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Agevisa reforça que vacina contra covid-19 produz reação imunológica benéfica na população

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O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), lançou o Plano de Aceleração da Vacinação neste mês de agosto, com o objetivo de incentivar a população de todo o Estado a concluir o ciclo vacinal contra a covid-19.

O plano tem como principais premissas, a rapidez na distribuição das vacinas, realização de campanhas de divulgação de massa, monitoramento diário das coberturas vacinais, inspeções sanitárias em salas de vacinas, além de capacitações técnicas para secretários e técnicos municipais de saúde.

Aos estados do Brasil, o Governo Federal tem distribuído quatro tipos de imunizantes para aplicação na população, sendo três deles com aplicação em 1ª e 2ª doses: CoronaVac, AstraZeneca e Pfizer. A vacina da Janssen é aplicada em dose única.

O diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório, afirma que a vacinação é importante para todos, principalmente que as duas doses sejam tomadas. “As pessoas devem procurar os locais de vacinação em seus municípios e vacinar, pois o vírus tem se modificado por meio de variantes e precisamos estar preparados para vencer esta guerra”.

Com a pandemia, a importância de vacinar ficou algo muito mais evidente, porém, cada organismo reage de formas diferentes ao receber o imunizante. A coordenadora estadual da covid-19 da Agevisa, Flávia Serrano, faz um breve relato acerca das reações que as pessoas sentem ao receber os imunizantes contra a doença.

Flávia Serrano esclarece que a reação sentida pelas pessoas ao receber a vacina, pode ser desde uma dor no braço, no corpo ou mesmo não haver reações. “Não há uma explicação única, pois cada organismo reage de uma forma distinta, mas com a vacinação, há um benefício maior quando comparada a existência da doença. Se houver reação do imunizante no organismo é em poucos dias e na segunda dose, já não se sente mais nada”, diz Flávia.

A coordenadora diz ainda que no geral, nenhuma vacina tem 100% de chances da pessoa não sentir nada, porém, é importante entender que a vacina é muito mais benéfica quando é pensado na doença em si.

Mesmo com a aplicação da vacina no organismo, parte das pessoas não sente reações e questiona se por conta disso, o corpo não produziu anticorpos. Flávia diz que isso é um mito, pois a forma como cada organismo responde a existência da vacina, seja para uma reação que ela terá ou não, não depende da produção de anticorpos. “Com certeza, a vacina irá produzir uma reação imunológica benéfica”.

A secretária e cerimonialista Arlene Silva de Almeida, de 60 anos, foi uma das milhares de pessoas que tomou a primeira dose da vacina, mas, devido a tantas reações que sentiu, ficou resistente em não tomar a segunda dose. A servidora fez um sacrifício pela mãe, que tem 82 anos de idade e necessita de cuidados da família e completou as duas doses.

Quando tomou a primeira dose da vacina, sentiu dores de cabeça e se medicou para aliviar, porém, as reações começaram a aumentar, com dores no corpo, nas pernas e febre, durando três dias e meio. “Após tudo isso, senti muito medo e resistência em tomar a segunda dose, mas, por conta do trabalho e por minha mãe, que é de idade e já contraiu a covid-19, procurei completar o ciclo vacinal”.

“A vacina é importante para o cuidado com todos, além de ter ciência em tomar todos os cuidados, como o uso de máscara próximo as pessoas, manter o distanciamento e usar álcool em gel. É um vírus que matou muita gente e continua matando, por isso, precisamos nos cuidar o tempo todo”, ressalta Arlene.

Flávia Serrano afirma que a vacina é uma vitória para todos e salva vidas. “Estamos vendo uma diminuição no número de óbitos e de hospitalização. Temos que nos vacinar, pois o vírus é mutante e existem algumas dessas mutações que são seletivas, tornando as variantes uma preocupação, a única forma de não termos gravidade com as novas variantes é tomando a vacina”.

“Se nossa população não estiver vacinada, o risco de um novo caos é iminente. Por isso que a população precisa receber a vacina para ganharmos essa batalha e bloquearmos o vírus, pois deve ser vista como um escudo”, finaliza Flávia.

Mais de 38% dos municípios de Rondônia concluem vacinação com primeira dose em maiores de 18 anos

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O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) divulgou na última terça-feira (10) em conjunto com o Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Rondônia (Cosems) que 20 dos 52 municípios do Estado estão concluindo a aplicação da primeira dose da campanha de vacinação para pessoas com mais de 18 anos.

Segundo a responsável pela Gerência de Vigilância Epidemiológica da Agevisa, Arlete Baldez, os excedentes de primeira dose que seriam enviados a esses municípios, agora serão remanejados para outras cidades acelerarem suas campanhas.

Os estudos anteriores mostravam avanços das campanhas em 15 municípios. Com as medidas de aceleração, o número aumentou para 20, o correspondente 38,4% dos 52 municípios rondonienses.

Os municípios que alcançaram a meta de vacinação dos públicos maiores de 18 anos com a primeira dose são: Alto Paraíso, Alvorada d’Oeste, Ariquemes, Buritis, Cacaulândia, Campo Novo, Costa Marques, Cujubim, Governador Jorge Teixeira, Guajará-Mirim, Itapuã d’Oeste, Machadinho d’Oeste, Monte Negro, Nova Mamoré, Parecis, Pimenteiras, Presidente Médici, Rio Crespo, Rolim de Moura, Santa Luzia d’Oeste e Teixeirópolis.

Nove, dentre os quais Alto Alegre dos Parecis, Chupinguaia, Mirante da Serra, Nova Brasilândia, Nova União, Porto Velho, Primavera de Rondônia, São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé, Vale do Anari e Vale do Paraíso, estão vacinando as pessoas com mais de 20 anos.

Com vacinação para maiores de 23 anos estão Castanheiras; Alta Floresta, Cacoal, Cerejeiras, Corumbiara, Espigão d’Oeste, Jaru, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Seringueiras, Urupá, Vilhena, Ouro Preto, Colorado d’Oeste, São Felipe d’Oeste e Theobroma.

O estudo indica a aceleração das campanhas de vacinação com primeira dose nos municípios, principalmente após uma discussão técnica entre os gestores estaduais de saúde com membros do Cosems, que  resultou na redução dos espaços para aplicação  das vacinas entre as primeiras e segundas doses das vacinas AstraZeneca e Pfizer.

O Plano de Aceleração da Vacinação Contra a covid-19 recomenda ainda que as pessoas tomem as duas doses de qualquer marca de vacina que for oferecida nos postos de vacinação, pois é uma grande contribuição do cidadão para o alcance da imunidade coletiva, ou imunidade de rebanho, quando 70% ou mais da população recebe as duas doses.

“A intensificação das campanhas de vacinação e oferta de mais vacinas distribuídas aos municípios é um dos fatores responsáveis pela queda do número de casos de infecção, diminuição das internações e de registro de óbitos de pacientes com covid-19”, enfatiza o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima.

Arlete Baldez disse que, se com o apoio de todos os parceiros e da imprensa houver um reforço ao apelo para que as pessoas tomem a segunda dose, “aumentam as chances da gente completar e garantir a imunidade de rebanho, a imunidade coletiva”.

Emater ultrapassa barreiras e ajuda no desenvolvimento de pequenos produtores ao longo de 50 anos de trajetória

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Ao longo de 50 anos, não houve barreiras que impedissem o Governo de Rondônia, por meio da Entidade Autárquica Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), a ajudar os pequenos produtores a fazerem do campo, grandes negócios sustentáveis. A prestação de serviço chegava até as famílias de agricultores, mesmo quando as estradas e a comunicação eram desafios no Estado.

No dia 31 deste mês, a Emater comemora cinco décadas de contribuição com o desenvolvimento de Rondônia. E faz parte, junto com órgãos parceiros, de conquistas na agropecuária rondoniense, como: o 1° lugar como Estado produtor de leite da Região Norte e o oitavo maior do Brasil; o maior criador de peixe em cativeiro; o 5º maior produtor de café do país, o 2º maior da variedade conilon; e o 6º maior exportador da carne bovina. Além de se destacar em outras diversas culturas como a fruticultura e  horticultura.

”Pra nós, ematerianos, é uma satisfação muito grande estarmos chegando a essa data comemorativa dos 50 anos. É meio século, bodas de ouro da nossa Emater, que tem contribuído muito com nosso Estado, desde 1971. É uma desbravadora, tendo sido responsável, junto com órgãos parceiros, por vários programas de assentamentos, que tornaram-se municípios, a exemplo de Colorado e Ouro Preto do Oeste. E ao longo desta trajetória, passou por transformações importantes, tanto jurídica quanto tecnológica”, diz o diretor-presidente da Emater, Luciano Brandão.

Com 15 anos como empregado da Emater, Luciano destaca o orgulho de viver esse momento histórico da instituição no cargo mais alto da autarquia. Ele também é o primeiro representante de Rondônia a assumir o cargo de vice-presidente na Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer).

Luciano Brandão é natural de Vilhena, mas foi criado em Colorado do Oeste. Aos 15 anos ingressou em um colégio agrícola. Formou-se em técnico agrícola e em 2005 tornou-se  médico veterinário. ”Me inscrevi no processo seletivo da Emater. De mais de 30 concorrentes,  tive o sucesso de passar em segundo lugar”.

Inicialmente ficou lotado como técnico no escritório de Alvorada do Oeste e, em 2011, assumiu a gerência local. A partir de 2015, passou a ser regional do Vale do Guaporé. E em 2017, foi homenageado como extensionista destaque. No Governo Marcos Rocha, em 2019, foi convidado para ser o diretor-presidente da Emater. ”Assumi esse cargo vindo de Deus e estamos aqui a disposição para a fazer com que a Emater se torne ainda mais forte”.

COLONIZAÇÃO

Para entender o significado da trajetória da autarquia, é preciso voltar às origens. A Emater é mais antiga que a própria criação do Estado e atuou em um momento importante da história de colonização de Rondônia. O extensionista rural, José Edny de Lima Ramos, de 72 anos, lembra bem de cada fase dessa história. Ele, que é natural da Paraíba, chegou a Rondônia em junho de 1979.  ‘‘Zé’’, como é conhecido, conta que inicialmente a Emater era a Acar-RO, Associação de Crédito e Assistência Rural.

Só mais tarde, em 1976, tornou-se a Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Aster-RO). Em 2013, passou a ser Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) e em 2016 transformou-se em Entidade Autárquica. Mudanças não só de nomes, as novas denominações são consideradas importantes por fortalecer autonomia jurídica e orçamentária em prol do aperfeiçoamento de ações de assistência aos pequenos produtores.

O público assistido pela autarquia é o que desenvolve atividades rurais com base familiar, em módulos de até 240 hectares. São extrativistas, ribeirinhos, quilombolas, pescadores artesanais e assentados, maioria na época da colonização.

O trabalho da Emater foi um verdadeiro amparo para famílias de agricultores que chegavam a Rondônia oriundos de vários estados do país no final da década de 1970 e início dos anos 1980, o que José Edny classificou como a maior epopeia de inclusão social. “Gente que deixou seus locais de origem e ajudaram Rondônia a crescer”.

Extensionista realiza orientação técnica na lavoura de mamão em Ji-Paraná

O  próprio extensionista se identifica com essas histórias. Afinal ele fez o mesmo, veio a Rondônia quando ainda tinha 31 anos. Formado em engenharia agrônoma, queria trabalhar e, por incentivo de amigos que já moraram na região, apostou que o Estado seria um bom lugar para ter oportunidade, e foi. ‘‘Faria tudo de novo, nossa alegria é ver como a Emater tem contribuído para o desenvolvimento de Rondônia e ver aqueles pequenos agricultores que moravam em barracões, agora sendo grandes produtores, se estabeleceram, tem filhos formados e estão felizes com que conquistaram’’, conta.

Simples, de trato amável e atento a dar valor social a cada missão da Emater, José Edny, não esconde o orgulho de ter a maior parte da vida dedicada a dar assistência a famílias de agricultores. Ele passou os primeiros cinco anos no Estado na regional da Emater de Ariquemes, depois ficou mais três anos em Ji-Paraná. Em 1986, os trabalhos passaram a ser em Porto Velho. Em 1987, foi trabalhar na Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e de 1989 a 1991, no Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Rondônia (Iperon). Depois, retornou à Emater onde permanece até hoje. Atualmente, está lotado na Gerência de Planejamento e Informações (Gepin).

O extensionista rural acompanhou o desenvolvimento de Rondônia, deixando de ser Território Federal e passando a ser Estado, em 1981. Também esteve presente em um dos momentos históricos para os rondonienses, a inauguração da pavimentação da BR-364. ‘‘Tirou Rondônia do isolamento’’. Aliás, estradas eram um dos desafios do Estado.

No começo, os produtores tinham dificuldade até de chegar até o lote rural, pior ainda era para escoar a produção. José conta que tinha acessos que os próprios extensionistas tinham que ir a pé porque o carro não passava. E quando o veículo quebrava na estrada, sem comunicação, o jeito era pegar carona nos caminhões carregados de tora de madeira para voltar para casa. ‘‘Quando a gente pedia carona, já sabia da resposta: só se for lá atrás com as toras. A gente subia com um medo danado, torcendo para aqueles cabos de aço não se soltarem’’, recorda.

O extensionista conta que as necessidades para os produtores também eram enormes no passado.‘‘Tinha dificuldade de acesso, de comunicação, de escoamento, de comercialização, não tinha uma infraestrutura mínima. Eles eram acostumados com biomas diferentes, outros tipos de explorações agrícolas. Trouxeram mudas dos locais de origem e teve iniciativas deles que deram certo, aliadas aos incentivos do Governo de Rondônia e também do Governo Federal’’.

A Emater sempre andou lado a lado com o desenvolvimento do setor agropecuário. ‘‘Nós da Emater fazíamos o levantamento das demandas nas áreas ambiental, social e econômica. Éramos capacitados para dar respostas, eu mesmo participei de muitas capacitações. Fazíamos aquilo que é nosso trabalho, as orientações quanto a assistência técnica e extensão rural. Dávamos incentivo, apoio e acabamos nos tornando muito próximos dos produtores’’, conta  José Edny.

Uma desses produtores foi Francisco Alexandre da Fonseca, natural do Ceará. José o acompanhou de 1979 a 1989, uma década que o fizeram amigos.  ”José é um funcionário exemplar, estava na propriedade até aos finais de semana e feriados, orientando”, disse Alex Júnior da Fonseca, filho de Francisco.

No começo, Francisco, que se estabeleceu em Ariquemes, apostou no cacau, depois no plantio de seringueiras, café, até que os negócios começaram a dar certo com a criação do gado.  Ele faleceu em 2010, e Alex está a frente dos negócios, que além do rebanho, investe no plantio de milho.

Alex conta que a propriedade é uma das poucas da época da doação pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) mantida com a família de origem. ”Meu pai trabalhou na roça e depois como as coisas eram muito difíceis no Ceará, ele procurou por trabalhos braçais na cidade, até que encontrou em Rondônia a chance de ter a uma propriedade rural. Gostava do Estado e nunca quis ir embora. No começo era tudo muito difícil, não tinha energia, o carro quebrava e a gente tinha que dormir na estrada, e nem sabia como produzir, mas a Emater foi ensinando. Quando você segue os ensinamento, evolui”, conta Alex que hoje tem 1,5 mil cabeças de gado, lavoura de milho e emprega 10 pessoas de forma direta.

EVOLUÇÃO

As dificuldades enfrentadas pela Emater no atendimento aos produtores foram ficando no passado. As estradas estão em melhores condições, a comunicação é instantânea e a presença da Emater em todo o Estado cresceu. O extensionista se orgulha da interiorização da entidade, cada vez mais próxima dos produtores. Na época que José Edny chegou ao Estado havia 12 unidades operacionais. O Estado só tinha sete municípios. Agora, são 85 unidades operacionais distribuídas nos 52 municípios.

O trabalho continua, a missão é a mesma, mas a Emater se tornou mais forte e o Estado mais próspero com as riquezas do campo. ‘‘A Emater é a instituição que tem mais condições de desenvolver política pública voltada para o setor agropecuário e o Governo do Estado tem dado todo o apoio necessário para desenvolver o trabalho. Tem serviços prestados de qualidade. É uma Emater moderna e interiorizada’’.

A tecnologia, segundo Luciano Brandão, agora é uma das marcas do trabalho da Emater. ”Nesta gestão, estamos implantando tecnologias. Lançamos algumas plataformas digitais, pois não tem como os pequenos produtores fugirem da revolução cibernética. Lançamos o aplicativo Minha Emater e há cerca de 60 dias, a Capes, que é uma plataforma lançada para capacitação dos nossos técnicos e produtores rurais. E  já tivemos mais 1,2 mil produtores capacitados. Além do sistema de gerenciamento de Ater, Sigater, de monitoramento de todas as nossas ações de Assistência Técnica e Extensão Rural, dando condições de intervir de forma precisa nas necessidades de cada propriedade”, afirma o diretor-presidente da Emater.

Mas a Emater não perdeu sua essência, de estar lá, dentro das propriedades rurais, olho no olho com a família do campo, seja para orientar como produzir com mais qualidade, seja como agregar valor ao que é produzido, agora, munidos de mais precisão tecnológica para auxiliar em tomadas de decisões, ou mesmo para um conversa, um desabafo entre amigos.

”Nada substitui o técnico dentro da propriedade e, ao longo desses anos, construímos credibilidade por meio de uma parceria sincera. Tem vezes que o produtor nem está precisando de orientação técnica, mas de uma conversa, e nós trabalhamos não só a parte ambiental, econômica, mas também a social, considerada uma das parte mais brilhantes do nosso trabalho. Muitos extensionistas nossos são padrinhos de casamento ou de filhos de produtores, temos filhos de produtores que, por admirarem o trabalho da Emater, estudaram e entraram para Emater. A Emater faz parte da vida do produtor e o produtor faz parte da Emater. Em meio ao trabalho árduo deles, estamos auxiliando para que as propriedades sejam transformadas economicamente, ambientalmente e socialmente”, diz o diretor-presidente.

Brandão cita ainda importantes iniciativas do Governo de Rondônia que tem fomentado a agricultura familiar, a exemplo do Plante Mais com distribuição de mudas, o “Mais Calcário” para correção do solo, o “Governo no Campo” para investir na infraestrutura porteira para dentro, e o Programa de Verticalização da Pequena Produção Agropecuária do Estado de Rondônia (Prove-RO) para agregar valor as produções. Já são mais de 500 agroindústrias e os produtos são expostos na feira realizada todo final do mês no estacionamento do Palácio Rio Madeira. Uma vitrine da excelência da produção do campo.

O diretor-presidente da Emater considera exitosa a trajetória da Emater e pontua que a autarquia seguirá desenvolvendo políticas públicas para que o Estado tenha cada vez mais produções sustentáveis.

Fique de olho para não cair em golpes virtuais

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O Ministério da Justiça lançou a campanha “Proteja seus dados. Não compartilhe”. Conheça algumas dicas para se proteger

Ao acessar a internet, o cidadão deve estar de olho e tomar cuidado ao fornecer dados pessoais. No primeiro semestre do ano, o número de consumidores que tiveram dados pessoais ou financeiros consultados, coletados, publicados ou repassados sem autorização mais que dobrou em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da plataforma Consumidor.gov.br. Foram 47.413 reclamações, enquanto em 2020, o registro é de 21.310. O número do primeiro semestre deste ano, inclusive, já supera o total do ano passado, que foi de 44.750.

Para alertar a população sobre os cuidados na internet, o Ministério da Justiça e Segurança Pública está promovendo a campanha “Proteja seus dados. Não compartilhe”.

Em entrevista, a secretária Nacional do Consumidor, Juliana Domingues, falou um pouco da campanha e deu dicas sobre como evitar cair em golpes virtuais.

Qual objetivo da campanha?

Auxiliar o consumidor a identificar as tentativas de golpes e fraudes mais frequentes no ambiente virtual. Com isso, o consumidor poderá proteger os seus dados pessoais especialmente evitando compartilhar em páginas inseguras. A campanha também promove a educação para o consumo na era digital, seguindo as melhores práticas internacionais. Os consumidores poderão identificar mais facilmente os riscos, além de entender a importância e o valor dos seus dados pessoais e dados financeiros.

Por que o Ministério da Justiça resolveu promover a iniciativa?

A Senacon tem sido ativa nas discussões internacionais sobre o tema e devido ao aumento de reclamações nas plataformas geridas pelo Governo Federal. Foi observado durante a pandemia o aumento de fraudes e golpes realizados em ambiente digital. A Secretaria Nacional do Consumidor também tem um Acordo firmado com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) que prevê esse tipo de campanha educativa para prevenir esses incidentes.

Poderia citar alguns golpes comuns já identificados?

Um dos golpes mais frequentes é do WhatsApp clonado. É muito comum também a criação de contas falsas em redes sociais, inclusive com clonagem de estabelecimentos, hoteis e lojas virtuais. Essas páginas “fake” são utilizadas para a captação de dados pessoais e bancários de consumidores. Outros golpes comuns envolvem FGTS, supostos cadastros para o Auxílio Emergencial e mensagens relacionadas ao agendamento de vacinas, por exemplo. Outro golpe comum acontece por meio de “Spywares” que são “softwares espiões” baixados de aplicativos desconhecidos ou por meio de links enviados, que se apropriam dos dados de consumidores.

Ao fazer compras pela internet, são usados dados pessoais. Quais os principais cuidados que a população deve ter?

Sempre que for realizar uma compra ou contratar um serviço pela internet o consumidor deve buscar avaliar a procedência da empresa. O consumidor não deve clicar em links inseguros. Além disso, o consumidor deve ficar atento aos certificados de segurança e só deve dar informações pessoais como endereço, CPF e dados de cartão de crédito quando tiver certeza que a empresa existe e que o site é seguro. Pesquisar o nome da empresa na internet pode ajudar a descobrir se é confiável a partir da experiência de outros consumidores. O consumidor.gov.br possui as maiores empresas e fornecedores de produtos e serviços do Brasil, por exemplo.

Que outro tipo de situação o cidadão deve estar de olho para não deixar os dados caírem em mãos erradas?

O consumidor também deve suspeitar de promoções ou ofertas incompatíveis com a realidade, com preços e condições “boas demais para ser verdade”. Também é importante que o consumidor não clique em links desconhecidos. Outra dica importante é lembrar que informações sobre FGTS e vacinas, por exemplo, não costumam ser enviadas pelas autoridades públicas. Sempre que receber algo nesse sentido, desconfie e busque se informar antes de clicar. Se o consumidor não estiver fazendo uma compra, por exemplo, não há razão para o fornecimento de dados como conta bancária e números do cartão de crédito. Isto evita que outras fraudes financeiras ocorram por meio desses dados compartilhados sem necessidade.

Para resumir, qual conselho que dá ao cidadão para proteger seus dados?

Em resumo, ao navegar e ao fazer compras na Internet o consumidor precisa ser cuidadoso e estar atento aos possíveis golpes. Ao compreender os riscos, o consumidor evita fornecer dados pessoais em sites desconhecidos protegendo-se de outras fraudes. Também é muito importante não clicar em quaisquer links enviados, manter atualizado softwares de antivírus, utilizar navegadores confiáveis e avaliar os certificados digitais. Por fim, desconfie de ofertas incompatíveis com a realidade e sempre verifique a reputação das empresas em sites de busca. Na dúvida, não compartilhe os seus dados!

Justiça e Segurança

Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, incentiva aleitamento materno nas aldeias

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Profissionais orientam famílias indígenas sobre a importância da amamentação

Com o objetivo de incentivar e sensibilizar a população indígena sobre a importância do aleitamento materno, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), vem desenvolvendo ações de conscientização nas aldeias para estimular a prática da amamentação entre as populações tradicionais.

As equipes multidisciplinares de saúde indígena da Sesai estão presentes nos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) para incentivar o aleitamento materno como fonte de alimentação exclusiva para bebês até os seis meses de idade. O leite materno oferece os nutrientes necessários para o desenvolvimento saudável da criança, respeitando sempre as práticas culturais e sociais de cada etnia.

A partir dos 6 meses, o Ministério da Saúde recomenda a introdução alimentar como complemento até os dois anos de idade. De acordo com a nutricionista da Sesai, Élida Amorim, mais de 80% das crianças indígenas menores de 6 meses estão em aleitamento materno exclusivo atualmente. “ Entre crianças maiores de 6 meses e menores de 1 ano, de 5.620 crianças acompanhadas, 34% estão em alimentação complementar e 25% em aleitamento exclusivo. De 12 a 24 meses, de 13.612 crianças acompanhadas, 61% estão em alimentação complementar e 2% em aleitamento materno exclusivo”, informa Élida.

Amamentação e Covid-19

Com a crise sanitária, o Ministério da Saúde orienta que a amamentação seja mantida no caso de infecção pela mãe. Isso porque não há constatações científicas significativas sobre a transmissão do vírus por meio do leite materno. É necessário que a mulher procure atendimento profissional para  informações sobre os cuidados necessários para amamentar durante o período de contaminação.

Saúde e Vigilância Sanitária

Consumidor deve estar atendo a substâncias proibidas em perfumes e cosméticos

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Anvisa incluiu novas substâncias que não podem ser usadas nos produtos cosméticos. Empresas terão 36 meses para se adequarem à norma

Produtos cosméticos, shampoos e sabonetes que usamos no dia a dia precisam ser produzidos com substâncias seguras para serem instrumento de beleza e não de problemas. Pensando nesse cuidado, a lista com substâncias que não podem ser utilizadas em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes foi atualizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 529/2021 inclui oito novas substâncias, somando uma lista de 1.404. A lista está publicada no Diário Oficial da União do último dia 11.

“Essa resolução atualiza a RDC 83/2016 que foi revogada. Com sua publicação passam a ser proibidos oito novos ingredientes. Esses ingredientes são utilizados principalmente como conservantes em muitos produtos de uso diário como sabonetes e shampoos e durante a revisão da norma de conservantes permitidos foi identificado que estavam proibidos na Europa por diferentes motivos”, disse a Julcemara Gresselle de Oliveira, responsável pela Coordenação de Cosméticos da Anvisa.

“Estudos apontam que o uso contínuo desses ingredientes pode ocasionar efeitos no sistema endócrino, sensibilização cutânea ou pode ser tóxico para a reprodução. Desta forma, atuando em convergência internacional e seguindo os prazos estabelecidos no Mercosul, a Anvisa proibiu o uso dessas substâncias em produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes novos”, explicou.

Com a publicação da RDC 529, os ingredientes ficam proibidos em produtos novos. Os produtos que já utilizam essas substâncias terão que ser adequados em até três anos a partir da data de publicação da norma. Após esse prazo, caso os consumidores identifiquem as substâncias proibidas na composição descrita na rotulagem dos produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes, devem comunicar à Anvisa por meio da Ouvidoria.

Link Ouvidoria

É obrigatório que o fabricante indique a composição completa em Nomenclatura Internacional de Ingredientes Cosméticos (INCI) dos produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes na rotulagem. Assim, caso os produtos tenham alguma das substâncias que estão sendo proibidas, aparecerá na composição da rotulagem.

As substâncias incluídas na lista pela RDC 529/2021 são o Isopropylparaben, Isobutylparaben, Phenylparaben, Benzylparaben, Pentylparaben, Quaternium-15, Chloroacetamide ou Chlorophene.

 

Saúde e Vigilância Sanitária

Agentes da PRF prendem dois rapazes transportando armas, carregadores e munições na BR 364

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Dupla foi abordada ontem na rodovia federal, em Vilhena

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Vilhena, durante atividade de policiamento na BR 364 no início da noite de ontem (domingo, 15), próximo ao km 01, encontrou duas pistolas (uma Taurus, calibre .380 e uma Walther Steiner, calibre .22), além de 5 carregadores e 23 munições, transportadas por dois rapazes em um veículo de passeio.

O material bélico encontrado pela equipe de policiais estava dentro de caixas próprias para transporte. Contudo, as armas estavam municiadas e carregadas, o que contraria a norma legal. Além disso, não havia sequer uma guia de trânsito autorizando este transporte.

Diante dos fatos, os jovens, bem como todo o armamento, foram encaminhados à Polícia Civil em Vilhena para identificação e posterior destinação.

 

Com dois professores intubados após ambos contraírem Covid-19, faculdade suspende aulas presenciais, em Vilhena

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Direção quer retomar aulas após vacinação de funcionários e professores

Num comunicado aos seus alunos, a faculdade AVEC, de Vilhena, anunciou a suspensão das aulas presenciais na cidade esta semana. As atividades na instituição de ensino superior haviam sido retomadas no início deste mês, após quase um ano e meio de aulas exclusivamente on line.

De acordo com o diretor da entidade, coronel Rildo Flores, a decisão foi tomada por ele, que está discutindo outras alternativas com a direção da faculdade, frequentada por acadêmicos de várias cidades do Cone Sul de Rondônia e também de Mato Grosso.

Flores explicou que a internação de dois professores do curso de Direito, ambos atualmente intubados em Cuiabá (MT), após contraírem a Covid-19, teria motivado a opção pelas aulas remotas, ministradas através do Google Meet, como já estava sendo feito nos semestres anteriores.

O diretor disse esperar que todos os funcionários professores da AVEC estejam imunizados até o mês que vem, o que permitirá a retomada das aulas de forma presencial e sem restrições.

Fonte: Folha do Sul

TRANSPOSIÇÃO: CEEXT defere processos de servidores do Estado

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A Comissão Especial dos Ex-Territórios Federais de Rondônia, do Amapá e de Roraima (CEEXT) publicou a Ata nº 35, deferindo o processo de 04 servidores de Rondônia e solicitando a complementação de documentos de outros 22 servidores do Estado.

A Comissão também indeferiu o processo de 214 servidores que aguardavam pela inclusão no quadro em extinção da administração federal.

VEJA A ATA ABAIXO:

https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/comissao-ex-territorios/atas/2021/camaras-de-julgamento-de-rondonia/ata-no-34-de-13-de-agosto-de-2021-rondonia

Curso ABC abre mais 50 mil vagas

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OCurso on-line Alfabetização Baseada na Ciência (ABC) abriu 50 mil novas oportunidades para profissionais que atuam na alfabetização e estudantes de licenciatura. As novas vagas já estão abertas e as inscrições começam nesta segunda-feira, 16, no Ambiente Virtual do MEC (Avamec).

Cláudia Queda de Toledo, presidente da CAPES, frisa que essa capacitação é um “compromisso do governo brasileiro com os nossos atuais e futuros professores”. A gestora explica que o curso vem para garantir o sucesso dos alunos na leitura e na escrita desde o início da aprendizagem infantil: “com certeza teremos brasileiros mais bem formados para o exercício da cidadania”.

Para Carlos Nadalim, secretário de Alfabetização do MEC e coordenador-geral do Curso ABC, a quantidade de inscritos “nessa sólida formação” demonstra “como nossos profissionais de alfabetização estão ávidos para aprimorar seus conhecimentos e oferecer o melhor ensino às crianças brasileiras”.

Aos mais de 200 mil inscritos, o Curso ABC já entregou 14 capítulos teóricos do Manual ABC e quatro módulos do Manual ABC na Prática: Construindo Alicerces para a Leitura. Os interessados que aderirem agora à formação terão acesso a todo o conteúdo já disponível.

Curso ABC
Com mais de 5,18 milhões de visitas, o Curso ABC é a segunda formação mais acessada no Avamec. Parte do Programa Tempo de Aprender, o curso é resultado da parceria entre a CAPES, a Secretaria da Alfabetização do MEC (Sealf) e as instituições portuguesas: Universidade do Porto, Instituto Politécnico do Porto e a Universidade Aberta de Portugal (UAb).

 

Assessoria