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Internado junto com a esposa, que se recuperou da Covid-19, ex-vereador em Cabixi morre em Vilhena, aos 75 anos

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Hilson Cristofoli foi sócio de um dos primeiros mercados de Vilhena, na década de 1970

Faleceu na noite de ontem, aos 75 anos, um dos pioneiros do Cone Sul de Rondônia: Hilson Cristofoli foi vítima da Covid-19, após passar mais de um mês lutando contra a doença.

Internado junto com a esposa, Otília, de 67 anos, na cidade de Cabixi no início do mês passado, o idoso foi transferido para Vilhena no dia 10 de fevereiro, e intubado na mesma data em que deu entrada no Hospital Regional. A companheira dele se recuperou menos de uma semana após a internação.

Ontem, após uma parada cardiorrespiratória na “UTI Covid” do HR, Cristofoli foi a óbito. O corpo dele será sepultado em Cabixi, sem velório. O pioneiro deixa, além da viúva, três filhos.

TRAJETÓRIA
Vindo do Paraná na década de 1970, Hilson foi sócio de um dos primeiros mercados de Vilhena. Nos anos 1980 se mudou para Cabixi, para atuar na agricultura.

Após a emancipação de Cabixi, em 1988, foi eleito vereador para a primeira legislatura do novo município e presidiu a Câmara.

Hilson era um dos mais ativos participantes do grupo da terceira idade em Cabixi, e chegou a ser eleito Mister da categoria. Também era um entusiasta e divulgador da cultura sulista na região.

Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

Zagueiro André Morosini é anunciado pelo Real Ariquemes para a temporada 2021

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Em Rondônia, Morosini já defendeu Rolim de Moura, VEC e Ji-Paraná

Apesar do momento difícil imposto pela pandemia do novo coronavírus, os clubes rondonienses continuam trabalhando na formação de seus elencos para a temporada 2021. Um desses clubes é o Real Ariquemes. Vice-campeão em 2020, o Furacão do Vale do Jamari terá este ano, além do Campeonato Rondoniense, o Brasileiro Série D.

Ontem, usando as redes sociais do clube, a diretoria rubro-negra anunciou mais um nome a sua lista de atletas. O mais novo contratado do Real é o zagueiro André Morosini, de 32 anos.

O defensor volta a Rondônia para defender o seu quarto clube no estado. Ele já atuou pelo Rolim de Moura, VEC e por último Ji-Paraná. Ele também tem passagens pelos paulista Atlético Sorocaba e Grêmio Mauaense, além de Corumbaense-MS, Dom Bosco-MT, Flamengo-PI, Imbituba-SC, Paranavaí-PR e, por último o Canaã-BA

O Real Ariquemes está no Grupo A onde também estão Porto Velho, Rondoniense e Genus. O Real estreia no dia 28 de março contra o Rondoniense no Estádio Gentil Valério, em Ariquemes.

Fonte: Folha do Sul
Autor: Rogério Perucci

Telefone faz 145 anos: brasileiros contam histórias sobre o aparelho

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Brasília - Ligação de telefone fixo para celular ficará 13% mais barata em março. A Anatel publicou hoje (24), no Diário Oficial, as novas tarifas de remuneração de redes móveis (Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Graham Bell levou a fama e o dinheiro. Meucci, o reconhecimento tardio da invenção. Mas é com Cleonice, Roseli e Lúcia que a história do telefone é recontada diariamente. É por esse aparelho que brasileiros com diferentes profissões contam uma história que começou há 145 anos, quando foi feita a primeira comunicação oficial, por Alexander Graham Bell, em 10 de março de 1876.

O escocês era considerado o inventor do telefone até uma reviravolta em 2002, quando se reconheceu oficialmente o italiano Antonio Meucci como o verdadeiro pai da ferramenta (🔎Guerra de patentes). Em 2021, o tom de discagem continua ativo, com direito à nostalgia dos tempos das centrais telefônicas e orelhões e com a facilidade dos sinais digitais que fazem de tudo – até mesmo uma ligação.

🔎Guerra de patentes

Legenda especial telefone.
Guerra de patentes: Croqui patenteado de Graham Alexander Bell. National Archives and Records Administration. (Domínio Público)

Antonio Meucci nasceu em Florença, participou da unificação italiana, foi perseguido, mudou-se para Cuba e, depois, para os Estados Unidos. No país norte-americano, criou, em 1856, um telefone eletromagnético, que chamou de “telettrofono”. Sem muitos recursos, pagou apenas por uma patente provisória e, em 1874, foi reclamar seus direitos, mas alegaram que os havia perdido. Alexander Graham Bell, nascido em Edimburgo, conseguiu a patente do telefone em 1876 (foto). Ele havia dividido um laboratório com Meucci nos Estados Unidos, e lucrou bastante com a invenção – inclusive fez parceria com o imperador brasileiro Dom Pedro II, que conheceu o telefone em uma exposição em junho daquele ano. Bell havia feito a primeira transmissão oficial em 10 de março, data que é reconhecida como o Dia Mundial do Telefone. O italiano, por sua vez, chegou a processar Bell, mas morreu em 1889, antes do caso ter um desfecho. Somente em junho de 2002, o Congresso dos Estados Unidos aprovou uma resolução estabelecendo Meucci como o verdadeiro inventor do telefone.

“Alô, é da rádio?”

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Cleonice Santos em sua casa na roça/Registro pessoal

A baiana Cleonice Santos mora em Uruará, no Pará, e divide o tempo entre a zona rural e sua casa no centro da cidade. Desde muito nova, trabalha na lavoura e tinha dificuldades em se comunicar com a sua maior paixão: a Rádio Nacional. Depois que se mudou ainda criança de Itamaraju (BA) para Uruará, conheceu o orelhão funcionando e passou a ligar semanalmente para a Central de Ouvintes da Rádio Nacional (🔎 Saiba como entrar em contato), um canal único que ajuda a aproximá-la da emissora e mandar “sinal de fumaça” aos apresentadores. Segundo Cleonice, a Rádio Nacional é uma aliada na hora de mandar notícias a pessoas mais distantes. “Eu nunca precisei para mim, mas já liguei a pedido de uma amiga que queria encontrar um parente”, explica, satisfeita com o sucesso dessa missão.

Como se fosse a escalação da seleção brasileira, Cleonice sabe os nomes de praticamente todos os apresentadores da Rádio Nacional da Amazônia, com quem se comunicava antes só por cartas. “Demorava uns dez, 15 dias pra receber resposta, mas era uma alegria só”. Agora, com o telefone, ela pede músicas e manda “alôs” para a redondeza. Da rádio, já recebeu receitas e até sementes de uma árvore da apresentadora do Viva Maria, Mara Régia. “A moringa tem sido uma farmácia dentro de casa”, enfatiza.

Uruará tem cerca de 45 mil habitantes e 45% deles vivem na zona rural. Quando está na roça junto com seu marido, ela continua a se comunicar com a rádio pelo aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp. Outra vantagem no local onde mora é que o sinal de internet funciona bem e ela utiliza para se comunicar com os filhos. “Uso direto, ainda mais nesses tempos de pandemia.”, diz Cleonice.

 

legenda
Orelhão público: Museu Telesp / Relatório Telebras 1985

A agricultora familiar conta que teve contato com o telefone, pela primeira vez, aos 35 anos. Hoje, aos 53 anos, tem ficado mais tempo na casa da cidade, onde estava acostumada com os orelhões como parte da vizinhança. A ficha de que não existiam mais orelhões pela rua caiu somente durante a entrevista. A expressão cair a ficha, inclusive, remete ao ato de colocar fichas no aparelho para ativar o crédito disponível para a ligação – em 1982, houve o surgimento dos cartões telefônicos, a partir da invenção do engenheiro brasileiro Nelson Guilherme Bardini. “Aqui os orelhões sumiram, mas fiz uma viagem recente ao Paraná e vi muitos deles bem conservados, bacana mesmo.”

🔎Central de Ouvintes

“Os ouvintes ligam para passar recados, procurar parentes e até já surgiram muitos namoros através das ondas do rádio”, explica Sueli Barbosa, produtora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que já atuou na central de ouvintes da Nacional.

Atualmente, existem duas centrais de ouvintes com diferentes meios de contato:

 

Legenda.
Central de ouvintes: Divulgação / EBC

Rádio Nacional
Central do Ouvinte: (61) 3799-5471
E-mail: [email protected]
Facebook: facebook.com/RadioNacionalBR
Twitter: twitter.com/RadioNacionalBR
Carta: SCS – Quadra 08 – Bloco B 50/60 – 1º Subsolo – Brasília – DF, CEP: 70.333-900

Rádio MEC
Central do Ouvinte: (21) 99710-0537
E-mail: [email protected] WhatsApp/Telegram: (21) 99710-0537
Facebook: facebook.com/radiomecfm
Instagram: instagram.com/mecfm Twitter: twitter.com/mecfm
Carta: Av. Gomes Freire, 474 – Centro, Rio de Janeiro – RJ, CEP: 20231-014 

“Telefonista, faz um DDD”

Assim como Cleonice, Roseli Cipriani também tem uma casa na roça, mas trabalha diariamente em frente à Praça José Bonifácio, no centro do município de Bragança Paulista. Quando criança, a servidora pública da prefeitura estava acostumada a acompanhar seus pais ao centro da cidade em busca de uma chamada interurbana bem-sucedida.

Legenda.
Museu do Telefone/Registro pessoal de Roseli Cipriani

“Enquanto eles faziam compras na cidade, eu ficava no posto da Telefônica para esperar a chamada…. Às vezes demorava duas horas pra conseguir falar em São Paulo. Por volta de 1975 até 86, foi assim…. ligações interurbanas só no posto ou quem tinha o privilégio de ter uma linha fixa em casa.” No caso de sua família, esse privilégio chegou apenas em 2000, quando tinha 34 anos. Assim, pode, finalmente, ligar para fora da cidade sem sair de casa.

O posto a que ela se refere ficava no prédio do Museu do Telefone (🔎 conheça sua história ), antiga Companhia Rede Telephonica Bragantina. A empresa foi instalada no local em 1908, mas virou o primeiro museu do telefone do Brasil em 28 de outubro de 1976. Por dez anos, coexistiram museu e o posto de interurbano. “O posto era no primeiro andar. Com a abertura do museu, o posto subiu e o acervo desceu para o térreo”, lembra Roseli.

Em agosto de 2019, a prefeitura de Bragança Paulista comprou o museu da Telefônica. Ele foi o primeiro do tipo a abrir no Brasil. Lá estão expostos os aparelhos mais antigos, a mesa da telefonista com os cabos de conexão e várias curiosidades sobre a história das telecomunicações.

Roseli conta que, se pudesse, preferiria viver somente conectada ao telefone fixo, apoiada por cartas, e sem tantas parafernálias tecnológicas. Mas é de um celular, usando um aplicativo de mensagem instantânea, que consegue se comunicar com a reportagem.

“Sabe, tenho um pouco de dificuldade para entender essa tecnologia…. O telefone pra mim é uma das maiores invenções da humanidade. Hoje é a ferramenta de trabalho de praticamente boa parte de profissionais como você! Sem sair de casa, neste momento tão difícil que estamos vivendo…. Você trabalha, se conecta com o mundo… Se vê pela câmera de um aparelho celular ….. Quem não acompanha essa evolução ficou parado no tempo”, explica.

Atualmente, o município de Bragança Paulista está na Fase Vermelha da pandemia e Roseli precisa do sinal de telefonia e dos dados móveis mais do que nunca. Ela atua como monitora do Museu do Telefone. “Para minha surpresa, um dia minha chefe me disse para substituir uma pessoa de lá. Foi uma experiência maravilhosa.” Já são 15 anos assim, diante de aparelhos cheios de números, estudantes e adultos curiosos. Mas agora, sem público presencial, ela presta assistência pelo trabalho remoto (home office), ao lado de vacas, galinhas, fogão de lenha, terreiros de terra batida e, claro, do aparelho celular. “Sim, eu moro na roça de verdade…” Mas em uma roça devidamente conectada, ou nem tanto: “Minha internet desaparece aqui na roça”. Pausa: “Lá se foi o sinal. Caiu de novo!”

🔎Museu do telefone: passado e presente

O Museu do Telefone foi inaugurado em 28 de outubro de 1976, no ano do centenário do telefone, sendo o primeiro do tipo no Brasil. Estava sob responsabilidade da empresa Telefônica, mas foi comprado em agosto de 2019 pelo município de Bragança Paulista. O local exibe réplicas dos primeiros aparelhos apresentados por Graham Bell. Há transmissores, receptores, monofones, magnetos, discos, fax, telex feitos de madeira, ferro, baquelite, plástico e abs. Em 2009, a TV Cultura produziu um vídeo promocional sobre o museu, que mistura passado e presente em uma chamada telefônica entre um bragantino e uma telefonista da época. Reveja:

“Me manda um telex”

Era 1972 e o Sistema Telebras (🔎 saiba mais),) tinha acabado de ser criado pela Lei nº 5.792, com previsão de ser gerido por uma operadora nacional e internacional: a Embratel. Nesse mesmo ano, a septuagenária jornalista Lúcia Chayb tinha apenas 21 anos de idade, e chegava ao Rio de Janeiro para estudar e trabalhar no consulado do Chile. Instalou-se no Leme e fez amizade com o proprietário de um quarto-sala alugado, onde morou por 18 anos. Com o tempo, o dono decorou o apartamento com vários bens de luxo: linhas fixas de telefone.

“O proprietário fazia negócios com telefones e pediu alguns para instalar no meu apartamento. Assim, eu tinha a minha linha, mas podia usar as dele de graça.” De acordo com informações do site da Telebras, até o final da década de 1970 havia 5 milhões de terminais instalados, ao custo individual de aproximadamente US$ 2 mil. A própria Lúcia chegou a ganhar algum dinheiro vendendo as ações do número de telefone que tem até hoje. “Mas quem ganhou mesmo foi o proprietário do apartamento”, brinca.

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Lúcia Chayb em sua casa-redação/Registro pessoal

Lúcia empolga-se em contar como foi a relação entre o telefone e a criação da primeira revista sobre meio ambiente, a ECO21, lançada por ela e pelo marido, o também jornalista e correspondente internacional René Capriles, em 1990. “Por causa da revista, a gente tinha proximidade com a Embratel, que queria se ajustar à questão socioambiental para a ECO-92 [conferência mundial que ocorreu no Rio de Janeiro em 1992]. Assim, quando surgiu o primeiro celular, eles mandaram pra nós dois celulares enormes liberados para testar, trabalhar”, lembra.

A redação da revista, que ainda hoje é tocada pelos dois, era dividida com correspondentes internacionais. O contato com o exterior exigia recursos tecnológicos de ponta: “Na sala tinha um aparelho chamado telex, que era conectado ao telefone, e recebia as informações como se fossem datilografadas”. Partindo do telex, uma espécie de impressora de telégrafo, a sua lembrança sobre o avanço tecnológico do telefone chega ao fax.

Ela conta que, durante a cobertura da ECO-92, a atenção da sala de imprensa parecia estar toda voltada ao sinal do fax. Diferente do telex, o fax era capaz de imprimir páginas com textos e imagens. “Em todas as áreas de imprensa internacional – no aterro do Flamengo, no Fórum Global, quanto na própria conferência dos chefes de Estado – o fax era a atração principal. Hoje em dia, está fora de uso. Fica tudo ali, na ponta da mão, no celular”. Para se ter uma ideia, a internet passou a ser comercializada no Brasil somente dois anos depois, em 1994.

Nesse último ano, a pandemia exigiu do casal de jornalistas maior permanência em casa, mas Lúcia conta que a revista já havia se mudado para seu apartamento próprio, também no Leme, ainda em 2000, onde acumula o papel de síndica. Ao enxugar gastos e envolver os filhos no processo de produção, a jornalista conseguiu manter a revista impressa até março de 2020. Agora, todo o processo passou a ser online.

🔎Sistema Telebras

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Ficha telefônica: Foto de Pedro T. R. Pinheiro / Creative Commons

A partir da década de 1960, houve uma nova legislação para as comunicações, e os serviços de telecomunicações passaram a ser geridos e ofertados à população por várias empresas públicas dentro do Sistema Telebras, operado nacionalmente pela Embratel. Na década de 1990, o sistema fez parte do processo de privatizações de diversos setores, mas em 2010 a Telebras foi recriada como uma empresa federal estatal e está vinculada ao Ministério das Comunicações, sendo responsável por implementar as políticas públicas de telecomunicações do Brasil. Leia mais informações sobre a Telebras aqui.

Chamada a cobrar

Se você pudesse fazer uma chamada ao futuro para perguntar como anda a evolução do telefone, o que você imaginaria ouvir como resposta?

Em busca de previsões, Cleonice, Roseli e Lúcia enxergam que a grande invenção já está presente: o celular com internet. “A gente aperta ali, acabou de fechar a boca, a pessoa já tá respondendo a gente bem rapidinho, mas acho que vão vir coisas mais avançadas ainda no celular.”, diz Cleonice.

No caso de Lúcia, ela afirma que a idade e os avanços dificultam um pouco. “Os idosos têm dificuldade de apertar um botão ali, aqui. Agendar vacina, INSS é difícil. No meu caso, fui entrando nas novas tecnologias quase que automaticamente. Mas prefiro estar com as pessoas, adorava quando tinha a revista impressa”. Cleonice também concorda que a tecnologia tem ajudado a diminuir o contato humano. Para o futuro, ela não duvida que um dia nem aparelho existirá. “Seremos chipados”, ri digitalmente com vários “kkk” para acompanhar.

Enquanto o futuro não chega para tirar à prova as previsões, o passado continua preservado tanto nas memórias de Cleonice, Lúcia e Roseli, quanto em museus e reportagens. Em junho de 2011, o videorrepórter Rodrigo Leitão entrevistou o sexagenário Hélio Forte. Na época, aos 66 anos, Hélio vendia, comprava, consertava, restaurava e também fabricava telefones com design original ou réplicas sob demanda. A trajetória de Hélio mostrava o quanto sua paixão e vaidade com os aparelhos o havia transformado em um “mestre dos telefones”.

“Os primeiros telefones, de 1880, 1890, vinham muito arrebentados. E meu prazer era restaurar e aprender também, porque mexendo você ficava conhecendo as peças…Hoje eu sou considerado um dos melhores do Brasil”, disse o restaurador na ocasião da entrevista.

Infelizmente, seu Hélio faleceu em 2015 e sua loja em São Paulo foi fechada permanentemente. “Ele já saiu daqui para outro plano. Não deixemos de agradecê-lo de alguma forma”, comenta Rodrigo, na expectativa de que o vídeo que produziu possa contribuir com a memória e homenageá-lo postumamente.

 

 Agência Brasil

Programa “Peixe Saudável” garante maior qualidade do pescado

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Peixes cultivados em cativeiros são mais seguros e possuem alto valor nutricional; o tambaqui é o mais procurado.

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), reforça as ações voltadas para o Programa “Peixe Saudável” em consonância com a Instrução Normativa nº 04 MPA/2015, que institui o Programa Nacional de Sanidade de Animais Aquáticos de Cultivo-“Aquicultura com Sanidade” para assegurar que o pescado de Rondônia corresponda às exigências sanitárias dos mercados nacionais e internacionais.

O objetivo deste programa é o atendimento especializado ao piscicultor da agricultura familiar em análise de água e de peixes para auxiliá-lo na manutenção da qualidade sanitária dos animais, mediante adoção de boas práticas de manejo.

Segundo destacado pelo secretário da Agricultura, Evandro Padovani, o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, tem fortalecido as medidas para que se invista fortemente junto à Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão rural do Estado de Rondônia (Emater) na aquisição de equipamentos de última geração para ajudar o produtor a criar peixe de melhor qualidade. “Um dos equipamentos são os laboratórios móveis, que colocamos, por meio da Seagri e Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), para a Emater levar esse trabalho técnico junto ao produtor rural para que possamos acompanhar e certificar a qualidade do peixe em Rondônia”, finalizou.

ANUÁRIO

O Estado de Rondônia ocupa há cinco anos a liderança como maior produtor de peixes nativos do país, sendo o tambaqui a principal espécie produzida em cativeiro, com 90% de toda a produção. Em seguida, vem a jatuarana, com 6%; o pintado, com 2%; e pirarucu, também com 2%. São mais de 80 mil toneladas de peixes produzidas anualmente no Estado, conforme apontam os dados Anuário Peixe BR 2020, da Associação Brasileira da Piscicultura, que valoriza, fomenta e defende a cadeia da produção de peixes no Brasil.

De acordo com a nutricionista Maria Aucinete Nepomucena, os peixes cultivados em cativeiros são mais seguros por terem uma alimentação balanceada e o enriquecimento das rações destinadas aos organismos aquáticos representa a possibilidade de se agregar valor à piscicultura, por intermédio da produção de uma carne de qualidade superior para o consumo humano atendendo à demanda de mercado. “Porém os peixes criados em cativeiro possuem mais ácidos graxos (gorduras), por se locomoverem pouco e receberem ração para engorda. Para o consumo deve-se retirar toda a gordura aparente”, recomenda.

A Seagri divulgou uma nota na semana passada para esclarecer alguns fatos sobre as informações noticiadas recentemente, relacionando o tambaqui à ocorrência dos raros casos da síndrome de Haff, conhecida como doença da “urina preta”. De acordo com a nota, até o momento, não há qualquer publicação científica ou relato da comunidade médica relacionando a doença ao consumo de pescado de cultivo. “Os peixes produzidos em Rondônia, em especial o tambaqui, são cultivados com base na sustentabilidade, com segurança sanitária e acompanhados por profissionais e piscicultores experientes para produzir os melhores peixes”, conforme informa a nota.

A nutricionista ressaltou que o consumo de peixe em cativeiro não oferece risco à saúde humana. Os peixes representam uma fonte de proteína de alta qualidade, com menos gordura, os quais estão diretamente associados à saúde humana pelo seu efeito protetor. O tambaqui, peixe mais produzido e consumido em Rondônia, está entre os peixes amazônicos com maior valor nutricional.

PROTEÍNAS

A carne do tambaqui é rica, principalmente em proteínas de alto valor biológico, com vitaminas do complexo B, que são importantes para a saúde mental, pele, cabelos, melhora a digestão e absorção de nutrientes; fósforo que é um dos principais componentes dos ossos e dentes. Também atua na contração muscular e tem uma função essencial para o bom funcionamento do organismo; ácidos graxos poli-insaturados, como Ômega 3 e Ômega 6, antioxidantes naturais que reduzem os riscos de câncer, previne doenças cardiovasculares, baixa o colesterol LDL (ruim) e aumenta HDL (bom).

“Dentre os benefícios, é importante ressaltar que o peixe auxilia no processo de emagrecimento, por ser uma fonte de proteína com menos gordura. Apresenta efeito cardioprotetor no organismo após o consumo e possui baixíssimos níveis de colesterol”, disse a nutricionista.

Os peixes podem ser consumidos de várias formas de preparo, assado, ensopado, grelhado, cozido e recomenda-se apenas que se evite ou reduza o consumo em forma de frituras. Pode ser inserido na alimentação desde a infância.

Fonte:SECOM

Deputado Ezequiel Neiva pede maior prazo para empresas pagarem dívidas devido à pandemia

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O parlamentar explicou a necessidade de as empresas chegarem “vivas” ao final do ano
O deputado Ezequiel Neiva (PTB), durante sessão realizada no Plenário das Deliberações nesta terça-feira (9), afirmou que a economia de Rondônia vive um momento muito delicado devido à pandemia do coronavírus. Ele citou que muitas empresas estão falindo e funcionários estão perdendo o emprego.

“Sabemos que o Governo do Estado parcelou dívidas, que existe uma moratória. Peço a prorrogação do prazo, para que as empresas possa sobreviver, possam chegar com vida ao final do ano, caso contrário não teremos mais contribuintes”, acrescentou Ezequiel Neiva.

O parlamentar disse que encaminhou ao Executivo uma indicação solicitando o envio de um projeto para a Assembleia Legislativa prorrogando o prazo para a quitação de dívidas junto ao fisco, para que as empresas possam continuar abertas.

Lula
Ezequiel Neiva também citou que somente depois de quatro anos foi verificado que o julgamento do ex-presidente Lula estava errado, e essa decisão está gerando uma insegurança muito grande. “Grandes empresas que estão no Brasil dizem que estão saindo. Como investir R$ 1 bilhão em um país se não há segurança jurídica? O ministro Fachin que nos perdoe, mas cometeu um grande erro”, destacou o parlamentar.

Texto: Nilton Salina-ALE/RO

Deputado Eyder Brasil defende projeto de lei que estabelece aulas presenciais como atividades essenciais

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Parlamentar pediu mais união entre Governo do Estado e prefeitura para ações de combate a Covid-19
O deputado Eyder Brasil (PSL), na sessão desta terça-feira (9), anunciou que com a substituição da liderança do Governo na Assembleia Legislativa, assumirá a presidência da Comissão de Transportes e Obras Públicas.

“Função que me agrada bastante, onde poderei exercer meu papel com ainda mais afinco. É uma comissão que trata da infraestrutura do estado de Rondônia, de todos seus aparelhos, aliás, já começamos a trabalhar. Apresentei alguns requerimentos, pedidos de informações à respeito das obras que estão paradas e que estão tramitando no estado, em especial, as obras da Saúde, a exemplo do Hospital Regional de Guajará-Mirim, o de Ariquemes, enfim, para entendermos o motivo de estarem paradas”, declarou o deputado.

O deputado Luizinho Goebel (PV), até então, presidente da referida comissão, é o novo líder do Governo na Casa de Leis. “Aproveito para desejar ao deputado Luizinho, representante do Cone Sul, muito sucesso nessa jornada”, ressaltou Eyder Brasil.

Pandemia

O parlamentar, ainda em seu pronunciamento na tribuna, dirigiu sua fala ao governador, Marcos Rocha e ao prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves.

“Nesse momento de crise, de pandemia, nesse caos que estamos vivendo na nossa saúde, gostaria de pedir aos nobres chefes, de Estado e do Município, que possam trabalhar juntos. É preciso darmos as mãos, deixarmos o palanque e a política partidária de lado e pensarmos nas pessoas. Sabemos que ambos estão fazendo ações no combate ao Coronavírus, mas precisamos avançar mais”, enfatizou o deputado.

Eyder Brasil destacou que apresentou indicação solicitando a implantação de um Centro de Referência para tratamento da Covid-19 em Rondônia.

“Iniciativa esta, que já vem dando certo em alguns estados do país. Sabemos que a Prefeitura de Porto Velho tem suas competências, mas o Governo do Estado tem estrutura para dar fôlego para administração municipal e, desta forma, trabalharem juntos. Porto Velho apresenta o maior número de óbitos por Covid-19 diariamente e nós, como representantes do povo, não queremos que mais vidas sejam ceifadas”, alertou Eyder.

O deputado também informou que já se comprometeu em programar uma agenda junto ao comando da 17° Brigada de Infantaria de Selva de Rondônia.

“A ideia é pedir ajuda, apoio ao nosso Exército Brasileiro para que, nessa luta contra a Covid-19, possa, mais uma vez, estender seu braço forte e sua mão amiga ao povo rondoniense”, explicou ele.

Aulas presenciais 

O deputado mencionou que protocolou na Assembleia, um Projeto de Lei (PL) que estabelece como atividades essenciais as aulas escolares presenciais. Eyder Brasil pediu apoio ao grupo de trabalho formado pelo Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria para que o projeto seja encaminhado ao Executivo e tramitado em Plenário, o quanto antes.

“Boa parte da nossa população clama para a retomada das aulas presenciais. A evasão escolar aumentou em 70% porque muitos alunos não querem mais essa modalidade de ensino a distância, até porque, muitos não têm condições de ter um plano de internet, um celular, notebook ou computador em casa. Reforço aqui, meu pedido de apoio ao presidente Alex Redano e à Mesa Diretora dessa Casa de Leis, para que esse PL seja apreciado pelos demais colegas parlamentares o quanto antes”, concluiu Eyder Brasil.

Texto: Juliana Martins-ALE/RO

Exibição do documentário “Rio da Fé” homenageia festa centenária realizada em RO

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O documentário retrata a tradicional “Festa do Divino Espírito Santo” realizada nas comunidades à margem do Rio Guaporé na fronteira entre Brasil e Bolívia.

Entre os dias 2 a 4 de março foi exibido através de lives o documentário “Rio da Fé” que homenageia a centenária e tradicional “Festa do Divino Espírito Santo” realizada em Rondônia.
A festa é considerada uma das mais antigas manifestações culturais de Rondônia, e foi retratada no documentário produzido em 2015.
O filme de 20 minutos acompanha a chegada da romaria aquática no município de Pimenteiras do Oeste e acompanha os sete dias de duração daquela que é considerada uma das maiores festas religiosas de Rondônia que acontece há mais de 120 anos. A Festa do Divino Espírito Santo acontece nas comunidades à margem do Rio Guaporé nos limites territoriais do Brasil e da Bolívia.
Coordenado pela produtora cultural Andressa Machado o projeto cultural “Rio da Fé”, foi contemplado no edital Nº77/2020/SEJUCEL- CODEC 1ª Edição Mary Cyanne do Edital de Chamamento Público de Fomento à Cultura e à Produção Artístico-Cultural Para Transmissões ao Vivo/Gravadas, no Eixo II-D, com recursos do “Governo do Estado de Rondônia/SEJUCEL/FEDEC/RO”, Lei Federal 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc), Governo Federal.
Andressa Machado, lembra que cada live contou com bate papo ao final de cada apresentação, falando sobre essa festa centenária em Rondônia. As lives contaram com interpretação em libras para promover mais acessibilidade.
“A importância desse documentário é mostrar como somos ricos em cultura em Rondônia. O documentário mostra a cultura das pessoas simples que fazem uma das maiores festas da região amazônica com fé e determinação”, salienta Andressa Machado que agradeceu a cada pessoa que assistiu as lives.

Governo de Rondônia reforça fiscalização para combater abate e comércio ilegal de carne bovina no Estado

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O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), reforçou a fiscalização visando maior atuação quanto ao abate irregular e a comercialização clandestina de carne bovina em todo Estado. As ações de fiscalização ocorrem no município de Alto Paraíso, no Vale do Jamari, para averiguar denúncia feita pelo promotor do Ministério Público Estadual, em Ariquemes, Fernando Thomaz, sobre possíveis irregularidades.

O Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) guarneceu a Sedam no cumprimento da apuração da denúncia (via Ofício 00037/21). No município de Alto Paraíso, a 200 quilômetros de Porto Velho, a fiscalização autuou uma empresa na rodovia RO-459, responsável pelo abate de animais bovinos com ferramentas inadequadas, em precárias condições e local impróprio.

Fiscais da Sedam, supervisionados pelo coordenador de Proteção Ambiental, Marcos de Souza Trindade, detectaram a insalubridade do estabelecimento. Ao mesmo tempo, detectaram outras irregularidades, entre as quais: queima de vísceras a céu aberto, sem resfriador, sem refrigeração, sem capacitação de água, sem sistema de tratamento líquido e sólido; falta de destinação de esterco, aproximação de cães e urubus e alta concentração de moscas-varejeiras.

Aos fiscais, o responsável pelo matadouro alegou estar “a serviço da proprietária”. Lá estavam dois bovinos abatidos. Segundo informou Marcos Trindade, as irregularidades ambiental e funcional enquadraram a empresa em conduta tipificada no artigo 60 do Decreto Federal 9605/98. “Mediante a situação, acionamos imediatamente a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) e a Polícia Ambiental, e lavramos todos os procedimentos necessários”, explicou Marcos Trindade.

O coordenador disse que as operações visam a atuação de empresas que infringem normas ambientais estabelecidas para o setor. “Vamos retirar esses empreendedores sem responsabilidade sanitária com a população e com o meio ambiente, e dessa forma valorizamos os bons empreendedores do Estado”, assinalou.

A Sedam efetuou auto de infração com base no artigo 66 do Decreto Federal 6514/2008, oferecendo prazo para a empresa interpor recursos. Ao mesmo tempo, notificou-a a apresentar documentação e a participar de audiência preliminar por videochamada em razão da pandemia.

Semagri vai destinar máquinas a 11 comunidades de pequenos produtores, veja edital

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22 veículos, mais grades aradoras, serão enviados às associações que apresentarem os melhores projetos

A Secretaria Municipal de Agricultura (Semagri) vai destinar 11 tratores, 11 carretas agrícolas e 11 grades aradoras para pequenos agricultores de Vilhena. Através de chamamento público, a Prefeitura de Vilhena oferecerá os veículos e equipamentos aos melhores projetos que se inscreverem no edital, já publicado. O objetivo da iniciativa é aumentar a produtividade de famílias que tiram sustento através da agricultura familiar no município.

Ao todo, 11 comunidades serão beneficiadas com os veículos, provenientes de convênio da Prefeitura com a Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), do Governo de Rondônia. Os projetos selecionados, terão o suporte do maquinário para realizar trabalhos na propriedade.

“Todos sabemos quão importante é a atuação do poder público em fomentar a produção do homem do campo, fortalecendo e agregando valor aos produtos destas associações. Quando auxiliamos os produtores, no tratamento do solo e no transporte de seus produtos, é um dos incentivos à permanência do homem no campo com uma renda favorável que garanta a sua sobrevivência”, aponta Jair Dornelas, secretário municipal de Agricultura.

Também produtor rural, o prefeito Eduardo Japonês lembra que o apoio ao pequeno agricultor gera renda e emprego para milhares de vilhenenses. “A Prefeitura é uma mão amiga do produtor local. Desde o plantio, o cultivo, a colheita, o beneficiamento e a venda, estamos presentes. Entendo que o produtor é peça fundamental para a sociedade e no município percebemos como o incentivo da Prefeitura tem surtido efeitos positivos”, garante.

INTERESSADOS – De acordo com o edital, as propostas, que devem ser entregues de forma lacrada, serão recebidas apenas no dia 7 de abril, na sede da secretaria, localizada na avenida Jô Sato nº 1983, das 7h até as 13h.

A sessão pública que vai escolher as propostas vencedoras será no mesmo dia, também na sede da Semagri, com início às 15h. Serão selecionadas as associações que obtiverem maior pontuação, conforme especificações descritas no edital.

O edital pode ser acessado na íntegra no link: www.bit.ly/editalsemagri.

Mais de 200 profissionais que atuam nos programas de assistência social são capacitados em Rondônia

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Estão em pauta recursos cofinanciados dos Fundos Nacional e Estadual de Assistência Social, programação orçamentária e financeira, gestão de recursos, prestação de contas, entre outros

Mais de 260 servidores municiais, entre gestores, assessores e coordenadores de programas da assistência social nos 52 municípios de Rondônia participam, desta segunda-feira (8) até sexta-feira (11), da 1ª Semana de Apoio Técnico de 2021 do Sistema Único de Assistência Social (Suas) promovida pelo Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas).

Trata-se da realização de Apoio Técnico aos gestores e equipes municipais, para o fortalecimento da Assistência Social no Estado, um serviço considerado essencial, que apesar da pandemia precisa ter continuidade para atender às famílias em situação de vulnerabilidade social. Em respeito aos decretos que estabelecem distanciamento social, o evento acontece de forma remota, com o ponto de apoio instalado na Seas, em Porto Velho.

Durante os cinco dias, estão em foco temas como: Gestão Financeira e Orçamentária do Fundo Municipal de Assistência Social (FMAS), Vigilância Socioassistencial, Proteção Social Básica, Proteção Social Especial e Programas Criança Feliz, Criança Feliz + e Mamãe Cheguei. Devido à quantidade de participantes, os tópicos foram divididos por turmas manhã e tarde.

Estão em pauta recursos cofinanciados dos Fundos Nacional (FNAS) e Estadual de Assistência Social (FEAS), programação orçamentária e financeira, gestão de recursos, prestação de contas, plano de aplicação, guarda documental (Portaria 124), entre outros.

Organizada pelo Suas, a Assistência Social é uma política pública nacional que tem por objetivo garantir a proteção social aos cidadãos, ou seja, apoio a indivíduos, famílias e à comunidade no enfrentamento de suas dificuldades, por meio de serviços, benefícios, programas e projetos.