizadas nos 24 meses anteriores.

Já os débitos vencidos há mais de 360 dias poderão ser liquidados com desconto de até 77% do valor total consolidado, incluindo o principal.

Para os estudantes em dia com os pagamentos ou com atrasos de até 360 dias, o programa também oferece a opção de quitação integral, com 12% de desconto sobre o saldo devedor. A medida visa facilitar o encerramento antecipado do contrato, garantindo uma redução direta no montante devedor.

Infográfico
Infográfico

Passo a passo para renegociar:

1. Acessar o canal digital (aplicativo ou portal): entre 13 de maio e 31 de dezembro de 2026, acesse o aplicativo do banco em que o seu contrato foi firmado (Caixa ou Banco do Brasil). O processo digital é o caminho mais rápido e evita deslocamentos.

2. Solicitar a adesão: pelo próprio aplicativo, selecione a opção de renegociação do Fies e verifique a modalidade disponível para o seu perfil de dívida.

3. Validar os termos: leia e aceite o termo aditivo eletronicamente. Caso haja necessidade de assinatura de fiadores, o sistema indicará como proceder.

4. Efetuar o pagamento da entrada: gere o boleto ou autorize o débito da parcela de entrada diretamente pelo aplicativo para validar sua adesão.

5. Acompanhar a regularização: após a confirmação do pagamento, a retirada do nome do estudante e dos fiadores dos cadastros de inadimplentes ocorre automaticamente, com a atualização do cronograma de pagamento.

Canais de atendimento oficiais:Canais de atendimento

Fies – O Fundo de Financiamento Estudantil foi criado em 2001 para conceder financiamento a estudantes de cursos de graduação em instituições de educação superior privadas que são aderentes ao programa e possuem avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Desde 2018, o Fies possibilita juros zero a quem mais precisa e uma escala de financiamento que varia conforme a renda familiar do candidato.

Pode se inscrever no Fies o candidato que tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010, e tenha obtido média aritmética das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos e nota superior a zero na redação. Também é necessário possuir renda familiar mensal bruta de até três salários mínimos por pessoa.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR)

Ministério da Educação

IA pode gerar mais fake news nas eleições, alertam especialistas

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O uso da inteligência artificial (IA) na campanha eleitoral deste ano deve ser um ponto de especial atenção do ministro Nunes Marques à frente do Tribunal Superior Eleitoral.

Para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, o uso da tecnologia poderá transbordar até outubro e agravar a circulação de notícias falsas em contexto de grande polarização política e baixo letramento digital.

O advogado eleitoral Jonatas Moreth, mestre em Direito Constitucional, avalia que a Justiça Eleitoral atua para coibir desvios já ocorridos em meio à práticas de manipulação que se aperfeiçoam.

“O processo eleitoral e o papel dos tribunais eleitorais se assemelham ao que ocorre no esporte com o doping e o antidoping. O doping sempre está um pouco à frente do antidoping. Ou seja, inventa-se uma droga que não é pega nos exames rotineiros, até que um procedimento consegue captar e passa a ser acrescido nos exames”, explica.

Para o professor Marcus Ianoni, do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense, a capacidade da Justiça Eleitoral em agir vai depender da disponibilidade de quadros técnicos qualificados.

“Eu fico com um pouco de dúvida se toda a burocracia que tem será suficiente para dar conta de tudo”, pondera o acadêmico se referindo à possibilidade de aumento e sofisticação do uso da inteligência artificial para manipular a atenção dos eleitores e suas intenções de voto.

“Enfrentar os efeitos nocivos da inteligência artificial nas eleições” é uma das três prioridades que o ministro Nunes Marques terá à frente do TSE, informa a assessoria de imprensa de seu gabinete à Agência Brasil.

Debate e diálogo

O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, também quer “privilegiar o debate e o direito de resposta de todos os envolvidos no processo eleitoral” e assegurar “diálogo com os tribunais regionais e as principais demandas do país”.

Para Jonatas Moreth, Nunes Marques objetiva articular toda a Justiça Eleitoral e fazer com que os tribunais regionais e o TSE trabalhem “numa mesma sintonia e de forma uníssona.”

A concordância e a unidade dos tribunais podem ser determinantes na escolha de modelo de atuação: se mais intervencionista e proibitiva, como ocorreu durante a gestão do ministro Alexandre Moraes, de agosto de 2022 a junho de 2024, ou mais liberal, considera Moreth.

“Eu tenho um grau de preocupação, não porque eu não defendo o debate mais livre quando é um debate de ideias, mas quando é uma arena de ofensa e de mentira”, alerta.

Na avaliação do cientista político Marcus Ianoni, o ministro Nunes Marques “tende para ideia mais expandida de liberdade de expressão, em nome do suposto debate”. Mas o TSE poderá impor limites, avalia.

“A liberdade de expressão não pode ser usada para viabilizar qualquer tipo de expressão, como mentiras, calúnia, difamação e injúria. Enfim, tem certos limites previstos na lei”, pondera Ianoni.

Pesquisas

O professor também se preocupa com a divulgação de pesquisas eleitorais.

“Acho que o TSE tem que estar devidamente capacitado para garantir que as regras das pesquisas sejam respeitadas e para combater eventuais pesquisas, digamos, clandestinas, que possam tentar confundir a cabeça do eleitor”, diz.

Para ele, a legislação pode estar adequada para evitar a veiculação de resultados fraudulentos, porém é preciso fiscalização efetiva.

“É proibido atravessar o sinal vermelho, mas se não tiver um guarda de trânsito ali ou um radar, a pessoa pode atravessar o sinal vermelho sem nenhuma consequência”, compara.

Fraudes em pesquisas eleitorais costumam ser denunciadas pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep). A legislação determina a obrigação de registro na Justiça Eleitoral, o nome do estatístico responsável, além de informações sobre a amostra, o questionário e a aplicação.

“Mas não tem uma auditoria mais precisa, mais cuidadosa quanto à realização das pesquisas”, aponta o advogado Jonatas Moreth.

“A gente não conseguiu, infelizmente, até o momento, uma fórmula que preserve algum grau de autonomia da empresa e ao mesmo tempo tenha maior garantia de auditoria e de fiscalização”, complementa.

 

Fonte/Agência Brasil

Tá na conta: recurso destinado pela deputada Rosangela Donadon garante reforma da Escola Clair da Silva Weyh em Colorado do Oeste

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Mais de R$ 329 mil já foram pagos e estão disponíveis na conta da unidade escolar para investimentos na educação

A deputada estadual Rosangela Donadon (PRD) garantiu o pagamento de R$ 329.272,06 para a Associação de Pais e Professores da Escola Clair da Silva Weyh, em Colorado do Oeste. O recurso já está disponível na conta da unidade escolar e será utilizado para atender demandas importantes da instituição, incluindo melhorias e investimentos na estrutura da escola.

O investimento foi pago por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) e representa mais um compromisso cumprido pela parlamentar em apoio à educação pública de Rondônia. A iniciativa fortalece a estrutura da escola e contribui diretamente para melhorias que beneficiam estudantes, professores e toda a comunidade escolar.

Rosangela Donadon destacou que trabalhar pela educação é investir no futuro das famílias rondonienses. Segundo a deputada, garantir recursos diretamente para as escolas é uma forma de assegurar mais qualidade no ensino e melhores condições para o desenvolvimento das atividades educacionais.

A parlamentar também agradeceu ao governador Marcos Rocha pelo apoio às ações voltadas ao fortalecimento da educação no estado.

“Quero agradecer ao governador coronel Marcos Rocha e toda equipe da SEDUC pelo empenho em garantir que esse recurso fosse pago e já estivesse disponível para atender as necessidades da Escola Clair da Silva Weyh”, afirmou.

Rosangela Donadon também agradeceu ao vereador Baiano Leiteiro, parceiro do mandato no município, destacando seu trabalho na apresentação de demandas importantes da população e na busca por investimentos para Colorado do Oeste.

“O vereador Baiano Leiteiro tem sido um grande parceiro, sempre levando demandas importantes do município e contribuindo para que possamos destinar recursos que realmente façam a diferença para a população”, destacou a deputada.

Com o valor já creditado na conta da Associação de Pais e Professores da Escola Clair da Silva Weyh, a deputada Rosangela Donadon reforça seu compromisso em continuar atuando para levar investimentos e melhorias para a educação em todas as regiões de Rondônia.

Por assessoria 

Programa “Minha Nota Tem Valor Para Vilhena” sorteia prêmios em dinheiro, motos e carro 0km

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Contribuintes que solicitam nota fiscal com CPF concorrem automaticamente às premiações

A Prefeitura de Vilhena, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), tem dado continuidade ao programa “Minha Nota Tem Valor para Vilhena”. A iniciativa tem como objetivo promover a educação fiscal e incentivar a população a solicitar a emissão de notas fiscais de serviços com CPF, fortalecendo a arrecadação municipal de forma transparente e participativa.

Ao longo de 2025, foram realizadas cerca de 23 premiações quinzenais, com a entrega de prêmios em dinheiro, além de smartphones e notebooks. O programa também contou com ações educativas, como concurso cultural de poemas, distribuição de cartilhas nas escolas e palestras sobre educação financeira.

Para este ano, o programa mantem a periodicidade quinzenal, com alternância entre prêmios em dinheiro e itens. Conforme a Comissão responsável, a programação de premiações prevê a realização de 12 sorteios com prêmios em dinheiro, cada um no valor líquido de R$ 2 mil. Além disso, estão sendo sorteados bens duráveis, incluindo quatro veículos zero quilômetro com tanque cheio, sendo três motocicletas de 150 cilindradas e um carro do tipo hatch; uma Smart TV de 85 polegadas, um console de videogame com controles compatíveis e um tablet.

A participação no programa e nos sorteios é simples e acessível. Basta o contribuinte solicitar a emissão da nota fiscal de serviços nos estabelecimentos localizados em Vilhena e informar o CPF no momento da emissão. Cada nota fiscal registrada gera automaticamente um número da sorte, que concorre nos sorteios realizados pelo município.

Mais informações sobre o programa “Minha Nota Tem Valor para Vilhena” podem ser obtidas junto à Semfaz, localizada na Avenida Rony de Castro Pereira, nº 4177, pelo WhatsApp (69) 3919-7011 ou pelo e-mail [email protected], ou ainda no site da prefeitura, na página https://vilhenaro.webiss.com.br/sorteio

Abastecimento de água reforçado, ações de educação ambiental e descontos especiais serão destaques na Rondônia Rural Show 2026

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A Companhia de Águas e Esgotos do Estado de Rondônia (Caerd) finaliza os preparativos para a 13ª edição da Rondônia Rural Show Internacional (RRSI), que acontece entre os dias 25 e 30 de maio, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná. Pelo quarto ano consecutivo, a empresa assume uma das operações mais estratégicas da feira: a captação, tratamento e distribuição de água que abastecerá expositores, visitantes e toda a estrutura do evento.

Para garantir o funcionamento do sistema durante os seis dias da feira, a empresa montou uma estrutura considerada robusta pela equipe técnica. São seis reservatórios com capacidade para 25 mil litros cada, totalizando 150 mil litros de armazenamento.

De acordo com o diretor técnico operacional da Companhia, Tiago Fernandes, o planejamento operacional começou meses antes da abertura da feira e envolve monitoramento permanente da qualidade da água, logística e controle da distribuição. “Estamos trabalhando com uma estrutura robusta, preparada para atender a alta demanda da 13ª edição da Rondônia Rural Show. Toda a operação envolve captação, tratamento, armazenamento e monitoramento constante da qualidade da água, garantindo segurança operacional e abastecimento contínuo para toda a feira”, destacou.

ETA está em fase de testes e vai captar, tratar e distribuir água nos dias da feira

A presença da Caerd na Rondônia Rural Show vai além da operação técnica. Ao longo dos últimos anos, o estande da Companhia tem se consolidado como um espaço de aproximação com o público, voltado à conscientização sobre saneamento básico, preservação ambiental e uso responsável da água, transformando o ambiente em um espaço interativo e educativo para visitantes de todas as idades.

Os visitantes poderão acompanhar demonstrações do funcionamento da ETA Compacta e conhecer, de forma prática, as etapas do tratamento de água por meio da MiniETA – uma versão demonstrativa utilizada em ações educativas da Companhia. O espaço também contará, com: bebedouro, distribuição de materiais educativos sobre uso consciente da água e preservação ambiental, além da participação do mascote Pingo, que deve circular pelo evento interagindo com crianças e adultos.

A diretora administrativa comercial, Elisandra Loras, afirma que a proposta é aproximar ainda mais a Companhia da população durante a feira. “O objetivo é fazer com que o visitante conheça de perto o trabalho desenvolvido pela Caerd e perceba a importância do saneamento básico no dia a dia das pessoas. Preparamos um espaço pensado para receber as famílias, orientar os clientes e proporcionar uma experiência leve, educativa e interativa durante o evento.”

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o objetivo é fortalecer grandes eventos que impulsionam a economia, geram oportunidades e movimentam diversos setores do estado. “A atuação da Caerd na Rondônia Rural Show, nos últimos quatro anos, evidencia planejamento, capacidade operacional e compromisso com a oferta de serviços essenciais, garantindo estrutura adequada para expositores, produtores rurais e visitantes durante toda a feira,” pontuou.

DESCONTO ESPECIAL

Outro destaque da participação da Caerd na feira será o atendimento especial voltado aos clientes inadimplentes. Durante a Rondônia Rural Show, a Companhia disponibilizará negociação de débitos, atualização cadastral e esclarecimento de dúvidas diretamente no estande.

A ação ocorre com base em resolução específica da Diretoria Executiva da Companhia, válida para clientes com débitos vencidos até 31 de dezembro de 2025. Quem optar pelo pagamento à vista terá desconto de 95% sobre juros, multas e correção monetária. Já no parcelamento, o desconto será de 50% sobre os encargos, com possibilidade de parcelamento em até 12 vezes sem juros ou em até 24 vezes com juros de 1% ao mês, mediante entrada mínima de 20%.

Mais quatro reservatórios foram instalados, garantindo 150 mil litros de água por dia

De acrodo com o diretor financeiro, Nestor Borralho, a iniciativa busca ampliar o acesso da população aos serviços da Companhia e facilitar a regularização financeira dos clientes. “A Rondônia Rural Show é uma grande oportunidade para aproximar os serviços da Companhia da população. A política especial de descontos foi criada para oferecer condições acessíveis aos clientes inadimplentes, facilitando a negociação e promovendo mais tranquilidade financeira para as famílias”, explicou.

O presidente da Caerd, Cleverson Brancalhão ressalta que, a participação da Companhia na feira evidencia a capacidade operacional da estatal em eventos de grande porte e fortalece a imagem institucional da empresa junto à população. “A estatal chega à Rondônia Rural Show fortalecendo a atuação no desenvolvimento de Rondônia. Além de garantir um serviço essencial para o funcionamento da feira, mostramos à população toda a capacidade técnica da Companhia, unindo eficiência operacional, atendimento humanizado e ações de conscientização ambiental.”

Estado amplia produção de grãos em 61% e consolida nova força do agro

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Tradicionalmente reconhecida pela força na produção de café, leite, frutas e hortaliças, Minas Gerais vive uma transformação silenciosa no campo e avança também como potência nacional na produção de grãos. Em dez anos, o estado elevou sua produção de soja, milho, feijão e sorgo de 11,8 milhões para 18,9 milhões de toneladas, crescimento de 61% que colocou Minas na sexta posição entre os maiores produtores do país.

Os dados fazem parte de estudo da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e mostram uma mudança importante no perfil do agro mineiro, historicamente mais associado à cafeicultura e à pecuária leiteira.

O avanço foi puxado principalmente pela expansão da soja e pelo crescimento do milho segunda safra, a chamada safrinha, movimento que aumentou a produtividade das áreas agrícolas sem necessidade proporcional de abertura de novas fronteiras de cultivo.

A produção de soja praticamente dobrou na última década, passando de 4,7 milhões para 9,2 milhões de toneladas, consolidando o grão como o segundo principal item da pauta exportadora mineira, atrás apenas do café.

Segundo o secretário estadual de Agricultura, Thales Fernandes, a intensificação tecnológica nas lavouras foi decisiva para o avanço da produção. “Muitos produtores passaram a trabalhar com duas safras na mesma área, utilizando soja no verão e milho na segunda safra. Isso trouxe ganho de eficiência e aumento significativo da produção estadual”, afirmou.

O crescimento também reflete a expansão da agricultura de precisão, o avanço da irrigação e o desenvolvimento de cultivares mais adaptadas às mudanças climáticas, especialmente nas regiões do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas, hoje entre os principais polos de grãos do estado.

As pesquisas vêm sendo conduzidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, que trabalha no desenvolvimento de variedades mais resistentes ao clima e com maior produtividade.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento, Minas deverá colher na safra 2025/26 cerca de 9,1 milhões de toneladas de soja, 7 milhões de toneladas de milho, 1,6 milhão de toneladas de sorgo e quase 500 mil toneladas de feijão.

Apesar do avanço, o cenário para a próxima safra ainda inspira cautela. O setor monitora os impactos climáticos do avanço do El Niño, além das incertezas provocadas pelos juros elevados e pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio, que podem afetar os custos dos fertilizantes importados pelo Brasil.

“A questão climática preocupa muito. Existe risco de atraso nas chuvas e o mercado acompanha também os impactos logísticos da guerra na região do Estreito de Ormuz, importante rota mundial para fertilizantes”, disse Thales Fernandes.

Mesmo diante das incertezas, Minas Gerais segue ampliando seu protagonismo no agronegócio nacional. Além da expansão nos grãos, o estado lidera a produção brasileira de café, leite, alho, batata e equinos, além de ocupar posições de destaque em culturas como cana-de-açúcar, feijão, banana, tomate, cebola e tilápia.

A diversificação produtiva transformou Minas em um dos estados mais equilibrados do agro brasileiro, combinando tradição em culturas históricas com avanço acelerado em segmentos ligados à segurança alimentar e às exportações de commodities agrícolas.

Fonte/Pensar Agro

Inadimplência dispara, supera R$ 205 bilhões e acende alerta no agronegócio

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O avanço da inadimplência rural começou a expor uma das maiores crises financeiras já enfrentadas pelo agronegócio brasileiro nos últimos anos. Dados do Banco Central mostram que o índice de atraso entre produtores rurais pessoas físicas saltou de 2,7% para 7,3% em apenas um ano. Na prática, isso significa mais de R$ 205 bilhões em operações rurais com parcelas em atraso, considerando câmbio médio de R$ 5 por dólar e o crescimento das dívidas contratadas com juros de mercado.

O problema se agravou após uma combinação considerada explosiva para o caixa do produtor: queda nos preços das commodities desde 2022, custos de produção ainda elevados e taxa Selic mantida em 15% ao ano. Em operações contratadas fora das linhas subsidiadas, a inadimplência já alcança 13,5%, pressionando principalmente médios produtores de soja, milho e pecuária.

Nos bastidores do setor, bancos, cooperativas e tradings passaram a conviver com um cenário que até poucos anos atrás parecia improvável: produtores que sempre conseguiram honrar compromissos, investir em tecnologia e ampliar a produção agora enfrentam dificuldade para fechar as contas. Em muitas propriedades, a renda da safra já não acompanha o aumento dos custos, e a dívida que antes parecia controlada começou a crescer rapidamente.

Especialistas em crédito rural afirmam que muitos produtores acabam agravando a crise ao aceitar renegociações sem avaliar o impacto real das novas condições. Em diversos casos, a dívida apenas muda de prazo, mas continua crescendo devido aos juros elevados e às novas garantias exigidas pelas instituições financeiras.

O principal risco hoje envolve operações com alienação fiduciária de imóveis rurais. Nesse modelo, bastante utilizado nas renegociações recentes, a propriedade passa a ficar vinculada diretamente ao banco. Em caso de inadimplência, o produtor pode perder a terra por via extrajudicial, em um processo muito mais rápido que as execuções tradicionais.

O aumento das dificuldades financeiras também provocou explosão nos pedidos de recuperação judicial no agro após a aprovação da Lei 14.112, que ampliou o acesso do produtor rural ao mecanismo.

Levantamentos do setor mostram que os pedidos saltaram de menos de 100 casos em 2021 para quase 2 mil em 2025, movimento que levou o próprio Conselho Nacional de Justiça a endurecer as regras neste ano, exigindo comprovação detalhada da atividade rural, documentos contábeis e possibilidade de perícia técnica nas propriedades.

Ao mesmo tempo, programas de renegociação começam a ganhar espaço. O Banco do Brasil lançou linhas de reorganização de dívidas com prazo ampliado e carência, enquanto produtores tentam recorrer a mecanismos previstos no Manual de Crédito Rural para prorrogação de parcelas em casos de quebra de safra, dificuldade de comercialização ou frustração de receita.

No campo, porém, o sentimento predominante ainda é de insegurança. Com juros elevados, margens mais apertadas e aumento da pressão bancária, cresce entre produtores o receio de que a crise financeira avance sobre patrimônios construídos ao longo de décadas.

A avaliação de consultores do setor é que 2026 pode marcar uma virada decisiva para o crédito rural brasileiro: ou o mercado encontra soluções sustentáveis de renegociação, ou o agro poderá entrar em um ciclo mais amplo de descapitalização e concentração de terras.

A edição de abril da Revista Pensar agro trouxe uma análise aprofundada do endividamento rural. 

Fonte/Pensar Agro

SEMUSA de Chupinguaia entrega aparelhos de glicosímetros

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Com o uso dos dispositivos, os pacientes podem medir o nível de glicose no sangue regularmente, mantendo o automonitoramento da diabetes

A Secretaria Municipal de Saúde – Semusa do município de Chupinguaia, na gestão do Prefeito Dr. Wesley Araújo (PP), realizou nesta quarta-feira 13 de maio de 2026, a entrega de 62 aparelhos de glicemia, o kit contém, Glicosímetro, tira para medir a glicose e lancetas, para portadores de diabetes, cadastrados do Distrito de Novo Plano, que são acompanhados pela equipe de saúde do Distrito. A entrega dos dispositivos irá auxiliar no monitoramento da glicose no sangue, facilitando o automonitoramento da glicose. A ação visa entregar por primeira vez no município os kits de Glicosímetro, incluindo tecnologias modernas que se conectam ao prontuário, garantindo controle eficaz e seguro do diabetes.

Segundo o secretário municipal de saúde, Osvaldo de Castro, o glicosímetro é nome do dispositivo que tem a função de medir a concentração de glicose no sangue. O aparelho é de fácil manuseio, possibilita verificar a quantidade de açúcar no sangue do indivíduo no exato momento de aferição.

Para o prefeito Dr. Wesley Araújo, hoje o município de Chupinguaia está dando mais um passo importante na saúde do município. Já foi realizado o mapeamento de todos os pacientes diabéticos e iniciamos a entrega dos glicosímetros, começando pelo distrito de Novo Plano.

Isso é cuidado de verdade. É olhar para as pessoas com responsabilidade, atenção e respeito, garantindo mais qualidade de vida para quem precisa.

E não paramos por aí: já iniciamos também a compra de mais de 4 milhões em medicamentos, reforçando o compromisso de manter nossa população bem assistida e com acesso digno à saúde.

Seguimos trabalhando com seriedade, cuidando da nossa gente e fazendo a diferença na vida de cada cidadão chupinguaiense.

“Por primeira vez a Prefeitura avança em soluções que qualificam o cuidado e facilitam a vida do cidadão. Tecnologia à serviço da vida, o controle glicêmico permite ajustes imediatos, atuação da equipe e previne as complicações do diabetes”, disse o prefeito.

 

 

 

Assessoria de Imprensa

Taxa de desemprego de pretos é 55% maior que a de brancos, revela IBGE

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Agência Brasil

A taxa de desemprego das pessoas pretas fechou o primeiro trimestre de 2026 em 7,6%. Esse indicador fica acima da média nacional (6,1%) e 55% maior que o dos brancos, que sequer chegou a 5% (4,9%).

Agência Brasil

Esse patamar de diferença é superior ao registrado no último trimestre de 2025 (52,5% maior) e nos três primeiros meses do ano passado (50%). A maior diferença já apurada é de 69,8%, no segundo trimestre de 2020, ano de eclosão da pandemia de covid-19.

A revelação faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quando a série histórica da pesquisa foi iniciada, em 2012, o desemprego de pessoas pretas era 44,8% maior que o dos brancos. A menor diferença já verificada pertence ao segundo trimestre de 2021, 43,6% superior.

Pardos

A diferença na taxa de desemprego sob ótica da cor da pele é favorável também aos brancos quando comparados aos pardos. Nesse grupo, a desocupação está em 6,8%, isto é, 38,8% maior.

Quando a pesquisa foi iniciada, a diferença era 37,3%. O menor nível de disparidade foi de 33,3% no segundo trimestre do ano passado. O maior, 50,84%, no terceiro trimestre de 2023.

Já na comparação mais imediata, ou seja, no último trimestre de 2025, o desemprego dos pardos era 47,5% maior que o dos brancos.

Fatores

Para o analista da pesquisa, William Kratochwill, a disparidade entre o desemprego de pretos e pardos em relação ao dos brancos aponta para “algo estrutural”.

“Isso pode ser ligado a diversos fatores, não apenas a cor da pele. Pode ser questão de nível de instrução e região em que vive”, indica ele.

Kratochwill pondera que para poder determinar exatamente o que causa a diferença entre os grupos “é necessário um estudo bem mais aprofundado, que leve em consideração diversas características e não apenas a identificação de cor ou raça”.

Informalidade

A Pnad revela que pretos e pardos também ficam em desvantagem em relação aos brancos na formalidade do emprego.

O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ.

Na média nacional, a taxa de informalidade ficou em 37,3%. Essa é a proporção de trabalhadores ocupados sem garantias trabalhistas, como seguro-desemprego, férias e 13º salário.

Para os brancos, a informalidade foi de 32,2%; para os pardos, 41,6%; e para pretos, 40,8%.

Autoidentificação

A Pnad tem como critério a autoidentificação ─ a própria pessoa escolhe como quer se declarar.

Os dados do primeiro trimestre de 2026 mostram os pardos como maioria da população alvo do levantamento (pessoas com 14 anos ou mais):

  • Pardos: 45,4%
  • Brancos: 42,5%
  • Pretos: 11,1%

Amarelos (origem asiática) e indígenas não foram detalhados pela Pnad trimestral.

Homens e mulheres

Ao comparar as taxas de desemprego de homens e mulheres, o IBGE mostra que a desocupação delas é 43,1% maior que a deles. No primeiro trimestre de 2026, o índice era de 7,3% para as mulheres. Entre os homens, 5,1%, abaixo da média nacional (6,1%).

Desde quando a pesquisa começou a ser feita, o desemprego das mulheres era 69,4% superior ao dos homens. A menor diferença foi registrada no segundo trimestre de 2020 (27%).

Já em relação à informalidade, a dos homens (38,9%) é maior que a das mulheres (35,3%).

Idade

O IBGE apresenta análises por faixa etária. O grupo de 14 a 17 anos apresenta a maior taxa de desocupação (25,1%).

“Os jovens são aqueles que aceitam mais os trabalhos que são temporários, aqueles com menor estabilidade, simplesmente para poder ingressar no mercado de trabalho e começar a construir o seu currículo”, analisa William Kratochwill.

Já as pessoas com 60 anos ou mais têm o menor desemprego, 2,5%.

“É a idade na qual as pessoas já começam a deixar o mercado de trabalho, são poucos aqueles que ainda persistem em conseguir alguma ocupação”.

 

 

Agência Brasil