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Decisão da Justiça impede atuação da PRF fora de rodovias federais

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Pedido do MPF ocorreu após operações policiais conjuntas, com mortes

A Justiça Federal decidiu impedir a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operações fora de rodovias federais. A 26ª Vara Federal do Rio de Janeiro aceitou pedido do Ministério Público Federal (MPF) para suspender o Artigo 2º da Portaria 42/2021, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo o artigo suspenso, a PRF poderia designar efetivo para integrar equipes em operação conjunta com outras forças, prestar apoio logístico, atuar na segurança das equipes e do material empregado, ingressar em locais alvos de mandado de busca e apreensão, mediante previsão em decisão judicial, lavrar termos circunstanciados de ocorrência e praticar outros atos relacionados ao objetivo da operação conjunta.

O MPF pediu a nulidade do Artigo 2º para impedir a atuação da PRF em operações policiais em locais como as comunidades localizadas dentro da cidade do Rio. A Justiça aceitou o pedido por considerar que ele viola o parágrafo 2º do Artigo 144 da Constituição Federal, que especifica que a PRF “destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais”.

O pedido do MPF veio depois de três operações policiais, com a participação da PRF, que resultaram na morte de 37 pessoas, uma na comunidade do Chapadão (que deixou seis mortos), em março; e duas na Vila Cruzeiro (uma em fevereiro, com oito mortos, e outra em maio, com 23 mortos).

Por meio da assessoria de imprensa, a PRF informou que “já está cumprindo a decisão, analisando a situação e adotando as providências necessárias”.

*Matéria alterada hoje (8) para atualizar informação (último parágrafo)

 

 

Agência Brasil

Marcos Rogério parabeniza governo por viabilizar redução do preço dos combustíveis

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A ideia é zerar os impostos federais que incidem sobre a gasolina e o etanol, em troca da aprovação do PLP 18/2022, que limita em 17% a alíquota do ICMS sobre os combustíveis

O senador Marcos Rogério (PL-RO) parabenizou o governo federal por anunciar a decisão de apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição que pode viabilizar a redução do preço dos combustíveis no país.

 

A ideia é zerar os impostos federais que incidem sobre a gasolina e o etanol, em troca da aprovação do PLP 18/2022, que limita em 17% a alíquota do ICMS sobre os combustíveis.

Além disso, o governo promete compensar os estados pela perda de arrecadação de ICMS, caso os governadores reduzam a zero a alíquota desse imposto que incide sobre o diesel e o gás de cozinha.

Marcos Rogério, em pronunciamento ontem (7), calculou que, se todas essas proposições efetivamente saírem do papel, o preço dos combustíveis poderá cair quase R$ 2,00 por litro na bomba, valor que corresponde ao que é arrecadado de ICMS pelos estados. Segundo ele, isso representará um alívio no bolso do consumidor, que sofre com os altos preços dos combustíveis.

Na opinião de Marcos Rogério, não é justo que os estados arrecadem cada vez mais, enquanto a população vem passando dificuldades com os preços cobrados nos postos. O senador questionou ainda o posicionamento crítico de analistas econômicos em relação à ideia. Para ele, isso acontece só porque os pobres serão beneficiados.

— Talvez essa compensação que se pretende fazer em relação às perdas arrecadatórias nos estados e municípios nem aconteça, porque, se você diminui o custo dos combustíveis, que tem impacto na cadeia de consumo, com mais dinheiro sobrando no bolso do consumidor, o consumidor vai gastar mais, vai comprar mais, os estados vão arrecadar mais, por outras vias, explicou.

Marcos Rogério, por fim, alertou que, se essas propostas realmente forem implementadas, é preciso que todos fiquem atentos para garantir que o consumidor seja efetivamente beneficiado com a queda no preço dos combustíveis.

Novo Fundeb inclui técnicos educacionais na subvinculação de 70% dos recursos destinados à valorização

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Por isso, o Sintero esclarece abaixo quais as vantagens e ganhos reais aos técnicos (as) educacionais com as novas mudanças

Com a aprovação do novo Fundeb (Lei nº 14.113/2020), os técnicos e técnicas educacionais foram incluídos na subvinculação que destina 70% dos recursos do Fundo para pagamento de remunerações dos profissionais da educação básica em efetivo exercício. Entretanto, há muitas interpretações distorcidas sobre a nova Lei e isso tem gerado dúvidas à categoria. Por isso, o Sintero esclarece abaixo quais as vantagens e ganhos reais aos técnicos (as) educacionais com as novas mudanças.

O que diz a legislação?

A Lei do Fundeb determina que 30% dos recursos sejam destinados para manutenção e desenvolvimento da Educação. Já os 70% restantes dos recursos devem ser destinados exclusivamente ao pagamento dos profissionais em Educação.

Quem são os profissionais beneficiados com os 70%?

No ano passado, foi sancionada a Lei nº 14.276/2021, que alterou as disposições da Lei nº 14.113/2020 e mudou a lista de profissionais a receber com os recursos de 70% do Fundeb. Ou seja, além de docentes, profissionais de suporte pedagógico, de direção ou administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação pedagógico, que estavam especificados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), o novo Fundeb passou a incluir os profissionais de funções de apoio técnico, administrativo ou operacional.

Quais as vantagens para os técnicos e técnicas?

Ao serem contemplados com a subvinculação mínima de 70%, os recursos do Fundeb também poderão ser destinados para reajuste salarial dos (as) técnicos (as) por meio de bonificação, abono, aumento de salário, atualização ou correção salarial.

Os técnicos receberão o mesmo reajuste do Piso do Magistério anualmente?

Não. O Piso do Magistério é regulamentado em Lei específica (Lei nº 11.738/2008). Conforme discrimina o § 2º da referida legislação, entende-se como profissionais do Magistério aqueles que desempenham as atividades de docência ou de suporte pedagógico à docência. Isto é, direção ou administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação educacional.

Por que os técnicos educacionais não possuem Piso Salarial?

Apesar de ser uma reivindicação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e do Sintero, a luta para que este instrumento de valorização seja garantido em Lei não teve êxito até o momento. Isso ocorre porque não há iniciativas do Poder Legislativo sobre o assunto, seja ele na esfera Federal, Estadual ou Municipal. Mesmo diante dessa situação, é necessário que os técnicos (as) continuem engajados na luta e participem das mobilizações presenciais ou virtuais encampadas pelo sindicato, que possuem o objetivo de pressionar a bancada federal de Rondônia a priorizar e defender a pauta no Congresso Nacional. Além disso, apesar de não terem legislação específica, os técnicos poderão ter reajuste anualmente desde que essa seja uma política de valorização adotada pelos gestores públicos.

Com a nova legislação os técnicos terão direito ao abono salarial?

Sim. Caso haja sobras dos recursos de 70% do Fundeb no final do ano, os técnicos e técnicas receberão de forma igualitária o percentual destinado aos professores (as). A fim de ampliar a segurança jurídica do rateio, o Superior Tribunal de Justiça pacificou o entendimento de que os legislativos locais devem autorizar, através de leis próprias, a forma de se proceder ao rateio. Esta é a única exigência jurídica em relação ao assunto.

“A inclusão dos técnicos e técnicas educacionais na subvinculação de 70% representa uma grande conquista para nossa categoria. Porém, a nossa luta continua. Agora, pela criação de um Piso Salarial”, disse Dioneida Castoldi, presidenta do Sintero em exercício.

Abertas vagas para Programa Jovem Aprendiz da Energisa

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É preciso ter concluído o ensino médio, disponibilidade para trabalho e curso em horário comercial, de segunda a sexta-feira

Inscrições devem ser feitas até segunda-feira (13) pela plataforma na internet

Empresa também tem oportunidades para profissionais em áreas administrativas e técnicas

 

Até a próxima segunda-feira (13), a Energisa está com vagas abertas para o Jovem Aprendiz em Rondônia. São 24 vagas para pessoas de 18 a 21 anos que residam em Porto Velho. O programa tem duração de dois anos com início previsto para agosto. É preciso ter concluído o ensino médio, disponibilidade para trabalho e curso em horário comercial, de segunda a sexta-feira. Os jovens selecionados vão participar de aulas práticas e teóricas no curso de formação de Técnico em Eletrotécnica que serão ministradas no Senai, além de salário compatível com o mercado e vale-transporte.

Segundo o diretor-presidente da Energisa em Rondônia, André Theobald, o programa abre as portas do mercado de trabalho para o jovem que ainda não tem experiência. “Muitos dos líderes que atuam hoje na empresa começaram como jovens aprendizes e construíram aqui sua carreira. Essa é a oportunidade para que uma nova geração também escreva a sua própria história”, disse.

Sandy Nascimento Souza (21 anos) começou sua vida profissional na Energisa como jovem aprendiz em 2019, logo após terminar o ensino médio. Mesmo indecisa sobre qual carreira seguir, sabia que era importante adquirir experiência no mercado. “Conheci a história da Energisa e que tinha espaço para quem quer começar. Encontrei aqui minha oportunidade. Os colaboradores me receberam bem, me ensinaram e me estimularam a crescer. Fui contratada como colaboradora efetiva logo após finalizar o programa”, disse. Sandy recebeu capacitação gratuita para atuar como eletrotécnica durante o projeto e atua no departamento de operações da empresa. Atualmente, cursa o quarto semestre de direito com perspectivas de seguir carreira na empresa.

Ano passado, a Energisa foi reconhecida como a segunda Melhor Empresa para Trabalhar na Região Norte pelo ranking do Instituto Great Place to Work (GPTW). O reconhecimento aconteceu apenas três anos após o grupo assumir a concessão no estado. Atualmente, a empresa conta com mais de 3 mil colaboradores diretos e indiretos no estado, sendo uma das principais em geração de emprego e renda. No setor elétrico, a Energisa se destaca pela inovação, com foco na sustentabilidade, qualidade dos serviços prestados e segurança.

O candidato deve acessar a página jobs.kenoby.com/grupoenergisa e selecionar o estado e a cidade de interesse. Clique no banner Jovem Aprendiz e preencha as informações solicitadas. É importante que o candidato acesse com frequência o e-mail informado para acompanhar as etapas do processo seletivo.

Vagas para quem já começou a carreira

A Energisa também está selecionando profissionais para capital e interior para atuar nas áreas administrativas e técnicas. São 2 vagas para técnico de operações de sistema, 1 vaga para engenheiro de projeto e construção, 2 vagas de assistente administrativo PCD, 5 para eletricista de distribuição e 1 para analista de automação. Também há 6 vagas para estágio de nível superior e 2 para nível técnico. A empresa também tem um banco de talentos para vagas de auxiliar comercial e eletricista de distribuição para vagas em todo interior do Estado. Para participar do processo seletivo é necessário se inscrever no portal jobs.kenoby.com/grupoenergisa, selecionar o estado, a cidade e o cargo de interesse.

Câmara aprova projeto que prevê reembolso na tarifa de energia em razão de tributo indevido

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (7) o projeto de lei que especifica os procedimentos para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) devolver ao consumidor, via tarifa de energia, os valores de PIS e Cofins pagos a mais pelas distribuidoras. O texto será enviado à sanção presidencial.

Segundo a proposta (Projeto de Lei 1280/22, do Senado), especificamente para esse passivo a Aneel deverá promover revisão tarifária extraordinária neste ano, quando os valores a devolver vierem de decisões judiciais anteriores à vigência da futura lei, o que abrange praticamente todas elas. Apenas duas distribuidoras não entraram com ação.

Essa revisão extraordinária será aplicada ainda às distribuidoras de energia elétrica com processos tarifários homologados a partir de janeiro de 2022.

O PL 1280/22 tramitou em anexo ao PL 1143/21, também do Senado. A matéria foi relatada pela deputada Joice Hasselmann (PSDB-SP), que recomendou a aprovação do projeto sem mudanças. “Esse é um texto que me orgulha muito relatar. Este crédito não pertence às distribuidoras. Pertence ao consumidor”, afirmou.

O projeto decorre de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em agosto do ano passado, que considerou inconstitucional incluir o ICMS na base de cálculo desses tributos.

Segundo dados da Aneel, dos R$ 60,3 bilhões em créditos a devolver pela União às distribuidoras, R$ 47,6 bilhões ainda não foram restituídos aos consumidores. O restante entrou em revisões tarifárias desde 2020 que resultaram em redução média de 5% até então.

Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas. Dep. Joice Hasselmann PSDB-SP
Joice Hasselmann, relatora do projeto

Ainda segundo a agência, em razão das diferentes datas de ajuizamento das ações pelas distribuidoras, os efeitos serão sentidos de maneira diversa em cada região e área de atuação das concessionárias. Como as revisões consideram outros custos que poderiam aumentar a tarifa na revisão, não necessariamente os valores implicarão em redução da fatura, mas em aumento menor.

Data de referência
No ano passado, o Supremo definiu março de 2017, data da primeira decisão da corte sobre o tema, como marco inicial para as novas regras que excluem o ICMS da base de cálculo.

Assim, as empresas que entraram com ação depois de 2017 garantirão a devolução retroativa do que pagaram a mais em PIS/Cofins apenas daquele ano até agora. Para contar com o novo cálculo, a distribuidora deve entrar na Justiça, onde o processo tramitará de forma mais rápida devido ao efeito vinculante provocado pela decisão do STF.

Aquelas que já tinham ação aberta sobre o caso antes de 2017 deverão contar com o direito garantido de receber a devolução dos valores pagos a mais pelos cinco anos anteriores à data de quando iniciaram seu processo, período máximo pelo qual pode ser reclamado o ressarcimento de uma cobrança indevida.

Revisão anual
Entretanto, em outra parte do texto do projeto está definido que o ressarcimento ao consumidor ocorrerá por meio das revisões tarifárias anuais seguintes ao pedido de ressarcimento do tributo perante a Receita Federal.

Nesse processo, a Aneel deve considerar cinco aspectos:

– o valor total do crédito já utilizado em compensação por outros tributos devidos perante a Receita, acrescido de juros;

– a totalidade dos créditos pedidos ao Fisco a serem compensados até o processo tarifário subsequente, conforme projeção a ser realizada pela Aneel;

– tributos incidentes sobre os valores do crédito;

– os valores já repassados pelas distribuidoras diretamente aos consumidores em virtude de decisões administrativas ou judiciais; e

– a capacidade máxima de compensação dos créditos da distribuidora de energia elétrica.

Antecipação
Se a distribuidora de energia concordar, a Aneel poderá determinar a devolução dos valores aos consumidores, via tarifa, antes da confirmação do crédito perante a Receita.

A distribuidora deverá ser ressarcida, porém, do custo de capital associado a essa decisão. Essa remuneração será definida pela Aneel.

Critérios
Adicionalmente, outros critérios equitativos deverão ser adotados pela agência reguladora a fim de efetivar a devolução, considerando os procedimentos tarifários e disposições contratuais aplicáveis.

A Aneel terá de considerar ainda:

– as normas e procedimentos tributários aplicáveis;

– as peculiaridades operacionais e processuais relativas a eventuais decisões judiciais ou proferidas por autoridade tributária competente;

– a destinação integral dos valores para ressarcimento após apresentação ao Fisco competente de requerimento do crédito a que a empresa faz jus, nos termos da legislação de cada ente tributário;

– os valores repassados pelas distribuidoras de energia elétrica diretamente aos consumidores em virtude de decisões administrativas ou judiciais; e

– o equilíbrio econômico-financeiro da concessão.

Outros casos
Na lei de criação da Aneel (Lei 9.427/96), o projeto inclui a atribuição da agência em promover de ofício esse tipo de restituição.

Com essa previsão, outros casos possíveis de restituição estarão amparados pelo dispositivo segundo os critérios listados.

Debate em Plenário
Durante a votação do projeto em Plenário, a relatora contou que foi pressionada a não conceder a devolução integral dos créditos. “Se o dinheiro foi cobrado indevidamente, tem de ser devolvido”, ressaltou Joice Hasselmann.

A relatora prevê que o crédito será utilizado, nos próximos cinco anos, para conter as altas de preços de energia. Ela espera que o projeto ajude os consumidores a economizar na conta de luz. “Estamos vivendo tempos sombrios na economia brasileira, com gás de cozinha nas alturas, inflação no supermercado muito acima da média, as pessoas com dificuldade de abastecer seus carros”, comentou.

Já a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) alertou que o projeto contém “falsas promessas” de redução da tarifa de energia. “Podemos ter redução de, no máximo, 3% da tarifa. É melhor do que não ter redução nenhuma, mas a crise econômica é gravíssima”, ponderou. A deputada lamentou a privatização da Eletrobras, que segundo ela pode provocar um agravamento da crise no setor.

O deputado Danilo Forte (União-CE) defendeu o combate aos preços básicos da energia que geram impacto em outros custos da inflação. “O povo mais carente e assalariado é quem paga a conta da volta da inflação”, lamentou.

O deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS) levantou dúvidas sobre se o crédito realmente vai beneficiar os consumidores. “São ligeiros para cobrar, mas lentos para pagar”, declarou.

O deputado Tiago Mitraud (Novo-MG) afirmou que o projeto repara uma apropriação indébita. “Não se pode cobrar imposto sobre imposto. Este dinheiro sempre foi do cidadão, nem deveria ter saído do bolso do pagador de impostos”, criticou.

O deputado Weliton Prado (Pros-MG) alertou que advogados queriam se apropriar dos créditos como gratificações. “Só em Minas Gerais, os consumidores devem receber créditos de R$ 6,2 bilhões”, observou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

CBF altera horário de estreia do Barcelona no Brasileiro Feminino Série A3

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A Diretoria de Competições da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou nesta terça-feira a mudança do horário da partida entre Rio Branco-AC e Barcelona pelo jogo de ida da primeira fase do Campeonato Brasileiro Feminino Série A3.

A partida está marcada para sábado no estádio Florestão, em Rio Branco. O duelo estava agendado para às 14h (horário de Rondônia), porém foi alterado para às 16 horas (horário de Rondônia).

O jogo de volta entre as equipes está programado para o dia 18 de junho (sábado), às 14 horas (horário de Rondônia), no estádio Portal da Amazônia, em Vilhena.

ANEXO:
IMT – 04BF3/22 |  Visualizar

Texto/Foto: Alexandre Almeida

Vendedor de picolé é baleado quando ia a mercado

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Um adolescente de 17 anos, que trabalha vendendo picolés, foi vítima de tiros em Porto Velho quando estava indo de bicicleta a um mercado, na noite de terça-feira (7). A tentativa de homicídio foi na rua Daniela, no bairro Aponiã. Ninguém foi preso.

As equipes do Samu e da Policia Militar (PM) foram acionadas após o jovem ser baleado e, por conta dos ferimentos, o menor precisou ser atendido pela equipe médica do Samu.

De acordo com testemunhas que estavam no local, o adolescente seguia de bicicleta pela rua Daniela e estava indo a um supermercado quando foi surpreendido por um suspeito, em um carro, que efetuou os disparos de arma de fogo.

“A mulher dele disse que o marido tinha saído de casa para comprar fraldas para a filhinha deles. Ela acha que ele foi confundido e por isso que atiraram nele”, disse uma testemunha.

 

De acordo com o histórico do boletim de ocorrência, a PM fez contato com a vítima no hospital João Paulo II.

O adolescente, que segundo profissionais estava fora de risco, confirmou à PM que estava indo comprar fralda e um veículo vermelho se aproximou e o motorista atirou nele.

As balas atingiram as costas, nádegas, abdome e mão da vítima. O adolescente não soube passar maiores informações sobre a característica do atirador. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil.

Por Jheniffer Núbia, g1 RO

80 quilos de peixe cachara são apreendidos em caminhonete na BR-435

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Peixes tinham 60 cm em média, abaixo do permitido por lei para a pesca desta espécie, que é de 80 cm. Flagrante aconteceu na cidade de Vilhena

Uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 80 quilos de peixe sendo transportados de forma clandestina em uma caminhonete que viajava na BR-435, na tarde de terça-feira (7), em Vilhena (RO).

O pescado, da espécie cachara, estava sendo transportado em uma caixa térmica na carroceria do veículo.

Segundo a polícia, 29 peixes, com tamanho médio de 60 centímetros, foram apreendidos.

Peixes tinham 60 cm em média, abaixo do permitido por lei, que é de 80 cm — Foto: PRF/Divulgação

Ainda segundo a PRF, a carga de peixe apreendida foi avaliada também pela Polícia Militar Ambiental (PMA) e depois, por estar em condições de consumo, foi doada ao Lar dos Idosos de Vilhena.

Por G1

Grávida é esfaqueada na barriga durante assalto em Porto Velho

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Uma jovem de 21 anos, que está grávida de seis meses, foi esfaqueada na barriga durante um assalto na rua Quintino Bocaiuva em Porto Velho, nesta terça-feira (7). A mulher foi socorrida e atendida no Hospital de Base.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar (PM) fazia patrulha quando encontrou a gestante pedindo ajuda na rua.

A vítima foi socorrida e levada ao Hospital de Base. Após o atendimento médico, e com a confirmação que a gestante e o feto não corriam risco de morte, a PM conversou com a vítima.

Surpreendida pela ação do suspeito, a grávida diz ter ficado em choque, mesmo diante da exigência de passar seus pertences a ele.

Como a mulher não respondeu, o suspeito esfaqueou-a na barriga e roubou a bolsa dela com o aparelho celular, R$ 30, RG, cartão do SUS e caderneta da gestante. Ferida, a vítima conta que caminhou em busca de ajuda e encontrou a viatura.

A médica que atendeu a vítima informou ao policiais que tanto a gestante quanto o seu feto não correm risco de vida.

G1-RO

Ministério Público quer ampliar medidas de acessibilidade em exposição agropecuária de Ariquemes

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A 2ª Promotoria de Justiça de Ariquemes instaurou inquérito civil público visando ampliar as medidas de acessibilidade que tradicionalmente já são aplicadas na realização da EXPOARI, conhecida festa agropecuária da região que reúne milhares de pessoas em todos os dias do evento.

Além das adaptações para possibilitar a locomoção de pessoas com comprometimento de mobilidade,  para este ano de 2022 a Promotoria de Justiça deseja assegurar outras ações que possam contemplar e ampliar a comunicação de pessoas cegas e surdas.

Por isso, para todos os dias da exposição, incluindo-se o evento de abertura conhecido como Queima do Alho, pretende-se que sejam ofertados os seguintes serviços de acessibilidade: intérprete/tradutor de Língua Brasileira de Sinais (Libras) durante o rodeio, shows, apresentações e nos espaços de maior interação com o público; autodescrição dos apresentadores, artistas  e descrição dos espaços; placas de sinalização em Braille em locais estratégicos e nos stands dos expositores, uso de tecnologias assistivas, entre outras.

Além disso, está sendo sugerida a criação de rotas e vias exclusivas de deambulação para pessoas com mobilidade reduzida dentro de todos os ambientes do parque, especialmente arquibancadas e espaços reservados nas arenas de show.

Por fim, também é objeto do Inquérito Civil apurar se está sendo respeitado o direito à meia-entrada de idosos e pessoas com deficiência (incluindo o acompanhante, quando necessário) nas vendas antecipadas de ingressos individuais e passaportes.

A Associação dos Agropecuaristas de Ariquemes será notificada da instauração do procedimento e terá 10 dias para manifestar se concorda ou não com as medidas propostas pelo Ministério Público, as quais possuem como fundamento a Lei nº 13.146/2016 (Estatuto da Pessoa com Deficiência).

A sociedade também é convidada e bem-vinda a participar desse processo de ampliação da acessibilidade em Ariquemes. Por isso, para quem se interessar, a Promotoria de Justiça gostaria de ouvir sua manifestação, sugestão, crítica e opinião através do e-mail [email protected] ou pelos canais da Ouvidoria do MPRO (https://www.mpro.mp.br/pages/nossos-contatos/ouvidoria/contato), onde as pessoas poderão inclusive fazer denúncias de forma anônima.

GCI – Gerência de Comunicação Integrada