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Onze escolas de ensino integral de Rondônia alcançam o primeiro lugar no ranking do Ideb na região Norte

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Com o melhor resultado em notas e taxas de aprovação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na região Norte, o Estado de Rondônia avança na qualidade em educação. Onze escolas estaduais de Ensino Médio em Tempo Integral de diferentes regiões, que adotaram o Programa Escola Novo Tempo, supervisionadas pela Gerência de Educação Básica e Sub-Gerência de Educação Integral da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), estão comemorando o sucesso de 2019.

O programa do Ministério da Educação atende atualmente a 18 escolas, sete delas só aderiram a ele em 2020, ano marcado pela pandemia mundial do coronavírus. As que se classificaram este ano já haviam obtido notas significativas em 2017, como informa a Diretoria Geral de Educação da Seduc. O Ideb é avaliado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os estabelecimentos educacionais rondonienses classificados em 1º lugar foram: Escola Professor Alejandro Yague Mayo (Ji-Paraná), 6;  Cândido Portinari (Rolim de Moura), 5,7; Juscelino Kubitschek de Oliveira (Alta Floresta d’Oeste), e Capitão Sílvio de Farias (Jaru), ambas 5,5; Marechal Cordeiro de Farias (Pimenta  Bueno), 5; Sete de Setembro (Espigão d’Oeste), 5; Brasília (Porto Velho) e Josino Brito (Cacoal), ambas 4,9; Heitor Villa Lobos (Ariquemes), 4,8; Simon Bolívar (Guajará-Mirim), 4,5; e Marechal Rondon (Vilhena), 4,2.

Os resultados divulgados pelo Ministério da Educação na primeira quinzena do mês de setembro, apresentam os níveis de aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática do 3º ano do Ensino Médio, que surpreenderam, e da mesma forma, a taxa de aprovação nos demais anos escolares.

Desde 2005, quando foi criado o Ideb, os resultados apontam o Ensino Médio estadual com o melhor desempenho de todas as edições anteriores, evoluindo em 2019 no rendimento escolar e no desempenho da etapa, após anos em estabilidade. Na edição de 2017, o Estado possuía um Ideb de 4.0 no Ensino Médio, ficando em quinto lugar no cenário brasileiro. Nesta edição de 2019, o Estado obteve nota 4.3, faltando pouco para atingir a meta de 4.8 proposta pelo Inep.

Os resultados ampliam as possibilidades de mobilização da sociedade e do Poder Público em favor da educação, pois indicam a necessidade de melhorias no sistema, difundindo e valorizando a cultura do aprendizado.

Rondônia é destaque com o melhor índice de segurança alimentar da região Norte

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Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018 que traça o perfil da segurança alimentar nos lares brasileiros. De acordo com os números, Rondônia tem andado na contramão do mapa da fome que se intensificou com a chegada da pandemia. O Estado alcançou um percentual de 63,7% e se destacou com o melhor índice de segurança alimentar da região Norte, seguido de Roraima (60,4%) e Tocantins (54,4%).

Nesse sentido, a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas) trabalha com políticas públicas voltadas à garantia do acesso à alimentação de qualidade. O conceito de segurança alimentar é definido na Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional do Estado de Rondônia (Losan-RO) Lei nº 2.221 de 21/12/2009 como sendo a garantia do acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, com base em práticas alimentares saudáveis, que respeitem a diversidade cultural sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais.

Além de traçar o perfil das condições de vida da população brasileira, a Pesquisa de Orçamentos Familiares (Pof) determina ainda as estruturas de consumo, dos gastos, dos rendimentos e parte da variação patrimonial das famílias. Em relação aos alimentos consumidos pelas famílias brasileiras, a média brasileira de consumo é maior entre o grupo de carnes, vísceras e pescados com (20,2%), sendo a região Norte a maior consumidora destes alimentos com (27,1%) seguida das regiões Nordeste (22,3%) e Centro–Oeste (21,8%).

A Seas, por meio da Gerência de Segurança Alimentar e Nutricional (GSAN), em parceria com demais órgãos desenvolve políticas voltadas à erradicação da fome e desnutrição familiar, acentuadas em famílias de baixa renda. A alimentação de qualidade é item essencial para garantir a sobrevivência e a saúde dessas famílias.

Segundo a pesquisa a região norte é a maior consumidora de pescados e carnes ultrapassando a média brasileira de 20,2%

PROGRAMA AMPARO

Durante a pandemia, muitas famílias ficaram sem condições de adquirir alimentos básicos, por isso a Seas criou o Programa de Transferência de Renda Temporária (AmpaRO) para ajudar as famílias em situação de extrema pobreza, cadastradas no programa Bolsa Família e com renda per capta familiar declarada no Cadastro Único de até R$ 89. As famílias beneficiárias do programa recebem um benefício no valor de R$200 para auxiliar na compra de alimentos e garantir o sustento da família.

COFINANCIAMENTO

Uma das ferramentas mais utilizadas para garantir o funcionamento e manutenção dos serviços socioassistenciais é o cofinanciamento da assistência social. A Seas já repassou aos municípios, no primeiro semestre de 2020, cerca de R$ 3.267.300 (três milhões, duzentos e sessenta e sete mil e trezentos reais) sendo previsto para o próximo semestre o repasse de mais de R$ 2,7 milhões para atender exclusivamente benefícios eventuais, que podem ser usados pelos municípios para atender a população diretamente, como por exemplo na compra de cestas básicas, kits de higiene, dentre outros auxílios.

A Seas está desenvolvendo projetos e ações para promover o acesso a alimentos saudáveis, na oferta de refeições nutricionalmente balanceadas e de baixo custo. Dessa forma, busca contribuir com a melhoria das condições de saúde e segurança alimentar e nutricional, auxiliando para a redução do índice de fome causada pela pobreza e desigualdade social, dando cumprimento à garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA).

A coleta dos dados da pesquisa foi realizada nas áreas urbana e rural em todo o território brasileiro, no período de junho de 2017 a julho de 2018.

Segurança Pública de Rondônia é fortalecida com mais 110 viaturas equipadas com alta tecnologia

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Mais 110 veículos equipados com alta tecnologia foram entregues na manhã desta terça-feira (22) para a Segurança Pública de Rondônia. Esse é o segundo lote de viaturas do novo contrato de locação do Governo, considerado mais vantajoso para a administração pública por permitir ter veículos em boas condições constantemente e pela responsabilidade com o dinheiro público.

‘‘Por locação, a empresa contratada por licitação passa a fazer a manutenção, a substituição imediata da viatura quando ela sofre algum dano ou apresenta algum problema, então é muito melhor que a aquisição pelo próprio Estado, pois desta forma evitamos ter um cemitério de veículos. Para o Estado e para a população é muito melhor veículos locados’’, disse o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, ao explicar as vantagens da locação.

Com o novo contrato, o Governo conseguiu ter mais veículos com tecnologia e com um custo menor. ‘‘São viaturas adquiridas de forma muito mais econômica e, além disso, possui mais tecnologia, inclusive equipadas com câmeras. É assim que vamos trabalhar, fazendo o melhor pela nossa população, aplicando a economia feita em mais benefícios, ou seja estamos fazendo mais com menos’’, assegura o governador.

Governador de Rondônia, Marcos Rocha, e secretário da Sesdec, José Hélio Pachá, destacam ações estratégicas para prestar serviço de segurança pública com qualidade para a população

O Governo do Estado já entregou outras 115 viaturas em agosto de 2020, e o total de veículos do novo contrato é 301. Agora são 63 veículos a mais no novo contrato, com um custo menor, segundo o secretário de Segurança Defesa e Cidadania (Sesdec) José Hélio Cysneiros Pachá. ‘‘Estamos saindo de um contrato de 238 veículos para um novo com 301 veículos, com muito mais economia e mais recursos tecnológicos. Vamos economizar R$ 440 mil por ano’’, disse.

“São veículos equipados com câmeras, suporte de armamentos, rastreador por satélite, rádios digitais, possibilidade de acompanhamento remoto por aplicativo. Haverá ainda a possibilidade de até captar áudio durante as ocorrências. Fizemos questão de colocar o máximo de tecnologia nas viaturas para dar qualidade na segurança pública’’, completa o secretário.

O valor total da contratação com duração de 30 meses é de R$ 47.715.856,20 (quarenta e sete milhões, setecentos e quinze mil, oitocentos e cinquenta e seis reais e vinte centavos), equivalente a R$ 19.086.342,48 (dezenove milhões, oitenta e seis mil, trezentos e quarenta e dois reais e quarenta e oito centavos), anualmente.

As viaturas são distribuídas para a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Técnico-Cientifica (Politec) e Sesdec. ‘‘Não tenho dúvida que Rondônia vai se transformar em um grande Estado para se viver, porque eu confio em Deus e que estamos desenvolvendo todas as áreas de forma correta, somos triplo A em solidez fiscal, estamos no topo da transparência, e isso prova que os documentos estão abertos para que possam ser observados pelos órgãos de controle, estamos investindo em diversas áreas, inclusive reformando escolas e equipando a segurança pública’’, finaliza o governador.

Servidor da Ciretran em Cabixi recebe diploma de Amigo da PM

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No último dia 14 o servidor da Ciretran em Cabixi, Emerson Assunção de Matos recebeu das mãos do 2º Sgt PM Jair de Souza,  o diploma de Amigo da Polícia Militar.

O diploma é concedido a autoridades e personalidades que contribuem com o serviço de segurança pública em ações junto a Polícia Militar.

“Emerson sempre foi um parceiro da Polícia Militar em Cabixi, não medindo esforços para uma sociedade mais segura no trânsito”, finalizou o 2º Sgt PM Jair.

IBGE lança painel interativo para apoiar municípios no combate à pandemia

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  • Painel Covid-19 Síntese por Município consolida 24 indicadores para o planejamento de ações de apoio ao enfrentamento da pandemia.
  • Dados estão divididos em três categorias: população vulnerável (2010 e 2019), capacidade de resposta do sistema de saúde (2019) e acompanhamento da pandemia (2020).
  • Painel integra informações do IBGE, do Ministério da Saúde e da Fiocruz/Brasil.IO para os 5.570 municípios do país.

O IBGE lança hoje (21) o Painel Covid-19 Síntese por Município, com mapas interativos que permitem selecionar uma localidade de interesse e visualizar, em um único ambiente, 24 indicadores para o planejamento de ações de apoio contra a pandemia para todos os 5.570 municípios do país. A plataforma está disponível no hotsite covid19.ibge.gov.br.

Os dados são apresentados nas categorias população vulnerávelcapacidade de resposta do sistema de saúde e acompanhamento da pandemia e podem ser baixados no formato kml, shp e csv. O painel integra informações de pesquisas do IBGE e do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde, e da Fiocruz/Brasil.IO.

“A ideia é permitir que a sociedade tenha acesso a um conjunto de informações mais integradas de seu município e também do contexto em que eles se encontram em relação aos demais. O painel integra diversos indicadores coerentes em relação à pandemia, em um ambiente que permite visualizar, facilmente, as informações no mapa e, a partir dele, comparar com outros municípios e com a unidade da federação de forma interativa”, explica o coordenador de Geografia e Meio Ambiente, Claudio Stenner.

“O gestor municipal, e estamos falando em 5.570 municípios, tem uma ferramenta por meio da qual poderá encontrar todos os indicadores de interesse num único ponto, sem precisar ficar visitando diversos produtos”, completa o coordenador de Geomática, Rafael March.

Conheça as categorias e os 24 indicadores

População vulnerável (2010 e 2019): pessoas declaradas indígenas (2010)​, população com 60 anos ou mais (2010), população por faixa etária (2010), domicílios com três ou mais moradores por dormitório (2010), população (2010)​, localidades indígenas (2019), localidades quilombolas​ (2019), domicílios em aglomerados subnormais (2019)​ e população (2019).

Capacidade de resposta do sistema de saúde (2019): enfermeiros, enfermeiros no SUS, estabelecimentos de saúde com suporte de observação e internação, estabelecimentos de saúde de atenção primária, leitos de UTI, leitos de UTI no SUS, leitos hospitalares, leitos hospitalares no SUS, médicos, médicos no SUS, respiradores e respiradores no SUS.

Acompanhamento da pandemia (2020): casos acumulados, casos na última semana e casos novos no dia.

“Cada categoria tem vários indicadores apresentados abaixo do mapa e com a informação de todas as fontes dos dados”, explica a gerente de Integração da Produção de Geoinformações, Aline Lopes Coelho.

Para cada indicador selecionado, o usuário pode visualizar não apenas a situação do município escolhido, mas a dos demais ao seu redor. As informações do painel mudam ao selecionar um novo município no campo de busca ou clicando em qualquer município visível no mapa, conferindo agilidade à consulta e permitindo comparações. A plataforma oferece, também, para cada indicador, valores de referência que possibilitam contextualizar o dado municipal e compará-lo à respectiva unidade da federação.

#PraCegoVer Imagem da captura da tela do painel

Regiões de saúde

Os mapas interativos trazem, também, as regiões de saúde identificadas pela pesquisa Região de Influência das Cidades, que reúnem municípios de acordo com o destino principal ao qual a população recorre para a obtenção de serviços de saúde de baixa e média complexidades. A visualização dessas regiões sobrepostas ao mapa enriquece a análise, subsidiando o usuário com a informação dos indicadores dos demais municípios que têm relação de dependência na área da saúde.

“É possível ver alguns municípios cercados por uma borda, formando uma região em que as pessoas procuram acessar os mesmos municípios para atendimento de saúde. Por exemplo, não basta Niterói (RJ) estar bem, se São Gonçalo (RJ) ou o Rio de Janeiro (RJ) não estiverem. Para a decisão sobre se afrouxa o isolamento ou não, é importante que os municípios da mesma região consigam se enxergar”, recomenda o analista de Integração da Produção de Geoinformação Maurício Gonçalves e Silva.

Em Vilhena/RO, PRF e SEFIN identificam mais de 3 milhões de cigarros transportados sem nota fiscal

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Mercadoria embarcada em São Paulo tinha como destino final Rondônia e foi avaliada em aproximadamente R$ 787,5 mil

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operação conjunta com a Secretaria Estadual de Finanças de Rondônia (SEFIN/RO) na cidade de Vilhena/RO, constatou um carregamento de 157.500 maços de cigarros sem nota fiscal, transportados em uma carreta, durante fiscalização na BR 364 . A ocorrência foi registrada nesta sexta-feira (18).

No total, 3.150.000 cigarros, que eram transportados irregularmente, foram identificados e encaminhados para tramites legais. Os infratores responsáveis poderão responder pelo crime de transporte de mercadoria nacional sem nota fiscal, previsto no artigo 2º da Lei 8.137/90.

PRF detém homem que praticava ato libidinoso em ônibus

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Vítima viajava com seu filho e pediu auxílio aos agentes na manhã deste sábado

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Ji-Paraná, durante fiscalização na BR 364, foi acionada para cessar um ato de importunação sexual em ônibus de viagem. Segundo a vítima, o homem que viajava na poltrona de trás, passando o braço pelo espaço entre os assentos, chegou a acariciá-la o seio enquanto a mesma amamentava seu filho. A ocorrência foi registrada neste sábado (20).

A vítima chegou a trocar de poltrona com o passageiro ao lado. Contudo, ao amanhecer, e assustada com o assédio, escutou um barulho estranho, quando olhou para trás, viu que o autor se masturbava, momento em que acionou os policiais.

Diante das informações, os agentes detiveram o infrator e o conduziram à Delegacia de Polícia Civil.

PF deflagra Operação Minamata para combater garimpo ilegal no Amazonas

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PF investiga possível contaminação da bacia hidrográfica e da fauna da região, que teriam sido atingidas por mercúrio, metal líquido utilizado no processo da extração do ouro.

A Polícia Federal deflagrou na última quinta-feira (17/9) o início das ações da Operação Minamata*, com objetivo de reprimir a prática ilegal de garimpo no Rio Boia e afluentes, no município de Jutaí/AM. A operação teve duração de três dias e foi encerrada hoje (20/9).

Participaram das ações 32 policiais federais, incluindo integrantes dos grupos táticos e especializados da PF, inclusive com a utilização de aeronave da Instituição.

As investigações foram realizadas com o auxílio de um sistema de monitoramento remoto que possibilita o acesso a imagens e alertas diários de detecção de mudanças ambientais, com acompanhamento por satélite, o que permitiu a rápida localização do garimpo ilegal. A celeridade na disponibilização das imagens permitida por esse sistema demonstra-se fundamental para o efetivo combate aos crimes ambientais no País.

As investigações da PF apontam fortes indícios no sentido de que a bacia hidrográfica e a fauna da região foram atingidas por mercúrio, metal líquido utilizado no processo da extração do ouro. O mercúrio é profundamente danoso à saúde humana e a sua ingestão pode levar à morte.

Nas ações foram desativadas quatro dragas e três balsas, onde havia cerca de 50 mil litros de diesel e de gasolina e que eram utilizadas como centro logístico para a distribuição de combustível. Também foram apreendidos objetos e documentos, que serão analisados pela PF na apuração  das responsabilidades pelos crimes ambientais, especialmente  decorrentes das atividades de garimpo ilegal.

Além disso, foram coletadas amostras de água e de material biológico humano, que permitirão  mensurar a contaminação nos recursos ambientais e nos habitantes da região.

A operação Minamata está no contexto de um esforço integrado de várias instituições para o planejamento e  execução de trabalhos investigativos e ostensivos policiais voltados à proteção e preservação da Amazônia e dos demais biomas, bem como das Terras Indígenas (TI).

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas

Tiziu Jidalias e Carla Redano são pré-candidatos a prefeito e vice em Ariquemes

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A pré-candidatura de Tiziu Jidalias (Solidariedade) a Prefeitura de Ariquemes já está completa. A união do grupo do deputado estadual Alex Redano ao projeto da pré-candidatura a Prefeitura de Ariquemes de Tiziu Jidalias, trouxe a jovem vereadora e presidente da Câmara Municipal, Carla Redano, como pré-candidata a vice-prefeita.

A coligação encabeçada pelo Solidariedade, agrega o total de 11 partidos, e ficou denominada como ‘Aliança para o Desenvolvimento’. Os partidos que compõem a coligação são: Solidariedade, PSL, Republicanos, PDT, PTB, PRTB, Progressistas, PV, Patriota, DC e PSB.

“Sou muito grato a todos que abraçaram nosso projeto para uma Ariquemes mais bela e melhor para todos. Nossa missão é movimentar a economia e criar condições para que o mercado local gere empregos e renda para nossos munícipes”, comenta Tiziu frisando que possui propostas para todos as áreas da cidade de Ariquemes.

Tiziu Jidalias fala da importância em ter Carla Redano ao seu lado nessa caminhada. “A Carla é uma pessoa muito querida e principalmente, possui a capacidade de agregar com sua experiência na Câmara Municipal e com longos anos de atuação na área social. Carla é uma pessoa respeitada e acima de tudo, possui muitas ideias e projetos que somarão as propostas que passaremos a apresentar quando começar a campanha eleitoral”, ressalta.

Tiziu Jidalias

Jidalias dos Anjos Pinto é nascido em Camacã na Bahia em 1969. Filho de pais adotivos, é pai de quatro filhos e casado há 26 anos.

Tiziu chegou em Rondônia com 11 anos de idade em um caminhão pau de arara. Trabalhou na roça, foi chapa, lavador de carros, requeiro no Garimpo Bom Futuro e motorista de caminhão. Montou sua primeira revenda de motocicletas na cidade de Ariquemes, empresa que cresceu tanto que acabou virando referência nacional.

Em 2006 foi o terceiro deputado estadual com mais votos em Rondônia, total de 12.421 votos. Como deputado estadual conseguiu investimento de cerca de 100 milhões de reais para todo o estado, direcionando 25 milhões deste valor para a cidade de Ariquemes.

Nas eleições de 2018 fez 28.577 votos para deputado federal, ficando como primeiro suplente para a vaga.

Hoje, Tiziu Jidalias se dispõe colocando seu nome à disposição como pré-candidato a prefeito de Ariquemes.

Assessoria

10,3 milhões de pessoas moram em domicílios com insegurança alimentar grave

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A insegurança alimentar grave esteve presente no lar de 10,3 milhões de pessoas ao menos em alguns momentos entre 2017 e 2018. Dos 68,9 milhões de domicílios do país, 36,7% estavam com algum nível de insegurança alimentar, atingindo, ao todo, 84,9 milhões de pessoas. É o que retrata a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018: Análise da Segurança Alimentar no Brasil, divulgada hoje (17) pelo IBGE.

Na comparação com 2013, a última vez em que o tema foi investigado pelo IBGE, na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a prevalência de insegurança quanto ao acesso aos alimentos aumentou 62,4% nos lares do Brasil. A insegurança vinha diminuindo ao longo dos anos, desde 2004, quando aparecia em 34,9% dos lares, 30,2% na PNAD 2009 e 22,6% na PNAD 2013. Mas em 2017-2018, houve uma piora, subindo para 36,7%, o equivalente a 25,3 milhões de domicílios. Com isso, a segurança alimentar atingiu seu patamar mais baixo (63,3%) desde a primeira vez em que os dados foram levantados. Já a insegurança alimentar leve atingiu seu ponto mais elevado.

“Em 2017-2018, a gente viu que esse grau de segurança alimentar diminuiu e, como é tudo proporcional, significa também que as inseguranças aumentaram. Há uma distribuição. Alguma coisa nesse intervalo de tempo fez com que as pessoas reavaliassem sua visão sobre o acesso aos alimentos, apontando uma maior restrição ou, pelo menos, a estratégia de selecionar ou administrar alimentos para que não falte quantidade para ninguém”, explica o gerente da pesquisa, André Martins.

A Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA), aplicada na POF, classifica os domicílios de acordo com seu nível de segurança quanto ao acesso aos alimentos em quantidade e qualidade.

Em 2017-2018, eram 43,6 milhões de domicílios brasileiros que tinham segurança alimentar. “São domicílios que têm acesso pleno e regular aos alimentos em quantidade suficiente sem comprometer o acesso de outras necessidades essenciais, ou seja, que não têm preocupação em relação ao acesso aos alimentos”, afirma André.

Em relação à insegurança alimentar, os domicílios podem ser classificados em três níveis: leve, moderado e grave. Um domicílio é classificado com insegurança leve quando aparece preocupação com acesso aos alimentos no futuro e a qualidade da alimentação já está comprometida. Nesse contexto, os moradores já assumem estratégias para manter uma quantidade mínima de alimentos disponíveis. Trocar um alimento por outro que esteja mais barato, por exemplo. No segundo nível, de insegurança moderada, os moradores já têm uma quantidade restrita de alimentos. A insegurança grave aparece quando os moradores passaram por privação severa no consumo de alimentos, podendo chegar à fome.

A pesquisa aponta que pelo menos metade das crianças menores de cinco anos viviam em lares com algum grau de insegurança alimentar. São 6,5 milhões de crianças vivendo sob essas condições. Em 2017-2018, 5,1% das crianças com menos de 5 anos e 7,3% das pessoas com idade entre 5 e 17 anos viviam em domicílios com insegurança alimentar grave. Há a indicação, portanto, de maior vulnerabilidade à restrição alimentar nas casas em que há crianças ou adolescentes.

“Quando um domicílio tem insegurança alimentar grave, há uma restrição maior de acesso aos alimentos, com uma redução da quantidade consumida para todos os moradores, inclusive crianças, quando presentes. E nesses lares pode ter ocorrido a fome, situação em que pelo menos alguém ficou o dia inteiro sem comer um alimento”, diz o pesquisador.

O nível de maior restrição no acesso a esses alimentos também aparece com mais frequência nos domicílios localizados na área rural do Brasil. A proporção de insegurança alimentar grave foi de 7,1% nessas localidades, três pontos percentuais acima do observado na área urbana (4,1%).

“Isso está muito associado às condições de trabalho. Ou seja, as pessoas que estão nos meios urbanos conseguem mais alternativas. Essas diferenças surgem por facilidade no acesso tanto a alimentos quanto às oportunidades. No meio urbano você consegue adotar estratégias de um jeito mais fácil que no meio rural”, explica o pesquisador.

Insegurança alimentar grave continua mais presente no Norte e Nordeste

A insegurança alimentar aparece de forma desigual entre as regiões. O Norte e o Nordeste ficaram abaixo da média nacional: menos da metade de seus domicílios tinham segurança alimentar. Essa desigualdade já havia aparecido nas pesquisas de 2004, 2009 e 2013.

O cenário da insegurança alimentar é mais frequente nas duas regiões. Dos 3,1 milhões de domicílios com insegurança grave no país, 1,3 milhão estava no Nordeste, o que equivale a 7,1% dos lares. A forma mais restrita de acesso aos alimentos atingiu 10,2% dos domicílios no Norte (508 mil).

Assim como aconteceu no cenário nacional, a segurança alimentar dessas regiões vinha aumentando desde 2004, mas regrediu em 2017-2018. Em 2004, a segurança alimentar estava presente em 53,4% dos domicílios do Norte e chegou ao seu ponto mais elevado em 2013 (63,9%), mas caiu para 43% na última pesquisa. Em 2004, 46,4% dos domicílios do Nordeste estavam em situação de segurança alimentar, atingindo 61,9% em 2013 e caindo para 49,7% em 2017-2018.

As demais regiões superaram a média nacional: Centro-Oeste (64,8%), Sudeste (68,8%) e Sul (79,3%). Apesar disso, elas também atingiram o menor percentual de segurança alimentar desde que os dados começaram a ser levantados.

Alimentos básicos têm maior peso no orçamento dos domicílios com insegurança alimentar

À medida que aumentam os níveis de severidade da insegurança alimentar, a participação percentual das despesas com alimentação também vai crescendo. Nos lares em que há segurança alimentar, o percentual mensal das despesas com alimentos foi de 16,3% em relação ao resto das despesas de consumo. Já nos domicílios com insegurança grave, esse percentual era de 23,4%.

As despesas com alimentação, como divulgado nos primeiros resultados da POF 2017-2018, representavam 14,2% da despesa total e 17,5% das despesas de consumo das famílias do país. A pesquisa agora aponta que a maioria dos gastos entre os grupos de alimentos diminui à medida que aumentam os níveis de insegurança alimentar. Ou seja, pessoas que têm maior restrição no acesso ao consumo de alimentos gastam menos com determinados produtos, como frutas, carnes e laticínios.

O gasto médio mensal familiar com carnes, vísceras e pescados em domicílios em situação de segurança alimentar, por exemplo, foi de R$94,98, ao passo que essa despesa foi de R$65,12 entre as famílias em que há privação mais severa de consumo de alimentos. Por outro lado, o gasto com alimentos mais básicos, como arroz, feijão, aves e ovos é maior entre o grupo de insegurança alimentar grave. A maior diferença foi observada em relação ao arroz: o gasto médio mensal dos domicílios em segurança alimentar foi de R$11,32, enquanto nos de insegurança alimentar grave foi de R$15,01.

“Além de o alimento ter uma importância maior dentro dos gastos, essas famílias têm um padrão de consumo diferente. Nele você vê que a importância de cereais e leguminosas é grande nas famílias com insegurança alimentar, tanto em termos de gastos quanto em termos de quantidade”, destaca José Mauro de Freitas, técnico da equipe da POF.

Mais da metade dos domicílios com insegurança alimentar grave são chefiados por mulheres

O homem é a pessoa de referência em 61,4% dos domicílios em situação de segurança alimentar. Já nos domicílios em condição de insegurança alimentar grave predominam as mulheres (51,9%).

“Há vários estudos que tratam dessa situação. Fatores como a condição de acesso ao trabalho acabam gerando menos renda e mais dificuldade no orçamento doméstico, fazendo com que os domicílios fiquem mais propensos à insegurança alimentar”, explica André.

Na análise por cor ou raça, os domicílios em que a pessoa de referência era autodeclarada parda representavam 36,9% daqueles com segurança alimentar, mas ficaram acima de 50% para todos os níveis de insegurança alimentar (50,7% para leve, 56,6% para moderada e 58,1% para grave). Já em 15,8% do total de domicílios com insegurança alimentar grave, a pessoa de referência era autodeclarada preta. Nos domicílios com segurança alimentar, esse percentual é 10%.

 

 

Com informações IBGE