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Profissionais da imprensa terão palestra gratuita sobre comunicação digital em Rolim de Moura

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A Federação Nacional dos Comunicadores (FENACOM), seccional Rondônia, promoverá no dia 14 de junho, em Rolim de Moura, uma palestra gratuita voltada a profissionais da comunicação, estudantes da área e servidores públicos.

O evento será ministrado pelo jornalista e doutor em educação Alessandro Lubiana, com o tema:
“Comunicação Institucional e Assessoria de Imprensa no Mundo Digital”,
e acontecerá às 8h30, no auditório da Associação Empresarial de Rolim de Moura, localizado na Avenida Rio Branco, nº 4500 – Centro. Ao final, os participantes receberão certificado de participação.

Sobre o palestrante

Alessandro Lubiana é jornalista com formação pelo Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná, especialista em Liderança Corporativa (FAG/PR), Comunicação Digital (ESIC/PR) e Metodologia do Ensino Superior (Faculdade Porto Velho).
Possui mestrado em Planejamento e Desenvolvimento Regional (UNITAU) e doutorado em Educação (UNIVALI), com foco na educação mediada por tecnologia na Amazônia.

Autor dos livros “A educação mediada por tecnologia na Amazônia” e “A internet como ferramenta de desenvolvimento na Amazônia”, Lubiana atualmente é o chefe de comunicação da Assembleia Legislativa de Rondônia, e já atuou na prefeitura de Porto Velho, na Universidade Católica e em veículos de imprensa no interior do estado.

Sobre a FENACOM

Fundada em 2016, com sede em Brasília, a Federação Nacional dos Comunicadores (FENACOM) representa profissionais da comunicação em todo o país, por meio de suas seccionais estaduais.

Diretoria Nacional:

  • Presidente: Fábio Willian de Brito Camilo
  • Vice-presidente: Ediglei Cordeiro Gonçalves
  • Diretor Jurídico: Hudson Camurça Lima
  • Conselheiro de Ética: Márcio Pugliesi
  • Secretário Geral: Guarim Liberato Martins Junior
  • Secretária de Ação Social: Izabel Cristina da Silva
  • Tesoureiro: Carlos Evandro Araújo Silva
  • Entre outros.

Diretoria Rondônia:

  • Presidente: Ricardo Frota
  • Vice-presidente: Moisés Cruz
  • Diretor Institucional: Francisco Holanda
  • Diretor Jurídico: Hiram Castiel
  • Comunicação: Elizeu Evangelista
  • Tesouraria: Paula Figueiredo

Câmara de Vilhena aprova auxílio-alimentação de R$ 1,4 mil para vereadores por 8 votos a 4, sem debates

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Vereadores tem salário de 10 mil reais

O que era apenas uma possibilidade em abril, tornou-se realidade nesta terça-feira, 3 de junho: a Câmara Municipal de Vilhena aprovou o Projeto de Resolução nº 60/2025, que institui um auxílio-alimentação de R$ 1.400,00 para os servidores do Poder Legislativo, incluindo os vereadores.

A proposta foi aprovada durante a sessão ordinária da Casa Legislativa de forma rápida e sem discussões em plenário, com o apoio de oito dos treze parlamentares. Votaram contra o projeto os vereadores Samir Ali, Amanda Areval, Eliton Costa e Zé Duda. O presidente da Câmara, Celso Machado, não participou da votação, pois só vota em caso de empate.

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Com a aprovação, o valor será creditado mensalmente nas contas bancárias dos vereadores já a partir de junho, ampliando a remuneração dos parlamentares, que atualmente recebem salário base de R$ 10 mil. A justificativa é equiparar o benefício ao que já é pago a outros servidores do Legislativo.

Segundo parecer favorável da Comissão Permanente de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), o auxílio é legal e constitucional. A Câmara argumenta que, por exercerem atividades dentro da estrutura legislativa, os vereadores também são considerados servidores públicos, o que daria respaldo jurídico à concessão do benefício.

A decisão gerou repercussão nas redes sociais e veículos de imprensa locais, especialmente pelo fato de ter ocorrido sem debate público e em um momento de alta sensibilidade sobre gastos do poder público. O auxílio será custeado com recursos do duodécimo repassado mensalmente pela Prefeitura à Câmara, que representa um percentual fixo da arrecadação do município.

Embora o projeto tenha respaldo jurídico, a medida tem sido alvo de questionamentos quanto à necessidade do pagamento adicional, considerando que os vereadores têm obrigação de participar apenas de três sessões ordinárias mensais.

Com a nova despesa aprovada, cada vereador passará a receber, somando o salário base e o novo auxílio, um total mensal de R$ 11.400,00.

 

 

 

Autor: Osias Labajos/FV

Crédito rural do Plano Safra 2024/25 já soma R$ 330,9 bilhões

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O volume de recursos liberados no âmbito do Plano Safra 2024/2025 já atinge R$ 330,93 bilhões em contratações. O montante representa uma aceleração no ritmo de desembolsos, com crescimento de 11% em relação ao mês anterior, segundo dados atualizados do Ministério da Agricultura e Pecuária.

O destaque fica para o desempenho do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), que segue em expansão e já responde por 202.137 contratos firmados, somando R$ 53,48 bilhões. Só nas modalidades de custeio e investimento, o programa movimentou R$ 47 bilhões e R$ 6,48 bilhões, respectivamente. A performance do Pronamp cresceu tanto em número de operações quanto em valores liberados, refletindo a demanda crescente de médios produtores por crédito estruturado.

Entre julho de 2024 e maio de 2025, os financiamentos de custeio rural lideraram o total desembolsado, com R$ 155,07 bilhões. Em seguida aparecem os financiamentos de comercialização e industrialização, que somam R$ 70,9 bilhões, enquanto os investimentos em infraestrutura e modernização somaram R$ 56,97 bilhões no mesmo período.

Esses valores equivalem a 68% da programação financeira prevista para a safra atual. Em termos comparativos, o total liberado representa 82% dos R$ 332,5 bilhões desembolsados no mesmo intervalo da safra passada (2023/24), mantendo o ritmo estável de crédito oficial mesmo em um cenário de juros ainda elevados e margens de rentabilidade pressionadas para algumas cadeias do agro.

A diferença, segundo o Ministério da Agricultura, é compensada pela crescente preferência de produtores por outras modalidades de financiamento, como as Cédulas de Produto Rural (CPRs). Até abril deste ano, foram registradas emissões de R$ 331,4 bilhões via CPRs, com R$ 150,5 bilhões voltados a instituições financeiras e R$ 180,9 bilhões direcionados ao mercado de capitais — um incremento de R$ 116,2 bilhões em comparação com o mesmo período da safra anterior.

Fontes com taxas controladas e equalização de juros também apresentaram desempenho superior à safra passada. A Poupança Rural Controlada cresceu 24%, os recursos equalizados do BNDES avançaram 13%, e os Recursos Livres Equalizáveis deram um salto de 181%. Já entre as linhas com taxas livres, a Poupança Rural Livre teve aumento de 113%.

Leia Também:  Produtores de algodão começam a semana com expectativa de alta na Bolsa

Nos programas de investimento que contam com equalização, ainda há margem de 29% dos recursos a serem comprometidos. Já nas linhas de custeio e comercialização com equalização de juros, o saldo restante é de 14%. Esses números indicam que o setor produtivo segue firme em seu apetite por crédito rural, com espaço significativo para novas operações nos próximos meses.

PensarAgro

Partidos devem enviar prestações de contas de 2024 até 30 de junho

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Envio dos documentos deve ser feito pelo Sistema de Prestação de Contas Anual (SPCA)

Logo partidos políticos

Os partidos políticos têm até 30 de junho para encaminhar à Justiça Eleitoral a prestação de contas relativa ao exercício financeiro de 2024. O envio é obrigatório e deve ser feito exclusivamente por meio do Sistema de Prestação de Contas Anual (SPCA).

De acordo com a artigo 32 da Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995), o balanço contábil do diretório nacional da legenda deve ser enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos diretórios estaduais, aos tribunais regionais eleitorais (TREs), e dos diretórios municipais das agremiações, aos juízes eleitorais.

Além disso, a Justiça Eleitoral deve determinar, imediatamente, a publicação dos balanços na imprensa oficial, e, onde ela não exista, que se faça a afixação dos mesmos no cartório eleitoral.

Documentação exigida

A prestação de contas partidária é fiscalizada pela Justiça Eleitoral, que analisa se as informações apresentadas refletem a real movimentação financeira da legenda, incluindo receitas, despesas e a aplicação de recursos públicos, como os do Fundo Partidário. O processo tem caráter jurisdicional e deve incluir os dados informados no SPCA bem como os documentos comprobatórios exigidos.

Resolução TSE nº 23.604, de dezembro de 2019, estabelece os itens que devem compor a prestação de contas.

Entre eles estão:

  • Relação identificando o presidente da agremiação, o tesoureiro ou aqueles que desempenharam funções equivalentes, bem como aqueles que os tenham efetivamente substituído no exercício financeiro da prestação de contas;
  • Relação das contas bancárias abertas;
  • Conciliação bancária, caso existam débitos ou créditos que não tenham constado dos respectivos extratos bancários na data de sua emissão;
  • Demonstrativo de Recursos Recebidos e Distribuídos do Fundo Partidário;
  • Demonstrativo de Doações Recebidas;
  • Demonstrativo de Obrigações a Pagar;
  • Demonstrativo de Dívidas de Campanha;
  • Extrato da prestação de contas contendo o resumo financeiro do partido;
  • Demonstrativo de Transferência de Recursos para Campanhas Eleitorais Efetuados a Candidatos e Diretório Partidário, definitivo ou provisório, identificando, para cada destinatário, a origem dos recursos distribuídos; e
  • Demonstrativo de Contribuições Recebidas.

Situações com isenção

Os diretórios municipais que não tenham movimentado recursos financeiros nem arrecadado bens estimáveis em dinheiro no exercício financeiro de 2024 estão dispensados de apresentar a prestação de contas à Justiça Eleitoral, bem como de enviar declarações à Receita Federal. No entanto, é necessário que o responsável partidário entregue uma declaração formal de ausência de movimentação financeira no período.

Consequências da desaprovação

A desaprovação das contas do partido por parte da Justiça Eleitoral não impede que a legenda participe de eleições. Entretanto, essa decisão pode gerar sanções administrativas, como a devolução de recursos ao Tesouro Nacional, a suspensão do repasse de cotas do Fundo Partidário e outras medidas determinadas pela legislação eleitoral.

NOVO VÍDEO mostra carreta invadindo a contramão em acidente que deixou um morto na BR-435

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Ultrapassagem malsucedida provocou o acidente fatal.

Reginaldo Aurélio de Souza, de 46 anos.

Um acidente de grandes proporções entre duas carretas foi registrado na tarde desta quarta-feira (4), no km 70 da BR-435, próximo à ponte sobre o Rio Colorado, no município de Colorado do Oeste. A batida envolveu uma carreta bi-trem carregada com soja e uma boiadeira. O impacto resultou na morte de um dos motoristas.

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Segundo informações, uma falha no sistema de freios da carreta caçamba teria provocado a perda de controle do veículo, desencadeando a colisão.

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A vítima fatal foi identificada como Reginaldo Aurélio de Souza, de 46 anos, condutor da carreta boiadeira. Ele ficou preso às ferragens e teve de ser resgatado por equipes do Corpo de Bombeiros. A cabine do caminhão ficou totalmente destruída com a força da batida.

Reginaldo era funcionário da empresa de transporte de gado Aliança. Após ser submetido a exame necroscópico em Vilhena, o corpo foi trasladado para Cuiabá, onde residia, para velório e sepultamento.

O motorista da outra carreta, que é natural de Vilhena, não teve o estado de saúde divulgado. Também não há confirmação sobre a presença de passageiros em nenhum dos veículos.

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Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e dos bombeiros foram at´eo  local, realizando o resgate, controlando o tráfego e conduzindo os primeiros levantamentos para apurar as causas do acidente.

Por Rondônia em Pauta

Rosangela Donadon solicita recuperação urgente da RO-370 entre Cerejeiras e Corumbiara

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Deputada apresenta indicação ao DER para micro revestimento, tapa-buraco e sinalização de 22 km da estrada estadual.

Com o objetivo de garantir melhores condições de trafegabilidade e segurança para os moradores do Cone Sul de Rondônia, a deputada estadual Rosangela Donadon apresentou a Indicação nº 12967/25 ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER), solicitando a execução de obras na RO-370, no trecho entre os municípios de Cerejeiras e Corumbiara.

A solicitação inclui a realização de serviços de micro revestimento asfáltico, operação tapa-buracos e a implantação de sinalização horizontal e vertical ao longo dos 22 km da rodovia estadual. Segundo a deputada, a via tem papel estratégico para o escoamento da produção agrícola e pecuária da região, além de ser rota de transporte escolar, deslocamento de pacientes e tráfego diário de trabalhadores e famílias locais.

“O estado de deterioração dessa estrada tem gerado riscos graves à segurança dos motoristas, prejuízos à economia regional e dificuldades no acesso a serviços essenciais. Precisamos agir com urgência para recuperar esse trecho”, destacou Rosangela Donadon.

Durante audiência no DER, a deputada entregou pessoalmente o ofício com a indicação ao Diretor-Geral do órgão, coronel Éder André Fernandes. Na ocasião, o coronel Éder garantiu que irá atender à solicitação, reconhecendo a importância estratégica da obra para a região.

A parlamentar defende o uso do micro revestimento por se tratar de uma solução técnica eficiente e de menor custo, que proporciona maior aderência, prolonga a vida útil do asfalto e reduz os impactos no tráfego durante a execução da obra.

Rosangela Donadon também agradeceu ao governador Coronel Marcos Rocha por sempre manter sua equipe de secretariado à disposição para atender com agilidade as demandas mais urgentes da população rondoniense, especialmente nas áreas que mais necessitam de infraestrutura e atenção do poder público.

A deputada reforçou que seguirá acompanhando a demanda até sua efetiva execução pelo Governo de Rondônia, por meio do DER.

Fonte: Assessoria

Deputado Ezequiel Neiva vai definir prioridades do orçamento do estado para 2026

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O deputado estadual Ezequiel Neiva (União Brasil) foi designado relator do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do governo de Rondônia para o exercício de 2026. A responsabilidade reforça o papel estratégico do parlamentar, que também preside a Comissão de Finanças, Economia, Tributação, Orçamento e Organização Administrativa da Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero).

A LDO é um dos instrumentos mais relevantes da gestão pública, previsto na Constituição Federal de 1988. Ela serve como base para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), definindo as prioridades, metas e diretrizes que orientarão a administração estadual no planejamento e execução do orçamento do próximo ano.

Além dos critérios constitucionais, a LDO contempla as exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), como a definição de metas fiscais, avaliação atuarial dos regimes de previdência, regras para a contenção de gastos e projeções de longo prazo para despesas obrigatórias e benefícios.

Para o deputado Ezequiel Neiva, a relatoria da LDO é uma missão de grande responsabilidade, que exige equilíbrio entre o rigor técnico, a transparência e o compromisso com as necessidades reais da população. “Assumir a relatoria da LDO é contribuir diretamente com o futuro de Rondônia. É a oportunidade de garantir que os recursos públicos sejam planejados com responsabilidade, priorizando áreas essenciais como saúde, educação, segurança e infraestrutura. Nosso foco é assegurar que o orçamento reflita os anseios da sociedade, respeitando os limites fiscais e promovendo o desenvolvimento do nosso estado”, afirmou o parlamentar.

Ezequiel Neiva destacou ainda que a análise da LDO será conduzida com diálogo aberto entre os poderes e ampla escuta da sociedade. “Vamos manter o compromisso com a transparência e com o debate técnico. Cada diretriz prevista na LDO impacta diretamente a vida de cada cidadão rondoniense, por isso precisamos construir esse planejamento com responsabilidade e visão de futuro”, completou.

Texto: Alexandre Almeida I Jornalista I Secom ALE/RO
Foto: Thiago Lorentz I Secom ALE/RO

PF deflagra Operação River Shield contra garimpo ilegal em áreas protegidas

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Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de Tangará da Serra/MT e Redenção/PA, expedidos pela Vara Federal da Subseção Judiciária de Vilhena/RO
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Arquivo

Vilhena/RO. A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (6/6) a Operação River Shield, com o objetivo de reprimir a prática de garimpo ilegal em áreas de proteção federal, especialmente na Terra Indígena Parque do Aripuanã, localizada em Rondônia, nas proximidades da Terra Indígena Roosevelt.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de Tangará da Serra/MT e Redenção/PA, expedidos pela Vara Federal da Subseção Judiciária de Vilhena/RO, com base em investigação conduzida pela Delegacia de Polícia Federal em Vilhena.

As investigações tiveram início com a deflagração da Operação Elementos, em novembro de 2023, quando equipes da Polícia Federal localizaram balsas, acampamentos e diversos equipamentos utilizados na extração ilícita de ouro no leito do Rio Capitão Cardoso. Na ocasião, também foi apreendido um aparelho celular que, após análise, revelou fortes indícios da atuação de indivíduos na exploração e comercialização ilegal de minério extraído de terras indígenas. Entre os alvos estão pessoas ligadas diretamente à operação das balsas, à negociação com indígenas e à distribuição do ouro extraído.

A operação desta sexta-feira tem por finalidade o recolhimento de mídias, dispositivos eletrônicos, documentos e registros financeiros que corroborem os elementos já reunidos. Além disso, a Justiça Federal impôs aos investigados medidas cautelares diversas da prisão, como a proibição de acesso às áreas indígenas e restrição de contato entre si e com testemunhas.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia/RO

PRF em Rondônia cumpre dois mandados de prisão

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Os mandados de prisão foram cumpridos nos municípios de Ji-Paraná e Candeias
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A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia, na tarde desta quinta-feira (05), deu cumprimento a dois mandados de prisão por tráfico de drogas nos municípios de Ji-Paraná e Candeias. Ambas as ordens são oriundas do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia e os conduzidos têm aproximadamente 30 anos.

A primeira prisão se deu num contexto de fiscalização a um ônibus de viagem interestadual, que partiu de Porto Velho com destino a Cuiabá. Além do crime previsto no artigo 33, da Lei de Drogas, o conduzido também responde por associação para o tráfico. A decretação de sua prisão tem natureza cautelar e ele foi encaminhado para o presídio central de Ji-Paraná.

Já o cumprimento da outra ordem judicial, em Candeias do Jamari, ocorreu numa abordagem a pedestre, nas proximidades da unidade operacional da PRF. O intuito inicial da equipe policial era orientar o indivíduo, tendo em vista o risco que corria ao transitar próximo a veículos. Sua prisão é fruto de uma condenação criminal, não só pelo tráfico de drogas, mas também pelo delito de roubo. Nas proximidades da capital, o homem foi apresentado na Central de Flagrantes da Polícia Civil.

 

 

Fonte/PRF

Fórum do Brics pede fim de protecionismo e ‘tolerância zero’ contra terrorismo

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O 11º Fórum Parlamentar do Brics defende o fim de medidas protecionistas unilaterais sobre o comércio, política de tolerância zero contra o terrorismo e responsabilização das empresas que desenvolvem ferramentas de inteligência artificial. Esses estão entre os principais pontos da Declaração Conjunta do encontro, adotada por consenso nesta quinta-feira (5) pelos líderes e representantes dos parlamentos de países-membros do bloco. O fórum, iniciado na terça (3) no Congresso Nacional, se encerra nesta quinta.

O texto de 36 parágrafos aborda 6 temas considerados prioritários para o Brics sob a presidência do Brasil. O documento deve ser transmitido aos chefes de Estado e de governo como contribuição para a 17ª Cúpula de Líderes do Brics, marcada para julho, no Rio de Janeiro. Confira a seguir as principais conclusões do 11º Fórum Parlamentar.

Comércio inclusivo

A Declaração Conjunta reafirma o compromisso do Brics “com um sistema multilateral de comércio baseado em regras, aberto, inclusivo, justo, transparente, orientado por consenso e ancorado no direito internacional”. Sem citar explicitamente as sanções protecionistas adotadas em abril pelo presidente norte-americano Donald Trump, os líderes parlamentares se dizem “preocupados com o aumento de medidas protecionistas unilaterais injustificadas e suas repercussões na economia global”.

“Enfatizamos a importância de evitar medidas unilaterais que possam afetar negativamente o comércio global e o desenvolvimento econômico, e incentivamos o diálogo e a cooperação em conformidade com a Carta das Nações Unidas (ONU) e as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC). Reiteramos nossa preocupação com o uso de medidas coercitivas unilaterais, incluindo sanções ilegais, que produzem efeitos negativos sobre o crescimento econômico, o comércio, a energia, a saúde e a segurança alimentar, especialmente no Sul Global”, salienta o documento.

O 11º Fórum Parlamentar defende a reforma das instituições de Bretton Woods — o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), conhecido como Banco Mundial. Para os parlamentares, a governança desses organismos deve refletir “a importância dos mercados emergentes e países em desenvolvimento, incluindo os países de menor desenvolvimento relativo”.

Multilateralismo

Os parlamentares do Brics propõem o fortalecimento do multilateralismo e “uma reforma abrangente” da ONU, especialmente no Conselho de Segurança. O órgão é atualmente composto por 15 membros — 5 deles considerados permanentes e com poder de veto: Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia e China.

Para os parlamentares do Brics, o multilateralismo é o “fundamento de uma ordem internacional pacífica, estável e próspera, ancorada nos princípios universalmente reconhecidos do direito internacional”. O documento recomenda uma reforma urgente na atual arquitetura internacional de paz e segurança.

“Essa reforma deve torná-lo (o Conselho de Segurança) mais justo, equitativo, democrático, representativo, eficaz e eficiente, refletindo melhor as realidades atuais e os anseios da comunidade internacional. Acreditamos que a segurança duradoura só pode ser alcançada por meio de diálogo genuíno, respeito mútuo e participação equitativa de todas as nações nos processos decisórios. Defendemos o aprimoramento dos mecanismos de resolução pacífica de conflitos e disputas internacionais, assegurando maior participação dos países do Sul Global nos diálogos e processos de paz”, destaca o documento.

Terrorismo

A Declaração Conjunta condena “veementemente quaisquer atos de terrorismo”, classificados no documento como “criminosos e injustificáveis, independentemente da sua motivação, quando, onde e por quem quer que sejam cometidos”. O 11º Fórum Parlamentar defende a “adoção de uma política de tolerância zero” contra esse tipo de conduta.

“Reafirmamos nosso compromisso de combater o terrorismo em todas as suas formas e manifestações, inclusive o movimento transfronteiriço de terroristas, o financiamento do terrorismo e os santuários. Reiteramos que o terrorismo não deve ser associado a qualquer religião, nacionalidade, civilização ou grupo étnico, e que todos os envolvidos em atividades terroristas, bem como seus apoiadores, devem ser responsabilizados e julgados de acordo com o direito nacional e internacional aplicável”, diz o texto.

Inteligência artificial

Os parlamentares defendem o uso seguro das ferramentas de inteligência artificial (IA), “com responsabilidades claramente atribuídas às empresas que desenvolvem essas tecnologias”. De acordo com o documento, os parlamentos dos países do Brics devem formular marcos legais e regulatórios “que assegurem transparência e ética no uso seguro” das ferramentas.

“Ressaltamos a importância de uma inteligência artificial centrada no ser humano, orientada para o desenvolvimento, inclusiva, confiável, segura, protegida, imparcial, ética e voltada para o bem comum e para todos, com responsabilidades claramente atribuídas às empresas que desenvolvem essas tecnologias e em conformidade com as legislações nacionais.”

Meio ambiente

A Declaração Conjunta menciona que o Brasil sedia em novembro 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30). Os parlamentares reforçam a “urgência de enfrentar as mudanças climáticas” e instam os países a “elevar suas ambições em alcançar as metas e objetivos” do Acordo de Paris.

Por outro lado, o documento reconhece “o poder transformador da economia”. Os parlamentares sugerem “caminhos de transição justa”, com colaboração dos países desenvolvidos e sem novos encargos aos países em desenvolvimento.

“Reconhecemos que um meio ambiente equilibrado é essencial para o bem-estar das gerações presentes e futuras, e intensificaremos os esforços legislativos para implementar ações voltadas à restauração de ecossistemas, à conservação da biodiversidade, à preservação de recursos hídricos, à redução da poluição plástica, ao fortalecimento de infraestrutura resiliente a desastres e à identificação de soluções para combater a desertificação, tempestades de areia e poeira, degradação do solo e secas, entre outros desafios ambientais.”

Saúde global

Os parlamentares do Brics defendem ainda a cooperação internacional em saúde de forma inclusiva. Ela deve ser baseada na equidade, orientada por resultados e com respeito à soberania e aos interesses de todos os países.

“Incentivamos esforços conjuntos para melhorar substancialmente o acesso tempestivo, equitativo e irrestrito a serviços essenciais de saúde de qualidade, bem como a medicamentos, vacinas e tecnologias relevantes que sejam seguros, eficazes, de qualidade e acessíveis para todos. Além disso, promoveremos ações especificamente voltadas para o enfrentamento de doenças tropicais negligenciadas e doenças socialmente determinadas, que afetam de forma desproporcional o Sul Global”, salienta o documento.

Fortalecimento do Brics

Os parlamentares avaliam que a recente expansão do Brics “exige um esforço contínuo para aprimorar métodos de trabalho e fortalecer a coesão”. Neste ano, o grupo recebeu a Indonésia como país-membro, além de nove países-parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Nigéria, Malásia, Tailândia, Uganda e Uzbequistão.

A Declaração Conjunta estimula a realização de encontros temáticos, fóruns de jovens parlamentares e reuniões de presidentes de Comissões de Relações Exteriores de parlamentos do grupo. Outra iniciativa sugerida é a continuidade da Reunião de Mulheres Parlamentares do Brics como um evento anual e regular.

“Reafirmamos a importância da diplomacia parlamentar como um pilar fundamental dos nossos esforços coletivos, atuando como canal singular para promover o entendimento mútuo, construir confiança entre as nações e apoiar a resolução pacífica de conflitos. Por meio do diálogo interparlamentar, fortalecemos nossa cooperação internacional e promovemos os valores de inclusão, solidariedade e desenvolvimento sustentável”, destaca o documento.

Fonte: Agência Senado