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PRF em Rondônia divulga resultados da 1ª Fase da Operação Nacional de Segurança Viária

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No feriado da Semana Santa, não foram registrados óbitos nas rodovias federais do estado de Rondônia
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Rondônia, 07 de abril de 2026 – A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia encerrou, no último dia 05 de abril, a 1ª Fase da Operação Nacional de Segurança Viária (ONSV), que havia iniciado em 24/02/2026. Nesse período global, registraram-se oito óbitos: três a mais em comparação ao ano de 2025.

Quanto ao incremento dos esforços da Operação Semana Santa em 2026, a PRF intensificou a presença ostensiva, com um aumento geral de 7,5 % na força de trabalho no período, chegando a atingir 44% de reforço policial durante o pico de fluxo de veículos. Ademais, foi superada a meta de esforço operacional, no que tange ao  total pessoas fiscalizadas, que somaram 5.089.

Durante o feriado, a análise qualitativa indicou uma mudança no perfil dos sinistros. Observou-se uma transição nas causas dos sinistros graves, saindo de condutas puramente agressivas (transitar na contramão em 2025) para infrações ligadas à desatenção e fadiga (reação tardia/ineficiente e ausência de reação em 2026). A BR-364 permaneceu como o eixo de maior criticidade, concentrando 76,6% dos sinistros registrados no estado. Levando-se em consideração toda a malha viária de Rondônia, registraram-se dez acidentes graves, mas nenhum óbito.

A operação reforça o compromisso da PRF com a Década de Ações pela Segurança no Trânsito da ONU, que visa reduzir as mortes em 50% até 2030.

Últimos dias para garantir inscrição com valor promocional na XXVII Marcha

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Gestores municipais de todo o país têm até esta sexta-feira, 10 de abril, para garantir a participação na XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios com valores promocionais. Promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o maior evento municipalista da América Latina será realizado entre os dias 18 e 21 de maio, em Brasília, reunindo prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários e demais agentes públicos em torno dos principais temas que impactam a gestão local.

Neste ano, a Marcha traz como tema “O Brasil que dá certo nasce nos Municípios”, reforçando o protagonismo das administrações locais na construção de soluções concretas para o país. A programação contará com arenas técnicas, debates e painéis voltados a temas estratégicos para os Municípios, além de espaços de diálogo com representantes dos Três Poderes.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destaca a importância da participação no evento. “A Marcha é o grande momento de união do movimento municipalista brasileiro. É quando prefeitos, prefeitas, vereadores, vice-prefeitos, secretários e demais participantes se reúnem para fortalecer a nossa pauta, compartilhar experiências e defender, de forma coletiva, os interesses dos Municípios. Convidamos todos a garantirem sua inscrição e participarem deste importante espaço de mobilização e construção conjunta”, destaca.

A entidade orienta que os interessados realizem a inscrição até o dia 10 de abril, aproveitando as condições promocionais e garantindo presença em mais uma edição do principal espaço de articulação política e técnica do municipalismo brasileiro. Inscreva-se!

Da Agência CNM de Notícias

SINTERO esclarece informações divulgadas sobre atuação jurídica da entidade

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Entidade reforça compromisso com a legalidade, transparência e defesa da categoria

SINTERO esclarece informações divulgadas sobre atuação jurídica da entidade
Arte: Jacson Pessoa

O Sindicato das Trabalhadoras e Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO) vem a público esclarecer informações divulgadas pelo site JH Notícias. No dia 29 de março de 2026, o veículo publicou matéria com alegações sobre a atuação jurídica da entidade, e, posteriormente, em 4 de abril, divulgou amplamente em seus canais a nota referente ao direito de resposta do SINTERO.

Na referida publicação, intitulada “Denúncia aponta irregularidades graves no Sintero e levanta suspeitas de exploração de filiados”, o conteúdo apresentado tem como base denúncia anônima, desacompanhada de provas e sem a devida verificação prévia, além de não ter oportunizado o contraditório ao sindicato.

Inicialmente, o SINTERO repudia de forma veemente qualquer insinuação de prática irregular ou ilícita por parte da Secretaria de Assuntos Jurídicos, destacando que sua atuação sempre se pautou pela legalidade, ética e transparência na defesa dos direitos dos trabalhadores da educação.

A entidade esclarece que a indicação de profissionais segue critérios técnicos e éticos, com o objetivo de garantir eficiência na recuperação de direitos dos servidores. A escolha de advogados e escritórios é baseada na confiança na expertise e nos resultados já alcançados.

O SINTERO destaca ainda que é prática comum e legal que entidades sindicais contratem escritórios especializados para atender demandas de grande volume, e que a eventual atuação de diretores como advogados não configura irregularidade, desde que haja a devida separação de funções.

Sobre a formalização de procurações, o sindicato afirma que não procede qualquer alegação de indução ao erro, ressaltando que todos os documentos são apresentados com esclarecimento prévio e total transparência aos filiados.

No que se refere à cobrança de honorários advocatícios, o SINTERO reforça que todas as ações seguem rigorosamente a legislação vigente, sendo a prática legítima e prevista no Estatuto da Advocacia (Lei nº 8.906/94), com ciência e consentimento dos interessados.

Em relação às demandas judiciais, a entidade esclarece que não cria ações de forma indiscriminada, atuando sempre diante de ilegalidades cometidas contra os trabalhadores. Em muitos casos, a via judicial é o único meio eficaz para assegurar direitos, especialmente quando a via administrativa se mostra ineficaz ou excessivamente morosa.

O sindicato também informa que a maioria das ações é judicializada após o esgotamento das vias administrativas, além de atuar em diversas demandas coletivas sem custo direto aos filiados.

O SINTERO questiona ainda a origem das acusações divulgadas, destacando que se tratam de denúncias anônimas e não comprovadas, que podem estar associadas a motivações pessoais ou políticas, especialmente em períodos de disputa interna.

A entidade reafirma que possui mecanismos de controle, transparência e fiscalização, inexistindo qualquer comprovação das irregularidades mencionadas, e ressalta que a divulgação de acusações sem provas pode causar danos à imagem institucional e induzir a sociedade ao erro.

Por fim, o SINTERO se coloca à disposição para prestar esclarecimentos aos órgãos competentes, confiante de que qualquer apuração confirmará a regularidade de sua atuação.

Fonte: Secretaria de Imprensa e Divulgação – SID

Medida publicada pela Anvisa incentiva registro de radiofármacos no Brasil

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Medicamentos são essenciais para diagnóstico e tratamento de doenças como câncer

Os radiofármacos são medicamentos utilizados para o diagnóstico e o tratamento de doenças, como o câncer, – Foto: Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira (6/4), a Instrução Normativa (IN) 433/2026, que atualiza a lista de radiofármacos de usos consagrados, com um total de 57 medicamentos. Os produtos previstos nesta relação poderão comprovar sua segurança e eficácia com o uso de dados de literatura científica, nos casos em que tiverem sido estudadas as mesmas atividades e mesmas indicações médicas. A medida garante a ampliação da oferta de radiofármacos à disposição no Brasil. 

Relatora do tema, a diretora Daniela Marreco destaca que nos últimos quatro anos o setor de radiofármacos passou a apresentar expansão gradual, com a entrada de novas empresas e produtos. Segundo ela, a atualização dessa lista, que anteriormente previa 33 tipos de radiofármacos, é estratégica, não apenas para refletir a realidade atual do mercado, mas também para apoiar o registro de novos medicamentos e incentivar a inovação. 

Os radiofármacos são medicamentos utilizados para o diagnóstico e o tratamento de doenças, como o câncer, que quando prontos para o uso possuem ao menos um radionuclídeo (núcleo) emissor de radiação.  

Guia 61/2023 traz o entendimento técnico da Agência quanto à escolha e apresentação das bibliografias para esses medicamentos.  

Atualmente, a regulamentação aplicada a medicamentos radiofármacos é composta, principalmente, por três atos normativos: a RDC 738/2022, que apresenta os requisitos para notificação, registro e importação desses produtos; a IN 319/2024, que detalha a documentação necessária para o registro e a recém-publicada IN 433/2026, que regulamenta a lista de medicamentos passíveis de apresentação de dados de literatura para comprovação da segurança e eficácia. 

Histórico 

No Brasil a produção de grande parte dos radiofármacos, especialmente os de meia-vida superior a duas horas, foi monopólio estatal até o ano de 2022 e ficava a cargo do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), ligado à Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).  

Durante a pandemia de Covid-19, o país começou a registrar alguns episódios de falta desses medicamentos. Em 2021, para evitar o desabastecimento nacional e manter a continuidade dos tratamentos de saúde dos pacientes brasileiros, a Anvisa autorizou a importação excepcional de radiofármacos sem registro no Brasil, por meio da RDC 567/2021, desde que esses produtos fossem regularizados no país de origem e mediante a responsabilização do importador por critérios de segurança e eficácia. Essa norma perdeu sua validade em 31 de março deste ano. 

Ainda, em abril de 2022, com a publicação da Emenda Constitucional 118, o Brasil passou a permitir a produção e a comercialização desses medicamentos por empresas da iniciativa privada. 

Categoria

Saúde e Vigilância Sanitária

Anvisa e Polícia Federal combatem comércio ilegal de medicamentos para emagrecimento

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Ação ocorre em diversos estados e mira cadeia de produção e distribuição irregular
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Foto: Polícia Federal

Com apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (7/4), a Operação Heavy Pen, com o objetivo de reprimir a entrada irregular no país, a produção clandestina, a falsificação e o comércio ilegal de medicamentos e insumos farmacêuticos destinados ao emagrecimento.

Estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão, além da realização de 24 ações de fiscalização, nos estados do Acre, Espírito Santo, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, de Roraima, do Rio Grande do Norte, de São Paulo, de Sergipe e de Santa Catarina.

A ação tem como foco o enfrentamento de grupos envolvidos na cadeia ilícita desses produtos, desde a importação fraudulenta até a distribuição e comercialização irregular de substâncias de uso injetável, o que envolve sérios riscos sanitários. 

As ações concentram-se, especialmente, em produtos à base de princípios ativos como semaglutida e tirzepatida, amplamente utilizados em tratamentos para obesidade, além de substâncias correlatas, como a retatrutida, ainda sem autorização para comercialização no Brasil.

Durante as diligências, também são fiscalizados estabelecimentos como laboratórios de manipulação, clínicas estéticas e empresas que atuam à margem da regulação sanitária, com produção, fracionamento ou comercialização de medicamentos sem registro ou de origem desconhecida.

Os elementos colhidos subsidiarão investigações em curso. As condutas investigadas podem caracterizar crimes relacionados à falsificação e comercialização irregular de medicamentos, além de contrabando.

Saúde e Vigilância Sanitária

Aposentadoria compulsória é defendida em audiência na CCJ

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Debatedores se manifestaram contra a proposta de emenda à Constituição que dá fim à aposentadoria compulsória como forma de punição a magistrados, membros do Ministério Público e militares em infrações disciplinares. Representantes dos servidores foram ouvidos nesta terça-feira (7) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Já os senadores presentes ao debate disseram ser preciso encontrar qual a melhor forma de punir com firmeza os culpados, mas sem atingir garantias constitucionais, como a vitaliciedade, e, segundo eles, sem amedrontar os bons servidores.

O fim da aposentadoria compulsória como punição aos magistrados, promotores e procuradores e militares é proposto na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2024, apresentada pelo então senador Flávio Dino, atualmente ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A matéria tem como relatora CCJ a senadora Eliziane Gama (PSD-MA).

O senador Carlos Portinho (PL-RJ), que presidiu a audiência pública, lamentou a ausência do ministro Flávio Dino e de representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Portinho afirmou que “a sociedade confunde os institutos” e não compreende como um servidor pode ser atendido com a aposentadoria compulsória enquanto aguarda uma análise processual que pode perdurar por muitos anos.

— Temos que discutir a questão do Poder Judiciário, a necessidade de o Ministério Público estar à frente, a questão procedimental das instâncias de duplo grau, a concentração de poder no STF. Temos que discutir se os ministros do STF também vão se submeter, porque exercem a magistratura, assim como os seus colegas de instâncias inferiores — disse Portinho, levantando a possibilidade de outras formas de punição, como, por exemplo, a suspensão da remuneração enquanto do andamento de ação contra o servidor infrator.

Vitaliciedade

Uma das principais preocupações levantadas pelos debatedores é a inserção, por emenda de redação, de texto que possibilita o fim da garantia da vitaliciedade para esses servidores.

O senador Sergio Moro (PL-PR) disse que juiz ou promotor que comete um crime tem de perder o cargo, assim como não deve ser aplicada a eles a aposentadoria compulsória como forma de pena. Mas disse que “não se pode ser ingênuo de achar que só os maus juízes são processados disciplinarmente”.

— No mundo ideal, só maus juízes seriam processados disciplinarmente. No mundo real, o que acontece, a gente já viu, a utilização do processo disciplinar para coibir a independência da magistratura. Vou destacar aqui os juízes da Lava Jato, desembargadores do TRF-4, cuja única infração foi ter condenado o atual presidente da República. […] Sofreram um processo administrativo disciplinar e ainda respondem lá no CNJ. Quando vai se verificar o processo, o que aconteceu, não tem motivo nenhum — declarou Moro.

Para o senador Jayme Campos (União-MT), a PEC é “inócua e inoportuna” e não pode ser votada de forma açodada.

— A magistratura, o Ministério Público, delegados de polícias, procuradores, são pessoas, na sua maioria, responsáveis e não podem ser punidos como na emenda da senadora Eliziane Gama, dizendo que vai acabar com a vitaliciedade. Quem vai querer ser juiz nesse país aqui? — questionou.

Punição

Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Vanessa Ribeiro Mateus negou que a maior pena aplicada a um magistrado faltoso é a aposentadoria compulsória. Ela reiterou que sempre foi admitida a perda do cargo, desde que haja uma decisão transitada em julgado. A juíza condenou a inserção de emenda de redação que, além de retirar a aposentadoria do rol das sanções, acrescenta a perda da vitaliciedade.

— A vitaliciedade é a garantia de que o mais rico e o mais pobre, de que a direita e a esquerda, de que os diversos atores da sociedade vão ter um julgamento feito por um magistrado imparcial que sabe que não vai perder o cargo dele, a não ser por uma ação judicial, e não por um processo administrativo — disse a presidente da AMB.

Para a magistrada, o problema do processo administrativo é que o mesmo órgão que faz a sindicância, analisa se há elementos para denunciar, apresenta a proposta de abertura de processo, o que equivaleria a uma denúncia, colhe as provas, julga ao final e aplica a pena.

— A gente tem um órgão só, decidindo todo o processo até a perda do cargo — disse Vanessa Mateus, destacando que a aposentadoria compulsória é a garantia de que o magistrado punido por uma falta grave vai ser afastado do sistema, não vai mais retornar e pode perder o cargo na ação judicial.

O presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Tarcísio José Sousa Bonfim, disse que defender a vitaliciedade não se trata de garantir privilégios, mas de garantir “a altivez de cada juiz e de cada membro do Ministério Público” para que fique livre de pressões quando na execução de suas atividades.

— A vitaliciedade constitui garantias próprias da sociedade, assim como é dos entes federativos, seja dos estados ou dos municípios, assim como é do sistema bicameral. […] A nossa defesa de vitaliciedade perpassa por uma visão de igualdade.

Para o presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Schettino, a aprovação da PEC será “uma afronta ao Estado de Direito é à democracia brasileira”.

— A sociedade brasileira tem todo o direito de discutir as sanções que os membros do Ministério Público, que os juízes devam ser submetidos em caso de alguma infração funcional. É legítimo que a sociedade discuta se a aposentadoria compulsória é uma pena, quando, claro, para a sociedade é difícil conciliar como que o cidadão passa anos para conseguir se aposentar, enquanto o magistrado é punido com […] um benefício adquirido ao longo de anos de trabalho e contribuição. Mas isso não se confunde com garantia da vitaliciedade, que é uma garantia de independência, o fundamento para a imparcialidade — declarou Schettino.

“Morte ficta”

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-DF) criticou a PEC por misturar a aposentadoria compulsória da magistratura com o instituto da chamada morte ficta, que abrange não só os militares das Forças Armadas, como os militares das forças auxiliares.

O militar, quando condenado por um tribunal de honra à perda de um posto ou patente, é considerado como falecido pela instituição armada, explicou Mourão. Mas esse militar tem uma família para a qual ele descontou uma pensão ao longo de todo o período em que esteve na ativa e é essa família que passa, então, a receber o benefício.

— Esse é o ponto focal dessa questão da morte ficta. Essa PEC simplesmente extingue esse instituto. No mínimo, é uma apropriação indébita. […] Então, são figuras totalmente distintas — disse Mourão.

O coronel aviador Régis Vinicius Silva Barreto, representante da Força Aérea Brasileira (FAB), reforçou que essa contribuição é permanente e obrigatória e visa a proteção das famílias.

—  O fantasma da morte ficta, enquanto sanção para o militar, acompanha ele durante toda a vida. Não se deve confundir com gatilho para auferir ganhos, salários ou provimentos e uma eventual aposentadoria.

O tenente-coronel do Exército Brasileiro Luiz Gustavo da Silva afirmou que a PEC, além de “deixar as famílias na mão”, entra em conflito com a Constituição, segundo a qual “a pena não pode passar da pessoa do condenado”. A incidência de casos de pensão por morte ficta é muito baixa, segundo o militar.

— No acumulado, até 31 de dezembro de 2025, foram instituídas 298 pensões dessa natureza. Quase 80% dessas pensões foram destinadas a beneficiários e militares com a menor faixa salarial no âmbito da instituição. Se uma medida como essa prosperasse, seria ainda mais impactante para esse universo — disse o tenente-coronel.

Também participaram da audiência o promotor de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), representante do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), Emerson Garcia; o juiz federal Régis de Souza Araújo, representante da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), e a capitã de Corveta, representante da Marinha do Brasil, Jerusa Mara Grossi.

Fonte: Agência Senado

Sem prorrogação, CPI do Crime Organizado se encerra na próxima semana

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu não prorrogar a CPI do Crime Organizado, que encerrará seus trabalhos no dia 14. A informação foi confirmada pelo relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), nesta terça-feira (7) durante sessão plenária.

Alessandro Vieira e Davi se reuniram no início da tarde desta terça-feira. Segundo Alessandro, o presidente argumentou que se trata de um ano eleitoral e que a prorrogação não seria adequada neste momento.

— A decisão de Vossa Excelência foi pela não prorrogação. Depois, verbaliza os motivos pelos quais o senhor tomou essa decisão, mas é meu dever registrar publicamente que entendo a decisão como um desserviço para o Brasil — disse o senador em Plenário.

Apesar da decisão, Alessandro descartou recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar garantir a prorrogação, mas disse esperar que a corte autorize o funcionamento de uma CPI para investigar o Banco Master. O pedido foi protocolado na semana passada.

— Semana passada, quando se rejeitou a prorrogação da CPMI do INSS, este entendimento foi reiterado: instalar a CPI é direito da minoria; prorrogar, não, prorrogar seria uma decisão política do presidente da Casa.  Por isso não pretendo judicializar a decisão. A gente vai jogar pela regra — apontou o senador.

Sem a ampliação do prazo, o colegiado deverá votar o relatório final na próxima terça-feira, de acordo com Alessandro.

Fonte: Agência Senado

Reconhecimento de estágio como experiência profissional vai a sanção

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O estágio realizado pelo estudante será contado como experiência profissional, segundo o texto do PL 2.762/2019 aprovado nesta terça-feira (14) no Plenário do Senado. O projeto foi aprovado na forma do parecer favorável da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e segue para sanção presidencial.

A proposição altera a Lei do Estágio (Lei 11.788, de 2008) ao prever que o estágio será considerado experiência profissional. O projeto ainda determina que o poder público regulamentará as hipóteses em que a experiência profissional do estágio valerá para provas em concurso público.

Na justificação, o autor, deputado federal Flávio Nogueira (PT-PI), assinala o desafio do desemprego, principalmente entre os jovens, e aponta o dilema representado pela exigência de comprovação de experiência profissional daqueles que estão em busca do primeiro emprego.

A relatora concorda, lembrando que “o estágio, embora seja uma atividade educacional supervisionada, já ocorre no ambiente de trabalho, onde o estudante desempenha atividades profissionais, com vistas à sua preparação para o mercado de trabalho”. Damares acrescentou que alguns concursos públicos já admitem expressamente o tempo de estágio como forma de comprovação de experiência profissional.

Fonte: Agência Senado

WivesCast amplia presença na Agrocom e reforça protagonismo de Wiveslando Neiva na valorização do agro em Cerejeiras

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Podcast comandado por Wiveslando Neiva terá programação ao vivo durante a Agrocom.

Legenda: Wiveslando Neiva estará mais uma vez presente na Agrocom (Foto: Alexandre Almeida)

Mais uma vez à frente do WivesCast, o comunicador Wiveslando Neiva confirma sua participação na Agrocom, realizada no período de 9 a 12 de abril, em Cerejeiras.  A presença do projeto marca o retorno do podcast como uma vitrine de ideias, debates e valorização das potencialidades regionais, especialmente do setor agropecuário.

Durante a feira, o WivesCast terá programação ao vivo, com entrevistas que prometem movimentar o evento e dar voz aos principais protagonistas do desenvolvimento local. Lideranças políticas, empresários e representantes do agro serão convidados a compartilhar experiências e discutir o papel estratégico do setor no crescimento de Rondônia.   A iniciativa reforça o compromisso do projeto em conectar informação de qualidade com quem vive e impulsiona a economia regional. Segundo Wiveslando Neiva, a participação na Agrocom representa uma oportunidade única de mostrar a força de Cerejeiras e de toda região do Cone Sul para todo o estado. “Estaremos ao vivo durante a feira, conduzindo entrevistas com importantes personalidades que estarão rodando pela feira. Vamos compartilhar suas perspectivas sobre o papel fundamental do agro no desenvolvimento de Rondônia e discutir as ideias que estão moldando o futuro do nosso estado”, destacou.

Criado em 2024, o WivesCast vem ganhando espaço como uma plataforma relevante de comunicação, reunindo debates atuais e análises sobre temas que impactam Rondônia e o cenário nacional. “Com uma abordagem dinâmica e plural, o projeto se consolidou como um canal de diálogo e troca de ideias. É uma forma de assegurar reflexões e promover uma troca de ideias sobre Rondônia e o nosso país”, completou o Wiveslando Neiva.

A partir de quinta-feira (9), os interessados podem acompanhar a programação e os episódios do podcast pelo canal oficial de Wiveslando Neiva no YouTube: www.youtube.com/@wiveslando

 

Assessoria

Copa Weslen Kameya de Handebol reúne equipes de três estados em Vilhena

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Com apoio da Prefeitura, competição no Ginásio Jorge Teixeira premiou SLHB de Pontes e Lacerda no masculino e ADCH ‘B’ de Cacoal no feminino

O Ginásio Jorge Teixeira de Oliveira, em Vilhena, sediou entre os dias 3 e 5 de abril a Copa Weslen Kameya de Handebol 2026. O evento esportivo reuniu 17 equipes das categorias masculina e feminina, vindas de cinco municípios de Rondônia, dois do Mato Grosso e um do Acre. A iniciativa contou com o suporte direto da Prefeitura de Vilhena, por meio da Secretaria Municipal de Esportes (Semes).

As fases decisivas ocorreram no domingo, 5, atraindo um público expressivo ao ginásio. Durante a manhã, foram disputadas as semifinais, enquanto as finais que definiram os campeões da edição aconteceram no período da tarde.

A decisão do título masculino foi protagonizada pela equipe SLHB, de Pontes e Lacerda (MT), e pela ADCH ‘B’, de Cacoal (RO). Para alcançar a final, o time mato-grossense venceu a Semcel, de Cerejeiras, por 22 a 10. Já os representantes de Cacoal garantiram a vaga ao derrotar a Hand Team, de Vilhena, pelo placar de 30 a 16. No confronto final, a equipe da SLHB de Pontes e Lacerda confirmou o favoritismo e conquistou o troféu ao vencer a ADCH ‘B’ por 26 a 17.

Na categoria feminina, a final reuniu as duas melhores campanhas da primeira fase: HFV, de Vilhena, e ADCH ‘B’, de Cacoal. Em uma partida dominada pelas visitantes, a equipe da ADCH ‘B’ sagrou-se campeã ao vencer as donas da casa por 24 a 10.

A coordenação da Copa WK destacou a importância da presença de delegações interestaduais e o desempenho técnico dos atletas. Segundo a organização, a adesão de equipes de Rondônia, Mato Grosso e Acre consolida o torneio como um dos principais  da modalidade no Estado.