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Rosangela Donadon pede bom senso na revisão do IPTU em Vilhena

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Deputada conclama prefeito Eduardo Japonês à ponderação em momento de pandemia

A deputada Rosangela Donadon se manifestou preocupada com a política tributária adotada pelo prefeito Eduardo Japonês, que, na virada do ano instituiu nova tabela do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Contribuição para o Serviço de Iluminação Pública (Cosip) no Município de Vilhena, com um aumento nominal de mais de dez por cento. “Estamos em um momento delicado, em que todas as famílias ainda se debatem com dificuldades em seu orçamento doméstico em face dos impactos da pandemia”, afirmou a parlamentar.
Segundo Rosangela, não é o momento de se trabalhar com a letra seca da lei, até porque a própria legislação, conforme se percebe em uma leitura, indica elementos de ponderação que devem ser considerados na atualização tributária. No caso do IPTU, a Lei Complementar Nº 259 diz, por exemplo, no seu art. 10, inciso I, que devem ser considerados fatores como a desvalorização dos terrenos e os preços efetivamente praticados nas últimas transações de compra e venda. “Todos sabem que houve uma oferta muito grande, bem maior do que a procura, e isso impactou negativamente o valor dos imóveis”, observou a deputada.
Segundo Rosângela, a população deve ser chamada ao diálogo. “E um diálogo humano, devendo-se evitar tratar de forma mecânica, com recálculos automáticos, algo que afeta tanto o orçamento doméstico e, concomitantemente, a vida das famílias vilhenenses”, enfatizou a deputada. Segundo Rosangela, “não convém tratar de forma político-partidária a uma questão eminentemente técnica, lembrando que os princípios de uma boa gestão pública apontam no sentido de que o diálogo com o povo deve ser permanente e não apenas em período eleitoral”.

 

Assessoria

Covid: Brasil corre risco de nova onda silenciosa com variante ômicron e testes escassos?

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Por André Biernath, BBC

O físico Wesley Cota, pesquisador da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, montou um dos sites mais completos para o monitoramento da pandemia de covid-19 no Brasil.

A página, que traz informações sobre casos, hospitalizações, mortes, testagem e vacinação detalhados pelas cidades do país, serve de referência até para o Our World In Data, portal criado na Universidade de Oxford, no Reino Unido, que reúne estatísticas globais sobre a crise sanitária.

O especialista se mostra apreensivo com a atual situação do país. “A gente está no escuro. Vemos os profissionais de saúde relatando aumento de casos de infecções respiratórias, mas não temos a menor ideia se é gripe ou covid”, aponta.

“Também não sabemos se esses casos têm a ver com a variante ômicron e o quanto ela está disseminada por aqui.”

 

Cota não é o único a levantar essa preocupação: ao longo das últimas semanas, diversos especialistas que acompanham a situação da covid-19 no Brasil fizeram uma série de críticas a respeito da disponibilidade de dados capazes de refletir o que realmente está acontecendo por aqui.

O temor deles é que, a exemplo do que ocorre agora em várias partes do mundo, como Reino Unido, França e Estados Unidos, a ômicron esteja se espalhando de forma silenciosa e acelerada pelo país, impulsionada pela maior capacidade de transmissão dessa variante e pelas aglomerações e festas de final e de início de ano.

A principal dificuldade para ver esse aumento claramente, dizem eles, é o fato de que o Brasil nunca teve uma política pública de testagem, isolamento de casos positivos e rastreamento de contatos.

Procura por testes de Covid e gripe no Rio crescem; diagnósticos positivos aumentam 6 vezes

Oportunidade desperdiçada

 

Desde março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) bate na tecla de que testar, isolar e rastrear são atitudes primordiais para lidar com a covid-19.

Num discurso realizado em 16 de março daquele ano, o biólogo etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da entidade, classificou essas três ações como “a espinha dorsal da resposta à pandemia”.

“A forma mais eficaz de prevenir infecções e salvar vidas é quebrar as cadeias de transmissão. Para fazer isso, é preciso testar e isolar”, declarou.

 

“Você não pode combater um incêndio com os olhos vendados. E não podemos parar esta pandemia se não soubermos quem está infectado.”

“Temos uma mensagem muito simples para todos os países: teste, teste e teste”, orientou Ghebreyesus.

A recomendação foi seguida à risca pelos países mais bem-sucedidos no controle do vírus: Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul e partes da Europa são alguns exemplos de locais que conseguiram lançar um programa de testagem para detectar o aumento de casos positivos e agir rapidamente, antes que a situação saísse do controle.

A bióloga e divulgadora científica Tabata Bohlen, que morou em dois países europeus nos últimos meses, relata como é fácil ter acesso aos exames por lá.

“Além disso, você encontra testes para comprar em supermercados e farmácias, com preços que vão de 1 a 5 euros [6 a 30 reais].”

Esses autotestes, que são comprados por um valor baixo e podem ser feitos em casa, sequer estão disponíveis ou regulamentados no Brasil.

 

“Na Áustria, pelo que vi até agora na cidade de Viena, as pessoas conseguiam retirar sete testes por semana para fazer em casa nas farmácias por semana e o valor era descontado do plano de saúde. Em alguns casos, era necessário enviar um vídeo do momento da testagem, para garantir que a coleta foi feita de forma apropriada.”

“Também há centros de testagem caso você não queira fazer por conta própria”, completa.

Na contramão desses lugares, o nosso país nunca teve uma política de testagem da covid bem definida, de acordo com especialistas ouvidos pela BBC News Brasil.

“Se tem um quesito que o Brasil realmente falhou e continua a falhar nesta pandemia é na testagem. Nunca houve uma disponibilidade de exames ou uma mensagem clara de quando, como e quem deve ser testado“, analisa Lorena Guadalupe Barberia, professora do Departamento de Ciências Políticas da Universidade de São Paulo e integrante do Observatório Covid-19 BR.

“E não basta disponibilizar os kits de exames: o governo deveria ter um programa amplo e coerente. Era preciso deixar claro o que fazer se o resultado fosse positivo, como se isolar adequadamente, além de avisar as pessoas com quem você teve contato nos últimos dias para que elas também fossem testadas“, complementa.

O enfermeiro e epidemiologista Laio Magno, professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), entende que o país tinha tudo para ser um exemplo mundial na testagem da covid, mas perdeu essa oportunidade.

“Poderíamos ter aproveitado nossa imensa rede de atenção básica de saúde. Nós temos equipes de saúde da família, médicos, enfermeiros, agentes comunitários e outros profissionais que estão espalhados por todo o país e fazem esse elo do Sistema Único de Saúde com as comunidades”, avalia o especialista, que também integra a Comissão de Epidemiologia da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).

“A nossa atenção primária é exemplo e está diretamente relacionada com a diminuição da mortalidade infantil, além de já ter experiência na testagem de outras doenças, como infecção por HIV, sífilis e hepatites B e C”, conclui.

Laboratórios tentam determinar incidência da variante ômicron no Brasil

Onda silenciosa?

 

Sem essa informação dos diagnósticos, fica difícil entender como o vírus está se espalhando e se há alguma região que apresenta aumento nos casos de covid.

Vale lembrar aqui que essa doença costuma demorar alguns dias para apresentar sintomas, e só uma parcela dos infectados vai desenvolver sinais mais graves, que exigem uma avaliação médica e eventualmente até uma internação.

Ou seja: sem testes, os indivíduos com sintomas leves (ou sem incômodo algum) não sabem que estão com o coronavírus e muitas vezes seguem a vida normalmente, passando o patógeno adiante.

 

É justamente isso que cria as cadeias de transmissão viral na comunidade. Após algum tempo, isso pode desembocar em aumento das hospitalizações, escassez de insumos, leitos e profissionais e até o colapso do sistema de saúde.

Agora, quando esse repique é observado com antecedência, logo em sua origem, é possível reforçar as ações preventivas nessa região específica, como o uso de máscaras e distanciamento social, para controlar o problema no local e evitar que ele se espalhe para outros lugares.

Saber dessas estatísticas, aliás, é ainda mais estratégico num momento em que temos uma nova variante com alto potencial de transmissão, como a ômicron, que está por trás de recordes de casos registrados nos últimos dias em várias partes do mundo.

“Estamos vivendo uma onda silenciosa de infecções de ômicron e nem notamos isso, porque não temos uma política de testagem adequada”, observa o epidemiologista Pedro Hallal, professor da Universidade Federal de Pelotas.

Embora essa “onda silenciosa” ainda não apareça nas estatísticas oficiais, ela já começa a despontar em alguns levantamentos feitos por grupos privados.

 

A Dasa, que conta com mais de 900 unidades laboratoriais no país, divulgou que houve um aumento importante na taxa de positividade dos testes de covid-19 nas últimas semanas.

Em 4 de dezembro, 1,3% dos exames realizados traziam resultado positivo. Já no dia 26/12, essa porcentagem subiu para 11,4%.

Já a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) revelou que essa taxa de positividade dos testes realizados em cerca de 3 mil estabelecimentos saltou de 5% no início de dezembro para 20% após o Natal.

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Falta de referências

 

Os especialistas se queixam da falta de transparência e na forma como os números sobre testagem são disponibilizados pelo Governo Federal, os Estados e os municípios.

Para piorar, algumas dessas bases de dados não são atualizadas desde agosto ou outubro.

Um exemplo dessa falta de referências aparece no site Our World In Data. Por lá, não há informações sobre a taxa de positividade de testes realizados no Brasil, o número de testes feitos para cada positivo ou os detalhes de quais são as políticas de testagem adotadas por aqui.

Esses mesmos dados relativos aos países da América do Norte, da Europa, da Oceania e de partes da Ásia e da América Latina estão facilmente disponíveis na plataforma.

Cota, da UFV, também sente na pele essa dificuldade de encontrar as estatísticas de testagem no Brasil.

“É muito complicado achar o número de testes realizados por dia ou por semana. Desde o início da pandemia, as Secretarias Estaduais de Saúde nunca priorizaram essa informação”, comenta.

O físico diz que, para manter o site, ele colhe as estatísticas sobre testagem de um outro repositório, chamado de Giscard.

“É onde encontrei as informações mais confiáveis até agora”, aponta Cota.

Lá, é possível ver o número de testes realizados por Estado, a porcentagem da população que passou pelo exame e a taxa de positividade.

Mas há um outro problema: os dados disponibilizados por algumas secretarias de Saúde estão muito desatualizados.

 

Em mais de dez Estados, como Pará, Mato Grosso e Rio de Janeiro, a última informação disponível sobre testagem é de 2 de outubro, há três meses.

“Infelizmente, o Brasil nunca foi capaz de trazer informações do tipo ‘ontem foram realizados 100 mil testes e 15% deles foram positivos'”, exemplifica Barberia.

“Até hoje, não foi realizada uma comunicação sobre a importância de as pessoas testarem e se isolarem quando o resultado é positivo”, lamenta.

A especialista em políticas públicas da USP faz uma comparação do que ocorreu com a testagem recentemente em dois locais: um nos Estados Unidos e outro no Brasil.

“Nos últimos setes dias, o Estado de Nova York, que tem 19 milhões de habitantes, realizou 1,5 milhões de testes RT-PCR”, informa.

“Já São Paulo, com 40 milhões de habitantes, sequer traz dados atualizados. Temos que nos nortear pelas estatísticas de novembro, em que foram realizados 300 mil testes RT-PCR durante todo o mês no Estado, sendo que dois terços vêm da rede privada de saúde e têm custo elevado”, compara.

Melhor indicador segue paralisado

 

Para completar o cenário de incertezas, o Boletim Infogripe, divulgado semanalmente por representantes da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), não é publicado há mais de 21 dias.

No início de dezembro, o site e os sistemas de informática do Ministério da Saúde sofreram um ataque hacker que até agora não foi 100% solucionado.

O boletim é considerado uma das principais fontes para entender o estágio da pandemia no país. Ele compila e analisa os números de hospitalizações e mortes por Síndrome Aguda Respiratória Grave (SRAG) e indica as tendências de diminuição ou crescimento de casos.

Por lei, os hospitais são obrigados a notificar todos os pacientes com SRAG ao Ministério da Saúde. Em razão da pandemia e da alta circulação do coronavírus, depreende-se que a maioria desses indivíduos esteja mesmo com covid-19.

“Terceira semana consecutiva sem poder fazer a atualização do Boletim Infogripe por conta de entraves técnicos que seguem fazendo com que o ministério não repasse os dados. Em nome da equipe do Infogripe, pedimos desculpas à rede de vigilância nacional e à população”, escreveu no Twitter o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do relatório na FioCruz.

“Não temos como avaliar como está a situação das internações por infecções respiratórias em todo o território nacional. Na última semana de novembro, publicamos um alerta sobre a possível retomada do crescimento em diversos Estados. Como está hoje? Quais são os vírus que estão dominando em cada local? Quais as faixas etárias mais afetadas? Não sabemos…”

“Com isso, a rede [de vigilância] fica na dependência de sistemas próprios, nem sempre equivalentes entre os Estados, e a população fica desinformada ou com acesso apenas a relatos de unidades de saúde específicas”, lamentou.

Também no Twitter, o físico Roberto Kraenkel, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) classificou a situação como “um escândalo que ainda não recebeu a devida atenção”.

“A Polícia Federal e o Ministério da Saúde não explicam claramente o que está acontecendo, nem porque está demorando tanto para restabelecer as bases de dados num momento em que a ômicron está em expansão iminente”, escreveu.

Magno, da Uneb e da Abrasco, destaca mais uma vez a sensação de estar às cegas num momento tão sensível da pandemia.

“A gente não sabe o que está acontecendo agora. Além da testagem muito aquém do ideal, vivemos esse apagão de dados, em que Estados e municípios apresentam dificuldade para divulgar o pouco que tínhamos à disposição”, critica.

Já Cota, da UFV, não aparenta ter muitas esperanças de que as coisas possam se modificar.

“Estamos praticamente completando o segundo ano de pandemia, não conseguimos evoluir na disponibilidade dos dados e não temos nenhuma expectativa de que isso vá melhorar”, avalia.

“Nos resta torcer para que os sistemas sejam restabelecidos para voltarmos ao que tínhamos antes do ataque hacker”, completa.

O que diz o governo

 

No dia 17 de setembro, o Ministério da Saúde lançou o Plano Nacional de Expansão da Testagem para Covid-19.

Nas palavras do ministro Marcelo Queiroga, o principal objetivo era “ampliar a nossa capacidade de testagem”.

“Todos lembram que no começo da pandemia era difícil realizar os testes, porque a infraestrutura, não só do Brasil, mas do mundo todo, não existia. Hoje, os nossos sistemas foram aprimorados com investimento do Ministério da Saúde para realizar testes. E a tecnologia evoluiu, agora nós temos os testes rápidos de antígenos que em 15 minutos nós dão resultados”, discursou.

A previsão era que fossem realizados até o final de 2021 cerca de 60 milhões de testes de antígeno, que dá o resultado em poucos minutos.

Na visão de Barberia, essa quantidade é insuficiente para o tamanho da população brasileira e não sinaliza o início de uma política efetiva para a detecção de novas ondas da covid em território nacional.

“O governo anuncia compras de 20, 40, 60 milhões de testes, que são muito inferiores à capacidade que precisávamos instalar no país”, comenta a especialista da USP.

“E sem contar que esses números precisam estar alinhados a uma estratégia. Quem vai ser testado? Por que? E o que acontece se o indivíduo for diagnosticado com covid? Onde ele ficará isolado? E o que fazer com as pessoas com quem ele teve contato?”, questiona.

“Da forma como são feitos esses anúncios, nunca entendemos de verdade o que será feito.”

A BBC News Brasil entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde e pediu esclarecimentos sobre quatro questões relacionadas à política de testagem e aos anúncios feitos recentemente, como você confere abaixo:

Até a publicação desta reportagem, não recebemos nenhuma resposta.

Fonte/G1

Por André Biernath, BBC

Soja: quebra de safra na área da Coopavel (PR) deve superar 50%

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As lavouras de soja na região da Cooperativa Coopavel, que atua em 20 municípios do oeste e sudoeste do Paraná, enfim recebem chuvas benéficas nesta terça-feira (4), após 40 dias sem precipitações. As informações são de fonte da cooperativa, que concedeu entrevista exclusiva à Agência Safras. “Espero que chova o dia interno”, comenta. A última chuva havia sido no dia 24 de novembro.

A quebra de safra na região pode superar 50% por causa da estiagem. “Inicialmente, esperávamos 4.080 quilos por hectare. Agora, o rendimento está estimado em 1.990”, lamenta o entrevistado. Na temporada passada, a produtividade média ficou em torno de 3.750 quilos por hectare.

A colheita já iniciou na região e atinge 0,5% da área. “O tempo seco antecipou o ciclo em quase 30 dias, pois fez uma maturação forçada”, explica a fonte. “Pelo menos, vai ser bom para a safrinha”, acrescenta.

Das lavouras restantes, 11% estão em fase de maturação, 62% em enchimento de grão e 27% em floração. A área está estimada em 412 mil hectares para a temporada 2021/22. Na safra anterior, foram 335 mil hectares.

 

POR AGÊNCIA SAFRAS

Selo ‘Produto 100% Rondônia’ é criado para incentivar consumo de alimentos e bebidas locais

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Segundo o poder executivo, o selo deverá ser utilizado nos alimentos e bebidas locais decorrentes de indústrias ou produções do pequeno agricultor.

O projeto de lei foi aprovado também pela Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO).

O selo de produto 100% Rondônia tem por objetivo:

  • Promover o consumo de produtos alimentícios produzidos no estado, focando assim na valorização e visibilidade social;
  • Conscientizar a população rondoniense sobre a importância de consumir produtos de Rondônia;
  • Promover o crescimento econômico do estado;
  • Estimular os empreendedores e o setor produtivo, além da geração de emprego e renda local.

 

Para receber o novo selo criado, o produtor rural interessado precisa comprovar que o produto a ser vendido foi produzido no estado, seja alimento ou bebida in natura, processado, semiprocessado e ultraprocessado.

Ainda conforme determina a lei, a ‘autodeclaração do produtor ou da indústria não exime a ocorrência de fiscalização a critério do órgão responsável’.

Por G1

Casal de produtores cria ‘Barraca da Confiança’ que funciona sem vendedor em Ariquemes

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Cliente pode depositar o dinheiro em uma caixinha ou transferir por PIX para levar o produto. Ideia surgiu através da necessidade de economizar tempo.

Confiança é a base para o negócio de um casal de produtores, em Ariquemes (RO). Valdomiro Marques e Inês Alves abriram uma banquinha que não possui vendedor: os clientes chegam, depositam o dinheiro em uma caixinha ou transferem o valor via PIX e levam o produto que escolheram.

A ideia surgiu através da necessidade de economizar tempo. Isso porque, na propriedade que possui cerca de dois hectares, o trabalho começa antes do sol nascer.

“O dia a dia nosso aqui é assim: levantar 4 horas da manhã, só tomar um chimarrão cedo e ir pra horta. Não tem sábado, não tem domingo, não tem chuva, não tem sol. É todo dia”, comenta Valdomiro.

Além de tomar muito tempo que poderia ser gasto na produção, o formato causava prejuízos financeiros. Por este motivo, Valdomiro e Inês criaram a “Barraca da Confiança”.

“Já aconteceu da gente perder produto, por não ter onde entregar”, relembra o produtor.

O modelo é simples na teoria: todos os produtos possuem o preço único de R$ 3. O cliente chega, deposita o dinheiro em uma caixinha e leva para casa o produto desejado, sem nenhum vendedor presente.

Enquanto o casal trabalha na produção, a barraca com os itens fica na Feira do Produtor de Ariquemes. Além da caixinha para depositar o dinheiro, o cliente ainda pode fazer transferência via PIX.

Por G1

FFER apresenta calendário do futebol rondoniense em 2022

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A Federação de Futebol do Estado de Rondônia (FFER) publicou nesta quarta-feira (29/12) o calendário do futebol rondoniense para a temporada 2022.

A temporada para os clubes rondonienses inicia já em fevereiro com as participações do Real Ariquemes e do Rondoniense na disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior, que será realizada no período de 2 a 25 de janeiro.

Em fevereiro, o pontapé será para o início do Campeonato Rondoniense, que contará com a participação de seis clubes. A competição será disputada no período de 19 de fevereiro a 7 de maio. Também em fevereiro o Porto Velho inicia sua caminhada na Copa do Brasil.

A partir do dia 17 de abril a bola começa a rolar para a Série D do Campeonato Brasileiro, que será prolongada até o dia 25 de setembro.

No Feminino, a bola vai rolar para o Real Ariquemes no Brasileiro Série A2 a partir do dia 21 de maio. Na mesma data marca o início do Brasileiro Série A3, o qual contará com a participação inédita do Barcelona. Já o Estadual Feminino está marcado para ocorrer no período de 1º de outubro a 5 de novembro.

Assim como em 2021 está programada a realização da Série B do Campeonato Rondoniense, que será realizada no período de 4 de junho a 4 de agosto.

Em 2022, a FFER vai seguir fomentando o futebol de base do Estado. O Sub-20 será disputado no período de 28 de maio a 16 de julho. O Sub-17 será realizado no período de 6 de agosto a 15 de outubro. O Sub-13 e Sub-15 estão agendados para o período de 22 a 26 de junho.

Texto: Alexandre Almeida/FFER

Atlético-MG encaminha venda de Junior Alonso para o Krasnodar, da Rússia

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Atlético-MG encaminhou, na manhã desta terça-feira, a venda do zagueiro Junior Alonso para o Krasnodar, da Rússia. O negócio deve render cerca de 8,2 milhões de dólares aos cofres mineiros, cerca de R$ 46,7 milhões.

Restam apenas detalhes burocráticos para a confirmação da venda, como a troca das minutas de contratos e aprovação do defensor nos exames médicos do clube russo.

O negócio caminha para ser a grande venda da janela de transferências do Galo. Titular da seleção paraguaia, Alonso foi comprado pelo Atlético junto ao Boca Juniors em julho de 2020 por 3 milhões de euros (R$ 18 milhões, na cotação da época). Assim, o lucro com a negociação é de 155%.

O jogador rapidamente se tornou peça-chave da defesa, atuando pelo lado esquerdo do miolo de zaga. Com Sampaoli e Cuca, foi titular absoluto, mantendo sua posição na seleção paraguaia fazendo dupla com Gustavo Gómez. O defensor do Palmeiras, inclusive, chegou a ser consultado por Alexandre Mattos, então diretor de futebol do Galo, sobre Alonso, dando o “aval”.

– O Alonso, na verdade, o Sampaoli indicou ele. Até cheguei a ligar para o Gustavo Gomez perguntando ao Alonso, e falou super bem. Ele estava muito forte com o Boca e conseguimos dar uma atropelada. A pandemia ajudou, o Boca ficou na dúvida se iria voltar ou não, e eu fui enfático. As coisas deram certo. Sampaoli foi fundamental nessa ida do Alonso – disse Mattos, em participação ao Central do Mercado do ge desta segunda.

O Atlético tem um histórico recente de boas vendas de zagueiros ao exterior. Negociou Jemerson ao Monaco, em 2016, e Bremer ao Torino, em 2018.

No caso de Alonso, foge do perfil, pois irá fazer 29 anos em fevereiro e já teve passagem pela Europa (Celta de Vigo e Lille). Será uma das grandes vendas da história do clube.

Por GE

Ausente na Toca da Raposa, Fábio terá reunião para definir futuro no Cruzeiro; entenda o caso

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Goleiro acertou a renovação antes da chegada da gestão de Ronaldo; clube tem dívida milionária com atleta

Maior ídolo do atual elenco do Cruzeiro, Fábio ainda tem permanência incerta na Toca da Raposa para 2022. O goleiro vai se reunir com a cúpula cruzeirense, em encontro marcado para a noite desta terça-feira, a fim de tentar definir a situação. Ele não se apresentou com o elenco nesta manhã.

Fábio tinha contrato com o Cruzeiro até o fim do ano passado. Em novembro, acertou a renovação por mais uma temporada, em acordo anunciado oficialmente pelo clube (reveja no vídeo acima). A gestão mudou, e os moldes do que foi acertado serão revistos.

O orçamento previsto para o Cruzeiro em 2022 era maior do que aquele que será praticado pela gestão comandada por Ronaldo. Com isso, os vencimentos inicialmente combinados com o goleiro estão acima do que o atual gestor vai adotar como limite para o momento do clube.

Além do salário, há uma dívida milionária do Cruzeiro com o jogador em relação aos últimos anos, referentes a salários não pagos e acordos para repactuação dos vencimentos, o que ocorreu após a queda para a Série B e em meio à pandemia da Covid-19.

Apesar da necessidade de uma “engenharia financeira”, fontes ligadas ao jogador tratam com otimismo a possibilidade de permanência, que é a vontade de Fábio.

Aos 41 anos, Fábio foi um dos principais nomes do Cruzeiro, mesmo com as campanhas ruins nas duas últimas edições da Série B. Com 976 partidas, o goleiro acertou a renovação com a possibilidade de ser o primeiro jogador da história cruzeirense a superar a marca de mil partidas. Ele já é o atleta com mais jogos pelo clube.

 

Por/GE

Covid-19: vacina para crianças chega na segunda quinzena de janeiro

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As vacinas contra a covid-19 para crianças de 5 e 11 anos de idade começarão a chegar ao Brasil na segunda quinzena de janeiro. A informação foi dada nesta segunda-feira (3) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Sobre entrega de doses pediátricas do imunizante da Pfizer, o laboratório informou que está definindo as etapas de fornecimento com o governo brasileiro. “A Pfizer está atuando junto ao governo para definir as etapas do fornecimento das vacinas contra a covid-19 para imunização da faixa etária de 5 a 11 anos, com estimativa de entregas a partir de janeiro de 2022”.

Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, há duas semanas, a aplicação da vacina da Pfizer para crianças. Diante do aval da Anvisa, o Ministério da Saúde decidiu incluir as crianças no Programa Nacional de Imunização e liberar a vacinação daquelas que apresentarem prescrição médica para isso.

A medida causou reação de governadores e pelo menos 20 estados, além do Distrito Federal, já adiantaram que não irão seguir a recomendação da pasta. Nessas unidades da federação, a vacinação deverá sem feita sem exigência de pedido médico. São estes, os estados: Acre, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Consulta pública

Ontem (2) foi encerrada uma consulta pública aberta pelo Ministério sobre o assunto e amanhã haverá uma audiência pública com especialistas de diversas correntes sobre o assunto na sede da pasta, em Brasília.

A lista oficial de participantes ainda não foi divulgada pela pasta. Representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) participarão do debate. Na quarta (5) a pasta formalizará sua decisão sobre o assunto.

Questionado sobre o assunto, Queiroga ressaltou hoje que a medida não foi um “referendo” nem um “plebiscito”. “Nem é referendo, nem plebiscito. É uma consulta pública, seguida de uma audiência pública onde os especialistas das diversas correntes vão poder discutir para a sociedade tomar conhecimento. O objetivo disso, qual é? Oferecer aos pais as informações necessárias para que eles possam tomar as melhores decisões para os seus filhos”, explicou.

A consulta pública para vacinação de crianças foi contestada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos. Na última sexta-feira (31), a ministra Cármen Lúcia deu um prazo de cinco dias para que o presidente Jair Bolsonaro e Queiroga prestem informações sobre a medida.

A confederação quer que o Supremo determine à União que a vacinação desse grupo passe a ser obrigatória, e que a faixa etária seja incluída com urgência no Plano Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.

 

 

Repórter da Agência Brasil

Participantes do Enem podem consultar Cartão de Confirmação

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Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021, inscritos para a reaplicação das provas no próximo domingo (9) e no domingo seguinte (16), já podem entrar na Página do Participante e conferir, no Cartão de Confirmação de Inscrição, a data, o horário e local de aplicação do exame.

O cartão de confirmação traz ainda informações como número de inscrição, opção de língua estrangeira selecionada, bem como tratamento por nome social e atendimento especializado, caso esses serviços tenham sido solicitados e aprovados. Apesar de não ser obrigatório, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) recomenda que o inscrito leve o cartão nos dias de aplicação das provas.

Para visualizar ou imprimir o Cartão Confirmação, o participante precisa acessar o sistema do exame com o login e a senha únicos do governo federal. Caso o participante não lembre ou tenha perdido a senha, é possível recuperá-la.

Segundo o Inep, a reaplicação das provas é direcionada aos isentos que não compareceram ao Enem 2020 e que tiveram nova oportunidade para se inscrever na edição de 2021.

Também farão as provas os participantes que tiveram o pedido de reaplicação aprovado por estar com sintomas de doenças infectocontagiosas, problemas logísticos no dia da aplicação do Enem, em novembro do ano passado, além dos inscritos no exame para Pessoas Privadas de Liberdade ou sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL) 2021.

O exame avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, tornou-se uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (ProUni), ambos do Ministério da Educação.

Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servir de parâmetros para acesso a auxílios governamentais, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os resultados individuais do Enem também podem ser usados nos processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

*Com informações do Inep

Agência Brasil