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FFER divulga regulamento e tabela do Rondoniense Sub-20

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Já está tudo pronto para o Campeonato Rondoniense Sub-20! O Departamento de Competições da FFER (Federação de Futebol do Estado de Rondônia) divulgou na  manhã deste sábado (21/05) o regulamento e a tabela de jogos do Estadual da categoria.

Com oito clubes, a competição inicia no dia 4 de junho (sábado) com quatro jogos todos com início às 15h45 (horário de Rondônia). O Real Ariquemes recebe o Genus no estádio Gentil Valério, em Ariquemes. O Porto Velho encara o Rondoniense no estádio Aluízio Ferreira, na capital. O Guaporé enfrentará o Vilhenense no estádio Cassolão, em Rolim de Moura. Já o Pimentense duela com o Ji-Paraná em local a definir.

O grupo A da competição é composto por Genus, Porto Velho, Real Ariquemes e Rondoniense. Já o grupo B é integrado por Guaporé, Ji-Paraná, Pimentense e Vilhenense. Na primeira fase do Campeonato Rondoniense Sub-20, os clubes se enfrentam em jogos de ida e volta, onde os dois primeiros colocados de cada grupo avançam às semifinais que se enfrentam em partidas de ida e volta. Os vencedores da 2ª fase farão à decisão do Estadual da categoria em dois jogos.

O campeão do Campeonato Rondoniense Sub-20 garante vagas nas disputas da Copa do Brasil e Copa São Paulo de Futebol Júnior em 2023.

Campeonato Rondoniense Sub-20
Primeira Fase
Sábado, 4 de junho

15h45 – Porto Velho x Rondoniense – estádio Aluízio Ferreira
15h45 – Real Ariquemes x Genus – estádio Gentil Valério
15h45 – Guaporé x Vilhenense – estádio Cassolão
15h45 – Pimentense x Ji-Paraná – a definir

Texto/Foto: Alexandre Almeida/FFER

Contrabandista foge de cerco policial mas é preso horas depois dentro de táxi

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O automóvel do homem estava carregado com uma grande quantidade de produtos sem nota fiscal.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia, no início da manhã desta sexta-feira (20), realizando atividade de enfrentamento ao tráfico de drogas em região de fronteira, na BR 425, próximo ao km 109, município de Guajará-Mirim, interceptou um Fiat Palio, de cor preta, conduzido por um rapaz de 22 anos. O automóvel estava carregado com uma grande quantidade de produtos sem nota fiscal. No total, 3.800 (três mil e oitocentos) itens (vestuários diversos), que eram transportados espalhados por quase todo interior do veículo, foram encontrados e encaminhados à Receita Federal. O infrator foi conduzido e permanecerá à disposição da Justiça. Embora seja comum na rotina da PRF apreensões desta natureza, um detalhe torna este caso especial: a tentativa adotada pelo infrator durante a ocorrência policial. O incidente começou às 04h30 da manhã, quando nossos policiais avistaram o veículo acima descrito e indicaram sinalização de parada. Na hora, o condutor realizou fuga – desrespeitando as ordens dos agentes públicos – evadindo-se em alta velocidade pela BR durante vários quilômetros. Realizando acompanhamento tático, oito quilômetros após o início da ação, o carro foi abandonado às margens da rodovia, sem a chave na ignição, indicando a fuga do motorista rumo ao matagal próximo à via. Horas depois, por volta das 06h30 da manhã, a mesma equipe policial abordou um táxi, conduzido por um senhor de 40 anos, transportando apenas um passageiro, parecido com o fugitivo. Descalço e com sinais de quem recém esteve em região de mata fechada, após procedimento de identificação detalhada, o homem confessou ser o motorista fugitivo. E a ocorrência que parecia ter encerrado, ainda teve um desfecho incomum: durante o registro documental, foi constatado que o motorista do táxi era pai do infrator preso. Ambos foram conduzidos à Polícia Civil em Guajará-Mirim, o filho como autor do crime e o pai como testemunha do evento.

 

 

PRF-RO

Polícia Civil identifica duas adolescentes de planejarem ataques a escola da capital

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Policiais levantaram indícios que as menores pretendia praticar canibalismo contra possíveis vítimas.

PCRO identifica responsável por ameaças de ação terrorista na Escola Estadual Camela Dutra em Porto Velho-RO. A Polícia Civil por intermédio do Departamento de Estratégia e Inteligência em ação conjunta com a Delegacia Especializada em Apuração a Atos Infracionais, deflagrou na manhã desta sexta-feira (20/05), uma operação em combate as ameaças de terrorismo na Escola de Ensino Fundamental Carmela Dutra, em Porto Velho-RO.
Segundo as investigações, uma aluna teria recebido as ameaças via aplicativo telegram, feitas por um perfil fake cujo teor o criminoso exibia armas de fogo e munições afirmando que atiraria nos alunos da escola. As investigações iniciaram na Delegacia de Repressão ao Crime Organizado-DRACO 1, através do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro-LAB. Diante das informações, a autoridade policial representou pela busca na residência da suspeita. Após identificarem que o autor do fato era uma adolescente, a ocorrência foi encaminhada a DEAAI. Na manhã desta sexta-feira, os agentes da DEAAI, cumpriram a ordem judicial. A adolescente de 17 anos foi localizada em Porto Velho-RO.
Aos policiais e na presença da genitora, ela confessou o fato e delatou a participação de uma colega de 16 anos. Em sua residência, os agentes encontraram máscara de personagem satânica, faca curvada, simulacros de arma de fogo, notebook contendo provas do crime.
A DEAAI acredita que a jovem inspirou suas pretensões no cenário de filmes de terror. A especializada levantou indícios que as menores pretendia praticar canibalismo contra possíveis vítimas. A jovem será responsabilizada na forma do estatuto da criança e do adolescente, por ato infracional análogo ao crime de ameaça, em procedimento devido. A Polícia Civil alerta que a internet não é um espaço sem qualquer fiscalização ou vigilância. Mesmo que os criminosos tentem se esconder, a polícia sempre os identificará e os responsabilizará na forma da lei.
Com informações Polícia Civil.

PF deflagra Operação Rebanho Proibido, de combate ao desmatamento na região amazônica

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PF realiza mais uma ação no âmbito da operação “Guardiões do BIOMA”, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Neste sábado (21/05) a PF deflagrou, em ação conjunta com o Ministério Público Federal, IBAMA, Força Nacional, Polícia Rodoviária Federal e a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (ADEPARA), mais uma missão de combate ao desmatamento na região amazônica, no interior da Terra Indígena de Cachoeira Seca, por ocasião de fiscalização no âmbito da Operação Guardiões do Bioma.

O IBAMA, no início da semana, realizou a autuação administrativa com aplicação de multa de R$ 2.110.000,00 (dois milhões cento e dez mil reais) e a apreensão de cerca de 1000 animais (bovinos avaliados em mais de 5 milhões de reais), devido à ocupação, desmatamento, impedimento de regeneração natural e exploração econômica ilegal de cerca de 500 hectares de terras indígenas desmatadas recentemente (2018) na TI Cachoeira Seca.

A Justiça Federal expediu mandados de Busca e Apreensão na residência dos principais envolvidos pelos ilícitos, que foi cumprido pela Delegacia da Polícia Federal em Altamira.

As ações acima descritas, além dos ilícitos administrativos já identificados pelo Ibama, configuram os crimes dos artigos 48 (impedir ou dificultar a regeneração natural de florestas), 50-A (explorar economicamente floresta em terras de domínio público terra indígena) e 69 (Obstar ou dificultar a ação fiscalizadora do Poder Público no trato de questões ambientais), todos da Lei 9.605/98 , bem como, ao arregimentarem pessoas para que usem de violência e/ou grave ameaça, com objetivo de impedirem a ação fiscalizatória, praticam o crime de coação no curso do processo , previsto do art. 344 do Código Penal e atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública, art. 265 do CP.

Os animais apreendidos estão em processo de remoção para abate e posteriormente doação às entidades públicas como hospitais, creches e escolas, retornando os valores em prol da sociedade.

As fiscalizações continuam e a Polícia Federal permanece trabalhando incessantemente para prevenir e reprimir crimes contra o meio ambiente.

Além de combater o desmatamento e desmantelar as organizações criminosas, a operação visa cumprir os acordos internacionais firmados pelo Brasil na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as mudanças Climáticas (COP26), realizada na Escócia.

Comunicação Social da Polícia Federal em Altamira/PA

Tempo frio possibilita o aumento de infecções respiratórias. Saiba como se prevenir nessa época

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante anúncio de ações para o cuidado às pessoas com condições pós-covid-19.
Crianças com menos de cinco anos, idosos acima de 60 anos e imunossuprimidos pertencem ao grupo com maior risco às doenças respiratórias

O  inverno ainda nem chegou, mas uma parte do Brasil já enfrenta uma queda acentuada nas temperaturas, inclusive com possibilidade de neve em algumas regiões. Nesta época mais fria do ano, quando as temperaturas são mais baixas e a umidade do ar diminui, algumas infecções respiratórias se tornam mais prevalentes, em especial na região Centro-Oeste.

O Ministério da Saúde lembra que o Governo Federal realiza até o dia 3 de junho a Campanha de Vacinação contra a Gripe, uma das doenças comuns em períodos de frio. Pessoas de 14 grupos prioritários podem procurar um dos 50 mil pontos de vacinação espalhados pelo Brasil para se vacinar contra a doença.

Crianças abaixo de cinco anos, devido à imaturidade do sistema imunológico, idosos acima de 60 anos e imunossuprimidos pertencem ao grupo que gera maior preocupação com as infecções respiratórias. Por isso, é fundamental estarem vacinados contra a gripe.

As infecções mais comuns observadas no período são: sinusite, gripes e os resfriados e o agravamento de outras, como rinite alérgica, asma, bronquite e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Além da vacinação, algumas medidas podem prevenir essas doenças:

  • higienização das mãos
  • evitar ambientes fechados e sem ventilação
  • proteger a boca ao tossir
  • beber bastante água
  • evitar o uso de cigarro
  • manter a alimentação balanceada e saudável
  • prática regular de atividade física

 

Apesar de os sintomas variarem entre cada doença, no geral, tosse (podendo ter secreção ou não), congestão nasal e coriza são sintomas comuns. Essas manifestações podem ser acompanhadas de febre. É importante ressaltar que todos os sintomas devem ser avaliados por um profissional de saúde, principalmente nos casos de febre alta, falta de ar e dor no peito.

Marco Guimarães
Ministério da Saúde

Lei estabelece normas de formação superior na área da Saúde durante Estado de Calamidade Pública

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Com intuito de apoiar a antecipação da conclusão de cursos de ensino superior na área da saúde, o Governo de Rondônia sancionou a Lei 5.349, de 20 de maio de 2022, que dispensa, em caráter excepcional, a obrigatoriedade de observância do número mínimo de dias do efetivo trabalho acadêmico durante o Estado de Calamidade Pública.

A normativa contempla os cursos superiores de: medicina, farmácia, enfermagem, fisioterapia e odontologia em todo âmbito do território rondoniense. Para cumprimento da lei, as instituições de ensino superior devem atender o Artigo 2º, que estabelece a porcentagem mínima necessária de carga horária do formando, conforme a seguir:

  • 75% da carga horária do internato do curso de medicina;
  • 75% da carga horária dos estágios curriculares obrigatórios dos cursos de enfermagem, farmácia, fisioterapia e odontologia.

No mesmo documento menciona que serão utilizadas como base de cálculo para atingir a carga horária, as horas que estão em curso no semestre letivo. Os estabelecimentos de ensino superior poderão utilizar, para contabilização das horas de estágios, os documentos utilizados na instituição para comprovação da frequência do acadêmico.

A lei, que entrou em vigor no mesmo dia da publicação, reforça as ações do Poder Executivo Estadual, em parceria com o Legislativo Rondoniense, para garantir o direito da população à Saúde durante o período de Estado de Calamidade Pública. O Governo de Rondônia destaca a importância de profissionais da Saúde que atuaram no enfrentamento à pandemia do coronavírus, na missão de salvar vidas.

Emater apresentará novas técnicas para o setor produtivo durante a 9º Rondônia Rural Show Internacional

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Já está tudo pronto para todos que visitarem a Rondônia Rural Show Internacional, conhecerem e aprenderem novas técnicas de cultura para o aumento da produção. No local a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia – Emater/RO realiza os últimos ajustes na Vitrine Tecnológica da feira onde serão apresentados exemplos de produção com as práticas recomendadas. A área possui um hectare e desde o ano passado o local vem sendo preparado por técnicos da Emater.

Este ano o espaço vai apresentar uma área de preservação permanente, com lavouras de café, cacau, abacaxi, banana e urucu, que vem sendo cultivada em larga escala nos municípios do Estado.  Também será apresentado espaço de pastagem com três unidades demonstrativas de capim com destaque para o capiaçu. O capim conhecido como BRS Capiaçu ou capim-elefante foi desenvolvido pela Embrapa com uma alta fonte de nutrientes que pode ser fornecido diretamente no cocho ou por silagem.

O espaço vai apresentar uma área de preservação permanente, com lavouras de café, cacau, abacaxi e outros

O cacau é uma cultura anual, e para produzir o produtor consorcia com a banana e com a mandioca. Na feira a Emater vai apresentar uma palestra sobre as abelhas. Através de orientações de técnicos que irão esclarecer a importância dos insetos para polinização das plantas e da produtividade. Outro ponto é a fruticultura com destaque para abacaxi, maracujá e laranja que faz parte de um pomar presente na vitrine.

Rondônia tem o título de terceiro melhor cacau do Brasil. Com a retomada da cacauicultura, o cacau volta a ser uma das cadeias produtivas mais forte do Estado. Além de ser uma árvore de reflorestamento o cacau promove renda a produtores rurais. Para a cadeia do leite serão realizadas algumas demonstrações de método práticos do uso de suplementação de animais no período da seca.

Durante a feira serão disponibilizados passeios informativos sobre essências nativas para uso em áreas a serem recuperadas. No caminho serão feitas demonstrações de métodos e custos para recuperação de nascentes. Além da caminhada na trilha ecológica. No local serão oferecidas demonstrações de métodos de altura de entrada e saída de animais das pastagens, exposições dos materiais com dados do projetos inseminar. E amostra de equipamentos para fomento da atividade leiteira no Estado. O vice-presidente da Emater, Anderson Kühl, destaca que a Vitrine Tecnológica é um dos focos da Emater pois vai destacar as cadeias produtivas de Rondônia ligadas a agricultura familiar.

Serão feitas demonstrações de métodos de altura de entrada e saída de animais das pastagens

“As demonstrações de suplemento animal serão trabalhadas na feira com os produtores na prática. A cacauicultura também será destaque voltada a produtividade por área. No setor de piscicultura será disponibilizado um laboratório móvel onde será feita análise de água através de uma equipe da Emater. Vai ter uma trilha onde os produtores irão caminhar por todas as cadeias produtivas e aprender novas técnicas de cultura”, afirmou o vice-presidente.

Além disso, técnicos irão oferecer créditos aos produtores rurais, palestras e orientações com os temas: saneamento básico, trabalho infantil, direito da mulher e saúde pública. Todos os anos a Emater/RO é responsável pela locomoção dos produtores rurais para a feira com a disponibilidade de ônibus, esse ano serão 69 localidades do Estado para levar produtores rurais, para a 9ª edição da Rondônia Rural Show, que acontece entre 23 e 28 de maio, em Ji-Paraná.

Número de transplantes de rim caiu nos últimos dois anos

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Sociedade Brasileira de Urologia lançou campanha para estimular doação

A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) alerta que a pandemia de covid-19 impactou a realização de transplantes no Brasil. Em 2021, o índice de transplante renal de 22,4 pmp (número de transplantes por milhão de pessoas) ficou 26% abaixo da taxa anterior à pandemia. Para incentivar a doação de rim e esclarecer os procedimentos, a entidade médica lançou nessa semana a campanha “SBU pela doação de órgãos”.

Quando os rins param de funcionar, o paciente deve se submeter a sessões de hemodiálise, cuja periodicidade pode variar de duas a sete vezes por semana, dependendo do caso do paciente. Cada sessão pode durar de três a cinco horas.

De acordo com a SBU, para uma melhor qualidade de vida, o transplante renal pode ser indicado em muitos casos. A insuficiência renal pode ocorrer devido a problemas como diabetes, pressão alta, inflamação nos vasos que filtram o sangue, doença renal policística, doença autoimune e obstrução do trato urinário, entre outros.

Segundo o presidente da SBU, Alfredo Canalini, a campanha foi criada devido à necessidade de conscientizar a população sobre a doação de órgãos, principalmente no que diz respeito a doadores falecidos.

“Especificamente nós, urologistas, sabemos a importância tanto do diagnóstico precoce da doença renal, com a dosagem de creatinina no sangue e o exame de urina, como do atendimento da demanda dos renais crônicos na fila de espera para um transplante renal”, disse.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), houve diminuição no número de doações de órgãos e de transplantes devido à pandemia. Segundo a ABTO, 15.640 pacientes ingressaram na lista de espera por um rim em 2021, dos quais 3.009 faleceram.

“Isso ocorreu principalmente pelo aumento na contraindicação ao transplante na época, pois não se sabia da potencialidade de transmissão do vírus”, afirmou o coordenador do Departamento de Transplante Renal da SBU, John Edney dos Santos.

Transplante renal

O transplante renal é indicado para pacientes com diagnóstico de insuficiência renal crônica, principalmente aqueles em diálise.

“No Rio de Janeiro, temos em torno de 13 mil pacientes em diálise e 1.500 na fila de transplante. No Brasil, há algo em torno de 150 mil em diálise e somente 20% deles na fila. E, por lei, todo paciente em diálise tem que ser informado sobre a possibilidade da realização do transplante”, disse Canalini.

Morador da capital paulista, o autônomo Zelandio dos Santos Araújo, de 37 anos, fez transplante de rim há sete anos. Ele tem glomerulosclerose segmentar e focal familiar, doença que provoca insuficiência renal.

Essa síndrome também afetou duas irmãs de Araújo. Uma delas perdeu a função renal e acabou morrendo e a outra ainda faz diálise e está à espera de um transplante de rim.

Araújo conta que começou o tratamento medicamentoso em 2001. “Essa doença vai reduzindo a função renal silenciosamente. Muita gente tem essa doença e não sabe. O sintoma dessa doença é se a urina começa a espumar muito porque está perdendo proteína pela urina”.

Em 2009, ele teve falência renal e começou a fazer diálise três vezes por semana. “Foi muito difícil me adaptar, mas acabei ficando seis anos na hemodiálise”.

No ano de 2015, Araújo recebeu um rim de doador falecido. “O transplante foi muito bem-sucedido. Com o transplante, ganhei uma nova qualidade de vida. Eu ficava refém. Hoje tenho uma vida normal, consigo praticar atividade física”.

Como doar?

Para que o transplante renal seja realizado, é necessário verificar por meio de exames a compatibilidade entre doador e receptor para que haja menos chances de rejeição. É preciso ter mais de 18 anos e estar em boas condições de saúde.

A doação pode ser feita por doadores vivos ou falecidos. No caso de doadores vivos, é mais comum entre parentes consanguíneos de até quarto grau e cônjuges. Caso o doador não seja um parente próximo, é necessária autorização de um juiz. É possível viver bem com apenas um rim. Nas primeiras 24 horas após a cirurgia, o doador pode sentir dores, que passam com medicação. No dia seguinte, o doador pode começar a caminhar e após cerca de uma semana são retirados os pontos. A alta geralmente é concedida três dias após a cirurgia.

Para receber o órgão de um doador falecido, o paciente deve estar inscrito no Cadastro Técnico Único do Ministério da Saúde. O cadastramento é feito pela equipe médica de transplante responsável pelo atendimento.

A distribuição de órgãos doados é controlada pelo Sistema Nacional de Transplante do Ministério da Saúde e pelas Centrais Estaduais de Transplantes.

A equipe que realiza o transplante renal é multidisciplinar. Participam do procedimento o nefrologista, urologista, cirurgião vascular, cirurgião geral e anestesista. Outros especialistas de suporte, como intensivista e radiologista, também podem ser chamados.

Quem quiser que seus órgãos sejam doados após a morte, deve avisar a família para que ela possa autorizar o procedimento médico de retirada.

 

 

Agência Brasil

Agronegócio tem saldo positivo de US$ 43,7 bilhões no acumulado do ano

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As exportações do setor apresentaram alta de 34,9% no período de janeiro a abril de 2022

As vendas de produtos do agronegócio no mercado externo superaram as compras em US$ 43,7 bilhões no acumulado do ano, de janeiro a abril de 2022. Neste período, as exportações do setor apresentaram alta de 34,9%. As importações registraram uma variação de 0,7%, se mantendo estáveis, na comparação com o mesmo período de 2021.

Os dados foram divulgados na quinta-feira (19/05), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com o instituto, o saldo da balança comercial total (com produtos de todos os setores da economia) apresentou superávit de US$ 20,2 bilhões no acumulado do ano.

Só no mês de abril, o agronegócio exportou US$ 14,9 bilhões, contribuindo para um superávit de US$ 13,6 bilhões no saldo da balança comercial do setor, apresentando crescimento de 15,2% frente ao mesmo mês de 2021. Já as importações totalizaram US$ 1,3 bilhão no mês, com alta de 11,7% na comparação interanual. A balança comercial total encerrou abril com saldo positivo de US$ 8,1 bilhões.

Segundo o Ipea, desde dezembro de 2021, o Brasil tem exportado mais do que nos anos anteriores. Isso se justifica pela forte elevação dos preços internacionais das commodities, principalmente as agropecuárias. As commodities são produtos de origem agropecuária ou de extração mineral, em estado bruto, usados como matéria-prima pela indústria para fabricação de outros produtos, como soja e minério de ferro, por exemplo.

De acordo com pesquisadores do instituto, no mês passado, as exportações foram 81,6% maiores que em abril de 2019, 52,3% maiores que em 2020 e 14,9% maiores que em 2021.

Ainda de acordo com o Ipea, o destaque do período ficou com a soja, que segue liderando as exportações do agronegócio brasileiro, porém com alteração na composição entre grão, farelo e óleo. A soja em grão apresentou significativa queda no volume exportado em relação a abril do ano passado. Já os derivados, óleo e farelo, apresentaram importante incremento, tanto nas quantidades quanto nos preços. Assim, no mês passado, o valor exportado da soja teve leve alta, motivado pelo aumento de 41,8% no preço do grão, ante abril de 2021.

A soja em grão chegou a US$ 6.729 milhões em exportações em abril deste ano, frente aos US$ 6.665 milhões do mesmo mês do ano passado. O farelo de soja chegou a US$ 940 milhões e o óleo de soja a US$ 415 milhões nas exportações em abril deste ano.

A carne bovina segue em ritmo crescente. O preço médio da carne exportada avançou 27,9% na comparação com abril de 2021, diante de um aumento de 22,1% nas quantidades enviadas. Os envios do produto para China seguem aquém do ano passado, no entanto, parte dessa queda foi compensada pela venda a outros países.

A carne de frango, por sua vez, segue expandindo mercados. O Ipea destaca o aumento de 27,2% no preço médio da ave e 5,6% nas quantidades exportadas da proteína. Sobre o trigo, os bons resultados das exportações em março e abril são explicados pela safra recorde em 2021-2022, porém o volume enviado ao exterior em abril foi cerca de um sexto do registrado em março.

Sobre as importações, o Ipea apresenta um crescimento de 11,7% em abril, influenciado pelo aumento geral de preços. Dos 16 produtos acompanhados, 14 tiveram alta de valores, enquanto nove tiveram queda nas quantidades, incluindo quatro dos cinco itens mais expressivos da pauta de importações: pescados, produtos hortícolas, papel e malte.

Balança comercial

A Balança Comercial é o conjunto de dados do comércio exterior do Brasil que são divulgados mensalmente pelo Governo Federal. Os números indicam a diferença entre as exportações e importações, seja do mês ou do ano.

Em 2021, a balança comercial brasileira fechou o ano com superávit de US$ 61 bilhões. Isso significa que o país vendeu mais ao exterior do que comprou, ou seja, recebeu mais dinheiro enviando seus produtos do que gastou comprando mercadorias de outros países.

Quando o inverso acontece, a compra de produtos de fora supera o que o país vendeu no mercado externo, ocorre o déficit. Quando esses casos acontecem, o país acaba criando uma dívida, já que teve que enviar mais dólares ao exterior do que recebeu. O equilíbrio ocorre quando os valores de importação e exportação são equivalentes, deixando o saldo do país estável.

Confira a análise do Ipea completa aqui.

Agricultura e Pecuária

Governo Federal realiza Missão Institucional e Comercial a Países Árabes e do Leste Europeu

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Um dos objetivos da missão é estabelecer parcerias nos setores do agronegócio, da construção civil e de produtos de defesa
A Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR) coordena a “Missão Institucional e Comercial a Países Árabes e do Leste Europeu”, que ocorre de 18 de maio a 7 de junho. A viagem é fruto de parceria com o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Defesa e a Apex-Brasil. 

A missão pretende prospectar oportunidades de negócios e investimentos em onze países: Árabia Saudita, Bahrein, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Iraque, Kuwait, Marrocos, Omã, Qatar e República Tcheca. Dentre os principais objetivos da missão, destacam-se: manter contatos com contrapartes dos setores do agronegócio, da construção civil e de produtos de defesa; e apresentar opções de parcerias entre empresários brasileiros e empresários dos países selecionados com vistas à ação comercial conjunta.

Na avaliação do Secretário Flávio Rocha, a Missão reflete o compromisso do Presidente da República, Jair Bolsonaro, em atrair investimentos estrangeiros, impulsionar o crescimento econômico e reafirmar o protagonismo do Brasil no mercado mundial. 

A comitiva é formada por cerca de 60 integrantes. Do setor público, compõem a delegação oficial representantes das seguintes instituições: SAE-PR, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Defesa, Ministério da Economia, Apex-Brasil, Câmara dos Deputados e Embratur. Da iniciativa privada, estão representantes dos setores de engenharia, indústria química, materiais de defesa, matériasprimas para fertilizantes, tecnologia, dentre outros. 

No roteiro, estão previstos encontros com representantes governamentais homólogos, confederações, empresários dos setores selecionados e autoridades das áreas de finanças e investimentos.

 

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Com informações da SAE