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Ministério da Justiça autoriza uso Força Nacional em Rondônia

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O Ministério da Justiça autorizou o uso da Força Nacional de Segurança Pública em apoio ao Estado de Rondônia e aos órgãos de segurança pública. A sede da operação será em Porto Velho.

A portaria nº 235 foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (15) e tem validade por 90 dias, podendo ser prorrogada pelo mesmo período.

Os agentes serão utilizados em “caráter episódico e planejado, nas ações de policiamento ostensivo, polícia judiciária e perícia forense, nas atividades e nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”.

O Governo de Rondônia ainda não informou em quais ações a Força Nacional será empregada.

Fonte:G1/RO

COMBATE A INVASORES: Ministério da Justiça oficialmente inicia a ação conjunta denominada Operação Rondônia

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Em entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (15), no Ministério da Justiça e Segurança Pública, o secretário de Operações Integradas do órgão, Alfredo Carrijo e o governador de Rondônia, Marcos Rocha explanaram as atividades da Força Nacional, no combate a invasões de terras por grupos armados no Estado.

O secretário Carrijo pontuou que nestes dois meses, o governador Marcos Rocha e as áreas de Segurança Pública estadual encaminharam levantamentos dos crimes que têm sido cometidos em propriedades rurais. No período foi solicitado que o Ministério organizasse ações no combate aos atos criminosos que, inclusive resultaram em morte de agentes de segurança pública.

Alfredo Carrijo explicou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Justiça, Anderson Torres, demandaram o planejamento de ações, pois há indícios de crimes ambientais, roubo de gado, extorsão, entre outros. “Deixaremos um recado claro a esses criminosos, a paz no campo será mantida e crimes serão punidos”, acrescentou.

O histórico das reuniões junto aos órgãos federais foi informado à imprensa, pelo governador Marcos Rocha, que agradeceu ao presidente Bolsonaro, o pronto atendimento às demandas. “Nossos produtores têm sofrido bastante com estes homicídios, roubos e crimes das mais variadas tipificações”, disse.

Segundo Marcos Rocha, mesmo com o intenso trabalho das polícias estaduais, achou por bem solicitar a Força Nacional, que hoje estão iniciando as ações.

O secretário José Helio Pachá ressaltou que a primeira reunião como toda a equipe da Segurança Pública ocorreu no dia 28 de abril, onde inclusive foi demonstrado em vídeo a atividade criminosa que vem ocorrendo na área rural rondoniense. “Tivemos neste último final de semana a prisão de vários líderes destes grupos e o apoio inicial dos efetivos federais”, completou.

Pachá agradeceu o apoio do Ministério da Justiça, principalmente porque hoje (15) se inicia a etapa completa de ações contra estes crimes aos produtores rurais.

APOIO

Após a reunião, o governador Marcos Rocha foi recepcionado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, que reafirmou o empenho de sua pasta no restabelecimento da paz e o fim dos conflitos em Rondônia. Torres anunciou que as questões que envolvem a regularização fundiária são preocupações do órgão, porém crimes como estão ocorrendo precisam parar imediatamente. “Não vamos tolerar esses crimes que estão acontecendo em Rondônia, em especial contra a vida, a propriedade e o meio ambiente”, finalizou.

Nesta semana ainda o efetivo da Força Nacional, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF) e outros agentes que apoiarão os trabalhos, já estarão em Rondônia para iniciar as ações nas localidades que foram invadidas pela denominada Liga Camponesa dos Pobres.

A Força Nacional de Segurança Pública dará apoio à Polícia Militar de Rondônia nas ações de policiamento ostensivo e auxílio à Polícia Civil na força-tarefa de análise de inquéritos relacionados ao crime organizado na região. A Portaria nº 235/2021 foi publicada no Diário Oficial da União e a ação terá duração de até 90 dias.

O secretário-chefe da Casa Militar de Rondônia, coronel Valdemir Carlos de Góes, também esteve presente na reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública.

Campanha de vacinação contra a gripe segue até 9 de julho; menos de 20% do público-alvo foi imunizado em Rondônia

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O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), inicia a terceira fase do Plano Nacional de Imunização (PNI) da vacinação contra a gripe influenza (H1N1), em Rondônia, onde se enquadram todos os grupos prioritários. A campanha contra a H1N1 iniciou no dia 12 abril e segue até 9 de julho. Até o momento, segundo dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI Covid) apenas 16,9% do público alvo do Estado foi vacinado, contabilizando 98.995 doses aplicadas. A meta é atingir 578,750 em Rondônia.

Segundo a técnica da Rede de Frio Estadual, Eliza Ferraz, cerca de 34,4% das gestantes se vacinaram e lideram o ranking dos prioritários imunizados, mesmo assim, o número correspondente ainda é baixo. “Infelizmente este ano atípico como o ano passado está fraca a adesão, pois naturalmente as pessoas estão com foco na vacina da covid-19, e ainda tem a questão do intervalo de no mínimo 14 dias entre as doses da vacina da covid-19 e qualquer outra vacina do programa de imunizações” explica.

Eliza, comenta que na primeira fase da campanha, como prioritários estavam, crianças de seis meses até cinco anos de idade, além dos profissionais da Saúde. Na segunda fase, ocorrida em maio, os idosos e professores foram incluídos no plano de imunização. Na terceira fase, iniciada no dia 9, os demais grupos prioritários com comorbidades são o alvo. “Todos os grupos prioritários elencados nesta campanha podem estar procurando a vacina nas unidades de saúde. Vale ficar atento quanto aos horários de funcionamento da unidade mais próxima”, orienta.

Nesse caso, podem procurar a unidade mais próxima: crianças à partir de 6 meses à 5 anos completos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos à partir de 60 anos, gestantes, puérperas (45 dias pós parto), pessoas com doenças crônicas, caminhoneiros, trabalhadores de transportes (coletivo, rodoviário e portuário), trabalhadores de força de segurança e salvamento, forças armadas, privados de liberdade e professores.

COVID-19 X H1N1

Importante lembrar que quem contraiu covid-19, deve aguardar no mínimo 14 dias após a recuperação, para que seja aplicada a dose da H1N1. O ideal é receber a dose do imunizante sem que haja qualquer sintoma, principalmente gripal. “A vacina é aplicada em pessoas saudáveis, então se houver a apresentação de algum sintoma, como febre, resfriado seria interessante que ela adiasse, pois a vacina por melhor que seja, sempre dará uma reação que pode ser leve ou não”, finaliza a enfermeira.

Preconceito à vacina CoronaVac e AztraZeneca e não retorno para a 2ª dose destacam-se nos problemas enfrentados na imunização contra a Covid-19

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Há uma quantidade enorme de pessoas que não estão retornando para a 2ª dose das vacinas AztraZeneca e CoronaVac. Infelizmente, há um público que não quer receber a imunização da vacina CoronaVac ou da AztraZeneca nos locais de vacinação. Verificamos e constatamos que pessoas aptas a receberem a vacina preferem esperar outras vacinas ou não retornam para receber a 2ª dose. Todos esses fatores tornam ainda mais lenta a imunização contra a Covid no Brasil, que ainda é de apenas 11,2% da população.

 

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Em várias localidades do Brasil está havendo rejeição das vacinas AztraZeneca e CoronaVac. Em contato com a jornalista Victoria Bacon obtivemos informação que ao chegarem nos locais de vacinação, quando é informada que as vacinas disponíveis são AztraZeneca ou CoronaVac há rejeição de pessoas aptas a receberem a vacina, o que é lamentável.

Entre fevereiro e março de 2021 houve a informação na imprensa de que a AstraZeneca pode, como efeito colateral, causar trombose e também o fato de a Anvisa (Agência Nacional de Saúde) ter solicitado ao laboratório mudanças na bula do medicamento.

Ontem, segunda-feira, 14 de junho, a Justiça de São Paulo concedeu liminar a uma senhora de 63 anos para que ela não tomasse a dose da vacina AztraZeneca por riscos iminentes à saúde, visto que ela é portadora de doença pulmonar obstrutiva crônica, com aumento em duas vezes do risco de infarto e AVC.

“Os técnicos da Secretaria de Estado da Saúde, após estudo da literatura científica e a análise de eventual ocorrência de trombose nas centenas de milhares de paulistas já vacinados com a vacina AstraZeneca (nenhuma ocorrência de trombose), concluíram que não há contraindicação à aplicação dessa vacina nas pessoas com o histórico de A.L.B”.

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Há também um grande número de pessoas que não retornaram para tomar a segunda dose. Tanto a AztraZeneca quanto a CoronaVac tem dupla dose para a imunização da Covid-19.

Em relação à CoronaVac ainda existe, infelizmente, um preconceito em relação à origem chinesa da vacina. Há pessoas que desejam ser vacinas, porém, devido a informações falsas (Fake News) sobre a CoronaVac disseminadas por grupos políticos ideológicos, preferem aguardar outras marcas da vacina contra a Covid-19, informou um colaborador do processo de imunização em Porto Velho à jornalista Victoria Bacon.

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Vale a pena esperar a chegada de alguma determinada vacina?

“Nenhuma vacina é melhor que a outra. Todas garantem proteção contra a covid-19”. (Raquel Beviláqua, secretária adjunta de Assistência à Saúde).

AstraZeneca, CoronaVac ou Pfizer BioNTech? Qual delas é melhor? Devo esperar o local de vacinação ter determinada vacina? Muito se questiona sobre a qualidade e eficácia das três vacinas que previnem a covid-19 e são aplicadas atualmente no Brasil. A Secretaria de Saúde (SES) esclarece que todas possuem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e passaram por testes de qualidade e eficácia quanto ao nível de proteção oferecido contra o novo coronavírus.

O cidadão tem que deixar esse pensamento de lado e se vacinar com a vacina que tem disponível no ponto de vacinação. Todas garantem proteção contra a covid-19; e, conforme temos observado, mês a mês, desde que a campanha de vacinação começou, tivemos uma redução significativa de internações e intubação de pacientes idosos nas UTIs. Essa queda está associada ao processo de vacinação que já contemplou todas as faixas etárias com 60 anos ou mais.”

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Segurança e eficácia

A vacina AstraZeneca/Fiocruz tem eficácia de 79% na prevenção da covid-19, em casos sintomáticos, e 100% de eficácia na prevenção de doenças graves e hospitalização. Segundo comunicado da farmacêutica AstraZeneca, a eficácia da vacina foi comprovada em todas as etnias e idades – em participantes com 65 anos ou mais, foi de 80%. Os dados reforçam os estudos clínicos anteriores, realizados em outros países e já publicados em estudos revisados por pares.

A CoronaVac, segundo estudo desenvolvido pelo Instituto Butantan (que fabrica a vacina no Brasil), mostrou eficácia global de até 62,3% quando a segunda dose é aplicada em um intervalo de até 28 dias. Os primeiros estudos revelavam eficácia de 50,38% quando a D2 era aplicada 14 dias após a D1. Além disso, a vacina chinesa tem eficácia que pode variar entre 83,7 e 100% para casos moderados, que exigem assistência médica, mas não chegam a necessitar de internação com cuidados intensivos.

A vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer produzida em parceria com o laboratório alemão BioNTech oferece mais de 95% de proteção contra a covid-19, seja pela infecção pela doença ou internação. Os resultados foram obtidos em um estudo publicado pela revista The Lancet elaborado com base em dados da campanha de vacinação em Israel – país que usou apenas o imunizante Pfizer/BioNTech.

Convencer a população jovem a se vacinar será um desafio, diz diretor da SBIm.

Renato Kfouri classifica campanha de vacinação contra a Covid-19 como ‘absolutamente inédita’.

“A vacinação de adultos como um todo já é um desafio, e contra a Covid-19 não será diferente, como já acontece nos EUA e em Israel, por exemplo”, afirmou.

Segundo Kfouri, é essencial que haja um “trabalho mais forte” de campanhas para convencimento da vacinação. “Esse é o desafio, a imunização dos grupos de risco será bem mais fácil do que o de jovens, mas com comunicação adequada será possível.”

O diretor da SBIm classificou a campanha da vacina contra a Covid-19 como “absolutamente inédita”. “São quatro vacinas, com calendários diferentes, intervalos diferentes, tem sido um desafio para todos nós, no mundo inteiro, mas a vacinação é o caminho para sairmos dessa situação.”

Ele explicou que a população brasileira está acostumada com vacinas de dose única. “Todas as vezes que convocamos, era uma dose, para gripe, sarampo, febre amarela, passava aquele dia e todo mundo se sentia protegido, existe culturalmente essa associação de que recebeu uma dose e está protegido, mas, agora, as pessoas não estão protegidas adequadamente com apenas uma dose.”

Por esse motivo, o médico reforçou a importância da imunização completa, com as duas doses. “Uma dose traz proteção parcial, que não se sustenta por muito tempo, isso gera falhas vacinais, infecções em indivíduos parcialmente imunizados, descrédito na vacinação, traz problemas desde a sensibilização da população na confiança dos imunizantes até o número de casos não baixar.”

Victoria Bacon é Jornalista em Rondônia desde 2004. Atuou como Colunista, Redatora e Apresentadora nos mais conceituados e renomados sites e jornais eletrônicos de Porto Velho. 

Fanpage: @JORNALISTAVICTORIABACON

Vilhena prioriza vacina para pacientes com mais idade e reduz em 90% a intubação de idosos

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Grupo de 50 anos ou mais representa 80% do total de mortes pela covid-19 em Rondônia

A vacinação de idosos em Vilhena reduziu em 90% a intubação de pacientes com 60 anos ou mais de janeiro a junho. Os dados são do Hospital Regional de Vilhena (HRV), que fez levantamento dos números de internação tendo como ponto de referência o dia 15 de cada mês. Com o objetivo de salvar ainda mais vidas, a Prefeitura de Vilhena faz agora a vacinação de pacientes sem comorbidades com 50 anos ou mais, faixa etária que representa 80% do total de óbitos em Rondônia, de acordo com o painel do Governo do Estado.

“Embora haja autorização da Anvisa para vacinação de adolescentes, nossa prioridade é imunizar aqueles que estão mais vulneráveis à doença. Os jovens de 5 a 17 anos em Rondônia representam 0,26% do total de óbitos, enquanto os pacientes com 50 anos ou mais representam 80,4%. É nesse público com mais idade que podemos salvar mais vidas através da vacinação. Por isso, desde que o Ministério da Saúde autorizou, no fim de maio, estamos imunizando os grupos prioritários mas também vacinando os vilhenenses por sequência decrescente de idade, com cronograma para todos na faixa dos 50 anos já liberado”, explica a secretária municipal de Saúde, Siclinda Raasch.

Os gráficos gerados pelo HRV mostram a eficácia da campanha “Vilhena Protegida”, de vacinação contra a covid-19 no município. Como era de se esperar, o número de idosos contaminados, internados e que vieram a óbito reduziu drasticamente após o início da vacinação deste público.

De janeiro a junho caiu 90% a porcentagem de pacientes com 60 anos ou mais que estão intubados na Central de Atendimento à Covid-19 de Vilhena, que antes era 80% e agora é apenas 8%. Considerando apenas os leitos de UTI, sem intubamento, a redução é de 85%, que antes era 72% e agora é 11%. Enquanto nas Enfermarias a redução foi de 100%, saindo de 56% para 0%. A média geral de participação dos idosos nos leitos de tratamento da covid-19 em Vilhena, considerando todos os tipos de leitos, foi de 88%, saindo de 64% para 7%.

“Isso mostra, sem sombra de dúvidas, que todos podem confiar em nossos profissionais de saúde, podem confiar na vacina e podem confiar na Prefeitura de Vilhena. Estamos fazendo o melhor para que tão logo seja possível, voltemos ao normal em nossas vidas, sem essa fantasma do medo da doença ou a sombra terrível da morte em tantas famílias”, garante o prefeito Eduardo Japonês.

CRONOGRAMA DE VACINAÇÃO – Veja a sequência de vacinação da Prefeitura de Vilhena e quais os próximos públicos a serem vacinados no menu “Serviços” da página inicial do site da Prefeitura, ou acessando diretamente pelo link: www.bit.ly/vacinacaovilhena

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Semcom

Associação beneficente realiza sorteio de camisa autografada pelo time do Flamengo para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade

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A campanha ‘Alvorecer dos Campeões’ é desenvolvida pela Associação Luz do Alvorecer

Com objetivo de arrecadar fundos para promover o desenvolvimento social e o fomento de mais de 500 famílias rondonienses, a Associação Luz do Alvorecer vai realizar no dia 24 de julho o sorteio de uma camisa oficial do Flamengo autografada por todos os jogadores do time.  A iniciativa acontece com o apoio de Rodolfo Landim, Presidente do Clube de Regatas do Flamengo e da embaixada do time em Rondônia.

Os interessados em participar da campanha ‘Alvorecer dos Campeões’ devem acessar o site http://promocao.luzdoalvorecer.org.br/alvorecer-dos-campeoes/ até às 23h do dia 10 de julho. Ao acessar o site, é possível escolher vários números da sorte, cada um no valor de 10 reais, que dão direito ao sorteio. O pagamento pode ser feito por meio de pix, ou por cartão de crédito, através do Mercado Pago. Outra opção disponível é a compra presencial no quiosque da Luz do Alvorecer, que está localizado no Porto Velho Shopping. 

A Associação Luz do Alvorecer, que foi fundada em março de 2020, atua com o apoio de centenas de associados e voluntários. O time de apoiadores é composto notadamente por integrantes do Poder Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas, advogados e empresários.

Segundo o Presidente do Conselho Deliberativo, o desembargador Gilberto Barbosa, “todos os recursos provenientes da campanha serão utilizados para a melhor estruturação da sede social e para custear o programa alvorecer e concretizar a missão institucional de iluminar e motivar pessoas na busca da autor realização e resgate da cidadania.”

Luz do Alvorecer:

A Associação Luz do Alvorecer é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que nasceu da iniciativa de um grupo de profissionais que acreditam na força transformadora pelo viés da educação e, com esse propósito, acolhe famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade social e econômica.

Desenvolvendo ações que promovam a qualidade de vida e a autonomia dos indivíduos, fazendo-os perceber que a luz desse novo alvorecer representa o iluminar da consciência de que a dignidade e liberdade advém do estudo, disciplina e perseverança.

A missão institucional da Luz do Alvorecer é “resgatar”, inspirar e empoderar pessoas e comunidades a se auto realizarem e construírem seu próprio alvorecer.


Taís Botelho – Produtora de Conteúdo

Rondônia tem mais de 227 mil famílias com desconto em tarifa de energia

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Famílias de baixa renda e produtores rurais são beneficiados com redução de até 65% de redução da tarifa

Cadastro atualizado é fundamental para garantir desconto

 

Um em cada três clientes da Energisa em Rondônia são beneficiados por programas sociais. É o que revela o levantamento realizado pela concessionária que considera beneficiários da tarifa social de energia, destinado a famílias de baixa renda, e tarifa rural, que subsidia iniciativas como o de irrigação para pequenos produtores. De acordo com o gerente de serviços comerciais, Sabino Maia, a quantidade de beneficiários é três vezes maior desde que a empresa assumiu a concessão no estado, no final de 2018.

“Analisando os dados, percebemos que muitas pessoas poderiam receber o desconto, porém, não conheciam o programa do governo federal. Por isso, realizamos diversas ações como mutirões de atendimento, antes da pandemia, e a divulgação de informações junto ao público mapeado como potencial”, frisou. Atualmente, mais de 227 mil famílias estão inscritas no estado que devem manter seus cadastros atualizados junto à concessionária e ao Cadastro Único para manter o benefício em vigor.

Têm direito ao desconto as famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal menor ou igual a meio salário-mínimo por pessoa, que possuem o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC), ou ainda, pessoas com doença dependentes de aparelhos que demandem consumo de energia elétrica. No estado, 100 mil famílias baixa renda estão cadastradas na Tarifa Social e o abatimento mensal na conta de luz varia de acordo com a tabela de consumo: quando menor ou igual a 30 kWh, o desconto será de 65%; de 31 a 100 kWh, a redução será de 40%; quando atingir a faixa entre 100 e 220 kWh, o desconto será de 10%.

Para se inscrever, é necessário que o cliente titular ligue no 0800 647 0120 ou compareça em uma agência da Energisa, apresentando o Número de Identificação Social (NIS) atualizado, juntamente com o documento de identificação com foto e uma conta de energia elétrica, além da folha resumo Cadastro Único emitida pelo CRAS. No caso de indígenas e quilombolas, é necessário o Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI).

Já na Tarifa Rural, o desconto varia de 10% a 40% dependendo do tipo de atividade. O cliente titular deve fazer o cadastro na Energisa, apresentando documentos que comprovem o exercício da atividade no imóvel. No caso de Agropecuária rural ou urbana é necessário registro de produtor rural expedido por órgão público, ou documento emitido por entidade representativa da agricultura. Maia ainda destaca que a Tarifa Rural também abrange residenciais no campo. “Neste caso, é preciso apresentar Carteira de Trabalho que comprove a condição de trabalhador ou aposentado rural, ou declaração emitida pelo sindicato dos trabalhadores rurais, INCRA ou entidade representativa da agricultura, ou comprovante de recebimento de benefício do INSS como trabalhador rural ou aposentado nessa condição”, explicou.  A lista com a documentação necessárias para se cadastrar no benefício está disponível no site www.energisa.com.br

Vacinas contra a Covid-19: Conheça as diferenças entre elas passo a passo!

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Para entender melhor a situação de cada uma das vacinas contra a Covid-19 que estão sendo aplicadas no Brasil, traçamos o perfil de cada uma. Levantamento junto a secretarias de Saúde aponta que 54.433.932 pessoas tomaram a primeira dose e 23.644.928 a segunda, num total de mais de 78 milhões de doses aplicadas, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa que divulga diariamente os dados de imunização no país.

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A vacina de origem chinesa é feita com o vírus inativado: ele é cultivado e multiplicado numa cultura de células e depois inativado por meio de calor ou produto químico. Ou seja, o corpo que recebe a vacina com o vírus —já inativado— começa a gerar os anticorpos necessários no combate da doença.

As células que dão início à resposta imune encontram os vírus inativados e os capturam, ativando os linfócitos, células especializadas capazes de combater microrganismos. Os linfócitos produzem anticorpos, que se ligam aos vírus para impedir que eles infectem nossas células.

A vacina de origem chinesa é feita com o vírus inativado: ele é cultivado e multiplicado numa cultura de células e depois inativado por meio de calor ou produto químico. Ou seja, o corpo que recebe a vacina com o vírus —já inativado— começa a gerar os anticorpos necessários no combate da doença.

As células que dão início à resposta imune encontram os vírus inativados e os capturam, ativando os linfócitos, células especializadas capazes de combater microrganismos. Os linfócitos produzem anticorpos, que se ligam aos vírus para impedir que eles infectem nossas células.

Oxford/AstraZeneca/Fiocruz.

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A vacina produzida pela Universidade de Oxford (Reino Unido) usa uma tecnologia conhecida como vetor viral não replicante. Por isso, utiliza um “vírus vivo”, como um adenovírus (que causa o resfriado comum), que não tem capacidade de se replicar no organismo humano ou prejudicar a saúde.

Este adenovírus também é modificado por meio de engenharia genética para passar a carregar em si as instruções para a produção de uma proteína característica do coronavírus, conhecida como espícula. Ao entrar nas células, o adenovírus faz com que elas passem a produzir essa proteína e a exiba em sua superfície, o que é detectado pelo sistema imune, que cria formas de combater o coronavírus e cria uma resposta protetora contra uma infecção.

Pfizer/BioNTech.

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A vacina utiliza a tecnologia chamada de mRNA ou RNA-mensageiro, diferente da CoronaVac ou da AstraZenca/Oxford, que utilizam o cultivo do vírus em laboratório. Os imunizantes são criados a partir da replicação de sequências de RNA por meio de engenharia genética, o que torna o processo mais barato e rápido.

O RNA mensageiro mimetiza a proteína spike, específica do vírus Sars-CoV-2, que o auxilia a invadir as células humanas. Essa “cópia”, no entanto, não é nociva como o vírus, mas é suficiente para desencadear uma reação das células do sistema imunológico, que cria uma defesa robusta no organismo. O imunizante da Pfizer´recisa ser estocado entre -90º C a -60º —um dos grandes desafios para os países.

Moderna.

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Assim como a da Pfizer, a vacina da Moderna também utiliza a tecnologia do RNA mensageiro, que mimetiza a proteína spike —específica do vírus Sars-CoV-2— que o auxilia a invadir as células humanas.

Porém, essa “cópia” não é nociva como o vírus, mas é suficiente para desencadear uma reação das células do sistema imunológico, que cria uma defesa robusta no organismo. A única diferença para a vacina da Pfizer é que esta necessita de armazenamento de 20 graus negativos.

Sputnik V/Instituto Gamaleya.

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Assim como a da AstraZeneca, a Sputinik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Pesquisa da Rússia, é uma vacina de “vetor viral”, ou seja, ela utiliza outros vírus previamente manipulados para que sejam inofensivos para o organismo e, ao mesmo tempo, capazes de induzir uma resposta para combater a covid-19.

Uma vez injetados no organismo, eles entram nas células e fazem com que elas passem a produzir e exibir essa proteína em sua superfície. Isso alerta o sistema imunológico, que aciona células de defesa e, desta forma, aprende a combater o Sars-CoV-2. A diferença para a de Oxford é que a Sputnik usa adenovírus diferentes na primeira e segunda doses, o que, segundo especialistas, reforça a resposta imunológica.

Janssen.

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A vacina produzida pela Janssen, da companhia Johnson & Johnson, diferente das outras, precisa apenas de uma dose única. A tecnologia é baseada em vetores de adenovírus —tipo de vírus que causam o resfriado comum, mas ao serem modificados para desenvolver a vacina, eles não se replicam e não causam resfriado.

Outra parte do processo envolve o código genético do próprio vírus Sars-CoV-2. Para produzir a vacina, um pedaço da proteína “S”, presente nessas espículas responsáveis pela ligação do vírus às células do corpo humano, é colocado dentro do adenovírus (que é o vetor, ou transportador).

Quando a pessoa recebe a vacina composta do adenovírus não replicante, que carrega a informação genética do novo coronavírus, o corpo inicia um processo de defesa e produz anticorpos contra aquele invasor, criando uma memória no corpo contra o coronavírus.

Fonte: Assessorias de comunicação do Instituto Butantan, Fundação FIOCRUZ e Ministério da Saúde.

Butantan/Coronavac.

Victoria Bacon é Jornalista em Rondônia desde 2004. Atuou como Colunista, Redatora e Apresentadora nos mais conceituados e renomados sites e jornais eletrônicos de Porto Velho. 

Semtran recebe placas de ACM adquiridas com emenda do ex-vereador Rogério Golfetto

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Material será útil na sinalização em vias do município: placas foram entregues nesta segunda-feira

Foram entregues na manhã desta segunda-feira, 14, na Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (Semtran) placas de ACM adquiridas por emenda impositiva do ex-vereador Rogério Golfetto. O material foi recebido pelo prefeito Eduardo Japonês e pelo secretário municipal de Trânsito, Roccio Aires.

“Agradeço ao ex-vereador Rogério Golfetto, que destinou essa emenda para compra destas placas de sinalização. O pessoal da Semtran, em nosso mandato, já instalou mais de 4.500 placas, dentre elas muitas recuperadas. Mas aqui, neste caso, são placas totalmente novas. E isso é muito importante, pois uma placa pode evitar um acidente fatal. Agradeço muito ao Rogério Golfetto por pensar no nosso município”, aponta o prefeito.

O comerciante e ex-vereador Rogério Golfetto, destaca que esta emenda foi destinada quanto ainda estava em seu mandato e reitera que o trânsito seguro pode salvar vidas. “Fico muito feliz de fazer a entrega destas placas. Vejo que o investimento em sinalização evita acidentes, assim vamos prevenir que pessoas vão para o Hospital Regional, ainda mais neste momento tão delicado. Temos que trabalhar sempre para manter o trânsito de Vilhena mais seguro”, aponta Rogério.

Roccio Aires, secretário municipal de Trânsito aponta que este tipo de placa não poderia ser fabricada na secretaria. “Fazemos um extenso trabalho de produção e reaproveitamento de placas, mas estas são de ACM, uma fibra semelhante ao acrílico e são revestidas de resina, com grande durabilidade. Este novo material será de grande ajuda, pois tem maior nível de detalhamento. Então com a emenda do Rogério, optamos por adquirir estas placas plotadas, que vamos instalar em pontos estratégicos do município nas próximas semanas”, conclui o secretário.

Novo Pronampe deve ser disponibilizado em junho

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A expectativa é que dos R$ 25 bilhões de crédito que poderão ser concedidos, R$ 5 bilhões sejam direcionados para o setor de eventos

A linha de crédito do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) deve continuar ajudando os empreendedores que ainda sofrem os impactos da pandemia da Covid-19, como é o caso do setor de eventos, um dos mais severamente atingidos. As empresas que se enquadram no Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), criado recentemente, serão beneficiadas com até 20% do Fundo Garantidor de Operações, aportado para o Pronampe, de acordo com a nova lei, sancionada no último dia 2 de junho pelo presidente Jair Bolsonaro.

A expectativa do governo é que os recursos disponíveis pelo novo Pronampe vão estar disponíveis para os donos de pequenos negócios até o final deste mês. Ao todo, vai ser liberado um aporte de R$ 5 bilhões como valor de garantia, por meio do FGO. Com esse valor será possível conceder até 25 bilhões em empréstimos ao longo deste ano.

Para o analista de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, Giovanni Beviláqua, a transformação do Pronampe em um programa permanente representa um novo patamar para a política de crédito oferecida às micro e pequenas empresas brasileiras. “Historicamente os pequenos negócios sempre tiveram dificuldade de acesso à crédito. Mesmo em 2020, do total de crédito disponível, apenas 21% foram para as micro e pequenas empresas. Então, ao se tornar um programa permanente, os donos de pequenos negócios garantem recursos todos os anos para financiar suas atividades”, explicou.

O novo ciclo programa passa a oferecer uma outra taxa de juros anual máxima para os novos empréstimos que corresponde a Selic mais até 6%. Os valores são considerados mais vantajosos quando se compara ao que é praticado normalmente no mercado. De acordo com dados do Banco Central, a taxa média de juros para o segmento, no quarto trimestre de 2020, foi de 35,1% para as microempresas e 22,4% para as empresas de pequeno porte. Em relação ao prazo para pagamento, a carência que antes era de oito meses agora passou para 11 meses e o prazo total de pagamento aumentou de 36 para 48 meses.

Uma outra novidade é que o programa permitirá a portabilidade do empréstimo, contanto que sejam obedecidos pelos bancos os limites operacionais de cada instituição para contarem com a garantia do FGO.

Criado em maio do ano passado, o Pronampe nasceu como uma medida emergencial para socorrer às micro e pequenas empresas, mas dada a relevância das MPE para a economia brasileira, a iniciativa se consolidou como política pública oficial de crédito.

Até o momento, o Pronampe já disponibilizou R$ 37,5 bilhões em crédito em quase 517 mil operações realizadas em instituições financeiras que aderiram ao programa. Em média, o valor médio dos empréstimos alcançou quase R$ 100 mil para as Empresas de Pequeno Porte (EPP), responsáveis por quase 60% das operações. No caso das microempresas, esse valor ficou em torno de R$ 40 mil.

De acordo com o analista do Sebrae, sem dúvida o programa contribui para a mudança desse cenário. Em análise de dados do Banco Central, ele aponta que o volume de concessão de crédito para os pequenos negócios no 4º trimestre de 2020, no valor de R$ 84,5 bilhões foi maior do que o do 1º trimestre deste ano, que ficou em torno de R$ 73,4 bilhões. “Os números mostram claramente a relevância do Pronampe, que desde o final do ano passado ficou suspenso”, destacou.

Desde o início da pandemia, o Sebrae, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), tem monitorado o impacto da crise nos pequenos negócios e a evolução do acesso ao crédito no país. Segundo o analista do Sebrae, as pesquisas mostram que houve uma melhora significativa na obtenção de crédito por parte das MPE junto às instituições financeiras.

O último levantamento, que analisou dados entre 25 de fevereiro e 1º de março de 2021, revelou que o percentual de empresários que tiveram sucesso no pedido de empréstimo alcançou 39% – o maior índice registrado. Em abril do ano passado apenas 11% das empresas que buscaram o crédito tiveram seu pedido aprovado.

“Essa melhora é resultado de programas de garantia que são fundamentais para as MPE, como é o caso do Pronampe, o PEAC-Maquininha e o Fampe, que é fundo garantidor mantido pelo Sebrae. ”, destacou o analista.