PNL 2050 incorpora dimensão socioambiental e climática ao planejamento da infraestrutura de transportes

O documento apresenta diretrizes relacionadas à mitigação de impactos, adaptação às mudanças climáticas e diálogo com comunidades potencialmente afetadas com empreendimentos
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Painel sobre riscos climáticos e políticas transversais discutiu a vulnerabilidade da infraestrutura de transportes a inundações e secas durante a apresentação do PNL 2050. – Foto: Michel Corvello/MT
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Painel sobre riscos climáticos e políticas transversais discutiu a vulnerabilidade da infraestrutura de transportes a inundações e secas durante a apresentação do PNL 2050. – Foto: Michel Corvello/MT
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Painel sobre riscos climáticos e políticas transversais discutiu a vulnerabilidade da infraestrutura de transportes a inundações e secas durante a apresentação do PNL 2050. – Foto: Michel Corvello/MT
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Painel sobre riscos climáticos e políticas transversais discutiu a vulnerabilidade da infraestrutura de transportes a inundações e secas durante a apresentação do PNL 2050. – Foto: Michel Corvello/MT
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Painel sobre riscos climáticos e políticas transversais discutiu a vulnerabilidade da infraestrutura de transportes a inundações e secas durante a apresentação do PNL 2050. – Foto: Michel Corvello/MT

O Plano Nacional de Logística (PNL) 2050 incorpora critérios socioambientais e climáticos ao planejamento da infraestrutura de transportes brasileira. Elaborado no âmbito do Planejamento Integrado de Transportes (PIT), o documento atende ao  Decreto nº 12.022/2024 e estabelece diretrizes para o planejamento logístico com horizonte até 2050.

Entre os aspectos considerados estão mudanças climáticas, sustentabilidade, redução das desigualdades regionais e articulação entre diferentes políticas públicas. Esses fatores subsidiam a análise das necessidades de infraestrutura e dos investimentos de longo prazo.

O PNL 2050 também identifica a existência de terras indígenas, territórios quilombolas, unidades de conservação e outras áreas ambientalmente sensíveis no entorno dos projetos analisados. O documento apresenta diretrizes relacionadas à mitigação de impactos, adaptação às mudanças climáticas e diálogo com comunidades potencialmente afetadas durante o desenvolvimento dos empreendimentos.

O plano reúne ainda indicadores de vulnerabilidade climática, como riscos de inundações e secas, além de informações que subsidiam a articulação com políticas públicas desenvolvidas por outros órgãos, entre eles o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O documento também aborda questões como emissões de gases de efeito estufa, licenciamento ambiental, condições das estradas vicinais, subutilização dos modais ferroviário, hidroviário e da cabotagem, além de desafios relacionados à multimodalidade.

O assunto foi abordado no painel “A dimensão socioambiental e climática no PNL 2050: antecipação de riscos e políticas transversais”, com a participação de Ana Beatriz, especialista líder em transporte do BID, Cynthia Ruas, superintendente de sustentabilidade, pessoas e inovação da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), Rubem Oliveira, representante da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil, Rubem Oliveira, e Moara Giasson, diretora de Políticas de Avaliação de Impacto Ambiental do MMA.

O painel integrou a programação de lançamento do Plano Nacional de Logística (PNL) 2050.

Confira o Plano Nacional de Logistica (PNL 2050): https://pit.infrasa.gov.br/etapas-do-pit/lancamentopnl2050/ 

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Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes
























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