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Auxílio Brasil contempla 17,5 milhões de famílias em janeiro de 2022 e Governo Federal zera fila do programa

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OAuxílio Brasil chega em janeiro de 2022 a um patamar inédito no país. O Governo Federal, por meio do Ministério da Cidadania, incluiu três milhões de novas famílias na folha de pagamento e zerou a fila de elegíveis de 2021, passando a atender um total de 17,5 milhões de famílias e alcançando, assim, o maior número de beneficiários da história dos programas de transferência de renda. Cada família receberá um repasse mínimo de R$ 400. O investimento total para os pagamentos supera R$ 7,1 bilhões.

“É um marco histórico. Esses números representam um feito que reforça a prioridade do Governo Federal em estender a mão a todas as pessoas que, de fato, necessitam do braço social do Estado”, afirmou o ministro da Cidadania, João Roma. “O Auxílio Brasil é um divisor de águas nas políticas públicas de transferência de renda, ao promover o desenvolvimento infantil e juvenil, com suporte a gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes e ofertar ferramentas para valorizar os jovens e inserir os adultos no mercado”, complementou Roma.

O calendário de pagamentos de 2022 tem início no dia 18 de janeiro. Para saber em que dia o benefício fica disponível para saque ou crédito em conta bancária, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), impresso no cartão de cada titular. Para cada final do NIS há uma data correspondente (confira o calendário abaixo).

» Confira o detalhamento dos repasses por município 

As três milhões de novas famílias incluídas já começaram a receber notificações desde a última semana. Ao entrar no programa, elas recebem, via Correios, no endereço informado durante o cadastramento, duas cartas da CAIXA: a primeira é um informativo com orientações gerais, enquanto a segunda traz o Cartão Auxílio Brasil.

O cartão é gerado automaticamente em nome do responsável familiar. Com ele, é possível sacar o valor integral do benefício ou fazer saques parciais. Além disso, o beneficiário pode movimentar os recursos pelo aplicativo Caixa Tem, com opções de pagar contas, fazer transferências, conferir extrato e outros serviços. As parcelas mensais do Auxílio Brasil ficam disponíveis para saque por 120 dias após a data indicada no calendário. Os beneficiários podem conferir no extrato de pagamento a “Mensagem Auxílio Brasil” com o valor do benefício.

 

Incentivo à emancipação

Pelas regras do Auxílio Brasil, as famílias que tiverem aumento da renda familiar mensal que ultrapasse R$ 210 por pessoa e que apresentem em sua composição crianças, jovens de até 21 anos ou gestantes poderão permanecer no programa por até 24 meses, sem que o seu benefício seja cancelado em razão deste aumento.

O objetivo é dar aos beneficiários a segurança de que eles terão o acompanhamento e a proteção de renda do Governo Federal durante o processo de construção da sua autonomia financeira. Após esse período, o benefício será cancelado. Em caso de perda de renda, a família pode solicitar novamente para ser atendida pelo Auxílio Brasil junto à gestão municipal. Com isso, caso a família atenda aos requisitos estabelecidos para o recebimento dos benefícios, terá prioridade na concessão do benefício.

Ingresso e permanência

A entrada, a seleção de famílias e a concessão de benefícios do Auxílio Brasil ocorrem todos os meses, de modo automatizado e impessoal, por meio do Sistema de Benefícios ao Cidadão (Sibec). A seleção é feita considerando a estimativa de pobreza, a quantidade de famílias atendidas em cada município e o limite orçamentário do programa. Para que a família seja habilitada, também é necessário ter os dados atualizados no Cadastro Único do Governo Federal nos últimos 24 meses.

A permanência no Auxílio Brasil depende, entre outras questões, do cumprimento de algumas condições que têm o objetivo de estimular as famílias a exercerem o direito de acesso às políticas públicas de assistência social, educação e saúde. Entre os critérios estão a frequência escolar mensal mínima de 60% para crianças de quatro e cinco anos de idade, e de 75% para as de seis a 21 anos, a observância do calendário nacional de vacinação instituído pelo Ministério da Saúde, o acompanhamento nutricional de crianças com até sete anos incompletos e do pré-natal para as gestantes.

 

A inclusão de novas famílias zera a fila do programa de 2021 e repercute em todos os estados e no Distrito Federal. Segundo informações da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc), a região Nordeste reúne 47,3% do público beneficiário do Auxílio Brasil, com 8,3 milhões de famílias. Entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022, o Nordeste passou por inclusão de 1,18 milhão de novas famílias. O número representa 38,5% das concessões no período.

Os estados com maior número de famílias inscritas no programa são a Bahia, com 2,16 milhões, seguido por São Paulo (2,14 milhões), Pernambuco (1,39 milhão), Minas Gerais (1,38 milhão), Rio de Janeiro (1,28 milhão) e Ceará (1,27 milhão).

Serviço

Há três canais de atendimento. O número telefônico 121, do Ministério da Cidadania, reúne informações e é a central para denúncias. O número 111 é o canal de Atendimento ao Cidadão da CAIXA e congrega informações sobre o cartão e o saque do benefício. Também é possível acompanhar as principais informações sobre o benefício pelo aplicativo Auxílio Brasil.

Com informações do Ministério da Cidadania

Conesul Notícias

Valor segurado no país alcança recorde de R$ 68,3 bi em 2021

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Em 2021, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aplicou R$ 1,18 bilhão, valor 34% maior que o executado em 2020. Com isso, todos os indicadores são recordes no seguro rural em 2021. Foram beneficiados aproximadamente 121 mil produtores rurais, contratadas 218 mil apólices e a área segurada total foi de 14 milhões de hectares, 2,4% superior ao resultado de 2020. O valor segurado no país alcançou o recorde de R$ 68,3 bilhões no ano passado, um aumento de aproximadamente 49,1%.

As seguradoras já pagaram, entre janeiro e outubro de 2021, em torno de R$ 3,6 bilhões em indenizações aos produtores, o que representa um aumento de 76% sobre os R$ 2,1 bilhões pagos no mesmo período de 2020. O valor é recorde também desde o começo do PSR, em 2006.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tem priorizado a política agrícola de seguro, que é uma proteção indispensável para qualquer empreendimento rural e os eventos adversos que têm ocorrido com frequência nos últimos anos.

Em 2021, houve aumento significativo nos custos e preços dos principais produtos segurados, como a soja e o milho, o que exigiu um aporte maior de subvenção do governo.

Outros destaques no PSR foram entre as mais de 60 atividades apoiadas pelo Programa. No ano de 2021, destaca-se o crescimento das operações de pecuária, que tiveram um aumento de 109%; café, 40%; floresta, 22% e milho, 1ª e 2ª safras, 18%.

As culturas que apresentaram maior demanda por seguro rural foram: soja, milho (2ª safra), trigo, milho (1ª safra), café, maçã, uva, arroz e tomate.

Para o produtor rural verificar se sua apólice foi contemplada no Programa, basta acessar o site: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/riscos-seguro/seguro-rural/produtores-beneficiados

Contratação

O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 15 seguradoras estão hab

ilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores pessoa física ou jurídica, independentemente de acesso ao crédito rural.

A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa. A partir de 2022, o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40% para todas as culturas/atividades, exceto para a soja, cujo percentual será fixo em 20%. Essa regra vale para qualquer tipo de produto e cobertura, conforme regras do PSR, que podem ser acessada aqui.

Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Conesul Notícias

Mais uma emenda do presidente Alex Redano para a saúde de Alto Paraíso é empenhada

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Também foi conveniado R$ 130 mil para a compra de veículo para a Secretaria de Educação do município.

Foi empenhada emenda do presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), no valor de R$ 50 mil, para a aquisição de bens permanentes para a Secretaria de Saúde de Alto Paraíso, município que em 2021 recebeu cerca de R$ 1 milhão em investimentos, através da ação do parlamentar.

“Alto Paraíso recebeu mais de R$ 1 milhão em 2021,sendo o maior volume de recursos que já recebeu de um parlamentar estadual em apenas um ano”, ressaltou Redano.

Também foi conveniado o recurso no valor de R$ 130 mil para aquisição de um veículo para a Secretaria de Educação de Alto Paraíso. No final do ano, foi empenhado o recurso da ordem de R$ 100 mil para a construção de uma pista de manobra no município.

Redano participou da entrega, também no final do ano passado, de um trator de cortar grama e uma ensiladeira, adquiridos com emenda de sua autoria, no valor de R$ 70 mil.

Mais recursos

Alto Paraíso foi contemplado com R$ 300 mil para a recuperação de estradas vicinais, atendendo a linha 110 e a linha 85 será o próximo trecho beneficiado. Mais R$ 20 mil para a compra de kits de modelagem para curso de corte e costura, R$ 50 mil de grama para o campo municipal, e mais R$ 200 mil destinado à aquisição de material didático literário e formação para professores e alunos do ensino fundamental. Mais R$ 220 mil para a iluminação em LED foi empenhado.

Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Foto: Diego Queiroz-ALE/RO

Safra agrícola cai 0,4% em 2021, mas pode ter recorde em 2022

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A safra nacional registrou queda de 0,4% em 2021, em relação ao ano anterior, após três períodos seguidos registrando números positivos. De acordo com a última estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (11) pelo Instituto brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2021 a produção fechou com o total de 253,2 milhões de toneladas.

Para 2022, o terceiro prognóstico para a safra deste ano indica que o cenário deve mudar e com o volume previsto de 277,1 milhões de toneladas voltará a apresentar mais um recorde, mesmo com o leve recuo de 0,3% ou de 0,9 milhão de toneladas, em relação ao segundo prognóstico.

Segundo o gerente do LSPA, Carlos Barradas, o resultado pode ser favorecido pelo momento em que foi feito o plantio da soja, principal produto da produção brasileira. “Ao contrário da safra de 2021, quando houve atraso no plantio, na safra de 2022, a soja, principal produto das lavouras brasileiras, foi semeada antecipadamente e de forma acelerada, na maior parte das regiões produtoras do país, por conta dos elevados volumes de chuvas ao longo do mês de outubro nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Isso deve ampliar a janela de plantio das culturas de seguda safra e beneficiar essa produção”, disse.

Ainda assim, Barradas chamou atenção para os impactos climáticos, que ocorreram por causa de áreas de instabilidade nos estados do Nordeste e do Sudeste, provocadas pela Zona de Convergência intertropical, e ainda os efeitos do fenômeno La Ninã nos estados do Sul, que já começam a interferir nos cultivos.

“Há registro de chuvas acima da média na Bahia e Ceará, enquanto nos três estados do Sul e em Mato Grosso do Sul já se observa um menor volume de chuvas, com registro de estiagens severas regionalizadas, o que vem afetando as culturas de verão. Com isso, as novas informações recebidas nesse terceiro prognóstico já apontam um declínio de 0,3%, ou 900 mil toneladas, em relação ao que havia sido estimado no prognóstico anterior para este ano”, observou.

Apesar da situação climática, com 277,1 milhões de toneladas em 2022, a safra deverá ter 23,9 milhões de toneladas a mais, o que representará 9,4% superior a de 2021. Vão contribuir para isso, a maior produção de soja (2,5%), de milho (11,2% na primeira safra e 29,4% na segunda), de algodão herbáceo em caroço (4,6%), de sorgo (11,4%) e de feijão (10,8% na primeira safra e 4,6% na segunda).

Só na soja, o volume de produção foi estimado em 138,3 milhões de toneladas, o que será um novo recorde e poderá corresponder a mais da metade do total de cereais, leguminosas e oleaginosas produzidos no país em 2022. Para o milho a expectativa é a produção de 108,9 milhões de toneladas. Se confirmada a colheita recorde ocorrerá após a recuperação das lavouras que registraram queda na produção em 2021 causada pelo atraso no plantio da segunda safra e da falta de chuvas nas principais unidades produtoras.

Em movimento contrário é esperado um recuo nas produções do arroz (-4,9%), do feijão (-0,9%) e do trigo (-7,4%) toneladas. “Apesar da queda, essa produção de arroz deve ser suficiente para abastecer o mercado interno brasileiro”, completou o gerente.

Safra de 2021

Conforme o IBGE, a 12ª estimativa para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas de 2021, que é a final para a safra do ano passado, que somou 253,2 milhões de toneladas, equivale a 0,9 milhão de toneladas menor que a de 2020. Comparada à previsão anterior, houve alta de 420,6 mil toneladas (0,2%). Entre os produtos o arroz, o milho e a soja responderam por 92,6% da produção e 87,3% da área colhida.

O maior produtor nacional de grãos é o estado de Mato Grosso, que teve a participação de 28,2%. Na sequência ficaram Rio Grande do Sul (14,9%), Paraná (13,1%), Goiás (10,0%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Minas Gerais (6,0%). Somados, esses estados atingiram 79,7% do total nacional.

As regiões Sul (5,2%), Nordeste (1,9%) e Norte (11,8%) tiveram variação anual positiva na estimativa da produção. Em sentido contrário, o Centro-Oeste (-4,3%) e o Sudeste (-4,6%), tiveram queda. “O Centro-Oeste produziu 116,5 milhões de toneladas (46,1% do total do país); o Sul, 76,9 milhões de toneladas (30,4%); o Sudeste, 24,6 milhões de toneladas (9,9%); o Nordeste, 23,0 milhões de toneladas (9,1%) e o Norte, 12,3 milhões de toneladas (4,5%)”, mostrou o levantamento.

LSPA

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola foi criado em novembro de 1972 para atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais. Segundo do IBGE, além da área plantada, o LSPA inclui estimativas da área colhida, da quantidade produzida e do rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o país. “Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro”, diz o instituto.

Por Agência Brasil

Azul anuncia voo direto entre Porto Velho e Ji-Paraná, RO

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A Azul Linhas Aéreas anunciou que a partir de 4 de abril, através da empresa subsidiária Azul Conecta, vai operar voos diretos entre Porto Velho e Ji-Paraná (RO), na região central do estado.

Segundo a empresa, os voos entre as duas cidades serão diários, com duração média de 1h30 cada.

 

A aeronave destinada para o trecho será a Cessna Grand Caravan, com capacidade de até nove passageiros, além de dois tripulantes.

As passagens já estão sendo vendidas no site da Azul e custam a partir de R$ 270.

Em setembro do ano passado, a Azul anunciou ter feito uma encomenda de 10 aviões turboélice Cessna Gran Caravan e o objetivo da empresa é aumentar o número de voos diretos entre cidades do interior, principalmente na região Norte.

Volta de voos

 

Os voos da Azul no aeroporto José Coleto, em Ji-Paraná, foram retomados em julho do ano passado após ficarem suspensos por um ano e três meses.

A segunda maior cidade de Rondônia ficou sem voos por causa da pandemia de coronavírus e também de obras na pista.

Por g1 RO

Unir tem mais de 200 vagas abertas para mestrados em 11 cursos

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A Universidade Federal de Rondônia (Unir) possui 207 vagas abertas para mestrados em 11 cursos diferentes com ingresso ainda no primeiro semestre de 2022. As pós-graduações são ofertadas nos campi de Porto Velho, Rolim de Moura, Presidente Médici e Ji-Paraná.

As vagas são para áreas de Administração, Educação, Filosofia, História da Amazônia, Ciências Ambientais, Conservação e Uso de Recursos Naturais, Direitos Humanos e Desenvolvimento da Justiça, Gestão e Regulação de Recursos Hídricos e Saúde. Cada mestrado possui seu próprio edital e regimento.

Conforme a Unir, para participar de algum dos processos seletivos, o candidato deve possuir diploma de graduação de nível superior e atender aos requisitos presentes no edital de seleção do programa escolhido.

DIÁRIO DA AMAZÔNIA

Brasil tem corrida por dose de reforço após explosão de casos de Covid

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A procura pela dose de reforço contra a Covid-19 disparou nos últimos dias no Brasil, durante a explosão de casos da doença impulsionada pela variante ômicron. Mesmo com um apagão de dados desde dezembro, o número diário de vacinas aplicadas no país é o maior desde o início dessa fase da campanha.

A curva começou a crescer mais vertiginosamente em 4 de janeiro, dias depois de começarem a pipocar relatos de grupos inteiros infectados após as festas de fim de ano, chegando a 458 mil doses nesta segunda (10), se considerada a média móvel dos sete dias anteriores.

A corrida aos postos de imunização tem dois motivos principais, segundo especialistas: primeiro, mais gente alcançando a sua data de reforço. Em 18 de dezembro, o Ministério da Saúde reduziu o intervalo entre as aplicações de cinco para quatro meses, o que ampliou esse grupo.

Segundo, o medo. “A gente brinca que brasileiro gosta de vacina que está faltando. No surto de febre amarela em 2017 foi a mesma coisa. Muita gente que já deveria estar vacinada foi para a fila e faltou dose”, lembra Isabella Ballalai, vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

As buscas pelo termo “terceira dose” no Google, por exemplo, dobraram entre a última semana de dezembro e a primeira de janeiro. O interesse por todas as palavras relacionadas ao assunto, como “terceira dose Pfizer” e “dose de reforço Covid”, teve um aumento repentino.

“O que mais move as pessoas em busca da proteção é a percepção de risco, é um fenômeno conhecido. Quando há parentes ou amigos próximos se contaminando, a pessoa vai atrás. O grande desafio é fazer a população se vacinar antes dos surtos, e não durante”, ressalta Renato Kfouri, diretor de imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Os dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa, com origem nas secretarias estaduais de Saúde, mostram que o estado de São Paulo é o que mais puxa a alta, representando metade dos reforços aplicado no país nos últimos dias. Minas Gerais vem em seguida, correspondendo a 17%.

Apesar de a prefeitura da capital paulista afirmar que não notou um aumento significativo nos postos de imunização, com uma média de 90 mil aplicações por dia desde dezembro, profissionais da ponta já dizem sentir a pressão.

O diretor do centro de saúde-escola da Faculdade de Medicina da USP, que fica no Butantã (zona oeste), diz que o crescimento da demanda vacinal aliado à explosão dos casos de síndrome gripal tem causado uma sobrecarga e um déficit nos profissionais de saúde.

“O gestor municipal tem tido dificuldade de compreender que o profissional que atua nessas duas linhas de frente é o mesmo, da enfermagem. Na hora que os pacientes aumentam, tenho que deslocar o funcionário da vacinação, sendo que tenho de 15% a 20% afastados. Eles estão entrando em burnout”, afirma Ademir Lopes Júnior.

No país, a disparada da procura pelo reforço deve ser ainda maior do que os dados indicam, porque eles não incluem imunizantes aplicados em 14 das 27 unidades da federação recentemente. O Brasil vive um apagão de informações que já dura um mês, iniciado por ataques hackers aos sistemas do Ministério da Saúde.

O Rio de Janeiro, terceiro estado mais populoso, é um dos que não estão contemplados no levantamento. A capital fluminense diz, porém, que a média diária de doses de reforço subiu de 26 mil para 41 mil entre a última semana de dezembro e a primeira de janeiro (elevação de 58%).

É importante ponderar que no período de recesso sempre há uma queda na busca pelos postos, e agora não foi diferente. “É comum, as pessoas estão com a cabeça nas festas. Juntou ainda o fato de que todo mundo estava se sentindo livre da Covid, além do medo de ter efeito adverso da vacina e não conseguir curtir o Réveillon”, pontua Ballalai.

Apesar da corrida pelo reforço, os especialistas afirmam que o ritmo da aplicação ainda segue abaixo do esperado. O Brasil tem hoje apenas 14% da população com a vacina extra —78% receberam ao menos uma dose, e 68% completaram o primeiro ciclo.

“Está lento. Tem muita gente que já deveria ter sido imunizada e não foi. Quanto mais doses uma vacina exige, mais alta é a taxa de abandono”, afirma Kfouri. “A comunicação e a busca ativa precisam ser intensificadas. Pela primeira vez no país sabemos o nome de cada um que foi vacinado”, acrescenta.

Ballalai cita o exemplo do município de Milagres (MG), que saiu de van pelas ruas atrás dos faltosos. “A questão do acesso é importante. Sair numa van em cidades grandes não é viável, claro, mas se você for nas escolas, nas empresas, certamente vai encontrar pessoas que ainda não se vacinaram”, propõe.

A Prefeitura de São Paulo diz que 383 mil pessoas aptas a receber a segunda dose ainda não o fizeram e que realiza a busca ativa desse grupo diariamente. Não menciona, contudo, a procura de quem não tomou a terceira, afirmando que nesse caso não é considerado um atraso porque trata-se apenas de reforço.

O infectologista Renato Grinbaum relembra que a dose adicional é essencial para a proteção contra a variante ômicron, que consegue driblar mais facilmente as primeiras duas doses. “É a melhor forma de abrandar e amenizar os problemas que teremos. Espero que esse movimento continue”, diz.

(Folha de São Paulo)

Polícia investiga mulher suspeita de matar o marido com facadas no abdômen e pescoço

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A Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida (DECCV) segue com a investigação do homicídio de Nilton Estivisson Arriates da Silva, de 29 anos, morto com dois golpes de faca no fim de semana, no bairro Mariana, em Porto Velho. A esposa dele é a principal suspeita do crime.

De acordo com a polícia, Nilton foi morto dentro da cozinha de casa na rua Higienópolis.

Em contato com esposa da vítima, e suspeita de cometer o crime contou aos policiais que havia discutido com o marido minutos antes, pois ela descobriu conversavas no e-mail dele, onde Nilton estaria falando com outras mulheres.

Polícia Civil investiga mulher suspeita de matar o marido com golpes de facada no abdome e pescoço, em RO — Foto: Richard Nunes/ arquivo

Além de pedir para Nilton ir embora, a mulher conta que avisou ao esposo que o denunciaria pelas agressões sofridas por parte dele.

Nesse momento, segundo boletim policial, o homem teria partido para cima da esposa e a pegado pelos cabelos, além de bater em sua cabeça.

A mulher relatou que nesse instante ela correu para a cozinha, no intuito de escapar das agressões, e com medo de novamente ser agredida, pegou a faca que estava em uma bacia e golpeou o marido.

Ela confirmou ter esfaqueado Nilton no abdômen e depois no pescoço. A mulher ainda afirma que tentou estancar o sangue do pescoço do marido, mas não conseguiu. Foi quando ela saiu de sua casa e pediu ajuda de vizinhos.

Diante do relato e dos fatos, a mulher recebeu voz de prisão para esclarecimentos dos fatos. O celular da vítima e a faca (arma branca) foram apreendidos para serem periciados.

Por G1

Em menos de um mês, jiboia e cobra preta são encontradas em casas de Vilhena

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Uma das cobras, conhecida como cobra preta, foi encontrada se escondendo em baixo de uma máquina de lavar roupas. Tenente do Corpo de Bombeiros dá dicas de como evitar o aparecimento desses animais em casa.

O aparecimento de uma cobra preta, também conhecida como muçurana, em uma casa de Vilhena (RO) mobilizou uma equipe do Corpo de Bombeiros para o resgate do animal. A ação aconteceu na segunda-feira (10).

  • Ao g1a tenente que fez o resgate, Viviani Oliveira, conta que a cobra estava em baixo de uma máquina de lavar roupas.
  • “A mulher chegou em casa e viu que a cobra correu para debaixo da máquina. Aí ela já nos acionou e ficou dentro da residência nos aguardando. A máquina de lavar estava na varanda que dá acesso à casa dela. A grama estava meio alta, talvez isso tenha ajudado a cobre escolher a casa dela”, explicou.
  • Depois do resgate da cobra preta, ela foi entregue à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), para as providências cabíveis.

    No mês de dezembro de 2021, a equipe já havia feito o resgate de uma jiboia de mais de três metros em um galinheiro de uma residência na área urbana do município.

    A cobra havia entrado no galinheiro e devorado quase todas as galinhas. Segundo Viviane, o alvoroço das presas alertou uma vizinha que, ao avistar a jiboia, acionou o resgate.

    “A gente não faz ideia de quantas galinhas tinham no galinheiro, pois quando atendemos essa ocorrência, o dono da casa estava internado e quem nos chamou foi a vizinha”, diz.

    Segundo o biólogo Adriano Martins, especialista em herpetologia, a cobra preta tem uma grande importância ecológica, já que, por se alimentar de pequenos roedores, sua base alimentar ajuda no controle de pragas.

    “Ela não possui veneno e dentro dos grupos de cobras, ela é considerada uma cobra de temperamento dócil, de fácil manuseio. A importância das cobras nos meios urbanos está voltada às suas funções no meio ambiente, lembrando que sempre que forem encontradas, a orientação é entrar em contato com o órgão competente para que seja feito o resgate do animal”.

    Alerta à população

     

    Com o aumento no nível das chuvas nessa época do ano, a tenente Viviane afirma que é comum o aparecimento de cobras, escorpiões e aranhas nas residências. A militar ressaltou os cuidados que a população não corra riscos, como:

    • Manter o quintal sempre limpo;
    • Janelas e portas fechadas;
    • Verificar o interior dos calçados antes de usá-los, pois são locais que eles procuram para se esconderem;
    • Fazer o descarte correto do lixo, entulhos e resto de obra/construção, pois o acumulo desses vira um local propício para atrair roedores, que são alimentos para animais peçonhentos.

     

    Sempre que avistar esse tipo de animal, entre em contato conosco para irmos ao local para fazer a captura.

Por G1

Sobe para 16 número de mortes por Influenza em Rondônia, diz Sesau

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Vinte pessoas estão internadas em UTI com Influenza, entre elas uma criança de um ano.

O total de vítimas por Influenza em Rondônia chegou a 16 esta semana. Entre as mortes mais recentes, três eram idosas de quase 100 anos. As informações foram confirmadas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

De acordo com o boletim divulgado pela Sesau, a maioria das vítimas são do sexo masculino, sendo que um deles é uma criança de 2 anos cardiopata. O menino passou mais de 10 dias internado em Porto Velho, antes de falecer.

A morte mais recente foi registrada na segunda-feira (10). A vítima é uma mulher de 42 anos que estava há sete dias internada. Confira gêneros e idade das vítimas:

De acordo com o boletim divulgado pela Sesau, a maioria das vítimas são do sexo masculino, sendo que um deles é uma criança de 2 anos cardiopata. O menino passou mais de 10 dias internado em Porto Velho, antes de falecer.

A morte mais recente foi registrada na segunda-feira (10). A vítima é uma mulher de 42 anos que estava há sete dias internada. Confira gêneros e idade das vítimas:

  • Mulher de 66 anos
  • Mulher de 80 anos
  • Homem de 80 anos
  • Homem de 81 anos
  • Homem de 63 anos
  • Homem de 60 anos
  • Criança de 4 anos
  • Homem de 86 anos
  • Homem de 76 anos
  • Homem de 77 anos
  • Criança de 2 anos
  • Homem de 75 anos
  • Homem de 71 anos
  • Mulher de 96 anos
  • Mulher de 97 anos
  • Mulher de 96 anos
  • Mulher de 42 anos

 

Internações

 

De acordo com os dados da Sesau, 20 pessoas estão internadas em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) com Influenza. Dois desses pacientes são crianças de um 1 e 6 anos.

Entre os internados da UTI está a paciente que foi diagnosticada na última semana com dupla infecção por Influenza e Covid-19. Este foi o primeiro caso de coinfecção confirmado pela Sesau em Rondônia. A mulher não se vacinou contra nenhuma das duas doenças e está há mais de 20 dias internada.

Com relação aos leitos clínicos, existem 35 pessoas internadas. As idades variam entre idosos com mais de 90 anos, jovens e até crianças.

Por G1