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Festa de título da Argentina tem lágrimas, Agüero em campo e reverência a Messi, que beija taça

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Craque beijou o troféu mais cobiçado da carreira assim que recebeu a honraria de melhor jogador do Mundial; veja vídeos da comemoração em campo no estádio Lusail

Montiel converteu o pênalti, e Messi desabou. De joelhos, abraçado e referenciado pelos companheiros da Argentina, o craque deu início à festa pelo tricampeonato mundial da seleção alviceleste ainda no gramado do estádio Lusail, segundos depois do triunfo nos pênaltis sobre a França. As lágrimas tomaram conta, como quase em um desabafo.

O choro contagiou toda a delegação. O técnico Lionel Scaloni chorou a partir da confirmação do tricampeonato da Argentina. O fim do jejum de 36 anos sem conquistas de mundial gerou festa com presença de familiares ainda no gramado do estádio.

Ainda na celebração dentro do gramado após a conquista argentina, Agüero, atacante aposentado, mas que atua quase como um 27º convocado surgiu com um instrumento musical de percussão para comandar a trilha sonora que partiu das arquibancadas, lotadas por mais de 88 mil pessoas.

A música “muchachos”, tema principal da torcida no Catar, acabou sendo repetida pelos jogadores e comissão técnica no gramado. Posteriormente, a versão da banda La Mosca tomou conta do sistema de som do Lusail em meio às celebrações.

Em meio a esta cerimônia, todos os atletas da delegação trataram de reverenciar e abraçar Messi. O grande craque e ídolo de todo o elenco recebeu o carinho coletivo no último ato de Copa do Mundo.

A festa ganhou novas proporções a partir da premiação. Dibu Martínez, que chegou a fazer um gesto obsceno com o troféu de melhor goleiro, Enzo Fernández, melhor jovem, e Messi, melhor jogador, tiveram os nomes gritados pelo público.

Messi, aliás, viveu um dos momentos mais esperados da carreira antes mesmo de erguer o troféu. Enquanto caminhava com o troféu de destaque do Mundial, o camisa 10 deu um beijo e fez um carinho na taça da Copa do Mundo.

A festa de grandes proporções se justifica. A Argentina quebrou um jejum de 36 anos sem troféus ao conquistar o tricampeonato mundial neste domingo.

Por Redação do ge — Doha, Catar

Argentina chega ao terceiro título mundial; veja lista de campeões

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Brasil continua como o maior vencedor, com cinco taças, seguido por Itália e Alemanha

Argentina conquistou neste domingo seu terceiro título mundial ao vencer a França na decisão. O Brasil segue isolado como o maior campeão da Copa do Mundo, com cinco conquistas.

Os argentinos deixam para trás Uruguai e França, com duas taças, e ficam somente uma atrás de Alemanha e Itália. Espanha e Inglaterra venceram uma vez.

A vitória neste domingo faz a Argentina quebrar um jejum de 36 anos sem vencer a Copa do Mundo. A última havia sido em 1986. Anteriormente, os argentinos conquistaram o torneio em 1978, em casa.

Realizada desde 1930, a Copa do Mundo tem apenas oito campeões diferentes.

Veja a lista de campeões mundiais ano a ano:

  • 1930: Uruguai
  • 1934: Itália
  • 1938: Itália
  • 1950: Uruguai
  • 1954: Alemanha
  • 1958: Brasil
  • 1962: Brasil
  • 1966: Inglaterra
  • 1970: Brasil
  • 1974: Alemanha
  • 1978: Argentina
  • 1982: Itália
  • 1986: Argentina
  • 1990: Alemanha
  • 1994: Brasil
  • 1998: França
  • 2002: Brasil
  • 2006: Itália
  • 2010: Espanha
  • 2014: Alemanha
  • 2018: França
  • 2022: Argentina

 

Veja os campeões da Copa do Mundo:

  • Brasil: 5 (1958, 1963, 1970, 1994 e 2022)
  • Alemanha: 4 (1954, 1974, 1990 e 2014)
  • Itália: 4 (1934, 1938, 1982 e 2006)
  • Argentina: 3 (1978, 1986 e 2012)
  • França: 2 (1998 e 2018)
  • Uruguai: 2 (1930 e 1950)
  • Argentina: 2 (1978 e 1986)
  • Espanha: 1 (2010)
  • Inglaterra: 1 (1966)

 

 

Por Redação do ge — Doha, Catar

Deputada Rosangela Donadon é diplomada para terceiro mandato e reafirma compromisso de trabalhar em prol do desenvolvimento de Rondônia

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A deputada estadual, Rosangela Donadon (União Brasil), foi diplomada nesta quinta-feira(15), para exercer o seu terceiro mandato de 2023 – 2026 na Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia(ALE/RO).
A cerimônia de diplomação dos eleitos nas Eleições 2022 foi realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, em Porto Velho e contou com a participação de várias autoridades e convidados.
Emocionada durante o evento, Rosangela Donadon agradeceu aos eleitores e aos amigos e familiares pela confiança e apoio.
“Agradeço de coração a todos pelo apoio. Estou muito feliz de ser diplomada para exercer o meu terceiro mandato como deputada estadual. São mais quatro anos de muito trabalho e dedicação em prol do desenvolvimento do nosso querido estado de Rondônia para melhorar a qualidade de vida da nossa população”, disse Rosangela Donadon.

Nova lei libera troca de nome direto no cartório e sem ação judicial

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O funcionário público Francisco Conte Ficho, de Jaú (SP), enfim acabou com o pesadelo que o acompanhava desde criança. Em outubro, aos 33 anos de idade, ele conseguiu fazer duas mudanças significativas no próprio nome. O prenome diminuiu, e o sobrenome aumentou. Antes das alterações, ele se chamava Francisco Egídio Conte.

— Quem olha de fora pode achar que essa mudança é uma besteira, um detalhe ou um capricho, mas, para mim, não é — afirma Ficho. — O nome é a sua identidade e diz quem você é e a qual família você pertence. Esse nunca foi o meu caso. Eu não me reconhecia naquele nome e naquele sobrenome. Isso me atormentava.

Ele não se sentia à vontade como Francisco Egídio porque seu pai, Egídio, teve um casamento curto com sua mãe e pouco acompanhou seu crescimento. Quando assinava, ele preferia abreviar ou simplesmente excluir o nome Egídio. Ao mesmo tempo, por ter sido criado exclusivamente pela mãe, achava injusto carregar só o sobrenome paterno, e não o materno.

Para realizar o antigo sonho, Francisco Conte Ficho recorreu a uma lei federal recentemente aprovada pela Câmara e pelo Senado e sancionada pela Presidência da República que tornou a troca de prenome e sobrenome mais simples, rápida e barata (Lei 14.382, de 2022).

O seu nome foi alterado em questão de dias. Ele decidiu emoldurar a nova certidão de nascimento e dá-la à mãe, Luzia Elizabete Ficho Conte. Assim que ela abriu a caixa e entendeu o que era o presente, ambos se abraçaram e caíram em lágrimas.

— É também uma forma de demonstrar agradecimento à minha mãe por todo o sacrifício que ela fez para me criar. Agora com o sobrenome materno, tenho a sensação de que faço mais parte da vida dela — continua Ficho, que acaba de se casar. — E fico feliz por saber que os filhos que espero em breve ter poderão ganhar o sobrenome dela.

 

A nova lei entrou em vigor em junho. Até então, era necessário contratar advogado, recorrer aos tribunais, apresentar uma justificativa plausível e aguardar a decisão do juiz — que poderia, no fim, não autorizar a mudança de nome.

Agora, basta apresentar o pedido diretamente a qualquer um dos 7.800 cartórios de registro civil do Brasil. É preciso ter pelo menos 18 anos e pagar uma taxa que, a depender do estado, varia de R$ 100 a R$ 400.

De acordo com um levantamento nacional feito pela Associação dos Registadores de Pessoas Naturais do Brasil (Arpen Brasil) a pedido da Agência Senado, graças à nova lei, perto de 5 mil brasileiros recorreram aos cartórios nos últimos seis meses para mudar o prenome — o que dá, em média, 30 alterações por dia. A entidade não tem o número de pessoas que alteraram o sobrenome.

Antes da lei, a mudança só era menos burocrática para pessoas cujo nome provocasse constrangimento ou contivesse erro de grafia, para vítimas e testemunhas de crimes que precisassem iniciar uma nova vida sem serem localizadas e para indivíduos que quisessem adotar oficialmente um apelido notório. Nessas situações específicas, os juízes costumavam liberar a troca sem maiores dificuldades.

 

Além disso, uma lei de 1973 estabeleceu que qualquer pessoa podia pedir a mudança do prenome sem explicações assim que completasse 18 anos de idade. Alguns estados permitiam que se fizesse isso diretamente no cartório. A maioria dos estados, porém, exigia ação judicial. Em qualquer caso, tal janela se fechava depois de um ano, assim que chegava o 19º aniversário.

Mais recentemente, em 2018, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) baixou uma norma que estendeu a mesma possibilidade aos transgêneros, tendo eles feito ou não a cirurgia de redesignação sexual. Nesse caso, o que muda nos documentos oficiais não é apenas o prenome, mas também o gênero da pessoa.

Em razão da nova lei, agora até os sobrenomes podem ser modificados. Nesse caso, porém, não há total liberdade. É preciso que, no cartório, o solicitante comprove ter relação direta com o sobrenome desejado. Pode-se adotar o sobrenome do padrasto ou da madrasta, do companheiro ou da companheira com quem se tem união estável registrada ou de algum antepassado, por exemplo. O cônjuge, inclusive, pode reaver o sobrenome de solteiro mesmo mantendo-se casado.

A registradora e professora Márcia Fidelis Lima, que é presidente da Comissão Nacional dos Notários e Registradores do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), explica que, no passado, o nome precisava ser imutável porque o Estado identificava cada pessoa pelo nome e pela filiação. Não é mais necessariamente assim. Atualmente, isso é possível por meio do número de algum banco de dados unificado. Ainda que se mude o prenome, o sobrenome ou até o gênero, os números de RG, CPF e passaporte continuam sendo os mesmos.

— Em lugares públicos, já é mais comum que nos perguntem o CPF, e não o nome — ela diz. — O nome é o principal elemento qualificador da nossa personalidade perante a sociedade e, como tal, pode afetar o nosso bem-estar e criar problemas psicológicos. Já que não fomos nós que escolhemos o nome no nascimento, mas outra pessoa, é justo que ele não seja imutável e que nós mais tarde tenhamos o direito de modificá-lo se não estivermos satisfeitos.

Por segurança, as certidões de nascimento que são modificadas informam qual era o nome anterior (imagem: reprodução)

 

O presidente da Arpen Brasil, Gustavo Fiscarelli, lembra que a lei recém-aprovada permite que o registrador recuse a mudança de nome caso suspeite que o solicitante seja um criminoso que apenas deseja fugir das autoridades policiais ou judiciárias, por exemplo. Nesse tipo de situação, o caso é levado ao juiz, que autorizará ou não a alteração.

Quando um nome é trocado, diversos órgãos do poder público são informados, como as Secretarias de Segurança Pública, a Polícia Federal e a Justiça Eleitoral. Caso a pessoa seja parte em ações judiciais, os tribunais também recebem a informação, para que possam atualizar o nome nos processos.

Como medida de segurança, a nova certidão de nascimento precisa conter a informação de que o nome foi mudado e qual era o original. Isso só não se aplica aos transgêneros, para evitar-lhes constrangimentos. Nesse caso, a certidão de nascimento traz apenas o aviso de que o registro foi alterado, sem entrar em detalhes.

— A mudança de nome é uma questão que só afeta a parte interessada e não prejudica o Estado ou outras pessoas — continua Fiscarelli. — Mesmo assim, inúmeras demandas desse tipo galgavam três instâncias e chegavam ao Superior Tribunal de Justiça, gastando tempo e dinheiro público e inundando o Judiciário com questões que poderiam ser resolvidas nos cartórios de forma transparente, rápida e barata.

Cartório em Brasília: mudanças de nome agora podem ser feitas sem burocracia, diante do registrador, sem necessidade de pedido judicial (foto: CNJ)

 

A lei permite a mudança de prenome diretamente no cartório apenas uma vez. Caso a pessoa depois se arrependa ou queira uma nova alteração, ela necessariamente precisará de uma autorização judicial. No caso do sobrenome, não há limite para as modificações.

A norma também autoriza os pais a modificarem o nome do bebê recém-registrado. Isso pode acontecer em qualquer situação, como quando o pai escolhe um nome sem a concordância da mãe ou até mesmo quando ambos se arrependem da escolha. O prazo para a troca em cartório é de 15 dias após o registro, e o novo nome precisa ser consensual.

A Lei 14.382 se originou de uma medida provisória enviada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional em dezembro de 2021 estabelecendo a modernização e a integração eletrônica dos cartórios (MP 1.085). A mudança de nomes, contudo, não aparecia na MP.

Entidades como a Arpen Brasil procuraram o Congresso para apontar a lacuna. O senador Telmário Mota (Pros-RR) concordou com os argumentos e apresentou uma emenda incluindo esse ponto na MP. A emenda foi aprovada sem oposição.

— Com o passar do tempo, novas demandas sociais surgem. O Parlamento precisa ser sensível para enxergá-las e tomar medidas que facilitem e melhorem a vida das pessoas. O que fizemos, nesse ponto específico dos nomes, foi uma mudança legislativa pequena com um impacto gigantesco na vida de muita gente — avalia Telmário.

Senador Telmário Mota, autor da emenda que desburocratizou a mudança de nome (foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

 

A física Malu Ferreira, que tem 48 anos e vive em Brasília, também trocou de nome. Para aparecer nesta reportagem, ela preferiu ser identificada por um pseudônimo — Malu Ferreira não é seu nome real —, de modo a não criar mais atritos com os pais, que não ficaram felizes com a modificação. No caso dela, porém, a alteração se deu pela via judicial.

Malu conta que não teria apresentado em fevereiro seu pedido à Justiça se soubesse que em junho entraria em vigor uma lei permitindo o procedimento em cartório. A autorização para que abandonasse o nome antigo acaba de sair, após nove meses de espera e R$ 3.500 em gastos com advogado e taxas judiciais, sem contar os dissabores. Ela agora espera os novos documentos.

— A juíza fez tudo o que pôde para dificultar o processo. Ela estabeleceu que a mudança dependeria do consentimento do meu ex-marido, de quem sou divorciada há mais de 20 anos. E várias vezes tratou o meu desejo de mudar de nome como frescura, “mi-mi-mi”. Foi tudo muito humilhante — lembra.

Ela conta que começou a se apresentar como Malu na pré-adolescência, depois de descobrir que o nome original havia sido escolhido e registrado pelo pai sem consulta à mãe e por causa da filha pequena da família vizinha que tinha o mesmo nome.

— Quando eu soube dessa história, eu me perguntei por que meus pais não discutiram naqueles nove meses de gravidez qual seria o meu nome e também por que ele fez a escolha por causa de uma garota que era bonitinha. Foi muito frustrante. Senti que não estavam preocupados com a minha individualidade. Mas eu estava. Usando o nome antigo, eu me sentia fraca, sem personalidade. Eu sei que Malu é o meu nome de verdade porque com ele me sinto forte.

Fonte: Agência Senado

Deputado Luizinho Goebel é diplomado para o quinto mandato parlamentar pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia

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O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TER/RO) realizou, nesta quinta-feira (15), a solenidade de diplomação dos eleitos nas Eleições de 2022. A cerimônia formalizou o deputado estadual Luizinho Goebel (PSC/RO), eleito para o mandato de 2023-2026, para exercer seu quinto mandato na Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE/RO. Em solenidade realizada na tarde desta quinta-feira (15/12), às 17 horas, no auditório da Universidade São Lucas, localizado na Rua João Goulart, nᵒ 666, Bairro Mato Grosso, em Porto Velho.

Luizinho Goebel foi eleito deputado estadual em 2006 com 8.331 votos sendo o 15º colocado, e assumiu seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa, em 2010 foi reeleito com praticamente o dobro dos votos 15.510 sendo o 6º mais votado. Foi membro da mesa diretora na legislatura e presidente da CCJ – Comissão de Constituição e Justiça e Redação. Em outubro do ano de 2018, Luizinho Goebel foi reeleito com 16.999 votos para um quarto mandato para a Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia. Goebel foi o terceiro mais votado da coligação que tinha MDB e PV.

Na última eleição deste ano de outubro de 2022, o deputado Luizinho Goebel (PSC) foi reeleito com 14.162 votos e foi o segundo mais votado dos candidatos do Cone Sul do Estado de Rondônia. “A diplomação confirma sua vitória perante as urnas, a confirmação pela Justiça Eleitoral de que você realizou uma campanha limpa, dentro da legislação eleitoral, e está apto a exercer mais um mandato. É um momento de muita alegria e gratidão”, disse o parlamentar.

Luizinho Goebel teve as contas de campanha aprovadas nesta segunda-feira, 12, mais uma confirmação de que trabalhou corretamente. “Foi uma campanha difícil, atípica, com poucos recursos, mas com muito trabalho para mostrar. Ao final, o povo reconheceu o nosso compromisso com o Cone Sul e todo o Estado de Rondônia, e nos elegeu para continuarmos na Assembleia Legislativa”, enfatizou.

Também na ocasião foram diplomados os deputados estaduais:

Laerte Gomes (PSD), Ieda Chaves (União Brasil), Ismael Crispin (PSB), Cirone Deiró (União Brasil), Ezequiel Neiva (União Brasil), Alex Redano (Republicanos), Marcelo Cruz (Patriotas), Dr Luis Do Hospital (MDB), Cássio Gois (PSD), Jean Oliveira (MDB), Delegado Lucas Torres (Progressistas), Luizinho Goebel (PSC), Affonso Candido (PL), Jean Mendonça (PL), Gislaine Lebrinha (União Brasil), Rosangela Donadon (União Brasil), Delegado Rodrigo Camargo (Republicanos), Pedro Fernandes (PTB), Alan Queiroz (Podemos), Ribeiro Do Sinpol (Patriotas), Cláudia De Jesus (PT), Edevaldo Neves (Patriotas), Drª. Taíssa Sousa (PSC), e Nim Barroso (PSD).

Texto e foto: Assessoria Parlamentar

Alex Redano é diplomado deputado estadual para o terceiro mandato consecutivo

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O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), foi diplomado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para o terceiro mandato consecutivo de deputado estadual, em solenidade no final da tarde desta quinta-feira (15), em Porto Velho. “Agradeço a Deus por mais esse momento. Agradeço à minha família, amigos e apoiadores. Uma reeleição é sempre um desafio e a diplomação é parte importante nesse processo. Estamos conscientes da responsabilidade e dos desafios para cumprirmos os nossos compromissos”, disse Redano.

Alex Redano obteve 19.549 votos nas eleições de outubro último, sendo um dos mais votados entre os mais de 400 postulantes ao cargo de deputado estadual. O presidente do TRE, desembargador Paulo Kiyochi Mori, comandou a solenidade. O vice-presidente e corregedor regional eleitoral, Miguel Monico Neto, entre outros membros do tribunal, estava presente. A diplomação está prevista no art. 215 do Código Eleitoral e habilita os candidatos escolhidos pela maioria do eleitorado a tomar posse no cargo.

Além dos deputados estaduais, foram diplomados o governador reeleito, Marcos Rocha (União Brasil), o vice-governador eleito, Sérgio Gonçalves (União Brasil), o senador eleito, Jaime Bagatolli (PL) e seus respectivos suplentes, e os deputados federais.

Texto: Eranildo Costa Luna

MP participa de Conferência Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente em Vilhena

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O Ministério Público de Rondônia participou nesta sexta-feira (16/12) da 11ª Conferência Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente em Vilhena, com o tema ‘Pandemia de Covid-19: violações e vulnerabilidades, ações necessárias para reparação e garantia de políticas de proteção integral, com respeito à diversidade’.

A atividade, promovida pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, teve a presença da Promotora de Justiça Yara Travalon Viscardi e reuniu representantes de órgãos com atribuições na área da infância e comunidade em geral.

Na ocasião, a Integrante do MP enfatizou a importância do momento para a formulação de estratégias e políticas públicas que garantam os direitos do público infantojuvenil, colocando o Ministério Público à disposição para uma atuação proativa e articulada em favor de crianças e adolescentes.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Recursos orçamentários para políticas públicas do Ministério da Educação estão garantidos até o fim de 2022

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As políticas públicas essenciais do Ministério da Educação (MEC) estão garantidas até o final do ano. Foi permitida a liberação de R$ 2 bilhões em recursos financeiros para despesas discricionárias, autorizando 100% dos valores liquidados para universidades e institutos. Nesta sexta-feira (16), será desbloqueado R$ 1,98 bilhão do orçamento.

As alterações orçamentárias, disponíveis na Portaria nº 10.680, publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), da última quinta-feira (15), permitem que o MEC cumpra com todos os compromissos financeiros previstos até o fim de 2022, como o pagamento de bolsas, auxílios e condições de funcionamento para universidades.

Devido a essa mudança, já estão autorizados os valores para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

O prazo-limite de empenho das dotações orçamentárias foi prorrogado até o dia 31 de dezembro de 2022, conforme a Portaria nº 10.683, também publicada no mesmo dia.

Audiência pública

Nesta semana, o ministro da Educação, Victor Godoy, participou de uma audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, para prestar esclarecimentos a respeito dos recentes bloqueios de verbas na educação superior. Na ocasião, o ministro chegou a adiantar que os recursos seriam desbloqueados para a execução de políticas públicas da Pasta.

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Seminário apresenta as boas práticas de implementação do Novo Ensino Médio

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O  Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), promoveu o Seminário do Novo Ensino Médio, na quarta-feira (14), para apresentar o panorama de implementação da iniciativa no país e compartilhar as boas práticas desenvolvidas pelos estados para execução de um conjunto iniciativas dessa etapa da formação dos estudantes brasileiros.

O evento ocorreu em formato híbrido, com transmissão pelo canal do MEC no YouTube. O evento contou com a participação de autoridades e técnicos da área, que apresentaram suas avaliações do Novo Ensino Médio para secretários de Educação de todas as unidades da federação, representantes do Conselho Nacional de Educação (CNE) e do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), além da comunidade escolar.

Na mesa de abertura, o secretário de Educação Básica do MEC, Mauro Luiz Rabelo, destacou a oportunidade de apresentar a política pública do Novo Ensino Médio em eventos internacionais.

“O Novo Ensino Médio foi apresentado no âmbito da OCDE recentemente em um fórum específico em que o foco foi esse:  um olhar para o futuro e um olhar para as competências que gostaríamos que nossos cidadãos do futuro desenvolvessem para estar prontos. Países disseram que gostariam de estar avançando em uma reforma dessa natureza.”, concluiu Rabelo.

Completaram a mesa de abertura, presencialmente, o representante do Consed, Getúlio Marques; e o presidente do CNE, Luiz Roberto Liza Curi. Eles discorreram sobre como as boas experiências concebidas por estados e municípios deverão ser aprimoradas para serem inseridas à iniciativa, além da importância de ampliar a qualidade e a efetividade do aprendizado brasileiro.

“O Novo Ensino Médio se trata de uma questão de inserção e acolhimento dos direitos da sociedade brasileira, especialmente para aqueles que mais precisam. Disso que se trata, especialmente em relação às oportunidades que geram, não só na preparação para a vida, no aprendizado mais consistente e integrado, mas também na perspectiva profissional mais ampla, extensa e perene à própria formação.”, completou Liza Curi.

O secretário adjunto de Educação Básica do MEC, Helber Vieira; o diretor substituto de Avaliação da Educação Básica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Rubens Campos de Lacerda Júnior; e o consultor do Banco Mundial Leandro Costa também participaram do evento de forma virtual.

O coordenador-geral de Ensino Médio, Fernando Wirthmann; e a diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Básica, Myrian Sartori, ambos da SEB, ministraram a segunda etapa do seminário, que deu início à mesa técnica, e abriu espaço para representantes de oito estados das cinco regiões do país compartilharem experiências exitosas referentes à implementação do Novo Ensino Médio.

Saiba Mais

O Novo Ensino Médio visa atender às necessidades e às expectativas dos estudantes, fortalecendo o protagonismo juvenil por meio do itinerário formativo que desejarem aprofundar seus conhecimentos. As alterações buscam também contribuir para aumentar o significado e interesse dos jovens pela escola e, consequentemente, contribuir para sua permanência e melhoria dos resultados da aprendizagem.

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Crianças com deficiência recebem atendimento especializado no SUS

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Um cromossomo a mais não altera a curiosidade e a disposição para brincadeiras da pequena Ágatha Lacerda, 3 anos, moradora de Samambaia, Distrito Federal. Diagnosticada com síndrome de Down no nascimento, a menina está entre as quase quatro milhões de crianças com deficiência no Brasil. Sob o olhar atento da mãe Andréa Lacerda, 46, a menina concilia uma rotina de atividades corriqueiras, como escola e brincadeiras, com tratamentos e atividades de reabilitação, fundamentais para o desenvolvimento físico e mental.

Neste mês de dezembro, em que se lembra o Dia Nacional da Criança com Deficiência, o Ministério da Saúde explica que a síndrome de Down é uma alteração genética causada por uma divisão celular atípica, em que há um Y a mais no que deveria ser o par de cromossomos 21, composto apenas por X e Y.

O diagnóstico precoce, garantia de acesso aos serviços especializados, cuidado integral e assistência multiprofissional, sob a lógica interdisciplinar são recomendações do Ministério da Saúde, conforme a Política Nacional da Pessoa com Deficiência e diretrizes da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD).

O Sistema Único de Saúde (SUS) é responsável por uma rede de atenção à saúde que garante serviços essenciais para essas crianças de 0 a 14 anos. Uma estrutura que tem acompanhado Ágatha desde os primeiros dias de vida. Embora a condição da menina pudesse ter sido identificada ainda na gravidez, Andréa conta que não havia indícios da alteração e, como tinha outros três filhos que não apresentavam a síndrome, a trissomia foi inesperada para a família.

No princípio, a mãe admite que ficou assustada, mas amparada e com as orientações recebidas no Hospital Regional de Samambaia, pôde buscar os atendimentos necessários para a criança. Há 90 dias a menina passou por um procedimento cirúrgico para correção de uma má formação no coração, quadro comum para pessoas com síndrome de Down. Além disso ela está em avaliação para passar por outras duas intervenções decorrentes da deficiência, uma oftalmológica e um tratamento na vesícula. Todos os atendimentos têm sido feitos gratuitamente no SUS, com o encaminhamento do Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down (Cris Down), que abrange a área onde a família mora. “Ela tem recebido todo apoio, não tenho do que reclamar. Para os pacientes de Down é tudo muito estruturado. Depois dessa cirurgia no coração ela pode fazer atividades físicas, não fica com falta de ar ou cansada”, comemora Andréa.

Com bom humor, a mãe orgulha-se da disposição da filha, que é esperta e muito ativa. “Há famílias que demoram para aceitar, cada um reage de uma forma, mas no meu caso, rapidamente eu entendi e começamos a caminhada, que é longa. Esse ano ela começou a educação precoce, com o encaminhamento médico e ano que vem para uma turma regular, com um monitor para dar suporte, conforme o laudo médico. Ela tem muita vontade de aprender. A semana é muito ocupada, mas é o futuro dela”, constata Andréa.

Acompanhamento

Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, intelectual ou sensorial, o que pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com os demais. O cuidado com a criança com deficiência, por meio do acompanhamento do desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida é tarefa essencial para a promoção à saúde, prevenção e intervenção precoce.

No Brasil, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 70% das deficiências poderiam ser evitadas ou atenuadas com o devido acompanhamento médico; exames em gestantes e recém-nascidos; acompanhamento do crescimento infantil; acompanhamento aos diabéticos; hipertensos e pessoas com hanseníase.

Para Marcelo Ares, coordenador médico da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), o diagnóstico precoce permite que sejam instituídos tratamentos específicos para algumas doenças e medidas de reabilitação que podem interferir positivamente na história natural e no prognóstico funcional dos pacientes. “É possível que as abordagens na área da reabilitação se iniciem precocemente, ampliando as possibilidades de ganhos funcionais e evitando complicações ou sequelas. Além disso, é possível um melhor acolhimento e esclarecimento da família em relação ao quadro atual e futuro do paciente”, orienta.

Embora conte com estrutura própria e parcerias com a rede privada, cerca de 80% dos pacientes da AACD recebem atendimentos pelo SUS. A instituição sem fins lucrativos dá suporte a milhares de famílias com pessoas com deficiência e ajuda na disseminação de informações sobre os cuidados ofertados pela rede pública.

Rede de cuidado

A Atenção Primária à Saúde (APS) é a principal porta de entrada, coordenadora do cuidado, ordenadora das ações e serviços disponibilizados na rede e desempenha papel fundamental na identificação precoce de sintomas que necessitem de maior atenção. Desta forma, o cuidado à saúde da criança com deficiência no SUS acontece nos vários níveis da APS, incluindo as Unidades Básicas de Saúde (UBS), Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) e Estratégia de Saúde da Família (ESF).

No que se refere à reabilitação/habilitação, a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPD), no âmbito do SUS, conta ainda com componentes nos pontos da atenção especializada, hospitalar, urgência e emergência. O componente especializado é composto prioritariamente pelos Centros Especializados em Reabilitação (CER), estabelecimentos de saúde habilitados em apenas um serviço de reabilitação e oficinas ortopédicas, os quais deverão estar articulados entre si no componente da atenção especializada em reabilitação auditiva, física, intelectual, visual, ostomia e em múltiplas deficiências, bem como com os demais componentes da rede de atenção à saúde.

Os serviços de reabilitação da RCPD, em qualquer que seja a modalidade, devem garantir como oferta do cuidado integral e qualificada, tais como acolhimento do usuário, avaliação inicial, diagnóstico, elaboração de Projeto Terapêutico Singular, atendimento individual, atendimento especializado, reavaliação, orientações aos cuidadores pessoais, acompanhantes e familiares, bem como, realizar a articulação intersetorial com os serviços de proteção social, educação, esporte, cultura, entre outros, com objetivo de ampliar o alcance do cuidado, a inclusão e a melhoria da qualidade de vida da pessoa com deficiência.

Juliana Oliveira
Ministério da Saúde