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Saúde vai abolir intervalo para vacinação contra covid-19 e gripe

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Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fala à imprensa no ministério da Saúde, sobre a vacinação contra o covid-19

O Ministério da Saúde recomendou a suspensão do intervalo entre a aplicação das vacinas contra a covid-19 e contra o vírus Influenza, causador da gripe. A informação foi confirmada pelo titular da pasta, Marcelo Queiroga, em rede social.

“Proteção em dose dupla: a nova recomendaçao do @minsaude retira o intervalo entre as vacinas da influenza e da #Covid19. A vacina da gripe pode ser aplicada a partir dos 6 meses de vida. Toda população pode ir a um posto de saúde e garantir sua imunização contra a gripe!, disse Queiroga por meio de sua conta no Twitter.

O ministro não informou quando a nova recomendação vai começar a valer. A decisão foi tomada após reunião da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) que recomendou ao Ministério da Saúde o fim do prazo mínimo para a aplicação entre as vacinas, com o objetivo de aumentar a vacinação contra as duas doenças.

Atualmente, o Programa Nacional de Imunização (PNI), diz que o intervalo entre a vacinação contra a covid-19 e o do imunizante contra a Influenza deve ser de no mínimo 14 dias. O intervalo também vale para as outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação.

 

 

Repórter da Agência Brasil

16 municípios rondonienses estão entre os cem com os maiores rebanhos bovinos

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A Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) 2020 revelou que, entre os cem municípios brasileiros com os maiores rebanhos bovinos, 16 são rondonienses. Porto Velho, com um rebanho de 1,267 milhão de cabeças, está na quarta posição nacional. O maior rebanho brasileiro está em São Félix do Xingu (PA), sendo 2,361 milhões de cabeças.
Além da capital, os maiores rebanhos bovinos em Rondônia estão em: Nova Mamoré (769 mil) na 14ª posição; Jaru (526 mil) na posição 35; Buritis (520 mil), em 38º lugar; Ariquemes (499 mil), na posição 42; Alta Floresta d’Oeste (460 mil), na posição 51; São Francisco do Guaporé (453 mil), na 54ª posição; Campo Novo de Rondônia (437 mil), em 59º lugar, seguido de Cacoal (427 mil); Machadinho d’Oeste (407 mil) na posição 65; Ji-Paraná (393 mil), na posição 71; Espigão d’Oeste (386 mil) em 73º lugar; Chupinguaia (357 mil) na posição 91, seguido de Ouro Preto do Oeste (356 mil); Presidente Médici (349 mil) na 94ª posição e Alto Paraíso (342 mil) na posição 97.
A PPM demonstra ainda que Rondônia tem o sexto maior efetivo bovino, com 14,804 milhões de cabeças. O estado campeão é o Mato Grosso, com 32,702 milhões de cabeças, e o menor efeito estava no Amapá, com 54 mil bovinos.
Já em relação ao rebanho suíno, a pesquisa mostrou que ele vem diminuindo em Rondônia ano a ano. Em 2016, eram 224 mil cabeças, reduzindo para 163 mil em 2020.
Os maiores plantéis de suínos em Rondônia estavam em Porto Velho (7.408 cabeças); Cacoal (6.795 cabeças); Machadinho d’Oeste (5.948 cabeças); Vilhena (5.759 cabeças) e Nova Mamoré (5.549 cabeças). Guajará-Mirim, com 199 animais, tinha o menor rebanho.
Com três milhões de galináceos, Rondônia está entre os menores efetivos do país, ficando à frente do Acre (dois milhões de bicos), Roraima (676 mil) e Amapá (84 mil). Os municípios rondonienses com os maiores rebanhos são: Cacoal (381 mil cabeças); Porto Velho (373 mil cabeças), Vilhena (342 mil cabeças); Rolim de Moura (199 mil cabeças) e Ministro Andreazza (122 mil cabeças).
Quase 40% da produção brasileira de tambaqui está em Rondônia
A PPM mostrou ainda que o estado de Rondônia é responsável por 39,4% da produção de tambaqui no Brasil. Em 2020, em todo o país foram produzidas cem mil toneladas e em Rondônia foram 39 mil toneladas.
As maiores produções foram em Ariquemes (oito mil toneladas); Cujubim (quatro mil toneladas); Rio Crespo e Mirante da Serra, com 2,1 mil toneladas e Cacaulândia, com duas mil toneladas. Estes cinco municípios representaram 48,9% da produção estadual. Ariquemes também foi o município brasileiro com maior produção.
A segunda maior produção da aquicultura em Rondônia foi formada por peixes das espécies pintado, cachara, cachapira, pintachara e surubim, com duas mil toneladas em 2020. Pacu e patinga formam o terceiro grupo com maior produção, com 1,6 mil toneladas.
Rondônia cai duas posições na produção de leite
Em relação à produção de alimentos de origem animal, a PPM mostrou que, em 2020, Rondônia produziu 998 milhões de litros de leite, passando da sétima para a nona posição de maior produtor brasileiro. Esta produção representou um aumento de 26,3% quando comparada à produção de 2016, porém foi 11,5% menor que o quantitativo registrado em 2019.
A variação na produção é reflexo da quantidade de vacas ordenhadas. Enquanto em 2016 foram ordenhadas 600 mil vacas, em 2019, foram 832 mil e, em 2020, 695 mil vacas.
No estado, em 2020, os maiores produtores municipais de leite foram: Machadinho d’Oeste (71 milhões de litros), Jaru (68 milhões de litros), Ouro Preto do Oeste (62 milhões de litros), Nova Mamoré (51 milhões de litros) e Porto Velho (48 milhões de litros). Estes cinco municípios ficaram entre os cem maiores produtores de leite do Brasil, ficando nas posições 35, 38, 47, 81 e 93 respectivamente.
A pesquisa mostrou ainda que a produção de ovos de galinha em Rondônia teve aumento de 30,4% entre 2016 e 2020, passando de 17 milhões de dúzias para 22 milhões de dúzias. O crescimento proporcional foi um pouco maior que o brasileiro, que registrou 24,1% de aumento neste período.
Embora Vilhena tenha apresentado queda na produção de ovos de galinha, continua como o maior produtor em Rondônia, com produção de cinco milhões de dúzias, seguido de Porto Velho (quatro milhões de dúzias), Cacoal (três milhões de dúzias), Rolim de Moura (um milhão de dúzias) e Ji-Paraná (356 mil dúzias).

 

 

 

 

  Amabile Casarin
Analista Censitária – Jornalismo
Unidade Estadual do IBGE em Rondônia

Justiça em Números: TJRO é o mais eficiente dentre os tribunais de pequeno porte

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O Tribunal de Justiça de Rondônia obteve o percentual máximo de 100% no quesito eficiência no relatório Justiça em Números, apresentado na terça-feira, 28, pelo Conselho Nacional de Justiça. Dentre os tribunais de pequeno porte está em primeiro lugar no principal indicador do Judiciário brasileiro, o IPC-JUS.

Segundo o próprio relatório, o percentual varia de 0% a 100%. Quanto maior seu valor, melhor o desempenho da unidade, significando que ela foi capaz de produzir mais, com menos recursos disponíveis. Os tribunais com melhores resultados, considerados eficientes, tornam-se referência no ramo de justiça do qual fazem parte.

Os tribunais, por sua vez, são comparados aos seus semelhantes, de forma ponderada. Portanto, o IPC-Jus do tribunal será a razão entre seu desempenho e o quanto ele deveria ter produzido para atingir 100% de eficiência.

O relatório esclarece que a obtenção de eficiência de 100% não significa que um tribunal não precise melhorar, mas apenas que tal tribunal foi capaz de baixar mais processos quando comparado com os demais, com recursos similares. “Mesmo com esse alto patamar, estamos sempre buscando excelência, graças ao empenho de todos os envolvidos na prestação jurisdicional”, disse o presidente do TJRO, Paulo Kiyochi Mori, quando constatou a posição de destaque do TJRO perante os outros tribunais.

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Produtividade

Parte da eficiência está ligada também aos outros índices, como a produtividade de magistrados(as) servidores(as). No relatório, o TJRO ficou em segundo lugar dentre os tribunais de pequeno porte no Índice de Produtividade dos Magistrados por tribunal, registrando 1.791 processos por magistrado(a), número semelhante ao de um tribunal de grande porte como o TJSP.

Com relação ao Índice de produtividade dos(as) servidores(as) da área judiciária, por tribunal, o TJRO também ficou em segundo lugar dentre os tribunais de pequeno porte, isto é, com 146 processos por servidores(as).

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Processos arquivados com assistência judiciária gratuita 

Outro destaque do TJRO no Justiça em Números diz respeito aos processos baixados com gratuidade. Segundo o relatório, verifica-se uma diminuição na série histórica em 2020 em todo país, atingindo o menor indicador desde o ano de 2016, com 2.142 arquivados com assistência judiciária gratuita por cem mil habitantes. Tais números foram impactados pela pandemia de 2020, representando uma redução de 30%. Porém, desde 2015, o indicador se manteve em tendência de crescimento, sendo, em 2019, o maior valor histórico. Nas informações por tribunal, consta que o TJRO apresentou o maior número de processos arquivados com assistência judiciária gratuita por cem mil habitantes, 7.159. O número se refere a todos os tribunais brasileiros e não apenas os de pequeno porte.

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Mais demandado

Um dado interessante, que representa mais um desafio do que uma conquista, é o quesito litigiosidade. O Tribunal de Rondônia, na Justiça estadual, é mais demandado pela população,  posição que já ocupava no relatório anterior.

Enquanto a média nacional é de 7.025 casos novos por cem mil habitantes, os número registrados pelo TJRO são 15.812, seguido pelo TJMS com 12.224. O menos demandado é o TJPA com médio 2.483.

“Esse dado pode representar a confiança da população no Judiciário de Rondônia, mas ao mesmo tempo significa que temos de manter os esforços em investimentos para atendimento da alta demanda”, analisa o secretário-geral do TJRO, juiz Rinaldo Forti.

 

Acervo

Mais um destaque é o indicador  “Tempo de Giro do Acervo”, ou seja, tempo médio que leva para zerar o estoque a partir da entrada de demandas novas, com a manutenção da mesma produtividade dos(as) magistrados(as) e dos(as) servidores(as).

O tempo de giro do acervo na Justiça estadual é de 3 anos, na Justiça Federal é de 2 anos e 9 meses, na Justiça do Trabalho é de 1 ano e 6 meses, na Justiça Militar estadual é de 1 ano e 4 meses, e nos tribunais superiores é de 1 ano e 4 meses, conforme observado

Dois tribunais estaduais apresentam tempo médio de giro do acervo superior a 4 anos, quais sejam o TJSP e TJPA, consistindo nos maiores tempos observados. Os menores tempo de giro de acervo estão concentrados principalmente nos tribunais de pequeno porte, com destaque para o TJAC, TJRR, e TJRO, que registram 1 ano e 5 meses, abaixo da média nacional.

 

Mais destaques

O bom desempenho do TJRO no relatório Justiça em Números reflete o compromisso do Judiciário rondoniense com o jurisdicionado, pontua o presidente do TJRO, desembargador Paulo Mori.

Outros aspectos importantes que revelam esse desempenho serão abordados em outras publicações como forma de prestar contas à sociedade.

 

Acesso ao relatório completo

 

Assessoria de Comunicação Institucional

Governo Federal anuncia novas ações para pessoas com deficiência

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Entre as medidas está a criação de um Prêmio Nacional de Acessibilidade, curso de capacitação sobre acessibilidade nas delegacias brasileiras e ações no turismo

O Governo Federal lançou uma série de medidas voltadas às pessoas com deficiência, em cerimônia realizada na tarde desta segunda-feira (27), no Palácio do Planalto, com a presença do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

O evento é alusivo ao Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, comemorado no dia 21 de setembro.

Entre as ações, foi lançado o Prêmio Nacional de Acessibilidade, que vai promover e incentivar o engajamento na pauta por meio do reconhecimento de organizações públicas e privadas e de pessoas que tenham notória atuação na promoção da acessibilidade.

Outra iniciativa foi o lançamento do curso de capacitação sobre acessibilidade nas delegacias brasileiras e atendimento de mulheres e meninas com deficiência e doenças raras. “Será um grande passo não só para os nossos profissionais, mas para toda a sociedade”, disse o ministro da Segurança Pública, Anderson Torres. O ministro também anunciou que vai propor a regulamentação, por meio de decreto, do Artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor que trata da obrigação de que as informações prestadas às pessoas com deficiência estejam em formato claro e acessível.

O Presidente Jair Bolsonaro também assinou decreto que atualiza a composição do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), ampliando a participação da sociedade civil e das pessoas com deficiência na formulação das políticas de inclusão social debatidas no Conade.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Damares Alves, destacou que nos próximos dias, o Governo Federal vai entregar um instrumento para avaliação biopsicossocial e o Cadastro Nacional de Pessoas com Deficiências. “E o Ministério também entrega, ainda no ano que vem, o nosso indicador de inclusão. Nós temos índice para medir tudo no Brasil, mas nós não tínhamos um índice nacional para medir a inclusão”, afirmou a ministra.

Já o Ministério do Turismo apresentou a nova versão do programa Turismo Acessível, que promove a inclusão social e o acesso de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida à atividade turística.  “Estamos fazendo o dever de casa na acessibilidade. Mais de um bilhão de pessoas no mundo todo têm algum tipo de deficiência. Aqui no Brasil não é diferente, 45 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência, é muita gente. O Ministério do Turismo tem feito tudo para que os hotéis se tornem mais acessíveis, estamos também capacitando os funcionários a lidar com pessoas com deficiência”, destacou o ministro do Turismo, Gilson Machado.

Durante o evento, a Caixa Econômica Federal anunciou que as Loterias Caixa vão patrocinar a Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS).

 

Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, lança campanha para incentivar doação de órgãos

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Objetivo é aumentar o número doadores e diminuir a lista de espera por órgãos e tecidos, que hoje é de 53.218 pessoas

Sete anos depois da perda da irmã em um acidente de carro, a saudade ainda faz parte da vida da enfermeira Alessandra Justino, moradora de Brasília. Mas em meio à dor, o que traz conforto a ela e à família é que partes da irmã continuam vivas em muitas pessoas. É que os órgãos foram doados. “A gente sente muito orgulho até hoje de ter conseguido fazer a doação de órgãos da minha irmã, é uma coisa incrível”, disse.

A doação foi possível porque a irmã de Alessandra teve morte encefálica, quando todas as funções do cérebro param de funcionar de forma irreversível. Nesse caso, órgãos como coração, fígado, rins, pulmões e córneas continuam funcionando e podem ser transplantados em outras pessoas.

Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, 53.218 pessoas aguardam na fila de espera de um órgão ou tecido. Por outro lado, ainda existe resistência por parte das famílias em liberar os órgãos de ente que teve morte encefálica. Só neste ano, dos 5.857 registros de morte encefálica, apenas 1.451 tornaram-se doadores efetivos. A taxa de rejeição por parte das famílias foi de 37,8% em 2021, mas esse número já foi maior. Em 2018, por exemplo, chegou a 41,3%.

E para mudar essa situação, o Governo Federal lançou a Campanha Nacional de Doação de Órgãos na manhã desta segunda-feira (27), em Brasília.

“A campanha que a gente lança hoje chama atenção para dois aspectos. O primeiro é sensibilizar todo o brasileiro da importância de se doar órgãos. O primeiro ponto é a pessoa se convencer. E após se convencer, ela precisa entender que isso não basta. Ela precisa conversar com a família porque a legislação do Brasil diz que a palavra final para doação de órgãos não é da pessoa. Então não basta estar registrado na Carteira Nacional de Habilitação, não basta ter um registro em cartório. A família é que tem que aprovar e dar a palavra final de doação”, ressalta o ministro da Saúde substituto, Rodrigo Cruz.

No caso da irmã de Alessandra Justino, essa conversa com a família foi importante para que se cumprisse um desejo dela. “A minha irmã fez isso. Em vida, sempre falou da questão da doação de órgãos, sempre falou quanto ela achava importante doar”, conta Alessandra. A doação ocorreu depois que a família conversou com médicos do hospital e assistente social. “Depois de alguns meses, eu recebi uma carta para falar que ela tinha doado as córneas. O Instituto dos Olhos mandou uma carta muito bonita para minha família. Foi muito legal ter recebido isso e até hoje a gente lembra desse carinho que eles tiveram com a gente”.

Lista de espera

Entre as 53.218 pessoas que aguardam na fila de espera por um órgão ou tecido, 31.125 esperam por um rim. Em seguida vem córnea (19.115), fígado (1.905), transplante duplo de pâncreas e rim (387), coração (365) e pulmão (259).

Entre as metas do Ministério da Saúde para aumentar o número de transplantes está a identificação de 100% dos casos de morte encefálica. Hoje, cerca de 23% dos casos não são identificados. Mesmo assim, o Brasil possui o maior sistema público de transplante do mundo. A estrutura conta com uma Central Nacional, localizada na sede do Ministério da Saúde, em Brasília, onde 17 profissionais trabalham 24 horas por dia na parte de logística. Cada capital conta também com uma central estadual. São 648 hospitais de transplantes habilitados em todo o país. Só no ano passado, o Governo Federal investiu R$ 1,16 bilhão nesses serviços. De 2008 a 2020 foram R$ 15 bilhões. Em 20 anos, o Sistema Único de Saúde (SUS) realizou cerca de 412 mil transplantes.

E para apoiar os hospitais integrantes do Sistema Nacional de Transplantes e garantir a qualidade desses serviços, o Ministério da Saúde vai conceder incentivo financeiro para ações de doação e transplantes na rede pública de saúde. O objetivo é estabelecer critérios e níveis de desempenho para essas unidades, baseados em qualidade de atendimento, indicadores de segurança do paciente, acesso, entre outros. Com base nesses parâmetros, cada hospital será classificado e receberá uma pontuação, que irá resultar em um percentual maior de recursos.

Números

O Brasil, atualmente, conta com:

1 Central Nacional de Transplantes;
27 Centrais Estaduais;
648 Hospitais de Transplantes habilitados;
1.253 Serviços de Transplantes habilitados;
1.664 Equipes de Transplantes habilitadas;
78 Organizações de Procura por Órgão (OPO);
516 Comissões Intra-hospitalares de doação de órgãos e tecidos para transplantes;
52 Bancos de Tecido Ocular;
13 Câmaras Técnicas;
12 Bancos Multitecidos;
48 Laboratórios de Histocompatibilidade.

O que fazer para ser doador de órgãos

São duas opções de doador: O primeiro é o doador vivo, que pode ser qualquer pessoa que concorde com a doação, desde que não prejudique a sua própria saúde. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou parte do pulmão. Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Não parentes, só com autorização judicial.

Já para doação de medula óssea, o candidato a doador deverá procurar um hemocentro para a coleta de uma amostra de sangue (10ml) para a tipagem de HLA (exame de histocompatibilidade que identifica as características genéticas de cada indivíduo). Os dados do doador são inseridos no cadastro do Redome e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação.

O segundo tipo é o doador falecido. São pacientes com morte encefálica, geralmente vítimas de catástrofes cerebrais, como traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral). Para ser um doador, basta conversar com sua família sobre o seu desejo de ser doador e deixar claro que seus familiares devem autorizar a doação de órgãos em caso de morte encefálica.

 

 

 

Ministério da Saúde

Sancionada com vetos lei que cria Documento Eletrônico de Transporte

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Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (28) a lei  que institui o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e). Originada da Medida Provisória (MP) 1.051/2021, a matéria foi aprovada pelo Senado em 1º de setembro e sancionada, com vetos, pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. O DT-e vai unificar mais de 30 documentos necessários à autorização dos serviços de transporte de cargas no país.

A implantação do documento agora seguirá um cronograma definido pelo Poder Executivo, que ainda vai regulamentar a norma. Conforme a Lei 14.206, de 2021, administrações municipais e estaduais poderão firmar convênios com o Estado para incorporar outras informações de competência desses entes federativos, como especificações sobre tributos e demais obrigações relacionadas ao transporte de cargas.

De acordo com a nova lei, o DT-e deve reduzir a média de seis horas que o caminhão fica parado em postos de fiscalização para apresentação de documentos, inclusive com análise remota, sem a necessidade de apresentação presencial. O governo acredita que o emprego de tecnologia da informação nas operações de transporte, que incluirá os setores ferroviário e aquaviário, deve ajudar na formatação de um banco de dados sobre movimentação de cargas em território nacional.

Dispositivos vetados

Após manifestação técnica de ministérios, o presidente da República vetou dispositivos da MP aprovados pelo Congresso. Um deles é o trecho que estabeleceria a ampliação do benefício tributário relativo à Cofins, que passaria a alcançar qualquer pessoa jurídica que contratasse serviços de transporte de carga. Segundo o governo, a medida acarretaria renúncia de receita sem que estivesse acompanhada de estimativa do seu impacto orçamentário e financeiro e de suas medidas compensatórias.

Também foi vetado dispositivo que criaria obrigações para o Poder Executivo federal, como a manutenção e a utilização de uma rede específica de apoio à fiscalização do transporte rodoviário de carga. O dispositivo, segundo o governo, violaria o princípio constitucional da separação dos Poderes “ao usurpar a competência privativa do presidente da República”.

Com Agência Brasil

Fonte: Agência Senado

Jaqueline Cassol comemora queda na taxa de desemprego

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Novo levantamento do IPEA apontou retração de 15,1% para 13,7% . Região Norte teve queda de 0,8%

As taxas de desemprego no Brasil estão caindo. Isso é o que apontou o novo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado nessa segunda-feira (27). O recuo foi de 15,1% no primeiro trimestre para 13,7% no segundo trimestre. A deputada federal Jaqueline Cassol (PP-RO) destacou a queda dos índices no país.

“O novo levantamento do IPEA nos traz esperança de que nossa economia está voltando a crescer e os brasileiros ocupando postos de trabalho, novamente. O cenário ainda é difícil, mas tenho fé que tudo irá melhorar”, disse.

A pesquisa do Ipea mostrou que o crescimento recente das contratações tem ocorrido, principalmente, em setores que empregam relativamente mais mão de obra informal. Entre eles, estão o da construção, que registrou alta anual da população ocupada em 19,6%, a agricultura (11,8%) e os serviços domésticos (9%).

De acordo o instituto, o aumento do emprego no segundo trimestre ocorreu em todos os segmentos da população quando comparado com o mesmo período do ano anterior. O destaque para a ocupação entre as mulheres, jovens e trabalhadores com ensino médio completo, com crescimento de 2,2%, 11,8% e 7,0%, respectivamente.

“A região Norte teve uma queda tímida de 14,8% para 14%, porém mesmo assim já é motivo de comemoração, afinal pessoas estão sendo empregadas e tendo renda para sustentar suas famílias”, declarou Jaqueline Cassol.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação

Vizinho ‘tarado’ invade apartamento e estupra mulher

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No início da madrugada deste domingo (26), uma mulher no Bairro Nossa Senhora de Fátima teve seu apartamento invadido e estuprada por seu próprio vizinho.
A mulher estava tomando banho quando de repente seu vizinho com um facão nas mãos invadiu seu apartamento adentrou ao banheiro onde a mesma tomava banho, arrastando-a para cama, onde foi estuprada.

A polícia militar foi acionada e conseguiu prender o “suspeito” em seu apartamento.

 

 

Fonte/Jornalinforondonia

 

 

Marido violento é preso após passar a madrugada espancando a mulher

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O acusado de 37 anos foi preso em flagrante nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (27) em uma residência no bairro Teixeirão

Após passar a madrugada sendo agredida pelo marido e mantida em cárcere privado, uma mulher de 47 anos conseguiu fugir e denunciou o crime à Polícia Militar.
O acusado de 37 anos foi preso em flagrante nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (27) em uma residência no bairro Teixeirão, região Leste de Porto Velho (RO).
A mulher bastante machucada disse aos policiais que passou toda a madrugada trancada dentro de casa e sendo vítima de espancamento pelo marido muito violento.
A vítima conseguiu sair do local somente após o acusado pegar no sono. Ela chamou a PM e o homem foi preso em flagrante.
O agressor foi conduzido para a Central de Polícia Civil e ficou à disposição da Justiça.

Quatro cursos no reinício das aulas da Escola do Legislativo

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Com aulas de manhã e à tarde escola dos deputados recomeça os trabalhos presenciais nesta segunda-feira
Após mais de 18 meses com as atividades paralisadas devido a pandemia, a Escola do Legislativo, braço educacional da Assembleia Legislativa (ALE) reinicia as aulas presenciais oferecendo 4 das dezenas de cursos ministrados mensalmente. Para a retomada segura das aulas presenciais a direção da escola tomou todas as medidas de segurança de combate e controle do covid-19, que já está sob domínio, mas, ainda, preocupa o planeta.

As aulas com alunos presentes iniciam hoje (27), com dois cursos sendo ministrados pela manhã e mais dois à tarde, com cargas horárias de 20 horas. As inscrições foram abertas no início do mês e, segundo o diretor-geral da escola, Fábio Ribeiro, a maioria das vagas foi preenchida com servidores da ALE.

A escola trabalha na capacitação dos servidores da ALE, mas também atende os demais órgãos públicos como as câmaras de vereadores, prefeituras, Tribunal de Justiça, governo do Estado, e dos demais órgãos municipal, estadual e federal. A comunidade é favorecida com as vagas excedentes.

“Nossa preocupação é com a qualificação profissional dos servidores públicos da ALE, mas também atendemos os demais órgãos públicos e a comunidade”, diz Fábio Ribeiro, lembrando que os alunos concluintes recebem certificados. “É mais um item importante no currículo de cada um”, complementa Fábio.

Os cursos são gratuitos. Os alunos são convidados a doarem uma lata de leite em pó de 400g para o Banco de Leite da escola. Posteriormente o leite é distribuído de forma equitativa a entidades assistenciais de Rondônia, que atendem crianças com mais de 1 ano de idade e idosos. Para Fábio Ribeiro, “é uma forma de qualificar profissionalmente as pessoas e contribuir para a melhoria da qualidade de vida de crianças e idosos”.

A Escola do Legislativo é mantida pela Mesa Diretora da ALE-RO, presidida pelo deputado Alex Redano (PRB) e, apesar de centralizar suas ações de qualificação nos servidores públicos e de boa parte da comunidade também pratica importante papel social com o Banco de Leite. “Somente quem recebe o leite doado pelos alunos sabe da sua importância para as entidades”, alerta Fábio Ribeiro. A enorme procura no período de inscrições demonstram isso.

 

Cursos  

Redação Oficial – 20 vagas, 20 horas/aula de 27/09 a 01-10, das 8h às 12h, para alunos com idade acima de 18 anos e ensino médio completo.

Libras para Atendimento ao Público – 50 vagas, 20 horas/aula de 27/09 a 01/10, das 8h às 12h, idade acima de 16 anos e Ensino Médio Completo.

Secretariado nos Serviços Público e Privado – 20 vagas, 20 horas/aula de 27/09 a 01-10, das 14h às 18h, idade acima de 18 anos e Ensino Médio Completo.

Imagem Pessoal e Profissional – 50 vagas, 20 horas/aula de 27/09 a 01/10 das 14h às 18h idade acima de 18 anos com Ensino Médio Completo.

Para o retorno das presenciais estão sendo obedecidos os mais rigorosos controles de combate à pandemia, com verificação da temperatura dos alunos na entrada às instalações da escola, pontos de álcool em gel em pontos estratégicos, além das regras de distanciamento.

A sede da Escola do Legislativo em Porto Velho, é na rua Major Amarante, 390, Bairro Arigolândia, antigas instalações da Assembleia Legislativa.

Texto e foto: Escola do Legislativo/ Assessoria de Imprensa