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Boletim Covid: Rondônia registra 184 novos casos e duas mortes nesta sexta-feira (29)

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Em casos confirmados, desde março do ano passado, 270.027 moradores já tiveram ou têm o novo coronavírus, sendo que 184 foram confirmados apenas no último dia.

Os dados são o boletim divulgado pelas Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) e Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Registros diários de casos e mortes por Covid-19 em outubro em RO
Dados não foram divulgados de 1º a 5 de outubro
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07/10
● Mortes: 5
Fonte: Agevisa e Sesau

*Os dados de casos e mortes por Covid não foram divulgados entre os dias 1º e 5 de outubro.

 

O boletim também informa que:

  • 1.735 casos da Covid-19 estão ativos
  • 261.724 pacientes se recuperaram da doença
  • 71 pacientes estão internados
  • 379 testes aguardam resultado do Lacen

Vacinados

O boletim também aponta que 1.164.852 pessoas tomaram a primeira dose de vacina contra Covid-19 em Rondônia, e 774.578 se imunizaram com a segunda.

 

Por G1-RO

Neymar processa Zélia Duncan por post: “decepção como cidadão”

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“Neymar me parece até agora uma promessa como atleta e uma decepção como cidadão”, teria dito a cantora no Twitter. Para o jogar, as afirmações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão.
sexta-feira, 29 de outubro de 2021

O jogador de futebol Neymar buscou a Justiça contra a cantora Zélia Duncan a fim de que ela explique uma publicação no Twitter contra o jogador. A ação foi protocolada no fórum central Criminal da Barra Funda em SP.

Na rede social do passarinho, a artista postou o seguinte:

 

A defesa do jogador afirmou que a publicação foi visualizada e compartilhada milhares de vezes e repercutiu em diversos outros canais de comunicação: “as afirmações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão e delas podem ser inferidos potenciais reflexos penais por ofenderem a honra de Neymar”, disseram os advogados.

Os advogados asseveram que não pedem explicações sobre a primeira parte do post (“não sou do futebol, mas Neymar me parece até agora uma promessa como atleta”), mas, sim, sobre a segunda, quando a cantora diz que Neymar é uma “decepção como cidadão”.

Na ação, a defesa de Neymar faz 10 perguntas a Zélia Duncan, dentre as quais, destacam-se:

Poderia explicar quais as razões para publicar na sua rede social que o Requerente seria uma “decepção como cidadão”? Em quais elementos objetivos e concretos a Requerida se baseou para essa conclusão sobre a pessoa do Requerente, enquanto cidadão?
Poderia esclarecer a razão pela qual decidiu, ao que tudo indica, apagar a referida publicação feita contra o Requerente em sua rede social?
Quais são as razões para a Requerida não ter respeito pela pessoa do Requerente e publicar tal manifestação em sua rede social?
Ao escrever na forma imperativa emitindo uma ordem para o Requerente pagar os seus impostos, quis a Requerente dizer, na verdade, que o Requerente não paga os impostos dele?
No prazo de 15 dias, a cantora deve prestar as informações.

Processo: 1026677-65.2021.8.26.0050

 

 

Fonte/ https://www.migalhas.com.br/quentes/354102/neymar-processa-zelia-duncan-por-post–decepcao-como-cidadao

 

PF deflagra operação Décima Parcela em Rondônia

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A Polícia Federal deflagrou, hoje (29/10), a Operação Décima Parcela, em continuidade ao combate às fraudes aos Benefícios Emergenciais, instituídos em razão da pandemia.
A ação resulta da Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), a qual é um esforço conjunto do qual participam a Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CAIXA, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União. Os objetivos da atuação conjunta são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas, com a identificação de seus integrantes e recuperar os valores para o erário.
Nesta data, mandados de busca e apreensão foram cumpridos na cidade de Ji-Paraná/RO. Além disso, consta ainda na decisão judicial autorização para sequestro de bens, bem como bloqueios em contas bancárias de titularidade do investigado. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal de Ji-Paraná/RO.
Vale destacar que um dos alvos da operação é servidor público no Município de Ji-Paraná/RO. Segundo a investigação, os envolvidos teriam utilizado nome de terceiros para promoção das fraudes. O auxílio emergencial beneficia parte da população brasileira com dificuldades financeiras, em virtude da pandemia do novo coronavírus (covid-19).
O nome da operação DÉCIMA PARCELA relaciona-se ao fato que, um dos investigados, em determinado diálogo, apresentou uma lista de 10 CPFs, com a intenção de praticar fraudes.

 

 

 

 

Inforondonia

Serviços do “Tchau Poeira” iniciam com microrrevestimento em ruas do município de Cerejeiras

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As obras de aplicação de microrrevestimento asfáltico em várias ruas do município de Cerejeiras, região do Cone Sul do Estado, foram iniciadas na manhã de quinta-feira (28), pelo Governo de Rondônia com ações desenvolvidas pelo projeto “Tchau Poeira”. A execução do serviço vai atender 11 quilômetros de revestimento, contemplando 17 ruas com a mistura asfáltica que consiste na associação de agregado britado de alta qualidade, visando garantir a conservação da antiga pavimentação e eliminando deterioração.

O governador do Estado Marcos Rocha, destacou a ação como reflexo positivo, visando o desenvolvimento do município. Elaborado pelo Governo de Rondônia, por meio da Casa Civil, e com execução direta pelo Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER), o “Tchau Poeira” garante a execução de serviços de asfaltamento, recuperação e sinalização de ruas urbanas nos 52 municípios de Rondônia.

Governador Marcos Rocha conferiu in loco início dos serviços em Cerejeiras

O microrrevestimento asfáltico em Cerejeiras teve início pela Avenida Integração Nacional, região central do município onde estão instalados vários estabelecimentos comerciais, o que torna o local de grande tráfego de veículos e de movimentação de pedestres.

“É o Governo do Estado trabalhando firme para garantir melhor qualidade de vida à população. Estamos fazendo acontecer de verdade. Neste momento, está sendo aplicado o microrrevestimento que irá corrigir as ruas já pavimentadas e que com o passar do tempo sofreram com deterioração e esse serviço que está sendo executado vem justamente para resolver esse problema”, destacou o governador Marcos Rocha.

ASFALTO NOVO

Comerciante Rosa Gonçalves agradeceu a chegada dos serviços

Além do serviço de aplicação de microrrevestimento asfáltico em 17 ruas, o Executivo Estadual já prepara o início de pavimentação de 6,7 quilômetros de ruas do bairro Floresta, totalizando um investimento de R$ 6.745.000,00 (seis milhões e setecentos e quarenta e cinco mil reais) entre microrrevestimento e pavimentação nova.

A melhoria de ruas urbanas é de responsabilidade das prefeituras, mas o Governo do Estado garantiu apoio aos municípios por meio do “Tchau Poeira” para elevar a qualidade vida da população.

O início da obra de microrrevestimento foi comemorado pela comerciante Rosa Gonçalves que mora em Cerejeiras há mais de 11 anos e destacou o comprometimento do Executivo Estadual em possibilitar melhores estruturas aos municípios. “Fico feliz ao ver o início desse serviço que certamente deixará a cidade mais bonita”, resaltou.

O também comerciante, Heleno Serafim, que mora no município há 30 anos, salientou o trabalho que está iniciando. “Estamos esperando e acreditando que será de boa qualidade. Aqui temos problema sério de poeira apesar de já ter asfalto. Essa obra só vai trazer melhorias e é um trabalho de infraestrutura necessário. O Governo do Estado está olhando para essa região voltada para o agro e que está se desenvolvendo muito. A malha rodoviária do município está bem conservada com serviços do Governo e queremos que continue assim, mostrando serviço para nossa população”.

Heleno fala de melhorias das ruas do município

O diretor-geral do DER, Elias Rezende, destacou o compromisso do Estado e lembrou que atualmente 42 frentes de serviços estão em andamento em Rondônia. “Estamos iniciando o microrrevestimento asfáltico em Cerejeiras que é um compromisso do governador Marcos Rocha de levar infraestrutura para todos os 52 municípios, garantindo dessa forma melhor qualidade de vida à população”, enfatizou argumentando, ainda, que trata-se de um Governo municipalista.

O prefeito em exercício de Cerejeiras, José Carlos, agradeceu a presença do chefe do Poder Executivo Marcos Rocha que fez questão de participar do início dos serviços do “Tchau Poeira”. “Agradecemos ao Governo do Estado que está trabalhando para a população, contribuindo para o desenvolvimento dos municípios”, argumentou.

Presentes também ao ato de início das obras do projeto “Tchau Poeira”, os deputados estaduais Ezequiel Neiva e Luizinho Gloebel que juntos anunciaram emenda que vai possibilitar a execução de mais dez quilômetros de microrrevestimento. Ao mesmo tempo, o governador Marcos Rocha, reforçou o compromisso de garantir a emenda dos parlamentares que irá aumentar a quantidade de ruas atendidas no município.

BENEFÍCIOS

Lançado pelo Poder Executivo, o “Tchau Poeira” tem o intuito de asfaltar, recuperar e sinalizar vias públicas urbanas nos 52 municípios. Para isso, serão investidos em todo Estado mais de R$ 300 milhões nesta ação.

O projeto já foi lançado em 26 cidades do interior, sendo oficializada a assinatura dos Termos de Cooperação. Dos 26 municípios que ocorreu o lançamento do projeto, em cinco, os serviços foram iniciados pelo Governo de Rondônia com destaque para Ariquemes, Pimenta Bueno, São Miguel do Guaporé, Rolim de Moura e agora Cerejeiras.

Senado vai analisar novas regras para a certificação de entidades beneficentes

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Aprovado nessa quinta-feira (28) na Câmara dos Deputados, o projeto que reformula algumas regras para a certificação de entidades beneficentes será agora analisado pelo Senado. Apesar das reformulações, permanecem iguais no Projeto de Lei Complementar (PLP) 134/2019 as principais normas sobre como essas entidades devem oferecer serviços gratuitos para contarem com a isenção de contribuições.

O projeto foi apresentado após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou inconstitucionais vários artigos da Lei 12.101, de 2009 porque a regulamentação da imunidade deve ser feita por meio de lei complementar.

As entidades beneficentes podem receber a certificação que garante a imunidade se prestarem serviços gratuitos nas áreas de educação, saúde ou assistência social.

Se a entidade atuar em mais de uma dessas áreas ela será dispensada de comprovar os requisitos exigidos para cada área de atuação não preponderante quando o total de custos e despesas com essa atividade não preponderante for limitado a 30% do total. Além disso, deverá observar um limite total anual a ser fixado em regulamento.

O prazo de validade da certificação continua a ser de três anos e os requerimentos de renovação feitos após o prazo da data final de validade serão considerados como requerimentos para concessão de nova certificação.

Requisitos

O texto aprovado determina que, na hipótese de prestação de serviços a terceiros, a imunidade não poderá ser transferida a essas pessoas. Isso valerá para terceiros do setor público ou privado, com ou sem cessão de mão de obra.

O projeto especifica ainda que os dirigentes não respondem, direta ou subsidiariamente, pelas obrigações fiscais da entidade, salvo se comprovada fraude, dolo ou simulação.

Sobre a prioridade na celebração de convênios com o poder público, a proposta inclui os contratos para a execução de serviços e gestão, não apenas programas, projetos e ações como consta atualmente na lei.

Passivo

Devido à decisão do STF sobre a inconstitucionalidade de trechos da lei, dispensando certas contrapartidas para contar com a imunidade tributária, o texto extingue os créditos exigidos pela União relativos a contribuições sociais e previdenciárias de instituições sem fins lucrativos que atuam nas áreas de saúde, educação ou assistência social.

Esses créditos se originaram de polêmicas sobre a interpretação do tema pelo Supremo ao longo do tempo em diferentes ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs), resolvidas em fevereiro deste ano.

Prorrogação

A validade dos certificados vigentes cujos requerimentos de renovação tenham sido apresentados até a data de publicação da futura lei complementar será prorrogada até 31 de dezembro do ano seguinte ao último ano de vigência.

A entidade que apresentar novo requerimento de renovação com base nos requisitos da futura lei e que tenha usufruído de forma ininterrupta da imunidade poderá solicitar análise prioritária em relação a outros pedidos pendentes. Se o requerimento mais recente for aprovado, os outros serão considerados aprovados automaticamente.

Área da Saúde

Os meios para a entidade oferecer contrapartidas para ter direito à imunidade tributária continuam iguais: prestar serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS); prestar serviços gratuitos; atuar na promoção à saúde; ser de reconhecida excelência e realizar projetos de apoio ao desenvolvimento institucional do SUS; ou prestar serviços não remunerados pelo SUS a trabalhadores.

As entidades poderão desenvolver atividades que gerem recursos, inclusive por meio de suas filiais, com ou sem cessão de mão de obra para contribuir com a realização das atividades previstas como contrapartida.

No caso de serviços ao SUS, o mínimo continua a ser de 60% (internações ou atendimentos ambulatoriais), mas o substitutivo permite que dez pontos percentuais sejam vindos de contrato de gestão com o poder público (gestão de hospitais, por exemplo).

Entidades que desejam a certificação para a imunidade parcial por meio da prestação de serviços gratuitos deverão pactuar essa oferta com o gestor local do SUS mediante contrato, convênio ou instrumento congênere.

Aquelas que não possuam receita de serviços pagos para viabilizar a aplicação dos percentuais mínimos de gratuidade (5%, 10% ou 20%) poderão usar outras originadas de qualquer fonte, mas o gasto com gratuidade não poderá ser inferior à imunidade de contribuições sociais usufruída.

Na opção pela imunidade ofertando atividades no âmbito dos projetos de apoio ao desenvolvimento institucional do SUS, a novidade é que se os recursos gastos não alcançarem a imunidade usufruída, a entidade deverá complementar a diferença até o término do prazo de validade de sua certificação.

O texto concede a alternativa apenas para as entidades que tenham aplicado nesses projetos um mínimo de 70% do valor usufruído anualmente com a imunidade, entretanto não faz referência àquelas que não tenham atingido esse mínimo.

Educação

No setor educacional, as entidades beneficentes sem fins lucrativos deverão ofertar bolsas integrais ou parciais para pessoas que atendam ao perfil socioeconômico sem qualquer forma de discriminação, segregação ou diferenciação, vedada a utilização de critérios étnicos, religiosos, corporativos ou políticos, ressalvada a Lei de Cotas (Lei 12.711, de 2012).

A regra valerá também para as entidades que prestam, cumulativamente, serviços totalmente gratuitos e por meio de convênio com órgãos ou entidades dos poderes públicos.

Para obter bolsa integral, a renda familiar bruta mensal per capita dos beneficiados continua sendo de 1,5 salário mínimo e de até 3 salários no caso da parcial (50%).

No entanto, no caso da bolsa integral, o projeto admite uma renda 20% maior quando considerados aspectos de natureza social do beneficiário, de sua família ou de ambos em relatório assinado por assistente social com registro no órgão de classe.

Entidades que optarem pela substituição de até 25% das bolsas de estudos por benefícios deverão firmar termo de concessão com cada um dos alunos.

Assistência social

Para fins de certificação de entidades atuantes na área de assistência social, o projeto aprovado exige daquelas que atuam em mais de um município ou estado a apresentação de comprovante de inscrição de suas atividades nos conselhos de assistência social de no mínimo 90% dos municípios, comprovando a preponderância dos custos e despesas nessas localidades.

Em relação ao atendimento ao idoso em casas de longa permanência, o substitutivo permite que eventual cobrança de participação do idoso seja superior a 70% do benefício previdenciário que ele receber se existir um termo de curatela. O usuário deverá ter sido encaminhado pelo Poder Judiciário, Ministério Público ou gestor local do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e a doação deverá ser feita de forma livre e voluntária pelo idoso ou seu responsável.

Unidades destinadas somente à hospedagem de idoso e remuneradas não serão equiparadas a casa-lar ou atendimento de longa permanência.

Quanto às entidades que prestam serviços a pessoas com deficiência simultaneamente de assistência social e educação ou saúde, o texto atribui a competência de certificação exclusivamente ao ministério responsável pela área de assistência.

Tributos

Se a Receita Federal verificar o descumprimento de qualquer requisito que resulte na perda da imunidade tributária deverá emitir um auto de infração e encaminhá-lo à  autoridade executiva certificadora, mas a exigência do crédito tributário ficará suspensa até a decisão definitiva no processo administrativo. A certificação da entidade permanece válida até a data da decisão administrativa definitiva sobre o cancelamento dessa certificação.

Comunidades terapêuticas

Com a retirada das comunidades terapêuticas da relação das entidades que podem contar com a imunidade tributária, poderão atuar com esse benefício apenas aquelas que prestam serviços de cuidado, prevenção, apoio, ajuda mútua, atendimento psicossocial e ressocialização desses dependentes ou que prestam serviços intersetoriais, interdisciplinares, transversais e complementares.

Sua certificação será realizada pela unidade responsável pela política sobre drogas do ministério da área de assistência social. A entidade deverá comprovar um mínimo de 20% de sua capacidade em atendimentos gratuitos.

Com Agência Câmara

Fonte: Agência Senado

 

Geração solar deve crescer acima de 60% em 2021

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Dados do Boletim Mensal de Energia de agosto apontam que a expansão da energia eólica também deve ser expressiva, com aumento de 23% em relação a 2020

A geração de energia solar deve chegar a 18 TWh em 2021, um aumento de 67% com relação aos 10,7 TWh verificados em 2020. Desse montante, a geração solar distribuída terá o maior crescimento, próximo de 125%, gerando 10,8 TWh em 2021, contra 4,8 TWh em 2020. A expansão da energia eólica também deve ser expressiva, podendo chegar a pouco mais de 70 TWh, representando um aumento de 23% com relação a 2020. Essas e outras informações estão disponíveis no Boletim Mensal de Energia de agosto.

Outras fontes renováveis devem ter um recuo na geração em 2021. A energia hidráulica, em razão da forte seca, deverá recuar perto de 10%. Além disso, o consumo de biomassa (para calor industrial e geração de energia elétrica) deve apresentar forte recuo no setor sucroalcooleiro e moderado no restante da agricultura. Em razão da representatividade destas duas fontes de energia, estima-se que as renováveis terão menor participação nas matrizes energética e elétrica de 2021, em relação a 2020.

A Oferta Interna de Energia (OIE), energia necessária para movimentar a economia do País, deverá crescer 4,5% em 2021. A OIE deverá ter 44,4% de participação de renováveis, contra 48,4% em 2020. As fontes fósseis devem crescer cerca de 10%, principalmente pela recuperação dos transportes e da indústria, afetados pela pandemia do COVID-19 em 2020, e pela maior geração termelétrica, em decorrência da seca que se agravou em 2021.

O Boletim Mensal de Energia é um produto do Departamento de Informações e Estudos Energéticos (DIE), da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético (SPE) do Ministério de Minas e Energia (MME).

Acesse aqui o boletim.

Acesse os Boletins Mensais de Energia.

Com informações do Ministério de Minas e Energia

Brasil vai demonstrar a sustentabilidade do agronegócio na COP26

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Entre as políticas para o setor está o Plano ABC, que possibilitou a redução de cerca de 170 milhões de toneladas de CO2

Os produtores rurais brasileiros estão comprometidos com a sustentabilidade na produção de alimentos. A garantia deste compromisso está nos documentos entregues pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ao Governo Federal para serem apresentados na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), que ocorre de 1º a 12 de novembro em Glasgow, na Escócia.

Medidas adotadas pelo Governo brasileiro para o setor, com foco em tecnologias sustentáveis, também serão pauta na Cúpula do Clima. Como o Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (Plano ABC), política que adota tecnologias para diminuir o impacto ambiental na agropecuária. Entre elas criar floresta plantada, recuperação de pastagens, plantio direto, Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) no solo, manejo de dejetos de animais e integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF).

No período de 2010 a 2020, a meta era aplicar a tecnologia em 35,5 milhões de hectares e diminuir a emissão de CO2 na atmosfera entre 132 a 162 milhões de toneladas. No entanto, as previsões foram superadas. As tecnologias do Plano ABC chegaram a 52 milhões de hectares, possibilitando a redução de cerca de 170 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente.

Desafios

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, garantiu que vai defender os interesses nacionais nas negociações climáticas e que o país tem uma meta ambiciosa de reduzir em 43% as emissões de gases de efeito estufa até 2030. Segundo o ministro, em dez anos, o setor agropecuário vai absorver da atmosfera 40% desses gases e vai garantir a segurança alimentar mundial.

“O Brasil tem um desafio, conforme escrito no Artigo 2 do Acordo do Clima, de reduzir emissões, erradicar a pobreza, que é gerar emprego e renda, e garantir alimento ao mundo. Esse é um desafio que poucos países têm. O Brasil tem esses três desafios até 2050”, destacou Joaquim Leite.

Para construir o posicionamento oficial do Brasil na Cúpula do Clima, o Governo Federal buscou contribuições de diversos setores, entre eles 200 associações, entidades de classe, organizações e setor empresarial. “Com o esforço do Governo Federal de uma forma integrada, da iniciativa privada atuando com empreendedorismo, com inovação e com recursos e incentivos econômicos, nós vamos chegar lá. Nós vamos ter, com certeza, uma economia verde”, disse o ministro.

A CNA vai participar da COP26 para apresentar as ações do agronegócio brasileiro para promover a sustentabilidade. “O Brasil e o produtor rural brasileiro tem muito a mostrar na COP26 de bons exemplos de esforço que vem sendo realizado no sentido de conciliação cada vez maior entre a produção de alimento e a sustentabilidade ambiental no nosso país”, destacou o presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA, Muni Lourenço.

A COP 26 vai reunir, na próxima semana, 196 países signatários do Acordo de Paris, firmado em 2015 para evitar o aumento da temperatura média do planeta em 1,5° a 2,0°C até o ano de 2100.

Meio Ambiente e Clima

Segunda etapa da campanha contra febre aftosa começa no dia 1º de novembro

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Deverão ser vacinados cerca de 78 milhões de bovinos e bubalinos com até 2 anos de idade

A  segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2021 terá início na próxima segunda-feira (1º). Nesta etapa, deverão ser vacinados cerca de 78 milhões de bovinos e bubalinos com até 2 anos de idade. A vacinação ocorrerá na maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação.

Das 19 unidades da Federação que fazem a vacinação neste período, no Amazonas e em Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não têm reconhecimento de áreas livres de febre aftosa sem vacinação.

As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser feita de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.

Em caso de dúvidas, a orientação é que o criador procure o órgão de defesa sanitária animal de seu estado.

Zonas livres de febre aftosa sem vacinação

Os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e parte do Amazonas e do Mato Grosso são reconhecidos como livres de febre aftosa sem vacinação, sendo proibida a aplicação e comercialização da vacina nessas regiões.

Conforme o Plano Estratégico do Pnefa 2017-2026, o Brasil segue executando as ações para garantir o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação.

A meta é que todo o território brasileiro seja considerado livre de febre aftosa sem vacinação até 2026. Atualmente, em torno de 70 países têm esse reconhecimento pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

O último foco da doença no Brasil ocorreu em 2006. Desde 2018, todo o território brasileiro é reconhecido internacionalmente como livre de febre aftosa (zonas com e sem vacinação) pela OIE.

Febre Aftosa

A doença afeta bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e suínos e traz prejuízos e restrições na comercialização de produtos pecuários. A febre aftosa exige esforços constantes dos produtores rurais e das autoridades sanitárias para evitar a sua reintrodução no país.

Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 

Deputada Rosangela Donadon parabeniza governador Marcos Rocha por realizar programa “Saúde no Interior”

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O programa vai oferecer 10 mil atendimentos de saúde e será lançado neste fim de semana em Vilhena.

A deputada estadual Rosangela Donadon (PDT), parabenizou o governador Coronel Marcos Rocha pela realização do programa “Saúde no Interior” que vai oferecer 10 mil atendimentos de saúde em vários municípios de Rondônia. A parlamentar ressaltou trabalha com afinco para apoiar ações e programas como esse que beneficiam a população.

O programa do Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde – Sesau, será lançado neste fim de semana no sábado(30) em Vilhena e segue no domingo (31).
Em Vilhena serão realizados 1000 atendimentos e acontece no Centro de Reabilitação. Para ser atendido é preciso estar na lista da regulação.

O programa tem como objetivo de realizar atendimentos nas áreas de ginecologia, oftalmologia, ortopedia, cardiologia, infectologista e endocrinologia e ainda cirurgias de retirada de vesícula, correção de hérnia e retirada de útero. Também integram no programa exames complementares como os laboratoriais, raio X, eletrocardiograma, mapa, holter e oftalmológico.

Para fazer parte da ação, o paciente deve ser atendido na unidade de saúde, onde receberá uma senha para ser encaminhado ao setor requerido e realizar a consulta médica. Logo após esse processo, o médico vai orientá-lo a fazer os exames solicitados, para então, realizar a cirurgia ou procedimento necessário para o tratamento.

O programa também irá acontecer em Vilhena, Rolim de Moura, São Francisco do Guaporé, Ji-Paraná, Buritis e Ariquemes e contará com vários profissionais da saúde, entre médicos especialistas, enfermeiros e equipes multidisciplinares, para acompanhar todos os pacientes atendidos.

“Estou sempre ali na Assembleia Legislativa para apoiar e votar a favor de ações como essa que contribuem para melhorar a saúde da população. O governador Marcos Rocha está de parabéns pelo trabalho”, disse a deputada Rosangela Donadon.

 

 

Assessoria

Laudo constata que menino assassinado também foi estuprado em Rolim de Moura

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O menino Wanderson Correia, de 10 anos, foi encontrado morto em uma casa abandonada no dia 15 de outubro em Rolim de Moura/RO com sinais de asfixia. O corpo estava em início de estado de decomposição.

Imagens da câmera de segurança de uma casa próximo ao local onde Wanderson foi morto, mostram o suspeito andando ao lado do menino a caminho da casa abandonada.
De acordo com as investigações, a criança foi morta por Paulo César Gomes, de 40 anos, que confessou o homicídio na delegacia e disse ter levado o menino até uma residência abandonada com a intenção de estuprá-lo.

Peritos Criminais estiveram no local onde o corpo foi encontrado. Posteriormente, foi coletado material biológico na criança e encaminhado ao Instituto de DNA da Polícia Técnico-Científica em Porto Velho que, por meio de análises laboratoriais, identificaram a presença de sêmen humano.

“O laudo que constatou a presença de sêmen humano já foi disponibilizado para a delegacia que investiga o caso. Agora a Polícia Técnico-Científica está trabalhando para extrair o material genético do sêmen e, caso a delegacia encaminhe amostra de material biológico do suspeito, poderá ser feita a identificação criminal definitiva,” informou o Diretor-Geral, Domingos Sávio.

Alerta Rolim