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Ministro Luiz Fux autoriza compra de medicamento para aids

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, autorizou o governo a prosseguir com a compra de imunoglobulina humana 5G, medicamento utilizado no tratamento de aids e de diversas outras doenças autoimunes, no valor de R$ 310 milhões.

A compra havia sido interrompida a pedido da empresa indiana Virchow Biotech, que apesar de ter ficado em primeiro lugar na licitação, acabou desclassificada da disputa após o Ministério da Saúde entender que seu produto não atenderia às qualificações técnicas necessárias.

Entre os critérios que não teriam sido atendidos está uma pré-qualificação junto à Organização Mundial da Saúde (OMS). A companhia indiana argumentou que tal pré-qualificação não se aplicaria ao medicamento em questão, e que a decisão do governo acarretaria em gastos de R$ 160 milhões a mais pela compra do remédio.

Em manifestação no Supremo, a Advocacia-Geral da União (AGU) apontou a urgência na compra do medicamento, sob risco de completo desabastecimento, já no primeiro trimestre deste ano, em toda rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Outro agravante seria o tempo dilatado para a produção do remédio, que é obtido a partir do plasma humano (um dos componentes do sangue).

Diante dos argumentos do governo, Fux entendeu ser necessário atuar durante o plantão judicial, diante do “risco de severo desabastecimento do medicamento na rede SUS, o que poderia afetar a saúde de inúmeros cidadãos brasileiros”.

Fux ressalvou que sua decisão tem como objetivo impedir o desabastecimento, não impedindo que o relator original do caso, ministro Dias Toffoli, depois tome outras providências, caso sejam constatadas irregularidades na licitação.

Sintero repudia “amputação” do Projeto de Lei que regulamenta o Conselho Estadual de Educação, e defende aprovação do texto original

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Para isso, o Sintero defende a aprovação do texto original em trâmite na Assembleia Legislativa de Rondônia, e que o Projeto de Lei, após aprovado, seja sancionado pelo governador

O Sintero integra uma ampla frente de entidades e instituições ligadas à educação em uma campanha pelo reconhecimento da importância e pela preservação das prerrogativas do Conselho Estadual de Educação. Para isso, o Sintero defende a aprovação do texto original em trâmite na Assembleia Legislativa de Rondônia, e que o Projeto de Lei, após aprovado, seja sancionado pelo governador.

Causou preocupação aos 18 diferentes segmentos representativos que compõem o Conselho, as investidas políticas que desfiguram o projeto original de regulamentação do órgão, um trabalho que por décadas foi projetado, discutido e deliberado pelas entidades colegiadas, e que agora corre o risco de ser distorcido.

Atualmente o funcionamento do Conselho Estadual de Educação é regulamentado por decreto governamental, obedecendo o que diz o artigo 196 da Constituição do Estado de Rondônia. Diante da necessidade de se aprovar um regulamento próprio e definitivo, foi elaborado um anteprojeto com a participação das entidades representativas e encaminhado ao Executivo para que fosse enviado à Assembleia Legislativa para aprovação.

O anteprojeto visa normatizar o artigo constitucional que o regulamenta o Conselho Estadual de Educação dispondo sobre a competência, organização e diretrizes de funcionamento do órgão, bem como estabelece as competências de normatizar, autorizar, credenciar e reconhecer instituições, cursos, programas, projetos e outros, como serviços desempenhados ao Sistema Estadual de Ensino.

No entanto, ao iniciar sua tramitação no Legislativo Estadual, o Projeto de Lei teve pedido de vista na última sessão da ALE, realizada dia 22 de dezembro, quando recebeu propostas de emendas que desfiguram o projeto original e não atendem aos interesses do Sistema Estadual de Ensino.

Para as entidades representativas do Conselho, as emendas apresentadas ferem princípios da proporcionalidade e entendem que os deputados estaduais antes de propor as emendas, poderiam ter ouvido as entidades que compõem o colegiado, para uma construção conjunta e democrática.

Entre as emendas, algumas propostas descaracterizam os princípios e finalidades do Conselho como órgão normativo que credencia escolas e instituições educacionais, criam abertura para representação de órgãos que oferecem cursos livres sem amparo legal, reduz o mandato de conselheiros, aumenta o número de conselheiros onerando ainda mais os cofres públicos, e alteram as prerrogativas do Conselho.

A presidente do Sintero, Lionilda Simão de Souza, considera as mudanças propostas uma tentativa de interferência e controle político do Conselho, que deveria ser preservado como um órgão de função técnica, normativa e deliberativa e de controle social, imprescindível ao desenvolvimento educacional do Estado de Rondônia.

“Estamos pedindo aos deputados estaduais para que não adotem essas interferências políticas, e que aprovem o texto original. Ao governador Marcos Rocha, a sociedade rondoniense pede para que não sancione um texto desfigurado por emendas políticas de interesses sazonais. Agindo assim, estará preservando a verdadeira função do Conselho Estadual de Educação”, disse a presidente do Sintero.

Morre o jornalista Paulo Júnior, aos 36 anos, em Porto Velho

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Morreu na manhã desta terça-feira (4), o jornalista Paulo Júnior Ribeiro, 36 anos, no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), em Porto Velho.

No começo de outubro do ano passado, Paulo anunciou nas redes sociais que estava com diversas doenças e a sua saúde estava bem debilitada. Ao longo dos meses ele foi internado no Cemetron.

Na segunda quinzena de novembro, ele anunciou sua volta para casa, ainda com a saúde bastante debilitada.

No dia 24 de dezembro, véspera de Natal, Paulo postou uma foto com sua mãe e escreveu: “Hoje minha noite de Natal vai ser assim: ao lado da melhor companhia, mamãe”.

O velório do jornalista acontecerá na Funerária Flor de Lis, na avenida Jorge Teixeira, a partir das 14h30.

 

Tudorondonia

Rosangela Donadon anuncia empenho de recurso para aquisição de ambulância UTI móvel e um veículo para saúde de Vilhena

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O recurso no valor de R$350 mil será utilizado para aquisição de uma ambulância UTI móvel e um veículo para atender a saúde de Vilhena.

A deputada estadual, Rosangela Donadon (PDT) anunciou que foi empenhado o recurso no valor de R$ de R$245 mil para aquisição de uma ambulância UTI móvel para transportar os pacientes em estado grave do município de Vilhena e R$74.475,00 para aquisição de um veículo para transportar a equipe que trabalha no programa Melhor em Casa que atualmente atende 66 pacientes com cuidados médicos em suas residências.
Empenhada em trabalhar para melhorar a qualidade da saúde oferecida à população de Vilhena, Rosangela Donadon ressaltou que destinou o recurso a pedido vereadora professora Vivian Repessold.

“Estou trabalhando empenhada para contribuir para melhorar a saúde pública oferecida para a população do Cone Sul e por isso destinei recursos para aquisição de uma ambulância UTI móvel e veículo para atender a saúde de Vilhena. O recurso no valor de R$350 mil que seria utilizado para compra de aparelho de endoscopia será revertido para compra da ambulância e do veículo atendendo assim a população de Vilhena a pedido da prefeitura que informou que já possuía recurso para aquisição deste aparelho”, disse a deputada.

Rosangela Donadon informou que já comunicou a nova secretária de Saúde de Vilhena, Weslaine Amorim sobre o empenho do recurso e que em breve o dinheiro estará na conta da prefeitura para aquisição da ambulância e do veículo.

Da Assessoria

Comissão aprova proposta para facilitar processos de reconhecimento de paternidade Fonte: Agência Câmara de Notícias

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que busca aprimorar o processo de reconhecimento de paternidade. O texto assegura a gratuidade de exames de investigação de paternidade, inclui no censo escolar o levantamento de informações sobre alunos que não possuem paternidade estabelecida, autoriza o reconhecimento espontâneo e garante isenção de custas processuais para averbamento do registro civil de nascimento.

O Projeto de Lei 57/21, do deputado Wilson Santiago (PTB-PB), foi aprovado com emenda do relator, deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que alterou a competência sobre o levantamento dos dados familiares dos alunos sem paternidade registrada.

O texto original determina que cabe ao Ministério da Educação (MEC) fazer esse levantamento e remeter os dados para as Corregedorias dos Tribunais de Justiça, os Ministérios Públicos dos Estados e do Distrito Federal e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o objetivo de iniciar procedimentos de investigação de paternidade.

O relator, no entanto, afirma que essa competência é do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. “A partir da consolidação dos dados do censo escolar, não nos parece que o MEC seja o órgão do Poder Executivo Federal mais adequado para realizar o levantamento individualizado dos dados familiares, tampouco remetê-los para o CNJ, Corregedorias dos Tribunais ou para os Ministérios Públicos”, avaliou.

Para o deputado, o levantamento e a remessa dos dados deveriam ser realizados pelo Ministério da Mulher por causa das suas competências, especialmente a Secretaria Nacional da Família, órgão que pode trabalhar com a colaboração do Ministério da Educação e dos sistemas de ensino estaduais, distrital e municipais.

Eduardo Barbosa destacou que sua análise está limitada aos aspectos educacionais da proposta, especificamente o uso dos dados do censo escolar na investigação de paternidade. “Outras questões relacionadas à repercussão da matéria no Sistema Único de Saúde (SUS) e às fontes de custeio decorrentes da aprovação da proposição serão examinadas pelos colegiados seguintes”, explicou.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Médicos pelo Brasil: confira lista dos 4.919 municípios homologados para participar do programa

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Nurse checking patient's pulse, medical checking pulse by hand.Medical and healthcare concept.

Para fortalecer o atendimento da população na Atenção Primária, o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, divulgou na sexta-feira (31/12), a lista de municípios homologados para participar do programa Médicos pelo Brasil. No total, 4.919 municípios e Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) manifestaram interesse em 4,6 mil médicos que poderão ser contratados em 2022.

O Programa Médicos pelo Brasil (PMpB) vai substituir gradativamente o Projeto Mais Médicos para o Brasil, com diferenciais. A prioridade é atender regiões vulneráveis, remotas e de difícil provimento, e todos os médicos aprovados no processo seletivo vão contar com uma especialização em medicina da família e comunidade, para oferecer um atendimento de mais qualidade para a população.

O Governo Federal, por meio do  Ministério da Saúde, havia realizado o chamamento público dos municípios e DSEIs elegíveis (5.233 no total) no dia 15 de dezembro, e os gestores tiveram até o dia 21 para manifestar interesse, por meio da plataforma e-Gestor. Posteriormente, até o dia 27 de dezembro, os gestores confirmaram a adesão e também puderam indicar a quantidade de vagas que gostariam de ocupar em 2022, observando o quantitativo máximo para cada um deles. No total, o Médicos pelo Brasil disponibilizou até 5 mil vagas para todo Brasil.

O secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Raphael Câmara, reforça a importância do programa como ferramenta de ampliação da oferta de saúde para quem mais precisa. “As regiões Norte e Nordeste serão as mais atendidas por serem as que mais precisam, e ficamos muito satisfeitos com a alta adesão dos gestores. Isso mostra que o apoio técnico que estamos fazendo está surtindo efeito”, diz o secretário, que também é presidente do Conselho Deliberativo da Agência de Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps), responsável pela operação do PMpB.

Confira aqui o ato normativo, além do número de vagas disponibilizadas por município e por DSEI nas publicações a seguir: parte 2parte 3 e parte 4.

Programa

O Médicos pelo Brasil foi lançado em 2019 com o objetivo de estruturar a carreira médica federal para locais com dificuldade de provimento e alta vulnerabilidade. Conforme a Lei nº 13.958, a execução do novo programa será realizada por meio da Adaps. A agência foi instituída pelo Decreto nº 10.283, em março de 2020, e ela pode firmar contratos, convênios, acordos, ajustes e outras ferramentas de gestão com órgãos e entidades públicas e privadas. A principal finalidade da Adaps é levar médicos para a Atenção Primária, organizar e qualificar o fluxo de assistência.

Para a definição dos locais a serem incluídos no Médicos pelo Brasil foi estabelecida a classificação dos municípios brasileiros por grau de prioridade. Como critérios primários, foram considerados: classificação geográfica definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); e percentual da população vulnerável socioeconomicamente. Como critérios secundários, foram levados em conta os indicadores de arrecadação per capita tributária municipal; população SUS dependente; internações por condições sensíveis à APS; e cobertura da Estratégia de Saúde da Família. Confira aqui as regras do programa.

Com informações do Ministério da Saúde.

Câmara: Comissão aprova proibição de cobrança adicional por uso de aplicativo de mensagem

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Pelo texto, aplicativos de mensagens multiplataforma devem ser considerados serviços de valor adicionado, e não serviços de telecomunicações

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe as operadoras de telefonia de fazer cobrança adicional pelo uso de aplicativo de mensagens multiplataforma (como WhatsApp ou Telegram) ou fazer restrições ao tráfego de dados de internet do usuário no uso desses aplicativos.

O texto aprovado é o substitutivo do deputado André Figueiredo (PDT-CE) ao Projeto de Lei 2993/15, do deputado Ronaldo Carletto (PP-BA), e o Projeto de Lei 3003/15, apensado. O texto mantém as mudanças feitas pela Comissão de Defesa do Consumidor, com ajustes de redação para adequar o texto às terminologias usadas na legislação de telecomunicações e no marco civil da internet.

André Figueiredo também deixou claro no texto que a vedação se a aplica às cobranças adicionais, a fim de preservar os planos e serviços que ofereçam aos usuários acesso gratuito a aplicações de internet de mensagens multiplataforma. A proposta aprovada altera a Lei Geral de Telecomunicações e o Código de Defesa do Consumidor para evitar a cobrança adicional.

De acordo com o texto, os serviços de mensagem multiplataforma como serviços de valor adicionado – atividade que acrescenta a um serviço de telecomunicações, mas não se confunde com ele. O objetivo é assegurar que o consumidor continue tendo o direito de usar os serviços de mensagens de forma livre e sem ônus.

Essa definição, segundo o deputado, consolida em lei o entendimento de que os aplicativos de mensagens multiplataforma devem ser considerados serviços de valor adicionado, e não serviços de telecomunicações. “A proposição não oferece margem de dúvidas quanto à natureza jurídica dos aplicativos de internet, eliminando a possibilidade da interpretação de que aplicações como o WhatsApp e o Telegram seriam uma forma clandestina ou mascarada de prestação de serviço de telecomunicações”, explicou Figueiredo.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Medida provisória destina R$ 700 milhões a regiões atingidas por fortes chuvas

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R$ 200 milhões serão destinados a compra de alimentos para grupos populacionais tradicionais e R$ 500 milhões para o Sistema Único de Assistência Social

A Medida Provisória 1092/21 abre crédito extraordinário de R$ 700 milhões para o Ministério da Cidadania atender as regiões brasileiras afetadas pelas fortes chuvas de dezembro.

Os recursos devem ser destinados principalmente aos estados da Bahia e de Minas Gerais, que foram os mais atingidos pelas enxurradas que deixaram pelo menos 107 mil desabrigados e 31 mortos nos dois estados.

Divisão do dinheiro
A medida provisória direciona R$ 200 milhões para a distribuição de alimentos a grupos populacionais tradicionais e específicos e R$ 500 milhões para a proteção social no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

O envio de cestas de alimentos para moradores dessas regiões será feito em parceria com o Pátria Voluntária.

Rodovias e fundo emergencial
No dia 28 de dezembro, o governo já havia editado a Medida Provisória 1086/21, abrindo crédito extraordinário de R$ 200 milhões para recuperar rodovias danificadas por chuvas.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), chegou a defender a criação de um fundo emergencial para garantir recursos para os estados e municípios conseguirem reconstruir estruturas danificadas em desastres naturais, como as chuvas que atingem as regiões Nordeste, Norte e Sudeste.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Nova lei define regras para o retorno da propaganda de partidos políticos no rádio e na TV

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Nos anos eleitorais, a propaganda partidária, que estava extinta desde 2017, só será veiculada no primeiro semestre

O texto, que altera a chamada Lei dos Partidos Políticos, foi aprovado pela Câmara dos Deputados em outubro e pelo Senado em dezembro. A lei foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (4).

Bolsonaro vetou um trecho que determinava que as emissoras de rádio e de televisão teriam direito a uma compensação fiscal pela cessão do horário. Essa compensação seria calculada a partir da medida de faturamento das emissoras no horário das inserções.

O veto foi recomendado pelo Ministério da Economia, que considerou que esse trecho violaria o interesse público e a constitucionalidade por criar um benefício fiscal sem a estimativa do impacto orçamentário.

Cláusula de desempenho
De acordo com a nova lei, partidos que não tiverem alcançado a cláusula de desempenho, prevista na Constituição, não terão direito a inserções. As regras sobre o tempo de propaganda levam em consideração o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados:

  • o partido que tiver mais de 20 deputados federais terá direito à utilização de 20 minutos por semestre, para inserções de 30 segundos, nas redes nacionais, e de igual tempo nas emissoras estaduais;
  • o que tiver entre 10 e 20 deputados federais terá direito à utilização do tempo total de 10 minutos por semestre, para inserções de 30 segundos, nas redes nacionais e nas emissoras estaduais;
  • no caso do partido que tiver eleito até nove deputados federais, serão cinco minutos por semestre, para inserções de 30 segundos, nas redes nacionais e nas redes estaduais.

Conforme a lei, as emissoras de rádio e televisão deverão veicular as inserções entre as 19h30 e 22h30, divididas proporcionalmente dentro dos intervalos comerciais. Nos anos eleitorais, as propagandas partidárias só serão veiculadas no primeiro semestre. Ainda de acordo com a lei, os partidos deverão destinar ao menos 30% das inserções anuais à participação feminina. Sem definir percentuais, o texto também determina que cada partido assegure espaço para estimular a participação política de mulheres, negros e jovens.

Proibições
A lista de proibições é extensa. Pessoas não filiadas ao partido responsável pelo programa não podem participar. Também é proibida a divulgação de propaganda de candidatos a cargos eletivos e a defesa de interesses pessoais ou de outros partidos, bem como toda forma de propaganda eleitoral.

Outra vedação é a utilização de imagens ou cenas incorretas ou incompletas, de efeitos ou de quaisquer outros recursos que distorçam ou falseiem os fatos ou a sua comunicação. Não é permitida ainda a utilização de notícias comprovadamente falsas, além da prática de atos que resultem em qualquer tipo de preconceito racial, de gênero ou de local de origem e prática de atos que incitem a violência.

Pelo texto, partidos que descumprirem essas regras serão punidos com a cassação do tempo equivalente a dois a cinco vezes ao da inserção ilícita, no semestre seguinte. As inserções nacionais serão veiculadas nas terças, quintas e sábados, e as estaduais nas segundas, quartas e sextas.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Governo Federal divulga número de vagas para o FIES em 2022

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No primeiro semestre serão disponibilizadas 66.555 vagas e no segundo semestre 44.370 novas vagas
O Comitê Gestor do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) divulgou no fim da tarde da quarta-feira (29/12), a quantidade de vagas que serão disponibilizadas para o Fies em 2022. Ao todo serão disponibilizadas 110.925 vagas para o exercício de 2022, primeiro ano do Plano Trienal, período de 2022 a 2024, com aporte de 500 milhões de reais no Fundo Garantidor do Fies (FG-Fies), provenientes do orçamento do Ministério da Educação (MEC). No primeiro semestre, os estudantes terão acesso a 66.555 vagas, 60%, e 44.370 vagas, no segundo semestre, 40% do total.

O Fies é um programa do Governo Federal destinado à concessão de financiamento a estudantes regularmente matriculados em cursos superiores não gratuitos e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC.

Para efetuar a inscrição, é necessário que o estudante tenha realizado alguma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entre os anos de 2010 e 2020. Além disso, o participante precisa ter notas iguais ou acima de 450 pontos e nota diferente de zero na redação. Outro critério é o da renda familiar mensal, que tem que ser de até três salários mínimos por pessoa.

Como se inscrever

Para se inscrever no Fies é preciso ter uma conta no Portal gov.br, que possibilitará o acesso ao Portal Fies (pfies.mec.gov.br/) . As inscrições para o Fies ocorrem duas vezes por ano, antes do início das aulas em cada semestre.

Com informações do Ministério da Educação