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Avanço importante: asfalto no Jardim Social, Cidade Nova e Jardim Universitário tem contrato assinado com a Caixa Econômica

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Aprovação do Governo Federal deve acontecer nos próximos dias e licitação pela Prefeitura em breve

Faltam pouquíssimas etapas para que a pavimentação dos bairros Jardim Social, Cidade Nova e Jardim Universitário aconteça. Nesta semana o prefeito Eduardo Japonês deliberou com o Governo Federal por meio de videoconferência em seu gabinete e assinou contrato do Finisa (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento). Agora, com a aprovação do projeto de engenharia nos próximos dias, ficará a cargo da Prefeitura providenciar a liberação orçamentária e licitar a obra. Assim, técnicos da Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan) revelam que a expectativa é que as obras comecem já neste ano.

“A assinatura do contrato é a última etapa da adesão ao Finisa, que passou primeiro por carta consulta, análise de risco, análise técnica, aprovação da Caixa e compliance, bem como outras revisões causadas pela pandemia. Adequamos tudo e demos prioridade aos projetos de asfaltamento que já estavam por sair. Agora é questão de alguns dias para que possamos tramitar novamente o processo na Prefeitura e, em poucas semanas, licitar”, explica o prefeito Eduardo Japonês.

O valor do contrato assinado nesta semana foi de R$ 25 milhões, sendo cerca de R$ 20 milhões para o asfaltamento dos três bairros, num total de 15,5 km, e mais R$ 5 milhões para dar andamento nas obras de esgotamento sanitário na cidade.

De acordo com a secretária municipal de Planejamento, Sueli Magalhães, a celeridade nos projetos é a marca desta gestão. “Desde a elaboração, contratação, aprovação e execução, estamos imprimindo um ritmo acelerado nestes projetos de infraestrutura. Muitos técnicos nossos não têm descanso, é um trabalho realmente grande. Assim, com os constantes pedidos de agilidade do prefeito Eduardo, fazemos tudo pensando na comunidade que precisa muito dessa pavimentação”, garante a secretária.

TRECHOS CONTEMPLADOS – Dos cerca de R$ 20 milhões de investimento, R$ 4,2 milhões são contrapartida do Município. Serão contempladas as ruas 1001, 5201, 5206, 5204, 5202-1006, 2509, 2507, 2505, 2503, 2511, 2513, 2515, 2517, 2519, 2521, 2523, 2525, 2527, 2529, 2531, 2533, 2535,  23, Maria Luiza Berça (2502), José Travalon (2506) e Regina Abrão (25). Além disso as avenidas 2506, Rotary Club (02) e Aline Almeida (2504) também receberão asfalto, assim como as travessas 01, 03, 04, 05 e 06.

Semcom

Reforma do postinho de saúde Leonardo Alves deve começar nos próximos dias, veja projeto da Prefeitura de Vilhena

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Com estrutura em “conceito aberto”, unidade terá investimento de R$ 730 mil da Unesc

A reforma do postinho de saúde Leonardo Alves em Vilhena deve começar nos próximos dias e tem investimento de R$ 730 mil, aproximadamente, da Unesc, como contrapartida pelo uso das unidades de saúde públicas da Prefeitura para o curso de Medicina da faculdade.

O projeto prevê substituição de toda a cobertura por estrutura metálica, colocação de telhas termo-acústicas e forro em placa de gesso. Será também trocado o piso, bem como promovida ampliação para adequação às normas da Agevisa. Um pequeno auditório será construído para treinamentos e reuniões das equipes da unidade, além de realizadas correções em instalações hidráulicas e elétricas, incluindo construção de nova fossa, novo sumidouro e implantação de projeto completo de prevenção e combate de incêndio.

Está prevista também a pintura interna e externa, requalificação urbanística do local com nova fachada, transformando a estrutura do postinho de saúde em um conceito arquitetônico aberto, sem muros na frente, com gramado na frente unidade, de maneira a promover maior integração da comunidade com o posto de saúde. Ao mesmo tempo, todas as portas estarão protegidas, haverá cerca elétrica e paisagismo semelhante à unidade Afonso Mansur.

O médico Jânio Marques Vieira, da Secretaria Municipal de Saúde, informa que a unidade vai se tornar uma unidade básica de saúde acadêmica/escola. “Praticamente todos os projetos (elétricos, arquitetônicos, de engenharia e outros), feitos pela Secretaria Municipal de Planejamento, estão prontos e de posse da faculdade. Faltam apenas ajustes técnicos do projeto hidrossanitário, que envolvem estruturas para água de consumo, esgoto, água pluvial (calhas) e drenagem de ar-condicionado. A previsão da Semplan é que tudo fique pronto dentro de uma semana e a obra possa começar”, garante o médico.

Assim que essas etapas finais do projeto hidrossanitário estiverem prontas, a Unesc garantiu que dará início imediato à obra. A faculdade, que já está de posse das chaves do prédio, contratou uma empresa que está já à disposição para iniciar a obra.

De acordo com José Aparecido, coordenador da Atenção Básica, a unidade possui quatro equipes de saúde familiar, sendo também atendida pelo programa Mais Médicos. “Com a reforma haverá uma melhor adequação do espaço utilizado pelos pacientes. Favorece a população da região, promovendo maior proximidade entre equipe de saúde e moradores. Assim, facilita o acesso aos programas de saúde básica, além de desafogar outras unidades e hospital”, explica.

O coordenador explica também que buscará junto à Unesc a possibilidade de vedar o espaço com novos tapumes devido à ação de vândalos no interior do prédio público. No entanto, a solução definitiva virá nos próximos dias com o início da reforma, derrubada do muro e começo, de fato, das obras no espaço.

 

 

Semcom

Foco na produção de alimentos saudáveis em sistemas sustentáveis

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Comemorando 46 anos de atuação, a Embrapa Pecuária Sul, sediada em Bagé (RS), está propondo um novo modelo de atuação, pautado pela produção de alimentos saudáveis a partir de sistemas sustentáveis. Dessa forma, as ações de pesquisa e desenvolvimento, de inovação e de transferência de tecnologia estão focadas em sistemas pecuários de produção, integrados ou não com a agricultura, baseadas na capacidade de garantir, ao mesmo tempo, sustentabilidade no uso dos recursos naturais, rentabilidade às cadeias produtivas e saudabilidade de produtos.

Para explicar melhor esse conceito e as linhas de atuação, conversamos com o Chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul, Fernando Flores Cardoso. Pesquisador na área de melhoramento genético animal, o dirigente, que assumiu a gestão no final do ano passado, aborda também a contribuição da instituição no desenvolvimento da pecuária e os desafios futuros.

 

Pergunta – Nesses 46 anos da Embrapa Pecuária Sul, o que destacaria de contribuições para a atividade pecuária brasileira?

Fernando Cardoso – Foram muitas as contribuições nesse período. Vale destacar a disseminação da mescla cornichão, trevo-branco e azevém, como base forrageira para produção animal, principalmente durante o inverno e a primavera, como uma grande alternativa nutricional. Inclusive essa oferta permitiu as primeiras produções de novilhos precoces.  Outra grande contribuição foi o desenvolvimento de raças sintéticas taurinas. Nesse caso, a raça Brangus é um bom exemplo, já que hoje é uma das mais criadas no país e também das que mais crescem. Outra linha de pesquisa que foi muito importante durante esse tempo está relacionada ao controle estratégico de endo e ectoparasitas.

Mais recentemente temos focado na produção de cultivares de forrageiras que apoiam o desenvolvimento animal, como, por exemplo, o capim-sudão BRS Estribo, que já é plantado em mais de meio milhão de hectares anualmente. Temos investido ainda no desenvolvimento de novos produtos cárneos, com o objetivo de agregar valor às cadeias produtivas, assim como estamos contribuindo com pesquisas e tecnologias de manejo e melhoramento do campo nativo.

Em relação ao melhoramento animal, fomos responsáveis pelo programa PampaPlus, das raças de Hereford e Braford, desenvolvido em parceria com a associação das raças. Ainda nessa área, participamos do Promebo e, há mais de duas décadas, realizamos provas de avaliação a campo de diferentes raças. A Embrapa Pecuária Sul tem também se destacado, nacional e internacionalmente, no uso da genômica para a seleção de animais com resistência do carrapato, combinando sanidade e melhoramento animal.

– O Sr. assumiu a chefia do centro há pouco mais de seis meses com uma nova proposta, que é produzir alimentos saudáveis em sistemas sustentáveis. Pode explicar um pouco mais esse conceito?

FC – O nosso desafio é focar na produção de alimentos saudáveis, a partir de sistemas sustentáveis. Nesse sentido, vamos continuar pesquisando e trabalhando com contribuições em diferentes áreas, como melhoramento genético, sanidade e também com outros componentes do sistema. O objetivo é trazer mais eficiência ao sistema, aumentando a produtividade e reduzindo as emissões de gases de efeito estufa por unidade animal produzida. Com isso, queremos contribuir para esse grande desafio, que é reduzir o impacto da produção de alimentos no clima.

P – De que forma a pesquisa pode contribuir para chegar a esses objetivos?

FC – A produção de alimentos em sistemas integrados é uma grande oportunidade para trazer rentabilidade ao produtor e, ao mesmo tempo, conservar o ambiente. Então é necessário organizar as culturas no tempo, no espaço e também em um arranjo funcional no qual uma atividade beneficie a outra. Por exemplo, a pecuária acelera a ciclagem de nutrientes para a lavoura e a rotação de culturas com o uso de animais também contribui para a redução de plantas invasoras e da necessidade do uso de químicos. Nesse arranjo estamos incluindo também a pecuária de precisão e agricultura 4.0, ou seja, o uso da tecnologia da informação para melhorar os processos, para ser mais preciso nos tratos culturais, nas adubações, no manejo dos animais. Essa seria uma das formas de buscar rentabilidade econômica com sustentabilidade ambiental. Pretendemos contribuir também com o desenvolvimento de novos produtos cárneos e demonstrar a funcionalidade desses produtos para a saúde humana, que tanto agreguem valor a partes menos nobres da carcaça como também sejam feitos com características que melhorem a saudabilidade da carne. São alguns dos desafios que temos pela frente, buscando sempre tecnologias que proporcionem sistemas mais sustentáveis.

– Muito se tem falado do papel da pecuária na emissão de gases de efeito estufa. Quais as formas de mitigar essas emissões?

FC – Quanto à emissão de gases, diretamente relacionada com os efeitos do clima, estamos trabalhando com o objetivo de ter animais mais eficientes. Nesse sentido, realizamos provas a campo, como a Prova de Eficiência Alimentar, para identificar os reprodutores que transmitem essa característica de eficiência para sua progênie. Com isso, os animais vão emitir menos gases e produzir mais carne durante o ciclo produtivo. Outro ponto importante é um melhor manejo das pastagens, sejam nativas ou cultivadas, para permitir o sequestro de carbono. Então, a incorporação desse carbono no solo e uma redução das emissões pelos animais, faz com que o balanço de carbono possa ser favorável para a produção de alimentos. Entendemos que isso é perfeitamente possível, tendo todos os componentes da atividade mais eficientes e um melhor arranjo nos sistemas.

– Há alguns anos estamos presenciando na metade Sul do Rio Grande do Sul um enorme crescimento na produção de grãos, especialmente com a soja. É possível conciliar a produção do grão com a pecuária de uma forma sustentável e rentável?

FC – Acreditamos que o crescimento da atividade agrícola na região é positivo e uma enorme oportunidade para a intensificação sustentável da pecuária. Nossas parcerias com instituições e produtores, como a Farsul e a Fetag, vão no sentido de posicionar a pecuária dentro de sistemas eficientes de produção, sejam eles integrados ou não com as lavouras e florestas, de acordo com as vocações dos territórios e dos produtores. Que não seja apenas uma substituição da pecuária pela soja ou por outras culturas, como a vitivinicultura, a olivicultura, ou ainda a lavoura de arroz, tradicional na região. Mas sim uma integração funcional, resultando em sistemas integrados, em que realmente se busque a forma mais sustentável de produzir e a geração de riqueza, permitindo que mais tecnologias sejam incorporadas pelo setor produtivo.

P – A Embrapa, assim como outros órgãos federais, tem sofrido com a diminuição do orçamento a cada ano por parte do governo.  De que forma é possível manter a pesquisa e a inovação diante dessa realidade?

FC – O nosso enfoque é baseado na inovação aberta, com a participação dos produtores com recursos, como seus conhecimentos técnicos, com suas experiências, junto aos pesquisadores no desenvolvimento das soluções tecnológicas para os principais gargalos do setor produtivo. Dessa forma, a gente consegue acelerar a incorporação das novidades nos sistemas de produção. Trabalhamos prioritariamente com redes de produtores, porque aumentamos a capilaridade da difusão das tecnologias, com um enfoque territorial. Então, articulando os agentes do território, envolvidos em toda a cadeia produtiva, fica mais fácil que as soluções tecnológicas geradas pela pesquisa sejam efetivamente incorporadas no setor produtivo e que tragam desenvolvimento, maior renda, mais qualidade de vida e que também contribuam para a preservação do ambiente. Nesse sentido, a nossa expectativa é que a Embrapa Pecuária Sul migre de uma unidade que tem sido referência em pecuária (bovinos de corte, bovinos de leite e ovinos), para ser uma unidade de referência em sistemas integrados de produção, envolvendo pecuária, lavouras e também florestas.

Fernando Goss

Jornalista – Núcleo de Comunicação Organizacional

Copa América: Brasil enfrenta seleção peruana no Nilton Santos

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Brasil e Peru disputam a final da Copa América 2019, no Maracanã.

Partida será reedição da última decisão da competição

No dia 7 de julho de 2019, o Brasil e uma surpreendente seleção peruana se encontraram no estádio do Maracanã para disputar a final do principal torneio de seleções da América do Sul. O placar final foi um triunfo de 3 a 1 com gols de Everton, Gabriel Jesus e Richarlison (Guerrero descontou para o time andino). Apesar de continuar sendo comandada pelo argentino Ricardo Gareca, o Peru vive um momento muito diferente agora, ocupando a lanterna das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2022 com apenas 4 pontos conquistados (a equipe de Tite lidera a competição com 18 pontos com 100% de aproveitamento).

Após estrear na Copa América com uma vitória de 3 a 0 sobre a Venezuelana no estádio Mané Garrincha, em Brasília, a expectativa é que o técnico Tite faça poucas mudanças para o jogo desta noite.

Uma, que foi confirmada pelo auxiliar da comissão técnica Cléber Xavier em entrevista coletiva na última quarta, é a entrada de Ederson no lugar de Alisson no gol: “São três goleiros de altíssimo nível. Dois [Alisson e Ederson] estão entre os melhores do mundo. O Weverton vem fazendo um trabalho de altíssimo nível no Palmeiras, na Libertadores e no Campeonato Brasileiro, com conquistas importantes. Estamos trabalhando, fazendo a análise junto com o Taffarel, que é o treinador específico da posição, e nesse jogo decidimos pelo Ederson”.

Porém, após a realização do último treino para o jogo contra o Peru, ficou no ar a possibilidade de acontecerem outras mudanças, como as saídas do zagueiro Marquinhos, do lateral Renan Lodi, do volante Casemiro e do atacante Richarlison, o que faz com que a provável formação seja: Ederson; Danilo, Éder Militão, Thiago Silva e Alex Sandro; Fabinho, Fred e Lucas Paquetá (Everton Ribeiro); Gabriel Jesus (Everton Cebolinha), Neymar e Gabriel Barbosa.

Se o Brasil busca a segunda vitória na competição, a equipe de Ricardo Gareca realiza sua estreia. Uma ausência importante será a do atacante Paolo Guerrero, que, em razão de problemas físicos, não chegou nem a ser convocado para a Copa América.

O jogador de 37 anos, que defende o Internacional de Porto Alegre, é o líder técnico do atual selecionado peruano.

 

Por Agência Brasil

STF: após 2019, funcionário de estatal aposentado deve deixar emprego

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Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF

A decisão foi tomada ontem pela Corte

O Supremo Tribunal Federal (STF) fixou nessa quarta-feira (16) a tese segundo a qual os empregados públicos de empresas estatais que se aposentaram após a reforma da Previdência de 2019 perdem o vínculo empregatício e não podem seguir trabalhando e recebendo salário.

O entendimento foi alcançado no julgamento de um recurso da União e dos Correios que pediam a reversão de uma decisão da Justiça Federal. A estatal teria que readmitir empregados que haviam sido desligados ao se aposentar, porém antes da Emenda Constitucional (EC) 103/2019.

O Supremo confirmou, em 12 de março, a decisão de readmissão dos funcionários. No julgamento, prevaleceu o entendimento que considerou constitucional o artigo 6 da reforma da Previdência, que expressamente isentou os empregados públicos aposentados antes da EC 103/2019 de terem de deixar o emprego, no caso das aposentadorias pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Repercussão geral

Nessa quarta-feira (16), os ministros fixaram uma tese de repercussão geral para o assunto, que de agora em diante serve de parâmetro para casos similares envolvendo empregados dos Correios e de outras empresas estatais. O enunciado deve ser usado para destravar cerca de 1,7 mil processos espalhados pelo país que aguardavam o entendimento do Supremo.

Na tese, além de afirmar que a aposentadoria inviabiliza a permanência no emprego público somente após o advento da EC 103/2019, os ministros também fixaram que as disputas sobre o assunto são de natureza administrativa, e portanto de competência da Justiça Federal comum, e não da trabalhista.

“A natureza do ato de demissão de empregado público é constitucional-administrativa e não trabalhista, o que atrai a competência da Justiça comum para julgar a questão. A concessão de aposentadoria aos empregados públicos inviabiliza a permanência no emprego, nos termos do artigo 37, parágrafo 14, da Constituição Federal, salvo para as aposentadorias concedidas pelo Regime Geral de Previdência Social até a data de entrada em vigor da Emenda Constitucional 103/2019, nos termos do que dispõe seu artigo 6º “, diz a nova tese de repercussão geral.

 

Agência Brasil

Sicoob Credisul doa R$ 9,4 mil em capacetes de respiração assistida Elmo para Hospital Regional de Vilhena

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Criado no ano passado, equipamento hoje já é utilizado em vários lugares do país

Ivan Capra e Vilmar Saúgo, presidente do conselho de administração e diretor executivo da Sicoob Credisul, entregaram nesta terça-feira, 15 de junho, 10 unidades do capacete Elmo, no valor total de R$ 9,4 mil, ao diretor do Hospital Regional de Vilhena (RO), Clair Oliveira. A compra foi uma indicação do delegado da cooperativa Fernando Volpini.

Na luta contra a Covid-19, Elmo é o nome de um capacete de respiração assistida, fruto de pesquisa e inovação no Ceará, que tem recuperado pacientes da insuficiência respiratória, consequência de complicações da doença. O dispositivo foi inspirado na experiência de médicos italianos que usaram máscaras de mergulho no tratamento de pacientes com Covid-19 e no uso de ‘helmet’, capacetes hiperbáricos, utilizados em doenças de descompressão na Europa e nos Estados Unidos. Criado no ano passado, hoje já é utilizado em vários lugares do país.

Essa doação é mais uma ação da Sicoob Credisul para ajudar a salvar vidas e amenizar os impactos causados pelo coronavírus.

 

Assessoria

Operação mira envolvidos em fraudes no Auxilio Emergencial em Rondônia

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Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em Nova Mamoré.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (17), a Operação Sexta Parcela, em continuidade ao combate às fraudes aos benefícios emergenciais, que beneficiam parte da população com dificuldades financeiras em razão da pandemia.

A ação acontece nos estados da Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rondônia, Roraima e São Paulo, com a participação de aproximadamente 140 policiais federais.

Em Rondônia, estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão na residência de dois investigados, na cidade Nova Mamoré, suspeitas de terem participado da fraude em ao menos sete contas para percepção do auxílio emergencial, contabilizando o montante fraudado de quase R$ 5 mil.

No total, estão sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão temporária, um mandado de prisão preventiva e doze mandados de sequestro de bens, perfazendo um total de aproximadamente de até R$ 410 mil bloqueados por determinação judicial. As cautelares estão sendo cumpridas em vários estados.

Os trabalhos realizados são resultantes de uma união de esforços denominada Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CAIXA, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União.

Os objetivos da atuação interinstitucional conjunta são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas, com a responsabilização de seus integrantes, além de recuperar os valores para o erário.

A Polícia Federal já realizou a deflagração de 98 operações policiais visando ao combate às fraudes aos benefícios emergenciais, com a expedição de mais de 380 mandados de busca e de 50 mandados de prisão.

Em razão da atual crise de saúde pública, foi adotada logística especial de preservação do contágio com distribuição de EPI’s a todos os envolvidos, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas e investigados.

Fonte:Polícia Federal

Novo decreto do Governo libera eventos com até 999 pessoas em Rondônia

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O documento assinado pelo governador Marcos Rocha também permite o retorno de visitas aos presídios

Nesta quinta-feira (17), um novo decreto com ações de combate foi publicado pelo Governo de Rondônia.

Entre as novas determinações do decreto assinado pelo Governador Marcos Rocha serão permitidos eventos com até 999 pessoas. Também foram liberados reuniões, jantares e casamentos com até 150 pessoas. Além do retorno de visitas a unidades prisionais, atividades esportivas e retomada de cirurgias eletivas;

De acordo com o decreto os eventos (de até 999 pessoas) com distribuição de bebidas alcóolicas (bares, boates e casas de shows) deverão fornecer álcool gel 70%, teste para Covid-19, aferição de temperatura, espaçamento entre as mesas, sendo 1,20 metro de distância.

O documento determina que nos eventos não deve permitido a participação de pessoas com temperatura superior 37,8°C ou sintomas gripais. Assim como o uso de máscara segue obrigatório em todo o estado independentemente de qualquer liberação de evento, casamento ou visita a presídio.

“Os responsáveis pela realização do evento deverão acordar com a Agência Municipal de Vigilância Sanitária a fiscalização na recepção do evento, onde os fiscais pertencentes ao órgão só permitirão a entrada das pessoas que estiverem em lista enviada pelo laboratório e com exame negativo para Covid-19”, determina o estado.

Vacinação

O Decreto também publicou regras sobre a aplicação da vacina nos 52 municípios do estado. A partir de agora, os prefeitos terão que realizar a aplicação da 1ª dose de vacina até 72h do recebimento e aplicar a 2ª dose até a data agendada na 1ª dose.

Após aplicar as doses, os municípios também precisam lançar imediatamente a informação no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunização ou, em caso de dificuldade com internet, em até 24 horas.

Aulas presenciais

Sobre o retorno das aulas presenciais o decreto determina que as atividades escolares estaduais continuam suspensas até 31 de julho do ano, pois a imunização dos professores contra a Covid está em andamento. O retorno das aulas na rede estadual deve ser gradual, mas ainda não existe data.

Conforme o documento, municípios e escolas particulares possuem autonomia para decidir sobre a retomada de aulas, ficando sob responsabilidade dos gestores municipais, observando o plano de retomada e as diretrizes da Agevisa.

Cirurgias eletivas

Já o retorno das cirurgias eletivas deve ser gradual e, aos hospitais privados, fica liberada a realização de cirurgias eletivas sob a responsabilidade e supervisão do diretor técnico das respectivas unidades hospitalares, os quais devem considerar a taxa de ocupação da UTI, estoque de medicamentos do “kit de intubação”.

Nos hospitais públicos estaduais, o decreto permite a retomada das cirurgias eletivas desde que o paciente não necessite de reserva de leito de UTI para o pós-operatório.

O documento afirma que o Plano Estadual de Retomada das cirurgias eletivas deverá ser apresentado pela Secretaria Estadual de Saúde em até 30 dias.

Fonte:Diário da Amazônia

Área plantada de grãos na safra 2020/21 em Rondônia cresce 10,1% em relação à safra anterior

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Rondônia é um estado forte na produção agrícola e tem se destacado principalmente no cultivo da soja, do milho, do algodão, do arroz, do feijão e do café. Conforme aponta os dados do oitavo levantamento da safra brasileira de grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área plantada de grãos na safra 2020/21 em Rondônia alcançou 663,4 mil hectares, com um aumento de 10,1% comparado a safra anterior, com estimativa de colher 2,5 milhões de toneladas, 4,6% superior à da safra 2019/20, tendo em vista que a colheita de alguns grãos está sendo finalizada. A produtividade deve decrescer 5%, com média de 3.792 kg por hectare, 4,2% inferior à produtividade média do país. A produção do estado responde por 0,9% da produção nacional.

Para o arroz, a estimativa é que sejam colhidas 139,5 mil toneladas do cereal nesta safra, aumento de 0,1% à safra anterior. A área cultivada, de 42,5 mil hectares, manteve-se estável em relação à safra 2019/2020 enquanto a produtividade oscilou positivamente em 0,1%. “Em Rondônia o cultivo é exclusivamente de sequeiro, com plantio previsto para dois períodos, safra e safrinha”, explicou o economista da Seagri, Alex Rilie.

O plantio de algodão na safra 2020/2021, cultura nova no estado, atingiu 7,9 mil hectares, 19,4% menor do que na safra 2019/20. A produção de pluma está estimada em 11,7 mil toneladas, enquanto a de algodão em caroço deverá ser de 30,8 mil toneladas, com produtividade média de 1.482 kg/ha e 3.900 kg/há.

A área plantada com feijão no estado na safra 2020/2021 não deverá apresentar alteração em relação à safra 2019/2020, mantendo os mesmos 3,9 mil hectares, com estabilidade tanto da produção quanto da produtividade. “Ainda que tenha apresentado o mesmo desempenho nesta safra em relação à anterior, o cultivo do feijão vem diminuindo ao longo dos anos e a tendência é que se torne basicamente uma cultura de subsistência para os produtores que ainda a cultivam, com comercialização do excedente nos mercados locais”, disse Alex Rilie.

A produção do milho na segunda safra apresentou evolução de 6%, enquanto a produtividade deverá ser a mesma da safra anterior, de 2.958 kg por hectare. A área plantada alcançou 12,6 mil hectares, 5,9% superior à da safra anterior. Conforme informou o economista, a alta de preços do produto ocorrida no final de 2020 influenciou o aumento do cultivo nesta safra, ainda que em pequena escala.

A área plantada com milho no estado na segunda safra teve um aumento de 7,5% do que a da safra 2019/20, podendo alcançar uma produção de 200 mil hectares. A produção deverá apresentar crescimento menor, de 1,3%, em virtude da queda da produtividade, de 5,8%. “Essa queda da produtividade deve-se, provavelmente, ao plantio de parte da lavoura fora do período recomendado, em virtude do atraso na colheita da soja”, explicou.

O café, cultura de destaque nacional em sustentabilidade, qualidade e produtividade possui uma área de 63,6 mil hectares para produção e 5,6 mil hectares para formação, totalizando 69,2 mil hectares, com previsão de colheita para esta safra de 2,2 milhões de sacas de 60 kg.

A área com soja, principal grão produzido em Rondônia, aumentou 13,8%.

A área com soja, principal grão produzido em Rondônia, aumentou 13,8% passando de 348,4 mil para 396,5 mil hectares, em comparação com a safra 2019/20. O aumento da área plantada com soja no estado se deve principalmente à elevação dos preços desde a safra passada.

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, os grãos vêm crescendo em áreas degradadas de pastagem. “Rondônia hoje está dobrando a sua produção em áreas de recuperação, áreas degradadas, sem novos desmatamentos, para o avanço da soja, milho, do arroz, café, entre outros grãos”, relatou.

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia calculado para abril de 2021 foi de R$ 19,08 bilhões de reais, resultado 58,24% maior do que o obtido em 2020. Deste valor, a lavoura representa R$ 6,6 bilhões de reais.

A área plantada de grãos na safra 2020/2021 em Rondônia alcançou 663,4 mil hectares, aumento de 10,1% à da safra anterior.

Professores da rede pública de Colorado e Cabixi podem concorrer a bolsas para curso de Gamificação

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Flávia Albaine e o projeto Juntos pela Inclusão Social fecham parceria com curso online para capacitar professores no ensino virtual

O Projeto Juntos pela Inclusão Social firmou convênio com o “Curso Gamificação e Ensino”, ministrado por duas doutoras no assunto: Daniela Pereira e Marcela Albaine Farias da Costa.

Com objetivo de auxiliar os professores da Comarca de Colorado do Oeste  a se adaptarem à nova realidade de ensino virtual, a parceria foi pensada para superar barreiras e que a educação de qualidade permaneça mesmo em tempos de isolamento social.

“E, claro, depois do término da pandemia, que essas ferramentas virtuais no ensino possam ser utilizadas como forma de inclusão social e não de exclusão”, ressalta Flávia Albaine, coordenadora do Juntos pela Inclusão Social.

Colorado e Cabixi: possibilidades de bolsas de estudo para o curso

Segundo Flávia, a parceria objetiva conceder bolsas de estudos para os professores da rede pública (municipal ou estadual) dos municípios de Colorado do Oeste e Cabixi, pois são os municípios abrangidos pela Comarca onde ela é responsável como Defensora Pública, instituição também considerada atualmente como “guardiã dos vulneráveis”.

“A seleção dos professores que ganharão a bolsa está sendo feita por mim, com foco em escolher profissionais comprometidos com o trabalho e que possam replicar o conhecimento na localidade”, aponta.

A professora Sandra Valéria (diretora da Escola Estadual Prefeito Marcos Donadon) foi a primeira contemplada com a bolsa na turma que aconteceu em maio.

“Gostaria de enaltecer minha participação no curso ‘História e Games’, ou seja, Gamificação no Ensino, que foi incrível e tive a oportunidade de trocar experiências com várias pessoas de diversos Estados do Brasil. Acredito que a gamificação traduza a palavra do professor em aula prazerosa, onde os alunos possam vivenciar diferentes conhecimentos. E de forma bem planejada e organizada, o professor leva os alunos a construírem informações importantes e significativas”, pontua Sandra.

Os professores interessados em concorrer à bolsa precisam ser da rede pública (municipal ou estadual) dos municípios de Colorado do Oeste e Cabixi, devendo enviar e-mail com o currículo atualizado, telefone de contato e comprovante de que trabalha em alguma das escolas públicas dos municípios citados até o dia 24/06/2021 para [email protected].

No momento as seleções dos professores estão sendo feitas para a turma do curso que acontecerá no final de junho.

Os interessados também deverão acompanhar o Instagram do Projeto Juntos pela Inclusão Social (@juntospelainclusaosocial), onde serão divulgados os nomes dos ganhadores e as seleções para as próximas turmas.

O que é o curso?

Voltado para professores da educação básica e superior, o curso é a prática de aplicar mecanismos de jogos (do inglês “gamification”) no ensino.

Afinal, com alunos cada vez mais conectados, os professores precisam se ressignificar diante dessa realidade. E juntamente ao sucesso de vendas dos seus livros “Ensino de História e Games” e “Ensino de História e Histografia Escolar Digital”, a doutora no assunto, Marcella Albaine Farias da Costa, lançou o curso “História e Games”.

Em dois dias de curso, totalmente online, os assuntos abordados são o que é gamificação, os processos para gamificar, construção de roteiro de game, além de avaliação e gamificação.

“Ter o jogo como um método de ensino é ‘falar a língua’ do aluno. E o lúdico é uma forma de se aproximar do outro. Sabemos que o aprendizado passa muito pelo afeto, pela criatividade, por isso, nós, professores, precisamos nos transformar e também viver em constante transformação social”, finaliza Marcella.