Início Site Página 838

Caixa Econômica apresenta ações sociais e ambientais na COP26

0
Entre as ações está o programa Caixa Florestas, que destina R$ 150 milhões por ano para recuperação e preservação de florestas

Inclusão social e proteção ao meio ambiente estão unidas nas ações da Caixa Econômica Federal. Para isso, o banco público criou o programa Caixa Florestas, que destina R$ 150 milhões por ano para recuperação e preservação de florestas, além de apoio às comunidades vulneráveis. O programa prevê ainda o plantio de 10 milhões de mudas de árvores nos próximos cinco anos, a recuperação de áreas degradadas e ações de valorização das comunidades tradicionais. Com isso, serão cerca de 3,5 milhões de hectares protegidos.

O programa foi criado em maio deste ano e os detalhes foram apresentados nesta quarta-feira (3), por videoconferência, pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em evento no estande brasileiro da Confederação das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26). O evento ocorre em Glasgow, na Escócia, até o dia 12 de novembro.

As mudas das árvores vão ser plantadas em todos os biomas. As nascentes do Rio São Francisco, que corta boa parte do nordeste, já estão recebendo as novas árvores.

Linha de crédito

Entre as medidas para fortalecer os laços entre inclusão e proteção ambiental, o banco público também lançou uma linha de microcrédito para 100 milhões de brasileiros que vivem em situação de vulnerabilidade. Ao falar do papel da Caixa nos compromissos do Brasil com a Responsabilidade Socioambiental, o presidente da instituição destacou que o banco é o principal financiador da população de baixa renda. “Nós temos o financiamento de centenas de milhares de casas no meio da floresta e de outros biomas para índios e comunidades quilombolas. Isso é muito importante porque eles não teriam renda para esse financiamento e as casas que nós encontramos são totalmente degradadas”, disse Pedro Guimarães.

Ele lembrou ainda que a Caixa financia cerca de seis milhões de moradias no país, das quais apenas 200 mil possuem equipamento de captação de energia solar. “Nós lançamos um programa muito forte para colocar [energia solar] nas outras 5,8 milhões. A partir de agora há uma redução da taxa de juros para quem quiser financiar”, explicou.

“Alguns acham que o Brasil não está fazendo o seu trabalho. Aqui é um bom exemplo. O Brasil está na direção correta, fazendo uma atividade de preservar, de incentivar, e capacitar a todas as regiões e a Caixa é um belo exemplo disso”, afirmou o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, que mediou o evento.

Agências-barco

A Caixa leva cidadania para a população ribeirinha de 27 cidades do Pará e do Amazonas por meio de dois barcos equipados como agências bancárias. O atendimento por meio dessas embarcações que navegam pela Ilha do Marajó e pelo Rio Amazonas chega a 825 mil pessoas. Durante as restrições impostas pelo coronavírus, essas agências foram essenciais para levar benefícios como o Auxílio Emergencial até essas pessoas. “Quase um milhão de pessoas só têm uma relação com o governo a partir dessa agência-barco”, ressaltou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Em parceria com a Marinha e com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, esses barcos contam com espaço para que as mulheres vítimas de violência denunciem seus agressores.

Assistência Social

Rede Ebserh alerta para importância de exame para detectar osteoporose

0
Como não há sintomas, é importante a detecção da doença precocemente para iniciar o tratamento

A osteoporose é uma condição assintomática que deixa os ossos frágeis e porosos e, à medida que vai progredindo com o avançar da idade, aumenta o risco de fraturas, especialmente do quadril e da coluna. Como não há sintomas, é importante que o público em geral e os profissionais de saúde se conscientizem sobre a importância de detectar a doença precocemente e iniciar o tratamento.

A orientação da Rede Ebserh (HU-UFSC/Ebserh) é a prevenção. A reumatologista do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago, Andressa Miozzo Soares, explica: “É importante saber que a doença existe para prevenir problemas no futuro. O diagnóstico pode ser feito por meio do exame de densitometria óssea e, se for diagnosticada num estado inicial ou mesmo numa fase de osteopenia (que significa, em termos gerais, pré-osteoporose), podemos prevenir que aconteça uma fratura”, disse a médica.

Caso não seja realizado o exame, o paciente só vai ficar sabendo que tem osteoporose quando sofrer alguma fratura óssea e, nestes casos, há risco de perda de qualidade de vida, imobilização e até mesmo aumento de morte. Toda mulher com 65 anos ou mais ou que estiver na menopausa e apresentar algum fator de risco, bem como homens com mais de 70, têm de fazer a densitometria, independente de sintomas.

Além da idade, da menopausa e de descendência como fator de risco, também é importante observar casos de histórico familiar de osteoporose ou fraturas e uso de remédios que provoquem perda de massa óssea. Embora a doença possa ter consequências graves, o tratamento é simples e eficaz, com medicamentos que são bem tolerados pelos pacientes.

Hábitos de vida saudáveis desde a infância e adolescência podem ajudar a prevenir o aparecimento da osteoporose na velhice. Exercícios físicos, boa alimentação, boa ingestão de cálcio e vitamina D podem ajudar a ter um osso de melhor qualidade.

O HU-UFSC participa da cadeia de cuidado nesta área acompanhando os pacientes idosos internados e nos ambulatórios, mesmo quando atendidos em outras especialidades e no tratamento dos casos mais graves. Além deste atendimento especializado, o HU contribui para a formação de profissionais, com uma vaga de residência para Reumatologia, que dura dois anos após a residência médica em clínica médica e a formação em Medicina.

Sobre a Ebserh

Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.

Vinculadas a universidades federais, essas unidades hospitalares têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), e, principalmente, apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas.

Devido a essa natureza educacional, a os hospitais universitários são campos de formação de profissionais de saúde. Com isso, a Rede Ebserh atua de forma complementar ao SUS, não sendo responsável pela totalidade dos atendimentos de saúde da região em que estão inseridos.

Com informações do Ebserh

Outubro é o mês com menor número de mortes por Covid-19 desde abril de 2020

0
Dados foram divulgados pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde nessa segunda (1º)

Com a maior campanha de vacinação da história do Brasil caminhando a passos largos, o país fechou o mês de outubro registrando o menor número de mortes por Covid-19 desde abril de 2020. Dados divulgados pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), do Ministério da Saúde, mostram que 11 mil pessoas morreram pela doença no mês passado. O levantamento foi feito nessa segunda-feira (1º).

Em abril de 2020, o Brasil registrou 5,7 mil mortes pela doença. O número de outubro também é inferior ao totalizado em abril deste ano, quando a crise sanitária atingiu o pico de casos e óbitos, e 82,2 mil brasileiros perderam a vida para a Covid-19.

A queda no número de óbitos é registrada desde junho, quando o Programa Nacional de Imunizações (PNI) avançou na vacinação dos grupos prioritários previstos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). Os dados divulgados apontam a eficácia da campanha de vacinação no combate à crise pandêmica.

Atualmente, o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, já enviou doses suficientes para imunizar todos os grupos prioritários, todos os brasileiros adultos com ao menos uma dose e segue nas novas etapas da campanha, com a dose de reforço para idosos acima de 60 anos, pessoas imunossuprimidas e profissionais de saúde, além da imunização de adolescentes e a segunda dose da população.

Ao todo, 334,9 milhões de vacinas Covid-19 foram distribuídas para todos os estados e o Distrito Federal. E mais de 275,9 milhões foram aplicadas. Só nas últimas 24 horas foram mais de 515 mil. Cerca de 155,1 milhões de brasileiros já tomaram a primeira dose da vacina, o que equivale a 87,6% do público-alvo de 177 milhões de brasileiros. E mais de 120,7 milhões tomaram a 2ª dose ou dose única, o que representa 68,1% da população vacinável.

A vacinação também reflete na queda da média móvel de casos e óbitos. O índice registrado nesta segunda é 324,43. O valor representa uma queda de 14,5% em comparação a 14 dias atrás. A média móvel de casos também diminuiu. Em duas semanas caiu 3,9% e está em 11,89 mil. Desde abril de 2021, a média móvel de casos e óbitos registra queda de cerca de 90%.

Com informações do Ministério da Saúde

Secretário de Saúde de Rondônia elogia escolha da nova diretora do Hospital Regional de Vilhena

0

Weslaine Amorim assumiu hoje, no lugar de Clair Cunha, que pediu pra sair

Em vídeo gravado ontem, quando esteve na cidade acompanhando um mutirão de médicos que atenderam pacientes de todo o Cone Sul, o secretário de Estado da Saúde de Rondônia, Fernando Máximo, elogiou a escolha da técnica em enfermagem Weslaine Amorim como nova diretora do Hospital Regional de Vilhena.

A unidade era comandada pelo servidor municipal Clair Cunha, que vai atuar em outro programa de saúde. Assim como o diretor da UPA, Frank Frank Yuri Feitosa, que volta a trabalhar na área de TI do município, Clair pediu para deixar o cargo. Frank será substituído pelo enfermeiro Alex Bruno Domiciano.

Weslaine foi empossada hoje “tenho conhecimento e atuação na área da saúde há 20 anos, atuando como técnica em enfermagem, servidora efetiva dos municípios de Colorado de Oeste e Vilhena”

A nova diretora hospitalar é formada administração, com ênfase em gestão pública, pela Faculdade de Administração, Ciências, Educação e Letras (Facel Curitiba-PR)

Weslaine está cursando pós-graduação em gestão hospitalar e saúde pública. bacharel em serviço social (faculdade FAMA de Vilhena) e também está no 5º período de Direito (Unesc/Vilhena).

CLIQUE ABAIXO e assista o vídeo.

https://www.folhadosulonline.com.br/noticias/detalhe/2021/assista-secretario-saude-rondonia-grava-video-e-elogia-escolha-nova-diretora-do-hospital-regional-vilhena

Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

Fome, desemprego e meio ambiente podem impactar o voto dos jovens em 2022, sugere nova pesquisa

0

Levantamento do Ipec mostra que, embora 20% ou mais dos jovens desconheçam o que seja o Congresso Nacional ou o Supremo Tribunal Federal (STF), eles se recusam a participar do debate político, que 80% deles consideram intolerante e agressivo

São Paulo, 25 de outubro de 2021 – Combate à fome e a pobreza, geração de empregos e preservação do meio ambiente são os valores sociais considerados mais importantes pelos jovens e poderão estar entre os principais fatores para definição do voto dos jovens nas eleições presidenciais de 2022, como mostra a nova pesquisa do Ipec (antigo Ibope). A pesquisa retrata como os jovens entre 16 e 34 anos de idade percebem a política nacional. O estudo foi encomendado pelo movimento cívico global Avaaz e pela Fundação Tide Setubal.

No questionário foi solicitado aos entrevistados que indicassem qual valor social era o mais importante para eles. Como resposta, 33% citaram o combate à fome e à pobreza como primordiais. Para 16%, é um país com economia forte e que gere empregos. Além disso, chama a atenção que, atualmente, um número maior de jovens valoriza mais a preservação da Amazônia e do meio ambiente (14%) do que o acesso à educação e à saúde (ambos com 3% das menções) e o combate à corrupção (7%), por exemplo.

Nana Queiroz, responsável sênior de campanhas na Avaaz, afirma:

“O que essa pesquisa nos mostra é que este governo falhou com os jovens: não há comida na mesa de suas famílias, eles não têm lugar no mercado de trabalho e seu futuro está sendo ameaçado pela destruição ambiental. Os candidatos precisam ter propostas para melhorar esses aspectos concretos de suas vidas se quiserem conquistar seus mais de 58 milhões de votos. Eles estão famintos por soluções reais e um debate político saudável, mas, em vez disso, estamos servindo a eles um prato de discussões podres e polarização intolerante.”

A pesquisa também revela que 20% de nossos jovens desconhecem o que é o Congresso ou o Supremo Tribunal Federal, por exemplo. Mas eles também não se sentem encorajados a fazer perguntas ou a discutir política: 80% consideram que o debate político é agressivo e intolerante e 59% não falam sobre política nas mídias sociais por medo de serem julgados, cancelados ou tratados de forma agressiva.

Os dados mostram ainda que o medo da intolerância política afeta mais os jovens de menor renda: 7 em cada 10 jovens entre as famílias com renda familiar de até 1 salário-mínimo não participam das discussões sobre política nas redes sociais por medo.

Outras descobertas que se destacam:

• 69% consideram que a direita é intolerante e agressiva

• 66% pensam o mesmo sobre a esquerda

• 83% acreditam que o debate político nas mídias sociais é agressivo ou intolerante

• 80% consideram o debate político como um todo, agressivo ou intolerante

• 58% acham que a divisão entre direita e esquerda não faz sentido

Porém, o estudo aponta que os jovens estão dispostos a participar da vida política: 82% dos entrevistados entre 16 e 18 anos estão interessados em tirar o título de eleitor para votar nas próximas eleições, mesmo antes de atingir a idade obrigatória. Quando perguntados sobre o motivo, 29% dizem que o momento político preocupante exige isso; 28% querem exercer seu direito de voto e 25% afirmam que os jovens devem participar da vida política. Isso representa cerca de 5 milhões de votos não previstos que podem influenciar o placar do jogo político no próximo ano.

Marcio Black, coordenador do programa de Democracia e Cidadania Ativa da Fundação Tide Setubal, explica:

“Os jovens brasileiros querem votar e participar da vida política, mas a cultura do cancelamento e os debates agressivos que permeiam o ecossistema político os estão afastando. Nenhuma sociedade pode evoluir ou se transformar se as pessoas se sentem silenciadas ou com medo de falar sobre seus erros e dúvidas. Se não trouxermos os jovens de volta ao centro do debate político, corremos o risco de perdê-los ou para a radicalização ou para a apatia.”

A pesquisa representa a população do país com idade entre 16 e 34 anos. Levantamento realizado entre 18 e 21 de setembro de 2021, com 1.008 jovens nessa faixa etária, por meio de questionários aplicados presencialmente, por uma equipe de entrevistadores especificamente capacitada para lidar com este tipo de público. Previamente, o questionário foi validado por jovens de diversas partes do Brasil que participaram de grupo focal de discussão. A margem máxima de erro é estimada em 3 pontos percentuais para mais ou para menos em relação aos resultados obtidos na amostra total. O nível de confiança é de 95%.

Os resultados completos da pesquisa e os detalhes de sua metodologia podem ser encontrados no anexo.

Sobre a Avaaz: A Avaaz é um movimento democrático global com mais de 60 milhões de membros em todo o mundo. Todos os seus recursos financeiros provêm de pequenas doações individuais. Este estudo faz parte de uma campanha contínua da Avaaz para proteger a sociedade contra os perigos da desinformação e defender a liberdade de expressão nas mídias sociais. Algumas campanhas a favor da Internet e investigações da Avaaz incluem as seguintes:

∙ Em parceria com a USP e o Instituto Questão Ciência, medimos o impacto da desinformação relacionada à COVID-19 e à saúde no Brasil e no mundo, expondo redes de desinformação que atingiram 3,8 bilhões de visualizações estimadas e ameaçando a confiança da população na vacina contra a COVID;

∙ Desmascaramos redes brasileiras de distribuição de desinformações sobre a vacina que visavam a obtenção de lucro com a venda de curas “alternativas” em 2019;

∙ Publicamos um estudo sobre grandes redes de desinformação com mais de meio bilhão de visualizações antes das eleições na União Europeia em 2019;

∙ Colaboramos para garantir que meio bilhão de cidadãos europeus tenham acesso a uma internet livre e democrática por lei;

∙ Revelamos uma grande rede de desinformação durante as eleições brasileiras de 2018;

∙ Apoiamos a aprovação do Marco Civil da Internet, no Brasil, em 2014, garantindo a neutralidade na web a todo cidadão brasileiro.

Sobre a Fundação Tide Setubal : Organização não governamental, de origem familiar, criada em 2006, que fomenta iniciativas promotoras da justiça social e do desenvolvimento sustentável de periferias urbanas e que contribuam para enfrentar desigualdades socioespaciais das grandes cidades, em articulação com sociedade civil, instituições de pesquisa, Estado e mercado.

 

Tudorondonia/Assessoria

Empregada encontra empresário morto na geladeira da casa dele em MT

0

Um empresário de 53 anos foi encontrado morto na geladeira da casa onde morava, na região do Setor Industrial, em Querência, a 912 km de Cuiabá, nesse domingo (31). O corpo de Irineu Schindler foi achado pela empregada doméstica que trabalhava no local. A polícia não informou se havia sinais de violência.

De acordo com a Polícia Civil, a funcionária de Irineu contou que foi na casa dele e encontrou as portas aberta e uma geladeira deitada no chão do quarto.

Ela contou à polícia que, ao abrir a geladeira, encontrou Irineu já sem vida. A funcionária foi quem acionou a polícia.

A casa onde Irineu morava é conjugada na empresa de mecânica que ele administrava. Os policias foram até o local, mas nenhum suspeito do crime foi encontrado.

A suspeita é de homicídio. A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) informou que vai investigar o caso.

Nas redes sociais, a filha de Irineu postou uma mensagem lamentando a morte do pai.

“Me recuso a acreditar que não vou poder mais ouvir sua voz, te ver dar risada, te dar conselho sobre ter paciência. Me recuso a aceitar que não vou mais te ver ou sair para comer atá ficar estufado”, diz.

Por G1-MT

Indígena de Rondônia destaca risco à Amazônia na COP26

0

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, e a ativista indígena brasileira Txai Suruí citaram o risco à proteção da Amazônia em seus discursos para mais de cem chefes de Estado na cerimônia da Cúpula do Clima (COP26), em Glasgow, nesta segunda-feira, 1º de novembro. O presidente da República, Jair Bolsonaro, decidiu não ir à COP26, evento que discute estratégias para frear o aquecimento global.

Em uma declaração que pediu maior comprometimento das nações para cortar as emissões de CO2, Guterres destacou que partes da Floresta Amazônica “agora emitem mais carbono do que absorvem”.

Em julho deste ano, uma pesquisa publicada na revista científica Nature mostrou que a parte sudeste da Amazônia se tornou uma grande fonte de emissão de CO2. “Este é o momento de dizer basta. Basta de brutalizar a biodiversidade, basta de matar a nós mesmos com carbono, basta de tratar a natureza como uma privada e de cavar nossa própria tumba”, disse Guterres.

O secretário-geral da ONU também lembrou que as promessas climáticas dos países têm sido insuficientes para conter o aquecimento global. Guterres disse que o nível do mar já dobrou nos últimos 30 anos e os oceanos estão mais quentes do que nunca.

Para o chefe da ONU, “estamos no caminho para um desastre climático”. Ele também anunciou a criação de um grupo de especialistas que irá propor padrões claros sobre como medir e analisar os compromissos sobre emissões zero.

Jovem ativista

Antes de Guterres, discursou na COP-26 Txai Suruí, jovem ativista de Rondônia que defende o povo Paiter Suruí, na Floresta Amazônica. Ela lembrou que a poluição e as mudanças climáticas causam impactos à floresta. “Os rios estão morrendo e nossas plantas não crescem como antes.”

Também pediu ações urgentes: “Não é 2030 ou 2050. É agora.”Sem citar nominalmente o governo Jair Bolsonaro, a ativista de 24 anos exortou a participação dos povos indígenas nas decisões sobre as mudanças climáticas e criticou o que chamou de “mentiras vazias” e “promessas falsas”.

“Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática”, disse Txai Suruí, lembrando a morte de Ari Uru-eu-wau-wau em abril de 2020. Ari Uru-eu-wau-wau atuava em um grupo de vigilância dos povos indígenas em Rondônia. “Enquanto você fecha os olhos para a realidade, o defensor Ari Uru-eu-wau-wau, meu amigo desde criança, foi assassinado por proteger a floresta”, disse a jovem.

Avesso à agenda verde, Bolsonaro rechaçou os apelos de líderes mundiais para participar do evento que tenta destravar o financiamento da preservação de florestas e ampliar os compromissos assumidos pelos países com a redução da emissão de gases de efeito estufa – ação necessária, segundo cientistas, para salvar os esforços previstos no Acordo de Paris de conter o aumento da temperatura global em 1,5 ºC.

O que é a COP-26?

A COP-26, que começou neste domingo e seguirá até o dia 12, discute ações climáticas que possam fortalecer o combate ao aquecimento global com base nas metas do Acordo de Paris, pacto assinado em 2015. A conferência ocorre em um momento em que eventos climáticos extremos – como secas, inundações e ondas de calor – têm sido cada vez mais frequentes.

O relatório do IPCC, painel intergovernamental de mudanças climáticas da ONU, mostrou este ano que o planeta deve ficar 1,5ºC mais quente do que na era pré-industrial já na década de 2030, dez anos antes do inicialmente previsto. Por isso, decisões políticas tomadas pelos líderes ao longo da COP-26 são determinantes para salvar o planeta, mas há grandes desafios para chegar a um acordo.

Foto: Txai Suruí, jovem ativista de Rondônia – UN Climate Change/REPRODUÇÃO / Estadão.

Fonte: Época Negócios

Câncer de próstata: em Rondônia casos estão cada vez mais frequentes

0

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), busca conscientizar sobre os cuidados da saúde do homem e reforça a campanha “Novembro Azul”, que visa prevenir e combater o câncer de próstata.

Dados do Registro de Câncer de Base Populacional (RCBP), coletados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), indicam que, em Rondônia, 29,2% da população masculina teve casos de câncer, subdivididos em próstata, testículos e outros órgãos genitais. Um total de 887 novos casos, entre 2015 a 2019.

Por idade, a pesquisa do Inca, segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica do Câncer em Rondônia, Rose Britto, explica que entre 2015 e 2019, foi o período que mais houve casos de câncer em homens com idade entre 54 e 84 anos. Mas, entre 65 e 69 anos a incidência foi maior.

Atualmente, o câncer de próstata está em 2° lugar no ranking de mortalidades no Brasil, com uma taxa de 13%. A estimativa para 2020 foi de mais de 32% de novos casos em Rondônia.

Rose Brito reforça que o homem deve ter muito cuidado e atenção com a saúde. É com o diagnóstico precoce que o tratamento e a cura podem acontecer.

Para o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima, os registros de câncer no Estado mostram o quanto os homens devem cuidar mais da sua saúde. “Fazer exames periódicos a partir de 45 anos é fundamental para um possível diagnóstico precoce”, frisa.

SINTOMAS

Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Neste caso, os sintomas são:

dor óssea;
dores ao urinar;
vontade de urinar com frequência;
presença de sangue na urina e/ou no sêmen.

FATORES DE RISCO

histórico familiar de câncer de próstata: pai, irmão e tio;
raça: homens negros sofrem maior incidência deste tipo de câncer;
obesidade.

PREVENÇÃO E TRATAMENTO

De acordo com a coordenadora da Vigilância Epidemiológica do Câncer em Rondônia, somente o diagnóstico precoce pode garantir a cura do câncer de próstata. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco ou com 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como: endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico).

Fonte:SECOM/RO

PRF recupera mais uma caminhonete roubada em Rondônia

0

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Nova Mamoré/RO, durante a realização das atividades ostensivas de policiamento, no começo da manhã desta segunda-feira (01), na BR 425 – próximo ao km 75 – observou uma caminhonete Toyota Hilux realizando manobras evasivas após seu condutor avistar a equipe policial. Percebendo tal ato, os policiais realizaram acompanhamento tático ao veículo, motivo que fez com que os ocupantes da caminhonete a abandonassem na mata próxima a rodovia e empreendessem fuga a pé.

Os policiais, após realizarem a verificação do veículo, constataram que tratava-se de objeto de roubo, e que tal fato teria acontecido na noite anterior (31 de outubro). Como não foi possível localizar os infratores, a caminhonete foi encaminhada à perícia da Polícia Civil para procedimentos técnicos e posterior destinação.

Fonte: PRF/RO

Deputada Rosangela Donadon anuncia que vai destinar R$2 milhões para saúde de Vilhena

0

A parlamentar anunciou que vai destinar o recurso durante o lançamento do programa “Saúde no Interior” em Vilhena.

A deputada estadual Rosangela Donadon (PDT), anunciou durante o lançamento do programa “Saúde no Interior” em Vilhena neste sábado,30, que vai destinar R$2 milhões para saúde de Vilhena.
O evento contou com a presença do secretário de Saúde de Rondônia, Fernando Máximo, do prefeito de Vilhena, Eduardo Japonês, secretários, vereadores entre outras autoridades políticas e da população em geral que aguardava o atendimento de saúde.
Rosangela Donadon reforçou o compromisso que tem em trabalhar para melhorar a saúde oferecida a população de Vilhena e de todo o Cone Sul de Rondônia.
“Vou destinar R$2 milhões para a saúde de Vilhena que é um município polo e recebe pacientes de todo o Cone Sul. Tenho recebido muitos pedidos da população para destinar o recurso para adquirir um aparelho de ultrassom com doppler que a rede municipal de Vilhena não tem, um aparelho de mamografia e um aparelho de ecocardiograma. Quero ouvir a população para saber as necessidades do município e destinar o recurso que vai contribuir para melhorar a saúde oferecida para a população”, disse a deputada.

 

 

Assessoria