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Ministério Público abre edital para participação da sociedade no Fundo de Reconstituição de Bens Lesados

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O Ministério Público de Rondônia, por meio do Fundo de Reconstituição de Bens Lesados, iniciou nesta segunda-feira, 10 (dez) de Janeiro, o recebimento de propostas do edital para escolha de uma entidade para compor o quadro de representatividade da sociedade civil no Conselho Gestor da FRBL no biênio 2022-2024.

Poderão compor o Conselho Gestor do Fundo de Reconstituição de Bens Lesados as entidades civis que estejam constituídas há pelo menos um ano e apresentem como finalidade institucional a proteção ao meio ambiente; aos patrimônios artístico, estético, histórico, turístico, paisagístico ou público; proteção ao consumidor, à ordem econômica, à livre concorrência ou qualquer outro interesse difuso ou coletivo.

A entidade deve ter sede e atuação em Rondônia, bem como não pode possuir fins lucrativos, nem estar enquadrada em quaisquer vedações impostas pela Lei federal nº 13.019/2014 (com redação dada pela Lei nº 13.204, de 14 de dezembro de 2015).

As instituições interessadas em participar do edital nº 04/2021/FRBL devem realizar cadastro através do preenchimento de formulário disponível no portal do MPRO https://www.mpro.mp.br/pages/servicos/frbl/cad-entidades, devidamente assinado e encaminhado à Secretaria do FRBL pelo e-mail [email protected]

Havendo mais de uma entidade cadastrada, a escolha será feita por sorteio público. O  MPRO alerta que o  prazo para cadastramento encerra no dia 20(vinte) de janeiro de 2022.  A  análise dos cadastros,  será realizada entre os dia  21(vinte e um)  a 25(vinte e cinco)  de janeiro e o sorteio será por meio de sessão pública, às 10h do dia 28 de janeiro no 8º andar, sala 1 – Ed. Sede do MPRO, sito na Rua Jamari, nº 1555 – Olaria, em Porto Velho – RO.

DCI – Departamento de Comunicação Integrada

Sancionada, com vetos, lei que estimula navegação entre portos nacionais

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a Lei 14.301/2022, que cria o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem (BR do Mar). Esse programa libera, de forma progressiva, o uso de navios estrangeiros na navegação de cabotagem do Brasil, sem a obrigação de contratar a construção de embarcações em estaleiros brasileiros. A lei foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (7). Entre os itens vetados estão a recriação do Reporto (benefício tributário ao setor) e o limite mínimo para a quantidade de trabalhadores brasileiros nas embarcações.

A nova lei teve origem no PL 4.199/2020, projeto de autoria do próprio Executivo. O texto foi analisado e aprovado pelas duas Casas do Congresso Nacional — no Senado, o relator da matéria foi Nelsinho Trad (PSD-MS).

As empresas que se habilitarem ao BR do Mar perante o Ministério da Infraestrutura terão direitos e deveres.

De acordo com o programa, as empresas poderão afretar uma embarcação a casco nu, ou seja, alugar um navio vazio para uso na navegação de cabotagem.

Depois de uma transição de quatro anos, o afretamento de navios estrangeiros será livre. Segundo o texto, após um ano da vigência da lei poderão ser dois navios; no segundo ano de vigência, três navios; e no terceiro ano da mudança, quatro navios. Daí em diante, a quantidade será livre, observadas condições de segurança definidas em regulamento.

O texto determina que as embarcações deverão navegar com suspensão da bandeira de origem. A bandeira do país vincula diversas obrigações legais, desde comerciais, fiscais e tributárias até as trabalhistas e ambientais.

As empresas brasileiras de navegação também poderão operar com esses navios estrangeiros sem precisar contratar a construção de navios no Brasil ou ter frota própria.

Haverá ainda dispensa de autorização para afretar navio estrangeiro por viagem ou por tempo, a ser usada na navegação de cabotagem para se substituir outro navio que esteja em reforma nos estaleiros nacionais ou estrangeiros.

No afretamento por tempo, não poderá haver limite para o número de viagens; e a empresa brasileira de navegação indicará a embarcação a ser utilizada, que poderá ser substituída apenas por causa de situações que inviabilizem a sua operação.

Vetos

Entre os itens vetados pela Presidência da República está o que recriava o Reporto (um benefício tributário para o setor portuário que foi extinto em dezembro do ano passado). De acordo com a justificativa apresentada pela Presidência da República, a recriação desse benefício incorre em vício de inconstitucionalidade e em contrariedade ao interesse público, pois implicaria renúncia de receitas sem a “apresentação da estimativa do impacto orçamentário e financeiro e das medidas compensatórias”. Ainda segundo a justificativa, o Reporto “restaria demasiadamente amplo e aberto, e criaria uma subjetividade no que poderia ou não ser contemplado pelos benefícios com possibilidade de desvios para outros usos, o que o tornaria incompatível com diretrizes do Tribunal de Contas da União para comprovação dos montantes desonerados e o seu retorno à sociedade”.

Outro item vetado determinava uma quantidade mínima de trabalhadores brasileiros nos navios afretados. O dispositivo estabelecia que a tripulação dessas embarcações deveria ser composta de, no mínimo, 2/3 de brasileiros. De acordo com a Presidência da República, essa obrigatoriedade “geraria aumento dos custos para as embarcações, o que reduziria a atratividade para que um quantitativo maior de embarcações estrangeiras de baixo custo pudesse aderir ao programa e operar no país”. Com esse veto, as embarcações afretadas só precisarão reservar obrigatoriamente aos brasileiros os postos de comandante, mestre de cabotagem, chefe de máquinas e condutor de máquinas.

Os vetos presidenciais podem ser derrubados pelo Congresso Nacional em votação futura. Senadores e deputados federais têm até 30 dias para deliberar sobre os vetos, contados a partir da data de protocolo de mensagem do Executivo na Secretaria Legislativa do Congresso Nacional. Após esse prazo, os vetos passam a trancar a pauta de votações do Congresso. Para a rejeição de um veto é necessária a maioria absoluta de votos (ou seja, 257 votos de deputados federais e 41 votos de senadores).

Capital estrangeiro

Embora as empresas de navegação de cabotagem devam ser constituídas sob as leis brasileiras e autorizadas pelo governo para poderem operar, elas podem ser controladas por capital estrangeiro. Grupos líderes do mercado doméstico são subsidiários de grandes grupos internacionais, como a dinamarquesa A.P. Moller-Maersk, o grupo espanhol Elcano e o grupo francês CMA-CGM.

Direitos trabalhistas

De acordo com o artigo 12 da nova lei, nas situações de afretamento previstas no programa, os contratos de trabalho dos tripulantes de embarcação estrangeira afretada seguirão regras internacionais, como as estabelecidas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), e também a Constituição Federal, a qual garante direitos como 13º salário, adicional de 1/3 de férias, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e licença-maternidade.

Esse artigo contém um parágrafo único, que determina que “o disposto em instrumento de acordo ou convenção coletiva de trabalho precederá outras normas de regência sobre as relações de trabalho a bordo”.

Certificado

O programa dispensa a apresentação do Certificado de Livre Prática (CLP), em portos e instalações portuárias nacionais, por parte de embarcações que operam nas navegações de cabotagem, de apoio portuário e de apoio marítimo e na navegação interior, fluvial e lacustre de percurso nacional.

O CLP é uma permissão emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uma embarcação operar embarque e desembarque de viajantes, cargas ou suprimentos mediante análise das condições operacionais e higiênico-sanitárias da embarcação e do estado de saúde dos seus viajantes.

Longo prazo e dragagem

Caberá ao Ministério da Infraestrutura definir as cláusulas essenciais dos contratos de transporte de longo prazo e qual tonelagem máxima poderá ser afretada em relação às capacidades das embarcações operantes com bandeira brasileira.

O Poder Executivo deverá definir limites de tonelagem total de navios afretados para contratos de longo prazo, que valerão apenas a partir da edição de ato.

Quanto à encomenda de navios no exterior, o Poder Executivo deverá definir normas para os contratos e as garantias, assim como sobre a fiscalização e o acompanhamento de sua construção.

Subsidiárias

A empresa habilitada no BR do Mar poderá afretar por tempo embarcações de sua subsidiária integral estrangeira ou da subsidiária estrangeira de outra empresa brasileira de navegação se o navio for de sua propriedade ou estiver sob contrato de afretamento a casco nu.

Termo de compromisso

Os navios terão de se submeter a inspeções periódicas pelo Comando da Marinha, que exerce as atribuições de autoridade marítima no Brasil.

As empresas candidatas ao programa deverão comprovar situação regular de tributos federais e assinar um termo se comprometendo a apresentar periodicamente informações sobre expansão das atividades, melhorias na qualidade do serviço, valorização do emprego da tripulação brasileira contratada, desenvolvimento sustentável, transparência quanto aos valores dos fretes, entre outros pontos.

Fonte: Agência Senado

Comissão aprova projeto que obriga governo a observar parecer técnico ao definir tributação

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Essa classificação é utilizada na identificação dos tributos envolvidos em operações de importação ou exportação

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 6541/19, que obriga o governo federal a observar laudos ou pareceres técnicos emitidos pelo Laboratório Nacional de Análises, pelo Instituto Nacional de Tecnologia e por outros órgãos federais similares na classificação fiscal de mercadorias.

Essa classificação é usada para definir quais tributos incidem em operações de importação ou exportação de mercadorias.

Autor da proposta, o deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM) explica que, atualmente, as autoridades fiscais têm entendido que a classificação fiscal não deve considerar as definições técnicas dos órgãos reguladores.

“O projeto pretende deixar claro que apenas comandos específicos da legislação tributária podem se sobrepor ao aspecto técnico definido pelo órgão especializado, e não a expertise pessoal do auditor-fiscal”, argumenta.

O relator, deputado Hélio Costa (Republicanos-SC), defendeu a aprovação do projeto. “Entende-se como oportuna e meritória a proposta, que tem como objetivo conferir maior segurança jurídica na aplicação dos critérios de classificação fiscal”, disse.

A classificação fiscal de mercadorias é utilizada na identificação dos tributos envolvidos em operações de importação ou exportação. Pode ser usada também no controle estatístico e no tratamento administrativo de produtos, que envolve padronização (etiquetagens, contrarrótulos e informações adicionais), classificação fiscal (impostos incidentes) e outros procedimentos especiais.

Tramitação
O texto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Em Colorado do Oeste, avenida Marechal Rondon receberá iluminação em led com recurso destinado pelo deputado Ezequiel Neiva

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Para a execução do projeto de iluminação da avenida Marechal Rondon, em Colorado do Oeste, o deputado Ezequiel Neiva (PTB) assegurou R$ 558 mil ao município.  O parlamentar afirmou que o recurso está empenhado e logo a prefeitura poderá fazer a contratação da empresa que executará a obra.

Ezequiel Neiva agradeceu ao governador Coronel Marcos Rocha pela liberação do recurso. O parlamentar afirmou que o projeto é fruto de uma parceria com o Governo do Estado e com a Prefeitura. “Marcos Rocha tem cumprido na integrada com todos os compromissos de liberação de emendas porque compreende a necessidade de cada município”, observou.  Neiva ainda enalteceu o empenho do prefeito Ribamar na execução do projeto, para que o recurso pudesse ser empenhando.

O deputado ressalta que a avenida Marechal Rondon é uma das principais vias de Colorado do Oeste. Disse que o projeto de iluminação em led, no trecho da avenida Vilhena até a Solimões, além de deixar a cidade mais bonita, representará economia aos cofres da prefeitura, que poderá investir em outros projetos.

Asfalto

Ezequiel Neiva destaca que também destinou recurso para o asfaltamento de dois trechos da avenida Marechal Rondon: da Av. Trombetas a Av. Juruá e da Av. Tapajós a Av. Vilhena. “Destinamos R$ 2,3 milhões para a pavimentação de vias em Colorado. As obras já estão em fase final”, detalhou o parlamentar.

Texto e foto: Assessoria

Prefeitura de Vilhena abre inscrições para Residência Médica; bolsas chegam a quase R$ 8 mil mensais

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O edital do processo seletivo para vagas de residente, em programas de residência médica com opções de Ginecologia – Obstetrícia, Pediatria e Medicina de Família e Comunidade – MFC. As inscrições seguem abertas até o dia 2 de fevereiro com bolsas que podem chegar a quase R$ 8 mil mensais. O edital completo pode ser conferido em: www.bit.ly/EditalResidenciaVilhena.

O programa de residências é uma parceria da Prefeitura de Vilhena com a Faculdade UNESC / Grupo SER Educacional e é realizado pela Comissão de Residência Médica – Coreme Vilhena. Todo o processo para a seleção dos médicos residentes se dará através de provas teórico-objetivas e análise curricular.

O edital define a abertura de duas vagas para a residência de Ginecologia – Obstetrícia na duração de três anos, quatro vagas para Medicina de Família e Comunidade – MFC, com duração de dois anos, e duas vagas para Pediatria com duração de três anos.

O interessado em participar, deve acessar o site da Prefeitura de Vilhena (http://www.vilhena.ro.gov.br/), e consultar o edital através da aba “Serviços”, na página inicial, indo até o menu “Residência Médica”. Lá constará o edital juntamente com a guia para as inscrições, que também pode ser acessada diretamente através do link: https://forms.gle/38iKJryDHrhsVo9A9. O período de inscrições está aberto desde esta sexta-feira, 7, e se estende até o dia 2 de fevereiro.

A inscrição custa R$ 400 e o comprovante deve ser anexado junto ao formulário de inscrição. O pagamento deve ser feito em depósito na Agência 1825, Operação: 006 Inscrição Seleção de Residência Médica, Conta Corrente: 00678-2 da Caixa Econômica Federal.

O participante receberá uma bolsa mensal no valor de R$ 4.106,09 paga pelo Ministério da Saúde. Haverá uma bolsa complementar ofertada pelo município no valor de R$ 3.699,57, porém ofertada apenas aos residentes de Medicina de Família e Comunidade.

O residente médico poderá realizar plantões remunerados na Rede de Atenção à Saúde (RAS) para enfrentamento à Covid-19, desde que não comprometa sua carga horária da residência.

Para mais informações, a Secretaria Municipal de Saúde disponibiliza o WhatsApp institucional através do número (69) 3322-2945.

 

Semcom

Semtran realizará mudanças no tráfego de vias da região do Cavalo Branco

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A partir da próxima segunda-feira, 17, o trecho que compõe a região da rotatória do Cavalo Branco em Vilhena passará por mudanças em seu sentido de circulação. A Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Semtran), através de estudos de engenharia, alterará as vias, que atualmente são de mão dupla, passando a ser de sentido único. Mudanças proporcionarão mais segurança e fluidez ao tráfego da região.

A Rua Dom Pedro I, no trecho que liga a Avenida Marechal Rondon até a Avenida Major Amarante deixará de ser mão dupla, tendo um único sentido de circulação, o norte-sul. Para os motoristas que trafegam pela Av. Marechal e que descem a rotatória da BR-364, conhecida popularmente como “rotatória do Cavalo Branco”, deverão acessar a Major Amarante através desta via.

Já para o fluxo contrário, os condutores que queiram acessar a rotatória da BR-364, deverão utilizar a Rua Paulo Rogério Fornari, que também passará a ser via de mão única, sentido sul-norte, em direção a Av. Marechal Rondon.

O projeto foi elaborado pela equipe do Departamento de Engenharia de Tráfego (Detraf) da Semtran, que também atenderá a região com sinalizações horizontais e verticais.

Roccio Aires, Secretário Municipal de Trânsito, explica a mudança dos sentidos. “Todas estas ações fazem parte do Plano de Modernização do Trânsito de Vilhena, de um conjunto de 10 etapas, sendo esta a primeira. O plano visa a organização e melhorias no tráfego, então realizaremos ações necessárias nas principais artérias viárias, com o intuito de ordenar e reduzir o número de acidentes, evitando pontos de conflito e simplificando o fluxo de veículos”, destaca o secretário.

Mais informações, dúvidas ou pedidos podem ser feitos à Semtran através do WhatsApp institucional da secretaria, pelo número (69) 3321-3920.

 

Semcom

Fiocruz inicia nesta segunda (10) produção de vacina 100% nacional contra Covid

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Após aval da Anvisa para utilização de IFA produzido no Brasil, fundação espera entregar 20 milhões de doses ao Ministério da Saúde – André Az/Fiocruz.

Fiocruz inicia nesta segunda (10) produção de vacina 100% nacional contra Covid
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) inicia nesta segunda-feira (10) a produção da vacina 100% nacional contra a Covid-19. Inicialmente, 20 milhões de doses do imunizante serão entregues ao Ministério da Saúde. A fábrica está preparada para produzir um milhão de doses por dia. Na última sexta-feira (7), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu o aval para o uso do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) nacional na produção de vacinas contra a Covid-19 produzidas pela fundação. O processo de elaboração da vacina começa com o descongelamento da matéria-prima, que estava preservada à espera da aprovação. Esse procedimento demora três dias para ser concluído. A previsão é de que o processo todo, que vai desde a produção até o controle de qualidade, demore cerca de 20 dias. Ou seja, a finalização deve ocorrer ainda no mês de janeiro, de modo que as primeiras entregas sejam feitas entre os dias 1º e 4 de fevereiro. A Fiocruz espera os resultados de experimentos científicos feitos no Reino Unido para saber se conseguirá usar a fórmula para vacinar crianças e adolescentes. Os cientistas também querem verificar se a vacina terá algum tipo de adaptação para imunizar a população contra a variante Ômicron do coronavírus. No Brasil já há estudos clínicos com novas formulações da vacina da AstraZeneca –que, por aqui, é feita pela Fiocruz. É possível que as respostas venham num futuro próximo. O vice-presidente de Produção e Inovação da Fiocruz, Marco Kriger, estima que, se uma nova fórmula for mais potente, essa sinalização deve vir em fevereiro. Em março, portanto, já seria possível produzir uma vacina ajustada com IFA nacional. Até lá, são conduzidos estudos clínicos, de segurança e equivalência de resposta imune com a atual formulação e novos formatos da vacina. A Fiocruz espera ainda a resposta dos testes científicos em Oxford para entender qual o impacto da vacina em crianças e adolescentes. Em entrevista à CNN, a presidente da fundação, Nísia Trindade, confirmou a expectativa. “a AstraZeneca no Reino Unido vem realizando estudos clínicos para a vacina pediátrica, então estamos aguardando essa conclusão. É uma possibilidade”, disse ela. Com isso, está no radar da Fiocruz a ampliação da entrega de vacinas ao Ministério da Saúde caso o sinal da Europa seja positivo. Hoje o compromisso é de 120 milhões de doses no primeiro semestre entregues à pasta. Krieger afirma que a fundação tem capacidade para chegar a 300 milhões de doses entregues ao longo de 2022. Isso significaria dobrar a produção, já que durante todo o ano de 2021, foram remetidas ao governo federal 153,2 milhões de doses. Por Isabelle Salemeda

Fonte: CNN Brasil/Vip

Idoso é preso após se masturbar na frente de mulher dentro do Hospital de Base

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Uma mulher de 39 anos foi vítima de importunação sexual dentro do Hospital de Base em Porto Velho. Um paciente da ala ortopédica se masturbou na frente dela. A mulher estava no local acompanhando o filho que também era paciente. O suspeito recebeu voz de prisão, mas segue internado no hospital e sem previsão de alta.
Na manhã de sábado (8) a Polícia Militar (PM) foi acionada para atender uma ocorrência em uma das alas do Hospital de Base na capital. No local, a mulher de 39 anos disse que por volta das 7h percebeu que o idoso, de 66 anos, estava olhando fixamente para ela. A mulher conta que ele estava pelado, tirou o lençol que o cobria e se masturbou na frente dela.
A vítima saiu correndo do local e foi à enfermaria para relatar o que havia acabado de acontecer. Momento em que a PM foi acionada. De acordo com o boletim de ocorrência, as técnicas de enfermagem que trabalham no local, informaram aos policiais que o suspeito “não aceita que profissionais homens cuidem dele”. Segundo as trabalhadoras, na hora de tomar banho ele “exige que seja uma mulher e que ela lave as partes íntimas dele e afirma que elas são pagas para isso”. Diante da situação, foi dada voz de prisão ao suspeito e informado os seus direitos constitucionais. A ocorrência de importunação sexual foi apresentada na Central de Flagrantes para as providências cabíveis. O idoso está internado no Hospital de Base desde o dia 23 de dezembro de 2021, e segundo o registro da delegacia, não tem previsão de alta. O delegado de plantão na Central de Flagrantes, recebeu a ocorrência e confirmou a voz de prisão dada pela PM.
A Declaração de Recolhimento ao Presídio e outros procedimentos foram expedidos. Pelo fato do suspeito estar hospitalizado, para ele é designada uma escolta policial. Ao g1, o delegado Silvio Stanley explicou como são feitas as diligências diante de um suspeito hospitalizado. “Quando o infrator está hospitalizado sem previsão de alta médica o auto de prisão em flagrante é feito normalmente, mesmo sem interrogatório. O infrator no instante que a PM (ou outra força policial) apresenta a notícia do crime, o delegado oficia a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) para que o infrator, daquele momento em diante, fique sob custódia policial”. “A Sejus tem uma unidade específica para isso dentro do João Paulo II. O flagrante é feito com todas as determinações, inclusive a guia de recolhimento, pois assim que o infrator for apresentado pela Sejus, ele é interrogado e, então, é conduzido ao presídio”, informou o delegado. O Conselho Regional Enfermagem de Rondônia (Coren) informou que deve averiguar o caso. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) não se manifestou oficialmente sobre a situação até a publicação desta reportagem.

Fonte: G1/RO

PRF apreende carregamento de cocaína avaliada em mais de R$ 8 milhões em Porto Velho

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Porto Velho/RO, na manhã de sábado (08), durante atividade de policiamento e fiscalização na BR 364, próximo ao km 722, interceptou um carregamento de cocaína, transportado por um homem que viajava em um carro. Durante a abordagem, percebendo o nervosismo do motorista, e visando a segurança da equipe, o veículo foi escoltado pelos policiais até a Unidade Operacional da PRF localizada no km 698. Em segurança, os policiais realizaram uma busca minuciosa no interior do veículo. Durante os procedimentos, identificaram 45 pacotes retangulares característicos de armazenamento de drogas para tráfico. Após identificação do material transportado, constataram tratar-se de cloridrato de cocaína. No total, 47 Kg da droga ilícita, que eram transportados em um compartimento oculto do veículo foram encontrados e encaminhados à Polícia Civil para destruição. O infrator foi conduzido e permanecerá à disposição da Justiça.

 

 

PRF

Queiroga anuncia 600 mil doses a mais da vacina para crianças

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Pfizer enviará ao todo 4,3 milhões de doses ainda em janeiro, disse ministro

O Brasil vai receber um número maior do que o previsto inicialmente de doses da vacina contra a Covid-19 para crianças entre 5 e 11 anos, informou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na manhã desta segunda-feira (10). “Nós conseguimos antecipar com a Pfizer mais 600 mil doses da vacina pediátrica agora no mês de janeiro. Então serão 4,3 milhões de doses de vacina”, disse. A primeira remessa de doses, com cerca de um terço do total, deve chegar ao país na próxima quinta-feira (13). O restante, nos dias 20 e 27 de janeiro. Os imunizantes serão analisados pelo INCQS (Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde) antes de ser enviados aos estados e municípios. A previsão é que a vacinação comece na segundo quinzena de janeiro, sendo a distribuição das doses feita por critério populacional, ou seja, baseada no percentual de crianças de cada unidade federativa. A imunização será feita em duas doses com um intervalo de oito semanas entre elas. A imunização de crianças não será obrigatória no Brasil, diferentemente de todas as outras imunizações infantis previstas pelo PNI (Programa Nacional de Imunização). Caberá aos pais ou responsáveis dar o aval para a aplicação. O intervalo entre uma aplicação e outra será de oito semanas. Apesar de manter nas mãos dos pais a decisão de vacinar ou não as crianças, o Ministério da Saúde voltou atrás em relação à cobrança da prescrição médica como condicionante para a aplicação. Isso ocorreu após representantes das sociedades médicas advertirem, em audiência pública, que a medida é uma forte barreira de acesso, pois muitas famílias brasileiras teriam dificuldade em conseguir o exame. Em consulta pública, a própria sociedade civil também se manifestou contra a exigência. Os eventos realizados pelo Ministério da Saúde foram questionados por entidades, que disseram que os programas eram uma forma de atrasar o processo de vacinação. A CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos) indagou a motivação da consulta. Para a instituição, o governo federal teve a intenção de “adiar a imposição de vacina à população entre 5 e 11 anos a pretexto de querer ouvir a população”. Nesta segunda-feira, Queiroga voltou a defender a ideia de que o Brasil não atrasou o início da vacinação contra a Covid para crianças. O governo federal tem até esta data para se manifestar ao STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a consulta pública para vacinação contra a doença em crianças, processo que ocorreu entre 23 de dezembro e 2 de janeiro. “Vocês verifiquem o prazo que a agência regulatória levou para fazer a aprovação, verifiquem o prazo que o Ministério da Saúde levou para emitir uma nota técnica com a decisão final sobre o tema, verifiquem o que aconteceu em outros países para tirar a conclusão de que o que o Ministério da Saúde fez foi, absolutamente, dentro das melhores práticas de análises de incorporação de tecnologias.” Vacinação infantil A vacinação de crianças entre 5 e 11 anos foi autorizada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e pela SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) em 16 de dezembro último. O imunizante utilizado será o Comirnaty, da Pfizer. A dose da vacina que será aplicada nas crianças equivale a um terço da usada nos adultos. O imunizante poderá ser armazenado por dez semanas a uma temperatura de 2°C a 8°C. A vacina aplicada em pessoas acima de 12 anos pode ser guardada por quatro semanas após o descongelamento. O frasco do imunizante pediátrico é de cor laranja, enquanto o de adultos é roxo.

Por Lucas Nanini, Bruna Lima, e Lívia Veiga