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Trabalhadores nascidos em março podem sacar auxílio emergencial

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Auxílio emergencial 2021

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em março podem sacar, a partir de hoje (4), a quarta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 20 de julho.

Os recursos também podem ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O saque originalmente estava previsto para ocorrer em 19 de agosto, mas foi antecipado em duas semanas por decisão da Caixa. Segundo o banco, a adaptação dos sistemas tecnológicos e dos beneficiários ao sistema de pagamento do auxílio emergencial permitiu o adiantamento do calendário.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Calendário com as datas dos saques da quarta parcela do auxílio emergencial.
Calendário com as datas dos saques da quarta parcela do auxílio emergencial. – Divulgação/ Caixa

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício.

Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

 

 

Agência Brasil

Brasil se impõe, vira sobre a Rússia e vai à semifinal no vôlei feminino

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Melhores momentos: Brasil 3 x 1 Comitê Olímpico Russo pelas quartas do vôlei feminino

A seleção não teve um bom começo. Àquela altura, tinha problemas para cobrir e defender os ataques incansáveis de Fedorovtseva e Goncharova. Em um jogo tranquilo, Macris talvez nem entrasse em quadra. Fora dos dois últimos jogos por uma entorse no tornozelo direito, a levantadora começou na reserva. Ao lado de Rosamaria, entrou no segundo set para mudar o jogo. A dupla comandou a virada rumo às semifinais.

A Rússia joga sob o nome de ROC por conta da punição imposta devido ao escândalo de doping no esporte do país. Não pode usar nome, bandeira ou qualquer coisa que lembre sua nação – ainda que o vermelho do uniforme não deixe esconder.

Fundamental no jogo, Rosamaria fala sobre entrada em quadra e pontos decisivos na vitória: "De fora, estava tentando ver o que faltava"

Fundamental no jogo, Rosamaria fala sobre entrada em quadra e pontos decisivos na vitória: “De fora, estava tentando ver o que faltava”

1° set – Instável, Brasil cresce no fim, mas Rússia sai na frente

 

Quando a bola de Roberta saiu sem tempo para Carol junto à rede antes de cair no lado brasileiro, a Rússia já marcava 3/0 no placar. O time, então, se reuniu ao centro da quadra e se abraçou. A ansiedade por encarar um clássico logo nas quartas de final das Olimpíadas era evidente. Aos poucos, porém, o Brasil começou a se encontrar. Em um ataque de Fernanda Garay pelo meio, a diferença caiu para apenas um ponto, em 8/7.

A Rússia voltou a abrir, e o Brasil voltou a buscar. Quando o placar marcou 12/11, mesmo em vantagem, o técnico Sergio Busato parou o jogo. Funcionou. As russas dispararam mais uma vez e nem o pedido de tempo de Zé Roberto arrumou a casa. As rivais marcaram 15/11 enquanto o Brasil tentava se encontrar em quadra.

Tandara Brasil Rússia vôlei feminino Olimpíadas Tóquio — Foto: Toru Hanai/Getty Images

Tandara Brasil Rússia vôlei feminino Olimpíadas Tóquio — Foto: Toru Hanai/Getty Images

O técnico brasileiro, então, tentou a inversão e mandou Macris e Rosamaria para o jogo. Deu certo. O Brasil reagiu e, em um bloqueio de Carol, fez a diferença cair para apenas um ponto mais uma vez, em 20/19. Mas a seleção ainda sofria pelas mãos de Fedorovtseva e Goncharova. E foi justamente a veterana quem fechou o set em 25/23.

2° set – Rosamaria entra e comanda virada no set

 

Na volta à quadra, o Brasil pareceu mais atento. Tomou a frente pela primeira vez em todo o jogo em uma bela bola de Gabi, abrindo 4/3. O técnico russo, mais uma vez, parou o jogo. E, mais uma vez, disse alguma coisa que mudou o rumo do seu time em quadra. A Rússia logo voltou a tomar a dianteira e fez 7/4 em um ataque de Vonkorova. A diferença aumentou em um ataque de Fê Garay na antena.

Ninguém parecia conseguir parar Fedorovtseva e Goncharova. A jovem russa, de apenas 17 anos, destruía a defesa brasileira até com certa facilidade. Zé, mais uma vez, tentou a inversão. Ao mandar Rosamaria e Macris para a quadra, fez a seleção crescer mais uma vez. Fê Garay, em um bloqueio, diminuiu a diferença para apenas um ponto, em 15/14. Em um ótimo ataque pelo meio, Gabi fez com que a seleção deixasse tudo igual.

Fernanda Garay Brasil Rússia vôlei feminino Olimpíadas Tóquio — Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters

Fernanda Garay Brasil Rússia vôlei feminino Olimpíadas Tóquio — Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters

O Brasil, enfim, cresceu. Rosamaria, com um ace, e Carol Gattaz, no bloqueio, fizeram a seleção abrir 19/17. Não que a partida tivesse se transformado em algo fácil, mas as brasileiras conseguiram se impor pela primeira vez no jogo. A seleção manteve o ritmo até o fim do set para deixar tudo igual no placar, em 25/21.

3° set – Seleção mantém ritmo e vira o placar

 

O Brasil manteve o mesmo nível de jogo na volta ao set. A cobertura, que tanto falhara no início, funcionava à perfeição. O bloqueio também passou a funcionar. Ainda que não pontuasse, já não permitia que Fedorovtseva e Goncharova atacassem com tanta facilidade. Em um ataque de Rosamaria, a seleção abriu 8/5.

Brasil encara russas nas Olimpíadas — Foto: Julio César Guimarães/COB

Brasil encara russas nas Olimpíadas — Foto: Julio César Guimarães/COB

Carol Gattaz, pelo meio, fez a seleção abrir 12/7 em seu melhor momento até ali. Voronkova, outro destaque das russas, tentou fazer as rivais reagirem. Mas, no bloqueio de Gattaz e Rosamaria, a seleção voltou a abrir 13/9. Mas não podia ser tão fácil. Um ace de Voronkova e um bloqueio de Koroleva fizeram as russas ficarem a um ponto do empate, em 15/14. Zé Roberto, então, parou o jogo. O Brasil retomou o ritmo e não permitiu mais qualquer reação. Na pancada de Rosamaria, o fim do set: 25/19.

4° set – Seleção vira a parcial e vai à semifinal

 

O início de jogo ficara de vez para trás. Àquela altura, todo o time jogava bem. Gabi, incansável na cobertura, e Carol Gattaz, em seu melhor jogo, davam suporte e ritmo à equipe. Do outro lado, porém, a Rússia quis reagir. Em uma sequência ruim do lado brasileiro, chegou à virada em 16/15. Fedorovtseva, em um ace, aumentou a vantagem. Zé Roberto, então, voltou a parar o jogo. O time reagiu. Voltou a ditar o ritmo para retomar a dianteira na reta final. Em 25/22, garantiu a vitória e a vaga na semifinal.

Por João Gabriel Rodrigues — Tóquio/GE

Brasil pode bater recorde de pódios, ouros e obter melhor posição no quadro; veja projeção

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Melhores momentos: Brasil 3 x 1 Comitê Olímpico Russo pelas quartas do vôlei feminino

Analisando caso a caso, é bem provável que o Brasil supere as 19 medalhas (recorde conquistado na Rio 2016), é possível (mas não provável) que ultrapasse os sete ouros (também o recorde da 2016), mas melhorar o 13º posto obtido no quadro da Rio 2016 só será concretizado se países como Nova Zelândia, Hungria, Cuba e Canadá não conquistarem muitos ouros nos próximos dias.

Neste momento, o Brasil está com 15 medalhas no quadro, quatro ouros, três pratas e oito bronzes, e tem outras três já garantidas (duas no boxe que podem ser ouro, prata ou bronze e o futebol masculino que disputa o ouro com a Espanha). Com 18 pódios já certos, é muito provável que a delegação supere as 19 medalhas da Rio 2016, já que ainda há muitas medalhas prováveis em jogo, como Isaquias no C1 1000m, vôlei masculino e feminino e o trio do skate park, além de possíveis pódios no atletismo e hipismo.

Pensando nos sete ouros, que é o recorde, o Brasil precisa de quatro conquistas para superar esse número. As chances mais reais estão no vôlei, futebol, canoagem, boxe, skate e, correndo totalmente por fora, atletismo e hipismo. O país precisaria beirar a perfeição nestes últimos dias para atingir tal recorde. É possível? Sim. É provável? Não, o mais provável é que o número fique em seis, no máximo sete.

Por fim, a melhor posição no quadro de medalhas é a 13ª colocação na Rio 2016. Ao que tudo indica, o top 10 do quadro de medalhas será (não necessariamente nessa ordem) EUA, China, Rússia, Japão, Grã Bretanha, Austrália, Alemanha, França, Holanda e Itália. Coreia, Nova Zelândia, Canadá, Cuba e Hungria seriam países que poderiam tirar o Brasil do top-12. Se levar oito ouros, é possível ficar no top-12. Menos que isso, a briga deve ser para ser 13º.

Isaquias Queiroz durante treinamento no Japão — Foto: Reprodução/Instagram

Isaquias Queiroz durante treinamento no Japão — Foto: Reprodução/Instagram

A projeção inicial de medalhas que fiz aqui, o Brasil teria 6 ouros, 5 pratas e 9 bronzes, 20 medalhas no total. Ao término deste dia, era para o Brasil ter três ouros, três pratas e oito bronzes, com 14 no total. Oficialmente o Brasil está com quatro ouros, três pratas e oito bronzes, 15 no total.

A tendência é que o Brasil bata o recorde total de medalhas, mas não chegue ao recorde de ouros, nem a melhor posição no quadro.

A torcida é que o Brasil faça barba, cabelo e bigode e bata os três recordes.

Por Guilherme Costa — Tóquio, Japão/GE

Fiscalização evita fraudes em vendas de azeite de oliva

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Para evitar a proliferação de casos de fraude, o Mapa realiza fiscalização com ações programadas em média duas vezes ao ano

Com o aumento no consumo do azeite de oliva no Brasil, as ações de fiscalização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vêm se intensificando para evitar a comercialização de produtos fraudados. As ações realizadas em conjunto com outros órgãos registraram quedas no nível de inconformidade desse tipo de produto nos últimos anos, resultado também da responsabilização dos comerciantes pela venda de azeites com fraudes.

Hoje o Brasil é o terceiro maior importador de azeite de oliva do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da União Europeia. De acordo com dados do Conselho Oleícola Internacional (International Olive Council, ou IOC, na sigla em inglês), em 2020 o Brasil importou 104.179 toneladas de azeite de oliva e bagaço de oliva, 20% a mais que no ano anterior.

Atualmente, o azeite de oliva é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado. A fraude mais comum é a mistura de óleo de soja com corantes e aromatizantes artificiais. Também são encontrados casos de azeite de oliva refinado vendido como azeite extra virgem.

Ou seja, para o consumidor é impossível identificar alterações nesses produtos ao examiná-los na prateleira do mercado, dentro da embalagem.

Segundo o coordenador de Fiscalização de Produtos Vegetais do Mapa, Cid Rozo, é justamente essa dificuldade na identificação dos produtos alterados que permite o alto número de fraudes a esse produto. “A fraude sobre o azeite de oliva é muito rentável no mundo todo. Por isso é difícil eliminá-la totalmente do mercado”, explica.

Imagem Mapa

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Fiscalização

Para evitar a proliferação de casos de fraude de azeites de oliva, o Mapa realiza um plano de fiscalização com ações programadas em média duas vezes ao ano. O acompanhamento pelos fiscais leva em consideração os níveis de consumo do azeite, a vulnerabilidade de produtos, o histórico de inconformidade das marcas.

Em junho de 2021, uma ação de fiscalização foi realizada no Espírito Santo e apreendeu mais de 2 mil garrafas de azeite. Os produtos ainda estão sob avaliação técnica e, em breve, o resultado dos laudos será publicado pelo Mapa.
Em retrospectiva das ações de força-tarefa, o nível de inconformidade desse tipo de produto girava em torno de 20% e, após ações sucessivas de fiscalização, foi possível reduzir o índice para 1%, em 2019.

As ações de fiscalização tornam-se, então, essenciais para que os produtos fraudados não encontrem mercado.

Os fiscais do Ministério determinam a apreensão dos produtores fora de conformidade, a suspensão da comercialização das marcas identificadas, a autuação e responsabilização do varejista e do envasador do produto, com aplicação de multa no valor máximo de R$ 540 mil, conforme o lote encontrado na ação de fiscalização.

Como o produto apreendido é impróprio para o consumo, ele é devidamente descartado e, geralmente, é utilizado na indústria de biodiesel ou em outras finalidades.

Caso haja alguma desconfiança em relação ao produto, o consumidor pode denunciá-lo ao Ministério para a devida apuração. A lista dos produtos fraudados está disponível no site do Mapa e pode ser consultada pelo público.

 

Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Mércia/Conesul Notícias

Programa do Ministério da Economia e parceiros apoiará mais de 400 projetos inovadores em fase de ideação

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As inscrições seguem abertas até o dia 23 de agosto e podem participar iniciativas cujos modelos de negócios não estejam consolidados e que os produtos ou serviços ainda não tenham sido comercializados

O Programa Ideiaz – Powered by InovAtiva abriu chamada pública para selecionar até 450 projetos em estágio de ideação que irão receber capacitação empreendedora, mentorias e suporte tecnológico no desenvolvimento de seus negócios. Os escolhidos serão atendidos gratuitamente pelas incubadoras e aceleradoras de todo o país credenciadas no Programa Ideiaz. As inscrições seguem abertas até o dia 23 de agosto.

Realizado pela Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), o Ideiaz Powered by InovAtiva visa atender em escala e com abrangência nacional ideias e projetos de negócios inovadores e de impacto socioambiental em estágio inicial de todas as regiões do país.

No primeiro semestre, o programa contemplou 153 projetos, em parceria com 15 incubadoras e aceleradoras de todo o Brasil. A meta é oferecer suporte a projetos, garantindo, efetivamente, a democratização do atendimento e o alcance nacional.

Entende-se por projetos em estágio inicial aqueles que estejam na fase de criação ou ideação, ou seja, cujo modelo de negócio não esteja consolidado e que o produto ou serviço objeto do projeto ainda não tenha sido comercializado.

Seleção

As propostas serão avaliadas por um comitê de seleção composto por representantes do Sistema Sebrae, da Anprotec, da Sepec/ME e de outros parceiros – como entidades de fomento e investidores – e especialistas do setor produtivo e da Academia. A expectativa é alcançar a marca de mil projetos atendidos durante todo o programa.

“O InovAtiva Brasil já acelerou mais de duas mil startups em 700 municípios brasileiros. Com o Ideiaz Powered By InovAtiva, nossa meta é apoiar projetos inovadores em estágios iniciais, ainda na fase de ideias. Queremos tornar o Brasil um dos três principais ecossistemas de startups do mundo”, explica o secretário especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Da Costa.

Ao todo, serão investidos mais de R$ 40 milhões em quatro anos no InovAtiva como um todo.

De acordo com a classificação, área de atuação, localização geográfica e disponibilidade de vagas, cada projeto será encaminhado para um atendimento de 10 semanas em uma das incubadoras ou aceleradoras credenciadas no Ideiaz.

Os empreendimentos receberão, no mínimo, 25 horas de apoio ao seu desenvolvimento, das quais serão, no mínimo, 15 horas de atendimento individualizado ao empreendimento, compreendendo os seguintes pontos, de acordo com o plano de atendimento do ambiente de inovação credenciado: atividades de mentoria; consultoria organizacional; suporte tecnológico; suporte para formalização do negócio; e qualificação empreendedora.

“Mais uma vez, o programa Ideiaz se faz valer da infraestrutura, do conhecimento e da experiência das incubadoras e aceleradoras do Brasil para apoiar o desenvolvimento e a consolidação de centenas de negócios inovadores em seu estágio inicial. É um programa nacional de grande escala que vai atender a todas as regiões do país”, afirma o presidente da Anprotec, Francisco Saboya.

Resultados esperados

Após o processo de atendimento, os projetos apoiados devem apresentar os seguintes resultados mínimos: modelo de negócios desenhado e validado; protótipo do produto ou serviço desenvolvido e avaliado por clientes; e pitch de venda e defesa do negócio pronto.

A equipe do projeto deverá dedicar conjuntamente, durante o período do atendimento, pelo menos 20 horas semanais de trabalho (a dedicação corresponde ao somatório de horas aplicadas pelos membros da equipe) para alcançar os resultados mínimos do projeto.

“Por meio da operacionalização deste programa, seremos capazes de levar inovação e capacitação a diferentes ecossistemas brasileiros. Um trabalho que será possível por meio da ativação de uma rede de parceiros locais, com o fomento da geração de empresas inovadoras, de empregos e de conhecimento”, destaca o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Cronograma:

Período de inscrição: 29/7 a 23/8

Avaliação das propostas: 20/8 a 24/9

Divulgação dos resultados: 27/9

Formalização da relação entre ambientes e projetos: 28/9 a 10/10

Início do atendimento: 11/10

Atendimento aos projetos selecionados: 11/10 a 17/12

Prazo final para a entrega dos resultados: 17/12

As dúvidas devem ser encaminhadas por e-mail

Confira o edital completo.

Com informações do Ministério da Economia

Mércia do Conesul Notícias

Começam os testes de drogômetros nas rodovias federais do país

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Grupo de trabalho vai definir diretrizes para uso do equipamento no Brasil

Os testes iniciais para a pesquisa que vai definir os requisitos técnico-científicos para homologação dos drogômetros no Brasil começam nessa terça-feira (03), com a capacitação de policiais rodoviários federais.

Os agentes de segurança pública vão aprender como coletar amostras usando os equipamentos nas rodovias federais. Os aparelhos têm a função de detectar o uso recente de substância psicoativa.

“As tecnologias evoluem e essa é uma ferramenta importante para detecção de drogas psicoativas que alteram a capacidade dos motoristas de dirigirem de maneira mais segura”, afirma o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres.

As diretrizes técnico-científicas para o uso dos equipamentos no país estão sendo definidas pelo grupo de trabalho coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) que também conta com a participação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

O secretário Nacional de Políticas Sobre Drogas, Luiz Beggiora, destaca que “é importante salientar que o recurso arrecadado com a venda dos bens apreendidos dos traficantes está sendo utilizado para financiar políticas públicas na área de segurança pública, a exemplo da implantação do drogômetro, que possibilitará a fiscalização de motoristas que usam drogas no trânsito”.

A capacitação dos policiais será feita até o dia 06 de agosto, pela equipe do Hospital das Clínicas de Porto Alegre, por meio do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas. A pesquisa será realizada nas estradas federais de todo o país.

“Essa pesquisa mostra o quanto é fundamental a integração entre os órgãos. Com o alinhamento da pesquisa à prática realizada por nossos policiais, conseguiremos desenvolver um produto capaz de fazer com que as pessoas se sintam mais seguras ao utilizarem nossas estradas”, diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques.

Os testes serão feitos com motoristas voluntários. Neste primeiro momento, as amostras positivas não vão configurar infração legal, uma vez que os aparelhos ainda não têm homologação para fiscalização.

Todas as amostras que tiverem o resultado positivo – e uma fração das negativas – serão armazenadas em freezers específicos, já fornecidos pelo MJSP, sendo transportados para análise em laboratório posteriormente.

Os motoristas que apresentarem alterações psicomotoras em decorrência do uso de substância psicoativa serão fiscalizados de acordo com a legislação em vigor e só serão convidados a participar da pesquisa após realizados os procedimentos legais (bafômetro ou recusa, auto de infração e prisão, se for o caso).

Os aparelhos escolhidos para o período de testes foram recebidos pelo Ministério, por meio de cessão de uso gratuito, após processo de chamamento público.

Após os testes, os equipamentos que tiverem a sua eficácia comprovada serão regulamentados pelo Conselho Nacional de Trânsito e pelo Inmetro e poderão ser utilizados em ações de fiscalização do uso de drogas por parte de motoristas, prevenindo acidentes nas vias brasileiras.

O que são drogômetros?

Os drogômetros são dispositivos portáteis utilizados para detecção de substâncias psicoativas, como cocaína, maconha, anfetaminas e outras. A coleta é feita por amostras de fluído oral e não precisa de profissionais especializados, como é o caso da coleta de sangue. Os resultados saem em um período de 5 a 10 minutos após a coleta.

 

Com informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública

Mércia do conesul

Programa Titula Brasil: MPF emite recomendação a dez cidades de Rondônia

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Prefeituras e Incra foram orientados a cumprir legislação sobre reforma agrária e regularização fundiária

O Ministério Público Federal (MPF) expediu na última semana recomendação a dez municípios de Rondônia para assegurar o cumprimento da legislação sobre reforma agrária e regularização fundiária e zelar pelo patrimônio público federal e o respeito aos direitos territoriais de povos e comunidades tradicionais.

As recomendações foram encaminhadas às prefeituras de Alto Paraíso, Campo Novo de Rondônia, Candeias do Jamari, Cujubim, Machadinho do Oeste, Nova Mamoré, Porto Velho, Rio Crespo, Theobroma e Vale do Anari. Em junho deste ano, as prefeituras de outras quatro cidades já haviam recebido a mesma recomendação – Ariquemes, Buritis, Governador Jorge Teixeira e Monte Negro. As prefeituras devem, entre outras ações, realizar vistorias técnicas in loco em todas as áreas submetidas a processo de regularização fundiária no âmbito dos Núcleos Municipais de Regularização Fundiária (NMRF), havendo ou não determinação ou indicação expressa do Incra, com observância da habilitação técnica necessária, e emitir o atestado de função social da propriedade rural.

Recomenda-se ainda que seja garantida a exclusividade da atuação de servidores públicos efetivos do quadro do município na realização de vistorias técnicas e revisões populacionais e o impedimento de que agentes públicos municipais, especialmente os integrantes do NMRF e respectivos cônjuges, possam figurar como beneficiários, direta ou indiretamente, de regularização fundiária no âmbito do Programa Titula Brasil.

Foi também expedida recomendação à Superintendência do Incra em Rondônia para que garanta que nos acordos de cooperação técnica constem a obrigatoriedade de cumprimento e observância das ações recomendadas pelo MPF às prefeituras municipais.

As recomendações são fruto de uma ação coordenada no âmbito do MPF com o objetivo de acompanhar o Programa Titula Brasil em municípios com glebas federais e acontece em várias partes do país. As prefeituras e o Incra terão prazo de 30 dias para responder sobre o acatamento ou não da recomendação.

Assessoria de Comunicação

ENEM Prazo para recurso referente a nome social vai até 6/8

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Participante que teve o pedido indeferido pode solicitar nova análise de documentos. Solicitações devem ser feitas até as 23h59 da próxima sexta-feira (6)

As inscritos que tiveram as solicitações indeferidas têm até as 23h59 da próxima sexta-feira, 6 de agosto, para interpor recurso referente ao tratamento pelo nome social no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021. O procedimento deve ser realizado pela Página do Participante. Os resultados serão divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no dia 11 deste mês.

O tratamento pelo nome social é destinado ao inscrito que se identifica e quer ser reconhecido socialmente em consonância com sua identidade de gênero (transexual, travesti ou transgênero). Ao interpor recurso, é necessário anexar novos documentos comprobatórios, o que inclui foto atual, nítida, individual, colorida, com fundo branco que enquadre desde a cabeça até os ombros, de rosto inteiro, sem uso de óculos escuros e acessórios, como boné, chapéu, viseira, gorro ou similares. Também deve ser anexada cópia digitalizada (frente e verso) de documento de identificação oficial com foto, válido, conforme preveem os editais do Enem 2021.

Login único – Para verificar os resultados das solicitações e entrar com possíveis recursos, na Página do Participante, é necessário ter o login único dos portais gov.br. Caso o inscrito não lembre a senha, é possível recuperá-la acessando o sistema do Governo Federal, informando o número do CPF e seguindo as instruções que forem apresentadas.

Enem 2021 – Ao todo, 3.109.762 pessoas tiveram as inscrições confirmadas no Enem 2021. O número corresponde ao total de participantes das duas versões do exame (impressa e digital). O Inep registrou 3.040.871 inscritos para a versão em papel. Para a modalidade digital, que teve as 101.100 vagas ofertadas preenchidas durante o período de inscrições, foram confirmados 68.891 participantes. As duas versões serão aplicadas nas mesmas datas: 21 e 28 de novembro. Cabe destacar que, nesta edição, ambas as versões terão itens de prova iguais e mesmo tema de redação.

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, tornou-se uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (ProUni), ambas ações do Ministério da Educação (MEC).

Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetros para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os resultados individuais do Enem também podem ser usados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Confira o edital do Enem 2021 impresso

Confira o edital do Enem 2021 impresso em Libras

Confira o edital do Enem 2021 digital

Confira o edital do Enem 2021 digital em Libras

Acesse a Página do Participante

Saiba mais sobre o Enem

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC com informações Inep

Mércia do Conesul

Estabilidade e carreiras de Estado são tema de 18 emendas à reforma administrativa

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Relator argumenta que reforma irá premiar bons servidores; oposição teme precarização do trabalho com o fim da estabilidade

Estabilidade de servidores públicos e a definição de carreiras típicas de Estado são o tema de 18 das 45 emendas apresentadas na Comissão Especial da Reforma Administrativa (PEC 32/20). Os deputados também se preocupam com o vínculo de experiência (7), a jornada e remuneração de servidores (assunto tratado em 6 emendas), aposentadoria e previdência (6), concurso ou seleção (6), férias e licenças (5 emendas), cargos comissionados ou de liderança e assessoramento (5).

Ainda há emendas sobre avaliação de desempenho, desligamento ou perda de cargo e cooperação com empresas privadas, entre outros temas. Várias das emendas tratam de carreiras específicas, incluindo profissionais de Segurança (6), da Justiça (5), da Saúde (2), professores (3 emendas) e militares (3).

Atualmente, os servidores que passaram em concurso público ganham estabilidade depois de três anos de exercício do cargo. Depois disso, eles só perdem a vaga se houver uma sentença judicial transitada em julgado, um processo administrativo ou pelo procedimento de avaliação periódica de desempenho. No entanto, a proposta do Executivo limita a estabilidade apenas a carreiras típicas de Estado, que seriam definidas depois por lei complementar.

Impessoal
O relator da proposta de reforma administrativa, deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA), avisou que a lei sobre estabilidade e demissão de servidores será impessoal. “Não será dado a nenhum chefe de plantão o direito de demitir por seu gosto, por sua vontade exclusiva. Tem que ter a avaliação do usuário do serviço público, o que é fácil por meio da internet e da tecnologia”, propôs.

O relator lembrou que o Estado investe recursos para contratar um servidor por meio de concurso e deve recuperá-lo caso o desempenho não seja satisfatório. “A avaliação deve ser muito mais no sentido de premiar o funcionário que tenha um bom desempenho do que punir o mau desempenho”, analisa.

Arthur Oliveira Maia ainda apontou para a necessidade de aprimorar os conceitos e critérios de avaliação dos funcionários públicos. “Não é razoável que a gente veja índices de analfabetismo funcional nas escolas brasileiras. Mas quando você fala em avaliar o professor, parece que você está jogando pedra na cruz”, afirmou.

Preocupação
O deputado Rogério Correia (PT-MG) disse estar preocupado com a concepção do relator sobre o que seriam as carreiras de Estado. “Carreira exclusiva não tem nada a ver com estabilidade. Para o relator, professores e agentes de saúde não precisam de estabilidade. Isso me assusta. Trocar um professor não vai resolver o problema”, criticou. “Assim, 80% dos servidores não vão ter estabilidade. Desmanchar a estabilidade terminaria com o serviço público, com a substituição pela iniciativa privada e precarização do trabalho.”

Rogério Correia ainda nota que, mesmo para as carreiras típicas de Estado, a demissão não será mais por decisão judicial transitada em julgado, mas por ordem judicial colegiada. “Acaba com a presunção de inocência do servidor público”, lamentou. Ele ainda observa que, segundo o texto da PEC, a avaliação de desempenho poderia ser feita “na forma da lei”, e não por lei complementar.

“O governo poderia baixar uma medida provisória de demissão em massa, para fazer as contratações temporárias ou convênios com a iniciativa privada”, teme.

O deputado Tiago Mitraud (Novo-MG) nota que, desde o envio da PEC, a estabilidade tem sido o ponto mais discutido e polêmico. “Não podemos tratar a estabilidade como a bala de prata que vai resolver todos os problemas do serviço público no Brasil, mas cabe a nós aprimorar este instrumento” ponderou.

Tiago Mitraud considera que as previsões atuais para perda de cargo são insuficientes, especialmente porque a avaliação de desempenho não foi regulamentada. Segundo ele, também seria necessário criar regras para extinguir cargos e carreiras que não são mais necessários porque se tornaram obsoletos.

“Temos de dar a capacidade de o Estado se reorganizar. Estabilidade não é um privilégio, mas um instrumento necessário para preservação do interesse público. Infelizmente, o cargo público é almejado não pelo interesse público, mas porque a estabilidade dá a tranquilidade para não apresentar resultados.”

Pressões políticas
O deputado Luis Miranda (DEM-DF) defendeu a estabilidade como meio de proteger os servidores de pressões políticas. Ele afirmou que seu irmão, o servidor concursado do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, foi atacado e ameaçado por apresentar denúncias de irregularidade na compra da vacina indiana Covaxin. “Se não fosse a estabilidade, certamente teria sido demitido”, argumentou.

Luis Miranda ainda defendeu que os cargos de chefia fossem limitados a funcionários de carreira. “Quem tem poder, manda, desmanda, humilha e coloca em xeque a vida da pessoa e de seus familiares e filhos. Que servidor público, sabendo que poderia perder o emprego, vai cumprir com suas obrigações?”, questionou.

Argumentos
Além da proteção contra perseguições políticas, entre os principais argumentos a favor da estabilidade estão a continuidade para implementar políticas públicas, a atração de profissionais qualificados, a manutenção da memória da organização e a igualdade no tratamento entre servidores. Já os críticos dizem que a estabilidade leva à perda de motivação dos servidores, impunidade para servidor com baixo desempenho, aumenta o poder burocrático, leva a tratamento desigual com trabalhadores do setor privado e aumenta o gasto público com a folha de pagamento.

Os custos com o funcionalismo estão entre os principais argumentos do governo contra a estabilidade. O secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, Leonardo José Mattos Sultani, afirmou que apesar de 12,5% dos trabalhadores atuarem no setor público, esses servidores gastam 13,4% do PIB. “A estabilidade se equipara a um contrato vitalício”, comparou.

Quase 87% dos servidores são estáveis e a administração pública federal já dispõe de mais inativos do que ativos em seus quadros (52,9% são inativos). O secretário informou que o Brasil gasta R$ 8,2 bilhões por ano com 69 mil servidores ativos em cargos extintos.

Sultani lembrou que o Congresso deverá regulamentar as hipóteses de perda do cargo em lei complementar. “Impossível o desligamento do servidor por motivação político partidária. A lei vai eliminar as possibilidades de perseguição pessoal, pressões corporativas ou político partidárias”, disse.

 

Correção: A versão inicial deste texto informava que havia 62 emendas à proposta de reforma administrativa. Realmente foram apresentadas 62 emendas, mas apenas 45 atingiram o número mínimo exigido de assinaturas, que é 171.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Escola Superior do MPRO realiza Curso de Língua Portuguesa

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A Escola Superior do Ministério Público de Rondônia iniciou nesta terça-feira (3/8) o Curso de Língua Portuguesa nas rotinas do MPRO. A capacitação, em formato virtual, é destinada a assistentes de promotoria e assessores jurídicos da Instituição e tem previsão de encerramento para esta quarta-feira (4/8).

O curso é ministrado pelo analista em Redação do Ministério Público de Rondônia, Pedro Henrique Rocha Vilarim, que elaborou uma ementa com conceitos que visam ao aprimoramento textual nas rotinas administrativa e jurídica da Instituição, abordando fontes de pesquisa, regramento e normas atuais.

No início do evento, o ministrante foi saudado pelo Diretor da ESMPRO, Promotor de Justiça Marcelo Lima de Oliveira, que falou sobre a importância do curso, destacando a pertinência do aperfeiçoamento para uma melhor comunicação do MP no exercício de suas atribuições para com a sociedade.

Esta é a primeira turma do Curso de Língua Portuguesa nas rotinas do MPRO. Uma segunda turma, voltada para servidores de unidades administrativas, está prevista para receber a capacitação ainda neste mês de agosto.

O curso é realizado pela Plataforma Microsoft Teams.

 

Departamento de Comunicação Integrada – DCI