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Inter vence por 2 a 0 o União Frederiquense no Campeonato Gaúcho

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Em casa, Brasil de Pelotas arrancou empate com o Grêmio em 1 a 1

O Inter começou melhor no primeiro tempo. Aos 11 minutos, após cobrança de escanteio de Boschilla, o camisa 9 Wesley Moraes tentou escapar da marcação, mas acabou derrubado por Eliomar. O juiz assinalou pênalti que o próprio Wesley converteu para o Tricolor.  Depois do gol, o Colorado caiu em intensidade, e União Frederiquense não mostrou criatividade para buscar o empate.  Já aos 44, o Tricolor teve a chance de ampliar:  Wesley tocou de primeira para Taison, que mandou rasteiro em direção ao gol, mas o goleiro Luís Cetin salvou o União com o pé.

Na etapa final, os donos da casa levaram pouco perigo ao gol adversário. Já o União Frederiquense deu trabalho ao goleiro Daniel . Aos seis minutos, Helton aproveitou a bola levantada em cobrança de falta e mandou de cabeça ao gol, mas Daniel defendeu. Depois, aos 27 minutos, veio a melhor chance de empate: Lessa cruzou da direita direto para Eliomar, que cabeceou ao gol, e no reflexo Daniel espalmou e evitou o gol.

Aí a história do jogo começaria a mudar aos 33 minutos, quando o técnico Alexander Medina, do Inter, substituiu o atacante Taison pelo o meia D’Alessandro que incendiou o jogo. Com cinco minutos em campo, o meia ampliou em cobrança de falta precisa, no canto direito do goleiro Luís Cetin, sacramentando a vitória colorada por 2 a 0.

No primeiro jogo desta tarde, o Brasil de Pelotas empatou com o Grêmio em 1 a 1, no estádio Bento Freitas. Os gols saíram na segunda etapa: Elias abriu o placar para o Tricolor, em cobrança de pênalti, aos dois minutos. Depois, aos 40, Paulo Victor arrancou o empate para o Xavante.

 

 

 

Por Agência Brasil –

Pandemia de covid-19 faz notificações de hanseníase caírem 57% em 2021

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A pandemia de covid-19 provocou, no ano passado, queda de 57% nas notificações de hanseníase no Brasil. Até o momento, foram registrados no país 12.045 novos casos da doença, informa levantamento preliminar feito pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) com base em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde.

A pesquisa encerra a programação do Dia Mundial contra a Hanseníase, que é sempre lembrado no último domingo de janeiro, e tem atividades previstas para hoje (30).

Segundo a médica Araci Pontes Aires, assessora do Departamento de Hanseníase da SBD, o resultado que aponta queda nas notificações da doença não considera, porém, os números totalmente fechados de 2021, que o ministério deverá divulgar somente a partir de março ou abril deste ano. Isso significa que os casos apurados em 2021 ainda poderão mudar nos próximos dois meses.

Em entrevista à Agência Brasil, Araci Aires informou que houve 28,8 mil notificações da doença em 2019 no Brasil e que, em 2020, ocorreu queda de quase 40%. “Isso é muito preocupante, pelo fato de a hanseníase ser uma doença crônica, que permanece endêmica no nosso país, com média de 28 mil casos nos últimos três anos antes da pandemia [2017, 2018, 2019]”, ressaltou a dermatologista.

Com a pandemia, houve retração nas notificações, que passaram da média de 28 mil casos, em 2019, para 18 mil casos, em 2020. “Mas isso não corresponde à realidade”, afirmou Araci. Para a médica, este é mais um dos “efeitos deletérios” da pandemia, por conta do lockdown, do medo de comparecer a uma unidade de saúde e contrair a covid-19 e até mesmo pela sobrecarga do sistema de saúde, que foi obrigado a relegar um pouco as outras doenças crônicas. “A hanseníase também sofreu isso.”

A dermatologista disse que os casos não notificados correspondem a pessoas que deveriam ter procurado as unidades de saúde para serem diagnosticadas e que permaneceram doentes, sem diagnóstico e, consequentemente, sem tratamento, “o que é grave”. Para Araci, a falta de notificações prejudica o rastreamento da doença. O Brasil é o segundo país em número de casos de hanseníase, atrás apenas da Índia, destacou a médica, lembrando que a pandemia causou grande impacto no subdiagnóstico. “Pessoas não foram diagnosticadas e permanecem doentes. Não foram sequer diagnosticados para que pudessem ser notificadas.”

Campanha

A conscientização das pessoas sobre a hanseníase foi o tema da campanha Janeiro Roxo 2022, intitulada “Precisamos falar sobre hanseníase”. Para Araci, a campanha deveria se realizar durante todo o ano, porque a hanseníase é uma endemia que, diferentemente da dengue, por exemplo, não ocorre em um período determinado, mas durante todos os meses.

O foco da campanha da SBD é alertar a população, com informações sobre os sinais e sintomas da doença, o tratamento e o combater à questão do estigma dos portadores de hanseníase. “Em tratamento, a pessoa não transmite mais [a doença] e pode conviver normalmente com parentes, amigos e colegas no local de trabalho, sem nenhuma restrição.”

A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda que a pessoa procure um posto de saúde se tiver algum sintoma da doença.

Entre os sintomas clássicos que podem alertar as pessoas para a hanseníase, a dermatologista Araci citou o aparecimento de mancha mais clara que a pele, avermelhada ou, às vezes, acastanhada, que não apresente sensibilidade normal; dormência de mãos e pés; orelha mais inchada; aparecimento de caroços pelo corpo; olhos ressecados; feridas, sangramento e ressecamento no nariz; febre e mal-estar geral. “Todos são sinais de alerta para que a pessoa busque uma unidade de saúde para confirmar se é um caso de hanseníase.”

Regiões

A hanseníase é uma doença muito relacionada com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das regiões. Por isso, as regiões Norte, Nordeste e alguns estados do Centro-Oeste costumam ter maior índice maior de casos, “exatamente pelos bolsões de pobreza”. Dados da SBD revelam que o maior número de casos novos identificados na última década ocorreu na Região Nordeste (43% do total), seguida do Centro-Oeste, com 20% dos casos; Norte (19%); Sudeste (15%); e Sul (4%).

Araci Aires observou, contudo, que não se trata de uma doença exclusiva da classe social menos favorecida, pois 10% dos diagnósticos de hanseníase no país são de pessoas com nível superior de ensino. Fragilidades sociais, como habitação precária, ausência de informação e dificuldade de acesso aos sistemas de saúde, favorecem o contágio da doença. De 23.351 pessoas com hanseníase que deram informações sobre grau de ensino, 11.061 tinham ensino fundamental (47% do total); contra 8% com nível superior (1.897 pessoas).

A médica advertiu que, como qualquer doença infectocontagiosa, transmitida pelas vias aéreas, há mais facilidade de contaminação onde existem condições precárias de moradia, com famílias de muitas pessoas vivendo por vezes em um único ambiente, com pouca ventilação, o que facilita a transmissão. A hanseníase tem outro problema que é a questão do estigma. As pessoas, muitas vezes, protelam a ida ao médico porque têm medo de, ao serem diagnosticadas com essa doença, passarem a ser rejeitadas pela família, pelos amigos, no ambiente do trabalho.

Perfil

Na maioria dos casos, o paciente notificado com hanseníase no Brasil é do sexo masculino, como se pode constatar pelos dados oficiais do Ministério da Saúde. Em 56% dos registros de 2020 e 2021 comunicados até agora os pacientes eram do sexo masculino. Quanto à idade, 53% dos registros oram de adultos com mais de 30 anos. Destes, 19,5% tinham de 40 a 49 anos; 19,2%, de 50 a 59 anos; e 14,6% , de 30 a 39 anos.

Nos últimos 11 anos, a hanseníase acometeu 342.257 pessoas no Brasil. Nesse período, a maioria dos pacientes notificados no país foram homens (55% dos casos registrados no SUS, com 189,8 mil notificações).

Teste rápido

Uma boa notícia para pacientes de hanseníase foi dada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no último dia 25: a inclusão de novos testes laboratoriais complementares ao diagnóstico da hanseníase, entre os quais, um teste rápido. Segundo a pasta da Saúde, o Brasil será o primeiro país a ofertar gratuitamente o teste rápido para apoiar o diagnóstico de hanseníase, que ainda é essencialmente clínico, baseado na avaliação minuciosa do paciente, especialmente de pele e nervos periféricos.

“O teste rápido para o diagnóstico é uma grande conquista”, disse Queiroga. “Que nós possamos fazer o diagnóstico clínico, confirmar através dos exames sorológicos e, através de uma terapia adequada, fazer com que os pacientes sejam curados”, acrescentou.

O Ministério da Saúde deverá aplicar neste ano R$ 3,7 milhões para oferecer os novos testes.

Inquérito

O Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD – Fiocruz Amazônia) e o governo do Amazonas, por meio da Fundação Hospitalar Alfredo da Matta, unidade de referência no tratamento da hanseníase, vão realizar neste ano 1º Inquérito da Hanseníase no Brasil, investigando as incapacidades físicas ocasionadas pela hanseníase em mais de 200 municípios brasileiros mapeados pelo Projeto Inquérito da Hanseníase no Brasil.

A pesquisa tem liderança do Ministério da Saúde.

O trabalho de campo deve começar em março, com atividades realizadas por equipes multidisciplinares formadas por profissionais de todo o Brasil. Após a conclusão dos trabalhos, deve ser criado de um banco de dados nacional sobre as incapacidades físicas pós-cura da hanseníase.

 

 

 Agência Brasil

Concurso TJRO: FGV divulga resultado de prova discursiva e convoca canditados negros e PCDs

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Além das notas da prova discursiva e redação, a lista também identifica os candidatos(as) negros(as) e PCDs, que, conforme o edital, terão de passar por entrevista e perícia médica

A Fundação Getúlio Vargas, responsável pelo concurso do Tribunal de Justiça de Rondônia e Tribunal de Contas do Estado, divulgou na noite de sexta-feira, dia 28, o resultado das provas discursivas. A lista dos candidatos aprovados com suas respectivas notas está no site do FGV para consulta e ciência. (clique aqui)

Além das notas da prova discursiva e redação, a lista também identifica os candidatos(as) negros(as) e PCDs, que, conforme o edital, terão de passar por entrevista e perícia médica. A convocação desses candidatos(as) também está na página da contratada com orientações de data e local para comparecimento.

PCDs

As pessoas com deficiência, assim entendidas aquelas que se enquadram nas categorias discriminadas pela legislação, devem realizar perícia médica até o dia 7 de fevereiro, no auditório do Golden Plaza Hotel, na Avenida Governador Jorge Teixeira, 810, em Porto Velho.

A perícia tem por finalidade verificar a veracidade das informações prestadas pelos(as) candidatos(as). A equipe multiprofissional observará a natureza das atribuições e tarefas essenciais do cargo ou da função a desempenhar e a viabilidade das condições de acessibilidade e as adequações do ambiente de trabalho na execução das tarefas.

O(a) candidato(a) deverá comparecer ao local designado para a realização da entrevista com antecedência mínima de 30 minutos do horário fixado para o seu início, observando o horário local. Deve levar obrigatoriamente documento de identidade, laudo médico com CID.

Negros(as)

Em relação aos(às) candidatos(as) que se inscreveram para concorrer às vagas destinadas para negros(as), também ocorre a convocação para a realização da heteroidenficação, de acordo com o disposto no edital. A finalidade é verficar veracidade das informações prestadas em conformidade com a legislação de cotas.

A entrevista, que será filmada, também será no auditório do Golden Plaza Hotel. o(a) candidato(a) deverá levar formulário de autodeclaração, publicado no site da FGV, a fim de ser comparado ao fenótipo, além de documentações pessoais.

Em ambos os casos, negros(as) e PCDs, recomenda-se que os(as) candidatos(as) levem alimentação, considerando o tempo previsto para as entrevistas.

 

 

Assessoria de comunicação Institucional

Incêndio atinge fábrica de reciclagem de pneus

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Um incêndio de grandes proporções atingiu uma fábrica de reciclagem de pneus localizada na Avenida Capitão Silvio, na tarde deste sábado (29) em Ariquemes. Não há registro de feridos. Bombeiros e Policia Militar estão no local. O estrutura da empresa desabou.

 

 

Jaruonline

 

‘Aceitar todos os cookies’: o que significa aviso que se tornou mais comum na internet

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Alertas têm sido exibidos com mais frequência devido às novas leis de proteção de dados. Arquivos oferecem mais comodidade, mas podem servir para rastrear sua navegação na internet.

O que são 'cookies' na web e quais riscos eles representam?

O que são ‘cookies’ na web e quais riscos eles representam?

Esses avisos ficaram mais frequentes no Brasil desde o ano passado por conta da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que prevê a possibilidade de multas para quem descumprir regras sobre tratamento de informações.

Ela é inspirada no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GPDR), criado pela União Europeia em 2018.

Em vários casos, antes de clicar em “Aceitar cookies”, é possível selecionar botões como “Minhas opções” para alterar o que será armazenado (veja mais ao final do texto). Mas, na pressa, algumas pessoas acabam optando por aceitar tudo. Veja abaixo perguntas e respostas sobre o tema.

Para que servem os cookies?

 

Os cookies são arquivos criados por sites para coletar informações sobre a sua navegação na internet.

Eles são transferidos para o seu dispositivo e podem servir para vários objetivos, como oferecer mais comodidade. Isso inclui, por exemplo, manter a conta de um serviço ativa para você não precisar preencher login e senha toda vez, ou salvar os itens que você colocou anteriormente no carrinho de compras do site de uma loja.

LEIA TAMBÉM:

Existe algum risco?

 

Em geral, os cookies não representam perigo, já que eles costumam guardar códigos aleatórios – e não dados pessoais – para identificar usuários.

Ainda assim, sites com práticas não recomendadas podem usá-los para armazenar nome, e-mail ou telefone, por exemplo. É o que explica Fabio Assolini, analista sênior da Kaspersky no Brasil.

“Um website poderá guardar qualquer informação em um cookie, incluindo dados pessoais do usuário cadastrado – o que, claro, não é recomendado”, destaca Assolini.

Mesmo sem coletar dados pessoais, os arquivos podem ter informações sobre seu histórico na internet. Cookies de terceiros, presentes em mais de um site, são capazes de identificar os termos que você busca e mostrar anúncios publicitários sobre eles em outras páginas, por exemplo.

“Quem nunca fez uma busca de um produto no Google e depois, durante a navegação de internet, começou a ver propaganda daquele produto? Esse rastreamento se dá por cookies”, diz Assolini.

 

Em dispositivos compartilhados por várias pessoas, há um risco com cookies que mantêm sua conta logada. Com eles, terceiros podem acessar livremente suas contas. A dica nesses casos é sempre fazer o logout, isto é, encerrar a sessão antes de deixar de usar o dispositivo.

O analista também destaca que há meios de limitar a coleta informações por meio de cookies. “Você pode configurar o seu navegador para apagar os cookies, usar bloqueadores de propaganda, bloqueadores de rastreadores que também usam cookies”, diz Assolini (veja dicas ao final do texto).

Por que pedem que o usuário aceite os cookies?

 

Alguns sites passaram a mostrar o aviso sobre cookies para cumprir regras da GDPR, que precisa ser seguida por empresas que processam dados de pessoas que estão na União Europeia, mesmo que não estejam sediadas na região.

O regulamento europeu determina que sites devem receber consentimento para usar cookies, exceto em casos necessários. Ele também indica que, após a autorização dos usuários, as páginas devem oferecer o mesmo destaque para uma opção de voltar atrás e retirar a permissão.

O Brasil não tem uma lei específica sobre cookies, mas especialistas apontam que seu uso é analisado no contexto do tratamento de dados. Pela LGPD, os sites que operam informações de usuários devem seguir alguns princípios, como os de necessidade, finalidade e transparência.

“Não há nenhuma regra que obrigue que haja ‘autorização’ do usuário, por exemplo”, diz Mariana Rielli, coordenadora de projetos do Data Privacy Brasil.

 

No entanto, Mariana explica que, “uma vez que se considere a coleta de cookies um tratamento de dados pessoais, a LGPD se aplica como um todo, logo suas regras gerais devem ser seguidas”.

Geralmente, essas detalhes são apresentados na Política de Privacidade dos sites.

Como limitar cookies? O que acontece se eu não aceitar?

 

Em alguns sites, os avisos de cookies permitem controlar o que será coletado. Os termos variam, mas essas janelas costumam destacar a coleta de cookies necessários, que não pode ser desativada para não comprometer o funcionamento da página.

Entre os cookies que podem ser recusados, estão os de marketing, que rastreiam sua navegação para mostrar anúncios; os funcionais, usados para o site lembrar que a conta está logada, por exemplo; e os de estatísticas, que servem para a página criar relatórios sobre a quantidade de visitas.

Além das configurações para cada site, é possível mudar preferências em navegadores para restringir cookies de terceiros. Veja como limitar cookies de terceiros nos dois programas:

Google Chrome

Confira como limitar cookies de terceiros na versão do Chrome para computadores:

  1. Abra o menu do Chrome e selecione “Configurações”;
  2. Clique em “Privacidade e segurança”;
  3. Procure por “Cookies e outros dados do site”;
  4. Selecione a opção “Bloquear cookies de terceiros”.

 

Como bloquear cookies de terceiros na versão do Google Chrome para computadores — Foto: Reprodução/Google Chrome

Como bloquear cookies de terceiros na versão do Google Chrome para computadores — Foto: Reprodução/Google Chrome

No celular, siga estes passos:

  1. Abra o menu do Chrome e selecione “Configurações”;
  2. Clique em “Configurações do site”;
  3. Toque em “Cookies”;
  4. Selecione a opção “Bloquear cookies de terceiros”.

 

O navegador indica que, com essa opção ativada, “os sites não podem usar seus cookies para ver sua atividade de navegação em diferentes sites, por exemplo, para personalizar anúncios”. Apesar disso, há o alerta de que “os recursos de alguns sites podem falhar”.

Como bloquear cookies de terceiros no aplicativo do Google Chrome — Foto: Reprodução/Google Chrome

Como bloquear cookies de terceiros no aplicativo do Google Chrome — Foto: Reprodução/Google Chrome

Mozilla Firefox

No Firefox, o bloqueio contra cookies de terceiros é ativado por padrão, mas é possível verificar se ele realmente está habilitado ao acessar a área de privacidade. Veja como fazer:

  1. Abra o menu do Firefox e clique em “Opções”.
  2. Selecione a opção “Privacidade e Segurança”;
  3. A configuração sobre coleta de cookies e outras informações aparece em “Proteção aprimorada contra rastreamento”.

 

No aplicativo para celular, siga estes passos:

  1. Abra o menu do Firefox;
  2. Clique em “Configurações”;
  3. Verifique se a opção “Proteção aprimorada contra rastreamento” está ativada.

 

Mozilla Firefox bloqueia cookies de rastreamento por padrão — Foto: Reprodução/Mozilla Firefox

Mozilla Firefox bloqueia cookies de rastreamento por padrão — Foto: Reprodução/Mozilla Firefox

 

 

 

 

Por Victor Hugo Silva, g1

Ômicron: dor de garganta se torna sintoma mais comum da nova variante da covid

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Por BBC

Cerca de dois meses após ser identificada pela primeira vez no Brasil, a variante ômicron já é a prevalente nos casos de covid-19 no país, de acordo com informações divulgadas na coletiva de imprensa do Ministério da Saúde em 11 de janeiro.

Embora os sintomas não sejam tão diferentes daqueles causados por outras variantes, há sutis mudanças na forma de apresentação da doença, e muitos dos pacientes infectados na nova onda têm relatos parecidos: o sintoma de dor de garganta antes de a maioria dos demais sinais da covid-19 aparecerem.

O que os estudos dizem?

 

Dados do Zoe COVID Symptom Study, um projeto que registra, via smartphone, como centenas de milhares de pessoas infectadas estão se sentindo no Reino Unido, indica que até o fim de dezembro, 57% das pessoas com ômicron relataram dores de garganta.

Algumas evidências científicas indicam que a ômicron tem maior probabilidade de infectar a garganta do que os pulmões, o que pode explicar por que parece ser uma variante mais infecciosa, mas talvez contribuindo para a incidência de mortes ser menor do que outras versões do vírus – hipóteses que ainda estão sendo estudadas com grandes grupos de pessoas.

Um pequeno estudo divulgado no começo de janeiro, ainda em formato pré-print (ainda sem a revisão por pares, na qual outros cientistas avaliam o conteúdo), mostra que, em uma pessoa infectada pela ômicron, a carga viral atinge o pico na saliva um a dois dias antes de atingir o pico na área do nariz.

Outra análise pequena foi feita na Noruega, com 66 pessoas que foram infectadas pela variante ômicron após participarem de uma festa de Natal, e os resultados indicam que 72% desenvolveram dor de garganta com duração média de três dias. A maioria havia sido vacinada com duas doses de um imunizante com a tecnologia de mRNA (como é o caso da vacina da Pfizer distribuída no Brasil).

Ainda faltam estudos para que a ciência chegue a uma resposta concreta.

Por que a ômicron causa dor de garganta na maioria das pessoas?

 

Ômicron testa sistema de saúde brasileiro
Ômicron testa sistema de saúde brasileiro

“O que parece é que a variante apresenta uma preferência pelas células da via área superior – garganta, seios da face e orofaringe, apesar de ainda faltarem informações que nos comprovem e indiquem por quê. São áreas onde é mais raro surgirem complicações graves”, aponta Larissa Camargo, médica otorrinolaringologista do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, que tem tratado dezenas de pacientes com os sintomas causados pela covid-19 no nariz e garganta.

“E por isso surge a dor, um dos sinais de defesa. É a explicação mais plausível da alta carga viral presente nessa região.”

No fim de 2021, análises feitas em modelos animais mostraram que a replicação da variante ômicron era muito mais intensa em brônquios do que no pulmão – corroborando a ideia de “preferência” do vírus em manter-se na via área superior.

Mas os dados com animais não devem ser considerados definitivos.

“Os resultados não são traduzíveis para os seres humanos e podem, inclusive, dar a ideia errada de que a variante é mais branda, quando a principal causa de os sintomas serem menos graves é a alta porcentagem de pessoas vacinadas”, aponta André Giglio Bueno, médico infectologista, curador do projeto HubCovid, que busca informar sobre a doença, e professor da disciplina de infectologia da Faculdade de Medicina da PUC/Campinas.

O que fazer para melhorar a dor de garganta causada pela ômicron?

 

A otorrinolaringologista Larissa Camargo explica que, assim como em outros sintomas leves, a estratégia é controlar a dor e o desconforto de sinais como congestão nasal e coriza.

Outros sintomas da ômicron além da dor de garganta

Os sintomas podem aparecer entre dois dias e duas semanas após a exposição ao vírus. Entre os mais comuns estão:

  • Dores musculares ou no corpo;
  • Dor de cabeça
  • Cansaço extremo
  • Febre
  • Calafrios
  • Tosse
  • Falta de ar ou dificuldade para respirar
  • Dor de garganta
  • Congestão ou nariz escorrendo
  • Náusea ou vômito
  • Diarreia
  • Perda de paladar ou olfato

 

Sintomas tendem a ser mais leves para quem está vacinado?

 

Sim. “O principal benefício da vacina é reduzir o risco de se precisar de internação e o de óbito. O imunizante torna a infecção mais leve, fazendo com que sintomas que poderiam ser mais duradouros ou intensos sejam brandos”, aponta Bueno.

Orientações de isolamento mudaram recentemente

De acordo com atualizações feitas pelo Ministério da Saúde no dia 10 de janeiro, o tempo de isolamento pode ser reduzido para quem foi infectado pelo coronavírus.

O isolamento de casos leves e moderados deverá ser feito por 7 dias, desde que a pessoa não apresente sintomas respiratórios e febre há pelo menos 24 horas e nem precise fazer uso de antitérmicos.

Para aqueles que no 7º dia ainda apresentem sintomas, é necessária a realização de um novo teste.

Caso o resultado seja negativo, a pessoa deverá aguardar até passar 24 horas sem sintomas respiratórios e febre, e sem o uso de antitérmico, para sair do isolamento.

Já se o diagnóstico for positivo, o isolamento deverá ser mantido por pelo menos 10 dias contados a partir do início dos sintomas.

Assim como nos outros casos, a saída do isolamento pode ser feita desde que não apresente sintomas respiratórios e febre, e sem o uso de antitérmico, há pelo menos 24h.

Por BBC/G1

http://www.bbc.com/portuguese

Jovem de 19 anos é morto e tem cabeça arrancada após sair para vender celular em MT

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De acordo com a Polícia Civil, familiares de Gediano Aparecido da Silva contaram que o jovem estava trabalhando em uma fazenda na zona rural do município.

Após o trabalho, Gediano disse à família que iria vender um celular para pagar uma dívida. Depois disso, ele não deu mais notícias.

O plantão da Delegacia de Lucas do Rio Verde foi informado horas depois da localização de uma cabeça humana encontrada no lixo.

Foram acionadas a Politec e a funerária e, no local, foi identificado que o membro era do jovem, vítima de homicídio.

Testemunhas disseram à polícia que a cabeça foi arremessada de dentro um carro, ainda não identificado.

A polícia informou que realiza buscas na cidade para localizar o corpo da vítima e os autores do crime.

Por g1 MT

75 denúncias de trabalho análogo ao de escravo foram feitas durante 2 anos em MT

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Camas improvisadas onde trabalhadores dormiam em Juína. Fevereiro de 2021 — Foto: MPT-MT

O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT) recebeu 75 denúncias de trabalho análogo ao de escravo em 2020 e 2021, dois anos marcados pela pandemia da Covid-19.

O órgão ajuizou 13 ações civis públicas, instaurou 43 inquéritos civis e firmou 24 Termos de Ajuste de Conduta (TACs).

No ano passado, 18 trabalhadores foram resgatados de condições análogas às de escravo em Mato Grosso, dois deles idosos, um de 69 e outro de 62 anos,ambos contratados para atividades de formação da pastagem em uma fazenda na zona rural do município de Juína, a 742 km de Cuiabá.

Córrego era usado para banho por falta de banheiro no barraco improvisado — Foto: MPT-MT

Córrego era usado para banho por falta de banheiro no barraco improvisado — Foto: MPT-MT

A operação de resgate, conduzida por procuradores MPT, auditores fiscais do Trabalho e policiais civis de Alta Floresta, foi deflagrada em fevereiro de 2021.

Os trabalhadores viviam em um barraco de lona construído no meio da mata, sem proteção contra chuvas ou animais peçonhentos.

Barraco improvisado onde trabalhadores moravam em Juína — Foto: MPT-MT

Dormiam em camas improvisadas – colchões velhos e sujos sobre tábuas e toras de madeira. Aos integrantes da operação, os dois relataram que nunca haviam tirado folga ou gozado de descanso semanal.

Não havia cama no local montado para dormir. Setembro de 2021 — Foto: Divulgação

Em setembro do ano passado, em outra operação, mais 11 trabalhadores foram resgatados em Itaúba e Guarantã do Norte. A ação conjunta contou com a participação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel de Combate ao Trabalho Escravo (GEFM/SIT), do MPT e da Polícia Federal.

Inicialmente os trabalhadores ficaram alojados na mata, em um barraco feito de galhos e coberto por lona plástica, sendo depois instalados em um barraco de madeira utilizado como galinheiro próximo à sede da propriedade, de chão batido e paredes improvisadas com lona, sem porta, camas ou colchões.

Um dos trabalhadores resgatados pegou leishmaniose, doença parasitária que está associada à desnutrição e condições precárias de habitação e saneamento.

Já em Guarantã do Norte, seis pessoas foram encontradas alojadas em um curral. No local, a equipe de fiscalização verificou que o piso era de madeira e que havia um brete (corredor de passagem do gado) com fezes dos animais.

As condições no alojamento e de segurança, saúde e higiene nos locais de trabalho eram igualmente precárias. Antes de serem mandados para o curral, as vítimas ficaram alguns dias em uma casa, descrita como bastante suja e infestada de pulgas e morcegos.

Trabalhadores moravam em barraco improvisado de madeira — Foto: Divulgação

Notificados, os empregadores realizaram os pagamentos das verbas salariais e rescisórias devidas aos trabalhadores, custeando também o retorno ao Maranhão daqueles que foram resgatados em Itaúba.

A Auditoria-Fiscal do Trabalho emitiu as guias de Seguro-Desemprego Especial do Trabalhador Resgatado, que dão a cada uma das vítimas o direito a receber três parcelas de um salário-mínimo. Foram lavrados, ainda, os autos de infração correspondentes às irregularidades constatadas.

Como um dos resultados da fiscalização, os proprietários rurais assinaram Termo de Ajuste de Conduta (TAC) perante o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alta Floresta e assumiram diversas obrigações que, caso descumpridas, resultarão em multas.

A principal delas é a de se absterem de manter, direta ou indiretamente, trabalhadores em condições contrárias às disposições de proteção do trabalho ou de sujeitá-los a condições análogas às de escravo. Os donos também se comprometeram a pagar indenizações por danos morais individuais e coletivos.

Uma terceira pessoa, que atuava como intermediário ou ‘gato’, também firmou TAC e deverá abster-se de contratar trabalhadores em favor de terceiros ou de arregimentá-los com falsas promessas de emprego, registro e direitos trabalhistas.

Ele não poderá realizar descontos ou cobranças de passagens de ida e retorno dos locais de origem e tampouco cobrar ou descontar valores relacionados à moradia, alimentação, ferramentas de trabalho e equipamentos de proteção.

Por g1 MT

Servidores da Justiça de Rondônia emitem nota e lamentam perda de colega que atuou em duas comarcas e faleceu hoje, em Cacoal

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Marilene Maria Batista Silva tinha 46 anos e lutava contra câncer

“Hoje, servidores de duas Comarcas de Rondônia choram a perda de uma pessoa especial. Marilene Maria Batista silva foi, por anos, servidora em Cerejeiras, mas foi removida para Cacoal com o objetivo de cursar faculdade de Direito.

Lotada da Administração do Fórum, com a saída da então Assistente de Direção, assumiu com maestria a função. Sempre perfeccionista e ativa, estava sempre atenta a tudo o que acontecia à sua volta. Foi personagem fundamental para o bom andamento da instalação do novo Fórum de Cacoal, acompanhando e fiscalizando todas as etapas da obra, a mudança do prédio e tudo mais a que fosse solicitada.

Em 2020 precisou se afastar da sua função para tratamento de câncer. E quem disse que essa mulher guerreira conseguiria ficar quieta Não demorou muito para que ela estivesse mobilizando colegas de trabalho com rifas em prol de pessoas que também faziam tratamento de Câncer mas dependiam de casas de apoio.

Marile, ou simplesmente Mari, como era chamada, deixará para sempre um vazio nos corredores do Fórum de Cacoal. Aos 46 anos de idade, Mari deixa esposo e filha, aos quais nós, do SINJUR, através de sua Presidente Gislaine, da Delegada Sindical de Cacoal Solange e, em especial dos Diretores Wilson e Jerdson, além de todos os filiados da Comarca, que por muito tempo conviveram diariamente com a colega, elevamos nos mais sinceros sentimentos.

Que Deus em sua infinita bondade traga o conforto que todos precisam”.

Fonte: Foto: Divulgação
Autor: Assessoria

Decreto regulamenta garantia de internet para a educação básica pública

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Beneficiários serão alunos da rede pública pertencentes a famílias inscritas no CadÚnico, além dos matriculados nas escolas das comunidades indígenas e quilombolas e professores

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, editou decreto com a finalidade de regulamentar o repasse estabelecido pela Lei nº 14.172, de 10 de junho de 2021, que dispõe sobre a garantia de acesso à internet, com fins educacionais, a alunos e professores da educação básica pública.

O normativo traz informações sobre prazos, forma de repasse dos recursos e prestação de contas de sua aplicação, a fim de que se possa conferir os contornos precisos da política pública a ser implementada, garantindo a correta e transparente aplicação dos recursos.

A Lei 14.172/2021 prevê a entrega pela União aos estados e ao Distrito Federal de R$ 3,5 bilhões para aplicação, pelos Poderes Executivos estaduais e do Distrito Federal, em ações para a garantia do acesso à internet, com fins educacionais, aos alunos e aos professores da rede pública de ensino dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, em virtude da calamidade pública decorrente da Covid-19.

O público beneficiário dessas ações será composto pelos alunos da rede pública de ensino pertencentes a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), além dos matriculados nas escolas das comunidades indígenas e quilombolas, bem como os professores da educação básica da rede pública de ensino dos estados, DF e municípios.

De acordo com o Decreto, os valores serão executados de forma descentralizada, por meio de transferências (fundo a fundo) da União aos estados e ao DF, por meio da Plataforma +Brasil, e serão calculados a partir dos dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

Os estados e o Distrito Federal, em regime de colaboração com os municípios, serão responsáveis pelo uso e pela distribuição dos recursos às suas redes, de forma a proporcionar equidade na universalização do ensino, pela definição dos critérios de distribuição aos municípios, em regime de colaboração, e pela gestão transparente dos recursos, com a publicação dos critérios adotados para distribuição e dos beneficiários da ação em meios de comunicação oficiais.

Quanto ao impacto orçamentário, publicou-se no Diário Oficial da União a Medida Provisória nº 1.088, de 29 de dezembro de 2021, que abre crédito extraordinário, em favor do Ministério da Educação, no valor de R$ 3,5 bilhões.

Por fim, vale dizer que os recursos e os rendimentos não aplicados, os saldos remanescentes e os seus rendimentos deverão ser restituídos à Conta Única do Tesouro Nacional por meio da emissão e do pagamento de Guia de Recolhimento da União.

O Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC com informações da SECOM