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Avenida Marques Henrique será mão única a partir de 8 de março em Vilhena, entenda mudança

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Engenheiro de trânsito da Semtran explica alteração, que visa acelerar fluxo e diminuir concentração de veículos na via

A avenida Marques Henrique no Centro de Vilhena, no trecho entre as avenidas Marechal Rondon e Beira Rio, será mão única no sentido Norte – Sul, ou seja, Centro – Unir, a partir de 8 de março. Além disso, entre as avenidas Major Amarante e José do Patrocínio a avenida será preferencial. A mudança visa diminuir a quantidade de veículos na avenida, facilitar o deslocamento dos condutores na avenida, reduzir os acidentes causados pelo congestionamento e diminuir os entraves no semáforo da avenida Major Amarante. Fruto de estudo dos engenheiros de trânsito da Secretaria Municipal de Trânsito (Semtran), a medida será implementada com sinalização e campanha de orientação aos condutores.

“A trafegabilidade desta importante via tem atingido seu ponto de saturação na região de ligação entre as avenidas Major Amarante e Marechal Rondon, causando eventualmente congestionamentos. Por isso, optamos por reduzir o fluxo de veículos na avenida com essa medida, garantindo melhor fluidez e reduzindo pontos de conflito ou entraves”, explica Rogério Dias, engenheiro de trânsito e secretário municipal de Trânsito.

A Semtran enfatiza que a avenida será preferencial em boa parte de seu trecho, para evitar acidentes nos cruzamentos das avenidas transversais, mas os cuidados continuarão sendo necessários. A maioria das colisões acontece por causa de desatenção, imprudência ou imperícia nos pontos de encontro das vias, portanto, os especialistas recomendam atenção a todos os motoristas para evitar acidentes em toda a cidade, com precaução extra nas esquinas.

EXEMPLOS DE DESLOCAMENTOS – Aqueles que precisarem ir da Unir para o outro lado da BR-364, por exemplo, agora poderão descer a avenida Marques Henrique até a avenida Beira Rio, virar à esquerda e em seguida subir à direita na rua Presidente Médici, acessando posteriormente a avenida Marechal Rondon e então entrando no trevo da rodovia.

Os condutores que moram nos bairros Jardim Social, Cidade Nova ou Jardim Universitário e desejam acessar a Fimca, por exemplo, poderão utilizar a avenida Marques Henrique, convergir à direita na avenida Beira Rio, subir na rua Getúlio Vargas e então acessar a avenida José do Patrocínio, virando à esquerda e descendo então pela avenida Marques Henrique até a faculdade.

Mais informações podem ser conseguidas pelo WhatsApp da Prefeitura de Vilhena, 3919-7081.

Semcom

Atendimento a pessoas com transtornos mentais por uso de álcool e drogas aumenta 12% no SUS

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Registros são mais recorrentes entre homens e mais prevalentes na faixa etária de 25 a 29 anos
Ouso abusivo e a dependência em substâncias químicas é um problema global. No Brasil, em 2021, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 400,3 mil atendimentos a pessoas com transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de drogas e álcool. O número mostra um aumento de 12% em relação a 2020, ano com 356 mil registros. Neste domingo (20), no Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcolismo, o Ministério da Saúde traz um alerta para a saúde pública no País.

O SUS garante o atendimento e acompanhamento para quem tem qualquer tipo de dependência química. A Atenção Primária à Saúde (APS) é a porta de entrada e tem papel fundamental na abordagem desses pacientes. A rede também conta com centros especializados nesse tipo de atendimento, como o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

Quanto à faixa etária, o maior número de atendimentos fica entre aqueles que têm entre 25 e 29 anos, que somaram 303,7 mil registros em 2021, seguidos da faixa de 10 a 24 anos (49,4 mil) e, posteriormente, daqueles com 60 ou mais (38,4 mil). Em todos os cenários, o número de atendimentos de pacientes do sexo masculino é maior que o feminino.

Entre os atendimentos realizados, o uso abusivo do álcool foi o mais recorrente, chegando a 159,6 mil, em todos os níveis de atenção, no ano passado, e 125 mil em 2020. Em seguida, vêm os transtornos mentais e comportamentais por uso de cocaína (31,9 mil) e fumo (18,8 mil). Opiáceos, canabióides, sedativos e hipnóticos, alucinógenos, solventes voláteis e estimulantes (incluindo a cafeína) também fazem parte do levantamento, com números menores de registros. Por fim, o uso de múltiplas drogas e de outras substâncias psicoativas não listadas individualmente somam 151,3 mil atendimentos.

Segundo o departamento de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, o número de atendimentos em 2020 pode estar relacionado à diminuição da procura pelos serviços de saúde em geral, por conta da pandemia da Covid-19, mas nem por isso a preocupação é menor.

“É importante lembrar que esses números não são suficientes para retratar o problema da dependência química no País, tendo em vista que estamos falando especificamente da quantidade de atendimentos e não do total de pessoas dependentes”, explica o coordenador-geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, Rafael Bernardon. “Além disso, muitas pessoas com transtornos decorrentes do uso dessas substâncias não procuram os serviços de saúde por fatores diversos, como o estigma e a falta de informação”, pontua.

Confira abaixo a entrevista com o coordenador-geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Rafael Bernardon:

O que é dependência química?
Ela é definida pela 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da Organização Mundial da Saúde (OMS), como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância. A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (como o fumo, o álcool ou a cocaína), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.

O que causa a dependência em álcool e em outras drogas?
Trata-se de uma questão complexa e multifatorial. A dependência a uma ou mais substâncias costuma estar associada a uma somatória de diferentes fatores de riscos com fatores biológicos, comportamentais e biopsicossociais. Ou seja, pode ter influência desde genética até do meio externo.

Que caminho o dependente químico deve percorrer no SUS para diagnosticar e tratar a doença?
A Atenção Primária à Saúde (APS) é a porta de entrada para o cuidado e desempenha papel fundamental na abordagem dos transtornos por uso de substâncias (TUS). Além da capilaridade, já que a APS está presente em todos os municípios brasileiros, é o nível de atenção que conhece a população, o território e os determinantes sociais que interferem nas mudanças comportamentais, dispondo, assim, de melhores condições para apoiar o cuidado na cessação do uso da substância. Diferentes níveis de complexidade compõem o cuidado e a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), podendo ser necessário o encaminhamento para a atenção especializada. Preferencialmente, o paciente será direcionado para um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS-AD). Se estabelecimentos desse tipo não estiverem disponíveis, ele deverá ser referenciado para o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), que trata outros transtornos mentais além da dependência química, ou CAPS IJ (voltado para adolescentes) – a depender da idade. Em breve, vamos lançar a Linha de Cuidado em Álcool e Drogas, que vai auxiliar o usuário a visualizar e entender melhor esse fluxo. De antemão, convido as pessoas que têm qualquer tipo de problema com álcool e outras drogas a buscar o SUS.

Como tratar a dependência?
Essa é uma preocupação constante, de ação permanente, dentro do Ministério da Saúde. Os CAPS AD, especializados em transtornos pelo uso de álcool e outras drogas, oferecem atendimento a todas faixas etárias. São serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituídos por equipe multiprofissional e que atuam sob a ótica interdisciplinar, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial. Ressalto a Política Nacional sobre Drogas e a Política Nacional de Saúde Mental, que reforçam a importância da prevenção, do tratamento, do acolhimento, da recuperação e reinserção social. Elas buscam garantir o direito à assistência intersetorial, interdisciplinar e transversal para as pessoas com problemas decorrentes do uso indevido ou da dependência do álcool e de outras drogas, nos diferentes níveis de complexidade, com incentivo à promoção da abstinência.

Quais são as formas mais eficazes para prevenir e para combater o uso abusivo de álcool e drogas?
Conforme apontado na Política Nacional sobre Drogas, por se tratar de uma situação complexa e multifatorial, não há uma resposta única. As estratégias envolvem, principalmente, ações de redução da demanda: prevenção, promoção e manutenção da abstinência, promoção à saúde, cuidado, tratamento, acolhimento, apoio, mútua ajuda, suporte social, redução dos riscos e danos sociais e à saúde e reinserção social. Para além do âmbito da saúde, também destaco a redução da oferta, como ações de segurança pública, de defesa, de inteligência, de regulação de substâncias precursoras, de substâncias controladas e de drogas lícitas, além de repressão da produção não autorizada, de combate ao tráfico de drogas, à lavagem de dinheiro e crimes conexos. Inclusive, um dos meios utilizados nessas ações é a recuperação de ativos que financiam atividades do Poder Público nas frentes de redução de oferta e demanda.

Saiba mais sobre a assistência psicossocial disponível no SUS aqui:

Os dados citados foram extraídos do Sistema de Informação Ambulatorial (SIA), do Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (Sisab) e do Sistema de Informação Hospitalar (SIH), e não tratam de dados epidemiológicos sobre a prevalência de casos de dependência química, e sim de atendimentos no SUS

Errata: essa matéria foi atualizada com a informação de 12% de aumento nos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Laísa Queiroz
Ministério da Saúde

Polícia Federal deflagra operação de combate ao abuso sexual envolvendo criança ou adolescente

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Operação cumpre 3 Mandados de Busca e Apreensão, em Porto Velho.

 A Polícia Federal deflagrou de forma conjunta nesta manhã (22/2) as denominadas Operações Collector e Camaleon, para o combate ao abuso sexual envolvendo criança ou adolescente.

Em razão das investigações realizadas pela Polícia Federal, a 3ª Vara da Justiça Federal de Porto Velho/RO expediu três mandados de busca e apreensão, para cumprimento nessa capital, visando a apreensão de materiais que indiciem a prática dos crimes.

No curso dos inquéritos policiais, restou demonstrado que os investigados compartilhavam pela rede mundial de computadores ou mantinham armazenados em dispositivos eletrônicos imagens e vídeos contendo pornografia infanto-juvenil.

As investigações demonstraram que foram inúmeros e incontáveis atos de compartilhamento de arquivos de cunho sexual ao longo dos anos de 2020 e 2021.

 

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

Fevereiro Laranja alerta para o combate à leucemia

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Em alusão ao Fevereiro Laranja, mês de conscientização e enfrentamento da leucemia, o Ministério da Saúde reforça a importância do diagnóstico precoce para combater a doença. Conhecida como câncer no sangue, a leucemia tem como principal característica o acúmulo de células doentes na medula óssea, que substituem as células normais.

No Brasil, de acordo com estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o número de casos novos da doença estimados para cada ano do triênio 2020-2022 é de 5.920 casos em homens e de 4.890 em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 5,67 casos novos a cada 100 mil homens e 4,56 para cada 100 mil mulheres.

Ainda segundo o instituto, em 2019, ocorreram 7.370 óbitos por leucemia no Brasil. A taxa bruta de mortalidade entre os homens foi de 3,98/100 mil homens (4.014 óbitos) e entre as mulheres foi de 3,24/100 mil mulheres (3.356 óbitos).

Diagnóstico e tratamento
O principal exame de sangue para suspeita inicial do diagnóstico de leucemia é o hemograma. A detecção precoce desse câncer é o ponto fundamental para identificar a doença em fases mais iniciais e obter maior chance de sucesso no tratamento.

Nas leucemias agudas, o processo envolve quimioterapia , controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou tratamento da infiltração no Sistema Nervoso Central (cérebro e medula espinhal). Para alguns casos de leucemia, é indicado o transplante de medula óssea.

Importante lembrar que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para leucemia em todas as unidades da Federação. Os pacientes são cadastrados no Sistema Estadual de Regulação (SER) para tratamento oncológico. O SER então regula e direciona o paciente para consulta em hematologia ou solicita internação em um dos hospitais que dispõem de onco-hematologia.

Doação de medula óssea
O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento proposto para formas específicas de leucemias e linfomas, e consiste na ação de um protocolo de quimioterapia intensivo e a substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais, com o objetivo de reconstituir uma medula saudável. Por isso, é importante que os doadores mantenham dos dados atualizados no Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).

O transplante pode ser autogênico/autólogo, quando as células tronco da medula óssea são obtidas do próprio paciente, ou alogênico, quando a medula é de um doador aparentado ou não. O procedimento também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

Por meio de testes específicos de compatibilidade são analisadas amostras do sangue do receptor e do doador, a fim de evitar processos de rejeição da medula pelo receptor, bem como outras complicações como a agressão de células do doador contra órgãos do receptor. A partir disso, o doador é submetido a um procedimento feito em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São feitas múltiplas punções nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. A retirada não causa qualquer comprometimento à saúde e os riscos para o doador são mínimos. Em poucas semanas, a medula óssea estará inteiramente recuperada.

Em algumas situações clínicas, o doador pode ser submetido ao processo de coleta de células progenitoras (tronco) por uso de substância que estimula a produção e a coleta por meio de procedimentos de filtração do sangue periférico por sessões de aférese, sem ser necessária a coleta direto na medula óssea em centro cirúrgico.

Tipos
Existem mais de 12 tipos de leucemias, sendo quatro consideradas mais recorrentes: a leucemia mieloide aguda (LMA); leucemia mieloide crônica (LMC); leucemia linfocítica aguda (LLA) e leucemia linfocítica crônica (LLC). Importante ressaltar, que o tipo de leucemia depende do tipo de célula sanguínea que se torna cancerosa. Além disso, o que vai caracterizar se a doença é aguda ou crônica é a rapidez com que ela cresce.

A leucemia ocorre mais frequentemente em adultos com mais de 55 anos, mas também é o câncer mais comum em crianças menores de 15 anos, de acordo com Inca. Em 2021, o instituto lançou duas publicações que tratam de informações importantes referentes à exposição e fatores de risco ambientais relacionados à incidência da doença.

 

Saiba mais sobre o assunto na página do Inca

Evely Leão
Ministério da Saúde

Equipes de saúde coletaram 197 amostras no drive-thru de testes rápidos para covid-9 em Colorado do Oeste

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O município de Colorado do Oeste recebeu na sexta-feira (18) a ação de testes rápidos em massa, para prevenção e combate à propagação do coronavírus. A testagem aconteceu no formato drive thru, onde cidadãos da cidade e região foram submetidos ao teste sem precisar sair do veículo. No total, 197 amostras foram colhidas, desse total 42 pessoas estavam com covid-19.

A ação do Governo de Rondônia, em Colorado do Oeste foi destacada pela população. “É muito bom para a população que ainda vive essa preocupação. O Governo deve continuar com esse trabalho que vem desenvolvendo para que as pessoas possam fazer o teste e saber se está ou não com a covid-19. Nosso Estado merece esse tipo de ação”, disse a autônoma Gisele Queiroz.

“Essas ações fazem parte do pacote de medidas adotadas pelo Executivo Estadual para prevenção e combate do coronavírus. A iniciativa visa diminuir o contágio da doença no Estado”, ressalta o titular da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Fernando Máximo.

Testagem em massa para covid-19 em Cerejeiras atende 338 pessoas ; 62 exames deram positivos

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O Governo de Rondônia em parceria com a prefeitura de Cerejeiras, realizaram na sexta-feira (18) mais uma ação de enfrentamento à covid-19. Foram 338 testes rápidos realizados e 62 deram positivos para o vírus, uma porcentagem de 18,34% de positividade na região.

O governador Marcos Rocha destacou a necessidade de realizar a testagem no Estado. “Nosso objetivo é proteger a população de sintomas mais graves do coronavírus. Com a testagem em massa conseguimos detectar de forma precoce a doença e evitar consequentemente que o paciente contamine mais pessoas”, afirma.

Maria Vitória, de 30 anos, moradora da região ressalta a importância da ação. ”Isso oferece mais acesso para nós do município, muito rápido e prático; me submeti ao teste por prevenção e o resultado deu negativo”.

A ação faz parte do pacote de medidas adotadas pelo Governo do Estado para combate e prevenção da covid-19.

Finalizado processo de escolha da instituição responsável pelo concurso da Segurança Pública de Rondônia

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O Governo de Rondônia finalizou o processo de licitação da banca organizadora que será responsável pela realização do concurso da Polícia Militar (PM), Policia Civil (PC), Corpo de Bombeiros Militar (CBMRO) e Polícia Técnico-Cientifica do Estado de Rondônia (Politec). A instituição escolhida foi o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

O próximo passo será a realização do edital, sob a supervisão da Comissão do Concurso, nomeada pelo Governo do Estado. O certame contemplará 407 vagas divididas entre as forças e os candidatos que vão concorrer devem ter nível superior.

Para o gestor da Secretario de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), José Hélio Cysneiros Pachá, o concurso vem em um bom momento. “A realização desse concurso vem ao encontro dos anseios de nossas polícias e Corpo de Bombeiro Militar, os quais já algum tempo não recebiam investimentos em novos efetivos. Esperamos com isso, poder melhorar ainda mais a qualidade dos serviços prestados por nossas forças estaduais de segurança à população”.

MEC realiza 1º Seminário Nacional de Boas Práticas do Pecim

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Prédio do Ministério da Educação
O evento acontecerá nos dias 22 e 23 de fevereiro, das 14h às 18h, pelo canal do MEC no YouTube

O Ministério da Educação (MEC) promoverá, por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), com o apoio do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) – Organização Social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o 1º Seminário Nacional de Boas Práticas do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim). O seminário será realizado nos dias 22 e 23 de fevereiro, das 14h às 18h, e transmitido pelo canal do MEC no YouTube por meio do linkhttps://youtube.com/c/ministeriodaeducacao_MEC.

O evento terá a presença de representantes das secretarias de educação dos entes federados que aderiram ao Pecim 2022, de diretores, coordenadores pedagógicos, coordenadores regionais, oficiais de gestão escolar, oficiais de gestão educacional e de dois monitores das forças armadas e das forças de segurança pública das Escolas Cívico-Militares dos anos 2020 e 2021.

Com o objetivo de difundir a sistematização da metodologia de boas práticas do Pecim, o seminário pretende induzir e estimular a aplicação da sua metodologia, com os ajustes e aperfeiçoamentos necessários às características regionais próprias dos entes federados.

Durante a programação haverá um debate a respeito das boas práticas educacionais que poderão contribuir para a melhoria da gestão e do ambiente escolar. “O objetivo e o foco de todas essas ações devem convergir para o aprimoramento do aprendizado e do desempenho dos estudantes, que é a razão de ser do Pecim.”, destaca o diretor de Políticas para Escolas Cívico-Militares do MEC, Gilson Passos.

O seminário será transmitido pelo canal do MEC no YouTube.

Sobre o Pecim

O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) é uma iniciativa do MEC, em parceria com o Ministério da Defesa, que apresenta um conceito de gestão nas áreas educacional, didático-pedagógica e administrativa, com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares. Foi estabelecido por meio do Decreto nº 10.004, de 5 de setembro de 2019, e recomenda como um de seus princípios a indução de boas práticas para a melhoria da qualidade do ensino público.

 

 

Assessoria de comunicação do MEC com informações da SEB

Governo Federal lança campanha educativa para Carnaval 2022

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A campanha que antecede a Operação Carnaval 2022 pretende conscientizar os usuários sobre a responsabilidade no trânsito durante o feriado da folia carnavalesca.
A campanha da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para o Carnaval 2022 destaca a importância de cumprir as leis para garantir um trânsito seguro. Muitos estados e municípios optaram por não promover festas durante o período em 2022, mas em sua campanha educativa, a PRF destaca que independente de ter ou não carnaval, quem bebe e dirige coloca em risco sua própria segurança e também a dos passageiros e a de terceiros.

Assista ao vídeo aqui.

Operação Carnaval 2022

A Operação Carnaval da PRF é parte integrante da Operação Rodovida 2021/2022 e será executada em todo o Brasil com o objetivo de promover a segurança viária nos deslocamentos dos usuários pelas rodovias federais. A Operação Carnaval irá ocorrer a partir do dia 25 de Fevereiro até às 23h59 do dia 02 de Março. Para fins de comparação serão utilizados dados de 12/02/2021 a 17/02/2021.

A fiscalização e o policiamento nas rodovias serão intensificados com o aumento das rondas ostensivas e com o posicionamento das equipes em locais estratégicos. Os policiais se revezarão ao longo das rodovias federais nos trechos mais movimentados e também nos considerados críticos pelo alto índice de acidentes ou pelo elevado número de infrações de trânsito.

Um dos principais focos será o combate à mistura álcool e direção, uma das maiores causas de acidentes de trânsito com vítimas gravemente feridas. As equipes da PRF estarão equipadas com etilômetros, equipamentos utilizados para medir a concentração de álcool no organismo através da análise do ar expelido pelos pulmões.

Balanço Final

O Balanço final da Operação Carnaval 2022 será divulgado na tarde de quinta-feira (03 de Março), por meio do portal PRF.

Lei Seca X Estatísticas 

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece limite zero para o consumo de álcool pelos motoristas e impõe penalidades severas para quem infringe a norma. Mas apesar do rigor da Lei Seca, não é difícil flagrar nas rodovias federais do país, motoristas que bebem antes de dirigir durante o carnaval. Dados da PRF mostram que, em 2019, foram registrados 126 acidentes por esse motivo nos seis dias de folia por todo o Brasil. Em 2020 o registro foi de 141. Também em 2019 a PRF conseguiu retirar das rodovias federais 2.068 infratores que dirigiam embriagados ou que se recusaram a fazer o teste de etilômetro. Em 2020 esse número subiu para 3.398.

Por se tratar de um ano atípico, os números registrados em 2021 não são ideais para fins estatísticos de comparação com os anos anteriores, tendo em vista o cancelamento do carnaval por conta da crise sanitária da Covid-19. Por esse motivo, o número durante o período carnavalesco de acidentes causados por motoristas que dirigiram após o consumo de álcool, reduziu para 89. Em relação aos infratores flagrados dirigindo embriagados ou que se recusaram a fazer o teste de etilômetro, o registro foi de 880 ocorrências.

A PRF segue com sua missão de proteger vidas, se empenhando no combate à embriaguez ao volante, com ações educativas e fiscalização eficiente. Dirigir sob o efeito do álcool reduz a capacidade de reação do motorista, colocando em risco a segurança de todos os usuários das rodovias. É preciso que toda a sociedade se conscientize de que beber e dirigir são atividades incompatíveis.

Crime x Infração

O artigo 165 do CTB define como gravíssima a infração de dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência. Nesse caso, o motorista é multado em R$ 2.934,70, valor que dobra, caso o infrator seja flagrado novamente no período de um ano. Além disso seu direito de dirigir fica suspenso por 12 meses. Vale destacar que a simples recusa em submeter-se ao teste de etilômetro oferecido pelo policial ocasiona a mesma penalidade do artigo citado.

No entanto, o CTB também estabelece que se o etilômetro acusar o consumo de um nível muito elevado de álcool pelo motorista (0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar) ou se forem verificados sinais de embriaguez pelo policial, ele responde por crime de trânsito. Diante dessa situação, o motorista é imediatamente conduzido à delegacia e pode sofrer a pena de detenção – seis meses a três anos – multa e suspensão ou proibição de se obter a habilitação para dirigir.

Plano Global para redução de acidentes

As ações da PRF incluídas na Operação Carnaval 2022 convergem para os propósitos da “Década de Acão pela Segurança no Trânsito 2021 – 2030”, plano da Organização Mundial da Saúde (OMS), cujo objetivo é, mediante ações preventivas, reduzir em até 50% o número de mortes e lesões no trânsito até 2030.

Ainda que boa parte seja evitável, os acidentes de trânsito seguem como um dos principais causadores de óbitos em todo o mundo. Daí a necessidade de estabelecer diretrizes bem definidas para mudança consistente do cenário e, para tanto, a PRF se mostra como parte interessada e comprometida com a missão.

Historicamente, a PRF tem dado contribuição substancial para alcançar as metas estipuladas pela OMS. Tal fato está demonstrado detalhadamente e documentado no Atlas da Década de Ações para a Segurança Viária, que demonstra os resultados das ações adotadas pela PRF nas rodovias federais brasileiras, entre os anos de 2011 a 2020, período referente à primeira ‘Década de Ações para a Segurança no Trânsito’.

Durante este período, a atuação da PRF contribuiu para a redução de 39% no número de mortes nas rodovias e estradas nacionais. Um resultado expressivo que pode e deve ser melhorado.

Orientações para quem vai pegar a estrada:

  • Antes de viajar, o proprietário do veículo deve verificar as condições do carro. A manutenção deve estar em dia, em especial em relação aos itens de segurança como sistema de freios, pneus e sistemas de iluminação e sinalização.
  • A viagem deve ser planejada de modo que o condutor não dirija por mais de quatro horas ininterruptas. Ele deve estar descansado e em condições físicas e psicológicas para conduzir o veículo. Deve haver planejamento para abastecimento e alimentação também.
  • O veículo só pode levar até a capacidade máxima de passageiros permitida pelo manual. Todos os ocupantes devem usar o cinto de segurança ou em caso de crianças, o sistema de retenção equivalente.
  • As bagagens devem ser levadas em compartimento próprio, para evitar lesões em caso de envolvimento em acidentes. Se forem levadas em compartimento de passageiros, elas podem se deslocar e machucar os ocupantes do carro.
  • Os motoristas devem respeitar a sinalização, a velocidade máxima estabelecida para a via e, em relação às ultrapassagens, devem realizar a manobra somente em locais permitidos e quando houver tempo e distância para concluir a manobra sem colocar o trânsito em risco. Ressalta-se que ultrapassagens mal realizadas são responsáveis por um terço das mortes em rodovias federais.
  • Em caso de chuva, a velocidade deve ser reduzida, os faróis devem permanecer acesos e a distância de segurança entre os veículos deve aumentar.

No caso de emergência em rodovias federais, ligue 191.

Com informações da Polícia Rodoviária Federal

Imagens de satélite apoiam ação da Defesa Civil Nacional em Petrópolis

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Material produzido por 17 agências espaciais possibilita identificar áreas afetadas, fazer contagem de casas atingidas e comparar situação dos locais antes e após o desastre

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e da Defesa Civil Nacional, está utilizando imagens de satélites em alta resolução como uma das fontes de informações para os trabalhos de apoio à população e resgate de vítimas das fortes chuvas que atingiram a cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro.

As imagens são produzidas a partir de um mecanismo de cooperação global que possibilita o fornecimento gratuito de imagens de geoprocessamento elaboradas pelo International Charter Space and Major Disasters. No total, 131 países utilizam as imagens, que são produzidas por 17 agências espaciais com base em informações de 61 satélites.

“Essas imagens orientam nossas ações. A partir delas, sabemos onde atuar com prioridade, identificamos áreas e acessos afetados e melhoramos a avaliação do tamanho e dos danos do desastre”, explica o diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), Armin Braun. “Dessa forma, conseguimos atuar de maneira mais proativa no restabelecimento e recuperação de áreas afetadas”, completa.

No caso de Petrópolis, já foi produzido, com base nas imagens dos satélites, um mapa das áreas onde houve deslizamentos de terra, inundações, enxurradas e fluxo de detritos. Também serão feitas imagens com comparativos de antes e depois do desastre e com contagem de casos. “São dados muito importantes. Além de ajudar muito nas buscas, permitem que tenhamos algumas informações com mais facilidades, como o número de casas afetadas, por exemplo”, explica Braun.

A utilização do International Charter Space and Major Disasters no Brasil ocorre em parceria entre a Defesa Civil Nacional, por meio do Cenad, e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Para elaboração das imagens de Petrópolis, houve apoio da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).

Apoio nas ações

Desde a manhã de quarta-feira (16), uma equipe da Defesa Civil Nacional está em Petrópolis para dar assistência à população e apoiar o município nas solicitações de recursos. Na quinta-feira (17), o MDR reconheceu o estado de calamidade pública na cidade fluminense e liberou o primeiro repasse de recursos, de R$ 2,33 milhões, que serão usados em assistência humanitária e no início da limpeza urbana.

O Governo Federal também anunciou que terá em caixa cerca de R$ 2 bilhões para auxiliar municípios de todo o país atingidos por desastres naturais. A liberação ocorrerá à medida que as demandas forem sendo apresentadas pelos gestores locais. Os recursos são provenientes de quatro medidas provisórias, três das quais já publicadas, que autorizam crédito extraordinário aos ministérios do Desenvolvimento Regional, da Cidadania e da Infraestrutura.

A Defesa Civil Nacional instalou um posto de comando unificado no Colégio Estadual Dom Pedro ll, no centro de Petrópolis, para intensificar as ações de apoio ao município. O local vai concentrar o trabalho das três esferas de Governo. “O posto cria condições para uma gestão integrada, com todos os atores municipais, estaduais e federais”, observa o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas.

Com informações do Ministério do Desenvolvimento Regional