Início Site Página 839

Com a promessa de plugar de vez a economia, 5G vai a leilão

0

Realidade em 65 países e 1.662 cidades, a telefonia móvel de quinta geração dará o seu primeiro grande passo no Brasil em uma concorrência marcada para o próximo dia 4. Às 10h, na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em Brasília, os envelopes com as propostas das empresas habilitadas a concorrer em diferentes modalidades de operação e localidades começarão a ser abertos.

Além de grandes operadoras já atuando na telefonia brasileira, como Claro, TIM e Telefônica (Vivo), o leilão pode ter a participação de outras 12 empresas. A Algar e a Sercomtel, de médio porte, também já operam no país. As outras dez concorrentes estrearão no mercado: Brasil Digital Telecomunicações Ltda; Brisanet Serviços de Telecomunicações SA; Cloud2U Indústria e Comércio de Equipamentos Eletrônicos Ltda; Consórcio 5G Sul; Fly Link Ltda; Mega Net Provedor de Internet e Comércio de Informática Ltda; Neko Serviços de Comunicações, Entretenimento e Educação Ltda; NK 108 Empreendimentos e Participações SA; VDF Tecnologia da Informação Ltda; e Winity II telecom Ltda.

Mesmo tendo apresentado propostas, as competidoras que não cumprirem todas as exigências do Edital 1/2021 serão excluídas — e seus envelopes, devolvidos intactos.

A expectativa é de que o Tesouro Nacional arrecade R$ 3,06 bilhões, caso os lotes sejam leiloados na sua totalidade. Esses recursos, relativos às outorgas, terão um impacto direto nas finanças do governo, mas é possível que até R$ 49,7 bilhões sejam movimentados com a venda dos espaços de radiofrequência em 5G, sendo R$ 7,57 bilhões para atender à demanda de internet para rede de educação básica. Outros R$ 39,1 bilhões compõem o restante dos investimentos obrigatórios constantes do edital, incluindo uma rede exclusiva para a área governamental em Brasília.

A licitação, que será dirigida a radiofrequências nas faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz, com prazo de operação de 20 anos prorrogável por mais 10, teve como primeiro horizonte o mês de novembro do ano passado e só foi marcada em definitivo depois de correções no edital determinadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo a Anatel, “será a maior oferta de espectro da história da agência”. Mas a princípio só serão beneficiadas as capitais e as grandes cidades.

Podem participar do certame empresas constituídas segundo as leis brasileiras, com sede e administração no país, em que a maioria das cotas ou ações com direito a voto pertença a pessoas naturais residentes no Brasil, inclusive as que explorem serviço de telecomunicações, individualmente ou em consórcio. As estrangeiras estão autorizadas, desde que firmem compromisso de se adaptarem às características exigidas.

Entre as principais novidades da tecnologia 5G, estão a transmissão de altas taxas de dados e em baixa latência, ou seja, no menor espaço de tempo possível, com segurança e confiabilidade. Na ampla gama de possibilidades a serem exploradas, há aplicações eficientes para o desenvolvimento de serviços destinados a diversas atividades econômicas e pessoas físicas, como operação remota de máquinas, operação de máquinas por outras máquinas, procedimentos em telemedicina e transmissão de vídeos em alta resolução.

 

20211029-5G_elemento-2.jpg          20211029-5G_elemento-4.jpg

Escalada tecnológica

Na trajetória das tecnologias móveis de telefonia, cada geração voltou-se para uma determinada abordagem, quase sempre tendo em vista um usuário humano. A primeira geração oferecia cobertura de telefonia utilizando torres. Nessa época, os celulares funcionavam basicamente como rádios de comunicação em FM (algo como os folclóricos walkie talkies) e tinham de ser conectados a redes de telefonia fixa.

O 2G foi a primeira tecnologia a inserir a telefonia no campo das comunicações móveis, com modestas taxas de transmissão de dados, que não comportavam arquivos grandes e ainda podiam incluir opções de sons de chamada e mensagens de texto. O 3G propiciou ao usuário usar dados no celular como se fosse numa conexão de banda larga fixa em um computador. Surgiram nessa etapa ofertas pioneiras e criou-se o ambiente para o desenvolvimento de novos ramos da economia digital.

O 4G formatou o mundo em que nos comunicamos atualmente, ao aumentar a velocidade da transmissão de dados e facilitar as conexões em redes velozes na maior parte do tempo. Com isso, serviços que estavam limitados ao atendimento físico migraram para a esfera digital: da entrega de comida ao táxi. Os compartilhamento de vídeos em alta definição, mas principalmente as redes sociais, são os grandes destaques de aplicações dessa geração.

Conforme a Anatel, o 5G “trará mudanças mais profundas para aplicações industriais e de automação do que para usuários de smartphones”. Estes terão disponíveis taxas de transmissão média e de pico muito superiores ao 4G, mas a grande inovação é esperada para as aplicações industriais e comerciais, como os carros autônomos e os sensores, além de uma melhor cobertura em rodovias, o que deve favorecer especialmente o transporte de cargas.

É a chamada Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), que deverá ser atendida de forma massiva, com grande cobertura e baixo consumo de bateria, levando a um novo patamar de comunicabilidade.

Devido ao seu padrão tecnológico, que inclui maior sustentação e um tempo de resposta superior, o 5G ainda promete fazer avançar serviços como a segurança pública, a educação à distância e as cidades inteligentes.

São esperados igualmente avanços como a maior densidade das conexões, isto é, o aumento da quantidade de dispositivos conectados em uma determinada área; maior eficiência espectral, que é o aumento da quantidade de dados transmitidos por unidade de espectro eletromagnético; e maior eficiência energética dos equipamentos, com redução do consumo de energia e, consequentemente, reflexos na sustentabilidade ambiental.

A tecnologia 5G implicará um salto adicional, já que é flexível e se adapta à aplicação utilizada. Uma de suas funcionalidades é o “fatiamento da rede” (network slicing). Vídeos de alta resolução (4K, por exemplo) podem pedir larguras de banda extremamente altas, enquanto carros autônomos e cirurgias assistidas demandam latências (tempo de resposta) extremamente baixas. Em vez de obrigar todas as aplicações aos mesmos parâmetros de rede, o fatiamento permite ao provedor isolar virtualmente os segmentos de rede necessários para atender às necessidades de uma aplicação, otimizando os resultados.

Inclusão digital

O acesso às vantagens do 5G, entretanto, só serão possíveis por meio de um aparelho compatível com a nova tecnologia. Os requisitos para a certificação de tais aparelhos para a rede 5G já foram aprovados pela Anatel. Assim, espera-se que haja o crescimento da oferta de modelos adequados. Segundo a Anatel, o primeiro smartphone homologado compatível com a tecnologia 5G no Brasil foi lançado no final de junho de 2020. Mas, sem as novas redes, os benefícios ainda são pequenos. Redes de 4G e 3G ajustadas não são mais do que simulacros do que o 5G poderá de fato oferecer. De qualquer forma, por um bom tempo, os celulares compatíveis com as gerações 2G, 3G e 4G continuarão funcionando.

 

Vida do cidadão
O que muda de imediato na vida do consumidor pessoa física ◼ O foco, pelo menos inicial, do 5G é a digitalização das atividades econômicas, para tornar as operações de máquinas e equipamentos mais rápidas, eficientes e seguras.

◼ O consumidor pessoa física vai se beneficiar marginal e gradualmente desses avanços, na medida em que as operadoras oferecerem sinal de quinta geração nos seus planos, principalmente nas cidades maiores. Espera-se com isso uma internet mais firme e aumento, por exemplo, da velocidade e do tamanho dos downloads e uploads.

Já existem aparelhos celulares 5G? ◼ Para ter acesso pleno aos benefícios do 5G, é necessário um aparelho compatível com a nova tecnologia. Os requisitos para a certificação de tais aparelhos para a rede 5G já foram aprovados pela Anatel, permitindo que a quantidade de modelos certificados venha aumentando. O primeiro smartphone homologado compatível com a tecnologia 5G no Brasil foi lançado no final de junho de 2020. Mas, ainda que o usuário adquira esse equipamento, para que os benefícios do 5G sejam desfrutados é necessária a implantação das redes por parte das prestadoras.

◼ As prestadoras do serviço móvel vêm anunciando o lançamento comercial do 5G por meio da técnica de compartilhamento (DSS – Dynamic Spectrum Sharing) das frequências em uso pelo 4G e pelo 3G. Dessa forma, as prestadoras já iniciaram a preparação das redes atuais para a evolução ao 5G, mesmo antes da oferta de frequências que vêm sendo dedicadas mundialmente à quinta geração. Mas, com esse tipo de compartilhamento, ainda não será possível usufruir plenamente das potencialidades do 5G.

◼ A consulta aos produtos certificados e homologados pela Anatel pode ser feita pelo Sistema de Certificação e Homologação (SCH). Ao acessar o SCH para pesquisar por aparelhos celulares homologados com a tecnologia 5G, escolha a opção “Telefone Móvel Celular” no filtro “Tipo de Produto”, e a opção “NR” no filtro “Tecnologia”. Os demais filtros podem ser utilizados para refinar a busca, como “Fabricante”, “Modelo” ou “Faixa de Frequências”.

Os aparelhos celulares compatíveis com as tecnologias 2G, 3G e 4G deixarão de funcionar? ◼ Os telefones celulares com tecnologia 4G, 3G e 2G continuarão a funcionar. No curto prazo, não há expectativa de descontinuidade das tecnologias anteriores.

Fonte: Anatel

Apesar da garantia de sobrevida para tecnologias mais antigas, a implantação das redes móveis de quinta geração ainda não dissipou as dúvidas sobre o quanto ela fará avançar o acesso à telefonia móvel para os usuários que vivem em áreas remotas do Brasil. Uma série de questões relacionadas a esse tema foram colocadas por especialistas e senadores que participaram, no dia 28 de outubro, de uma audiência pública promovida pela Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado (CCT).

Além de amplificar os alertas para os riscos que corre a inclusão digital no país, o encontro também teve o objetivo de coletar subsídios à avaliação da política pública de telefonia celular 5G — essa avaliação está a cargo da CCT. Até o final do ano, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) deve apresentar um relatório sobre a implantação dessas redes no Brasil.

Apesar de reconhecer a importância da nova tecnologia, Jean Paul observa que o assunto ainda é objeto de críticas e perguntas até agora sem respostas:

— Vai ser importante saber como ficará o cidadão comum lá do interior. Quando ele terá acesso a essa tecnologia? Como ele ficará servido das tecnologias que já estão ofertadas, mas com baixa qualidade? Quando e como essas tecnologias vão proporcionar maior bem-estar social e melhor qualidade de vida a esses cidadãos?

Para o senador Paulo Rocha (PT-PA), o que se insinua é o velho costume de transferir para a iniciativa privada serviços públicos essenciais, mas sem atrelar a exploração de áreas mais lucrativas a investimentos para o público de menor renda:

— Volta de novo a volúpia de governos nesse processo de discussão de privatização, especialmente em serviços públicos tão importantes. Estou aqui desde 1991 e participei de todo esse debate, principalmente na privatização das telecomunicações. As empresas vão exatamente em busca do filé. E o osso fica para quem? O serviço privado não deu conta de resolver os problemas dos rincões do país.

Na opinião de Alex Jucius, diretor da Associação NEO, que reúne 180 pequenas e médias prestadoras independentes de banda larga, TV por assinatura e telefonia fixa e móvel, a execução dos compromissos vai acelerar a inclusão digital. Segundo ele, mais de 500 municípios com até 600 habitantes e cerca de 2 mil municípios sem cobertura plena passariam a ser atendidos pelo menos com redes 4G. Além disso, a internet chegaria a 48 mil quilômetros de rodovias federais:

— A inclusão digital não necessariamente vai ser feita com o 5G. Mas pode ser feita por meio do 5G, com os investimentos decorrentes e os compromissos que estão sendo colocados. A implantação da tecnologia 4G e LTE vai ser levada para lugares que hoje não estão cobertos. O 5G vai talvez promover a maior inclusão digital que já houve neste país com relação à mobilidade.

Cristiane Sanches, conselheira da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), acredita que o edital do leilão vai equilibrar o atendimento às capitais e ao interior:

— O edital permite que a gente tenha acesso a redes neutras. O futuro do espectro é o compartilhamento. Se não tivermos esse compartilhamento e um acesso diferenciado à rede móvel, nada vai funcionar e o interior vai restar prejudicado. Ainda existem lacunas em relação a localidades remotas e afastadas, e não é o 5G, nesse momento inicial da operação, que vai resolver isso.

Essa é também a previsão do diretor do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Gustavo Correa:

— O Fórum Econômico Mundial reconhece que o 5G tem uma curva de adoção que começa pelas grandes cidades, por áreas mais urbanas. À medida que o tempo passa, a gente vai conseguindo ter essa cobertura fora dos grandes centros e até mesmo em áreas rurais e remotas. O investimento nas redes 5G, para que elas cheguem a áreas menos densamente povoadas, é maior, o que leva a um prazo de adoção maior.

A Coalizão Direitos na Rede, que reúne 48 associações que defendem o direito à comunicação e à inclusão digital, é bem crítica em relação ao edital da Anatel. Flávia Lefevre, representante da entidade, mencionou na audiência no Senado o relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que apontou falhas na elaboração do documento:

— A pergunta é: 5G para quem? As entidades reconhecem nessa tecnologia grandes oportunidades de alavancar diversos setores da economia e estimular o desenvolvimento social. Mas o Brasil se encontra hoje num fosso digital profundo e injustificável.

Um dos “erros grosseiros” do edital seria considerar como economicamente inviáveis para o 5G uma série de municípios grandes, populosos e, em alguns casos, de alto poder aquisitivo.

Diogo Moyses, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), teme que parcela importante dos consumidores brasileiros possa ser prejudicada pelo modelo de leilão do próximo dia 4.

— O consumidor, especialmente aquele mais vulnerável e que mais precisa de políticas públicas, está sendo desconsiderado nesse processo. Evidente que o 5G traz uma série de inovações. Mas a situação em relação à universalização do acesso à internet ainda é dramática. Aproximadamente 40% da população tem acesso à internet exclusivamente pela telefonia móvel. É um modelo comercial baseado em franquias, no qual boa parte dos usuários passa a maior parte do mês sem qualquer acesso à internet. O foco deve ser uma melhoria radical da infraestrutura do 4G — sugeriu.

Fonte: Agência Senado

Senadores apresentam projetos tornando obrigatório o certificado de vacinação

0

Recente pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostrou que 249 de 1,8 mil prefeituras (13,4%) já adotaram o passaporte da vacina, uma espécie de comprovante para permitir que pessoas imunizadas tenham acesso livre a shows, feiras, congressos, eventos e outros ambientes com aglomerações. Embora a entidade acredite que esse número tende a crescer, a exigência não é unanimidade entre os administradores públicos e vem sendo discutida pelos senadores, interessados em uniformizar as decisões já adotadas em âmbito local.

O senador Carlos Portinho (PL-RJ) foi um dos primeiros a chamar atenção para o tema ao apresentar o PL 1.674/2021, criando o Passaporte Nacional de Imunização e Segurança Sanitária (PSS).

De acordo com o texto, o documento vai permitir que pessoas vacinadas ou que testaram negativo para covid-19 circulem em espaços públicos ou privados onde há restrição de acesso. O objetivo, segundo ele, é conciliar a adoção de medidas restritivas para conter a pandemia com a preservação dos direitos individuais e sociais.

A proposição foi aprovada, em junho deste ano, com 72 votos favoráveis e nenhum contrário, e agora está tramitando na Câmara dos Deputados.  À Agência Senado, Carlos Portinho lembrou que o projeto é importante e passou no Senado na mesma semana que a União Europeia aprovou medida semelhante na Europa.

— Na Câmara, a proposta está sofrendo algumas resistências muito mais na base ideológica que no seu conceito, pois é um projeto importante para reabertura responsável da nossa economia.  Apesar disso, antes mesmo de sua aprovação pelos deputados, o PL 1.674 já é uma realidade, pois inspirou iniciativas em cerca de 250 municípios que já adotaram tal ferramenta — avaliou.

No Senado, o relator foi Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), que preferiu alterar o nome Passaporte Nacional de Imunização e Segurança Sanitária (PSS) para Certificado de Imunização e Segurança Sanitária (CSS), a fim de evitar confusão com o passaporte exigido em viagens internacionais.

Ao elaborar seu voto sobre o PL 1.674/2021, Veneziano considerou prejudicado o PL 883/2021, do senador Jader Barbalho (MDB-PA), que torna obrigatória a apresentação do comprovante de vacinação contra covid-19 para a obtenção de serviços que necessitem atendimento presencial e em estabelecimentos públicos e privados passíveis de aglomeração.

Comprovante nas escolas

Também é do senador Jader Barbalho o PL 3.718/2021, que exige comprovante de vacinação contra a covid-19, em todo o território nacional, nos estabelecimentos educacionais públicos ou privados, para o retorno às aulas e para a sua continuidade.

O texto diz ainda que todos os funcionários, prestadores de serviços, alunos e professores que estejam em idade vacinal, ficam obrigados a apresentar o comprovante de vacinação contra a covid-19 para o ingresso e permanência nas dependências dos estabelecimentos de ensino.

Ao justificar a iniciativa, o senador lembrou que, após consulta realizada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o Ministério da Educação e a Advocacia-Geral da União afirmaram, em parecer, que universidades federais não podem impedir a volta presencial de servidores e estudantes que se recusaram a tomar a vacina, sob o pretexto de não haver previsão legal para tal fato. Para o parlamentar, tal entendimento é reflexo da postura negacionista do presidente Jair Bolsonaro.

“Trata-se de mais uma das muitas medidas do governo federal para boicotar qualquer política racional de enfrentamento da pandemia, tendo em vista que o próprio Presidente da República é contra a vacinação”, afirmou.

Jader Barbalho lembrou que a pandemia não acabou e que a Rússia voltou a impor uma quarentena total até 7 de novembro, diante do aumento recente do número de mortes.

“Outros países europeus, como Alemanha, Itália e Espanha, ainda impõem uma série de restrições sanitárias e distanciamento social e, por isso, não tiveram o mesmo aumento nos casos diários em relação ao Reino Unido. Na França, cobra-se o passaporte de vacina para a entrada em locais públicos fechados. Na Itália, além do passaporte, trabalhadores públicos e privados são obrigados a apresentar um certificado de saúde com prova de vacinação ou teste negativo para a covid-19”, acrescentou.

O PL 3.718/2021 foi apresentado no último dia 22 de outubro e ainda não foi definido um relator para analisá-lo.

Comprovante no Serviço público

Outro projeto relacionado ao assunto é o PL 3.186/2021, do senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que exige comprovante de vacinação contra a covid-19 para ingresso no serviço público.

Na justificativa, Gurgacz citou decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que é legítimo o Poder Público sujeitar aqueles que se recusam a se vacinar a restrições quanto ao exercício de certas atividades ou à frequência de determinados lugares, desde que tais restrições estejam previstas em lei, ou decorram de previsão legal.

“Cabe ainda ressaltar que o servidor público, que até pela natureza de sua atividade está em contato imediato com a população, deve estar devidamente imunizado para que o serviço público possa ser prestado à população em condições sanitárias adequadas”, destacou o autor da proposição, que aguarda designação de relator.

Falta de consenso

A criação de um passaporte de imunização foi tema de um debate realizado no Plenário do Senado em junho deste ano. Na ocasião especialistas defenderam a ideia, mas advertiram que o sucesso da iniciativa dependeria de sua integração às demais plataformas de bancos de dados já existentes, a exemplo do Conecte SUS. Além disso, ressaltaram que somente o avanço da vacinação poderá favorecer a retomada econômica.

Entre os gestores públicos, há divergências. O presidente Jair Bolsonaro já se manifestou mais de uma vez sobre o tema. Para ele, que ainda não se imunizou, a adoção de um passaporte da vacina é medida discriminatória e fere o direito à liberdade de locomoção das pessoas.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, já avisou que não pretende adotar tal medida, apesar de haver um projeto de lei, apresentado pelo deputado Chico Vigilante (PT), em tramitação na Câmara Distrital.

Já na cidade do Rio de Janeiro, o passaporte sanitário está em vigor desde 15 de setembro. O comprovante é exigido de cariocas e turistas para entrarem em locais de uso coletivo.

Situação semelhante ocorre na capital paulista, onde a prefeitura já adotou o passaporte para feiras, congressos, competições esportivas e shows. Bares, restaurantes e shoppings ficaram de fora.

Em Florianópolis, a exigência do passaporte está prevista para começar em 16 de novembro. Conforme o decreto da prefeitura, todos os estabelecimentos e serviços do setor de eventos que tiverem público superior a 500 pessoas terão que seguir a regra.

Fonte: Agência Senado

Presidente quer discutir preço dos combustíveis na volta ao Brasil

0

Em visita à cidade de Anguillara Veneta, na Itália, nesta segunda-feira (1), o presidente Jair Bolsonaro disse à imprensa que soube “extraoficialmente” que um novo aumento dos combustíveis está sendo planejado pela Petrobras para daqui a 20 dias. Segundo ele, o assunto será prioridade em seu retorno ao Brasil nesta terça-feira (2).

“Esta semana vai ser um jogo pesado com a Petrobras, porque eu indico o presidente, quer dizer, tem que passar pelo conselho, não sou eu que indico, e tudo que de ruim acontece lá cai no meu colo. O que é bom não cai nada em meu colo”.

O ideal, na visão do presidente, é tirar a estatal “das garras do Estado”, com a privatização da empresa. “Isso é o ideal, no meu entender, que deve acontecer. Agora, isso aí não é colocar na prateleira e vender amanhã. Esse processo vai durar mais de ano”, admitiu.

Ainda na avaliação de Bolsonaro, um novo reajuste não pode acontecer. “A gente não aguenta porque o preço dos combustíveis está atrelado à inflação e falou em inflação, falou em perda do poder aquisitivo. A população não está com salário preservado ao longo dos últimos anos. Os mais pobres sofrem”, disse.

Ouça na Radioagência Nacional: Bolsonaro visita cidade de ancestrais na Itália

O presidente disse que está disposto a rediscutir a política de preços da companhia, mas sem interferir nos “rendimentos dos acionistas”.

O presidente Bolsonaro acrescentou que o governo federal não tem interesse nos dividendos recebidos pelo lucros da Petrobras. Nesse sentido, disse que tem conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para que esses recursos sejam revertidos para abater o preço do diesel.

O presidente atribuiu a alta nos preços dos combustíveis à corrupção de governos passados e às leis antigas. Bolsonaro defendeu o congelamento dos impostos e apontou como “vilão” do custo final na bomba o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Na semana passada, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), do qual integram secretários de Fazenda dos estados e do Distrito Federal, aprovou o congelamento do valor do ICMS cobrado nas vendas de combustíveis por 90 dias.

 

 

Agência Brasil

Brasil participa da COP26, conferência para discutir meio ambiente e clima

0

A 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26), em Glasgow, na Escócia, teve início no domingo (31). O encontro sobre o clima e o meio ambiente reúne representantes dos 196 países signatários do Acordo de Paris. Entre os assuntos discutidos estão ações de desenvolvimento e preservação do meio ambiente, emissão de gases que provocam efeito estufa e aquecimento global.

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, chefia a delegação brasileira e falou sobre a participação do Brasil e posições que serão levadas para a COP26.

O que o Brasil vai apresentar no encontro e que posições serão defendidas?

A COP do clima é um evento que discute o futuro não só do Brasil, mas de todo o planeta em relação principalmente a emissões de gases de efeito estufa. O Brasil vai participar negociando com outros países, buscando um consenso em temas relevantes como o financiamento climático.

Entendemos que esse desafio global deve ser reconhecido e quando encontramos uma solução a ele, nada melhor que um crescimento verde, que a gente gere o emprego verde e faça uma transição para uma nova economia verde neutra em emissões até 2050, como é a meta brasileira.

O senhor tem dito que o grande desafio é mostrar o Brasil real. Como isso será apresentado na cúpula do clima e o que é esse Brasil real?

Acontecem duas coisas durante a Cúpula do Clima, uma é a negociação de clima entre os países. A outra é que nós vamos aproveitar a COP26 para, dentro do estande que vamos ter em Glasgow, apresentar ações empreendedoras, sustentáveis tanto do Governo Federal e, especialmente, de quem faz essa atividade de preservar o meio ambiente. Vão ter desde casos de produtores rurais a casos da indústria, da energia, da agricultura, do turismo. Estamos desenhando uma COP que possamos aproveitar aquele espaço para mostrar a todo mundo um Brasil que cuida das suas florestas e que, sim, é uma economia de baixa emissão de gases de efeito estufa. E que tem uma matriz energética que é o sonho de todo mundo em 2050 atingir o que fazemos hoje em relação à energia elétrica

O senhor acredita que a agenda ambiental deve ser bem mais do que definição de medidas punitivas?

Esse é um desafio que o Brasil tem e que o mundo tem. As ações ambientais, a agenda ambiental, não pode ser meramente só punição ou onerar o empreendedor. Nós temos que incentivar, inovar, empreender, e empreender na direção correta, na geração do emprego verde, no crescimento verde. Esse é um desafio e o Governo Federal está atento a isso e lançou um Programa Nacional de Crescimento Verde na semana passada.

O Brasil tem defendido o mercado de créditos de carbono. Como esse mercado beneficia o país? Existem estimativas de quanto o Brasil pode ganhar?

O Brasil pode se beneficiar sim por ser um país com baixa emissão de gases de efeito estufa e que deve atingir suas metas de redução, de emissão, e deve conseguir colocar no mercado crédito de carbono de todo tipo. Carbono que vai vir das atividades agrícolas como papel e celulose, o etanol e, futuramente, da própria produção de grãos, das energias renováveis, da indústria de baixa emissão. Então, temos várias formas de gerar crédito de carbono. O Brasil entende que será um exportador de crédito de carbono para o mundo que ainda não consegue reduzir suas emissões.

O crédito de carbono serve quando economicamente é inviável você reduzir aquela emissão ou impossível fisicamente. Então, é nesse momento que você pode usar o crédito de carbono, especialmente os gerados aqui no Brasil, por exemplo, de floresta nativa, de restauração de floresta nativa. Todas essas metodologias de geração de crédito podem ser usadas para a gente gerar esse crédito e exportar para países que são altamente poluidores e precisam compensar suas emissões.

O Governo recém lançou o Programa Nacional de Crescimento Verde que será apresentado na COP26. O senhor poderia nos explicar quais são as principais propostas do programa.

O Programa começa com a criação de um comitê de mudança do clima e crescimento verde onde dez ministérios vão atuar de maneira integrada, olhando para a redução de emissões de gases de efeito estufa, para a conservação florestal, para o uso racional dos recursos naturais. Esses são os critérios bases para você se considerar verde, mas ao mesmo tempo gerar o emprego verde.

Entendemos que com essa política de integração no Governo Federal, com dez ministérios aderindo, essa será uma das principais agendas dos próximos anos para crescer o país gerando o emprego verde.

Os bancos públicos têm recursos para financiar projetos ambientais?

Hoje, os bancos públicos têm aproximadamente R$ 350 bilhões a R$ 400 bilhões já em financiamentos ou investimentos verdes. Isso é bastante importante. Esse volume chega a ser praticamente US$ 50 bilhões para financiar uma agricultura de baixo carbono, financiar projetos de infraestrutura, de transporte e mobilidade urbana. Todos esses projetos vão na direção de uma nova economia verde.

O Governo Federal entende que a solução para esse desafio global é uma nova economia verde e para isso precisamos de muito incentivo, precisamos transformar o Brasil. O que significa isso? Eu transformo institucionalmente, eu faço transformações em algumas normas, portarias, decretos, para que a gente acelere projetos verdes. Se criarmos uma nova economia verde vamos resolver o problema de emissões no mundo, claro, contribuindo com a nossa parte que é isso que fala o acordo do clima.

Outro assunto que deve ser tratado na COP26 é o ajuste de fronteira, proposta da União Europeia e Estados Unidos para taxar o aço, alumínio e cimento do Brasil. Como o senhor avalia essa medida?

Nós temos um acordo do clima e nele o país define qual atividade ele deve monitorar para reduzir suas emissões. Então, é uma questão de soberania não aceitar que um bloco ou um país venha impor algum tipo de restrição ou taxa, taxa essa que não é transparente, porque ela não pode ser utilizada para onerar um setor específico. Esse é o primeiro ponto que a gente discorda de qualquer movimento nessa direção.

O segundo movimento é a responsabilidade comum, porém diferenciada. O que significa isso? Significa que países que poluíram muito historicamente, nesse caso a Europa é um deles, que aproveitaram o petróleo, energias fósseis baratas para crescer possam querer impedir um país como o Brasil impondo critérios ambientais tão rígidos quanto o deles. Temos esses dois pontos importantes para não aceitar qualquer tipo de movimento como taxa de fronteira ou esse ajuste correspondente que eles estão tentando implementar. Acho que se eles fizerem isso, eles deveriam sair do acordo do clima já que eles estão ferindo duas cláusulas importantes do acordo do clima.

O senhor teve recentemente um encontro com representantes do agronegócio no país. O setor está afinado com o Governo na agenda pela redução da emissão de carbono e na questão do aquecimento global?

Claramente afinado. Se você pegar o Programa ABC, que é agricultura de baixo carbono, ele está na segunda fase, vai ser o ABC+ e este programa deve gerar uma redução de um ponto giga de toneladas de efeito estufa durante esse período e é bastante importante. O nosso programa ABC no futuro provavelmente vai conseguir absorver carbono da atmosfera. Se você imaginar que há anos você tinha uma agricultura só emissora, provavelmente num futuro muito próximo você vai ter uma agricultura que absorve carbono e fixa o carbono no solo durante o processo produtivo.

Foi lançado o programa Floresta + Agro que vai compensar os produtores por ações de preservação em reservas e áreas de proteção. Como vai funcionar?

Esse é um programa que foi todo desenhado para a iniciativa privada atuar valorizando a atividade do produtor rural. Então, o fornecedor do agro pode sim reconhecer, premiar e incentivar aquele produtor que cuida de floresta. Tanto os fornecedores do agro quanto os compradores do agro, trazendo toda a cadeia para valorizar a atividade de serviços ambientais que é a atividade de proteção das áreas de vegetação nativa. Saiu agora um número da Embrapa de 280 milhões de hectares protegidos pelos produtores rurais. Esse número é praticamente a metade da União Europeia, um número bastante relevante que deve ser reconhecido e remunerado por todos.

Temos também as áreas urbanas. Quais as principais ações do governo para a preservação do meio ambiente nas cidades?

Um programa bastante importante do Governo Federal é o Lixão Zero. Já fechamos mais de 20% dos lixões do Brasil. É um grande desafio porque acho que os lixões são sim um problema das cidades. Uma meta importante desse programa é zerar os lixões até 2024. Já zeramos mais de 20% deles.

Ministro, o senhor acredita que depois da COP26 o Brasil pode ser visto como um potencial ambiente e com isso receber mais investimentos internacionais?

Acredito que o Brasil já é hoje uma potência ambiental por suas características naturais e econômicas. O Brasil é um país que, com certeza, vai chegar a essa nova economia verde antes dos outros países.

Acredito que temos aí uma pressão internacional sobre um tema que o Brasil pode ser chamado de vilão, mas não é verdade porque vamos apresentar na COP26 um Brasil real, um Brasil que faz atividades de sustentabilidade, que cuida sim das suas florestas, especialmente dos recursos naturais que temos que são abundantes. E o mundo inteiro reconhece isso, na verdade, por que eles sabem que o Brasil tem sim a maior biodiversidade, tem uma das maiores áreas oceânicas do mundo e de florestas nativas. Poucos têm essas características e isso são vantagens competitivas para o Brasil nesse mercado mundial de exportação, por exemplo, de alimentos.

O senhor conversou com 70 países sobre a agenda ambiental. Qual a importância desses encontros antes da COP26?

A importância é que pudemos entender o que cada país gostaria que acontecesse e juntar eles em blocos ou em acordos bilaterais, poder apoiar temas que achamos importantes para os dois países. É importante também o Brasil atuar como um mediador que busca o consenso de uma forma proativa e construtiva, uma vez que o Brasil consegue falar com quase todos os países e talvez a União Europeia, os Estados Unidos, o próprio Reino Unido não tenham essa capacidade de falar com todos os países como Brasil tem.

O Brasil entende um pouco as realidades desses países. A União Europeia não entende a realidade de alguns países e talvez tente impor um modelo ambiental que não seja ideal para todos. O Brasil sim, entende que temos modelos ambientais completamente diferentes por que o Brasil tem regiões completamente diferentes em relação a gases de efeito estufa, desenvolvimento econômico e a conservação florestal.

Que recado o senhor deixa para os brasileiros que hoje estão preocupados com o meio ambiente, com o país que vamos deixar para o futuro?

O Brasil é uma potência verde hoje e vai desenvolver essa economia para atingir a neutralidade de carbono até 2050, mas para, ao mesmo tempo, conservar floresta, usar racionalmente os recursos naturais e, principalmente, gerar emprego verde. O Brasil tem a possibilidade de gerar emprego verde em energia renovável, em reciclagem de embalagem, de alumínio. Tem vários temas que o Brasil tem que aproveitar essa economia verde, gerar emprego verde e tudo isso rumo a um crescimento verde que o Brasil precisa. E essa oportunidade, nenhum país tem como o nosso.

 

Meio Ambiente e Clima

Edição 584 – Boletim diário sobre coronavírus em Rondônia

0

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) e Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga balanço de dados referente aos casos de covid-19 no Estado.

Neste domingo (31), foram consolidados os seguintes resultados:

Casos confirmados – 270.361
Casos ativos – 1.969 (0,73%)
Pacientes recuperados – 261.822 (96,84%)
Óbitos – 6.570 (2,43%)
Pacientes internados na Rede Estadual de Saúde – 46
Pacientes internados na Rede Privada – 02
Pacientes internados na Rede Municipal de Saúde – 23
Pacientes internados na Rede Filantrópica – 00
Total de pacientes internados – 71
Pacientes aguardando leitos: 0
Testes Realizados –1.114.017
Aguardando resultados do Lacen – 195

* População vacinada:
1ª Dose – 1.164.852
2ª Dose – 774.578

  • Total de doses aplicadas: 1.939.430

Vacinas recebidas: 2.694.708

* CoronaVac: 721.648

* AstraZeneca: 886.650

* Pfizer: 1.050.660

*Janssen: 35.750

Fonte: Painel de Vacinas

No Estado, os números de casos confirmados, recuperados e de óbitos, desde o primeiro registro em 20 de março de 2020 até hoje (31 de Outubro de 2021), por covid-19 são:

TOTAL DE CASOS EM RONDÔNIA – 31/10/2021
Municipio Casos Totais Óbitos Totais Curados Totais
Porto Velho 87.285 2.516 84.400
Ariquemes 23.460 502 22.424
Ji-Paraná 20.525 613 19.877
Vilhena 15.335 277 14.964
Cacoal 15.272 308 14.891
Jaru 8.083 185 7.856
Rolim de Moura 7.376 176 7.159
Pimenta Bueno 6.991 120 6.844
Machadinho D’Oeste 6.976 115 6.839
Guajará-Mirim 5.447 224 5.223
Buritis 5.245 77 5.062
Ouro Preto do Oeste 4.846 150 4.676
Alta Floresta D’Oeste 4.259 66 4.145
Candeias do Jamari 4.018 79 3.920
Espigão D’Oeste 3.809 77 3.714
Presidente Médici 3.727 85 3.630
Nova Mamoré 3.613 82 3.525
Cerejeiras 2.609 64 2.536
São Francisco do Guaporé 2.583 48 2.529
São Miguel do Guaporé 2.558 51 2.483
Colorado do Oeste 2.433 45 2.356
Nova Brasilândia D’Oeste 2.314 34 2.269
Cujubim 2.144 41 2.034
Costa Marques 2.043 39 1.989
Alto Paraíso 2.020 51 1.888
Monte Negro 1.893 34 1.815
Chupinguaia 1.633 25 1.590
Seringueiras 1.520 21 1.490
Alto Alegre dos Parecis 1.504 45 1.448
Itapuã do Oeste 1.482 18 1.430
Urupá 1.304 32 1.265
Campo Novo de Rondônia 1.278 23 1.243
Vale do Anari 1.225 25 1.187
Alvorada D’Oeste 1.177 29 1.147
Mirante da Serra 1.076 13 1.032
Santa Luzia D’Oeste 1.048 21 1.022
Cacaulândia 955 15 929
Cabixi 931 22 908
Corumbiara 870 22 841
Nova União 862 15 847
Vale do Paraíso 861 26 834
Theobroma 854 26 827
Novo Horizonte do Oeste 680 22 658
Governador Jorge Teixeira 633 22 602
Rio Crespo 615 13 602
Ministro Andreazza 550 14 514
São Felipe D’Oeste 537 12 523
Teixeirópolis 535 9 525
Pimenteiras do Oeste 451 15 428
Parecis 407 11 392
Castanheiras 277 8 266
Primavera de Rondônia 232 7 224
Total geral

270.361

6.570 261.822

Em Rondônia, nas últimas 24 horas foram registrados os seguintes resultados para covid-19:

ÚLTIMAS 24 HORAS
MUNICÍPIOS CASOS CONFIRMADOS ÓBITOS
Porto Velho 21 0
Ariquemes 155 0
Ji-Paraná 2 0
Vilhena 0 0
Cacoal 0 0
Jaru 0 0
Rolim de Moura 0 0
Pimenta Bueno 0 0
Machadinho D’Oeste 0 0
Guajará-Mirim 0 0
Buritis 8 0
Ouro Preto do Oeste 0 0
Alta Floresta D’Oeste 0 0
Candeias do Jamari 0 0
Espigão D’Oeste 0 0
Presidente Médici 0 0
Nova Mamoré 0 0
Cerejeiras 0 0
São Francisco do Guaporé 0 0
São Miguel do Guaporé 0 0
Colorado do Oeste 0 0
Nova Brasilândia D’Oeste 0 0
Cujubim 22 0
Costa Marques 0 0
Alto Paraíso 0 0
Monte Negro 0 0
Chupinguaia 0 0
Seringueiras 2 0
Alto Alegre dos Parecis 0 0
Itapuã do Oeste 0 0
Urupá 0 0
Campo Novo de Rondônia 0 0
Vale do Anari 0 0
Alvorada D’Oeste 0 0
Mirante da Serra 0 0
Santa Luzia D’Oeste 0 0
Cacaulândia 0 0
Cabixi 0 0
Corumbiara 0 0
Nova União 0 0
Vale do Paraíso 0 0
Theobroma 0 0
Novo Horizonte do Oeste 0 0
Governador Jorge Teixeira 0 0
Rio Crespo 0 0
Ministro Andreazza 0 0
São Felipe D’Oeste 0 0
Teixeirópolis 0 0
Pimenteiras do Oeste 0 0
Parecis 0 0
Castanheiras 0 0
Primavera de Rondônia 0 0
Total geral 210 0

Idep abre inscrições para cursos profissionalizantes na Escola Móvel de Frigorífico e Piscicultura em Pimenta Bueno

0

No próximo mês, o Governo de Rondônia chega com uma Escola Móvel de educação sobre rodas em Pimenta Bueno, por meio do Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional de Rondônia (Idep). A Escola Móvel de Frigorífico e Piscicultura está com inscrições abertas para os cursos de formação inicial para produtores de defumados e embutidos.

Para os cursos, que são presenciais e gratuitos, estão abertas 20 vagas por período e mais 20 de cadastro reserva, sendo que a idade mínima de participação é 16 anos. É necessário comprovar a escolaridade mínima de Ensino Fundamental incompleto e preferencialmente ser beneficiário de programas de transferência de renda.

As inscrições acontecem no site do Idep, no portal do Governo, e a ordem de cadastro é o critério de seleção ou seja, os primeiros inscritos que cumprirem todos os requisitos garantem as vagas. Os alunos não selecionados na primeira etapa, poderão ser redirecionados para cursos subsequentes.

A Escola Móvel de Frigorífico e Piscicultura estará no estacionamento ao lado do Centro Cultural Antônio Augusto Neves, próximo à prefeitura de Pimenta Bueno, na Avenida Presidente Dutra, n° 1007, Bairro  Alvorada.

CURSOS

Com carga horária de 60 horas, o eixo tecnológico dos cursos é Produção Alimentícia e o perfil profissional pretende instruir os alunos para executarem e supervisionarem o processamento e conservação da matéria-prima e produtos e ainda, a aplicarem soluções tecnológicas para aumentar a produtividade e desenvolverem produtos e processos.

O período matutino será das 7h30 às 11h30 e receberá a Turma I de produtor de embutidos. Inscrição Manhã. O período vespertino será das 13h30 às 17h30 e receberá a turma de produtor de defumados. Inscrição Tarde. E o período noturno será das 18h30 às 22h30 e receberá a Turma II de produtor de embutidos. Inscrição Noite

Para se inscrever é necessário usar um e-mail do Gmail e enviar um arquivo único com os seguintes documentos: Carteira de Identidade (RG) ou Certidão de Nascimento (não pode ser CNH), Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), comprovante de endereço e escolaridade.

Em jogo disputado, Esporte Conquista é o grande campeão do Ruralzão 2021

0

Partidas finais foram disputadas neste domingo no campo do Cruzeirinho

Jogos com muita rivalidade, disputa de pênaltis, defesas “impossíveis” e torcida empolgada, foi finalizado neste domingo, 31, o campeonato Ruralzão de Futebol Society 2021, organizado pela Secretaria Municipal de Esportes (Semes). O título ficou com a equipe Esporte Conquista, que venceu o Cruzeirinho por 1 a 0 na final, marcada pela presença de grande público e dos vereadores Ronildo Macedo e Zezinho da Diságua.

O campo do Cruzeirinho foi palco das partidas do último dia do Ruralzão, logo pela manhã, a partir das 8h, com os jogos das semifinais da competição. O primeiro finalista saiu do jogo entre Esporte Conquista e Baixadão. Com a vitória do Esporte por 3 a 1, se classificando para a final. O segundo confronto foi entre Cruzeirinho e Canarinho “B”, após uma partida de nove gols, o time do Cruzeirinho venceu por 2 a 1 nos pênaltis, após empate de 3 a 3 no tempo regulamentar.

As atividades retornaram à tarde a partir das 14h30, para a disputa do terceiro lugar entre Baixadão contra a equipe do Canarinho B. Ambas as equipes tiveram boas chances de marcar e a vitória ficou com o time do Baixadão vencendo por 5 a 2 e garantindo o terceiro lugar do Ruralzão.

Muitas bolas na trave, defesas incríveis, gols perdidos e até mesmo pênalti desperdiçado marcaram o jogo acirrado da grande final, entre Esporte Conquista e Cruzeirinho. A vitória ficou com o time do Esporte Conquista que venceu por 1 a 0, com gol de Gesei Lemes.

PREMIAÇÃO – A edição do Ruralzão premiou as melhores equipes e atletas com troféus, medalhas e dinheiro. Os prêmios somaram R$ 3,5 mil, distribuídos às equipes e jogadores. Do total de premiações, R$ 2 mil foram contribuição do vereador Ronildo Macedo, presidente da Câmara Municipal de Vereadores. “Vou aumentar minha contribuição para o ano que vem, garantindo mais felicidade e competitividade aos jogos. Parabenizo a Prefeitura e a comunidade que aderiram ao campeonato fazendo um Ruralzão muito bonito como esse”, garantiu Ronildo.

Zezinho destacou a importância do esporte e da ajuda da Câmara à área. “A Câmara está à disposição para incentivar o Esporte e tive o prazer de acompanhar esse campeonato. Nesse ano entregamos um ônibus ao setor para transportar atletas que entrará em funcionamento em breve. Parabéns aos organizadores e participantes”, disse o vereador.

“Este ano o Ruralzão teve uma edição mais compacta do que estávamos planejando e por isso já fica nosso compromisso de fazer um society e um Ruralzão de campo no ano que vem. Tivemos ótimos confrontos em todos os fins de semana de jogos, além de uma linda festa. Parabéns a todos que confiaram no nosso trabalho, agradeço ao vereador Ronildo Macedo por nos ajudar com as premiações, e em 2022 faremos algo ainda maior”, conclui Welliton Oliveira, secretário municipal de Esportes.

Semcom

Morre na madrugada deste sábado o carnavalesco e jornalista Silvio Santos, o “Zé Katraca”

0

Adeus ao Mestre – Sílvio Santos, que era um dos fundadores da Bando do Vai quem Quer, estava hospitalizado tentando sobreviver às complicações da Covid-19

Faleceu na madrugada deste sábado (30) em decorrência de complicações do Covid-19, o jornalista, compositor, carnavalesco  e músico Silvio Santos (Zé Katraca), uma referência na área da cultura rondoniense.

A notícia foi enviada a imprensa pela esposa de Silvio Santos. “Meus amigos da cultura
Venho lhes informar com imensurável pesar no coração que meu esposo Silvio Santos não resistiu ao Covid e, infelizmente, faleceu as 00:40h da madrugada de hoje 30”.

O cortejo sairá às 10h da Funerária Ramos (localizada na avenida 7 de setembro com João Goulart). E o sepultamento será no Cemitério Recanto da Paz, em frente à Unir.

A história musical de Silvio Santos

Diz a lenda que Silvio Santos já nasceu compositor. Nascido no dia 8 de dezembro de 1946 na localidade de Santa Terezinha no Distrito de São Carlos do Madeira veio morar em Porto Velho quando tinha 4 anos de idade. Em 1957 ingressou como Office Boy no Jornal O Alto Madeira e em 1960 foi levado pelo seu irmão Bianor Santos para atuar como sonoplasta na Rádio Caiari que estava nascendo.

Primeira composição

Justamente em 1960 quando estava assistindo os desfiles carnavalesco na avenida Presidente Dutra caiu uma chuva torrencial, Silvio ao chegar em casa todo molhado compôs sua primeira música, a marchinha “A Chuva Quando Cai” foi a primeira de uma série de músicas.

Mestre de Bateria

Em 1964 assinou a ata de fundação da escola de samba “Pobres do Caiari” e passou a atuar como Mestre Bateria. Em 1966 foi instigado pelo carnavalesco José Carlos Lobo a compor seu primeiro samba no estilo samba enredo e ai nasceu: “Rondônia Futuro do Brasil” que foi muito bem executada durante o carnaval pela orquestra “Jazz Brasil” que tocava no Bancrévea Clube, e a Pobres do Caiari desfilou cantando (não foi considerado como samba enredo da escola). Em 1968 Silvio fez sua primeira marcha rancho “Amor de Quatro Dias” inspirado numa história verídica que aconteceu no carnaval daquele ano.

Primeiro Samba de Enredo

Após o carnaval de 1969 a professora Marise Castiel assumiu a direção da escola de samba Pobres do Caiari e lá pelo mês de novembro, por indicação mais uma vez do Zé Calos Lobo, dona Marise chamou Silvio entregou-lhe o livro “Sinhá Moça” da escritora Maria Camila Dezonne dizendo: “Leia este livro e faça um samba de enredo”. Silvio ainda tentou explicar que nunca tinha feito um samba enredo e tal, mas, dona Marise não quis saber: “Menino você é capaz, leia o livro e faça o samba enredo”. Então nasceu o primeiro samba de enredo de uma escola de samba de Porto Velho, “Sinhá Moça e a Abolição” cantado no desfile da Pobre do Caiari no carnaval de 1970 resultado, a escola foi campeã pela primeira vez. Daí pra frente, até 1974, todos os sambas da Caiari foram de autoria do Silvio sendo que o de 1974 “Odoiá Bahia” contou com a parceria do Bainha. A Caiari parou e com o parceiro Bainha, Silvio criou a escola de samba “Mocidade Independente do KM-1” (1975) da qual juntamente com o Bainha compôs todos os sambas (A escola deixou de desfilar em 1980).

De volta à Caiari, que havia retornado ao carnaval de rua de Porto Velho e já com o novo parceiro Babá, compôs vários sambas campeões entre eles o antológico “Ceará, Lendas, Rendas e Crença – Ceará de Iracema”.

Silvio já compôs samba enredo para a Diplomatas do Samba, Unidos da Castanheira, Império do Samba, O Triângulo Não Morreu, Unidos da Rádio Farol, Acadêmicos do Armário Grande e Acadêmicos do São João Batista.

É um dos fundadores da Banda do Vai Quem Quer e compôs a grande maioria de suas marchinhas inclusive a famosa “Chegou a Banda a Banda a Banda…”. Fez músicas para o Galo da Meia Noite, Até Que a Noite Vire Dia, Canto da Coruja e Us Dy Phora.

Concorreu na escola de samba Vitória Régia de Manaus em parceria com o Torrado e compôs samba para o Bloco dos Apaches da cidade de Mosqueiro de Belém do Pará em parceria com Banana Split. Foi campeão com o samba de enredo na escola de samba “Praça da Bandeira” de Boa Vista Roraima e em 1990 foi parceiro dos compositores Mazinho da Piedade e Murilo Collares na disputa de samba enredo da escola de samba Portela do Rio de Janeiro. Tem samba campeão nas escolas Unidos de Rolim de Moura e Gaviões do Planalto ambas no município de Rolim de Moura.

Além de samba enredo Silvio é autor da música Porto, Velho Porto gravada pelo Zezinho Maranhão além de muitas músicas nos seguintes ritmos; toada de boi bumbá, bolero, samba canção, samba de breque, forró, brega e reggae.

Essa é apenas uma breve história do compositor, jornalista e radialista Silvio Santos – o Zekatraca. Material extraído do blog de Silvio Santos.

Zé Katraca, ativista cultural, segundo Carlos Esperança

“Após 2 anos de fundação, o jornal Diário da Amazônia considerou que precisava de uma coluna especializada em cultura e devido ao ativismo cultural do Silvio Santos [Zé Katraca], ele foi convidado e aceitou o pedido”, disse Carlos Esperança, amigo do Zé Katraca.

O Silvio Santos manteve durante anos a coluna sobre cultura Lenha da Fogueira no jornal Diário da Amazônia. Antes do Diário, ele trabalhou no extinto jornal ‘O Estadao do Norte”, sempre na área da cultura. O jornalista integrava também a Academia Rondoniense de Letras.

“O Zé katraca tinha um último sonho que, inclusive, já estava fazendo, que era escrever colunas para o impresso, por que ele sabia que o público dele estava no impresso. Ele era campeão de acessos, o colunista mais lido tanto no jornal impresso quanto no eletrônico”, comentou Carlos Esperança.

Sempre foi um defensor ferrenho da cultura, divulgando essa área e cobrando das autoridades mais investimentos no setor. Era comum vê-lo nos eventos promovidos no Mercado Cultural. O Carnaval e o São João de Porto Velho tinham sua marca registrada. Não se falava em cultura sem citar o nome de Zé Katraca.

Além disso, ele foi um dos fundadores e integrava a direção da Banda do Vai Quem Quer, maior bloco carnavalesco de rua da região Norte. Conhecido também por causa bom humor, e das boas risadas na redação.

“Uma curiosidade, há um ou dois anos quando tinha bastante gente de idade na redação, a gente começou a brincar sobre quem iria primeiro [falecer] e qual seria a melhor manchete, Zé Katraca disse sorrindo – seria a melhor manchete quando morresse: se foi o saudoso Zé Katraca – é como ele gostaria de ser lembrado”, brincou Carlos Esperança.

Zé Katraca havia apresentado melhoras nos últimos dias após a família fazer uma campanha para arrecadação de dinheiro por meio das redes sociais para compra de uma medicamento de alto custo que seria fundamental para sua recuperação.

“Esse período de pandemia, foi um período muito doloroso, tivemos muitas perdas como a do Marcelo, Adão, Chagas e agora o Zé Katraca”, finalizou com muita emoção, Carlos Esperança.

 

Roberto gutierrez

Deputada Rosangela Donadon e vereadora Vivian Repessold visitam e fiscalizam Hospital Regional de Vilhena e UPA

0

Na manhã desta sexta-feira(29), a deputada estadual, Rosangela Donadon (PDT) e a vereadora professora Vivian Repessold visitaram e fiscalizaram o Hospital Regional Adamastor Teixeira de Oliveira de Vilhena(HR) e a UPA.

As parlamentares percorram o HR e a UPA e conversaram com servidores e pacientes sobre o atendimento oferecido para a população.

Elas visitaram as instalações onde são feitos os exames de raio-X e tomografia e conversaram com os servidores do Hospital Regional que falaram sobre a demanda atendida. Rosangela Donadon lembrou que o aparelho de tomografia foi adquirido graças a uma emenda parlamentar no valor de R$ 1,5 milhão que ela destinou.

Rosangela Donadon e a vereadora professora Vivian Repessold também visitaram a lavanderia do Hospital Regional onde encontraram uma situação difícil com ambiente de trabalho precário para os servidores com máquinas de lavar sucateadas, apesar do hospital contar com uma máquina de lavar industrial nova que foi adquirida na antiga gestão e até o momento não foi instalada.

As parlamentares ressaltaram que vão cobrar melhorias para o Hospital Regional que atende pacientes de todo o Cone Sul de Rondônia.

Assessoria

Secretaria de Saúde de Comodoro divulga nomes das 13 pessoas que morrem em acidente envolvendo van e caminhonete na BR 174

0
Apenas duas pessoas sobreviveram ao violento acidente

Conforme havia anunciado em reportagem anterior publicada pelo FOLHA DO SUL ON LINE, o secretário municipal de Saúde de Comodoro, Fábio Carraro, emitiu nota oficial para divulgar os nomes de todas pessoas mortas num violento acidente ocorrido na madrugada deste sábado, 30, na BR 174 (ENTENDA AQUI).

Os passageiros da Van, que transportava pacientes e acompanhantes, e que foram a óbito, são os seguintes:

PACIENTES
JOÃO ALVES FRANCO
JOSÉ LUIZ DA SILVA
ANTÔNIO PEREIRA SOARES
SILVALDA SOUZA SILVA
LUIZ GUSLINSKI
GERALDO APARECIDO
CENIRE DOS SANTOS

ACOMPANHANTES
APARECIDA GUSLINSKI
ELENICE FERNANDES DE SOUZA

MOTORISTA
ELIAS SANTOS

Na SW4, que teria sido a causadora da tragédia, viajavam três pessoas, aparentemente da mesma família. Um sobreviveu e está fora de risco, segundo um enfermeiro ouvido pela reportagem. Os mortos são
MARCIO COELHO
JULIANO COELHO

Fonte: Fotos: Diário On Line
Autor: Da redação do Folha do Sul