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Efeito Covid-19: Fifa estuda caso e acena com liberação de lista de 26 jogadores convocados para Copa

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O total de 26 convocados atletas alteraria algumas dinâmicas que ainda serão avaliadas pelo corpo técnico da Fifa e também em congresso internacional da entidade, que será realizado no final de março, antes do sorteio da Copa – marcado para 1º de abril.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, anuncia os estádios da Copa do Mundo Feminina de 2023 — Foto: Divulgação

O aumento se deve, principalmente, pela primeira grande competição realizada em tempos de Covid-19. Mas é preciso definir, por exemplo, quantos atletas poderiam ser relacionados – se obrigatoriamente ficariam de fora esses três excedentes, pois hoje apenas 23 podem ser relacionados, ou se poderiam ir para o banco de reservas.

 

De toda maneira, não foi à toa que a seleção brasileira de Tite fez a última lista com 26 atletas e já planeja a próxima com a mesma quantidade de convocados – os chamados serão entregues à Fifa dia 4 de março, mas o anúncio deve ficar só para a outra semana.

A comissão técnica de Tite já trabalha com essa disposição, embora ainda não haja martelo batido sobre o assunto. Com três a mais, duas posições devem ser preenchidas por jogadores do meio para frente. Para citar exemplo da última lista, foram dois reservas de Fred – Gerson e Bruno Guimarães -, em tese dois reservas de Paquetá – Philippe Coutinho e Everton Ribeiro – e sete atacantes ao todo convocados – Rodrygo foi o jogador a mais.

Caso a Fifa aprove a mudança, a ideia de Tite é ter dois para frente e avaliar alguma carência em outro setor – por exemplo, levar um lateral com características distintas em momento de disputa intensa entre Daniel Alves e Emerson na direita e Guilherme Arana, Renan Lodi e Alex Telles na esquerda.

Por GE

Russa se descontrola após prata e perguntas sobre Valieva nas Olimpíadas de Inverno

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Russa Alexandra Trusova quebra recorde olímpico com nota de 177.13 no programa livre da patinação artística

Conseguiu finalizar todos, apesar de ter dado um passinho a mais na aterrissagem de dois deles. Cravou impressionantes 177.13, que seriam a maior nota dentre as 25 que apresentaram o programa livre, e chegou a 251.73 na soma. A japonesa Kaori Sakamoto, que veio na sequência, teve uma nota menor, o que garantiria a Trusova ao menos o bronze.

Alexandra Trusova, do Comitê Olímpico Russo, no programa livre das Olimpíadas de Pequim — Foto: Getty Images

Alexandra Trusova, do Comitê Olímpico Russo, no programa livre das Olimpíadas de Pequim — Foto: Getty Images

A também russa Anna Shcherbakova foi impecável na execução e, mesmo com uma nota menor do que Trusova e apenas dois saltos quádruplos no programa livre (175.75), acabou com o ouro por ter o maior somatório levando em consideração também o programa curto (255.95). As quedas de Valieva garantiram a Trusova a prata.

A russa vice-campeã, no entanto, ficou inconformada. Foi flagrada por câmeras nas áreas dedicadas aos atletas e comissões técnicas aos prantos, completamente descontrolada, gritando com o treinador Sergei Dudakov.

– Eu odeio vocês todos! Odeio! Nunca mais quero fazer algo na patinação, nunca na minha vida!

 

Alexandra Trusova chora após prata olímpica — Foto: Reprodução

Alexandra Trusova chora após prata olímpica — Foto: Reprodução

Pódio da patinação artística das Olimpíadas de Inverno de Pequim — Foto: Matthew Stockman/Getty Images

Pódio da patinação artística das Olimpíadas de Inverno de Pequim — Foto: Matthew Stockman/Getty Images

Mesmo mais calma, depois, na entrevista coletiva, admitiu que não estava satisfeita.

– Não estou feliz com o resultado. Não há felicidade. Tudo foi suficiente para mim. Eu fiz tudo. E depois fica fora das minhas mãos.

A russa voltou a se irritar com a insistência dos repórteres em perguntar sobre Kamila Valieva, maior estrela da patinação artística feminina da atualidade envolvida na maior polêmica das Olimpíadas de Pequim – suspensão preventiva e posterior liberação para competir enquanto aguarda julgamento por doping.

– Se você quer saber sobre a Valieva, pergunte a ela. Pela segunda vez, já disse que não vou responder sobre a Valieva – disse Trusova.

Russa Anna Shcherbakova é ouro na patinação artística individual

Anna Shcherbakova, campeã do individual feminino, mostrou-se solidária a Valieva, mas seguiu a linha de Trusova e também não quis comentar além do próprio desempenho.

– Eu dei o meu máximo na minha perfomance é só foquei em mim. Me preparei muito para esse momento, mas observei bastante a Kamila. Foi tudo muito difícil para ela.

Por Flávio Dilascio — Pequim, China/GE

Prêmio Prioridade Absoluta 2022: inscrições são prorrogadas até o dia 18, sexta

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) prorrogou até esta sexta-feira (18/2) a data limite para inscrições ao Prêmio Prioridade Absoluta. Pessoas responsáveis por projetos, ações e iniciativas que promovem, valorizem e respeitem os direitos das crianças, adolescentes e jovens terão mais uma semana para apresentar práticas relacionadas a medidas protetivas e medidas infracionais.

O Prêmio nasceu por deliberação do Fórum Nacional da Infância e da Juventude (Foninj) e foi instituído formalmente em novembro de 2020, com a edição da Resolução CNJ n. 355/2020. Os projetos devem se encaixar nas seguintes categorias: Tribunal; Juiz/Juíza; Sistema de Justiça; Poder Público; e Empresas e Sociedade Civil Organizada. São dois prêmios por categoria, um relacionado a medidas protetivas e outro ligado a medidas infracionais. As 10 iniciativas vencedoras receberão um certificado do CNJ.

Leia o regulamento e faça sua inscrição

Na justiça juvenil, as medidas protetivas podem ser concedidas em favor de crianças ou adolescentes para garantia de direitos por parte dos pais ou responsáveis, da sociedade e do Estado. As medidas infracionais se referem ao contexto das medidas socioeducativas aplicadas a adolescentes pelos atos infracionais que tenham cometido, conforme previsto na Lei 8.069/90, conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Além das categorias Tribunal e Juiz/Juíza, serão distribuídos prêmios em três outras categorias. “Sistema de Justiça” é destinada para os órgãos que o compõem, como Ministério Público, a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Brasil, das esferas federal, estadual ou distrital. Órgãos e entidades do Legislativo e do Executivo, das três esferas – federal, estadual e municipal -, incluindo as instituições públicas de ensino e de segurança pública, podem inscrever práticas na categoria “Poder Público”. E na categoria “Empresas e Sociedade Civil Organizada”, podem ser inscritas ações promovidas por organizações empresariais, inclusive instituições privadas de ensino, além de organizações sociais, associações, fundações e outras entidades similares e sem fins lucrativos.

 

Disseminação

Como os objetivos do prêmio incluem fomentar e disseminar as boas práticas na área da infância e juventude, tanto os projetos vencedores quanto aqueles que receberem menção honrosa também terão divulgados vídeos que ilustrem cada uma das iniciativas premiadas. Os prêmios também poderão ser noticiados em veículo oficial do CNJ e da TV Justiça.

Tanto os projetos vencedores quanto os que receberem menção honrosa passarão a fazer parte do banco de boas práticas do Portal do CNJ, onde serão mantidas em arquivo para futuro aproveitamento e/ou consulta dos materiais de referência.

Conheça os vencedores da 1ª edição do Prêmio Prioridade Absoluta

 

Critérios de avaliação

Cada um dos eixos temáticos da premiação terá sua própria comissão para avaliar os projetos inscritos. Nas comissões haverá juízes auxiliares do CNJ, representantes do Fórum Nacional da Infância e da Juventude (Foninj), além de representantes da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Cada projeto será pontuado de acordo com dez critérios de avaliação: Aplicação da regra da prioridade absoluta; inovação; replicabilidade; custos financeiros; Investimento na qualificação dos profissionais; Intersetorialidade; Protagonismo e participação infantojuvenil e familiar; Alcance social; Eficácia; e Eficiência.

 

Assessoria de Comunicação Institucional

Com informações do CNJ

Processo seletivo recebe mais de 16 mil inscrições no Programa Médicos pelo Brasil

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Nurse checking patient's pulse, medical checking pulse by hand.Medical and healthcare concept.
Programa vai levar até 4,6 mil médicos para locais vulneráveis e que mais precisam de cuidados de saúde
De 31 de dezembro de 2021 até 6 de fevereiro deste ano, 16.357 pessoas se inscreveram para o primeiro processo seletivo do Médicos pelo Brasil – 1.872 candidatos ao cargo de tutor médico e 14.485 inscritos para o de médico bolsista. Neste edital, o programa de provimento da Atenção Primária à Saúde (APS), que substitui gradativamente o Mais Médicos, levará aproximadamente 4,6 mil profissionais para locais em situação de vulnerabilidade em todo o país.

No total, são 4.057 vagas para o cargo de médico bolsista e 595 para o cargo de tutor médico. A região Nordeste é a que oferece maior número de vagas e, também, a que agregou o maior número de inscritos: 8.483 (51,85%). Confira os dados de inscrição por unidade da federação abaixo:

Próximos passos

As provas objetivas serão realizadas em todas as capitais do país no dia 6 de março, com duração de 4 horas (as provas para tutores serão pela manhã, e para os médicos, à tarde). Serão avaliados conhecimentos de língua portuguesa, conhecimentos do SUS e conhecimentos específicos, em 50 questões que valem 100 pontos.

O processo seletivo, feito pela Agência de Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps), foi aberto para médicos registrados junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM). Os candidatos a tutores médicos também precisaram apresentar um certificado de conclusão de residência em medicina de família e comunidade ou clínica médica ou título de especialista em medicina de família e comunidade ou em clínica médica.

No caso dos aprovados para o cargo de médico bolsista, todos vão cursar uma especialização em medicina da família e comunidade, e, posteriormente, poderão ser efetivados como médicos da Adaps em regime celetista se titulados como especialistas.

Os tutores médicos já são contratados via CLT desde o início, contando com todos os benefícios trabalhistas. Para o primeiro cargo, a bolsa mensal é de R$ 15 mil; para o segundo, o salário-base somado aos incentivos de desempenho e tutoria é de R$ 18,1 mil. A remuneração poderá ser acrescida dos incentivos para atuação em localidades remotas ou distritos sanitários especiais indígenas (R$ 3 mil ou R$ 6 mil).

Em caso de dúvidas sobre a seleção e o programa, acesse o FAQ. No caso de novos questionamentos, Disque 136 gratuitamente. Mais informações podem ser consultadas no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), a banca examinadora das provas.

O programa

O Médicos pelo Brasil foi lançado em 2019 com o objetivo de estruturar a carreira médica federal para locais de difícil provimento e alta vulnerabilidade. Conforme a Lei nº 13.958, a execução do novo programa deve ser realizada por meio da Adaps. A agência foi instituída pelo Decreto nº 10.283, em março de 2020, e ela pode firmar contratos, convênios, acordos, ajustes e outras ferramentas de gestão com órgãos e entidades públicas e privadas. A principal finalidade da Adaps é levar médicos para a Atenção Primária, organizar e qualificar o fluxo de assistência.

Com informações do Ministério da Saúde

Jovem de 20 anos diz que é abusada pelo padrasto desde os 12 anos

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De acordo com a vítima, o suspeito pegou uma faca e passou a lhe ameaçar para manter relação sexual.

Uma jovem de 20 anos acionou a Policia Militar no final da noite de quarta-feira (16), após estar sendo ameaçada com uma faca pelo padrasto de 36 anos em uma residência no bairro Areal, centro da capital.

De acordo com a vítima, o suspeito pegou uma faca e passou a lhe ameaçar para manter relação sexual. Segundo a jovem, o acusado tirou sua virgindade aos 12 anos de idade, e desde então pratica o crime.

A PM fez o registro da ocorrência e encaminhou o caso a Delegacia Especializa em Crimes Contra a Mulher.

 

 

Por News Rondônia

Decreto estabelece transformação da Escola Estadual Cecília Meireles em Colégio Militar Dom Pedro II, em Vilhena

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O Poder Executivo publicou nesta sexta-feira,11, o Decreto nº 26.897, que dispõe sobre a transformação da Escola Estadual de Ensino Fundamental Cecília Meireles em Colégio Militar Dom Pedro II, unidade II em Vilhena. A autorização de criação da nova unidade militar ocorre de acordo com o Parágrafo Único do Artigo 1º da Lei nº 5.199, de 16 de dezembro de 2021.

A Seduc determinará o encerramento, no âmbito de sua pasta, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Cecília Meireles, providenciando também a regularização da unidade executora.

A estrutura organizacional do Colégio Militar Dom Pedro II, unidade II, será condizente com as escolas da Rede Pública Estadual, regimento interno próprio e projeto político-pedagógico feito pela Seduc, semelhantes às diretrizes dos Colégios Tiradentes da Polícia Militar.

O Colégio Militar Dom Pedro II, unidade II será instalado sob comando e direção de oficiais do Corpo de Bombeiros Militar da ativa, designados pelo comandante-geral. Em seu regimento interno, o Colégio Militar Dom Pedro II, unidade II, vai definir a disponibilização de vagas para matrículas e a forma de acesso. Ficam transferidos para esta unidade escolar os recursos financeiros oriundos de programas federais e estaduais.

TRANSFORMAÇÃO

No que diz respeito a transformação da Escola Cecília Meireles em Colégio Militar, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO), coronel Nivaldo de Azevedo Ferreira declara que o Colégio Militar Dom Pedro II terá o foco em formar alunos não apenas de forma intelectual, mas também o caráter e a personalidade por meio dos princípios básicos de disciplina e hierarquia.

“Os colégios tem a educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais da sociedade humana, tendo por finalidade o pleno desenvolvimento do estudante, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, acentua Nivaldo Ferreira.

Municípios do Cone Sul de Rondônia atendem vítimas de violência doméstica pelo programa “Mulher Protegida”

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Todos os sete municípios do Sul do Estado já aderiram ao programa, idealizado pela Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social

bjetivo auxiliar mulheres em situação de violência

 

Todos os sete municípios do Sul do Estado já aderiram ao programa, idealizado pela Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas).

O objetivo é efetivar o fortalecimento da garantia dos direitos humanos das vítimas, resguardando-as de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, por meio da assistência socioeconômica.

O “Mulher protegida” garante às vítimas cadastradas um auxílio financeiro, assistência e acompanhamento psicossocial pela Equipe de Referência Técnica nos equipamentos socioassistenciais dos municípios partícipes e ofertam cursos de capacitação ou aperfeiçoamento profissional voltados ao empreendedorismo e à empregabilidade.

A secretária da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), Luana Rocha, enfatizou a importância desta ação. “Esse programa é uma oportunidade para auxiliar a mulher vítima a romper com o ciclo da violência. Sabemos que essa ruptura é bastante complexa, mas o Estado se faz presente para dizer a essa mulher que não está sozinha. A primeira etapa do programa é dar um suporte financeiro de R$ 400 durante seis meses a essa vítima, sendo assistida com recursos do Governo do Estado e o acompanhamento psicossocial pelos órgãos municipais. A outra etapa é promover o acesso a capacitações para que esta mulher possa ter novas possibilidades e não depender financeiramente do agressor”, disse.

“Esse programa é de suma importância, pois resguarda a identidade das vítimas e principalmente oportuniza o resgate de elementos básicos para uma vida digna” , enfatiza a secretária adjunta da Seas, Liana Lima.

A assistente social no Centro de Atendimento à Mulher de Vilhena, Dinéia Rodrigues, fala sobre a aceitação do programa no município. “O programa “Mulher Protegida” está sendo bem positivo no município, estamos identificando uma crescente procura pelo público feminino. Assim como o encorajamento dessas mulheres em formalizar a denúncia, pois sabemos muitas que sofrem violência doméstica não conseguem romper o ciclo por causa da dependência financeira. Acredito, que para nós enquanto técnicos de referência é mais um recurso muito importante para trabalhar com essa demanda, pois dará condições para que essa mulher quebre o ciclo de violência, garantindo sua autonomia financeira,” explica.

PROCURA

A mulher poderá se dirigir ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e, na falta deste, ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de sua respectiva cidade para realizar o cadastramento.

CRITÉRIOS DE ACESSO

• ser mulher vítima de violência doméstica e familiar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com medida protetiva de urgência vigente, acompanhada ou não de seus dependentes;
• estar inserida no sistema do Cadastro Único, em razão de ter renda familiar de até três salários mínimos vigentes;
• possuir residência e domicílio em Rondônia, quando da solicitação da inscrição no Programa “Mulher Protegida”.

 

 

 

Preço da arroba do boi gordo chega a R$ 302 em Rondônia: veja a nova cotação da Emater

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Maiores e menores preços

 

Cabixi foi a cidade com o maior valor da cotação, sendo cobrado R$ 302,50 por arroba. O menor valor da pesquisa foi encontrado em JaruRio Crespo e em Costa Marques, sendo cobrado R$ 280 por arroba.

A cotação da Emater refere-se ao preço médio pago ao produtor rural. Veja, abaixo, os valores em algumas cidades. Veja os preços nas cidades de Rondônia:

Município Preço da @
Alta Floresta do Oeste R$ 288
Alto Alegre do Parecis R$ 300
Alvorada do Oeste R$ 301
Ariquemes R$ 294,02
Cabixi R$ 302,50
Cacoal R$ 300
Corumbiara R$ 298,50
Costa Marques R$ 280
Espigão D’Oeste R$ 295
Guajará-Mirim R$ 295
Jaru R$ 280
Ji-Paraná R$ 296
Machadinho do Oeste R$ 283
Nova Brasilândia R$ 298
Ouro Preto do Oeste R$ 285
Pimenta Bueno R$ 296
Porto Velho R$ 300
Rio Crespo R$ 280
Rolim de Moura R$ 287,52
Santa Luzia R$ 295
Vale do Anari R$ 295

Adolescente de 16 anos é morta pelo namorado dentro de apartamento em Porto Velho

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Suspeito tem 22 anos e há dois meses estava morando junto com a vítima, identificada como Maria Cláudia Borges.

Uma adolescente de 16 anos foi assassinada pelo namorado dentro de uma vila de apartamentos nesta quinta-feira (17), no bairro Aponiã, em Porto Velho. A vítima foi identificada como Maria Cláudia Borges, de 16 anos. Já o suspeito é Gabriel Saymo, 23.

Segundo informações de testemunhas, Maria e Gabriel moravam juntos no imóvel há cerca de dois meses.

Na noite da última quarta-feira (16), o proprietário da vila de apartamentos observou pelas câmeras que o suspeito estava agitado, entrando e saindo do apartamento várias vezes.

Por volta das 3h da madrugada desta quinta-feira, Gabriel entrou em casa e não saiu mais. Instantes depois o próprio suspeito ligou para a Polícia Militar (PM) e revelou que havia matado a namorada.

“Eles moravam aqui há dois meses. Era uma casal comum. Brigava e depois estava se beijando. Pareciam até meio bobinhos. Mas ninguém tem escrito na testa o que pode fazer. Ela era muito educada com a gente aqui”, disse o proprietário da vila de apartamentos ao g1.

Adolescente foi morta dentro de apartamento em Porto Velho — Foto: Jheniffer Núbia/g1

Adolescente foi morta dentro de apartamento em Porto Velho — Foto: Jheniffer Núbia/g1

Testemunhas contaram à polícia que a vítima foi estrangulada, mas apenas o laudo pericial vai confirmar a real causa da morte de Maria Cláudia Borges.

A delegada Adrian Vieiro, da Delegacia Especializada em Crimes Contra Vida (DECCV), disse que pela aparência do corpo a morte havia acontecido há várias horas. “Ainda vamos esperar o IML, mas aparentemente pelas condições do corpo e rigidez cadavérica ela morreu há um tempo”, explicou.

O suspeito recebeu voz de prisão, pois confessou o crime, mas não entrou em detalhes da motivação e nem como matou a adolescente. “Ele estava bem alterado e parecia que estava sob efeito de algum entorpecente”, contou um policial militar à reportagem.

Após ser preso, Gabriel foi levado à Central de Polícia de Porto Velho.

A polícia ainda não sabe se o crime pode ser caracterizado como feminicídio. “Vamos esperar o despacho do colega da Central de Polícia para ver como vai chegar para gente [da homicídios], pois a questão do feminicídio não é só sobre o envolvimento da vítima mulher, tem que ter uma questão de gênero”, disse a delegada Adrian Vieiro.

Por Jheniffer Núbia, g1 RO

STJ recebe denúncia do MPF contra 4 desembargadores do TRT/RJ por corrupção, peculato e lavagem de dinheiro

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Magistrados cumprem medidas cautelares, estão afastados das funções públicas e proibidos de manter contato com outros investigados

Em decisão unânime, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu, nesta quarta-feira (16), denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra quatro desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1), no Rio de Janeiro, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Com a decisão, passam à condição de réus na Ação Penal (APN) 989 os magistrados Marcos Pinto da Cruz, Antônio Carlos de Azevedo Rodrigues, Fernando Antônio Zorzenon da Silva e José da Fonseca Martins Júnior. O colegiado determinou ainda o cumprimento de medidas cautelares, como a obrigatoriedade de uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de manter contato com outros investigados, além de manter a suspensão das funções públicas, pelo prazo de um ano.

A denúncia do MPF foi apresentada em março de 2021 e incluía outros investigados, inclusive o então governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, Edmar Santos (ex-secretário estadual de Saúde) e o pastor Everaldo. No entanto, após determinação do desmembramento do processo pela relatora, ministra Nancy Andrighi, apenas as investigações contra os quatro desembargadores, detentores de foro por prerrogativa de função, continuaram no STJ.

Durante a sessão desta quarta-feira, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo fez sustentação oral na qual destacou o papel do desembargador Marcos Pinto da Cruz como chefe da organização criminosa instalada no TRT1. Segundo as investigações, ele ofereceu propina a Edmar Santos, e a Wilson Witzel para participar de um esquema que visava incluir no Plano Especial de Execução da Justiça do Trabalho organizações sociais (OSs) que prestavam serviços de saúde para o Rio de Janeiro.

O intuito do desembargador, conforme apurado pelos investigadores, era conseguir que o estado fluminense pagasse os valores devidos às OSs por meio de depósitos em contas judiciais. Essas contas foram abertas após a inclusão das organizações em planos especiais de execução – providência esta que foi tomada somente após o pagamento de vantagens indevidas a desembargadores do Trabalho. De acordo com a denúncia, o grupo agia de forma coordenada, inclusive com divisão formal de tarefas, o que caracteriza a existência de uma organização criminosa. Todos os crimes cometidos estão relacionados à inclusão de empresas no Plano Especial de Execução da Justiça do Trabalho.

No voto, a relatora, Nancy Andrighi, rejeitou todas as questões preliminares suscitadas pelas defesas e reiterou estar presente a justa causa para a instauração da ação penal proposta pelo MPF, dada a existência de elementos de prova da materialidade das infrações e os indícios suficientes da autoria dos envolvidos. A ministra refutou ainda a tese segundo a qual as acusações feitas pelo MPF seriam fundadas unicamente em colaboração premiada.

“Os pujantes indícios colacionados pelo Ministério Público na exordial acusatória revelam, ao contrário do alegado pela defesa, que não houve o embasamento em prova única – colaboração premiada – para deflagrar-se a ação penal. Em verdade, há uma profusão de elementos probatórios, dados concretos e absolutamente independentes da colaboração premiada, com inúmeros elementos de informação, tais como depoimentos compartilhados, relatório de inteligência financeira, além de outros documentos”, enfatizou.

Ao rebater o argumento lançado pela defesa de Antônio Carlos de Azevedo Rodrigues – de que a denúncia deveria ser considerada inepta por falta de detalhamento de todas as circunstâncias –, Andrighi citou trecho da peça acusatória do MPF. Segundo ela, entre agosto de 2018 e março de 2019, Marcos Pinto da Cruz e Antônio Carlos de Azevedo Rodrigues, em função dos cargos de desembargadores, e Fernando Antônio Zorzenon da Silva, em razão do cargo de desembargador e então presidente do TRT1, auxiliados por outras pessoas, de modo consciente e voluntário, por 16 vezes aceitaram promessa e efetivamente receberam vantagem indevida correspondente ao valor total de R$ 1,22 milhão pago por representantes de empresas de transportes públicos. O objetivo era a inclusão dessas sociedades no plano especial da Justiça trabalhista.

Plano especial – Provas obtidas pelo MPF demonstram ainda que o complexo esquema de corrupção no TRT1 funcionava desde 2017. As operações fraudulentas apontam que os desembargadores aceitaram por dezenas de vezes, em oportunidades distintas, vantagens indevidas para incluir empresas no plano especial de execução da Justiça trabalhista. Além das organizações sociais, o esquema beneficiou construtoras, consórcio de transporte, empresas de tecnologia, entre outras. O acervo de provas reunidas pelas operações Placebo, Tris in Idem e Favorito contém, entre outros indícios, comprovantes de depósitos e saques, mensagens de celular e relatos de colaboradores e de testemunhas.

Réus na APN 989 e respectivos crimes imputados

Marcos Pinto da Cruz (desembargador do TRT1)
Corrupção ativa, peculato majorado, corrupção passiva majorada, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Antônio Carlos de Azevedo Rodrigues (desembargador do TRT1)
Corrupção passiva majorada, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Fernando Antônio Zorzenon (desembargador do TRT1)
Corrupção passiva majorada, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e organização criminosa.

José da Fonseca Martins Júnior (desembargador do TRT1)
Peculato majorado, corrupção passiva majorada, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Secretaria de Comunicação Social
Procuradoria-Geral da República