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Energisa abre vagas de emprego em Rondônia

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Oportunidades contemplam diferentes áreas, com incentivo à diversidade e à participação de mulheres e PCDs no setor elétrico

Assessoria

A Energisa Rondônia está com novas vagas de emprego abertas em diferentes municípios do estado, oferecendo oportunidades em diversas áreas e reforçando o compromisso com a geração de renda e a inclusão no mercado de trabalho.

Entre os destaques do processo seletivo está o incentivo à participação de pessoas com deficiência (PCDs) e o fortalecimento da presença feminina em funções técnicas do setor elétrico, contribuindo para ampliar a diversidade em áreas tradicionalmente ocupadas por homens.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela plataforma Gupy, canal oficial de recrutamento da empresa. Algumas oportunidades têm prazo até hoje, 28 de maio, dependendo da vaga.

Auxiliar Comercial (Leiturista) – Preferencialmente PCD
Ji-Paraná (RO)
Inscrições até: 28/05/2026
Link https://grupoenergisa.gupy.io/jobs/11333345?jobBoardSource=gupy_public_page

Auxiliar Comercial (Leiturista) – Preferencialmente PCD
Alto Paraíso (RO)
Inscrições até: 28/05/2026
Link https://grupoenergisa.gupy.io/jobs/11334048?jobBoardSource=gupy_public_page

Porto Velho (RO)
Inscrições até: 29/05/2026
Link https://grupoenergisa.gupy.io/jobs/11343684?jobBoardSource=gupy_public_page

Eletricista de Distribuição I – Preferencialmente para mulheres
São Miguel do Guaporé (RO)
Inscrições até: 02/06/2026
Link https://grupoenergisa.gupy.io/jobs/11370842

Luizinho Goebel destaca força do agronegócio e a importância da Rondônia Rural Show para o desenvolvimento do Estado

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Durante sua passagem pela Rondônia Rural Show Internacional, realizada em Ji-Paraná, o deputado estadual Luizinho Goebel (PL) destacou a importância da maior feira de agronegócio da Região Norte como ferramenta de fortalecimento da economia, geração de negócios e incentivo ao desenvolvimento dos municípios rondonienses.

Presente no evento, o parlamentar acompanhou a movimentação de produtores rurais, empresários, instituições financeiras, cooperativas e expositores de diversas regiões do Estado, ressaltando o papel estratégico da feira para a consolidação de Rondônia como uma das principais potências do agronegócio brasileiro.

Segundo Luizinho Goebel, a Rondônia Rural Show vai muito além de uma vitrine de tecnologias e equipamentos, representando uma oportunidade concreta de crescimento para o setor produtivo.

“A Rondônia Rural Show demonstra a força do nosso Estado. É um ambiente onde o produtor encontra conhecimento, inovação, crédito, tecnologia e oportunidades de negócios. O agronegócio é um dos grandes motores da economia de Rondônia e eventos como esse fortalecem ainda mais a nossa produção”, afirmou o deputado.

O parlamentar também destacou que a feira evidencia o potencial dos pequenos, médios e grandes produtores rurais, que contribuem diretamente para a geração de emprego, renda e arrecadação nos municípios.

“Rondônia tem mostrado ao Brasil sua capacidade produtiva e sua vocação para o agronegócio. A Rural Show é um reflexo desse trabalho desenvolvido diariamente por milhares de famílias que vivem e produzem no campo”, ressaltou.

Ao longo da programação, Luizinho Goebel visitou estandes, participou de reuniões com lideranças políticas e representantes do setor produtivo, além de acompanhar a apresentação de novas tecnologias voltadas ao aumento da produtividade e à sustentabilidade no campo.

Para o deputado, o crescimento da Rondônia Rural Show nos últimos anos confirma a importância dos investimentos em infraestrutura, inovação e apoio ao produtor rural, fortalecendo a economia estadual e ampliando as oportunidades para toda a população.

“Quando o agronegócio cresce, toda Rondônia cresce junto. Por isso, é fundamental continuarmos investindo em políticas públicas que incentivem a produção, melhorem a logística e garantam mais competitividade aos nossos produtores”, concluiu.

A edição deste ano da Rondônia Rural Show reuniu milhares de visitantes e consolidou mais uma vez o evento como um dos maiores encontros do agronegócio brasileiro, movimentando bilhões de reais em negócios e projetando Rondônia no cenário nacional e internacional.

 

Assessoria

Após aprovação na Câmara, Senado analisará fim da escala 6×1

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O Senado recebe nos próximos dias a proposta de emenda à Constituição que estabelece a jornada máxima de trabalho em 40 horas semanais, permitindo aos trabalhadores dois dias de descanso para cada cinco dias trabalhados. A PEC 221/2019, que acaba com a escala 6×1 — hoje definida em 44 horas semanais de trabalho por um dia de folga — foi aprovada por ampla maioria na quarta-feira (27), em dois turnos, pela Câmara dos Deputados.

A proposta é que a carga horária seja reduzida em um período de transição de 14 meses, sem que haja qualquer redução de salário.

Na Câmara, os deputados aprovaram um substitutivo (texto alternativo) do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) para a PEC, apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que estabelecia 36 horas semanais, assim como para a PEC 8/2025, da deputada Érika Hilton (Psol-SP), que dividia carga máxima de 36 horas em quatro dias de trabalho.

Conforme o texto aprovado, após dois meses da publicação da emenda constitucional passam a valer dois dias de descanso remunerado por semana. A preferência é de que pelo menos um desses dias seja aos domingos. A partir de então, os trabalhadores celetistas terão de cumprir a carga horária semanal máxima de 42 horas.

Somente um ano após esse período — atendendo o prazo de 14 meses — é que será estabelecida definitivamente a carga semanal de 40 horas. Durante esse prazo de transição, será permitido que, por convenção ou acordo coletivo de trabalho, seja ampliada a duração diária da jornada (geralmente de oito horas) para que sejam cumpridas as 42 horas semanais.

Debate

Ainda na quarta-feira, o Plenário do Senado aprovou requerimento para a realização de sessão temática (REQ 414/2026)  destinada a debater os possíveis impactos sociais e econômicos da PEC. Assinaram o requerimento os senadores Dr. Hiran (PP-RR), Wellington Fagundes (PL-MT), Weverton (PDT-MA) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

Assim como aconteceu na Câmara, a PEC será submetida a dois turnos de discussão e votação no Senado. Se o texto for aprovado sem alteração no projeto da Câmara, a emenda constitucional é promulgada pelas Mesas das duas Casas. Se for modificada, a proposta volta para a Câmara.

Setor produtivo

O fim da escala 6×1 tem gerado manifestações por parte dos empregadores. Na terça-feira (26), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recebeu representantes do setor produtivo. O grupo reivindicou que a discussão da proposta seja feita de maneira técnica e, de preferência, após as eleições de outubro.

Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban disse que a intenção da visita não foi contestar a  proposta, mas buscar uma solução que atenda a todos os envolvidos.

— Não se pode discutir um assunto desses, com tamanha seriedade e importância, de uma forma açodada. Esperamos e temos fé que o Senado vai entender isso — disse Alban.

Debate

No Senado, alguns senadores já manifestaram suas posições. Em discurso no Plenário na quarta, o senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) abriu o debate sobre o assunto criticando o fim da escala 6×1, sem redução de salário. Para o parlamentar, a proposta tem caráter eleitoral e não deveria ser analisada pelos senadores antes das eleições deste ano.

— Não houve aumento de produtividade e investimento em máquinas que justificassem isso. As consequências são terríveis. (…) Isso tem um efeito devastador em escola privada e em muitas prefeituras e estados que remuneram por hora, que contratam por CLT. Ninguém para pensar nisso.

Na contramão, o senador Cleitinho (Republicanos-DF) apoiou os dois dias de folga previstos na PEC e pediu que a matéria seja votada o quanto antes. Para ele, a pauta não é de esquerda ou de direita.

— Essa pauta da questão da escala não é uma pauta ideológica, gente. Vai lá na rua, vai ao shopping, vai ao supermercado e pergunta ao trabalhador se ele é de esquerda ou de direita. Ele está se lixando para isso! Ele quer ter um pouco de dignidade, e eu tenho propriedade para falar disso, porque a vida inteira eu trabalhei nessa maldita escala — afirmou Cleitinho.

Já o senador Izalci Lucas (PL-DF) disse à Agência Senado que “ninguém é contra dar mais tempo de lazer e descanso para o trabalhador se dedicar à sua família”, mas que é preciso “olhar para o mundo real da economia”.

— A grande preocupação com essa proposta é: quem vai pagar essa conta? O impacto financeiro imediato sobre o setor produtivo, especialmente sobre as micro e pequenas empresas que operam com margens muito estreitas e poucos funcionários, pode ser devastador se a mudança for feita de forma abrupta. É preciso debater esse tema com muita responsabilidade fiscal e econômica, avaliando alternativas viáveis para que a redução de jornada não resulte em fechamento de comércios ou desemprego na ponta — expôs Izalci.

À Agência Senado, o senador Humberto Costa (PT-PE) também manifestou voto favorável à proposta. Ele espera que a PEC seja analisada pelo Plenário antes do recesso parlamentar de julho.

— Mesmo com uma oposição tacanha, que de tudo fez para criar obstáculos à aprovação da PEC, nós conseguimos uma estrondosa vitória. Eu espero que essa matéria seja rapidamente pautada no Senado e que possamos votá-la até antes do recesso parlamentar, em favor das trabalhadoras e dos trabalhadores brasileiros — afirmou Humberto Costa.

Fonte: Agência Senado

Agricultura indígena e Etnoturismo conquistam espaço de destaque na 13ª Rondônia Rural Show

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A valorização das comunidades indígenas de Rondônia e o fortalecimento da produção sustentável estão entre os destaques apresentados durante a 13ª Rondônia Rural Show Internacional. Por meio do programa Ater Indígena, executado pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), o governo de Rondônia vem ampliando a assistência técnica especializada e promovendo ações voltadas ao desenvolvimento econômico, cultural e social dos povos originários.

O trabalho é realizado em parceria entre a Emater-RO, a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), levando atendimento gratuito às comunidades indígenas em diferentes regiões do estado. Além da assistência técnica voltada à agricultura familiar, o programa contempla iniciativas como inclusão no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que abrange as duas pontas dessa atividade econômica: assistência técnica para quem produz e atendimento social àqueles que se encontram em vulnerabilidade alimentar.

Orientados pela Emater, as comunidades também têm apoio à comercialização de artesanato e incentivo à geração de renda, respeitando as tradições e a cultura de cada povo. O acesso ao crédito rural por meio do Pronaf, é um incentivo para viabilização de suas lavouras, especialmente a do café, vem ganhando espaço junto ao mercado nacional.

De acordo com o diretor-presidente da Emater-RO, Hermes José Dias Filho, a assistência técnica tem sido fundamental para ampliar as oportunidades dentro das aldeias. “A Emater-RO atua diretamente junto às comunidades indígenas, levando orientação técnica, acesso às políticas públicas e incentivo à produção. Nosso objetivo é fortalecer a autonomia das famílias indígenas, respeitando sempre a identidade cultural de cada povo”, afirmou.

Fortalecimento das comunidades indígenas e para o desenvolvimento sustentável do estado

Durante a feira, os visitantes também conhecem uma das novidades apresentadas pelo Governo de Rondônia: o Programa de Visitação em Terras Indígenas de Rondônia, instituído pela Portaria nº 14, de 7 de fevereiro de 2025, fortalecendo o Etnoturismo no estado de forma organizada, sustentável e respeitosa. O programa prevê apoio e capacitação das comunidades indígenas para elaboração de planos e roteiros de visitação, e desenvolvimento de ações voltadas à recepção de turistas interessados em vivenciar a cultura, os costumes e as tradições dos povos indígenas de Rondônia.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou a importância da iniciativa para o fortalecimento das comunidades indígenas e para o desenvolvimento sustentável do estado. “O governo de Rondônia tem trabalhado para garantir oportunidades às comunidades indígenas, respeitando suas tradições, promovendo inclusão produtiva e incentivando ações que gerem renda. O Etnoturismo é mais uma ferramenta de valorização cultural e desenvolvimento econômico”, ressaltou.

A participação na Rondônia Rural Show Internacional tem sido uma importante oportunidade para apresentar ao público os resultados das ações desenvolvidas nas aldeias, promovendo a inclusão produtiva, a valorização cultural e o fortalecimento da identidade indígena.

A 13ª Rondônia Rural Show Internacional segue reunindo inovação, conhecimento e oportunidades de negócios, consolidando-se como uma vitrine das potencialidades do agronegócio e da agricultura familiar de Rondônia.

Inscrições para o Enem 2026 seguem abertas até 5 de junho com novas medidas de acesso

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Os estudantes interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 têm até o dia 5 de junho para realizar a inscrição pela Página do Participante, com login na conta Gov.br. Nesta edição, o Ministério da Educação (Mec) anunciou mudanças que buscam ampliar o acesso e facilitar a participação dos estudantes da rede pública. Entre as novidades está a inscrição automática para concluintes do ensino médio da rede pública.

O procedimento será realizado com base nos dados enviados pelas redes de ensino ao MEC. Mesmo com a inscrição pré-preenchida, os estudantes deverão acessar o sistema para confirmar a participação e complementar informações, como município de realização da prova, escolha da língua estrangeira e necessidade de atendimento especializado.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou a importância do exame para o acesso dos jovens ao ensino superior e ao mercado de trabalho. “O Enem representa uma oportunidade para milhares de estudantes realizarem o sonho de ingressar em uma universidade. O governo de Rondônia segue investindo na educação e incentivando os jovens a participarem desse processo, que transforma vidas e amplia oportunidades”, afirmou.

O titular da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Massud Badra, reforçou a importância de os estudantes ficarem atentos aos prazos e concluírem a inscrição dentro do período estabelecido. “A rede estadual tem desenvolvido ações de orientação e apoio aos estudantes para garantir que todos tenham acesso às informações e possam participar do Enem. É fundamental que os candidatos confirmem a inscrição e acompanhem todas as etapas do cronograma”, ressaltou.

A gerente de Ensino Médio da Seduc, Tainá Oliveira, destacou a importância de os candidatos ficarem atentos aos prazos para solicitação de atendimento especializado e uso do nome social. “Os pedidos de atendimento especializado e tratamento por nome social também devem ser realizados até o dia 5 de junho. O atendimento contempla pessoas com deficiência visual, física, auditiva e intelectual, além de candidatos com transtornos como Transtorno do Espectro Autista, dislexia e déficit de atenção, bem como gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar, entre outras condições específicas”, disse.

TAXA DE INSCRIÇÃO

Para os candidatos não isentos, a taxa de inscrição permanece em R$ 85 e pode ser paga até o dia 10 de junho por boleto, pix, cartão de crédito ou débito em conta, conforme a instituição bancária. Os participantes que tiveram a isenção aprovada também precisam efetivar a inscrição no sistema.

O Enem 2026 continuará permitindo a certificação de conclusão do ensino médio para participantes maiores de 18 anos. Para garantir o diploma, é necessário atingir uma pontuação mínima exigida nas provas e indicar essa opção no momento da inscrição.

Os estudantes beneficiários do programa Pé-de-Meia que concluírem o ensino médio em 2026 e participarem dos dois dias de aplicação do Enem receberão um incentivo adicional de R$ 200, pago na mesma conta utilizada pelo programa. O exame é a principal porta de entrada para o ensino superior no país, sendo utilizado em programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Deputada Rosangela Donadon destina R$ 150 mil para aquisição de tubos Armco em Colorado do Oeste

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Recurso atende pedido do vereador Baiano Leiteiro para fortalecer a infraestrutura rural e garantir melhorias nas estradas do município.

A deputada estadual Rosangela Donadon (PRD) destinou R$ 150 mil em emenda parlamentar para atender o município de Colorado do Oeste com a aquisição de tubos Armco, por meio do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER). A demanda foi apresentada pelo vereador Baiano Leiteiro, que levou à parlamentar a necessidade de investimentos na infraestrutura rural do município.

O recurso foi solicitado para garantir a compra dos tubos metálicos que serão utilizados em obras de drenagem e melhorias nas estradas rurais de Colorado do Oeste.

Segundo Rosangela Donadon, o investimento atende uma necessidade urgente do município, especialmente das comunidades rurais que dependem das estradas para o transporte escolar, acesso aos serviços públicos e escoamento da produção agrícola. A parlamentar destacou que o trabalho em parceria com vereadores e lideranças locais é fundamental para garantir investimentos que realmente atendam às demandas da população.

“O vereador Baiano Leiteiro nos apresentou essa necessidade importante para Colorado do Oeste, principalmente para fortalecer as estradas da zona rural. Destinamos esse recurso porque sabemos da importância dessas melhorias para os produtores rurais e para toda a população que utiliza essas vias diariamente”, afirmou a deputada.

Rosangela Donadon também agradeceu ao governador coronel Marcos Rocha pelo apoio às demandas dos municípios rondonienses e reforçou a importância da união entre Assembleia Legislativa e Governo do Estado para levar desenvolvimento, infraestrutura e melhores condições de trafegabilidade às regiões do interior de Rondônia.

 

 

 

Assessoria parlamentar

MPF processa empresa e gestores por garimpo ilegal e desmatamento de grande magnitude em Vilhena (RO)

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Grupo movimentou mais de R$ 5,4 milhões com extração clandestina de areia, cascalho e saibro retirados de área federal

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pública contra a empresa Norte Sul Terraplanagem e Comércio Ltda e seus quatro gestores por extração clandestina, em escala industrial, de 137 mil m³ de minérios (areia, cascalho e saibro) da Gleba Pública Federal Corumbiara, em Vilhena (RO). Laudos periciais estimam que essa usurpação de recursos da União gerou aos réus o montante de R$ 5,4 milhões. Eles também são acusados de destruírem sete hectares de floresta nativa do bioma amazônico.

A extração operava em duas frentes, uma iniciada em 2019, que tinha estação de beneficiamento, bacias de decantação, cozinha, refeitório, banheiros e alojamentos para funcionários, e outra que começou em 2020, com desmatamento e abertura de cavas profundas que descaracterizaram o relevo original. O MPF identificou, pelo seu Sistema GeoRadar, que as coordenadas geográficas das áreas exploradas incidem diretamente sobre a Gleba Pública Federal Corumbiara, em Vilhena, confirmando o domínio federal da área.

Na ação, o MPF expõe que a extração clandestina dos recursos ocorreu mesmo após embargos e autuações federais da Agência Nacional de Mineração (ANM) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Além disso, as licenças ambientais do órgão ambiental estadual (Sedam) apresentadas pela empresa não autorizavam a extração de minérios, pois tinham condicionantes expressas que proibiam a atividade sem a outorga da ANM.

O MPF aponta que mesmo após as interdições, os réus não fizeram a recuperação ambiental das áreas, pois não houve a recomposição in natura das cavas, nem implementação de um plano de recuperação de área degradada (Prad). Ao contrário, a perícia federal realizada com auxílio de drone flagrou a expansão das frentes de lavra. Uma perícia do Ibama constatou que as estradas de acesso à área apresentavam características de movimentação diária e que os taludes (barrancos criados por cortes e aterros) ostentavam marcas de escavação recentes, indicando continuidade das atividades.

Os celulares dos réus apreendidos pela Polícia Federal (PF) durante a investigação revelaram rotina comercial ininterrupta entre maio de 2023 e outubro de 2024, época em que a empresa declarava-se formalmente paralisada perante a Administração Pública. Segundo a investigação policial, em 2024, os acusados simularam uma alteração no contrato da empresa, com uso de “laranja”, na tentativa de blindagem patrimonial para evitar qualquer reparação do dano. Eles também faziam movimentações financeiras em contas pessoais para ocultar o vultoso montante de dinheiro gerado pela extração ilegal.

Pedidos – O MPF pediu à Justiça Federal a condenação dos réus ao cumprimento das seguintes obrigações:
• indenização à União por dano material no valor mínimo de R$ 5,4 milhões, correspondente ao valor estimado da comercialização dos minerais;
• indenização por dano moral coletivo de, no mínimo, R$ 1 milhão a ser pago por réu, cujo total (R$ 5 milhões) será destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos;
• elaboração de plano de recuperação de área degradada (Prad) dos sete hectares degradados;
• revitalização da área prevista no Prad (isolamento, correção de solo e plantio de espécies nativas), sob pena de multa diária.

A ação civil pública foi proposta pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental do MPF, especializado no enfrentamento à mineração ilegal, e tramita na Justiça Federal em Vilhena, sob o número 1001572-08.2026.4.01.4103. Paralelamente, os réus respondem a uma ação penal na Justiça Federal em Porto Velho pelos mesmos fatos, onde são acusados de usurpação de matéria-prima da União, extração mineral clandestina, invasão de terras públicas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

 

Consulta processual

 

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal em Rondônia
(69) 98431-9761 / 3216-0586 / 3216-0511

STF reconhece a obrigação dos shoppings de manter locais de amamentação para as funcionárias das lojas

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Em julgamento concluído nesta quarta-feira (27), o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os shoppings centers têm a obrigação de manter local apropriado de amamentação para as funcionárias das lojas que compõem o complexo. O entendimento firmado segue posição defendida pelo Ministério Público Federal (MPF), que apontou a necessidade de assegurar os direitos fundamentais das mães e das crianças pequenas, a proteção integral da infância e a garantia das mulheres de permanecerem no mercado de trabalho. Os shoppings centers têm prazo de até um ano para adaptação.

De acordo com Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), estabelecimentos com pelo menos 30 funcionárias com mais de 16 anos nos quadros devem disponibilizar local próprio de amamentação. A exigência pode ser suprida por meio de creches distritais mantidas, diretamente ou mediante convênios, por outras entidades públicas ou privadas, pelas próprias empresas, em regime comunitário ou a cargo de entidades. Pela tese firmada pelo Supremo, a expressão “estabelecimento” prevista na CLT abarca os shoppings centers em relação às funcionárias das lojas situadas no complexo comercial.

Divergência de entendimento – O caso concreto trata de ação ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra shopping em São Paulo pedindo a construção de espaço de amamentação comum para atender as funcionárias das lojas. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) entendeu que a obrigação é do shopping, e não dos lojistas individualmente. Depois de analisar recurso, a Primeira Turma do STF manteve a decisão. Mas, em outra ação, a Segunda Turma da Corte resolveu que o dever seria dos lojistas. Para solucionar a divergência, o caso foi levado ao Plenário.

Em parecer assinado pela subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio Marques, o MPF lembrou que os espaços adequados para o aleitamento materno asseguram a eficácia de direitos constitucionalmente previstos, além de conferir dignidade às trabalhadoras e aos seus filhos pequenos em fase de amamentação. As lojas fazem parte de um todo que é o shopping. Transferir a obrigação de manter os locais de amamentação para os lojistas individualmente seria transformar em letra morta a lei que busca proteger mães e bebês, inclusive pela inviabilidade prática da medida.

Na visão do MPF, a Constituição não admite qualquer interpretação da CLT que possa restringir os direitos fundamentais à saúde e à alimentação da criança, à proteção da maternidade e da infância, bem como à proteção do mercado de trabalho da mulher.

Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 1.562.586 - Embargos de Divergência no Agravo Regimental


Secretaria de Comunicação Social
Procuradoria-Geral da República

Anvisa determina recolhimento de coco ralado da marca Casa de Mãe

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Laudo apontou excesso de dióxido de enxofre em um lote do produto

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (28/5), o recolhimento do lote 13/25 do coco ralado da marca Casa de Mãe. Laudo feito pelo Lacen/DF apontou resultado insatisfatório no ensaio quantitativo de dióxido de enxofre no produto. Apesar de a substância ser autorizada como conservante de alimentos, há limites estabelecidos para sua utilização.

Além do recolhimento, a Anvisa determinou a suspensão da distribuição, da venda, da divulgação e do uso do produto fabricado pela Qualicoco Ltda. (CNPJ: 04522379000665). 

Leia a Resolução 2.133/2026 no Diário Oficial da União (DOU). 

Saúde e Vigilância Sanitária

Audiência pública apresenta metas fiscais do 1º quadrimestre em Vilhena

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Evento foi realizado na Câmara Municipal, com transmissão ao vivo e participação aberta à população

A Prefeitura de Vilhena realizou, na manhã desta quarta-feira, 27, a audiência pública de demonstração e avaliação do cumprimento das metas fiscais referentes ao 1º quadrimestre de 2026. O encontro ocorreu no plenário da Câmara Municipal e contou com a participação de representantes da administração, equipes técnicas e da comunidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados relacionados à execução financeira do município entre os meses de janeiro e abril, conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal. As informações permitiram o acompanhamento da aplicação dos recursos públicos e o desempenho das metas estabelecidas para o período.

A audiência foi transmitida ao vivo pelo canal oficial da Prefeitura no YouTube, com duração superior a quatro horas, garantindo amplo acesso à população. O conteúdo permanece disponível na plataforma para consulta a qualquer momento.

Como parte das ações de transparência, a ata da audiência será disponibilizada no Portal da Transparência do município e também publicada no Diário Oficial de Vilhena (DOV), assegurando o registro formal e o acesso público às informações apresentadas.

A realização da audiência pública reforça o compromisso da administração municipal com a transparência, a responsabilidade fiscal e o acompanhamento das contas públicas pela sociedade.