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Caixa paga Auxílio Brasil a cadastrados com NIS final 0

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Dinheiro, Real Moeda brasileira

A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (31) o Auxílio Brasil a beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 0. O valor mínimo do benefício é R$ 400. As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês.

Em janeiro, foram incluídas 3 milhões de famílias no programa, aumentando para 17,5 milhões o total atendido. Segundo o Ministério da Cidadania, foram gastos R$ 7,1 bilhões este mês com o Auxílio Brasil.

O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Com o pagamento de hoje, a Caixa encerra os depósitos da parcela de janeiro do programa. A parcela de fevereiro será paga nos dez últimos dias úteis do mês.

Confira o calendário:

Final do NIS Dia do pagamento
1 18 de janeiro
2 19 de janeiro
3 20 de janeiro
4 21 de janeiro
5 24 de janeiro
6 25 de janeiro
7 26 de janeiro
8 27 de janeiro
9 28 de janeiro
0 31 de janeiro

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também é pago hoje – retroativamente – às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 0. O benefício segue o calendário regular de pagamentos do Auxílio Brasil.

Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026, com o pagamento de 50% do preço médio do botijão de 13 quilos a cada dois meses. Atualmente, a parcela equivale a R$ 52. Para este ano, o Auxílio Gás tem orçamento de R$ 1,9 bilhão.

Só pode fazer parte do programa quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

 

Benefícios básicos

O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha um filho que se destaque em competições esportivas, científicas e acadêmicas.

Podem receber o benefício as famílias com renda per capita até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, em condição de pobreza.

Agência Brasil elaborou guia de perguntas e respostas sobre o Auxílio Brasil. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão critérios para integrar o programa social, os nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro.

 

 

Por Agência Brasil

Vilhena registra 21 novos casos e uma morte por Covid-19; mulher de 44 anos não havia tomado vacina

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No mundo são 357 milhões de casos confirmados e 5,6 milhões de mortes

Vilhena registrou 1 óbito, 21 novos casos e 138 recuperados. Dessa forma, a cidade registrava, até as 16h de ontem: 17.021 casos confirmados de vilhenenses, 70.379 vacinados com a 1ª dose e 61.073 vacinados com a 2ª dose, 2.073 vacinados com dose única, 10.818 vacinados com dose de reforço, 283 óbitos de vilhenenses, 122 óbitos de moradores de fora. Há atualmente no município 290 casos ativos, 552 casos suspeitos, bem como 16.447 já recuperados, 31 transferidos e 247 atendimentos no ambulatório.

O óbito registrado hoje foi de uma mulher, moradora de Vilhena, de 44 anos (não vacinada).

A taxa de letalidade em Vilhena é de 1,75%, em Rondônia é de 2,39%, no Brasil é de 2,77%, na América do Sul é de 3,03% e no mundo é de 1,98%. (A taxa de letalidade indica a porcentagem dos pacientes contaminados que acabam evoluindo para óbito).

A lista de vacinados está disponível no menu “Serviços” da página inicial do site da Prefeitura e será atualizada semanalmente.

Há 19 pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, 14 de Vilhena e 5 de outros municípios, um de São Felipe d’Oeste, um de Espigão do Oeste, um de Cabixi e dois de Cerejeiras. Destes, 9 estão na UTI, sendo 8 intubados, uma do sexo feminino com 80 anos (2 doses) e sete do sexo masculino com 61 (não vacinado), 75 (3 doses), 69 (2 doses), 77 (3 doses), 75 (3 doses), 36 (2 doses) e 74 anos (2 doses). Há 1 paciente com respiração não invasiva, do sexo feminino com 58 anos (2 doses). Nas Enfermarias há 10 pacientes, sete do sexo masculino com 59 (2 doses), 84 (2 doses), 50 (1 dose), 53 (2 doses), 55 (2 doses), 59 (2 doses) e 80 anos (2 doses) e três do sexo feminino com 80 (2 doses), 59 (2 doses e 72 anos (3 doses). A taxa de ocupação de leitos para covid-19 é de 43% (sendo 45% na UTI e 41% nas Enfermarias).

Em seu último boletim, o estado registrou 314 mil casos confirmados e 6.827 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 25,214 milhões, com 626 mil mortes. No mundo são 357 milhões de casos confirmados e 5,6 milhões de mortes.

O painel com dados da pandemia em Vilhena e no Estado pode ser acessado no link: https://covid19.sesau.ro.gov.br/

WHATSAPP INSTITUCIONAL
Mais informações podem ser conseguidas pelo WhatsApp institucional da Saúde, 3322-2945. Para receber as notícias da Prefeitura em geral, diariamente, basta enviar a palavra “Notícias”, para o WhatsApp institucional 3919-7081.

ATENDIMENTO
Pessoas que tenham sintomas ou se considerem suspeitas de ter covid-19 devem procurar o Ambulatório Covid-19, aos fundos do Hospital Regional e ao lado da Central Covid, na Av. Rony de Castro Pereira, que funciona todos os dias, inclusive fins de semana e feriados, 24 horas.

DENÚNCIAS – Denúncias de descumprimento de normas de Saúde podem ser feitas pelos números: 190 da Polícia Militar (24h) ou 3322-1936 da Vigilância Sanitária (7h às 17h30, de segunda a sexta-feira).

Fonte: Folha do Sul
Autor: Assessoria

Advogado que levou Polícia Federal a investigar diplomas falsos em Vilhena explica como funcionava o esquema

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Pelo menos 50 pessoas teriam sido lesadas ao pagar por mestrado sem validade

A ação da Polícia Federal desencadeada nesta semana, para cumprir mandados contra acusados de vender diplomas falsos em Rondônia, Mato Grosso, e Distrito Federal, foi motivada pela denúncia de um advogado vilhenense (ENTENDA AQUI).

De acordo o profissional do Direito, que representa as vítimas do golpe e conversou com o FOLHA DO SUL ON LINE, cerca de 50 pessoas teriam sido lesadas ao se inscreverem num curso de mestrado em educação oferecido por uma entidade de Vilhena. 17 desses acadêmicos já denunciaram a situação na Polícia Federal.

Alegando ter parceria com duas universidades (uma do Paraguai, outra do Chile), a instituição vilhenense que inscreveu os alunos e recebeu deles as mensalidades, oferecia aulas à distância em sua sede na cidade. O curso durou dois anos e os diplomas chegaram às mãos dos novos “mestres” em 2020.

Quando uma das alunas recebeu o documento, supostamente emitido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), começou a ter desconfianças em virtude da qualidade do material. Em consulta ao site da instituição mineira, a vilhenense descobriu que o diploma recebido por ela não tinha vaidade.

Após outros alunos do mestrado descobrirem que também haviam sido vítimas da fraude, eles constituíram o advogado para acompanhar o caso e alguns foram ouvidos na Polícia Federal, que começou a investigar a denúncia.

COMO FUNCIONAVA O ESQUEMA
Cobrando cerca de R$ 20 mil por aluno, a entidade acusada, que oferece cursos em outras cidades de Rondônia, anunciou para os alunos, em 2019, que havia rompido a parceria com as universidades paraguaia e chilena, mas que eles não precisavam se preocupar, pois outro acordo seria celebrado com a Universidade Estadual da Bahia, que emitiria os diplomas.

Em 2016, a empresa responsável pelo mestrado já enfrentava as primeiras denúncias. O MPF chegou a abrir uma investigação com base no panfleto que divulgava a graduação, e também moveu uma Ação Civil Pública contra a investigada em 2018, mas as acusações foram julgadas improcedentes por falta de provas.

E AGORA?
As pessoas que, durante dois anos perderam tempo e dinheiro, agora só conseguirão recuperar uma parte do prejuízo se ganharem a ação de reparação na justiça. Muitos, inclusive, já foram aprovados em concursos nos quais apresentaram os diplomas sem validade.

As pessoas que, eventualmente, foram beneficiadas pelo documento ilegal, e que não tinham conhecimento da fraude, não deverão sofrer punições por terem agido de boa fé.

Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

Com incertezas climáticas e expectativa de boa lucratividade, começa colheita da soja e plantio do milho na região de Cerejeiras

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Chuvas demoraram muito a chegar no ano passado e empurrou as duas safras para frente

A região de Cerejeiras está, simultaneamente, em plena época de colheita da soja e em pleno plantio do milho. Quanto à produtividade da soja que está sendo colhida, existe quase um consenso entre técnicos e produtores de que há uma dúvida se a deste ano será melhor que a de 2021. Quanto ao milho que está sendo plantado, a dúvida sobre a produtividade é ainda maior.

Houve um atraso bem significativo das chuvas no final do ano passado, empurrando o plantio da soja para novembro. Com a soja plantada bem mais tarde, o plantio do milho foi também adiado, uma vez que o cereal é a cultura que segue à oleaginosa.

“Ainda não dá para ter certeza se teremos uma excelente safra de soja. Ainda há  incertezas sobre o clima”, diz o produtor Claudiney Demarco, de Cerejeiras, que é uma referência na agricultura na região.

Apesar da falta de certeza em relação à produtividade da soja e do milho, uma coisa parece certa: os produtores da região de Cerejeiras deverão ter boa lucratividade. “A rentabilidade do produtor deve ser melhor nessa safra de soja, não por conta dos preços, que são os mais elevados da história. Mas sim por conta da melhor comercialização. O sul do Brasil, Argentina, Paraguai sofrem com muitas irregularidades climáticas. A quebra passa de 50% em muitas regiões produtivas. Isso está forçando a manutenção das cotações em patamares elevados”, diz Hugo Dan, agrônomo do Centro de Pesquisa Agropecuária (CPA), empresa de pesquisa e consultoria agronômica com sede em Cerejeiras.

Recentemente, a reportagem do FOLHA DO SUL ONLINE acompanhou o presidente do Sindicato Rural de Cerejeiras, Jair Ferro, numa visita à propriedade dos Irmãos Gollo, onde foi recebido pelo produtor Jair Gollo. A propriedade visitada está simultaneamente em colheita da soja e plantio do milho e é um exemplo típico da expectativa da agricultura na região neste ano. “Estamos colhendo a soja, mas ainda não dá para ter uma estimativa de produtividade. Sobre o milho, ainda é cedo para falar qualquer coisa. Mas estamos otimistas”, disse o produtor Jair Gollo.

Fonte: Folha do Sul
Autor: Rildo Costa

Inter vence por 2 a 0 o União Frederiquense no Campeonato Gaúcho

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Em casa, Brasil de Pelotas arrancou empate com o Grêmio em 1 a 1

O Inter começou melhor no primeiro tempo. Aos 11 minutos, após cobrança de escanteio de Boschilla, o camisa 9 Wesley Moraes tentou escapar da marcação, mas acabou derrubado por Eliomar. O juiz assinalou pênalti que o próprio Wesley converteu para o Tricolor.  Depois do gol, o Colorado caiu em intensidade, e União Frederiquense não mostrou criatividade para buscar o empate.  Já aos 44, o Tricolor teve a chance de ampliar:  Wesley tocou de primeira para Taison, que mandou rasteiro em direção ao gol, mas o goleiro Luís Cetin salvou o União com o pé.

Na etapa final, os donos da casa levaram pouco perigo ao gol adversário. Já o União Frederiquense deu trabalho ao goleiro Daniel . Aos seis minutos, Helton aproveitou a bola levantada em cobrança de falta e mandou de cabeça ao gol, mas Daniel defendeu. Depois, aos 27 minutos, veio a melhor chance de empate: Lessa cruzou da direita direto para Eliomar, que cabeceou ao gol, e no reflexo Daniel espalmou e evitou o gol.

Aí a história do jogo começaria a mudar aos 33 minutos, quando o técnico Alexander Medina, do Inter, substituiu o atacante Taison pelo o meia D’Alessandro que incendiou o jogo. Com cinco minutos em campo, o meia ampliou em cobrança de falta precisa, no canto direito do goleiro Luís Cetin, sacramentando a vitória colorada por 2 a 0.

No primeiro jogo desta tarde, o Brasil de Pelotas empatou com o Grêmio em 1 a 1, no estádio Bento Freitas. Os gols saíram na segunda etapa: Elias abriu o placar para o Tricolor, em cobrança de pênalti, aos dois minutos. Depois, aos 40, Paulo Victor arrancou o empate para o Xavante.

 

 

 

Por Agência Brasil –

Pandemia de covid-19 faz notificações de hanseníase caírem 57% em 2021

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A pandemia de covid-19 provocou, no ano passado, queda de 57% nas notificações de hanseníase no Brasil. Até o momento, foram registrados no país 12.045 novos casos da doença, informa levantamento preliminar feito pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) com base em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde.

A pesquisa encerra a programação do Dia Mundial contra a Hanseníase, que é sempre lembrado no último domingo de janeiro, e tem atividades previstas para hoje (30).

Segundo a médica Araci Pontes Aires, assessora do Departamento de Hanseníase da SBD, o resultado que aponta queda nas notificações da doença não considera, porém, os números totalmente fechados de 2021, que o ministério deverá divulgar somente a partir de março ou abril deste ano. Isso significa que os casos apurados em 2021 ainda poderão mudar nos próximos dois meses.

Em entrevista à Agência Brasil, Araci Aires informou que houve 28,8 mil notificações da doença em 2019 no Brasil e que, em 2020, ocorreu queda de quase 40%. “Isso é muito preocupante, pelo fato de a hanseníase ser uma doença crônica, que permanece endêmica no nosso país, com média de 28 mil casos nos últimos três anos antes da pandemia [2017, 2018, 2019]”, ressaltou a dermatologista.

Com a pandemia, houve retração nas notificações, que passaram da média de 28 mil casos, em 2019, para 18 mil casos, em 2020. “Mas isso não corresponde à realidade”, afirmou Araci. Para a médica, este é mais um dos “efeitos deletérios” da pandemia, por conta do lockdown, do medo de comparecer a uma unidade de saúde e contrair a covid-19 e até mesmo pela sobrecarga do sistema de saúde, que foi obrigado a relegar um pouco as outras doenças crônicas. “A hanseníase também sofreu isso.”

A dermatologista disse que os casos não notificados correspondem a pessoas que deveriam ter procurado as unidades de saúde para serem diagnosticadas e que permaneceram doentes, sem diagnóstico e, consequentemente, sem tratamento, “o que é grave”. Para Araci, a falta de notificações prejudica o rastreamento da doença. O Brasil é o segundo país em número de casos de hanseníase, atrás apenas da Índia, destacou a médica, lembrando que a pandemia causou grande impacto no subdiagnóstico. “Pessoas não foram diagnosticadas e permanecem doentes. Não foram sequer diagnosticados para que pudessem ser notificadas.”

Campanha

A conscientização das pessoas sobre a hanseníase foi o tema da campanha Janeiro Roxo 2022, intitulada “Precisamos falar sobre hanseníase”. Para Araci, a campanha deveria se realizar durante todo o ano, porque a hanseníase é uma endemia que, diferentemente da dengue, por exemplo, não ocorre em um período determinado, mas durante todos os meses.

O foco da campanha da SBD é alertar a população, com informações sobre os sinais e sintomas da doença, o tratamento e o combater à questão do estigma dos portadores de hanseníase. “Em tratamento, a pessoa não transmite mais [a doença] e pode conviver normalmente com parentes, amigos e colegas no local de trabalho, sem nenhuma restrição.”

A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda que a pessoa procure um posto de saúde se tiver algum sintoma da doença.

Entre os sintomas clássicos que podem alertar as pessoas para a hanseníase, a dermatologista Araci citou o aparecimento de mancha mais clara que a pele, avermelhada ou, às vezes, acastanhada, que não apresente sensibilidade normal; dormência de mãos e pés; orelha mais inchada; aparecimento de caroços pelo corpo; olhos ressecados; feridas, sangramento e ressecamento no nariz; febre e mal-estar geral. “Todos são sinais de alerta para que a pessoa busque uma unidade de saúde para confirmar se é um caso de hanseníase.”

Regiões

A hanseníase é uma doença muito relacionada com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das regiões. Por isso, as regiões Norte, Nordeste e alguns estados do Centro-Oeste costumam ter maior índice maior de casos, “exatamente pelos bolsões de pobreza”. Dados da SBD revelam que o maior número de casos novos identificados na última década ocorreu na Região Nordeste (43% do total), seguida do Centro-Oeste, com 20% dos casos; Norte (19%); Sudeste (15%); e Sul (4%).

Araci Aires observou, contudo, que não se trata de uma doença exclusiva da classe social menos favorecida, pois 10% dos diagnósticos de hanseníase no país são de pessoas com nível superior de ensino. Fragilidades sociais, como habitação precária, ausência de informação e dificuldade de acesso aos sistemas de saúde, favorecem o contágio da doença. De 23.351 pessoas com hanseníase que deram informações sobre grau de ensino, 11.061 tinham ensino fundamental (47% do total); contra 8% com nível superior (1.897 pessoas).

A médica advertiu que, como qualquer doença infectocontagiosa, transmitida pelas vias aéreas, há mais facilidade de contaminação onde existem condições precárias de moradia, com famílias de muitas pessoas vivendo por vezes em um único ambiente, com pouca ventilação, o que facilita a transmissão. A hanseníase tem outro problema que é a questão do estigma. As pessoas, muitas vezes, protelam a ida ao médico porque têm medo de, ao serem diagnosticadas com essa doença, passarem a ser rejeitadas pela família, pelos amigos, no ambiente do trabalho.

Perfil

Na maioria dos casos, o paciente notificado com hanseníase no Brasil é do sexo masculino, como se pode constatar pelos dados oficiais do Ministério da Saúde. Em 56% dos registros de 2020 e 2021 comunicados até agora os pacientes eram do sexo masculino. Quanto à idade, 53% dos registros oram de adultos com mais de 30 anos. Destes, 19,5% tinham de 40 a 49 anos; 19,2%, de 50 a 59 anos; e 14,6% , de 30 a 39 anos.

Nos últimos 11 anos, a hanseníase acometeu 342.257 pessoas no Brasil. Nesse período, a maioria dos pacientes notificados no país foram homens (55% dos casos registrados no SUS, com 189,8 mil notificações).

Teste rápido

Uma boa notícia para pacientes de hanseníase foi dada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no último dia 25: a inclusão de novos testes laboratoriais complementares ao diagnóstico da hanseníase, entre os quais, um teste rápido. Segundo a pasta da Saúde, o Brasil será o primeiro país a ofertar gratuitamente o teste rápido para apoiar o diagnóstico de hanseníase, que ainda é essencialmente clínico, baseado na avaliação minuciosa do paciente, especialmente de pele e nervos periféricos.

“O teste rápido para o diagnóstico é uma grande conquista”, disse Queiroga. “Que nós possamos fazer o diagnóstico clínico, confirmar através dos exames sorológicos e, através de uma terapia adequada, fazer com que os pacientes sejam curados”, acrescentou.

O Ministério da Saúde deverá aplicar neste ano R$ 3,7 milhões para oferecer os novos testes.

Inquérito

O Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD – Fiocruz Amazônia) e o governo do Amazonas, por meio da Fundação Hospitalar Alfredo da Matta, unidade de referência no tratamento da hanseníase, vão realizar neste ano 1º Inquérito da Hanseníase no Brasil, investigando as incapacidades físicas ocasionadas pela hanseníase em mais de 200 municípios brasileiros mapeados pelo Projeto Inquérito da Hanseníase no Brasil.

A pesquisa tem liderança do Ministério da Saúde.

O trabalho de campo deve começar em março, com atividades realizadas por equipes multidisciplinares formadas por profissionais de todo o Brasil. Após a conclusão dos trabalhos, deve ser criado de um banco de dados nacional sobre as incapacidades físicas pós-cura da hanseníase.

 

 

 Agência Brasil

Concurso TJRO: FGV divulga resultado de prova discursiva e convoca canditados negros e PCDs

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Além das notas da prova discursiva e redação, a lista também identifica os candidatos(as) negros(as) e PCDs, que, conforme o edital, terão de passar por entrevista e perícia médica

A Fundação Getúlio Vargas, responsável pelo concurso do Tribunal de Justiça de Rondônia e Tribunal de Contas do Estado, divulgou na noite de sexta-feira, dia 28, o resultado das provas discursivas. A lista dos candidatos aprovados com suas respectivas notas está no site do FGV para consulta e ciência. (clique aqui)

Além das notas da prova discursiva e redação, a lista também identifica os candidatos(as) negros(as) e PCDs, que, conforme o edital, terão de passar por entrevista e perícia médica. A convocação desses candidatos(as) também está na página da contratada com orientações de data e local para comparecimento.

PCDs

As pessoas com deficiência, assim entendidas aquelas que se enquadram nas categorias discriminadas pela legislação, devem realizar perícia médica até o dia 7 de fevereiro, no auditório do Golden Plaza Hotel, na Avenida Governador Jorge Teixeira, 810, em Porto Velho.

A perícia tem por finalidade verificar a veracidade das informações prestadas pelos(as) candidatos(as). A equipe multiprofissional observará a natureza das atribuições e tarefas essenciais do cargo ou da função a desempenhar e a viabilidade das condições de acessibilidade e as adequações do ambiente de trabalho na execução das tarefas.

O(a) candidato(a) deverá comparecer ao local designado para a realização da entrevista com antecedência mínima de 30 minutos do horário fixado para o seu início, observando o horário local. Deve levar obrigatoriamente documento de identidade, laudo médico com CID.

Negros(as)

Em relação aos(às) candidatos(as) que se inscreveram para concorrer às vagas destinadas para negros(as), também ocorre a convocação para a realização da heteroidenficação, de acordo com o disposto no edital. A finalidade é verficar veracidade das informações prestadas em conformidade com a legislação de cotas.

A entrevista, que será filmada, também será no auditório do Golden Plaza Hotel. o(a) candidato(a) deverá levar formulário de autodeclaração, publicado no site da FGV, a fim de ser comparado ao fenótipo, além de documentações pessoais.

Em ambos os casos, negros(as) e PCDs, recomenda-se que os(as) candidatos(as) levem alimentação, considerando o tempo previsto para as entrevistas.

 

 

Assessoria de comunicação Institucional

Incêndio atinge fábrica de reciclagem de pneus

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Um incêndio de grandes proporções atingiu uma fábrica de reciclagem de pneus localizada na Avenida Capitão Silvio, na tarde deste sábado (29) em Ariquemes. Não há registro de feridos. Bombeiros e Policia Militar estão no local. O estrutura da empresa desabou.

 

 

Jaruonline

 

‘Aceitar todos os cookies’: o que significa aviso que se tornou mais comum na internet

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Alertas têm sido exibidos com mais frequência devido às novas leis de proteção de dados. Arquivos oferecem mais comodidade, mas podem servir para rastrear sua navegação na internet.

O que são 'cookies' na web e quais riscos eles representam?

O que são ‘cookies’ na web e quais riscos eles representam?

Esses avisos ficaram mais frequentes no Brasil desde o ano passado por conta da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que prevê a possibilidade de multas para quem descumprir regras sobre tratamento de informações.

Ela é inspirada no Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GPDR), criado pela União Europeia em 2018.

Em vários casos, antes de clicar em “Aceitar cookies”, é possível selecionar botões como “Minhas opções” para alterar o que será armazenado (veja mais ao final do texto). Mas, na pressa, algumas pessoas acabam optando por aceitar tudo. Veja abaixo perguntas e respostas sobre o tema.

Para que servem os cookies?

 

Os cookies são arquivos criados por sites para coletar informações sobre a sua navegação na internet.

Eles são transferidos para o seu dispositivo e podem servir para vários objetivos, como oferecer mais comodidade. Isso inclui, por exemplo, manter a conta de um serviço ativa para você não precisar preencher login e senha toda vez, ou salvar os itens que você colocou anteriormente no carrinho de compras do site de uma loja.

LEIA TAMBÉM:

Existe algum risco?

 

Em geral, os cookies não representam perigo, já que eles costumam guardar códigos aleatórios – e não dados pessoais – para identificar usuários.

Ainda assim, sites com práticas não recomendadas podem usá-los para armazenar nome, e-mail ou telefone, por exemplo. É o que explica Fabio Assolini, analista sênior da Kaspersky no Brasil.

“Um website poderá guardar qualquer informação em um cookie, incluindo dados pessoais do usuário cadastrado – o que, claro, não é recomendado”, destaca Assolini.

Mesmo sem coletar dados pessoais, os arquivos podem ter informações sobre seu histórico na internet. Cookies de terceiros, presentes em mais de um site, são capazes de identificar os termos que você busca e mostrar anúncios publicitários sobre eles em outras páginas, por exemplo.

“Quem nunca fez uma busca de um produto no Google e depois, durante a navegação de internet, começou a ver propaganda daquele produto? Esse rastreamento se dá por cookies”, diz Assolini.

 

Em dispositivos compartilhados por várias pessoas, há um risco com cookies que mantêm sua conta logada. Com eles, terceiros podem acessar livremente suas contas. A dica nesses casos é sempre fazer o logout, isto é, encerrar a sessão antes de deixar de usar o dispositivo.

O analista também destaca que há meios de limitar a coleta informações por meio de cookies. “Você pode configurar o seu navegador para apagar os cookies, usar bloqueadores de propaganda, bloqueadores de rastreadores que também usam cookies”, diz Assolini (veja dicas ao final do texto).

Por que pedem que o usuário aceite os cookies?

 

Alguns sites passaram a mostrar o aviso sobre cookies para cumprir regras da GDPR, que precisa ser seguida por empresas que processam dados de pessoas que estão na União Europeia, mesmo que não estejam sediadas na região.

O regulamento europeu determina que sites devem receber consentimento para usar cookies, exceto em casos necessários. Ele também indica que, após a autorização dos usuários, as páginas devem oferecer o mesmo destaque para uma opção de voltar atrás e retirar a permissão.

O Brasil não tem uma lei específica sobre cookies, mas especialistas apontam que seu uso é analisado no contexto do tratamento de dados. Pela LGPD, os sites que operam informações de usuários devem seguir alguns princípios, como os de necessidade, finalidade e transparência.

“Não há nenhuma regra que obrigue que haja ‘autorização’ do usuário, por exemplo”, diz Mariana Rielli, coordenadora de projetos do Data Privacy Brasil.

 

No entanto, Mariana explica que, “uma vez que se considere a coleta de cookies um tratamento de dados pessoais, a LGPD se aplica como um todo, logo suas regras gerais devem ser seguidas”.

Geralmente, essas detalhes são apresentados na Política de Privacidade dos sites.

Como limitar cookies? O que acontece se eu não aceitar?

 

Em alguns sites, os avisos de cookies permitem controlar o que será coletado. Os termos variam, mas essas janelas costumam destacar a coleta de cookies necessários, que não pode ser desativada para não comprometer o funcionamento da página.

Entre os cookies que podem ser recusados, estão os de marketing, que rastreiam sua navegação para mostrar anúncios; os funcionais, usados para o site lembrar que a conta está logada, por exemplo; e os de estatísticas, que servem para a página criar relatórios sobre a quantidade de visitas.

Além das configurações para cada site, é possível mudar preferências em navegadores para restringir cookies de terceiros. Veja como limitar cookies de terceiros nos dois programas:

Google Chrome

Confira como limitar cookies de terceiros na versão do Chrome para computadores:

  1. Abra o menu do Chrome e selecione “Configurações”;
  2. Clique em “Privacidade e segurança”;
  3. Procure por “Cookies e outros dados do site”;
  4. Selecione a opção “Bloquear cookies de terceiros”.

 

Como bloquear cookies de terceiros na versão do Google Chrome para computadores — Foto: Reprodução/Google Chrome

Como bloquear cookies de terceiros na versão do Google Chrome para computadores — Foto: Reprodução/Google Chrome

No celular, siga estes passos:

  1. Abra o menu do Chrome e selecione “Configurações”;
  2. Clique em “Configurações do site”;
  3. Toque em “Cookies”;
  4. Selecione a opção “Bloquear cookies de terceiros”.

 

O navegador indica que, com essa opção ativada, “os sites não podem usar seus cookies para ver sua atividade de navegação em diferentes sites, por exemplo, para personalizar anúncios”. Apesar disso, há o alerta de que “os recursos de alguns sites podem falhar”.

Como bloquear cookies de terceiros no aplicativo do Google Chrome — Foto: Reprodução/Google Chrome

Como bloquear cookies de terceiros no aplicativo do Google Chrome — Foto: Reprodução/Google Chrome

Mozilla Firefox

No Firefox, o bloqueio contra cookies de terceiros é ativado por padrão, mas é possível verificar se ele realmente está habilitado ao acessar a área de privacidade. Veja como fazer:

  1. Abra o menu do Firefox e clique em “Opções”.
  2. Selecione a opção “Privacidade e Segurança”;
  3. A configuração sobre coleta de cookies e outras informações aparece em “Proteção aprimorada contra rastreamento”.

 

No aplicativo para celular, siga estes passos:

  1. Abra o menu do Firefox;
  2. Clique em “Configurações”;
  3. Verifique se a opção “Proteção aprimorada contra rastreamento” está ativada.

 

Mozilla Firefox bloqueia cookies de rastreamento por padrão — Foto: Reprodução/Mozilla Firefox

Mozilla Firefox bloqueia cookies de rastreamento por padrão — Foto: Reprodução/Mozilla Firefox

 

 

 

 

Por Victor Hugo Silva, g1

Ômicron: dor de garganta se torna sintoma mais comum da nova variante da covid

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Por BBC

Cerca de dois meses após ser identificada pela primeira vez no Brasil, a variante ômicron já é a prevalente nos casos de covid-19 no país, de acordo com informações divulgadas na coletiva de imprensa do Ministério da Saúde em 11 de janeiro.

Embora os sintomas não sejam tão diferentes daqueles causados por outras variantes, há sutis mudanças na forma de apresentação da doença, e muitos dos pacientes infectados na nova onda têm relatos parecidos: o sintoma de dor de garganta antes de a maioria dos demais sinais da covid-19 aparecerem.

O que os estudos dizem?

 

Dados do Zoe COVID Symptom Study, um projeto que registra, via smartphone, como centenas de milhares de pessoas infectadas estão se sentindo no Reino Unido, indica que até o fim de dezembro, 57% das pessoas com ômicron relataram dores de garganta.

Algumas evidências científicas indicam que a ômicron tem maior probabilidade de infectar a garganta do que os pulmões, o que pode explicar por que parece ser uma variante mais infecciosa, mas talvez contribuindo para a incidência de mortes ser menor do que outras versões do vírus – hipóteses que ainda estão sendo estudadas com grandes grupos de pessoas.

Um pequeno estudo divulgado no começo de janeiro, ainda em formato pré-print (ainda sem a revisão por pares, na qual outros cientistas avaliam o conteúdo), mostra que, em uma pessoa infectada pela ômicron, a carga viral atinge o pico na saliva um a dois dias antes de atingir o pico na área do nariz.

Outra análise pequena foi feita na Noruega, com 66 pessoas que foram infectadas pela variante ômicron após participarem de uma festa de Natal, e os resultados indicam que 72% desenvolveram dor de garganta com duração média de três dias. A maioria havia sido vacinada com duas doses de um imunizante com a tecnologia de mRNA (como é o caso da vacina da Pfizer distribuída no Brasil).

Ainda faltam estudos para que a ciência chegue a uma resposta concreta.

Por que a ômicron causa dor de garganta na maioria das pessoas?

 

Ômicron testa sistema de saúde brasileiro
Ômicron testa sistema de saúde brasileiro

“O que parece é que a variante apresenta uma preferência pelas células da via área superior – garganta, seios da face e orofaringe, apesar de ainda faltarem informações que nos comprovem e indiquem por quê. São áreas onde é mais raro surgirem complicações graves”, aponta Larissa Camargo, médica otorrinolaringologista do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, que tem tratado dezenas de pacientes com os sintomas causados pela covid-19 no nariz e garganta.

“E por isso surge a dor, um dos sinais de defesa. É a explicação mais plausível da alta carga viral presente nessa região.”

No fim de 2021, análises feitas em modelos animais mostraram que a replicação da variante ômicron era muito mais intensa em brônquios do que no pulmão – corroborando a ideia de “preferência” do vírus em manter-se na via área superior.

Mas os dados com animais não devem ser considerados definitivos.

“Os resultados não são traduzíveis para os seres humanos e podem, inclusive, dar a ideia errada de que a variante é mais branda, quando a principal causa de os sintomas serem menos graves é a alta porcentagem de pessoas vacinadas”, aponta André Giglio Bueno, médico infectologista, curador do projeto HubCovid, que busca informar sobre a doença, e professor da disciplina de infectologia da Faculdade de Medicina da PUC/Campinas.

O que fazer para melhorar a dor de garganta causada pela ômicron?

 

A otorrinolaringologista Larissa Camargo explica que, assim como em outros sintomas leves, a estratégia é controlar a dor e o desconforto de sinais como congestão nasal e coriza.

Outros sintomas da ômicron além da dor de garganta

Os sintomas podem aparecer entre dois dias e duas semanas após a exposição ao vírus. Entre os mais comuns estão:

  • Dores musculares ou no corpo;
  • Dor de cabeça
  • Cansaço extremo
  • Febre
  • Calafrios
  • Tosse
  • Falta de ar ou dificuldade para respirar
  • Dor de garganta
  • Congestão ou nariz escorrendo
  • Náusea ou vômito
  • Diarreia
  • Perda de paladar ou olfato

 

Sintomas tendem a ser mais leves para quem está vacinado?

 

Sim. “O principal benefício da vacina é reduzir o risco de se precisar de internação e o de óbito. O imunizante torna a infecção mais leve, fazendo com que sintomas que poderiam ser mais duradouros ou intensos sejam brandos”, aponta Bueno.

Orientações de isolamento mudaram recentemente

De acordo com atualizações feitas pelo Ministério da Saúde no dia 10 de janeiro, o tempo de isolamento pode ser reduzido para quem foi infectado pelo coronavírus.

O isolamento de casos leves e moderados deverá ser feito por 7 dias, desde que a pessoa não apresente sintomas respiratórios e febre há pelo menos 24 horas e nem precise fazer uso de antitérmicos.

Para aqueles que no 7º dia ainda apresentem sintomas, é necessária a realização de um novo teste.

Caso o resultado seja negativo, a pessoa deverá aguardar até passar 24 horas sem sintomas respiratórios e febre, e sem o uso de antitérmico, para sair do isolamento.

Já se o diagnóstico for positivo, o isolamento deverá ser mantido por pelo menos 10 dias contados a partir do início dos sintomas.

Assim como nos outros casos, a saída do isolamento pode ser feita desde que não apresente sintomas respiratórios e febre, e sem o uso de antitérmico, há pelo menos 24h.

Por BBC/G1

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