Batida ocorreu entre o distrito do Guaporé e Vilhena; criança que estava no automóvel escapou sem ferimentos graves.
Um acidente de grandes proporções registrado na manhã desta segunda-feira (18) terminou com a morte de uma mulher na BR-364, em um trecho localizado entre o distrito do Guaporé e o município de Vilhena. A colisão envolveu um Chevrolet Classic e uma Fiat Toro.
As informações iniciais apontam que o impacto aconteceu nas proximidades da entrada da Fazenda Capim. Após a batida frontal, os veículos saíram da pista e ficaram tombados às margens da rodovia federal.
No Classic estavam três integrantes de uma mesma família, moradores do distrito de Novo Plano, em Chupinguaia (RO). A passageira Jaqueline Rabasco não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local, presa às ferragens do automóvel.
O veículo era conduzido pelo marido dela, Luciano Vieira Rabasco, que sofreu múltiplas lesões, incluindo fraturas nas pernas. Ele recebeu os primeiros atendimentos no posto de saúde do Guaporé e depois foi transferido para o Hospital Regional de Vilhena.
A filha pequena do casal, com idade estimada entre 3 e 4 anos, também estava no carro. Apesar da gravidade do acidente, a criança sofreu apenas escoriações leves e permanece fora de perigo.
Já o motorista da Fiat Toro não teve ferimentos considerados graves, conforme informações preliminares.
Equipes de resgate e autoridades policiais estiveram no local para controlar o trânsito e realizar os procedimentos periciais. O trecho onde ocorreu o acidente pertence administrativamente ao município de Pimenta Bueno (RO), motivo pelo qual a remoção do corpo foi realizada por uma funerária daquela cidade.
Conhecida na comunidade de Novo Plano, Jaqueline era dona de casa e deixa três filhas.
Até o fechamento desta matéria, familiares ainda não haviam divulgado informações sobre velório e sepultamento.
Mudanças incluem validação biométrica facial no Meu INSS como etapa obrigatória para a contratação de qualquer empréstimo
Nesta terça-feira (19), passam a funcionar novas exigências de segurança e novas regras operacionais para os empréstimos consignados — valores descontados diretamente do benefício (aposentadoria, pensão, etc). Entre as principais mudanças, agora o beneficiário que solicitar empréstimo consignado terá que validar a operação por meio de biometria facial pelo aplicativo ou site Meu INSS.
A inclusão da “anuência biométrica” para a contratação do consignado atende a Lei nº 15.327/2026 (normativo que aumentou a segurança para aposentados e pensionistas que contratam empréstimos consignados) e a recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU).
Na prática, após solicitar o crédito junto ao banco, o beneficiário recebe a proposta no aplicativo Meu INSS com o status “pendente de confirmação” e tem até 5 dias corridos para confirmar a operação por reconhecimento facial. Se o procedimento não for realizado dentro do prazo, o contrato é automaticamente cancelado.
Além disso, a nova lei proíbe a contratação de consignado por telefone ou por meio de procuração de terceiros.
Maior prazo para pagamento
Outra novidade é a ampliação do prazo de pagamento total dos empréstimos consignados para até 108 parcelas mensais (9 anos), em vez do limite anterior de 96. Além disso, o beneficiário do INSS poderá contratar um empréstimo consignado e começar a pagar somente depois de até 3 meses.
A Medida Provisória nº 1.355/2026, que instituiu o Novo Desenrola Brasil — Programa Extraordinário de Reequilíbrio Financeiro das Famílias, também promoveu alterações na composição da margem consignável – o percentual não utilizado nas modalidades de cartão consignado e cartão benefício poderá ser utilizado em operações de empréstimo consignado dentro dos limites estabelecidos.
Ou seja, se o aposentado ou pensionista não estiver usando toda a margem dos cartões, a parte “sobrando” poderá ser usada para contratar empréstimo consignado comum — mas sem ultrapassar o limite consignável de 40% para benefícios previdenciários e 35% para benefícios assistenciais.
Confira o passo a passo para solicitar empréstimos consignados pelo Meu INSS
A partir deste ano, os meses de julho serão marcados por campanhas e ações de conscientização sobre a importância da saúde bucal.
As medidas fazem parte do Julho Neon, instituído pela Lei 15.408/2026, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A norma reforça a prioridade do Executivo em relação ao tema. Em maio de 2023, criou a Política Nacional de Saúde Bucal no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa fortaleceu o Brasil Sorridente, programa de assistência odontológica criado em 2004, com os principais objetivos:
ampliar a cobertura de saúde bucal no SUS;
reduzir os índices de cáries e outras doenças bucais;
oferecer tratamento odontológico especializado (tratamento de canal e próteses);
incorporar a saúde bucal na atenção primária, média e de alta complexidade.
Unidades odontológicas
Em agosto de 2025, foram entregues 400 Unidades Odontológicas Móveis, a partir do investimento de R$ 152 milhões do Novo PAC Saúde.
Esses veículos itinerantes servem para ampliar o acesso da população, especialmente em áreas remotas ou de difícil acesso, por meio do atendimento direto às comunidades.
Um capítulo importante da história brasileira começa a ser desvendado. Pesquisas revelam registros financeiros de pessoas escravizadas no século 19 e indicam que esses valores podem ser quantificados, atualizados e restituídos para os descendentes.
A hipótese é que o dinheiro depositado em contas da Caixa Econômica Federal tenha sido poupado para pagar a alforria de pessoas escravizadas até a abolição da escravidão, ocorrida há mais de 130 anos, em 1888.
Naquele momento, existiam no Brasil 723.419 pessoas escravizadas, conforme contabilizava a Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas – o Ministério da Agricultura da época.
Até o momento, o Ministério Público Federal (MPF) identificou 158 cadernetas de poupança abertas por escravizados no acervo histórico do banco. Para ampliar esse escopo, o MPF determinou que a Caixa forneça informações detalhadas sobre os registros financeiros de escravizados.
O MPF quer saber qual equipe será envolvida pela Caixa na apuração, que metodologia será adotada, e qual a quantidade disponível dos chamados “livros de conta corrente”, com anotações de depósitos e saques dos ex-escravizados em poupança, existe no acervo do banco público. Os livros de conta corrente ainda contém a remuneração dos juros (6% a cada 6 meses).
Em nota, a Caixa informa que tem contribuído com o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro e apresentou, dentro do prazo requerido, todas as informações solicitadas. O banco público destacou ainda que a guarda, conservação e pesquisa do seu acervo histórico é um processo contínuo e permanente, efetuado por equipes multidisciplinares no âmbito da Caixa Cultural, com respeito aos limites e às condições materiais do acervo histórico.
“A Caixa reforça seu papel histórico na promoção da igualdade racial no país e dispõe de políticas estruturantes de combate ao racismo e a promoção da igualdade na sociedade brasileira”, reforçou, em nota.
Maior que Copacabana
A papelada a ser investigada não diz respeito apenas ao século 19, mas à toda história do banco. Se dispostos lado a lado, os documentos para triagem se estendem por 15 quilômetros – medida 3,6 vezes maior que o iconográfico calçadão da Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
De acordo com a historiadora Keila Grinberg, responsável pela estimativa da extensão dos documentos, a tarefa será separar o joio do trigo, verificar as condições do material, catalogar, analisar e tornar disponível para a sociedade.
“É preciso organizar apropriadamente, digitalizar, criar instrumentos de busca para que os pesquisadores e a população em geral possam consultar apropriadamente”, explica a professora do Departamento de História e Diretora do Center for Latin American Studies da Universidade de Pittsburgh (Pensilvânia, EUA).
A acadêmica e outros historiadores não têm estimativas de quantas cadernetas de poupança foram abertas na Caixa antes da abolição.
“Nem onde foi parar o dinheiro”, destaca a pesquisadora que colabora com o inquérito civil em trâmite na Procuradoria da República, no Rio, sobre os registros financeiros.
Segundo ela, a ação do MPF é justamente para fazer com que a Caixa organize e disponibilize a sua documentação, de forma que as pesquisas a respeito do tema possam avançar.
Para romper o silêncio
O avanço desejado pelos estudiosos da escravidão e pelos movimentos sociais negros é romper com sigilos históricos e com o senso comum que disfarça, oculta ou nega a segregação racial no Brasil, avalia o historiador Itan Cruz Ramos, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
“A estrutura das relações raciais no Brasil e do racismo seguem uma lógica do silêncio e da dissimulação, o que dá espaço para que aquela ideia de que no país, cada um é uma ilha de antirracismo mas cercada de racistas. Assim, o racismo está sempre no outro.”
No plano institucional, falsear a realidade se junta com apagar o passado – daí as dificuldades de localizar registros e recuperar a história. “As perdas, a degradação dos arquivos são projetos de um país que não quer lidar com o trauma e com o incômodo da escravidão, e também com a luta por direitos do povo negro brasileiro”, assinala o historiador.
“Na verdade, isso não é acidente, não é o acaso. O Brasil nunca deu tanta importância ao seu passado escravista a partir de lentes das pessoas negras. A escravidão sempre é vista como algo horrível que deve ficar no passado”, acrescenta Cruz Ramos.
Ele é autor de um artigo publicado em 2024 na Revista de História da Universidade de São Paulo (USP), que conta como o fundo nacional de emancipação, que a princípio tinha como finalidade auxiliar os escravizados na conquista da sua liberdade, acabou sendo apropriado por fazendeiros para pagar a importação de mão de obra europeia – em especial trabalhadores italianos, para as lavouras de café no sudeste do Brasil.
O fundo foi previsto para negros na Lei do Ventre Livre (1871) e foi desvirtuado na Lei do Sexagenário (1885). Após a abolição da escravatura (1888), deixou de ter destinação para reparar a escravidão, apesar de reinvindicações diretas de negros junto a autoridades como Ruy Barbosa, ministro da Fazenda e da Justiça no governo provisório do marechal Deodoro da Fonseca – o primeiro da República, proclamada em 1889.
O fundo de emancipação, que em 1889 guardava a quantia de 12.622:308$776 (doze mil, seiscentos e vinte e dois contos, trezentos e oito mil e setecentos e setenta e seis réis), desaparece nos anos iniciais da República, quando passa a ser chamado de ‘rendas especiais’ antes de sumir dos registros, descreve Itan Cruz Ramos.
Ferramenta disponível no site do Banco Central afirma que o valor “não possui equivalência direta ou conversão automática oficial para o Real atual (R$)”. Antes da Proclamação da República, entretanto, o valor superava o orçamento individual dos ministérios do Império, da Marinha, da Justiça, e dos Estrangeiros.
De acordo com o historiador Cruz Ramos, o campo de estudos sobre o tema está longe de esgotar suas fontes. “Há muito ainda a ser descoberto sobre a escravidão, mas também sobre a liberdade”. Conclusão semelhante a que ele chega em seu artigo científico: “há muito dinheiro para seguir e descobrir.”
Agenda em Xangai e Pequim prevê participação na SIAL 2026 e reuniões com autoridades chinesas para avançar cooperação sanitária e fitossanitária
Ministro André de Paula se reúne com autoridades chineses para fortalecer cooperação no agro
O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, lidera missão oficial à China, entre os dias 17 e 21 de maio, com compromissos nas cidades de Xangai e Pequim.
Na agenda, reuniões com autoridades da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC), participação na SIAL 2026 – considerada a maior feira de alimentos e bebidas da Ásia e uma das principais do mundo no setor – além de encontros com empresários brasileiros e chineses.
O objetivo desses encontros é ampliar a presença dos produtos do agronegócio brasileiro, identificar oportunidades de negócios e fortalecer a cooperação em temas sanitários e fitossanitários.
A China é o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, a China importou mais de US$ 55,3 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, o equivalente a 32,7% do total exportado pelo setor. Entre 2019 e 2025, foram abertos 25 mercados para produtos brasileiros no país asiático, incluindo complexo soja, proteinas animais, gergelim, farinha de aves e suínos, DDG de milho, entre outros.
SIAL 2026
A agenda terá início em Xangai, onde o ministro participará da SIAL 2026, considerada a maior feira de alimentos e bebidas da Ásia e uma das principais do mundo no setor.
Durante a programação, André de Paula visitará o Estande Brasil, organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), além de participar das inaugurações dos estandes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e da Associação Brasileira de Proteina Animal (ABPA). A Sial Xangai ocupa uma área de cerca 220 mil metros quadrados, mais de 5 mil expositores de 75 países.
Nesta edição, o Brasil vai contar com um número recorde de empresas participantes. Serão 82 empresas expositoras distribuídas em cinco pavilhões brasileiros, organizados pela ApexBrasil e por parceiros setoriais. Essa presença supera a edição passada, quando 54 empresas participaram da feira. A expectativa é gerar US$ 3,3 bilhões em negócios imediatos e futuros.
O ministro também participará do encerramento do Seminário Brasil-China de Agronegócio e de encontros com representantes de cooperativas.
Reuniões
Em Pequim, a delegação brasileira terá reuniões com representantes da Administração Geral das Alfândegas da China (GACC), do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais e do Ministério do Comércio da China. As reuniões tratarão de temas relacionados à cooperação sanitária e fitossanitária, ampliação do comércio agropecuário e fortalecimento das relações institucionais entre os países. Há previsão da participação no “Diálogo Brasil–China sobre Finanças Verdes e Cooperação em Agricultura Sustentável” e ainda no seminário organizado pela ABPA.
A região central de Rondônia é transformada pela evolução da feira agropecuária rondoniense, realizada pelo governo de Rondônia, a Rondônia Rural Show Internacional (RRSI), que está a poucos dias da sua 13ª edição. Posicionada de forma estratégica no mapa do estado, o endereço da feira facilita a conexão de produtores e visitantes de diversos cantos do estado. Além de atrair o público de diversos lugares do Brasil e do mundo. O evento não só integra as regiões do estado como contribui para novo patamar de desenvolvimento da região central, com a conquista da agropecuária tecnificada e do segundo melhor desempenho na abertura de novos negócios e geração de empregos em todo o estado, ficando atrás apenas da região Madeira-Mamoré.
A região central é composta por Ji-Paraná, que é o segundo município mais populoso do estado, estimada em mais de 140 mil habitantes pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE -2025), considerado o coração de Rondônia, onde acontece a feira. E municípios vizinhos, cada um com atrativos especiais: Ouro Preto do Oeste, Presidente Médici, Alvorada d’Oeste; Jaru; Nova Brasilândia d’Oeste; Urupá; Mirante da Serra; Teixeirópolis; Governador Jorge Teixeira; Urupá; Vale do Anari; Vale do Paraíso; Nova União e Theobroma.
A feira agropecuária rondoniense deixa rastro de progresso e aquecimento da economia na região Central de Rondônia
A FEIRA AGROPECUÁRIA
A Rondônia Rural Show Internacional foi criada em 2012 e transformou-se na feira de bilhões, em 2022, quando alcançou mais de R$ 2,6 bilhões movimentados em negócios. Já em 2025, bateu recorde ultrapassando R$ 5.1 bilhões. É considerada a maior feira agropecuária da região Norte do Brasil.
O setor de alimentos de Ji-Paraná recebe alta demanda no período da feira
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o evento valoriza e dá visibilidade ao que é produzido. ‘‘O compromisso do governo do estado é apoiar, por meio da feira, a dedicação dos produtores, conectando-os a novos compradores, para que esse esforço se transforme em renda para as famílias e desenvolvimento para o estado’’.
O secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Luiz Paulo, acrescenta que a feira gera evolução na forma de produzir. “O produtor leva da feira para a propriedade soluções, que são transformadas em alta produtividade e sustentabilidade.”
OS IMPACTOS NA REGIÃO
E a região central recebe os impactos positivos da realização e evolução da feira. Sempre na temporada da feira, hotéis, restaurantes e o comércio de Ji-Paraná, e as cidades vizinhas, recebem demanda alta de público, deixando um rastro de progresso e aquecimento da economia. Em 2025, a feira recebeu 446.238 mil visitantes ao longo de seis dias de programação. Mais que o triplo da própria população da cidade.
ECONOMIA
O setor de serviços, especialmente hotéis e restaurantes, sinaliza um faturamento expressivo no período da feira. O gerente administrativo de hotel em Ji-Paraná, Wagner Kvasne, destaca que o setor hoteleiro em Ji-Paraná é bem forte. ‘‘A gente mantém uma equipe preparada para suprir a demanda o ano todo. No mês de maio, quando, devido à Rondônia Rural Show, atingimos 100% da lotação, mantivemos a equipe completa para atender. O faturamento em maio chega a dar um respiro de um mês a mais e acaba, sim, sendo um fôlego para ajudar a fazer a manutenção do hotel.”
De acordo com levantamento da coordenação das ações do Sistema Nacional de Emprego em Rondônia (Sine-RO) da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), o impacto da feira também é perceptível no aumento da oferta de vagas de empregos no período que antecede e ocorre o evento. Em 2025, por exemplo, enquanto o crescimento médio do estado foi de aproximadamente 8% durante os meses de abril, maio e junho, em Ji-Paraná o aumento da quantidade de vagas chegou a 25%.
Nos últimos anos, houve atração de novos negócios e mais empregos na região
ATRAÇÃO DE NEGÓCIOS
Os impactos na economia não são só temporários. Ao longo dos últimos anos, houve atração de novos negócios na região, gerando empregos fixos e renda para a população.
Segundo a Invest Rondônia da Sedec, a feira consolidou a região Central como um polo estratégico para o desenvolvimento econômico e permite apresentar Rondônia como território com oportunidades para industrialização, agregação de valor, logística, armazenagem, tecnologia rural, alimentos e bebidas, proteína animal, café, laticínios, embalagens, máquinas e serviços especializados. Além de gerar impactos de longo prazo ao ampliar a visibilidade do estado perante empresas, investidores, cooperativas, instituições financeiras, agroindústrias, fornecedores de tecnologia e representantes de diversos segmentos ligados ao agronegócio, posicionando a região central e Rondônia como um território fértil para novos negócios.
De acordo com a Junta Comercial de Rondônia (Jucer), esse ambiente favorável para o empreendedorismo levou a abertura de 20.307 mil novas empresas entre 2022 e 2025 no Território Central do estado, liderado por Ji-Paraná, Jaru e Ouro Preto do Oeste. É a segunda região com maior número de novos negócios no estado, ficando atrás apenas da região Madeira-Mamoré (24.331), que abriga a capital de Rondônia, Porto Velho.
Evolução dos novos negócios na região Central(2022-2025)
2022: 4.803
2023: 4.824
2024: 4.940
2025: 5.740
Setores em destaque (2022-2025) – Região Central
Serviço – 13.177 novos negócios
Comércio – 5.662 novos negócios
Indústria -1.299 novos negócios
Ranking de novos negócios (2022-2025) – Região Central
1º Ji-Paraná – 11.643
2º Jaru – 3.027
3º Ouro Preto do Oeste – 2.215
4º Presidente Médici – 958
5º Alvorada D’Oeste – 618
6º Urupá – 455
7º Mirante da Serra – 369
8º Vale do Anari – 239
9º Theobroma – 202
10º Governador Jorge Teixeira – 180
11º Nova União – 175
12º Teixeirópolis – 116
13º Vale do Paraíso – 110
EMPREENDEDORISMO EM ALTA
Em 2026, o empreendedorismo se mostra ainda mais forte na região Central, com o registro de 2.043 novas empresas de janeiro a março. Veja a evolução em comparação ao primeiro trimestre dos anos anteriores:
Evolução do número de empresas abertas na região Central de Rondônia
GERAÇÃO DE EMPREGOS
De acordo com levantamento do Sine-RO, Ji-Paraná, município sede do evento, ocupa a segunda posição no ranking estadual de geração de vagas, ficando atrás apenas da capital, Porto Velho.
Principais Municípios – Total de vagas acumuladas desde 2020 na plataforma de empregabilidade do Governo
1º – Porto Velho 18.348;
2º – Ji-Paraná 18.030
Quando analisado em conjunto com Ouro Preto do Oeste (1.976), município vizinho, o eixo central ultrapassa a capital em volume acumulado de oportunidades, evidenciando sua relevância estratégica para a economia de Rondônia.
MODERNIZAÇÃO DO CAMPO
O acesso à tecnologia reflete em uma melhor produtividade
A evolução também acontece de uma forma especial no campo. Para o gerente da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater/RO), do Território Central, Clodoaldo de Jesus, o maior legado da Rondônia Rural Show Internacional é o acesso ao conhecimento e à tecnologia, que reflete em uma melhor produtividade, estendendo-se não só à região central, mas a todo o estado. ‘‘Os históricos das cadeias produtivas do estado mostram a evolução. O café, por exemplo, que alcançava uma média de 10 sacas por hectare, hoje chega a uma média de 60 sacas. Tem alguns casos que chega até a 200 sacas por hectare. O cacau também contabiliza abaixo de 500 quilos por hectare; há propriedades que alcançam até 3 mil quilos. A pecuária de leite também evoluiu, chegando a ter casos que registram produção de 200 litros por hectare’’, explica o gerente.
TECNIFICAÇÃO E CONHECIMENTO
Por traz desses resultados, está a tecnificação. Na pecuária de leite, houve uma modernização da ordenha, em que praticamente todos os currais fazem uso da ordenha mecânica. No manejo do solo, a enxada foi substituída pela roçadeira. Diversas cadeias produtivas, como cacau, café e até o hortifrúti, estão utilizando tecnologias que facilitam processos que antes eram muito trabalhosos.
Somadas às tecnologias, estão o compartilhamento de conhecimentos para produzir mais e com sustentabilidade. A Emater possui um espaço na Rondônia Rural Show Internacional, que é a Vitrine Tecnológica, onde demonstra as boas práticas nas cadeias produtivas para os agricultores familiares. O resultado é prosperidade no campo, que tem ajudado Rondônia a vencer outro desafio, o êxodo rural dos jovens. De acordo com a Emater, com propriedades modernas, a nova geração está animada para continuar o legado dos pais na agricultura e pecuária.
Este será o quarto ano em que Selma, o marido e as filhas farão a exposição dos produtos na RRSI
SABORES DA ROÇA
O incentivo e o apoio às agroindústrias é outro diferencial da feira e tem feito brotar novos negócios na região. Selma Maria da Silva, produtora de pimenta de Ji-Paraná, explica que a visibilidade dos produtos na feira prosperou o negócio da família.
Este será o quarto ano em que Selma, o marido e as filhas farão a exposição dos produtos no evento. “A Rondônia Rural Show mudou a minha visão; tenho todo o apoio do governo do estado, por meio da Emater, desde o plantio até a comercialização. Construí minha cozinha para produção artesanal, conquistei a certificação do Programa de Verticalização da Agricultura Familiar de Rondônia (PROVE/RO) e, além das exposições em feiras, agora temos uma loja física”, comemora.
Selma transforma a roça em sabores deliciosos com receitas especiais: desde doces, temperos naturais, molhos de pimenta e bolachas, até frutas frescas, geleias e conservas artesanais. Por trás dos produtos, há uma história de superação inspiradora.
“Compramos um sítio no começo da pandemia e eu tinha feito um investimento para garantir o pagamento das parcelas, mas levamos um golpe e ficamos sem dinheiro. Então, falei para o meu marido: vamos plantar coisas que possamos colher rápido. Uma amiga me deu uma pimenta biquinho e, desse pé, fui tirando sementes e fiz mais de mil mudas. Produziu demais da conta, graças a Deus, tanto que não tinha onde colocar. Consegui vender em praticamente todos os mercados, mas ainda sobrava pimenta. Aí tive a ideia de fazer conservas e geleias, e começou a dar certo”, relembra a produtora.
INFRAESTRUTURA EM EVOLUÇÃO
O governo de Rondônia investiu mais de R$ 26,61 milhões no aeroporto de Ji-Paraná
A infraestrutura logística da região central também busca acompanhar a evolução da Rondônia Rural Show Internacional. Ji-Paraná possui o Aeroporto José Coleto para acesso aéreo e é cortada pela BR-364; o entorno da feira ganhou novos acessos estruturados pelo governo de Rondônia.
AEROPORTO: O governo de Rondônia investiu mais de R$ 26,61 milhões no aeroporto de Ji-Paraná no período de 2019 a 2026. De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER), o aeroporto apresenta plena capacidade operacional para atendimento ao aumento de demanda de passageiros e aeronaves decorrente da realização da Rondônia Rural Show, com infraestrutura adequada, incluindo pista, terminal de passageiros, serviços operacionais e suporte às operações aéreas, garantindo condições seguras e eficientes para o atendimento da demanda ampliada.
ACESSOS À FEIRA: O DER também está executando serviços de manutenção nas vias de acesso ao Centro Tecnológico Vandeci Rack, onde acontece a feira. São 15 quilômetros de estradas que estão recebendo os serviços. Os trabalhos incluem a retirada de curvas, reconformação de plataforma (patrolamento) e revestimento com pedra brita nas estradas de acesso. Já dentro do Centro Tecnológico, todas as ruas foram revestidas com brita.
EDIÇÃO 2026
A 13ª Rondônia Rural Show Internacional será realizada este ano de 25 a 30 de maio, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná, com o tema “Exportação e Desenvolvimento”. O tema faz referência à conquista recorde do estado de novos destinos para exportações, o que reflete em um cenário atrativo para negócios e favorável para empregos e melhor qualidade de vida para os rondonienses.
Com objetivo de eleger a nova comissão da câmara do café e fortalecer o diálogo entre produtores, instituições e representantes da cadeia produtiva da cafeicultura de Rondônia, o governo do estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), realizou a reunião da Câmara Setorial do Café, na sexta-feira (15), em Porto Velho.
A reunião contou com a presença de representantes de instituições ligadas ao setor, produtores rurais, técnicos e membros da Câmara Setorial do Café. Durante a reunião, foi eleita a nova comissão da Câmara Setorial do Café, que coordenará os trabalhos no período de 2026 a 2028. A composição ficou definida da seguinte forma:
• Coordenador: Juan Travain de Souza
• Vice- Coordenador: Ezequias Braz Silva Neto
• 1º Secretário: Francisco Anithoan Figueiredo
• 2º Secretário: Darlan Sanches Barbosa Alves
Durante a reunião, o titular da Seagri, Luiz Paulo, destacou a importância da união entre os integrantes da cadeia produtiva para o avanço da cafeicultura no estado, ressaltando o compromisso do governo com o fortalecimento do setor.
o secretário, Luiz Paulo também parabenizou o trabalho desenvolvido pela diretoria anterior da Câmara Setorial do Café e desejou sucesso à nova gestão, reforçando que a continuidade das ações e o diálogo permanente são fundamentais para manter o desenvolvimento do setor. “A cafeicultura de Rondônia é motivo de orgulho para o estado. Temos uma cadeia produtiva organizada, unida e comprometida com o crescimento sustentável da produção. O governo do estado fortalece, incentiva o setor, apoiando os produtores com políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da agricultura”, destacou.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou a importância do trabalho realizado pelo setor cafeeiro e destaca que o governo do estado continuará investindo em assistência técnica, mecanização, incentivo à produção e valorização dos produtores rurais. “A cafeicultura de Rondônia é hoje referência pela qualidade, sustentabilidade e organização da cadeia produtiva”.
O governo de Rondônia segue investindo no fortalecimento da agricultura e da cafeicultura, setor que vem se consolidando como uma das principais atividades econômicas do estado, levando o café robusta amazônico de Rondônia para reconhecimento nacional e internacional.
Com investimento de R$ 95.463.630,67 e mais de 5,7 milhões de refeições servidas à população em situação vulnerável, o programa estadual Prato Fácil completa 5 anos de funcionamento, neste domingo (17), em 27 restaurantes credenciados em 8 municípios rondonienses. Trata-se de uma iniciativa da Política de Segurança Alimentar e Nutricional implantada pelo governo do estado, que por meio da Secretaria da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), garante acesso à alimentação adequada e saudável ao custo de R$ 2 o prato feito (para consumo no local) ou marmitex (para viagem).
Implantado inicialmente em Porto Velho, em 5 restaurantes credenciados, o Prato Fácil começou sua expansão a partir de 2022 em estabelecimentos credenciados nos municípios de Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Ji-Paraná e Vilhena. Em 2024, foi a vez da população vulnerável de Jaru e Rolim de Moura ser beneficiada pelo programa, que de segunda a sábado, das 11h às 15h, disponibiliza cerca de 5 mil refeições por dia, uma média de 30 mil por semana, 120 mil por mês e mais de 1,4 milhão por ano.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o Prato Fácil consolidou-se como referência na promoção da dignidade humana, inclusão social e combate à fome, garantindo mais dignidade às famílias em situação vulnerável, em especial às crianças, refletindo no crescimento físico e desenvolvimento psicossocial. “Além da economia que as famílias têm, o Prato Fácil contribui com a prevenção de doenças, como diabetes, hipertensão e câncer, além de garantir melhor desempenho escolar, especialmente para as crianças e jovens”, apontou.
A titular da Seas, Luana Rocha, reforça, que além do baixo custo, as refeições fornecem nutrientes essenciais para o dia a dia, reafirmando o compromisso do governo do estado com a redução das desigualdades sociais e a promoção da cidadania. “Mais do que números, o Prato Fácil representa cuidado, dignidade e esperança. Cada refeição servida concretiza a promoção do direito humano à alimentação adequada e a construção de uma sociedade mais justa, solidária e inclusiva”, pontuou.
Distribuição dos restaurantes credenciados por município:
Ferramenta será atualizada e modernizada, passando a contar com mais informações, acessibilidade, navegação intuitiva e simples
As mais de 19 milhões de famílias beneficiárias do Bolsa Família passarão a contar com um aplicativo renovado e com novos serviços. A partir desta segunda-feira (18.05), a versão atualizada estará disponível para download em dispositivos Android, por meio da loja Google Play.
A modernização do aplicativo do Bolsa Família marca um avanço estratégico na digitalização dos serviços sociais, promovendo mais acessibilidade, transparência e autonomia aos beneficiários.
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Resultado de uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e a Caixa Econômica Federal, o aplicativo foi reformulado com foco na experiência do usuário e na inclusão digital.
“As novas funções do aplicativo do Bolsa Família vão na linha do que faz o governo do presidente Lula, ao facilitar o serviço para o usuário. No dia a dia, as famílias poderão acessar informações importantes e saber, por exemplo, o motivo do bloqueio do benefício. Elas também poderão identificar quais medidas precisam ser adotadas para regularizar a situação”, destacou o ministro Wellington Dias.
Com a atualização do aplicativo, o Responsável Familiar poderá consultar informações detalhadas sobre a situação do benefício, a composição dos pagamentos e eventuais ocorrências relacionadas ao cadastro, identificando possíveis pendências que precisam ser regularizadas para garantir a continuidade do recebimento.
Dessa forma, os atendimentos nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) ou em outros serviços públicos ficarão ainda mais ágeis, já que o beneficiário saberá quais medidas deve tomar antes de se deslocar em busca de informações.
O aplicativo ainda recebeu aprimoramentos de acessibilidade, tornando-se compatível com leitores de tela, como o TalkBack, além de contar com uma navegação mais simples e intuitiva.
Funcionalidades já existentes, como o extrato de pagamento, as mensagens do programa e o calendário de repasses, também foram otimizadas para proporcionar uma experiência mais eficiente aos usuários.
Com a nova versão do aplicativo, o cidadão também poderá conhecer outros programas do Governo do Brasil, com acesso direcionado às páginas de cada iniciativa. “Eu não tenho casa própria, como faço para acessar o Minha Casa, Minha Vida? O aplicativo também vai ajudar com informações sobre um conjunto de programas integrados ao Cadastro Único”, concluiu Wellington Dias.
Evento e portal
No dia 27 de maio, o MDS realizará, em sua sede em Brasília, um evento com a presença de autoridades para apresentar as atualizações e explicar o funcionamento das ferramentas disponíveis no aplicativo.
Na ocasião, também será lançado um site exclusivo do Bolsa Família, que reunirá, de forma acessível e organizada, conteúdos sobre calendário de pagamentos, acesso ao benefício, regras do programa, canais de atendimento, perguntas frequentes e orientações para as famílias atendidas.
Principais funções do app:
Consultar os tipos de benefício;
Verificar situações e pendências que possam interromper o pagamento;
Acompanhar as parcelas mensais do benefício;
Consultar as datas de pagamento;
Acessar informações atualizadas do programa;
Conhecer outros programas do Governo do Brasil;
Navegar em uma interface mais simples e intuitiva;
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o Ministério da Previdência Social iniciaram neste sábado (16) um mutirão de dois dias que oferece quase 26 mil vagas de atendimentos relacionados à concessão de benefícios previdenciários e assistenciais.
Neste sábado e no domingo (17) serão oferecidas exatamente 25.852 vagas aos segurados em 18 estados e no Distrito Federal. Nesses atendimentos serão antecipadas perícias médicas e avaliações sociais, etapas que fazem parte do processo de concessão de benefícios.
A Região Nordeste recebe 15.698 mil vagas, na sequência aparecem Sudeste (5.466), Norte (3.928) e Centro-Oeste (760).
A ação faz parte de um conjunto de medidas do órgão para reduzir a chamada “fila no INSS”.
Para informações sobre antecipação de perícia e agendamento nos mutirões, os segurados podem entrar em contato pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, ou acessar o serviço Meu INSS, no site ou aplicativo para celular.
No fim de abril, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, informou que o país tinha 2,6 milhões de pedidos na fila. O número representa uma diminuição de 16% na comparação com fevereiro, quando eram 3,1milhões.
Acelera INSS
Para manter o ritmo de queda dos números da fila do INSS, a presidente do instituto, Ana Cristina Silveira, anunciou o programa Acelera INSS, que implementa medidas operacionais para acelerar o atendimento aos segurados.
O objetivo final do governo é normalizar o tempo de espera para que o segurado receba a resposta de pedidos dentro do prazo constitucional de 45 dias.
Veja as ações do Acelera INSS:
– mutirões: previsão de quatro ações nacionais até o fim de junho, focadas em perícia médica e análise de benefícios complexos
– reforço de pessoal: nomeação imediata de 300 assistentes sociais; pedido para mais 300 servidores (do cadastro de reserva); anúncio de concurso para contratação de mais 2 mil servidores
– revisão tecnológica dos fluxos de trabalho e melhorias nos sistemas que cruzam dados governamentais para automatizar e acelerar as análises.
Confira como estão distribuídas as vagas do mutirão deste fim de semana:
Nordeste
• Alagoas (2.278): Arapiraca (732) e Maceió – Tabuleiro do Martins (1.546)
• Bahia (1.363): Euclides da Cunha (270), Ribeira do Pombal (294), Vitória da Conquista (130), Itabuna (127), Paripiranga (122), Juazeiro (75), Brumado (35), Santa Maria da Vitória (20), Feira de Santana (54), Feira de Santana Getúlio Vargas (24), Salvador (200) e Santo Antônio de Jesus (12)
• Ceará (5.353): Fortaleza – Centro-Oeste (1.170), Fortaleza – Sul (986), Iguatu (806), Crato (546), Fortaleza – Parquelândia (500), Juazeiro do Norte (463), Tianguá (290), Maracanaú (218), Sobral (154), Crateús (100), Itapipoca (100) e Acaraú (20)
• Maranhão (632): Timon (524), São Luís – Cohab (48), São Luís – Deodoro (28), São Luís – Nazaré (14) e Açailândia (18)
• Paraíba (605): Campina Grande – Dinamérica (326), Agência Conectada Santa Luzia – Teleavaliação (210), Itaporanga (48) e Tambauzinho (21)
• Piauí (2.816): Teresina – Leste (1.120), Picos (546), Parnaíba (479), Teresina – Centro (320), São João do Piauí (271) e Floriano (80)
Sudeste
• São Paulo (2.080): Guaratinguetá (560), Carapicuíba (352), Amparo (344), São Vicente (282), Glicério (238), Ituverava (170), Guarulhos (124) e Presidente Prudente (10)
• Rio de Janeiro (1.266): Rio de Janeiro – Avenida Brasil (400), Araruama (179), Niterói (150), Praça da Bandeira (150), Magé (120), Teresópolis (90), Cachoeiras de Macacu (82), Volta Redonda (61) e Macaé (34)
Norte
• Acre (240): Rio Branco – Centro (210) e Rio Branco (30)
• Amazonas (1.513): Manaus – Codajás (552), Manaus BI (150), Santo Antônio do Içá (109), São Paulo de Olivença (106), Barreirinha (106), Manicoré (106), Humaitá (86), Boca do Acre (56), São Gabriel da Cachoeira (55), Borba (53), Presidente Figueiredo (53), Rio Preto da Eva (41), Tefé (20) e Manacapuru (20)
• Amapá (307): Macapá (307)
• Pará (1.187): Santarém (558), Belém – Marco (380), Altamira (209) e Marabá (40)
• Rondônia (681): Porto Velho – Embratel (331), Porto Velho (234) e Cacoal (116)
Centro-Oeste
• Distrito Federal (165): Taguatinga (45), Asa Sul (70) e Planaltina (50)
• Goiás (485): Benefício por Incapacidade Goiânia (400), Goiânia (45) e Anápolis (40)
• Mato Grosso (83): Juína (68) e Confresa (15)
• Mato Grosso do Sul (27): Campo Grande (10), Três Lagoas (10) e Coxim (7)