Fonte: Rondôniadinâmica
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Brasileiros que mudaram de país devem informar novo local de votação até 4 de maio
Mesmo em território internacional, esses eleitores têm o direito e o dever de participar do processo eleitoral do Brasil
As eleições estão marcadas para outubro deste ano e o prazo para informar o novo local de votação termina no dia 4 de maio, com o fechamento do cadastro eleitoral. Se não estiver com o título regularizado, basta acessar o Título Net Exterior, no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para resolver eventuais pendências do documento. No mesmo link é possível solicitar o título pela primeira vez, inclusive para os cidadãos de 16 a 18 anos incompletos, cujo alistamento eleitoral e o voto são facultativos.
Justificativa
Aqueles que, embora residindo no exterior, mantenham o domicílio eleitoral em município brasileiro continuam obrigados a votar em todas as eleições, a cada dois anos, devendo, portanto, justificar as ausências às urnas enquanto estiverem fora do país. Importante lembrar que cada turno vale como uma eleição e três eleições consecutivas sem votar ou justificar pode levar ao cancelamento do título e, consequentemente, o cidadão poderá ter problemas para renovar passaporte, por exemplo.
E se o eleitor informou o novo endereço, mas estará ausente no dia da eleição ou impedido de comparecer ao local de votação, deverá justificar pelo e-Título, pelo Sistema Justifica ou mediante o formulário Requerimento de Justificativa Eleitoral (pós-eleição), que deve ser dirigido ao juiz da Zona Eleitoral do Exterior, a ser entregue à repartição consular ou à missão diplomática ou enviado por via postal.
As seções eleitorais para o primeiro e o segundo turnos de votação funcionarão nas sedes das embaixadas, em repartições consulares ou em locais em que existam serviços do governo brasileiro. Excepcionalmente, o TSE poderá autorizar a abertura de seção eleitoral fora desses locais.
A votação fora do território nacional é organizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), com o apoio dos consulados ou das missões diplomáticas em cada país.
Nas Eleições Gerais de 2018, 500.727 eleitores brasileiros residentes no exterior estavam aptos a votar em 171 localidades eleitorais de 99 países. Um total de 411.123 eleitores compareceu para eleger o atual presidente e o vice-presidente da República.
Números
Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores (MRE), o número de brasileiros que residem no exterior cresce a cada ano e já ultrapassa os 4,2 milhões de cidadãos em uma centena de países. Eles estão concentrados, especialmente, nos Estados Unidos, em Portugal, no Paraguai, no Reino Unido e no Japão.
É importante lembrar que não é possível votar em outro país durante uma viagem a passeio. O voto em trânsito é permitido apenas em território nacional.
Serviço
Todos os requerimentos são analisados pela Zona Eleitoral do Exterior (ZZ), vinculada ao TRE-DF. Essa zona atende os brasileiros que possuem domicílio eleitoral fora do país e os brasileiros residentes no exterior que pretendem se alistar ou transferir suas inscrições para outros países.
A Central de Atendimento Telefônico ao Eleitor funciona de segunda a sexta-feira, das 12h às 19h, por e-mail ([email protected]); telefone CATE/SIC: (+55) (61) 3048-4000, (+55) (61) 99674-5453, (+55) (61) 99674-5446, (+55) (61) 99262-1743 ou (+55) (61) 99164-7161.
TSE
Congresso tem 30 medidas provisórias a analisar
Na volta dos trabalhos legislativos, 30 medidas provisórias já esperam análise dos parlamentares. Desse total, 14 foram publicadas durante o recesso e só devem perder a validade a partir de junho, já que o prazo de 60 dias é prorrogado automaticamente. Outras oito já estão em regime de urgência, uma delas trancando a pauta de votações no Senado. Cinco medidas, com prazo apertado, precisam ser votadas ainda em fevereiro para não perder a vigência.
Câncer
Entre as medidas com prazo curto para a votação está a MP 1.067/2021, que tranca a pauta do Senado. A MP define regras para a incorporação obrigatória de novos tratamentos pelos planos e seguros de saúde. Já aprovado pela Câmara dos Deputados, o texto garante aos pacientes que se a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) não se manifestar em 120 dias (prazo prorrogável por mais 60 dias) após o pedido inicial, o tratamento será automaticamente incluído no rol de procedimentos, até decisão definitiva.
A aprovação da MP fez parte de um acordo para o Congresso manter o veto total do presidente da República, Jair Bolsonaro, ao PL 6.330/2019, do senador Reguffe (Podemos-DF), que facilitaria o acesso a remédios orais contra o câncer. O texto da MP foi alterado pela Câmara e obriga o oferecimento de medicamentos contra o câncer, de uso oral e domiciliar, inclusive aqueles com tratamento iniciado na internação hospitalar. O prazo final para a aprovação é o dia 10 de fevereiro.
Setor aéreo
As medidas mais recentes apresentadas pelo governo, que ainda devem começar a ser analisadas pelo Congresso em fevereiro, incluem mudanças relativas ao setor aéreo. Publicada em 30 de dezembro, a Medida Provisória (MP) 1.089/2021 é parte do programa Voo Simples, lançado em 2020, que reúne medidas para reduzir a burocracia do setor e aumentar a eficiência na prestação de serviços. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), vários procedimentos alterados eram das décadas de 70 e 80 e estavam defasados.
A medida cria uma nova tabela para a Taxa de Fiscalização da Aviação Civil, com valores ajustados de acordo com o porte das empresas e complexidade do serviço prestado. Além disso, o texto traz pontos polêmicos, como a extinção da necessidade de contratos de concessão de empresas aéreas e a dispensa das empresas de fazer a revalidação da outorga a cada cinco anos. Também está na MP o fim da obrigatoriedade de autorização prévia para a construção de aeródromos.
Já a MP 1.094/2021 do dia 31 de dezembro, reduz as alíquotas do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) nas operações de arrendamento de aeronaves e motores. De acordo com o governo federal, a medida vai beneficiar as empresas do setor de transporte aéreo regular de passageiros ou de cargas. A redução do imposto tem validade até o final de 2026. Segundo o governo, a medida representará uma renúncia fiscal de R$ 374 milhões para 2022; R$ 382 milhões para 2023; R$ 378 milhões para 2024; R$ 371 milhões para 2025; e R$ 158 milhões para 2026.
Para pagar a conta, foi editada a MP 1.095/2021, que acaba com o Regime Especial da Indústria Química (Reiq). O regime, que valeria até 2025, reduz alíquotas da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins sobre matérias-primas químicas e petroquímicas. O fim dos incentivos tributários já estava previsto na MP 1.034/2021, aprovada em junho do ano passado, mas a previsão era de que houvesse uma redução gradual, com o encerramento em 2025. A revogação gerou protestos da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), entidade que congrega indústrias de grande, médio e pequeno porte.
Salário mínimo
A lista das medidas mais recentes, editadas durante o recesso parlamentar, inclui, ainda, a MP 1.093/2021, que trata da divulgação do resultado financeiro do Regime Geral de Previdência Social, e a MP 1.091/2021, que fixa o valor do salário mínimo de 2022 em R$ 1.212 mensais. Também estão na lista a (MP 1.081/2021), que autoriza o Poder Executivo a doar imunizantes contra a covid-19 a outros países, em caráter de cooperação humanitária internacional, e várias medidas com créditos extraordinários para finalidades como educação , segurança alimentar e vacinas, por exemplo.
Educação
A MP 1.075/2021, que amplia o acesso de estudantes de escolas privadas ao Programa Universidade para todos (Prouni), ainda precisa ser aprovada pelas duas Casas Legislativas. Antes, só podiam participar do programa alunos de escolas públicas ou de escolas privadas com bolsa integral. Com a medida, quem estuda em escola particular sem bolsa poderá se beneficiar do programa.
O prazo final para a votação vai até maio, mas, apesar de já ter força de lei na publicação, o texto da medida prevê efeitos somente a partir de 1º de julho de 2022. Entre esses efeitos está a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais, de 50%, para estudantes de cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino superior, com ou sem fins lucrativos. As bolsas são destinadas a brasileiros sem diploma de nível superior com , renda familiar mensal per capita de até três salários mínimos.
Também pendente de análise nas duas Casas Legislativas, a MP 1.090/2021, editada em dezembro, permite abatimento de até 86,5% nas dívidas de estudantes com o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil). O desconto pode aumentar para 92% caso o devedor esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O benefício só é válido para alunos que aderiram ao Fies até o segundo semestre de 2017.
Energia elétrica
Com prazo de votação até maio, a MP 1.078/2021 estabelece as condições para um novo empréstimo para o setor elétrico cobrir os prejuízos com a atual crise hídrica. A medida ainda será analisada agora pelos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. Segundo o Executivo, a MP pode atenuar a queda de arrecadação das distribuidoras com as tarifas de energia elétrica e o aumento das despesas com a geração de energia pelas usinas.
O texto também autoriza a instituição de bandeira tarifária extraordinária a fim de cobrir os “custos excepcionais” decorrentes de eventual situação de escassez hídrica. Essa bandeira não será aplicada aos consumidores de baixa renda inscritos na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE).
Outra medida, a MP 1.066/2021, também trouxe estímulos ao setor, mas pode não ser votada porque, na prática, já surtiu efeitos na publicação. O texto permitiu que o recolhimento do PIS/Pasep, da Cofins e de contribuições previdenciárias referentes aos meses de agosto, setembro e outubro fosse feito apenas em dezembro, sem multa por atraso. Editada em setembro de 2021, a MP tranca a pauta de votações.
Policiais
Trancando a pauta da Câmara, a MP 1.070, possibilita a policiais, bombeiros, agentes penitenciários, peritos e guardas municipais, subvenção financeira concedida pelo governo federal para aquisição da casa própria. O programa prioriza agentes de segurança com renda bruta mensal de até R$ 7 mil, mas é aberto a profissionais com renda maior. Pelo Habite Seguro, será possível financiar até 100% do valor do imóvel, com subsídios de até R$ 13 mil, provenientes do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), de acordo com a faixa de renda do profissional. O prazo para votação vai até 21 de fevereiro.
Fim do prazo
Outras duas medidas, também no fim do prazo para a votação, podem não ser votadas. O prazo mais apertado é o da MP 1.065/2021, que permite a exploração privada de ferrovias por meio de autorização. A medida vale até o dia 6 de fevereiro de 2022 e ainda não foi analisada por nenhuma das Casas do Congresso. O texto implementa a modalidade de autorização, mais célere, para a exploração de trechos ferroviários curtos.
A medida é semelhante em muitos aspectos, ao marco legal das ferrovias (PLS 261/2018), transformado em lei em dezembro (Lei 14.273, de 2021). Além disso, o Senado também analisa um projeto de decreto legislativo que susta os efeitos de uma portaria do Ministério da Infraestrutura que regulamenta a MP (PDL 826/2021). Como precisaria ser votada nas duas casas ainda na primeira semana de trabalhos, é provável que a MP perca o prazo de vigência.
Outra medida que pode não ser votada é a MP 1.069/2021, que trata da comercialização de combustíveis por revendedor varejista, com prazo de vigência até 20 de fevereiro. Trechos da medida foram incorporados à MP 1.063/2021 já transformada na Lei 14.292, de 2022. A medida autorizou postos de combustíveis a comprar álcool combustível (etanol hidratado) diretamente de produtores e importadores.
Medidas provisórias
As medidas provisórias (MPs) são normas com força de lei editadas pelo presidente da República em situações de relevância e urgência. Apesar de produzir efeitos jurídicos imediatos, a MP precisa da posterior apreciação pelas Casas do Congresso Nacional (Câmara e Senado) para se converter definitivamente em lei ordinária.
O prazo inicial de vigência de uma MP é de 60 dias e é prorrogado automaticamente por igual período, caso não tenha sua votação concluída nas duas Casas do Congresso. Se não for apreciada em até 45 dias, contados da publicação, entra em regime de urgência, impedindo grande parte das deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando.
Medidas provisórias para deliberação em 2022 |
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MPs |
Assunto |
Situação |
| MP 1.065/2021 |
Ferrovias — serviço de transporte e trânsito ferroviário | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.066/2021 |
Energia elétrica — recolhimento de contribuições | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.067/2021 |
Saúde complementar | Aprovada na Câmara dos Deputados |
| MP 1.069/2021 |
Comercialização de combustíveis por varejista | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.070/2021 |
Instituição do Programa Habite Seguro | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.071/2021 |
Redução de alíquotas PIS/Pasep e Cofins na importação do milho | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.072/2021 |
Alteração do cálculo de taxas de fiscalização do mercado de valores mobiliários | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.073/2021 |
Contratos temporários do Mapa e da ANS | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.074/2021 |
Informações e dados contábeis, orçamentários e fiscais por parte dos entes federativos | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.075/2021 |
Ampliação do acesso de estudantes às bolsas de estudo do Prouni | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.076/2021 |
Benefício extraordinário do Programa Auxílio Brasil para dezembro de 2021 | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.077/2021 |
Programa Internet Brasil | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.078/2021 |
Enfrentamento dos impactos financeiros da escassez hídrica | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.079/2021 |
Prazos de isenção, de redução a zero de alíquotas ou de suspensão de tributos em regimes especiais de drawback | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.080/2021 |
Fundo para aparelhamento e operacionalização das atividades-fim da Polícia Federal | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.081/2021 |
Autorização ao Poder Executivo para doação de imunizantes contra covid a outros países | Pendente de votação pela Câmara e pelo Senado |
| MP 1.082/2021 |
Percentual mínimo do repasse obrigatório da União aos fundos dos estados e municípios | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1.083/2021 |
Crédito extraordinário para o Ministério da Saúde (R$ 6,4 bilhões) | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1.084/2021 |
Crédito extraordinário para o Ministério da Cidadania (R$ 4,1 bilhões) | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1.085/2021 |
Sistema Eletrônico dos Registros Públicos | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1.086/2021 |
Crédito extraordinário para o Ministério da Infraestrutura (R$ 200 milhões) | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1.087/2021 |
Crédito extraordinário para o Ministério da Cidadania (R$ 167,2 milhões) | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1.088/2021 |
Crédito extraordinário para o Ministério da Educação (R$ 3,5 bilhões) | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1.089/2021 |
Regime tarifário da exploração da infraestrutura aeroportuária | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1090/2021 |
Renegociação de dívidas do FIES | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1091/2021 |
Salário mínimo de 2022 | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1092/2021 | Crédito extraordinário para o Ministério da Cidadania (R$ 700 milhões) | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1093/2021 |
Divulgação do resultado financeiro do Regime Geral de Previdência Social | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1094/2021 |
Redução do Imposto de renda sobre arrendamento de aeronaves | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
| MP 1095/2021 |
Revogação do Regime Especial da Indústria Química (Reiq) | Apresentada durante o recesso, aguarda início da tramitação |
Fonte: Agência Senado
Vazio sanitário da soja vai ocorrer de forma regionalizada como prevenção a ferrugem asiática nas lavouras rondonienses
O calendário do plantio da lavoura de soja, em Rondônia, ocorre de forma regionalizada, com dois períodos distintos de 140 dias e os agricultores devem estar atentos, pois na região um, que compreende os municípios de Cabixi, Cerejeiras, Chupinguaia, Colorado do Oeste, Corumbiara, Pimenteiras do Oeste e Vilhena, o prazo para semeadura teve início dia 11 de setembro de 2021 e finda dia 29 de janeiro de 2022.
Já na região dois, que envolve os demais municípios do Estado, o início do calendário de plantação aconteceu dia 16 de setembro de 2021 se encerra dia 3 de fevereiro de 2022.
Lembrando que o plantio da soja fora desses períodos só pode ser realizado se estiver autorizada pela Agência de Defesa Sanitária Agrossilvopastorial (Idaron) de Rondônia. O produtor, proprietário, possuidor ou detentor a qualquer título de área com cultivo de soja é obrigatório o cadastramento anual, pessoalmente ou pelo sítio eletrônico da Idaron, no período de 15 de setembro a 30 de dezembro de cada safra agrícola. Os produtores que não realizaram o cadastro da safra podem ser autuados pela fiscalização.
VAZIO SANITÁRIO
A exemplo do calendário de plantação, o vazio sanitário da soja, em Rondônia, também ocorrerá de forma regionalizada, com dois períodos distintos de 90 dias. Na região um, o período do vazio será de 10 de junho a 10 de setembro. Na região dois, o período será de 15 de junho a 15 de setembro.
A medida, que visa prevenir e controlar a ferrugem asiática da soja nas lavouras rondonienses, foi instituída por meio da nova Instrução Normativa nº 17/2021/IDARON-PROCFAS, publicada pela Idaron na edição nº 224 do Diário Oficial do Estado de Rondônia, disponibilizada no dia 12 de novembro de 2021. “A norma tem como base regulatória o calendário nacional de semeadura da soja, estabelecido pela Portaria MAPA n° 394, de 10 de setembro de 2021” explicou o gerente de inspeção e defesa sanitária vegetal, Jessé de Oliveira Júnior.
Conforme a normativa, durante o vazio sanitário, não será permitida a existência de plantas vivas de soja em áreas sob sistema de irrigação, em áreas de cultivo tradicional ou qualquer outra modalidade de cultivo, exceto os excepcionalmente autorizados com a finalidade de pesquisa.
Governo já distribuiu aos municípios 100 mil comprimidos de combate ao surto de Influenza em Rondônia
Importante medicação utilizada para amenizar os sintomas causados pela Influzenza, o Tamiflu, deve ser administrado preferencialmente após 48 horas da incidência dos primeiros sintomas gripais. Em Rondônia esse medicamento está sendo entregue pelo Governo do Estado, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) de maneira mais efetiva.
Para se ter uma ideia, nos meses de dezembro e janeiro, o Poder Executivo entregou 100 mil comprimidos do medicamento alcançando os 52 municípios e contribuindo no combate ao surto de Influenza registrado no Estado.
A gerente técnica de Vigilância Epidemiologia da Agevisa, Maria Arlete da Gama Baldez, explica que a quantidade de medicamentos distribuídos nos últimos dois meses, corresponde a três vezes mais o que é consumido mensalmente em outras ocasiões.
“Este ano a nossa programação foi totalmente superada, tanto que só no mês de dezembro distribuímos 40 mil comprimidos de Tamiflu de 75 miligramas. A nossa média de consumo não chega a 25 mil por mês”, detalha a gerente.
Mediante a situação, a Agevisa solicitou ao Ministério da Saúde (MS) mais 60 mil comprimidos para o mês de janeiro e todos também foram distribuídos. “No dia 10 de janeiro fizemos essa distribuição tanto para os municípios quanto para as Regionais de Saúde”, explica.
O medicamento também foi entregue para Unidades de Saúde da gestão estadual, como hospitais de referência e hospitais regionais. “Estamos praticamente sem Tamiflu. Já entramos em contato novamente com o Ministério da Saúde solicitando um quantitativo adicional, e não está sendo fácil atender porque o Brasil inteiro está passando por uma situação de surto de Influenza e essa medicação está sendo muito solicitada. O quantitativo solicitado é para cobrir o restante do mês de janeiro e fevereiro”, comenta Maria Arlete Baldez.
USO DO MEDICAMENTO
De acordo com a gerente, o uso do Tamiflu é muito importante no tratamento da Influenza, pois evita que um caso leve evolua para caso grave. “Por isso a recomendação é de que essa medicação seja prescrita até 48 horas do início dos sintomas, pois corta o processo de infecção muito rápido. “O paciente que estiver com mais dias de evolução pode tomar o Tamiflu, mas o efeito não será o mesmo de quando toma no período oportuno. Sempre o paciente se beneficia, mas o maior benefício ocorre quando ele toma precocemente”.
Outro benefício do uso da medicação é que reduz a quantidade de vírus Influenza que um paciente expele para o meio ambiente. Com a diminuição da quantidade de vírus circulantes há, também, redução na exposição para outras pessoas. “São essas duas importantes indicações para o uso do medicamento: evitar que um caso leve evolua para caso grave e diminuir a contaminação do meio ambiente. Quando a gente bloqueia a infecção até 48 horas dos sintomas, ele deixa de estar eliminando uma quantidade de vírus muito grande para o meio ambiente”, conclui Maria Arlete Baldez.
DISTRIBUIÇÃO
O diretor-executivo da Agevisa, Edilson Silva, explica que a logística de entrega do medicamento consta de distribuição às Regionais de Saúde. “Equipes de cada município vão até uma Regional de Saúde, pegam seu quantitativo e distribuem entre as unidades de saúde. Essa medicação tem que estar em toda e qualquer unidade de saúde, mas estrategicamente deve estar nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), pois são a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS)”, observa.
O Tamiflu é uma medicação adquirida pela Ministério da Saúde, entregue aos estados, que distribuem aos seus municípios, melhorando o acesso da população a essa medicação. “Assim que o medicamento chega no Estado é feita a distribuição; tentamos enviar no menor período de tempo possível e encaminhamos às Regionais de Saúde. Cada município é autônomo para decidir qual a estratégia vai usar, mas o ideal é que a medicação esteja em todas as unidades de saúde, porém a prefeitura deve eleger aquelas que apresentam maior demanda e dar ciência à população de que o medicamento se encontra em tais UBSs”, finaliza o diretor.
Jovem é achado morto com mãos e pés amarrados em vila de apartamentos
Um jovem de 24 anos foi encontrado morto dentro de uma vila de apartamentos da rua Barão de Amazonas, na noite de quinta-feira (20), no bairro Mariana, em Porto Velho. A vítima, identificada como Max Bruno Fagundes Furtado, estava com a cabeça deformada por lesões e com as mãos e pés amarrados para trás com um fio de energia.
No boletim de ocorrência da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida (DECCV), registrado na madrugada desta sexta-feira (21), diz que a Polícia Militar (PM) estava fazendo diligências quando recebeu a informação de populares sobre um homem morto e amarrado em uma vila de apartamentos.
Os PMs se deslocaram até o local e encontrou um homem caído no chão com as pernas e braços amarrados com fios de eletricidade e com um ferimento na cabeça.
A vítima, que já não tinha mais sinais vitais, foi identificada como Max Bruno Fagundes.
A Polícia Técnica Científica e uma equipe do IML estiveram no local e constataram que a vítima foi morta com pancadas na cabeça, mas ainda não se sabe o objeto usado no homicídio. Nenhum suspeito foi preso e o caso é investigado pela Civil.
G1-RO
Saae retoma escavações na Estação de Tratamento de Esgoto em Vilhena
Obra conta com mais de 120 quilômetros de redes públicas, ramais condominiais e ramais de ligação
Localizada na Linha 152, no Setor 12 (Gleba Corumbiara), a futura ETE de Vilhena, será responsável por receber e tratar todo o esgoto coletado nos bairros contemplados com a primeira etapa do projeto de Implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário.
Com 31 quilômetros de redes públicas e 92 quilômetros de ramais condominiais e ramais de ligação, atualmente, a obra soma mais de 120 quilômetros de instalações. Além disso, a ETE já conta com uma lagoa facultativa com quase 33 mil metros quadrados, já escavada.
De acordo com Faiçal Akkari, diretor geral do Saae de Vilhena, as próximas etapas dos trabalhos incluem a fundação e concretagem do desarenador para que, em seguida, ocorra a elevação da estrutura.
Somada ao projeto de Ampliação e Readequação do Sistema de Abastecimento de Água, este conjunto de obras estão avaliados em quase R$ 100 milhões com recursos do Governo Federal, e contrapartida da Prefeitura de Vilhena no valor de R$ 4,2 milhões.
Para mais informações sobre as obras de Saneamento Básico ou recomposição de calçadas e asfalto, o Saae disponibiliza o WhatsApp institucional através do número (69) 3321-3974.
Semcom
Retorno de pacientes que passaram por cirurgia de catarata será neste sábado
Regresso havia sido adiado após cancelamento do voo da equipe médica, nova data está marcada
“Com alguns voos cancelados, tivemos esse contratempo de trazer a equipe para Vilhena, por isso houve o cancelamento. Fizemos um grande esforço, e agora foi possível marcar essa vinda, então, nós já entramos em contato com as pessoas para que elas venham passar pela consulta”, informou a secretária de Saúde, Weslaine Amorim.
As consultas serão realizadas no Hospital Regional de Vilhena (HRV) apenas neste sábado, os pacientes agendados foram informados previamente pela equipe da Semus através de contato telefônico.
Além desta ação de cirurgias de cataratas, mais de três mil cirurgias eletivas deverão ser realizadas neste início de ano sob a coordenação e apoio da Prefeitura de Vilhena, com recursos do Governo do Estado, e dos deputados federais Jaqueline Cassol e Léo Moraes.
Em caso de dúvidas, basta entrar em contato através do WhatsApp Institucional da Saúde pelo número (69) 3322-2945.
Semcom
Programa de redução voluntária do consumo de energia gera R$ 2,4 bilhões de bônus aos consumidores
Montante economizado durante a vigência do programa gerou um alívio de 4,5% na tarifa do consumidor residencial
Dados levantados pelo Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia (MME), apontam que o Programa de Incentivo à Redução Voluntária do Consumo de Energia Elétrica dará aos consumidores cerca de R$ 2,4 bilhões de bônus na conta de luz de janeiro. Além disso, gerou uma economia de 5,6 milhões de megawatt/hora (MWh) no período, o que representa cerca de 4,5% a menos na tarifa do consumidor residencial.
Conforme informações preliminares, o chamado bônus para o consumidor gerou uma economia correspondente ao consumo anual do estado da Paraíba ou do Rio Grande do Norte. Os 5,6 milhões MWh economizados são suficientes para abastecer 32,8 milhões de famílias por mês.
O valor também corresponde 3,81% da capacidade máxima de armazenamento no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, considerado a “caixa d’água” do Brasil. Comparativamente, a energia equivale à geração das usinas termelétricas de Angra I e II durante cerca de quatro meses do ano.
Ressalte-se também que essa redução representa aproximadamente 2,7% do consumo de energia verificado em todo o Brasil de setembro a dezembro de 2020, ano de referência para a apuração, demonstrando a assertividade do programa e a aderência aos propósitos para o qual foi estabelecido.
O programa vigorou de setembro a dezembro de 2021 e foi proposto pelo Governo Federal no âmbito da Câmara de Regras Excepcionais para a Gestão Hidroenergética (CREG) como uma das medidas para enfrentamento do pior cenário de escassez hídrica da história do país.

Benefícios econômicos
Além desses benefícios energéticos, os consumidores irão receber, em termos de benefício econômico direto, um total aproximado de R$ 2,4 bilhões.
Em termos de benefícios econômicos indiretos, considerando que o custo da usina mais cara despachada no período de outubro a dezembro foi de R$ 2.533,20/MWh (UTE Araucária) e que o custo do programa foi de R$ 500/MWh, pode-se estimar que os consumidores economizaram quatro vezes mais, ou seja, R$ 9,6 bilhões, caso se substituísse o programa por geração termelétrica adicional ao custo da UTE Araucária.
Considerando esses custos indiretos, estima-se que houve uma economia de no mínimo 4,5% na tarifa do consumidor residencial, uma vez que cada kWh adicional de geração incorreria em custos mais altos à medida que fontes mais caras tivessem de ser acionadas.
O Governo Federal permanece buscando o aprimoramento de seus processos e instrumentos de ação, num esforço contínuo para assegurar o suprimento de energia elétrica para todos os brasileiros, agregando segurança ao menor custo para a sociedade, respeitando o cidadão e valorizando sua ação consciente, voluntária e proativa, como foi concebido neste exitoso programa.
Com informações do Ministério de Minas e Energia
Arroba do boi se acomoda e aguarda pela recuperação nos preços da carne antes de novas altas. Mercado internacional recuperou apenas parte das perdas
Podcast
Entrevista com César de Castro Alves – Consultor de Agronegócio do Itaú BBA sobre o Mercado do Boi Gordo
Fonte:
Notícias Agrícolas










