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Com duas mortes registradas hoje, Vilhena atinge o total de 37 óbitos no mês de março e já superou os números de fevereiro

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De 1º de março até hoje foram registrados 1.048 novos casos da doença; já são quase 10 mil casos desde o início da pandemia

Duas mortes por complicações da covid-19 foram registradas em Vilhena nesta segunda-feira 22. A informação foi confirmada no boletim divulgado há pouco pela Secretaria Municipal de Saúde com atualizações dos números da Covid-19 no município. De acordo com esse boletim, as vítimas eram dois homens, ambos de Vilhena, que tinham 46 e 60 anos.

Com o informe de mais duas mortes, Vilhena atingiu o total de 37 óbitos apenas no mês de março, superando os números de fevereiro, quando foram contabilizadas 34 mortes. Desde o início da pandemia o município anotou 205 mortes, das quais, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 156 das vítimas eram moradoras de Vilhena; enquanto 41 das vítimas eram de outros municípios rondonienses, e 8 residiam em outros estados.

No intervalo de 24 horas, foram confirmados 73 novos casos de covid-19, elevando para 9.454 o total de vilhenenses infectados pelo novo coronavírus. Apenas no mês de março foram 1.048.

A análise dos dados da Prefeitura de Vilhena aponta que nos últimos 14 dias foram contabilizados 584 casos; consolidando uma média móvel de 42 casos diários. Incidindo numa queda de 13,22% em comparação com a média registrada há 14 dias.

Com 782 casos ativos, o município tem hoje 30 pacientes internados na Central de Atendimento à Covid-19 de Vilhena. Sendo 12 deles na enfermaria e 18 na “UTI Covid”, 15 dos pacientes da UTI estão intubados.

De ontem par hoje 22 pessoas receberam altas médicas e são consideradas curadas da doença. O número de pacientes curados subiu para 8.516. A taxa de cura no município está em 90,08%, de acordo com a análise dos números divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde.

Vilhenenses vacinados:
1ª dose – 3.111
2ª dose – 1.735

Autor: Rogério Perucci/FS

Entenda o modelo de negócio adotado pelo Inter para contratar Carlos Palacios

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Atacante assina contrato de empréstimo por um ano e depois firmará acordo de forma definitiva por mais três temporadas

Conforme apurado pelo ge, o modelo de negócio foi a solução encontrada pela diretoria para “suavizar” o investimento de US$ 3 milhões (R$ 16,6 milhões) no jogador. O Inter diluirá o valor em parcelas ao longo do ano de empréstimo.

Dessa forma, o clube também conseguiu prolongar a duração do contrato do atacante. A negociação com o jogador sempre tratou de um vínculo por três temporadas.

Palacios atuará emprestado até março de 2022. Depois, será ativado o contrato definitivo, por mais três anos – até março de 2025. Um ano a mais do que seria inicialmente.

Recém-chegado, Palacios foi apresentado oficialmente pelo Inter na segunda-feira. Mas ele já deixou Porto Alegre.

O atacante embarcou rumo a Santiago para se apresentar à seleção chilena. O jovem foi chamado para o amistoso contra a Bolívia na próxima sexta-feira.

GE

Dirigente do Flamengo nega motivação política e diz que Rafinha não encaixa no orçamento

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BAP afirma: “Esportivamente, o Rafinha é uma unanimidade no Flamengo. Quem não ia querer? O que ele entende ter sido a razão para ele não jogar no Flamengo não é a realidade”

A negociação frustrada com Rafinha e as acusações do jogador movimentaram os bastidores do Flamengo. Em entrevista ao canal “Debate Rubro Negro”, o vice de relações externas do clube, Luiz Eduardo Baptista, o BAP, garantiu que o motivo para o jogador não ter sido contratado foi financeiro.

Gustavo Oliveira, Bap, Marcos Braz e Rodolfo Landim, dirigentes do Flamengo — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Gustavo Oliveira, Bap, Marcos Braz e Rodolfo Landim, dirigentes do Flamengo — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Ao “Seleção SporTV”, Rafinha disse que foi vítima de uma “guerra política” entre o futebol e o alto comando do clube, do qual Bap faz parte ao lado de outros vices e do presidente Rodolfo Landim. O jogador rejeitou a justificativa de que seu veto foi motivado pela parte financeira.

– Essa tentativa de se criar uma narrativa diferente visa esconder a realidade. A pandemia afetou de maneira dramática, já é uma realidade. Fizemos o orçamento com premissas desafiadoras, todos no clube sabem. Não podemos assumir novos compromissos. Esportivamente, o Rafinha é uma unanimidade no Flamengo. Quem não ia querer? O que ele entende ter sido a razão para ele não jogar no Flamengo não é a realidade. A própria nota oficial do Flamengo diz isso – disse BAP.

A batalha interna no caso Rafinha deixou mais escancarado o desencontro entre o Ninho do Urubu e a Gávea. Embora seja uma um cenário mais complexo, com diversos personagens, Braz e BAP acabam personificando o duelo.

– Sobre minha relação com Marcos Braz, ela no dia a dia é boa. Não concordamos com tudo. Esportivamente, sou a favor da contratação do Rafinha, mas hoje não temos condições. A quem interessa essa divisão? Tem que perguntar a quem cria esse tipo de versão para fazer uma cortina de fumaça para esconder a realidade disse o vice de relações externas e membro do conselho do futebol.

Na entrevista, BAP respondeu sobre ser alvo de críticas, e disse que pelo fato de o ano ser de eleição no Flamengo, tudo fica mais pesado.

– Isso acontece mais em anos eleitorais, e eu lido com naturalidade. É um jogo político pesado, e tenta-se atacar os pilares da gestão. Não me envolvi no Flamengo para fazer amigos, estou lá para servir ao Flamengo. Quem está dentro do clube, sabe quem é quem.

O que disse Rafinha no Seleção SporTV:

 

– Com certeza eu fui vítima de uma guerra política. Falaram que era parte financeira, e não foi. Eles têm essa guerra, eu não sabia também. Não sabia que chegava a esse ponto. Eu paguei o pato, fiquei 35 dias em casa “cozinhando” esperando tomarem uma decisão. Essas pessoas tinham que ficar ligadas nas atribuições delas, as finanças, comunicação… Não tenho que pagar essa conta. Fui usado nessa guerra.

GE

Agronegócio de Rondônia se consolida como pilar econômico e vem superando as barreiras impostas pela pandemia

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O Governo do Estado de Rondônia conseguiu superar as metas econômicas voltadas às atividades do campo neste período de pandemia. A propulsão do setor vem aumentando a cada ano e superando as expectativas de rendimento. Conforme a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) o levantamento do Valor Bruto de Produção (VBP) referente ao ano passado ultrapassou os R$ 15 bilhões. A meta prevista no Plano Estratégico do Governo era de R$14 bilhões. O fechamento do primeiro trimestre de 2021 já aponta que o resultado do VBP deste ano pode bater novamente a meta. O relatório constata a soma de R$ 18 milhões.

Essa linha de crescimento só pode ser obtida graças ao apoio do Governo do Estado no setor. O agronegócio é uma das áreas que concentra maior atenção do Governador Marcos Rocha, pois além de ser um dos pilares econômicos mais sólidos da sociedade rondoniense, é responsável pela geração de emprego, renda e desenvolvimento do Estado. O Executivo rondoniense vem priorizando investimentos voltados à agricultura e a pecuária de modo a permitir que o setor mantenha o ritmo de desenvolvimento.

Ainda de acordo com a Seagri, no ano passado, somente a agricultura gerou R$ 4,9 bilhões em VBP. Deste total, R$ 2,3 bilhões correspondem às lavouras de soja, R$ 1,02 bilhões do cultivo do milho e R$ 975,2 milhões da cultura do café. Ainda neste período, a pecuária bateu a marca de R$10,2 bilhões em VBP. Deste total, R$ 9 bilhões correspondem à cultura de bovinos, R$ 908,9 milhões através do leite, R$ 250 milhões da cultura de frango, R$ 49 milhões da produção de ovos e R$ 1,6 milhões da cultura de suínos.

Segundo o titular da Seagri, Evandro Padovani, apesar do cenário pandêmico, o agronegócio em Rondônia vem apesentando resultados positivos. Um dos fatores que comprovam isso são os dados que compõem o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2020 no país, os quais confirmam crescimento de 1,9%, na comparação com os três anos anteriores. “O agro do Estado não parou. Continuamos com os plantios, colheitas e produção, mas com toda segurança para garantir a saúde do produtor rural em meio a essa pandemia. Continuamos com o nosso abastecimento de alimentos garantindo, portanto, comida na mesa dos rondonienses e renda para o homem do campo, exatamente como determinou o Governador Marcos Rocha”, enaltece o secretário.

Seagri dá apoio aos trabalhadores rurais nas feiras livres dos municípios com kits de prevenção à Covid-9

Padovani destaca, também, que no começo da crise sanitária, a Seagri ofereceu apoio aos trabalhadores rurais que atuam nas feiras livres dos municípios. Em abril do ano passado, algumas recomendações de boas práticas para evitar a transmissão do vírus entre trabalhadores e consumidores foram apresentadas aos prefeitos como forma de dar continuidade às atividades do segmento em cada região. Entre as principais medidas, o trabalho deveria ocorrer ao ar livre e não poderia haver contato direto do consumidor com os alimentos expostos nas bancas. “Distribuímos vários materiais, kits de prevenção contra a Covid-19 aos feirantes, bem como frequentadores das feiras”, destaca o Secretário.

CONQUISTAS NA AGRICULTURA E PECUÁRIA

Durante a pandemia, algumas conquistas na agricultura e pecuária local foram destaques para o ano de 2020. “Superamos todos os desafios que o momento nos trouxe. Os produtores respeitaram as medidas e seguiram as recomendações de plantio, colheita, produção e comercialização”, explica o Secretário da Seagri.

Entre as ações desenvolvidas pela Seagri está a edição 2020 Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé), realizado de forma remota, tendo recorde em premiações e pontuações. Dos premiados, o destaque foi da cafeicultora Luciana Franklin, de Novo Horizonte do Oeste. Ela venceu a quinta edição do evento obtendo 90,42 pontos.

Ainda neste ano, os cafés do Estado também se destacaram nacionalmente obtendo o título de melhor produto do ano na categoria “canéfora fermentação induzida”, no concurso “Coffee of the year”, da Semana Internacional do Café. Em primeiro lugar ficou Ediana Capich, do sítio Santo Antônio, também de Novo Horizonte do Oeste.

Além da Agricultura, o sucesso foi, também, da pecuária que, por conta dos investimentos e ações do Governo de Rondônia, através da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), alcançou o status sanitário de “livre de febre aftosa sem vacinação”, com reconhecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O próximo passo, de acordo com a Seagri, é elevar essa colocação a nível internacional, com reconhecimento da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).

Padovani explica que todas essas ações que a Seagri desenvolve só é possível graças a todo suporte que o Governo do Estado canaliza para o fortalecimento do setor produtivo.

Agricultura Familiar foi fortalecida em Rondônia por meio do PAA

PROGRAMAS DE APOIO

Da mesma maneira, por meio da notificação recomendatória  02/2020/Seagri/Cafamiliar em março de 2020, a Seagri permitiu a permanência do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), projeto que beneficia agricultores, cooperativas e associações, colaborando com a agricultura familiar e tornando-a destaque em Rondônia, sendo classificada pela União como atividade essencial por meio do decreto nº 10.282.

No ano passado, o Governo do Estado investiu mais de R$ 10 milhões na aquisição de alimentos de produtores da agricultura familiar. O PAA Rondônia, neste ano, disponibilizou um recurso no valor de R$ 1.731 milhão e o PAA Federal disponibilizou R$ 9 milhões.

O programa é realizado em parceria entre as três esferas executivas: União, Estados e Municípios. Ele fomenta a produção agrícola familiar e as aquisições são direcionadas à rede pública e filantrópica.

Ainda de acordo com Padovani, em 2020 houve investimos de mais de R$ 3 milhões, provenientes do Fundo de Investimentos e Apoio ao Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira de Rondônia (Proleite), no transporte gratuito de 20 mil toneladas de calcário, com o objetivo de atender os pequenos produtores e fortalecer o agronegócio do Estado. As 20 mil toneladas de calcário entregues vão recuperar em torno de seis mil hectares de solo degradados. “Esta é mais uma ação que realizamos em meio a pandemia para ajudar o produtor rural a produzir mais. Duplicar a produção de leite com oferta de melhor pastagem e alimentação aos bovinos, além de aumentar a produção de carne, leite, café, cacau, peixe, entre outras culturas”, explica o secretário.

EXPORTAÇÃO

Outro segmento importante do agronegócio rondoniense é a exportação. Países como Coréia do Sul, Itália, Vietnã, Índia, China, Espanha, Israel, Alemanha, Rússia, Portugal, Egito, México, consomem boa parte da produção estadual e os produtos mais solicitados são soja, milho, algodão e até mesmo a madeira que ainda é extraída na região. Segundo levantamento da Secretaria da Agricultura, durante a pandemia, Rondônia exportou mais de U$ 1,3 bilhão (este valor corresponde ao valor total exportado pelo Estado. A tabela de exportação é subdividida em produtos oriundos da indústria de transformação, agropecuária, indústria extrativista e outros produtos), batendo recorde em relação a anos anteriores. Somente a agropecuária exportou U$ 474.2 milhões (este valor é em Dólar).

UM ANO SEM RONDÔNIA RURAL SHOW

Evento genuinamente rondoniense ganhou proporções internacionais

 

A Rondônia Rural Show do ano passado foi cancelada por causa da pandemia. O evento genuinamente rondoniense ganhou proporções internacionais devido sua importância sociocultural e até mesmo econômica. Ainda assim, o evento manteve sua responsabilidade social e colaborou fortemente com a população. De acordo com o representante da Seagri, o valor do custo da feira, R$ 2.2 milhões, foi remanejado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) para auxiliar as ações de combate contra o coronavírus, uma forma de fortalecer ainda mais o enfrentamento à pandemia. A edição 2021 do evento está suspensa devido ao alto índice de contágio causado pela Covid-19.

O FESTINAÇU acontece de 24 a 28 de março e conta com tradução em Libras dos espetáculos exibido

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Começa amanhã (24) o tradicional FESTINAÇU – Festival Internacional de Teatro de Guajará-Mirim que realiza sua décima primeira edição de 24 a 28 de março, com recursos da Lei Aldir Blanc, através do Edital Pacaás Novos para difusão de Festivais, Mostras e Feiras Artísticas e Culturais da Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer – SEJUCEL/RO. A programação acontece no formato on-line e conta com tradução em Libras oportunizando a participação da comunidade surda, as apresentações são gratuitas para o público de todas as idades.

Os espetáculos de teatro/dança, performances e show musical são de grupos e artistas de Rondônia, diversos estados do Brasil e países da América Latina como Bolívia, Colômbia e Peru. Os espetáculos estão em duas categorias: Mostra Alterego e Mostra Principal. Além das mostras, a programação trará bate-papo com artistas participantes ao final de cada dia, uma ação formativa (Oficina) e o IV Fórum de Teatro da Fronteira. A programação completa pode ser acessada no site do FESTINAÇU.

A produtora Thaiz Lucksis responsável pelo projeto afirma que “Nesse momento de crise sanitária, momento de grande comoção social, na saúde, na economia, a Lei Aldir Blanc foi de fundamental importância na sobrevivência de profissionais da área cultural. O 11º FESTINAÇU só foi possível por conta da promulgação dessa lei que trouxe os recursos necessários para a realização dessa edição online”. A produtora acentua que: ”A execução desta lei também trouxe para todos nós, da cadeia cultural, a certeza ainda maior da necessidade de políticas públicas para essas atividades: tanto culturais quanto econômicas. A gente consegue perceber, claramente, que o investimento realizado nessas atividades culturais e artísticas reverberam, e muito, com benefícios para a sociedade através de produtos muito bons sendo oferecidos para a comunidade, além de fomentar a economia local”.

A arte de Rondônia está se firmando nesse cenário virtual, junto com os grandes centros culturais, Thaiz pontua que “Realizar um festival de teatro no Norte do Brasil, em Rondônia, sempre foi um grande desafio e o FESTINAÇU se realiza, há 11 anos na cidade de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia. No momento, estamos na segunda edição online, e realizar um festival online são outros desafios. É uma das características da arte: a adaptabilidade, a resistência, se reinventar a todo momento.”

 

Acompanhe a programação do XI FESTINAÇU de 24 a 28 de março, a partir das 20h (horário de Rondônia), 21h (horário de Brasília), o público vai poder conferir a exibição dos espetáculos pelo Canal do Youtube. Para ficar sabendo de todas as informações e conferir o Festival por completo, se inscreva no canal da Associação Cultural Waraji.

 

 

 

Assessoria

História e cultura de Vilhena são retratadas em exposição fotográfica

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A exposição “Memórias de Vilhena” contou com 25 fotos que retratam a memória histórica, social e cultural de Vilhena.

Com objetivo de valorizar a história e a cultural de Vilhena(RO), foi realizado entre os dias 17 a 19 de março através de live a exposição fotográfica “Memórias de Vilhena” .

O fotógrafo  e produtor cultural  Washington Kuipers  coordenou   o projeto da exposição que contou com 25 fotos que retratam a memória histórica, social e cultural de Vilhena.

O projeto foi contemplado no edital Nº77/2020/SEJUCEL- CODEC 1ª Edição Mary Cyanne do Edital de Chamamento Público de Fomento à Cultura e à Produção Artístico-Cultural Para Transmissões ao Vivo/Gravadas, no Eixo II-D, com recursos do “Governo do Estado de Rondônia/SEJUCEL/FEDEC/RO”, Lei Federal 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc), Governo Federal.

As lives da exposição contaram com classificação livre e interpretação em libras e foram apresentadas na página do Facebook e YouTube do Ponto de Cultura e de Mídia Livre Serpentário Produções no seguinte link: https://www.facebook.com/serpentarioproducoes/videos/1065858083823432

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“As fotos retratam vários pontos importantes de Vilhena, com imagens do passado e do presente do município, com aspectos históricos e culturais do cotidiano município rondoniense  valorizando assim a memória cultural da região. Agradeço a todas as pessoas que acompanharam as lives e prestigiaram a exposição”, falou Washington Kuipers.

Semus recebe da Fecomércio equipamentos para proteção dos profissionais da Saúde

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Recebido pela nova secretária de Saúde, equipamentos serão destinados para a linha de frente do combate à pandemia

A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) recebeu na manhã desta segunda-feira, 22, na Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF) diversos equipamentos de proteção individual (EPIs) doados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio) para o uso dos profissionais do Hospital Regional de Vilhena (HRV) que atuam na linha de frente em combate à covid-19.

Ao todo, foram entregues 60 unidades de filtro bacteriano, 2 mil seringas, 7,5 mil máscaras triplas descartáveis, 120 máscaras faciais, 8 mil toucas descartáveis, 2,5 mil bisturis, 50 máscaras de ressonância e 100 luvas descartáveis.

A doação da Fecomércio contou com o apoio da Associação Comercial Empresarial de Vilhena (Aciv) e será destinada para o HRV, para o uso dos servidores da Saúde que estão atuando na linha de frente em combate ao novo coronavírus.

A nova secretária de Saúde do município, Siclinda Raasch, agradece a colaboração dos órgãos e lembra que este é um momento de união. “Reconheço aqui a todos que estão nos ajudando. Vivemos a pior fase da pandemia em Vilhena. Não é um momento fácil. Então, uma doação como essa, que possa nos ajudar a manter nossos profissionais mais seguros, para que eles possam ajudar a população, é de grande valia”, relata Siclinda.

Pedro Jucá, o popular “Pedinho”, vice-presidente da Fecomércio, aponta que a entidade está contribuindo com os municípios. “Estamos preocupados desde o início da pandemia e tentamos ajudar no que for possível. Recebemos estas remessas para a capital do Estado e a Aciv solicitou que parte fosse destinada para Vilhena, e atendemos”, aponta “Pedrinho”.

Dirceu Hoffmann, presidente da Aciv, destaca a força da entidade para trazer os materiais para Vilhena. “Quando fomos informados que esta remessa estava chegando na Federação em Porto Velho entrei em contato com o presidente Raniery Araújo e solicitei que parte fosse destinada para Vilhena. Nossa relação é ótima, então fomos atendidos. A Aciv e a Fecomércio estão aqui para ajudar no que for necessário. Também gostaria de parabenizar a Siclinda por aceitar o desafio que é assumir a secretaria de Saúde em um momento tão difícil”, conclui Dirceu.

Semcom

Comissão cobra do novo ministro dados sobre falta de oxigênio e remédios

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Com os estoques de kits intubação das secretarias municipais de Saúde em níveis críticos, senadores cobram ações imediatas do governo federal e buscam soluções para evitar o iminente fim de oxigênio hospitalar e medicamentos. Em reunião nesta segunda-feira (22), a comissão temporária da covid-19 aprovou requerimento dirigido ao futuro ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para que forneça informações atualizadas sobre o estoque desses insumos na rede de atendimento aos pacientes vítimas de covid-19. Importação urgente de insumos e a definição de um teto para os preços dos medicamentos contra covid-19 estão entre as sugestões dos senadores.

Além de responder aos questionamentos formulados pela senadora Zenaide Maia (Pros-RN) no requerimento (REQ 27/2021), Queiroga precisa se preparar para responder aos senadores pessoalmente. Diante do agravamento da crise, parlamentares aprovaram no último dia 16 um convite para que ele apresente os planos do ministério para enfrentamento da pandemia de covid-19. Na reunião desta segunda, senadores disseram esperar que ele já esteja disponível para apresentar esclarecimentos assim que tomar posse. A expectativa é que a sessão de debates temáticos com o ministro ocorra nos próximos dias.

— Se tivermos que ouvir nosso novo ministro amanhã ou depois de amanhã, estamos a postos. Tenho certeza de que Vossa Excelência vai fazer até uma reunião extraordinária, se for o caso, mas que seja o mais rápido possível. Ele não foi nomeado ainda, mas todos nós vivemos a angústia e o medo que pairam sobre as famílias — disse o senador Wellington Fagundes (PL-MT) ao presidente da comissão, Confúcio Moura (MDB-RO).

Um dos municípios que está perto de ficar sem oxigênio é Macapá (AP). A situação foi relatada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para que a União forneça apoio logístico da FAB de forma a garantir a entrega de duas usinas para produção do gás no estado. Segundo Randolfe,  a Venezuela, por meio de seu embaixador, também de dispôs a fornecer oxigênio.

— Chegaram nesta madrugada 250, 300 cilindros de oxigênio, mas é insuficiente para o aumento da demanda. Ainda ontem, a White Martins fazia um informe reclamando que a Prefeitura de Macapá estava abrindo novos pontos de oxigênio. A Prefeitura de Macapá tem que abrir novos pontos de oxigênio, porque, se não abrir nas UBS [unidades básicas de saúde], as pessoas morrem.

Confúcio Moura informou que participou de reunião com o Ministério da Saúde e sugeriu, junto com o presidente Rodrigo Pacheco, a importação urgente de insumos do kit intubação e um registro de preço nacional “para que haja um nivelamento de preços para os prefeitos e governadores”.

— Essas providências foram acatadas pelo ministério, e já estão em andamento a importação e também o grande registro de preço guarda-chuva para a adesão de prefeitos e governadores.

UTI

Outra solução para tentar evitar o colapso do sistema de saúde é a utilização de equipamentos de anestesia em unidades de tratamento intensivo (UTI). A ideia, segundo o senador Marcos do Val (Podemos-ES), partiu de um grupo ligado a uma associação de anestesiologistas.

— Um grupo da associação dos anestesiologistas me procurou com uma solução extremamente interessante, que seria a utilização dos próprios equipamentos de anestesia, que têm capacidade para serem utilizados como equipamentos de UTI, de respiradores artificiais, e ainda com uma economia de 50% do oxigênio. Se eles tiverem essa permissão junto ao Ministério da Saúde, eles conseguem, da noite para o dia, sem investimento nenhum, gerar 15 mil unidades de tratamento intensivo para covid — apontou o senador.

Otto Alencar (PSD-BA), Nelsinho Trad ( PSD-MS) e outros senadores também manifestaram preocupação com a falta de insumos. Trad lamentou que o governo tenha cancelado, em agosto de 2020, a compra de medicamentos para kit intubação, segundo notícias veiculadas na imprensa.

— Se isso realmente for verdade, tão importante quanto a vinda da vacina é nós discutirmos esse assunto, passar esse assunto a limpo, porque, se houver uma escassez desses medicamentos, vai ficar inviável fazer um tratamento adequado, mesmo havendo vaga em UTI de paciente com covid — disse Nelsinho Trad.

Vacinação

A comissão aprovou também um requerimento para um debate com o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), que diz ter capacidade para produzir com segurança vacinas no Brasil contra o coronavírus nas fábricas de vacina animal. Além de representante do Sindan, são esperados no debate (que deve acontecer nos próximos dias) representantes do Instituto Butantan, da Fiocruz, de empresas farmacêuticas e dos Ministérios da Saúde, da Agricultura e de Ciência, Tecnologia e Inovações (REQ 28/2021).

— A indústria do Sindan tem a possibilidade de debater com as autoridades responsáveis, Mapa [Ministério da Agricultura] e Anvisa, a viabilidade de produção de vacinas humanas contra a covid-19, proporcionando a produção local de um volume expressivo de vacina para a população brasileira — apontou Wellington Fagundes, autor do requerimento.

Coordenação nacional 

A comissão temporária da covid-19 recomendou nesta segunda-feira a aprovação de um projeto de lei complementar para regular a coordenação das ações de enfrentamento e combate à pandemia. O PLP 25/2021 estabelece um colegiado nacional, liderado pela União e com a participação dos estados e municípios, para o desenvolvimento de ações conjuntas para aquisição de vacinas e insumos e expansão da rede de atendimento médico.

Consultada sobre o projeto pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a comissão considera que o PLP deve estar na lista de propostas legislativas prioritárias na pauta do Plenário. O presidente do colegiado, Confúcio Moura, sugeriu que a relatoria do projeto, a ser definida pelo presidente da Casa, seja entregue ao senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

Além da aquisição de vacinas e compra de insumos, o colegiado também será responsável, se o projeto virar lei, por pensar e planejar estratégias sobre a abertura de novos leitos de enfermaria e de unidade de terapia intensiva (UTI) e sobre a adoção de medidas restritivas de circulação.

Segundo Marcos Rogério, a criação de um foro colegiado para a exposição de ideias e troca de experiências é o caminho adequado para reduzir “ruídos e conflitos”.

— A fatura hoje fica com o governo federal, mas não há ação coordenada de enfrentamento da pandemia — disse.

Durante a análise do texto, Randolfe Rodrigue apontou que a proposta é positiva, mas manifestou preocupação com o comando do governo federal.

— Temos que ter as garantias de que a ação do governo federal não vai atrapalhar. O presidente [Jair Bolsonaro] entrou com ações no STF contra medidas dos governos do Rio Grande do Sul e do Distrito Federal amparadas pela ciência. Sou entusiasta de um comando unificado, mas não podemos dar poderes para que as medidas que estão sendo tomadas por estados e municípios, que são de acordo com a ciência, sejam limitadas e intimidadas — avaliou o senador.

Fonte: Agência Senado

Relatório indica desafios para políticas de combate à violência contra a mulher

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A aprovação do projeto que estabelece a Política Nacional de Informações Relacionadas à Violência contra a Mulher (Pnainfo) é uma das iniciativas defendidas no relatório que será apresentado pelo Observatório da Mulher Contra a Violência (OMV) em parceria com a Comissão Mista de Combate a Violência Contra a Mulher (CMCVM) e o DataSenado. O estudo, que mostra um panorama das evoluções das políticas públicas de combate à violência contra a mulher nos últimos anos e os desafios a serem superados, será apresentado em formato de live, na quarta-feira (24), a partir das 11h, com transmissão ao vivo pelo canal da TV Senado no YouTube.

Intitulado Processo de Monitoramento e Avaliação das Políticas de Enfrentamento à Violência contra Mulheres – 2019/2020, o relatório foi elaborado pelo OMV e identifica entre os problemas que dificultam a aplicação de medidas efetivas a inexistência, a indisponibilidade e a falta de integração dos dados vinculados aos atores institucionais da rede de atendimento às mulheres em situação de violência.

Dessa forma, o relatório defende a aprovação do PLS 8/2016 que busca reunir, organizar, sistematizar e disponibilizar dados e informações que dizem respeito a todos os tipos de violência contra as mulheres em âmbito nacional. A matéria já foi aprovada pelos senadores e aguarda análise na Câmara dos Deputados.

“A partir de tal aprovação, seria criado o Registro Unificado de Dados e Informações sobre Violência contra as Mulheres, que deverá conter informações e dados sobre os registros administrativos referentes ao tema, sobre os serviços especializados de atendimento às mulheres em situação de violência e sobre as políticas públicas de enfrentamento à violência contra as mulheres”, defende o estudo.

De acordo com a presidente da CMCVM, senadora Zenaide Maia, indicadores mostram que a violência contra a mulher aumentou durante a pandemia de covid-19 no país, tornando essencial a atualização desses dados para apresentação de um diagnóstico.

— Onde a proteção à mulher está sendo aplicada? Onde não está? Quais são os principais problemas que são enfrentados por estados, Distrito Federal e municípios? A importância desse monitoramento é acrescentar e atualizar dados a cada biênio, informando a população brasileira, os movimentos de mulheres, os Parlamentos, sobre como está a efetivação da aplicação das políticas públicas de combate à violência contra a mulher. E também é preciso ver a aplicação dos recursos que foram destinados a salvar vidas, a proteger mulheres vítimas de violência — disse à Agência Senado.

Aprimoramentos

A equipe técnica do Observatório e da CMCVM informou que o material foi feito para subsidiar os congressistas com dados consistentes sobre o cenário de violência contra as mulheres e os fatores relacionados a esse crime. O relatório busca estimular o aprimoramento do marco legislativo sobre o tema e incentivar ações nos Poderes Executivo e Judiciário em defesa da mulher.

O trabalho, segundo a equipe técnica, tem o objetivo de coordenar e integrar a ação de diferentes atores, vinculados a áreas distintas como segurança pública, justiça, saúde, assistência social, educação, entre outras, e que estão envolvidos no enfrentamento à violência contra mulheres.

“Como resultado dessa atuação, traz, primeiramente, uma análise da trajetória das políticas públicas relacionadas ao tema e, após, elenca os desafios com que nos deparamos no momento para o aprimoramento das políticas de enfrentamento à violência contra mulheres”, informa Milene Harumi Tomoike representante do OMV.

Trabalho remoto

Zenaide informou ainda que o relatório procurou conhecer a realidade de cada estado brasileiro, suas experiências e práticas, além de identificar as lacunas existentes nas políticas públicas de enfrentamento às diversas formas de violência contra as mulheres, mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia.

— Desenvolver esse trabalho em uma época tão complexa como a que estamos atravessando, com medidas sanitárias extremas, necessárias para a manutenção da saúde e segurança de todos, inclusive com as reuniões das comissões suspensas e trabalho remoto, tivemos que nos reinventar e dar continuidade em nossos trabalhos com criatividade e inovação. Foram realizadas diversas reuniões online, com os estados e com instituições que trabalham nessa temática de proteção e defesa da mulher — afirmou.

Fonte: Agência Senado

Mulher é encontrada morta após briga com o marido

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Caso aconteceu na zona Leste de Porto Velho.

Um homem de 30 anos foi encaminhado à Central de Polícia, na madrugada deste domingo (21), após a morte da esposa, Glória E.S.J.V, de 21 anos, no Bairro Mariana.

Segundo informações da ocorrência policial, o casal estava com amigos bebendo em uma distribuidora quando decidiu ir para casa com outras duas pessoas. Já na residência, o homem teria visto a mulher dançar e beijar uma amiga, ele não teria gostado, pegou uma arma e a carregou. As demais pessoas então foram embora.

O marido narrou aos policiais que a partir daí eles começaram a brigar e a mulher teria pegado a arma dele, disse que não suportava mais ser traída e atirou no próprio pescoço.

Ainda de acordo com o registro policial, o homem disse que se desesperou tentou ligar para o Samu, mas ao perceber que ela sem sinais vitais, ligou a mãe e saiu. Cerca de uma hora e meia depois ele retornou e decidiu chamar a PM.

Com a chegada dos policiais o Samu foi acionado para constatar o óbito. O homem foi levado para a Central de Polícia.

Rondoniagora