PF investiga desvio de benefícios de Auxílio Emergencial
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (5/4), nas cidades de Cuiabá/MT e Vilhena/RO, a Operação Auxílio na Conta, com o objetivo de combater a prática de fraudes contra a Caixa Econômica Federal.
Estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juiz da 7ª Vara Federal da Seção Judiciária de Mato Grosso/MT, em desfavor de pessoas envolvidas com desvios de benefícios de Auxílio Emergencial.
As fraudes foram cometidas por meio da emissão de boletos bancários em nome dos investigados e de terceiros, os quais foram quitados com valores provenientes das parcelas do benefício do auxílio emergencial.
De acordo com as investigações, os criminosos teriam sido beneficiários de, pelo menos, 26 contas utilizadas para o recebimento do auxílio emergencial que foram fraudadas. O valor total obtido ilicitamente pelos investigados ainda está sendo apurado pela Polícia Federal.
Os crimes investigados são furto mediante fraude, associação criminosa e uso de documentos falsos, cujas penas somadas podem chegar a 16 anos de prisão.
O nome da operação – Auxílio na conta – está relacionado ao benefício do auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal, o qual teve, consoante demonstrado na investigação, valores fraudados e enviados para as contas dos investigados.
A ação faz parte de uma união de esforços denominada Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CAIXA, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União. Os objetivos da atuação interinstitucional conjunta são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas, com a identificação de seus integrantes, além de recuperar os valores para o erário.
Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
O Programa Renovar pretende viabilizar a reciclagem de veículos em fim de vida útil, contribuindo para eficiência da logística no país
Caminhões, ônibus e outros veículos pesados de carga com idade acima de 30 anos, ou em condições técnicas que não atendam aos parâmetros mínimos de rodagem, poderão ser retirados de circulação com a adesão ao Programa Renovar, criado pela Medida Provisória nº 112, publicada na sexta-feira (01/04) no Diário Oficial da União. O programa é uma iniciativa do Governo Federal voltada à reciclagem veicular, ao incremento da produtividade e à eficiência logística.
A primeira fase do programa será dirigida aos caminhões, ônibus e implementos rodoviários (reboques, carrocerias, etc) em final de vida útil. Destinado inicialmente aos proprietários de veículos pesados de carga (pessoas físicas ou entidades jurídicas), o programa Renovar pretende viabilizar a reciclagem de veículos em fim de vida útil.
No primeiro momento, o programa promoverá a recompra do caminhão a ser sucateado, pelo qual será pago ao caminhoneiro o valor de mercado do veículo, com recursos oriundos das empresas contratadas para exploração e produção de petróleo e gás natural.
A definição da idade mínima para elegibilidade dos veículos a serem desmontados ou destruídos como sucata será feita pelo Conselho Gestor do Programa, por meio de portaria da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME). A idade de 30 anos para caminhões e de 20 anos para ônibus e implementos rodoviários foi utilizado na formulação inicial do programa, a partir de consultas ao setor privado. Em 2020 havia no Brasil 854.244 caminhões e 75.943 caminhões-trator com mais de 30 anos (ano de fabricação até 1989), de acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
Adesão
Portaria da Sepec ainda a ser publicada definirá o fluxo para adesão voluntária do caminhoneiro ao programa, que se dará por meio da Plataforma Renovar. Todos os passos para elegibilidade do veículo e seu sucateamento serão cursados pela plataforma, com vistas a reduzir os custos de transação do caminhoneiro.
A adesão ao programa é totalmente voluntária. Os interessados em realizar a baixa dos seus caminhões, ônibus ou implementos rodoviários e aderir e participar do Renovar deverão comprovar a baixa definitiva do registro do bem elegível e de seu desmonte ou destruição, como sucata.
O programa Renovar poderá ser instituído por meio de fases, sendo que, na etapa inicial, os benefícios serão dirigidos prioritariamente ao Transportador Autônomo de Cargas (TAC). É uma iniciativa que integra ações público-privadas, seguindo uma lógica de construção compartilhada, em rede, pelo Governo Federal e pelos governos estaduais.
Recursos
O Governo Federal destinará, por meio de suas ações, recursos para a recompra dos caminhões em final de vida útil. Em contrapartida, o setor privado poderá oferecer de maneira complementar aos benefícios públicos, produtos e serviços (crédito cooperativado, garantia estendida, revisões, seguros, consórcios etc.) que poderão ser usufruídos pelos beneficiários do Programa na aquisição de veículos novos.
Os beneficiários do Programa Renovar terão acesso a direitos, benefícios e vantagens por meio da Plataforma Renovar e estarão vinculados à baixa definitiva do registro do bem elegível e de seu desmonte ou destruição, como sucata. Na plataforma, o beneficiário poderá fazer o registro das operações relativas ao desmonte ou destruição, como sucata, dos bens elegíveis, além da utilização dos benefícios concedidos no âmbito do programa. A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) será o agente operador da plataforma.
Maior segurança
A redução da idade média da frota nacional significará maior segurança rodoviária e diminuição dos custos com acidentes e doenças respiratórias. Além disso, uma frota mais jovem beneficia o meio ambiente ao consumir menos combustível e promover uma drástica redução na emissão de partículas e gases poluentes. A reciclagem dos veículos ainda ajudará toda uma cadeia econômica ligada à reciclagem, gerando emprego e renda.
O programa significará ainda maior produtividade ao setor de transporte, com menores gastos com manutenção, redução do frete, aumento da produtividade, da competitividade e da eficiência da logística no país, além da melhoria nas condições de trabalho dos profissionais. Espera-se, ainda, mais segurança nas estradas e menor emissão de gases no meio ambiente.
O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), confirmou para o próximo dia 14, às 15hs, a realização da audiência pública para discutir sobre a grave situação das rodovias federais BR-364, BR-421, BR-429 e demais que cortam Rondônia, que causam transtornos aos motoristas, que enfrentam longos trechos esburacados e com outros problemas.
A intenção da audiência, programada para o plenário do Parlamento Estadual, é discutir em conjunto com os deputados estaduais, reunindo membros da bancada federal (deputados federais e senadores), além de prefeitos, vereadores, lideranças e representantes governamentais como o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), para que haja uma definição de prioridade na recuperação de trechos das rodovias federais, que hoje necessitam de um socorro urgente.
“É preciso darmos uma resposta à população, que não aguenta mais enfrentar as rodovias com tantos pontos esburacados e sem a devida manutenção, colocando em risco a segurança de todos, além de gerar prejuízos”, disse Redano.
Deputada ressalta importância de dar continuidade a sua atuação parlamentar
A deputada estadual Rosangela Donadon, do partido União Brasil, anunciou na manhã desta segunda-feira (4) que é pré-candidata à reeleição. A parlamentar ressaltou a necessidade de dar continuidade ao trabalho que vem desenvolvendo desde 2015 na Assembleia Legislativa, para consolidar os resultados alcançados e agregar novos benefícios para a população, em especial na área da saúde e na melhoria de qualidade vida das famílias, tanto da cidade como do campo.
Sempre com uma atenção especial aos municípios do cone sul de Rondônia, Rosângela Donadon nos últimos anos passou a ser procurada também por lideranças comunitárias de outros municípios, que viram em sua atuação parlamentar o caminho para terem suas reivindicações sociais atendidas. “Na área social e especialmente na atenção à saúde pública há conquistas e avanços que precisam ser continuados; vamos consolidar o que conquistamos e seguir avançando para benefícios ainda maiores para nossa população”, afirmou a deputada.
Termina nesta terça-feira (5) o prazo para os partidos publicarem na imprensa oficial as normas para a formação de coligações; confira as datas do ano eleitoral no Calendário do MPF
As eleições deste ano contarão, pela primeira vez, com a figura das federações, que consiste na união de partidos políticos para disputar cargos majoritários (presidente, governador e senador) e proporcionais (deputados federais, estaduais e distritais). Essa nova possibilidade foi incluída na legislação brasileira pela reforma eleitoral aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional. Mas qual a diferença entre as federações e a velha conhecida coligação?
A grande diferença é que, ao se aliarem em federações para apoiar candidaturas a qualquer cargo majoritário ou proporcional, os partidos deverão permanecer com essa aliança durante todo o mandato conquistado. Isso significa que, ao elegerem deputados, por exemplo, os partidos federados terão que desempenhar o trabalho na Câmara como se fossem uma mesma agremiação, durante os quatro anos de mandato. A regra vale, inclusive, para o cálculo de distribuição das cadeiras nas comissões legislativas. Isso significa que as legendas federadas terão uma bancada única, com lideranças formadas a partir do que está previsto no estatuto da federação e no regimento interno das respectivas Casas.
Já quando as legendas se unem em coligações, elas não são obrigadas a permanecerem unidas durante o mandato conquistado, podendo desfazer a aliança logo após o término das eleições. Por isso, desde 2017, esse tipo de união passou a ser proibida para a disputa dos cargos proporcionais (deputados federais, estaduais e distritais e vereadores). A medida buscou impedir que o eleitor, ao votar em um candidato, acabasse elegendo outro de ideologia não alinhada à sua, em razão da transferência de votos do sistema proporcional.
No entanto, as coligações seguem sendo permitidas para a disputa de cargos majoritários. Os partidos têm até esta terça-feira (5) para publicar na imprensa oficial as normas internas para a formação de coligações, caso seus estatutos não tragam essas regras. Elas devem ser encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes da realização das convenções, para que sejam divulgadas no portal da Justiça Eleitoral. Já as federações têm até o dia 31 de maio para registrarem seus estatutos na Justiça Eleitoral.
A partir desta terça-feira (5) também fica proibido fazer qualquer reajuste na remuneração dos servidores públicos das esferas em que há cargos em disputa, em proporção maior do que a perda inflacionária verificada ao longo do ano eleitoral. Essa restrição vale até a posse dos eleitos. O objetivo da medida é evitar que a promessa de eventuais reajustes salariais seja utilizada com a finalidade de obter votos para determinado candidato.
Calendário – Confira essas e outras datas do ano eleitoral no Calendário 2022 do MPF. Em abril, o calendário também traz dicas de como os eleitores podem contribuir para evitar a propagação de notícias falsas e desinformação sobre a disputa. A cada mês, é possível conhecer um pouco da atuação do Ministério Público como fiscal do cumprimento das regras eleitorais, com o objetivo de assegurar igualdade de oportunidade aos candidatos e a livre escolha do eleitor. Além disso, o público também poderá encontrar informações úteis sobre como ajudar o MP Eleitoral nessa fiscalização.
Partido de Bolsonaro mais do que dobrou de tamanho; mais trocas já feitas na Justiça Eleitoral ainda poderão ser comunicadas à Câmara nos próximos dias
Com o fim da janela partidária, na sexta-feira (1º), o PL se tornou a maior bancada da Câmara, com 73 deputados no momento. É mais do que o dobro do que o partido tinha na época da posse, quando contava com 33 deputados.
A janela partidária permite que deputados federais e estaduais mudem de partido sem correr o risco de perder o mandato. Mesmo com o fim do prazo, os números ainda podem mudar, já que filiações registradas no sistema do Tribunal Superior Eleitoral até sexta-feira podem ser comunicadas posteriormente à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara dos Deputados.
Grande parte dos novos deputados do PL veio do União Brasil, partido criado com a fusão do PSL e DEM. Antes da janela partidária, o União contava com 81 deputados, mas agora está com 47, atrás do PT (com 56) e PP (50). Outros partidos que cresceram foram o Republicanos, atualmente com 45 deputados, e o PSD, com 43.
Desde o início da legislatura até o momento, 123 deputados trocaram de partido. O número é menor em comparação com a legislatura passada, quando 154 deputados mudaram de sigla no mesmo intervalo de tempo (entre 1º de fevereiro de 2015 e 1º de abril de 2018).
Comissões
O líder do PL, deputado Altineu Côrtes (RJ), comemora o crescimento do partido, motivado pela filiação do presidente Jair Bolsonaro. “O coração do PL é grande. Muito bacana a gente poder ver o partido crescendo fortemente em todos os estados. O projeto do nosso presidente Bolsonaro está com força. Recebemos pessoas experientes, que tratam de diversos temas como suas prioridades. Isso engradece e fortalece o partido”, declarou.
Altineu Côrtes avalia que o crescimento do PL deve ajudar sua atuação nas comissões permanentes da Câmara dos Deputados. “O PL terá uma representação muito maior pelo volume de deputados que vão fazer parte da bancada. Isso fortalece nossa representação em cada comissão”, afirmou.
Mesmo antes da chamada janela partidária, 39 deputados já haviam deixado a legenda pela qual foram eleitos em 2018. Além do cenário eleitoral, uma motivação para mudança de legenda é a fusão ou incorporação de partidos.
Em 2019, quando a cláusula de barreira passou a vigorar, houve a incorporação do Partido Republicano Progressista (PRP) ao Patriota; e do Partido Pátria Livre (PPL) ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Três deputados do PRP optaram por seguir para outras legendas: PSL, PL e PSD.
No ano passado, o TSE aprovou o pedido de incorporação do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) ao Podemos (Pode). No entanto, seis deputados do PHS foram para outras legendas: três para o PL, dois para o PP e um para o DEM.
Nas eleições de 2018, 30 partidos elegeram representantes para a Câmara dos Deputados. Com a fusão recente e outras incorporações e trocas de legenda, o número de siglas caiu para 23.
Segundo Mosquini, a relação ainda será ampliada e a meta do MDB é eleger pelo menos três deputados estaduais
Depois de muita luta nos bastidores, o presidente regional do MDB, deputado Lúcio Mosquini, conseguiu montar uma nominata poderosa, na disputa pelas oito vagas da Câmara Federal. Além do próprio Mosquini, que tenta seu terceiro mandato, a relação tem nomes quentíssimos da nossa política, como o ex-prefeito de Ariquemes, o delegado Thiago Flores e o ex-deputado e empresário Tiziu Jidalias. Traz ainda estreias com grandes chances de chegar lá: o Professor Uberlando Tiburtino, reitor do Ifro, uma instituição que tem mais de 50 mil alunos no Estado; a professora e ex-secretária de Educação Gláucia Negreiros, que fez um excelente trabalho e saiu do cargo nesta última sexta-feira, para concorrer à Câmara e, por fim, o jovem Rafael Mazieiro, de Vilhena, que está despontando na política. Tem mais: o dr. Silmar de Ji-Paraná, que é bolsonarista e que, na primeira vez que concorreu, conquistou mais de 11 mil votos. Mosquini comemorou o forte grupo de candidatos e garante: seu partido fará pelo menos dois deputados federais. Ele está lutando para que consiga alcançar até 70 mil votos na sua reeleição. Já na relação dos emedebistas que concorrerão a Assembleia Legislativa, há vários nomes também destacados, como o do deputado de terceiro mandato, Jean Oliveira; Glaucione Rodrigues, ex-prefeita de Cacoal; Isaú Negrão, filho do prefeito de Ji-Paraná, Isaú Fonseca; dr. Luiz, de Jaru; o presidente da Câmara de Vereadores de Buritis, o vereador Adriano e o vereador Jeferson, de Ouro Preto. Segundo Mosquini, a relação ainda será ampliada e a meta do MDB é eleger pelo menos três deputados estaduais.
Secex também apontou recordes de superávit, corrente de comércio e importações para iguais meses de anos anteriores, além de números inéditos em vendas e compras do exterior no primeiro trimestre
As exportações brasileiras somaram US$ 29,09 bilhões em março, atingindo um recorde mensal histórico, segundo dados divulgados na sexta-feira (01/04) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. “É um valor inédito para a exportação brasileira, não só para o mês de março, mas para qualquer mês já registrado”, destacou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão, em entrevista coletiva. O recorde anterior de exportações mensais era de junho de 2021, com US$ 28,3 bilhões.
Já as importações aumentaram 27,1% no mês passado e chegaram a US$ 21,71 bilhões, resultando em superávit de US$ 7,38 bilhões, com alta de 19,3%, pela média diária, em relação a março de 2021. A corrente de comércio (soma de exportações e importações) chegou a US$ 50,81 bilhões, em alta de 25,9%. Tanto importações quanto superávit e corrente de comércio foram recordes para o mês de março.
Segundo Brandão, o recorde histórico das exportações foi puxado pelo aumento de 1,8% no volume, mas principalmente pela alta de 17,2% nos preços dos produtos vendidos pelo Brasil. Os preços também foram o principal fator que influenciaram o aumento das importações, com alta de 29,5%, já que o volume comprado caiu 7,1% no mês.
O desempenho positivo de março influenciou o resultado do primeiro trimestre. A corrente de comércio subiu 26% e atingiu US$ 132,16 bilhões, nos três primeiros meses do ano, refletindo a alta de 26,8% das exportações, que somaram US$ 71,74 bilhões, e de 25% das importações, que totalizaram US$ 60,42 bilhões. Os três resultados também foram recordes para o período.
A balança comercial, por sua vez, fechou o trimestre com superávit de US$ 11,31 bilhões, em alta de 37,6%. Foi o segundo melhor saldo do primeiro trimestre desde 2017, quando chegou a US$ 13 bilhões.
Desempenho dos setores
O recorde mensal das exportações, em março, foi puxado principalmente pelo aumento dos valores das vendas da Agropecuária, que subiram 36,8% e chegaram a US$ 8,17 bilhões, e da Indústria de Transformação, que atingiram US$ 14,47 bilhões, em alta de 35,2%. Já a Indústria Extrativa somou US$ 6,34 bilhões, diminuindo 2,4% em relação a março de 2021. “Destaca-se o grande aumento dos preços dos produtos agropecuários, de 33,4%, e da Indústria de Transformação, de 19,3%, que fez com que o total crescesse 17,2%”, pontuou Brandão.
Na soma do trimestre, o crescimento das exportações da Agropecuária chegou a 61%, com US$ 16,45 bilhões, enquanto a Indústria de Transformação vendeu 33,4% a mais do que nos três primeiros meses de 2021, somando US$ 39,02 bilhões. Já na Indústria Extrativa houve recuo de 5,3%, para US$ 15,94 bilhões.
Do lado das importações, as compras para a Agropecuária subiram 21% em março, somando US$ 510 milhões, e 0,9% no trimestre, alcançando US$ 1,27 bilhão. Na Indústria Extrativa, as compras cresceram 94,9% no mês, atingindo US$ 1,79 bilhão, e 168,1% de janeiro a março, somando US$ 6,13 bilhões. Também aumentaram as compras da Indústria de Transformação, que alcançaram US$ 19,34 bilhões no mês (+25,2%) e US$ 52,43 bilhões no trimestre (+20%).
De acordo com a Secex, houve aumento nos preços dos produtos comprados em todas as categorias, em março, especialmente da Indústria Extrativa (+86,4%), que sentiu o impacto da alta dos combustíveis. Nesse segmento, o volume de compras aumentou 50,7%.
O subsecretário salientou, no entanto, que os preços vêm influenciando as despesas dos importadores brasileiros desde novembro do ano passado. Só no primeiro trimestre, em média, a alta foi de 29,7%, com impacto maior sobre a Indústria Extrativa, que sentiu uma alta de 110,4% no valor dos produtos comprados.
Parceiros comerciais
Entre os parceiros comerciais, a Secex registrou aumento das exportações para praticamente todos os principais destinos, em março, à exceção de um recuo das vendas para a Coreia do Sul (-14,2%). Destacaram-se o crescimento das exportações para União Europeia (+37,5%), Estados Unidos (+26,1%), países da Asean (+38%), China (+13,1%) e Argentina (+14,1%).
Já no acumulado de janeiro a março, as exportações cresceram para todos os principais destinos, principalmente União Europeia (+42,8%), Estados Unidos (+35,3%), Argentina (+20%) e China (+8%). Herlon Brandão comentou que, nos primeiros meses do ano, além de ser um período de entressafra – reduzindo os embarques de soja –, questões climáticas afetaram as vendas de minério de ferro. “Então, é natural que a China comece o ano com uma importância relativa menor. Isso vai crescer, ao longo do ano, por conta da sazonalidade da pauta exportadora brasileira”, explicou.
Nas importações, também houve aumento das compras de praticamente todos os fornecedores no mês. Destacaram-se a China (+31,3%), Estados Unidos (+26,8%), Canadá (+105,3%), Argentina (+9%) e União Europeia (+14,5%). No trimestre, cresceram principalmente as compras da China (+39,2%), dos Estados Unidos (+40,8%) e da União Europeia (+11%). Já as importações da Argentina caíram 4,1%. Brandão lembrou que, em 2021, houve necessidade de compra de energia elétrica da Argentina, mas em 2022 essas importações diminuíram.
Estimativas em alta
A Secex também revisou para cima as projeções do comércio exterior brasileiro deste ano. “Há uma demanda crescente dos produtos brasileiros, a preços maiores. Isso fará com que a receita de exportação cresça”, previu Brandão.
A estimativa da Secex é de que as exportações atinjam US$ 348,8 bilhões, contra US$ 237,2 bilhões de importações. Assim, a corrente de comércio pode chegar a US$ 586 bilhões, com superávit de US$ 111,6 bilhões. “É um período de grande incerteza, de grande volatilidade das variáveis”, ressaltou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, acrescentando que os dados são influenciados, entre outros fatores, pelo aumento das cotações internacionais dos produtos.
Veja a íntegra da entrevista coletiva com os números da balança comercial em março
A Feira de Adornos e Acessórios: Belezas da Arte reuniu o trabalho de 10 artesãos de Rondônia. Ela foi realizada de forma virtual e aconteceu entre os dias 26 e 31 de março.
O projeto da feira foi coordenado pelo produtor cultural Divino de Paulo Amorin conhecido popularmente como Pietro di Amurinn e foi contemplado no Edital Nº 32/2021/SEJUCEL-CODEC 2ª Edição Pacaás Novos Prêmio para Difusão de Festivais, Mostras e Feiras Artístico-Culturais, no Eixo III -Categoria O Adorno/Acessórios, com recursos do “Governo do Estado de Rondônia/SEJUCEL/FEDEC/RO”, Lei Federal 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc), Governo Federal.
Segundo Pietro di Amurinn, o lançamento da feira foi feito através de uma live no dia 26 de março. De acordo com Pietro di Amurinn, a feira teve como objetivo contribuir para valorização do artesanato produzido em Rondônia e a divulgação e valorização da produção de artesanatos voltados para adornos e acessórios, valorizando o talento local e também fomentando a economia criativa no Estado.
“A feira contou com 10 expositores divulgando seus produtos mostrando toda a beleza dos produtos produzidos em Rondônia, possibilitando a união de entretenimento e lazer para a população na segurança de seus lares neste momento que ainda estamos na pandemia da Covid-19”, disse Pietro di Amurinn.
De acordo com Pietro di Amurinn, a feira contou com a exposição de trabalhos dos seguintes artesãos: Carolina Lima, Ronaldo Farias Lemos , Hadasa Oliveira, Edilaine Rocha , Luciana Fugimoto , Luciene Maciel de Oliveira e Marinaldo Souza Chaves, Marlene Marques, Vanessa Marnei, Verá Lucia e Marcio Guilhermon.
“Agradeço a todos os artesãos que participaram da feira, a população que acessou a plataforma e prestigiou o trabalho apresentado. Muito obrigado a todos que contribuíram para a realização da feira. Temos trabalhos maravilhosos em Rondônia que com certeza merecem reconhecimento e valorização”, falou Pietro di Amurinn.
A deputada estadual, Rosangela Donadon (PDT), solicitou ao Departamento de Estradas de Rodagens, Infraestrutura e Serviços Públicos(DE), 100 (cem) toneladas de massa asfáltica, para atender o Distrito de Querência no município de Primavera de Rondônia.
Segundo a parlamentar, o insumo será utilizado em obras de recapeamento e recuperação de ruas do distrito.
Rosangela Donadon ressaltou que fez a solicitação a pedido do vice-prefeito de Primavera de Rondônia, Marquinhos.
A deputada solicitou ao DER a necessidade urgente do repasse da massa asfáltica para atender a população que vem sofrendo com a falta de infraestrutura urbana, no que diz respeito ao estado de conservação das vias urbanas.
De acordo com Rosangela Donadon, a solicitação tem o objetivo de viabilizar a massa asfáltica das ruas e avenidas, possibilitando uma melhor trafegabilidade, e garantindo locomoção com mais segurança da população, que depende daqueles acessos. Ela destacou que as vias do distrito encontram-se em estado bastante precário devido às chuvas, e outras situações de desgastes naturais que provocaram buracos na região.
“Com objetivo de melhorar a infraestrutura das vias do Distrito de Querência no município de Primavera de Rondônia solicitei ao DER em caráter de urgência, 100 toneladas de massa asfáltica para recapeamento asfáltico e manutenção para beneficiar a população”, disse a deputada.