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MP move ação de improbidade contra investigados na Operação Reciclagem

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O Ministério Público de Rondônia ajuizou Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra um deputado estadual da atual legislatura e sua filha, ex-prefeita do Município de São Francisco do Guaporé, em decorrência de participação em esquema apurado no âmbito da Operação Reciclagem.

A ação foi proposta pela Promotoria de Justiça de São Francisco do Guaporé, como desdobramento da operação, que investigou a ação de prefeitos e outros agentes políticos dos Municípios de Rolim de Moura, Cacoal, Ji-Paraná e São Francisco, os quais, em razão do exercício do cargo, exigiam vantagem pecuniária indevida para influir na liberação de pagamentos devidos às empresas contratadas para prestação de serviços de coleta e tratamento de resíduos sólidos nessas cidades.

Conforme relata o MP, em agosto de 2019, o empresário Fausto de Oliveira, representante da empresa MFM Soluções Ambientais e Gestão de Resíduos Sólidos e RLP- Rondônia Limpeza Pública e Serviços de Coleta de Resíduos LTDA, procurou a Polícia Federal para denunciar que estava sendo vítima da exigência de pagamentos de ‘propina’ em troca de regularidade em repasses contratuais mensais devidos às empresas. O caso foi investigado, tendo sido revelada, por meio de ações controladas da Polícia, a atuação de diversos atores políticos na reiterada prática do crime de concussão.

Os prefeitos, de acordo com o apurado, utilizavam-se do mesmo modus operandi para exigir os pagamentos. Na véspera ou logo após a realização dos repasses às Empresas MFM e RPL pelos municípios contratantes, os respectivos gestores faziam contato com Fausto Oliveira cobrando o valor mensal exigido. Inclusive, tal prática possibilitou que o colaborador informasse previamente às autoridades sobre onde e como ocorreria o pagamento dos valores exigidos, para fins de registro por meio de ação controlada.

Conduta – Com relação à conduta do parlamentar e da ex-prefeita no esquema, o Ministério Público de Rondônia relata que os requeridos exigiram o pagamento do montante de R$ 2 milhões, diluídos em 20 parcelas de R$ 100 mil cada, para, em troca, manter caducidade do contrato de concessão do serviço público para implantação e operação de aterros sanitários, relativo ao Processo Administrativo n. 010/CIMCERO/CEL/2010. O ato havia sido declarado pela então prefeita, que, à época, exercia o cargo de presidente do Consórcio Público Intermunicipal da Região Centro-Leste do Estado de Rondônia – CIMCERO, e interessaria diretamente aos negócios de Fausto de Oliveira.

Segundo detalha o MP, a negociação com o empresário foi coordenada pelo próprio parlamentar. Parte dos valores chegou a ser paga em parcelas de 40 mil, em três ocasiões distintas, totalizando o montante de R$ 120 mil. A origem e localização do dinheiro proveniente do crime de concussão foram ocultados pela requerida.

Liminar – Na ação, o Ministério Público requer que seja concedida a liminar para determinar a indisponibilidade de bens, na forma do artigo 7º da Lei 8429/92, tanto da ex-prefeita, quanto de seu pai, parlamentar em exercício na atual legislatura, no montante de até R$480 mil.

Também pede que a ação seja julgada procedente, sendo os requeridos condenados pela prática de improbidade administrativa, nos termos dos artigos 9, I, da Lei de Improbidade Administrativa (receber, para si ou para outrem, dinheiro, bem móvel ou imóvel, ou qualquer outra vantagem econômica, direta ou indireta, a título de comissão, percentagem, gratificação ou presente de quem tenha interesse, direto ou indireto, que possa ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público).

O MP pleiteia a aplicação de sanções previstas no artigo 12, inciso I, da mesma norma, dentre as quais, a perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, quando houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos.

Departamento de Comunicação Integrada

PRF informa fechamento parcial da BR 364 em Rondônia

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Manifestação de produtores rurais acontecerá na manhã desta terça-feira (22).

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia informa a população sobre o provável fechamento parcial da BR 364, no Km 562 (trevo para Cujubim), a partir das 05h da manhã. O presidente do sindicato dos produtores rurais da cidade de Cujubim, acompanhado por mais dois representes, esteve na sede da Delegacia da PRF em Ariquemes, para cientificar a autoridade responsável pela via sobre a intenção de realização de uma manifestação pacífica, conforme previsão constitucional (Art. 5°, XVI, CRFB/88).

Os manifestantes afirmam que a intenção da atividade é dar visibilidade à reunião conciliatória com autoridades políticas, que será realizada às 10h da manhã desta terça-feira (22). Segundo eles, a reunião tratará sobre demandas de uma região que poderá ser transformada em área de preservação permanente.

A liderança informou, ainda, que a manifestação se dará de forma ordeira e intermitente, evitando assim, causar danos à comunidade local ou aos usuários da rodovia que transitarem pela região.

A Polícia Rodoviária Federal, cumprindo sua missão de garantir a mobilidade no Brasil, realizará as atividades necessárias para preservar a fluidez do trânsito na região. Como orientação, recomenda-se – aos que puderem – a não circulação no trecho da rodovia durante o horário do evento, evitando assim, possíveis transtornos aos viajantes.

Fonte/PRF

Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional abre vagas para contratação de instrutores

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O Governo de Rondônia, por meio do Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional (Idep), abre vagas na próxima quinta-feira (24), e segue até o dia 2 de julho, para profissionais de nível superior ou médio para preencher as vagas de instrutores para os cursos técnicos, nos eixos tecnológicos de: Ambiente e saúde, Produção alimentícia, Infraestrutura e Controle e Processos Industriais. Os instrutores ministrarão conteúdo nos cursos de Técnico de Imagem Pessoal, Técnico em Panificação e Confeitaria, Técnico em Manutenção de Máquinas Pesadas, Técnico em Processamento de Pescado e Operador de Drones.

O profissional vai atuar no Instituto como instrutor de cursos técnicos e as vagas são para moradores das cidades de Ariquemes, Candeias do Jamari, Pimenta Bueno, Porto Velho e Vilhena. As inscrições podem ser feitas no endereço http://www.rondonia.ro.gov.br/idep/.

Segundo a presidente, Adir Josefa de Oliveira, “a expectativa do Idep é iniciar a contratação ainda no mês de agosto de 2021. Os instrutores podem ministrar mais de um conteúdo”, explica.

Os cursos de formação técnica escolhidos obedeceram uma base de diagnóstico feito em todas as regiões do Estado. “O Governo tem feito grandes investimentos na educação profissional. A contratação desses profissionais é mais um passo nesse projeto que visa oferecer a interiorização da educação profissional com tecnologia de ponta em laboratórios completos”, completa Adir.

Rondônia recebe nova remessa com 53.750 doses de vacinas contra a covid-19

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O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), recebeu neste domingo (20), do Ministério da Saúde (MS), mais uma remessa de vacinas contra a covid-19 contendo 53.750 doses de imunizantes da AstraZeneca. Com a nova remessa, Rondônia chega à marca de 804.428 doses de vacinas já recebidas para a imunização dos rondonienses.

De acordo com o diretor-executivo da Agevisa, Edilson Batista, a remessa será destinada para complementar o esquema de vacinação com a aplicação da segunda dose nos profissionais da Força de Segurança e Salvamento e Forças Armadas, bem como para pessoas com idades entre 60 e 64 anos seguindo os critérios adotados para a indicação do público-alvo da campanha de vacinação contra a covid-19, definidos no Plano Nacional de Operacionalização (PNO).

Edilson Batista reforçou ainda a importância da inserção dos dados de vacinação no sistema por parte das prefeituras com intuito de promover e garantir a transparência. “Pedimos aos secretários municipais e aos prefeitos que deem andamento à vacinação com celeridade e empenho, pois somente assim conseguiremos salvar vidas. Continuamos nessa luta árdua para que a população seja imunizada e por isso pedimos que tão logo as prefeituras recebam essas doses possam dar andamento à aplicação da vacina na população”, solicitou.

DISTRIBUIÇÃO

O diretor-executivo da Agevisa explicou ainda que os critérios adotados para a distribuição das vacinas nos municípios são definidos de acordo com o cronograma nacional de imunização. “Desta vez as doses serão distribuídas para cada Regional de Saúde nas seguintes quantidades: Ji-Paraná, 11.840 doses; Cacoal, 5.805; Vilhena, 4.980; Ariquemes, 7.825; Rolim de Moura, 5.595 e Porto Velho, 17.705.

COMPROMISSO

O Governo de Rondônia tem mantido a postura de distribuir rapidamente as doses de vacinas aos municípios para completar em tempo hábil o esquema vacinal recomendado e dado transparência às ações de vacinação por meio do Portal Covid. A previsão é que semanalmente, Rondônia possa receber novos lotes de vacinas a serem, consequentemente, distribuídos aos municípios.

Coren de Rondônia alerta para a necessidade do serviço de segurança nas unidades de saúde municipais

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Baseado no último acontecimento (dia 17 de junho) no Hospital Regional do Perpétuo Socorro de Guajará Mirim, quando um homem invadiu a unidade hospitalar e ameaçou profissionais com um facão, o Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia (Coren-RO) pede providências por parte do Executivo da cidade.

A contratação do serviço de segurança se faz necessária para todas as unidades de saúde, dado o constante fluxo de pessoas, e a vulnerabilidade dos profissionais plantonistas que estão diretamente expostos no atendimento à população.

É de responsabilidade da prefeitura a segurança dos profissionais de Enfermagem em seus ambientes de trabalho, assim como oferecer dignas condições de trabalho para a assistência de acordo com a legislação.

O Coren Ro lamenta a atitude agressiva por parte do usuário da rede pública de saúde do município de Guajará Mirim contra os profissionais de saúde que estavam trabalhando no momento do fato, e solicita que providências sejam tomadas para resguardar a saúde dos servidores, e para que fatos como esse não venham a acontecer novamente afetando o ambiente de trabalho e o psicológico dos profissionais.

ASCOM COREN RO

Revisão do Código de Obras e Lei do Zoneamento concluídos pela Prefeitura, veja principais avanços

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Estudos começaram em 2018 e foram concluídos na última semana, com apresentação marcada para o dia 23

Concluídas na semana passada, as revisões da Prefeitura de Vilhena no Código de Obras e na Lei de Zoneamento tiveram sua data de apresentação marcada para esta quarta-feira, 23 de junho, na Câmara Municipal de Vereadores. Fruto de estudos realizados desde 2018, o trabalho revisou mais de 100 leis municipais e vai desburocratizar a construção civil no município, permitindo emissão mais rápida do habite-se e alvarás, além de regularizar áreas de ocupação e promover o desenvolvimento de diversos setores da cidade.

“Por determinação do prefeito Eduardo Japonês, a regularização fundiária da cidade é uma de nossas prioridades na Semter. Na semana passada marcamos com a Câmara a apresentação do trabalho. Foi um processo longo que agora, da nossa parte, está finalizado. A nova Lei de Zoneamento, por exemplo, vem para substituir mais de 100 leis municipais que individualmente tratavam de cada novo bairro ou setor que surgiu na cidade. A organização disso tudo em um documento atualizado, regularizado e que atendesse às demandas dos moradores e empresários exigiu muitos esforços da equipe técnica”, explica Vivian Bacaro, advogada e secretária municipal de Terras.

Jader Volpi, arquiteto da Secretaria Municipal de Terras (Semter), explica que todos os setores foram ouvidos. “Para conseguir um trabalho participativo, fizemos várias reuniões com Ministério Público, vereadores, empresários, associação comercial, universidades, professores e especialistas. Fizemos análises técnicas em cima das necessidades e hoje podemos apresentar os novos códigos de obras e de zoneamento”, explica Jader.

No segundo semestre de 2020 a Semter criou a Comissão Urbanística, que evoluiu para o Núcleo de Desenvolvimento Urbano de Vilhena, formado por arquitetos, engenheiros e desenhistas da Prefeitura de Vilhena. Este, junto da Semplan, fez a revisão com base nos estudos já realizados pelo escritório de arquitetura e urbanismo Jaime Lerner, no projeto “Vilhena para o Futuro”, contratado pela Prefeitura para também subsidiar o novo Plano Diretor, atualmente em elaboração.

“Nós nos sensibilizamos com os problemas que lidamos diariamente no nosso setor de trabalho. Por isso, nos debruçamos minuciosamente em um trabalho de uma lei modernizadora, que desburocratiza o serviço e mantém as garantias do município do controle do desenvolvimento urbano com qualidade”, conta Lucas Veronese, arquiteto da Semter.

AVANÇOS – Vivian elenca os principais benefícios que o trabalho trará. “É uma inovação que vai reduzir a burocracia para início de obras e que vai possibilitar um acesso mais rápido ao habite-se e ao alvará. Hoje temos empresas que estão aguardando isso para começar a funcionar e muitos chacareiros também que precisam ter acesso a linhas de financiamento que poderão regularizar seus imóveis. Também vai ordenar o crescimento da cidade, evitando que zonas impróprias sejam habitadas, bem como dar mais autonomia para o setor da construção civil fazer nosso município crescer, com liberdade e sem amarras documentais”, explica a secretária.

Semcom

Garantindo emprego e renda

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Para apoiar os brasileiros que mais sofrem com os impactos diante da persistência da crise da Covid-19, o Ministério da Economia trabalhou na construção de mecanismo para garantir a retomada do pagamento do Auxílio Emergencial em 2021. A volta dos pagamentos foi assegurada com a edição da Medida Provisória (MP) 1.039, em 18 de março de 2021.

Outra MP, a de nº 1.045, em 27 de abril de 2021, instituiu a continuidade do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), além de medidas complementares, para ajudar o Brasil no enfrentamento das consequências da Covid-19 no âmbito das relações de trabalho.

Além disso, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) agora é permanente. A primeira versão do programa foi estabelecida em 2020, dentro do conjunto de medidas excepcionais estabelecidas para permitir o enfrentamento dos impactos do novo coronavírus, no esforço de reduzir os efeitos da Covid-19 sobre o emprego e a preservação das empresas de pequeno e médio porte. Na condição de medida emergencial, essa primeira versão do programa teve validade até 31 de dezembro de 2020.

Medidas excepcionais para aquisição de bens, contratação de serviços – inclusive de engenharia – e insumos destinados ao enfrentamento da Covid-19 em 2021 foram estabelecidas com a edição da Medida Provisória 1.047, de 3 de maio de 2021. A meta é garantir que bens, serviços e insumos destinados ao enfrentamento do novo coronavírus estejam disponíveis no local e hora certos, para manutenção das atividades indispensáveis ao atendimento das necessidades da população, de forma diligente e racionalizada, mediante a congregação de iniciativas. Também visa a promover o combate à situação de emergência em Saúde.

Confira o detalhamento de algumas ações:

Assegurado o pagamento do Auxílio Emergencial em 2021

Para apoiar os brasileiros que mais sofrem com os impactos diante da persistência da crise da Covid-19, o Ministério da Economia trabalhou na construção de mecanismo para garantir a retomada do pagamento do Auxílio Emergencial em 2021. A volta dos pagamentos foi assegurada com a edição da Medida Provisória (MP) 1.039, em 18 de março de 2021.

A ação contará com até R$ 44 bilhões. Ou seja, a medida ajudará diretamente as pessoas que mais perderam renda por causa da crise sanitária, mas com pleno respeito às contas públicas.

De acordo com a MP, o auxílio será de R$ 250 em quatro parcelas mensais, limitado a um beneficiário por família. O pagamento será feito pelos mesmos meios e mecanismos utilizados para o pagamento do Auxílio Emergencial de 2020, e pode ser feito por meio de conta do tipo poupança social digital, aberta em nome do beneficiário.

A retomada do Auxílio Emergencial se soma aos R$ 20 bilhões assegurados no fim de 2020 para a aquisição de vacinas contra o novo coronavírus (Medida Provisória 1.015/2020), em um conjunto de ações construído para permitir a retomada segura dos brasileiros ao trabalho dentro do menor prazo possível.

Novo Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm)

Com a edição da Medida Provisória (MP) 1.045, em 27 de abril de 2021, foi instituída a continuidade do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), além de medidas complementares, para ajudar o Brasil no enfrentamento das consequências da Covid-19 no âmbito das relações de trabalho.

A MP assegurou a retomada do programa, que pode ser pago nas hipóteses de suspensão ou redução da jornada de trabalho, independentemente do cumprimento de período aquisitivo, do tempo de vínculo empregatício ou do número de salários recebidos. Por até 120 dias, o acordo poderá reduzir proporcionalmente a jornada de trabalho e o salário dos empregados, cabendo ao Governo fazer complementação do salário do trabalhador na forma da lei.

Em 2021, o novo BEm contará com até R$ 10 bilhões. No ano passado, o programa preservou cerca de 10 milhões de empregos, ajudando diretamente os trabalhadores e beneficiando as empresas, com a preservação de mão de obra. Cabe ao Ministério da Economia coordenar, executar, monitorar e avaliar o Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda e editar normas complementares necessárias à execução.

Pronampe ajuda pequenas empresas a enfrentar a crise

O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) agora é permanente. A primeira versão do programa foi estabelecida em 2020, dentro do conjunto de medidas excepcionais estabelecidas para permitir o enfrentamento dos impactos do novo coronavírus, no esforço de reduzir os efeitos da Covid-19 sobre o emprego e a preservação das empresas de pequeno e médio porte. Na condição de medida emergencial, essa primeira versão do programa teve validade até 31 de dezembro de 2020.

Em 2021, o Ministério da Economia apoiou as tratativas para transformar o Pronampe em uma política permanente, com estimativa de aplicar até R$ 5 bilhões nessa ação neste ano.

O Pronampe atenderá pequenas e médias empresas em empréstimos com juros reduzidos, subvencionados por meio do Fundo Garantidor de Operações (FGO).

Regras excepcionais fortalecem compras e contratações relacionadas à Covid-19 em 2021

Medidas excepcionais para aquisição de bens, contratação de serviços – inclusive de engenharia – e insumos destinados ao enfrentamento da Covid-19 em 2021 foram estabelecidas com a edição da Medida Provisória 1.047, de 3 de maio de 2021. A meta é garantir que bens, serviços e insumos destinados ao enfrentamento do novo coronavírus estejam disponíveis no local e hora certos, para manutenção das atividades indispensáveis ao atendimento das necessidades da população, de forma diligente e racionalizada, mediante a congregação de iniciativas. Também visa a promover o combate à situação de emergência em Saúde.

As novas regras promovem a racionalização das compras, com redução de custos administrativos e financeiros, melhor aproveitamento de esforços operacionais dos órgãos federais no atendimento à população, sempre sob rígidos critérios do processo administrativo, com transparência nas compras feitas por esse sistema. Em 2021, o Governo já investiu R$ 16,6 bilhões no combate à doença.

Antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS

O pagamento antecipado do abono anual (13º) aos beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi garantido em 5 de maio de 2021, com a publicação do Decreto nº 10.695/2021. A medida vai antecipar a injeção de cerca de R$ 52,7 bilhões na economia. Isso auxiliará os beneficiários do INSS no enfrentamento dos impactos da Covid-19 e, consequentemente, ajudará o país na retomada do nível de atividade.

A ação não tem impacto orçamentário, ou seja, preserva a qualidade das contas públicas, com plena observação dos critérios de responsabilidade fiscal.

O pagamento ocorrerá em duas parcelas. A primeira, correspondente a 50% do benefício devido no mês de maio de 2021, será paga juntamente com os benefícios dessa competência – de 25 de maio a 8 de junho. A segunda parcela será paga junto com os benefícios da competência do mês de junho de 2021 – de 24 de junho a 7 de julho. Em geral, o pagamento nos anos anteriores à chegada do novo coronavírus ao país era feita em agosto e novembro.

Novas regras modernizam o ambiente de negócios no Brasil

A Medida Provisória (MP) 1.040, de 29 de março de 2021, foi editada para modernizar o ambiente de negócios do Brasil, estimulando novos empreendimentos e ampliando a inserção do país na economia mundial. A MP trouxe novidades focadas na facilitação da abertura de empresas, proteção de acionistas minoritários e facilitação do comércio exterior.

A estimativa é que as novas regras façam o Brasil avançar mais de 20 posições no ranking Doing Business, do Banco Mundial. Esse ranking mede a qualidade do ambiente de negócios de cada país. Atualmente, o Brasil está em 124º lugar.

Foram estabelecidas também ações para a desburocratização, simplificação e facilitação do comércio exterior de bens e serviços. Com a MP 1.040 e outras ações, o Governo busca colocar o país, no curto prazo, entre as 100 melhores economias para se fazer negócios, sendo que o objetivo de médio prazo do Ministério da Economia é chegar ao Top 50 do ranking.

Avanços na agenda de regulação, de privatizações e de redução do peso do Estado

A Nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/2021), sancionada em 8 de abril de 2021, estabeleceu um novo marco regulatório para o mercado de gás natural no Brasil, colocando o país cada vez mais perto do “choque da energia barata”, que ajudará a atrair novos investimentos, gerando mais empregos e renda.

Em março de 2021, o Congresso manteve os vetos do Presidente Jair Bolsonaro ao novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020), fixando regras que vão impulsionar investimentos no setor.

Nesse novo cenário, foi promovido em 30 de abril de 2021 o leilão da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) do Rio de Janeiro, em operação que contou com o apoio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do Ministério da Economia. O repasse da Cedae à iniciativa privada gerará mais de 40 mil empregos diretos e indiretos e investimentos de mais de R$ 27 bilhões durante os 35 anos de contrato, sendo R$ 12 bilhões nos cinco primeiros anos.

O PPI também esteve presente na Infra Week, no começo de abril de 2021, que terminou com a concessão de 28 ativos, entre aeroportos, terminais portuários e uma ferrovia, à iniciativa privada.

Em 1º de abril de 2021, foi sancionada a nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), para aprimorar o sistema de contratações públicas.

Redução do Imposto de Importação de Bens de Capital e de Informática

O Imposto de Importação de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicações (BIT) foi reduzido em 10% em 17 de março de 2021, o que aumenta a competição e a concorrência, gerando queda de preços no mercado interno. A medida reduz o custo de importação de máquinas e equipamentos utilizados por todos os setores produtivos, além de diminuir o preço de itens importados como celulares e computadores.

Com a redução aprovada, uma máquina que antes pagava 10% de imposto, por exemplo, passa a pagar 9%. Já um eletrônico que tinha 16% de imposto, passa a pagar 14,4%. Adicionalmente, todas as alíquotas de 2% foram reduzidas para zero, diminuindo a burocracia e facilitando a vida dos importadores e consumidores.

Outros exemplos: caem as tarifas de importação de produtos como aparelhos celulares e notebooks de 16% para 14,4%. De equipamentos médicos de raio-X e microscópios óticos, a alíquota cai de 14% para 12,6%.

Gov.br alcança a marca de 100 milhões de usuários cadastrados

O Portal gov.br alcançou a marca de 100 milhões de usuários cadastrados em abril de 2021. Todos os usuários contam com login e senha únicos, que garantem acesso a mais de 2,8 mil serviços da Administração Pública totalmente on-line, sem que o cidadão precise ir presencialmente a unidades governamentais, além de várias informações e notícias sobre o Governo Federal.

O Portal gov.br foi lançado em agosto de 2019. Antes do lançamento, apenas 2 milhões de pessoas utilizavam os serviços do Governo de forma digital. O projeto Conta gov.br foi criado pelo Ministério da Economia, em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), dentro da Política de Governo Digital com foco no cidadão.

Os sites das 22 pastas ministeriais do Poder Executivo já fazem parte do Portal gov.br. Outro exemplo são os serviços do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A meta definida pela Estratégia de Governo Digital é chegar à digitalização total até o fim de 2022.

Ações do Governo asseguram emprego e renda

Os resultados positivos no mercado formal de trabalho no início de 2021 comprovam a eficácia das ações de apoio à economia colocadas em prática desde a chegada da crise sanitária ao país, no começo de 2020. No primeiro trimestre deste ano, o Brasil gerou mais de 837 mil empregos com carteira assinada, conforme revelou a edição de março do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgada em 28 de abril de 2021.

Foram 257.768 novas vagas formais em janeiro; 395,166 empregos em fevereiro; e 184.140 em março. É um resultado oito vezes melhor que o saldo de 108.825 novos empregos formais registrado no primeiro trimestre de 2020. O estoque de empregos formais alcançou a marca de 40,2 milhões em março de 2021.

O novo Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm) foi lançado no fim de abril deste ano, para ajudar a preservar postos de trabalho diante da persistência dos impactos do novo coronavírus em 2021. Mesmo antes da reedição do programa, os efeitos do BEm de 2020 ajudaram os trabalhadores no começo de 2021. Conforme aponta o Caged, o BEm forneceu garantia de emprego para 3,702 milhões de trabalhadores em janeiro; 3,356 milhões, em fevereiro; e 3,152 milhões, em março.

Pai e padrasto são presos acusados de abusarem de duas irmãs em Machadinho

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Policiais civis de Machadinho do Oeste prenderam preventivamente nesta sexta-feira (18), E. C. e A. C. G., acusados de abusarem de duas irmãs de 17 e 10 anos, no município do Vale do Anari. Os crimes aconteceram em 2019.

Uma psicóloga que atendia uma das vítimas descobriu o crime, avisou a mãe das vítimas e procurou a Polícia para denunciar.

Após tomarem conhecimento, os policiais civis de Machadinho do Oeste iniciaram as investigações. Eles descobriam que um era padrasto das vítimas e o outro o pai.

Durante as investigações, a Polícia apurou que os dois abusaram das vítimas. A adolescente de 17 tem síndrome de down.

Após ouvir os relatos das duas irmãs, as investigações avançaram e o delegado representou pela prisão preventiva dos dois acusados.

Na manhã desta sexta-feira, os dois foram localizados, presos e encaminhados para o presídio.

Font/Rondoniagora

Cão Cyborg é aposentado após 8 anos de serviço na Polícia Militar

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Ji-Paraná – A Solenidade de despedida do Cão policial Cyborg aconteceu na manhã desta sexta-feira (18), na Sede do 2º Batalhão de Polícia Militar (Batalhão Tiradentes).

Cyborg nasceu no Canil do 2º BPM e foi treinado para o faro de drogas tipo maconha e cocaína.

Há 8 anos, o cão vem contribuindo com a Polícia Militar de Rondônia, deixando seu legado de fidelidade à jornada de combate à criminalidade.

O cão farejador participou de várias operações de grande relevância, juntamente com a Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal, entre elas, Operação Hórus, Quinta Roda, entre outras.

Agora aposentado, o cão continuará sob os cuidados do seu primeiro treinador, Subtenente PM Reginaldo.

Font/PMRO

TJRO nega apelação a Chaules Pozzobon, preso durante a operação Deforest I

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A defesa pedia a transferência do presídio federal para o sistema prisional de Rondônia

Considerado pela Polícia Federal como um dos maiores desmatadores do país, Chaules Volban Pozzobon, preso desde 23 de outubro de 2019, após deflagração da operação Deforest I, teve mais um recurso negado pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia. A defesa pedia a volta do acusado do presídio federal para o sistema estadual. Segundo a decisão, a apelação perdeu seu efeito e objeto, pois durante a sua interposição o período de prisão do acusado foi prorrogado.

A juíza da 1ª Vara Criminal de Ariquemes, Larissa Pinho, nos autos n. 0004071-89.2019.8.22.0002, havia determinado a permanência de Chaules no Sistema Penitenciário Federal pelo restante do prazo estabelecido na decisão inicial (360 dias), em conformidade com o art. 10, da Lei 11.671/2008.

Além disso, a decisão de segundo grau esclarece que a opção em submeter a questão ao colegiado decorreu da complexidade e superestrutura da organização criminosa investigada a partir da deflagração da Operação Deforest, com suspeita de crime de invasão de terras para venda e posterior extração ilegal de madeira.

A decisão ainda ressalta que “a adoção da medida excepcional de transferência ao sistema federal foi justificada no fato de ter o apelante desempenhado função de liderança e participação de relevância na ORCRIM (Decreto n. 6.877/09, art. 3º, I)”.Chaules está custodiado no Presídio Federal em Campo Grande – MS.

O caso

As investigações foram iniciadas a partir de diversas denúncias de moradores da região, que compareceram ao Ministério Público para comunicar que estavam sendo ameaçados e extorquidos por um grupo criminoso armado, que agia com objetivo de promover esbulho possessório na área. Esse grupo teria construído uma “porteira” e uma casa ao lado (da porteira), onde o suposto dono pôs pessoas para cobrar uma espécie de “pedágio” dos proprietários de outros lotes de terra que passavam pelo local. “Quem tivesse terras ou negócios depois da ‘porteira’ tinha de pagar determinados valores, definidos em uma tabela que variava de 50 a 3 mil reais por caminhão de toras, lascas ou máquina que precisasse passar pela “estrada do Chaules”, está descrito nos autos.

Além disso, alguns proprietários de terras seriam proibidos de passar no local, caso negassem em efetuar o pagamento exigido a título de “pedágio”. Os infratores ainda estariam com arma em punho, ameaçando as pessoas, invadindo casas e até destruindo residências de madeiras.

Segundo o processo, o grupo arrecadava mensalmente, com a ação criminosa, 65 mil reais; os moradores que não se rendiam à pressão eram forçados a abandonar seus terrenos ou pagar de 100 a 150 mil reais para permanecer no local”.

O processo

Mesmo durante a pandemia, a 1ª Vara Criminal de Ariquemes deu prosseguimento ao processo, realizando de 15 de junho a 21 de julho de 2020, a audiência de instrução virtual, o que exigiu um grande esforço para que todos os ritos do processo legal fossem cumpridos.

Além de Chaules Pozzobon, também são julgados pelo envolvimento Thiago Teixeira, Emanuel Ferreira, Filizardo Alves Moreira Filho, José Socorro Melo de Castro, José Luiz da Silva, João Carlos de Carvalho, Jó Anemias Barboza da Silva, Paulo Cesar Barbosa, Renilso Alves Pinto, Rogério Carneiro dos Santos, Elisângelo Correia de Souza, Djyeison de Oliveira, Eduardo Rogério Morett, Antônio Francisco do Santos e Marcelo Campos Berg.

Todos são acusados por integrar a organização criminosa voltada à prática de crimes violentos, com ameaças e extorsões, composta por empresários, agentes públicos (policiais), pistoleiros, dentre outros, com atuação na região de Cujubim-RO, (especialmente na ‘Linha 106’ da “Região do Soldado da Borracha”).

Instrução

Dos 16 réus presos, 11 são policiais militares. Quinze dos indiciados estão presos em Rondônia. Ao todo, foram ouvidas 96 pessoas (inicialmente arroladas 141 pessoas), resguardando todos os direitos dos acusados a uma ampla defesa e a entrevista reservada com seu advogado durante todo o processo.

“Foi a maior audiência de instrução virtual feita no Brasil”, destacou a juíza Larissa Pinho, depois de 36 dias de trabalho. Quase um ano depois, o processo está em fase de conclusão da sentença.

Fonte: TJ/RO