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Brasil avança na vacinação de crianças e adolescentes com 1 milhão de doses aplicadas nas escolas

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Balanço inédito traz dados do primeiro semestre deste ano. Vacinação nas escolas acontece em 74% dos municípios

Foto: divulgação/MS

Com mais de um milhão de doses aplicadas nas escolas de 4,1 mil municípios, o Brasil avança na cobertura vacinal de crianças e adolescentes. Referente ao primeiro semestre de 2025, o balanço inédito, divulgado nesta quarta-feira (16) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, faz parte das ações do Programa Saúde na Escola (PSE), que promove vacinação de estudantes de até 15 anos no ambiente escolar. Pela primeira vez, a iniciativa, realizada anualmente pelos ministérios da Saúde e da Educação, registra dados com recorte das doses aplicadas no espaço educacional, o que representa uma inovação no acompanhamento vacinal.  

A mobilização nacional deste ano, realizada dentro das escolas, alavancou a aplicação de doses no país. Em abril, foram registradas 212,1 mil doses aplicadas em crianças e adolescentes, ou seja, 10 vezes mais que as realizadas no mês anterior (20,6 mil). Já o mês de maio responde pelo pico de 583,7 mil doses, o que representa mais de 25 vezes em relação a março.  

“Estamos mostrando que já começamos a recuperar esse grande esforço de salvar vidas no Brasil, por meio do nosso Programa Nacional de Imunizações (PNI)Ultrapassamos um milhão de crianças vacinadas nas escolas. Além disso, das 16 vacinas do calendário nacional, tivemos aumento em 15 e apenas uma manteve-se estável. Até o final do ano, continuaremos intensificando nossas ações de vacinação”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 


Foto: Luiza Frazao/MS

Vinte e cinco tipos de vacinas do calendário nacional – como HPVBCGCovid-19denguefebre amarelameningiteinfluenzapoliomielitesarampo, caxumba, rubéola e outras doenças imunopreveníveis –  já foram aplicadas em ambiente escolar em estudantes de 4,1 mil municípios, ou seja, 74% das cidades brasileiras. 

“Em nome da Unicef, parabenizo o Ministério da Saúde pelos avanços na imunização de crianças e adolescentes no Brasil. Sem sombra de dúvida, o país é uma referência mundial. Como foi apresentado aqui, o Brasil já alcançou a meta de cobertura de alguns imunizantes importantes para a infância e a adolescência. Parabenizo, também, pelas estratégias utilizadas, não apenas pelo microplanejamento, mas por todo o esforço de envolver a educação junto com a saúde”, afirmou a chefe de Saúde e Nutrição da Unicef no Brasil, Luciana Phebo  

Avanços na cobertura vacinal no Brasil    

O avanço da vacinação entre crianças e adolescentes também se reflete fora do ambiente escolar.  

Em 2025, o Brasil registrou aumento na cobertura de 15 das 16 vacinas do calendário nacional, revertendo o cenário de queda desde 2016. Esse progresso foi possível graças à retomada do Programa Nacional de Imunizações (PNI), às grandes mobilizações nacionais – como o Dia D – e à garantia do abastecimento de imunizantes em todo o país.  

O aumento da cobertura das 15 vacinas se refere ao primeiro quadrimestre de 2025 na comparação ao mesmo período de 2024:  

  • Tríplice Viral D1: de 86,59% para 91,86%  
  • Pneumo10 (1º reforço): de 80,66% para 89,13%  
  • Meningocócica C (1º reforço): de 72,50% para 88,35%  
  • BCG: de 63,59% para 88,29%  
  • Pneumo10 (dose inicial): de 79,65% para 85,93%  
  • Penta: de 82,37% para 84,22%  
  • VOPb: de 74,14% para 79,34%  
  • Febre Amarela: 72,59% para 78,88%  
  • DTP (1º reforço): de 74,49% para 81,97%  
  • Tríplice Viral (dose de reforço): de 61,62% para 72,89%  

Vale destacar que, no ano passado, o Brasil recebeu a certificação de eliminação do sarampo como problema de saúde pública (título perdido em 2019) em vista desses avanços, especialmente da vacina tríplice viral, que ultrapassou a meta de 95% de cobertura nacional em 2024, considerando todo o ano.  

Vacinação contra HPV também avança no Brasil 

O Brasil ampliou a vacinação contra HPV na população entre 9 e 14 anos. Em meninas, a cobertura aumentou para 82,77% em 2024 na comparação com 78,38% em 2022. Já nos meninos, esse percentual foi ampliado para 67,21% em 2024 contra 45,43% em 2022.  

“Vocês estão aqui, vivos, sem paralisia infantil e muitos sem nunca terem tido sarampo porque, um dia, seu pai ou sua mãe levou você para vacinar, enfrentando, muitas vezes, situações muito mais difíceis para isso”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao reforçar a importância do papel dos pais, das mães e dos responsáveis na vacinação dos filhos. 

Também contribuíram para o avanço da vacinação e da qualificação dos dados no país as ações de vacinação microplanejadas e adaptadas à realidade de cada região, o combate à desinformação e as melhorias nos sistemas de informação e no registro das doses. 

Adesão histórica do Programa Saúde na Escola   

Em 18 anos de existência, o Programa Saúde na Escola – que oferece um conjunto de ações de saúde e educação – teve uma adesão histórica no ciclo 2023/2024, alcançando 5.544 municípios, o que representa 99% do total no Brasil. A iniciativa tem foco no atendimento de quase 110 mil instituições de ensino, sendo 80% delas públicas. Com essa estratégia, mais de 4,3 milhões de estudantes passaram a ter acesso ao programa na comparação com 2022.  

Para fortalecer as ações, o Ministério da Saúde repassou R$ 150 milhões para estados e municípios, com foco na ampliação da cobertura vacinal, redução de doenças imunopreveníveis, além de ações de combate à desinformação e conscientização. A vacinação é fundamental para proteção à saúde das crianças e adolescentes. 

Acesse a Apresentação da Coletiva de Imprensa

Ministério da Saúde

O coração depois dos 40: o que muda, o que fazer e quais sinais não ignorar

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Doenças cardiovasculares ainda são a principal causa de morte no Brasil, e a maioria dos casos ocorre após os 40 anos; Cardiologista explica quais exames devem entrar na rotina e os principais hábitos que mais sobrecarregam o coração nessa fase da vida;

Segundo dados do estudo Global Burden of Disease (GBD), doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte no Brasil, respondendo por cerca de uma em cada três mortes no país. De 1990 a 2019, o número de brasileiros com doenças cardíacas saltou de 1,48 milhão para mais de 4 milhões, com destaque para faixas etárias acima dos 40 anos. Segundo a cardiologista, especialista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e membro da Prime Care Medical ComplexDra. Thaysa Louzada, muitos dos fatores de risco são silenciosos e só aparecem quando a doença já está avançada. É por isso que a prevenção precisa ser ativa a partir da meia-idade, principalmente em pessoas com histórico familiar, hipertensão, diabetes ou sedentarismo.

“A partir dos 40 anos, é fundamental que homens e mulheres incluam em sua rotina exames preventivos, como avaliação clínica com aferição da pressão arterial, circunferência abdominal, índice de massa corporal (IMC), além de eletrocardiograma, testes laboratoriais (colesterol, glicemia, função renal) e, quando indicado, exames cardiológicos como teste ergométrico e ecocardiograma.”, explica a Dra. Thaysa.

Sinais que não devem ser ignorados – Falta de ar ao subir escadas, cansaço sem motivo aparente, dor no peito que irradia para o braço, palpitações, inchaço nas pernas, desmaios e até insônia inexplicada podem ser sinais de alerta para doenças cardíacas e devem ser investigados por um médico especialista.

Do ponto de vista de gênero, os homens costumam ter sintomas mais clássicos, como dor no peito, e as mulheres podem ter sinais mais sutis. Muitas vezes, cansaço ou náuseas são confundidos com ansiedade ou estresse, o que leva ao diagnóstico tardio e aumenta a mortalidade após o infarto ou menopausa, quando há queda dos hormônios protetores como o estrogênio.

Hábitos que sobrecarregam o coração – Entre os principais vilões da saúde cardiovascular após os 40 anos estão o sedentarismo, alimentação ultraprocessada, noites mal dormidas, estresse crônico e tabagismo. Pequenas mudanças de rotina como caminhar diariamente, adotar pausas para relaxamento e evitar cigarros e álcool já fazem grande diferença no risco cardiovascular.

A alimentação também tem papel decisivo. A dieta ideal para proteger o coração é baseada em alimentos naturais, com ênfase na dieta mediterrânea, que inclui frutas, legumes, verduras, grãos integrais, azeite de oliva, peixes e castanhas. Refrigerantes, frituras e excesso de sal e açúcar não são recomendados.

“É possível reverter fatores de risco com estilo de vida e evitar muitos casos de infarto, insuficiência cardíaca e AVC. Para isso, é preciso informação, disciplina e acompanhamento regular com um especialista médico”, reforça.

Histórico familiar – Pessoas com histórico familiar de infarto, AVC ou morte súbita em familiares de primeiro grau (homens antes dos 55 anos ou mulheres antes dos 65) devem iniciar um acompanhamento com cardiologista a partir dos 30–35 anos. “É fundamental uma avaliação mais frequente e controle rigoroso de colesterol, pressão, glicemia e hábitos”, finaliza.

Sobre a Dra. Thaysa Louzada

Cardiologista da Prime Care Medical Complex, Membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e do Departamento de Imagem Cardiovascular (DIC/SBC).

**** A cardiologista Dra. Thaysa Louzada está disponível para entrevistas. Para agendamentos, enviar solicitação para o WhatsApp 11 93021-6482

Sobre a Prime Care Medical Complex

Com sede em São Paulo, a Prime Care Medical Complex foi criada em 2015 por dois médicos da Faculdade de Medicina da USP. O resultado foi um espaço acolhedor e colaborativo onde os pacientes podem encontrar mais de 20 especialistas atualizados e capacitados. A proposta da Prime Care Medical Complex é oferecer aos pacientes e familiares a melhor experiência nos cuidados à saúde. A excelência assistencial, a humanização e a empatia são seus pilares estratégicos. A equipe que faz parte da Clínica abrange especialidades que vão desde Angiologia e Cirurgia Vascular, Cardiologia, Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Cirurgia Plástica, Dermatologia, Endocrinologia, Geriatria, Urologia até Nutrição e Fisioterapia. Para outras informações, acesse https://www.primecare.med.br/ ou @primecareclinica.

 

Assessoria/*Crédito foto: Freepik

PF deflagra operação contra fraudes em contrato público

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A Polícia Federal, com o apoio do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RO), deflagrou na manhã de quarta-feira (16/7) a Operação Linha Torta para apurar irregularidades em um contrato de serviços gráficos que teria causado prejuízo ao erário.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Rondônia e São Paulo, além da ordem judicial de bloqueio de bens e ativos dos investigados.

A investigação, iniciada a partir de denúncia anônima, apura a contratação sem licitação de uma empresa para a confecção de cartilhas informativas pelo Instituto de Pesos e Medidas do Estado (IPEM/RO).

Foi apurado que o contrato foi firmado sem licitação, sob a justificativa de tratar-se de “obra literária singular”. No entanto, auditoria técnica identificou que o material não apresentava exclusividade, tampouco características técnicas que justificassem a inexigibilidade de licitação. Parte do conteúdo teria sido plagiado de cartilhas já produzidas por outros órgãos públicos e disponibilizadas gratuitamente.

Auditorias do TCE/RO e apurações da PF indicam fortes indícios de direcionamento e superfaturamento, com custo por página até 23 vezes superior ao de mercado. O prejuízo apurado ultrapassa R$3,8 milhões.

A investigação prossegue com a análise do material apreendido. Os investigados poderão responder pelos crimes de fraude a licitação, fraude na execução de contrato e peculato.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

MPRO, Polícia Militar e Polícia Civil deflagram operação Soldados da Usura II, em Porto Velho e Buritis

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O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou, nesta quarta-feira (16/7), a Operação Soldados da Usura II, com apoio da Polícia Civil do Estado de Rondônia (PCRO) e da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), nas cidades de Porto Velho e Buritis.

A fase ostensiva da operação tem como objetivo dar cumprimento a 7 (sete) mandados de prisão preventiva, 13 (treze) mandados de busca e apreensão, além de diversas medidas assecuratórias patrimoniais (indisponibilidade de valores, imóveis, veículos, dentre outros), que totalizam R$ 2.738.445,25 (dois milhões, setecentos e trinta e oito mil, quatrocentos e quarenta e cinco reais e vinte e cinco centavos), todas deferidas pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho.

Trata-se de uma nova etapa da Operação Soldados da Usura , inicialmente deflagrada no dia 7 de fevereiro deste ano, visando desmantelar uma organização criminosa constituída para obter vantagens financeiras a partir da realização de empréstimos ilegais (usura) e que praticou, no mesmo contexto, crimes como extorsão, lavagem de dinheiro, estelionato e falsidade ideológica.

A Orcrim constituída tinha a função de captar “clientes”, fazer empréstimos com juros ilegais, fazer as cobranças com o uso de violência e grave ameaça (inclusive com uso de armas de fogo), seguidos de atos de expropriação patrimonial, já que, em relação a diversas vítimas, os investigados se apossaram de valores e bens que lhes pertenciam, acumulando e movimentando expressivas cifras em dinheiro e bens móveis e imóveis.

O foco dessa 2ª fase da Operação Soldados da Usura é a denominada “equipe de cobrança” da organização criminosa, responsável pelos atos mais agressivos do grupo, praticados mediante violência e grave ameaça, sobretudo nas extorsões.

Também se identificou que essa equipe de cobrança continuou atuando a mando e em benefício da liderança e outros integrantes da organização, mesmo após a prisão destes por ocasião da Operação Soldados da Usura, dando continuidade, especialmente, aos crimes de usura e extorsão.

Na operação foi empregado um efetivo total aproximado de 90 (noventa) pessoas, entre policiais militares, equipe da Corregedoria da PMRO, policiais civis, promotores de Justiça e servidores do Gaeco.

O nome atribuído à operação é referência ao modus operandi adotado pelos investigados, que empregavam força, ameaças com armas de fogo e violência física, comportando-se como uma legião de saqueadores, explorando e expropriando as vítimas para obter e acumular riqueza às custas do patrimônio alheio.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

MP propõe ação de improbidade administrativa e oferece denúncia por venda ilegal de imóveis públicos do Município de Mirante da Serra

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Foto acessível: Mirante da Serra (Google)

O Ministério Público de Rondônia, por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Ouro Preto do Oeste, ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa e ofereceu denúncia criminal em desfavor de ex-prefeito e ex-servidores municipais de Mirante da Serra em razão da venda ilegal de imóveis públicos sem qualquer obediência às formalidades legais aplicáveis à espécie.

A investigação foi materializada por meio de Inquérito Civil Público instaurado perante a 3ª Promotoria de Justiça de Ouro Preto do Oeste, que, após concluído, identificou a existência de elementos mínimos capazes de atribuir a ex-prefeito e ex-servidores públicos a prática de atos de improbidade administrativa na modalidade enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e violação a princípios.

O procedimento ministerial foi iniciado a partir do recebimento de notícia no sentido de que, na gestão de 2017 a 2020, houve a venda ilegal de pelo menos 4 (quatro) imóveis públicos sem qualquer obediência às formalidades legais aplicáveis à espécie, e com apropriação particular dos valores recebidos.

Ainda durante o Inquérito Civil, com a promoção de diversas diligências, tais como a requisição de documentos e oitivas de testemunhas, constatou-se que os investigados realizaram a venda de imóveis de propriedade do município como se particulares fossem, sem obediência às normas que regem a alienação de imóveis públicos, além da prática de delito previsto na Lei de Lavagem de Capitais por parte de um dos investigados.

Na ação civil pública proposta, o Ministério Público requereu a procedência da ação e aplicação de sanções previstas no art. 12, incisos I, II e III, da Lei n. 8.429/92, com as alterações promovidas pela Lei nº 14.230/2021, bem como a anulação das autorizações para escrituras públicas e dos contratos de compra e venda celebrados para a alienação dos imóveis, além de outras sanções legalmente previstas.

Já na denúncia criminal oferecida são imputados aos infratores crimes previstos no Decreto-Lei nº 201/67 (crimes de responsabilidade dos prefeitos), crime de licitação e de lavagem de dinheiro.

Os processos seguirão de acordo com os ritos estabelecidos em lei e ao final serão julgados pelo Poder Judiciário.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

MPRO é semifinalista do Prêmio CNMP 2025 com o projeto “Mapa da Educação do Estado de Rondônia”

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO) foi selecionado como semifinalista na edição 2025 do Prêmio do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), com a iniciativa “Mapa da Educação do Estado de Rondônia”. O projeto concorre na categoria Atuação Finalística II – Saúde, Educação, Infância e Juventude. A Comissão de Planejamento Estratégico do CNMP divulgou, na última terça-feira (15/7), a lista com os 90 programas e projetos semifinalistas, escolhidos entre 772 iniciativas inscritas por unidades e ramos do Ministério Público de todo o país.

Na próxima etapa, a comissão avaliará os projetos semifinalistas e classificará os cinco melhores de cada categoria. As três iniciativas mais bem colocadas serão premiadas em cerimônia marcada para o dia 10 de setembro, na sede do CNMP, em Brasília.

Sobre o Prêmio

O Prêmio CNMP tem como objetivo reconhecer programas e projetos desenvolvidos por membros e servidores do Ministério Público brasileiro que se destacam pela contribuição ao aprimoramento institucional, alinhamento ao Plano Estratégico Nacional do Ministério Público (PEN-MP) e ao Plano Nacional de Atuação Estratégica (PNAE). A premiação valoriza iniciativas que promovem melhorias concretas nas áreas de atuação do MP.

 

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

CMSE aprova resolução sobre governança do nível de aversão ao risco dos modelos computacionais do setor elétrico

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A medida confere a previsibilidade e a participação necessárias ao processo de definição que está relacionada ao planejamento, operação e comercialização de energia elétrica
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– Foto: Andre Zimmerer/MME

OMinistério de Minas e Energia (MME) realizou, nesta quarta-feira (16/07), a 307ª Reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) que definiu as regras para governança e estabelecimento do nível de aversão ao risco adotado nos modelos computacionais do setor elétrico, conforme atribuído ao Comitê pela Resolução nº 01/2024 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). O colegiado aprovou a resolução que, agora, segue para os trâmites formais, visando a publicação no Diário Oficial da União (DOU).

Na reunião, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apresentou estudo prospectivo para atendimento da demanda máxima do sistema no horizonte julho a dezembro de 2025, indicando que houve relevante melhora do cenário de atendimento com a entrada de frentes frias e recuperação do armazenamento das usinas hidrelétricas da região Sul. O Comitê deliberou, ainda, que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) deverá adotar medidas para viabilizar eventual necessidade de despacho das UTEs Luiz Oscar Rodrigues de Melo e Porto do Sergipe I com flexibilidade operativa para atendimento à ponta do sistema.

A medida deve garantir mais segurança eletroenergética e minimizar o custo total de operação do Sistema Interligado Nacional (SIN), além de possibilitar regulações em prol da maximização do uso dos ativos já instalados em benefício das necessidades sistêmicas, a menores custos, em especial, de usinas termelétricas que operam a Gás Natural Liquefeito (GNL) e que possuem, ordinariamente, regime que prevê o despacho com antecedência de 60 dias.

Ficou deliberado, ainda, que o ONS, de forma articulada com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a Câmara de Comercialização de Energia (CCEE) e a ANEEL, apresente, até a reunião de setembro de 2025, a avaliação e proposta, incluindo aperfeiçoamentos regulatórios, para viabilizar coerência entre as bases de dados de geração utilizadas nos estudos elétricos e nos estudos energéticos.

Informações Técnicas

Condições Hidrometeorológicas:  Em junho, a precipitação foi superior à média histórica nas bacias com maior participação de geração hidrelétrica do SIN, com destaque para as bacias dos rios Jacuí, Uruguai e Iguaçu cujo volume foi 200% superior à média histórica.

Em relação à Energia Natural Afluente (ENA), no decorrer de junho, foram observados valores abaixo da média histórica em todos os subsistemas, exceto no Sul. Foram verificados 83%, 174%, 41% e 60% da Média de Longo Termo (MLT) para os subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Nordeste e Norte, respectivamente.

Já em julho, no cenário mais positivo, as previsões são: 83%, 137%, 44% e 72% da MLT, nesta ordem, para o Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Para o SIN, os resultados apontam para condições de afluência de 91% da MLT, sendo o 41º menor patamar para um histórico de 95 anos.

Ainda em julho, de acordo com o cenário menos favorável, a indicação é de uma ENA abaixo da média histórica para todos os subsistemas. A previsão para o Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte é de 82%, 98%, 44% e 75% da MLT, respectivamente. Para o SIN, o estudo aponta condições de afluência prevista de 82% da MLT, sendo o 26° menor valor para o mês de um histórico de 95 anos.

Energia Armazenada: Em junho, foram verificados armazenamentos equivalentes de 66%, 84%, 69% e 97% no Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte, respectivamente. No SIN, o armazenamento foi de aproximadamente 70%.

Para o último dia de julho, a expectativa é de 64%, 91%, 64% e 96% da EARmáx, considerando o cenário inferior nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte, respectivamente. No cenário superior, há a previsão de 64%, 89%, 64% e 96% da EARmáx, considerando a mesma ordem. No SIN, os resultados devem ser de 67% da EARmáx no cenário menos favorável e 68% no cenário mais favorável.

Expansão da Geração e Transmissão: A expansão verificada em junho de 2025 foi de 204 MW de capacidade instalada de geração centralizada de energia elétrica, de 267,3 km de linhas de transmissão e de 900 MVA de capacidade de transformação. Assim, no ano de 2025, até junho, a expansão totalizou 4.105MW de capacidade instalada de geração centralizada, 1.315 km de linhas de transmissão e 4.662 MVA de capacidade de transformação.

O CMSE, na sua competência legal, continuará monitorando, de forma permanente, as condições de abastecimento e o atendimento ao mercado de energia elétrica do país, adotando as medidas para a garantia do suprimento de energia elétrica. As definições finais sobre a reunião do CMSE de hoje serão consolidadas em ata devidamente aprovada por todos os participantes do colegiado e divulgada conforme o regimento.

 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME

Seminário destaca papel do Gás Para Empregar para impulsionar desenvolvimento da indústria nacional

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Durante o evento Energia 360 Alagoas, MME ressaltou a necessidade de aumento da oferta e expansão da infraestrutura para reduzir custos e estimular a demanda pelo energético

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– Foto: Divulgação

OMinistério de Minas e Energia (MME) reforçou, nesta quarta-feira (16/7), o compromisso em adotar medidas estruturantes para ampliar o uso do gás natural como instrumento de desenvolvimento econômico e segurança energética no Brasil. O programa Gás Para Empregar, criado pelo MME, foi destaque durante o painel “Gás Natural em Expansão – Desafios & Oportunidades”, realizado no evento Energia 360 Alagoas, em Maceió (AL).

Representando o ministro Alexandre Silveira, o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustiveis, Pietro Mendes, reforçou o papel estratégico que o gás natural tem na transição energética nacional, ao estimular a descarbonização da indústria e do transporte de carga, além de garantir flexibilidade ao setor elétrico diante do crescimento das fontes renováveis intermitentes.

“O Governo Federal trabalha para promover um aumento expressivo da oferta de gás natural, com o fortalecimento da produção nacional e a ampliação da infraestrutura de escoamento, processamento e transporte. Isso é fundamental para reduzir o custo do gás e estimular a demanda em todos os segmentos da economia”, afirmou.

O encontro apontou a necessidade de ações integradas entre governo, setor produtivo e reguladores para compatibilizar o gás mais competitivo no curto prazo com a sustentabilidade do setor no longo prazo. Isso inclui a previsibilidade regulatória e a rentabilidade necessária para fomentar novas descobertas e avanços tecnológicos.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME

Marcos Rogério: Senado vai investigar paralisação de obras no viaduto da BR-364, em Vilhena

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Senador Marcos Rogério

A Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou, na terça-feira (15/07), requerimento do senador Marcos Rogério (PL-RO) para a realização de uma diligência externa na região de Vilhena (RO), com o objetivo de apurar os motivos da paralisação das obras do complexo viário entre a BR-364 e a 435, principal acesso ao município de Colorado do Oeste.

Senador Marcos Rogério

Orçado em R$ 27 milhões, o projeto prevê a construção de um complexo viário, a cerca de 10 km da área urbana de Vilhena, para dar acesso a municípios do Cone Sul. As obras, no entanto, estão paradas desde o fim de 2024, em função de um impasse envolvendo a retirada de torres de energia da Energisa e a empresa responsável pela execução.

A paralisação tem gerado transtornos e elevado o risco de acidentes no trecho. Moradores e condutores relatam insegurança frequente na região.

“O Senado vai até o local. Queremos entender o que está impedindo a continuidade dessa obra tão importante para Rondônia. A população não pode continuar refém de entraves burocráticos enquanto vidas estão em risco”, afirmou Marcos Rogério, presidente da Comissão de Infraestrutura.

Além da diligência, o parlamentar também apresentou requerimento para que o DNIT preste esclarecimentos formais sobre o andamento da obra, os motivos da suspensão, os custos para a retirada das torres e demais relatórios técnicos que embasam o impasse. O senador também cobra a adoção de medidas concretas para garantir a retomada dos serviços.

A visita técnica será realizada nas próximas semanas e contará com a presença de senadores, técnicos e representantes dos órgãos envolvidos.

 

Assessoria

 

PRF recupera 4 motocicletas adulteradas em menos de 7 horas

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Ocorrências foram registradas durante atividades de ambientação da nova turma de policiais

 A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia, na última segunda-feira (14), em Porto Velho, realizou a apreensão de 4 motocicletas com sinais de identificação adulterados circulando na BR-364, principal rodovia do estado.

Durante dois comandos de fiscalização de motocicletas, realizados pela manhã e à tarde de ontem, nas proximidades do KM 716, quatro homens com idade entre 25 e 36 anos foram presos. Em uma das ocorrências, um dos condutores tentou empreender fuga, infrutiferamente, e acabou se acidentando.  Após a prestação do socorro médico, foi encaminhado à Polícia Civil, preso em flagrante, para que possa responder pelos delitos cometidos, assim como os demais motoristas.

As atividades de fiscalização de trânsito e combate ao crime são essenciais na PRF. Muitas vezes um abordagem com caráter incialmente administrativo se desenvolve e culmina numa ocorrência criminal. Em todo Brasil, diariamente, veículos são recuperados por policiais que trabalham assiduamente com o compromisso de prestar o melhor serviço público ao cidadão contribuinte. Durante o ano de 2024, em Rondônia, mais de 151 veículos com registro de roubo e furto foram recuperados.

Justiça e Segurança