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Reforçado por Goebel e ex-prefeito pop-star de Ariquemes, PSC deve ser comandado em Rondônia por prefeito de Vilhena

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Sigla tinha como filiada em 2020 a então prefeita Rosani Donadon

O sistema político-partidário do Brasil às vezes registra situações inusitadas, e uma delas pode ser observada em Vilhena: o atual prefeito, Eduardo Japonês, hoje no PV, deve assumir o comando Partido Social Cristão (PSC) em Rondônia. Detalhe: a então prefeita Rosani Donadon era filiada à legenda quando foi derrotada pelo próprio Japonês em 2020.

De acordo com informações obtidas pelo site, a negociação para que o mandatário vilhenense assuma a sigla no Estado foi feita em Brasília, com a direção nacional da agremiação. Japonês, no entanto, parece ter desistido de concorrer a deputado federal este ano. Para fazer isso, ele teria que renunciar nos próximos meses, o que não deve acontecer.

Recentemente, o PSC realizou seu primeiro encontro estadual na cidade de Ouro Preto do Oeste, quando dezenas de lideranças de vários municípios estiveram presentes, entre elas pré-candidatos a deputados estaduais e federais.

O evento foi comandado pelo deputado estadual Luizinho Goebel, ainda no PV, mas que deve se mudar para o PSC junto com o sogro, o secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani, pré-candidato a deputado federal. Quem mira o mesmo cargo e também esteve no encontro foi o ex-prefeito de Ariquemes, Thiago Flores, que não quis disputar a reeleição, mesmo ostentando altos índices de popularidade na época.

O grupo, que teria acenado para o empresário Jaime Bagattoli, postulante ao Senado, irá apoiar a reeleição do governador Marcos Rocha. E aí é que a situação se complica: Bagattoli e Rocha não se suportam.

Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação

Prefeitura de Pimenta Bueno abre licitação para pavimentação Asfáltica e Drenagem

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A Prefeitura de Pimenta Bueno abre licitação na modalidade Tomada de Preço para contratação de empresa especializada na execução de Pavimentação asfáltica em C.B.U.Q e Drenagem de Águas Pluviais no distrito  Itaporanga.

Ainda neste mês de fevereiro acontecerão diversos processos licitatórios para contratações de empresas que irão construir várias obras na cidade.

Por meio do Convênio nº 225/2021/PJ/DER-RO e Processo Administrativo nº 9336/2021 nesta primeira licitação, o distrito contemplado será o Itaporanga, que receberá Pavimentação asfáltica em C.B.U.Q  e Drenagem de Águas Pluviais nas seguintes vias urbanas:

Rua C1: 75m de asfalto

Rua C2: 60m de asfalto

Rua Y: 90m de asfalto

Travessa C2: 50m de asfalto

Rua Selviana Mamm Lourenço: 60m de asfalto

Av. Primo Favaleça: 690m de asfalto

Rua Antônio Neves de Oliveira: 143m de asfalto

Rua Urda da Silva Bitencourt: 145m de asfalto

Rua Adriano Man: 145m de asfalto

Rua Maria Rigo Ferreira: 145m de asfalto

Totalizando 1.603,00 metros de asfalto. Para esta obra o valor é de R$ 1.779.482,74 (um milhão e setecentos e setenta e nove mil e quatrocentos e oitenta e dois reais e setenta e quatro centavos).

As empresas interessadas em participar devem ficar atentas ao prazo. A abertura da sessão está marcada para o dia 21/02/2022 às 10:30h na sala da CPL, sito à Av. Castelo Branco, 1046, sala 09, prédio da Prefeitura de Pimenta Bueno-RO.

A obra se faz necessária para atender as ruas e avenidas ainda não contempladas com Pavimento asfáltico e Drenagem de Águas Pluviais.

Este serviço irá propiciar mais conforto e comodidade aos moradores e aos comerciantes nos diversos locais beneficiados com esta infraestrutura. Favorecendo ainda, o embelezamento da cidade de forma satisfatória e produtiva.

Para maiores Informações os interessados podem acessar o edital clicando aqui, ou ainda presencialmente na Prefeitura de Pimenta Bueno localizada na Av. Castelo Branco, n° 1046 – Pimenta Bueno – RO, Fone (69) 98169 9972. 

USDA faz corte superficial para safras de soja do BR e da Argentina e não mexe nos números do milho

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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo boletim mensal de oferta e demanda no início da tarde desta quarta-feira (9) e, mais uma vez, confirmou seu tom conservador, principalmente sobre as estimativas para a safra de soja da América do Sul.

A safra brasileira foi estimada pelo departamento em 134 milhões de toneladas, contra 139 milhões do relatório de janeiro e alinhada com as expectativas do mercado que tinham, em média, 133,6 milhões de toneladas. As exportações do Brasil foram reduzidas de 94 para 90,5 milhões de toneladas.

Para a Argentina, o corte foi ainda mais superficial, ficando em apenas 1,5 milhão de toneladas, passando a safra de 46,5 para 45 milhões de toneladas, trazendo as exportações de 4,85 para 3,75 milhões de toneladas. O esmagamento de soja na Argentina foi revisado de 41,2 para 40 milhões de toneladas.

O USDA ainda reduziu também a estimativa para a safra de soja do Paraguai, com o número passando de 8,5 para 6,3 milhões de toneladas.

Nos três países os estoques finais – contabilizados no ano safra norte-americano – foram corrigidos para baixo.

Dessa forma, a produção mundial de soja foi revisada de 372,56 para 363,86 milhões de toneladas, com os estoques finais caindo de 95,2 para 92,83 milhões de toneladas.

Para a China, os destaques se deram na redução das importações de 100 para 97 milhões de toneladas e o esmagamento da nação asiática de 97 para 94 milhões de toneladas. A safra chinesa ainda é estimada em 16,4 milhões de toneladas e seus estoques finais ainda são esperados em 34,08 milhões de toneladas, considerando o ano safra dos EUA.

SOJA EUA

 

Enquanto as exportações foram mantidas e ainda esperadas em 55,79 milhões de toneladas – contra um aumento esperado pelo mercado – o esmagamento foi revisado para mais e agora é estiamdo em 60,28 milhões de toneladas, contra 59,6 milhões do reporte de janeiro.

MILHO EUA

Para o quadro do milho norte-americano as mudanças também foram bastante tímidas. A produção foi mantida em 383,94 milhões de toneladas e os estoques finais – para os quais se esperava uma correção para baixo – foram mantidos em 39,11 milhões de toneladas. As expectativas do mercado variavam de 36,58 a 40,85 milhões, com média de 38,48 milhões.

As exportações americanas seguem mantidas em 61,6 milhões de toneladas.

MILHO MUNDO

A produção global de milho sofreu também um pequeno corte e passou de 1.206,96 para 1.205,35 bilhão de toneladas, levando os estoques finais mundiais a 302,22 milhões de toneladas, contra 303,77 milhões de toneladas.

A safra do Brasil segue estimada em 114 milhões de toneladas, os estoques finais em 5,33 milhões – abaixo dos 6,23 milhões de toneladas do reporte de janeiro, enquanto as exportações brasileiras foram mantidas em 43 milhões de toneladas.

O USDA também mexeu pouco nos números da Argentina, com a safra do país sendo estimada em 54 milhões de toneladas, mesmo número do boletim anterior. As exportações seguem sendo esperadas em 39 milhões de toneladas. Já os estoques finais aumentaram de 2,13 para 2,43 milhões de toneladas.

  • Por:
 Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja
Fonte:

Notícias Agrícolas

Morre aos 53 anos a mãe do prefeito de Cacoal, Adailton Fúria

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Leonice Antunes de Oliveira será sepultada em Porto Velho.

Faleceu no final da tarde desta terça-feira, dia 08 de fevereiro, Leonice Antunes de Oliveira, aos 53 anos, mãe do prefeito de Cacoal, Adailton Fúria. O velório da Sra. Sra Leonice Antunes de Oliveira ocorrerá na Funerária São Cristóvão e o enterro se dará às 09 horas, desta quarta-feira, dia 09/02, em Porto Velho. A e escolha do local é um desejo dela em ser sepultada ao lado dos seus pais. Confira, abaixo, a nota. *Nota de Pesar em nome da administração e servidores da Prefeitura de Cacoal pelo falecimento da Senhora Leonice Antunes de Oliveira, mãe do estimado prefeito Adailton Fúria* É com o mais profundo pesar que a Prefeitura Municipal de Cacoal, em nome de seus gestores e servidores, comunica a todos o falecimento da Senhora Leonice Antunes de Oliveira, mãe do prefeito Adailton Antunes Ferreira, o nosso estimado amigo Adailton Fúria. A senhora Leonice deixa como legado uma vida de retidão, amizade, ética e humanidade. Pessoas especiais, como ela, são insubstituíveis, deixando um vazio, mas as recordações que temos dela permanecerão para sempre em nossos corações. Elevamos nossas preces a Deus para que ele possa confortar os corações dos familiares, fazendo votos de que a Luz Divina paire sobre a alma de todos que sofrem neste momento de perda imensurável, os console e lhes dê serenidade. *Descanse em paz Senhora Leonice!* *Nós, da Administração Municipal, assim como todos os servidores, oferecemos nossa solidariedade ao prefeito Adailton Fúria e seus familiares*

Fonte: Folha de Vilhena

Polícia Federal deflagra operação para coibir invasão de reserva biológica

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Ação conta com o apoio do ICMBio e da Polícia Militar.

 A Polícia Federal deflagra nesta quarta-feira (09/02) a “Operação Sentinela”, com o objetivo de coibir invasões na Reserva Biológica do Jaru (RO), Unidade de Conservação (UC) administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Segundo informações levantadas pela Polícia Federal e relatórios técnicos, indivíduos acamparam nas proximidades da reserva com a intenção de invadir a Reserva, sendo assim, com real risco de comprometimento da posse pelo Poder Público da área e também degradação ao meio ambiente. Em virtude da necessidade de evitar turbação ou esbulho da Reserva Biológica do Jaru (REBIO JARU), foi expedido pela 1º Vara Cível e Criminal da Subseção Judiciária de Ji-Paraná/RO, liminarmente, mandado de interdito proibitório, visando a manutenção da posse em favor do ICMBio. Nesta data, a decisão judicial foi, devidamente, cumprida pela Polícia Federal, juntamente com o ICMBio e Polícia Militar, estando presentes também Oficiais de Justiça Federais para intimação de todos os envolvidos. Vale destacar ainda que, em ato subsequente, os órgãos incumbidos de promoverem a prevenção e repressão de ilícitos ambientais na Reserva Biológica do Jaru (RO) realizaram, em conjunto, intensa fiscalização na Unidade de Conservação. O nome da operação se refere ao fato de as entidades federais estarem sempre atentas e vigilantes, visando a prevenir invasões de terras da União.

Fonte: Polícia Federal

Operação Lei Seca é intensificada em Porto Velho; ações têm combatido embriaguez ao volante e prendido foragidos da Justiça

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Durante abordagem na Operação Lei Seca na última sexta-feira, 4, à noite realizada na rua Sucupira, bairro Nova Floresta, zona Sul de Porto Velho, os agentes de trânsito do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO) abordaram um condutor visivelmente sob efeito alcoólico. Ao fazer o teste do etilômetro foi constatado 0,92 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, caracterizando crime de trânsito. O homem foi conduzido à Central de Polícia onde foi constatado um mandado de prisão em seu desfavor com pena a ser cumprida até 2034.

O diretor de Fiscalização e Ações de Trânsito (Dtfat) e coordenador da Lei Seca em Rondônia, Welton Roney Nunes Ribeiro, afirmou que a operação que passou a ser mais dinâmica e com resultados mais eficientes tem conseguido grandes feitos durante as ações, como abordar pessoas procuradas pela Justiça.

“No Brasil a lei é clara, tolerância zero para quem ingere bebida alcoólica e insiste em dirigir, mas infelizmente muitas pessoas continuam subestimando a justiça, entretanto o Detran tem combatido essa prática”, afirmou Ribeiro.

O coordenador da Lei Seca em Rondônia, explica que são muito comuns durante as ações, recuperarem veículos roubados, com restrições judiciais e clonados. “A operação Lei Seca Presente além de retirar o motorista embriagado das ruas, consegue alcançar outros crimes tão grave quanto dirigir embriagado”, afirmou.

Operação Lei Seca está sendo realizada nas zonas Sul e Leste de Porto Velho

Na operação Lei Seca Presente realizada na sexta-feira, 4, e no sábado, 5, em Porto Velho, foram flagrados 29 motoristas dirigindo sob efeito alcoólico, “um número expressivo de pessoas dirigindo alcoolizadas em nossa cidade, que estavam colocando em risco a própria vida e a de terceiros”, explicou Ribeiro.

Outro fator importante destacado pelo coordenador da Lei Seca, é que as operações estão sendo realizadas com maior frequência nos bairros das zonas Sul e Leste da Capital. O fator surpresa também é predominante para o resultado. Welton Roney explica que no passado a operação era realizada em um único ponto da cidade, com a divulgação da operação nos grupos de whattzapp a ação acabava perdendo efeito.

Agora com mais dinamismo e eficiência a operação pode mudar de endereço várias vezes na mesma noite, nesse final de semana foram realizadas operações na rua Sucupira no bairro Nova Floresta, zona Sul, na rua José Amador dos Reis e na avenida Amazonas, no bairro Agenor de Carvalho, zona Leste de Porto Velho. A dica para quem vai sair para beber bebida alcoólica, é usar outros métodos de locomoção, como carro de aplicativo, carona com quem está sóbrio, táxi enfim, não adianta beber e dirigir, pois o álcool leva um tempo considerável e ainda depende de cada pessoa para ser metabolizado pelo organismo.

A multa para quem dirige sob efeito de bebida alcoólica é de R$ 2.934,70, se o motorista for reincidente em um prazo de 12 meses o valor da multa é dobrado. A operação Lei Seca foi criada no Brasil para reduzir o número de mortes no trânsito.

MPF se manifesta contra parecer do CFM que admite cloroquina no tratamento da covid-19

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Em processo movido pela DPU, MPF opina pela suspensão de norma que libera uso de medicamentos sem eficácia e ignora riscos à saúde dos pacientes

O uso de cloroquina e hidroxicloroquina na prevenção e tratamento da covid-19 não deve mais ser considerado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Essa foi a posição defendida pelo Ministério Público Federal (MPF) no processo movido contra o CFM pela Defensoria Pública da União (DPU). O MPF opinou pela imediata suspensão do Parecer 4/2020 – documento em que o conselho profissional ainda considera o uso de cloroquina e hidroxicloroquina em pacientes com covid-19, apesar do posicionamento contrário da Organização Mundial de Saúde (OMS) e de órgãos públicos brasileiros especializados. O MPF defendeu ainda que o CFM delibere sobre a possibilidade de infração ética dos médicos que vierem a prescrever tais substâncias para a prevenção e  o tratamento da covid-19.

A manifestação ministerial também pontuou que o Conselho Federal de Medicina deve seguir as diretrizes da OMS, que são fortemente contrárias ao uso de hidroxicloroquina ou cloroquina contra o novo coronavírus, independentemente da severidade do quadro e da duração dos sintomas. Tal recomendação é fruto de um estudo envolvendo mais de 100 países que constatou a ineficácia desses medicamentos em reduzir a mortalidade de pacientes hospitalizados com covid-19. Além da OMS, órgãos nacionais como a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e a Coordenação de Incorporação de Tecnologias do Ministério da Saúde também recomendam não utilizar cloroquina ou hidroxicloroquina no combate à doença.

No documento alvo da ação da DPU, editado no início da pandemia, em abril de 2020, o Conselho Federal de Medicina desenha um quadro de indefinição científica, afirmando que a covid-19 é uma doença nova e que a falta de evidências quanto aos benefícios dessas drogas no tratamento deve ser esclarecida aos pacientes. Contudo, apesar de enfatizar a incerteza quanto aos possíveis benefícios do uso da cloroquina e da hidroxicloroquina, o órgão não dá o mesmo destaque aos eventuais danos que tais medicamentos poderiam trazer à vida e à saúde dos pacientes.

“É como dizer que o uso de tais drogas é incerto mas que o resultado de seu uso só pode ser neutro ou benéfico, nunca maléfico. Além de ilógico, esse ponto de vista ignora conclusões da OMS, que não excluiu o potencial de um pequeno aumento do risco de morte e ventilação mecânica com hidroxicloroquina além de hipovolemia, hipotensão e lesão renal aguda”, ressaltou o procurador da República Luiz Costa, autor da manifestação do MPF.

Na avaliação do Ministério Público, ao expressamente manter aberta a possibilidade de uso de tais drogas no combate à covid-19, o CFM dá suporte normativo a situações que colocam a vida e a saúde das pessoas em risco. Além de violar a Constituição Federal, o conselho desrespeita decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que recomendou precaução e autocontenção se houver alguma dúvida sobre o impacto real de uma determinada substância na saúde da população.

Além disso, o MPF apontou que as informações trazidas pelo Parecer 4/2020 não são tecnicamente qualificadas e inclusive se sustentam em posicionamentos desatualizados. Ao fundamentar o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, o ato normativo se limita a citar dois documentos, sendo um deles uma recomendação favorável ao emprego de tais substâncias, emitida pela Sociedade Americana de Doenças Infecciosas (IDSA) em abril de 2020. Porém, desde agosto de 2020 a IDSA mudou seu entendimento e passou a se manifestar contra o uso dos medicamentos.

“Essa situação – já suficientemente alarmante – é agravada pela ação insólita do réu em elencar nesses autos ‘cinquenta estudos a favor e cinquenta estudos contra’ o uso da cloroquina e hidroxicloroquina em relação à covid-19. Mais uma vez, nenhuma definição de acervo de pesquisa, avaliação crítica nem interpretação de pesquisas. Um leigo com conhecimento de inglês, acesso à Internet e um pouco de boa vontade é capaz de fazer uma lista de artigos científicos ‘a favor e contra’. Mas certamente não é isso o que se espera de um órgão público com a estatura do CFM”, destacou Luiz Costa.

Na ação civil pública movida em face do conselho, a DPU pede não somente a suspensão da validade do Parecer 4/2020, mas também que o réu oriente ostensivamente a comunidade médica e a população em geral sobre a ineficácia de cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, ressaltando a possibilidade de infração ética dos profissionais que vierem a prescrever tais medicamentos. A Defensoria Pública da União requer ainda que o CFM seja condenado a pagar indenizações por danos morais à coletividade, às pessoas que foram tratadas com cloroquina ou hidroxicloroquina e aos familiares daquelas que receberam tal tratamento inadequado e vieram a falecer, além de arcar com o custeio do tratamento desses pacientes.

Íntegra da manifestação do MPF

O número do processo é 5028266-85.2021.4.03.6100.

Assessoria de Comunicação

Agência do Trabalho em Vilhena deve ter acessibilidade, recomenda MPF

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Recomendação é para que agência seja em outro imóvel alugado, que tenha acessibilidade

Em Vilhena, o Ministério Público Federal (MPF) quer acessibilidade na agência regional do Trabalho – unidade do Ministério do Trabalho. Para isso, o MPF recomendou prioridade na contratação de serviço telefônico e aluguel de novo imóvel para a agência, que atenda os requisitos de acessibilidade às pessoas com deficiência.

O MPF deu prazo de 15 dias para que a agência informe se irá acatar a recomendação e 90 dias para a comprovação das providências adotadas. Na recomendação, o órgão lembra que o Estatuto da Pessoa com Deficiência determina que as edificações públicas devem ser acessíveis às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, garantindo o direito de essas pessoas viverem de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social.

Íntegra da recomendação.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal em Rondônia

Publicada retificação do cronograma de resultados do Processo Seletivo para contratação temporária de profissionais da Saúde

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Novo cronograma prevê que a Homologação do Resultado Final para convocação no dia 14 de fevereiro. Os demais itens do edital permanecem inalterados

O novo cronograma prevê que a Homologação do Resultado Final para convocação será no dia 14 de fevereiro de 2022.  Os demais itens do edital permanecem inalterados.

A primeira e segunda etapa do processo com a inscrição parcial de caráter eliminatório  e envio de documentação aconteceu entre os dias 27 e 30 de janeiro.

Até o presente momento as inscrições estão em avaliação de títulos, a divulgação do resultado acontece dia 12 de fevereiro.

 

 

Governo de Rondônia

Pesquisa revela aumento de transtornos psiquiátricos após covid-19

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Estudo da USP avaliou 425 adultos de seis a nove meses após a alta

Um estudo feito pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que pessoas que tiveram covid-19 de forma moderada ou grave passaram a registrar maior incidência de transtornos psiquiátricos após a contaminação. O artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica General Hospital Psychiatry.

Foram avaliados 425 adultos, depois de seis a nove meses da alta hospitalar por causa da covid-19. Todos foram pacientes internados no Hospital das Clínicas da USP por pelo menos 24 horas, entre março e setembro de 2020. Aqueles que precisaram de tratamento em unidade de terapia intensiva (UTI) foram considerados casos graves e os demais, moderados. Os pacientes foram submetidos a entrevista psiquiátrica estruturada, testes psicométricos e bateria cognitiva.

De acordo com o estudo, a prevalência de transtorno mental comum neste grupo de pacientes pós-covid foi 32,2%, maior do que o relatado na população geral brasileira (26,8%). Quanto ao diagnóstico de depressão, houve prevalência de 8%, superior ao da população geral brasileira (em torno de 4% e 5%). Transtornos de ansiedade generalizada estavam presentes em 14,1%, resultado também superior à prevalência na população geral brasileira (9,9%).

Segundo a pesquisa, os resultados psiquiátricos não foram associados a nenhuma variável clínica relacionada à gravidade da doença em fase aguda, ou seja, não foram mais preponderantes naqueles pacientes que apresentaram grau de inflamação maior, por exemplo.

“Os comprometimentos psiquiátricos e cognitivos observados a longo prazo após covid-19 moderada ou grave podem ser vistos como uma expressão dos efeitos do SARS-CoV-2 na homeostase [equilíbrio] cerebral ou uma representação de manifestações psiquiátricas inespecíficas secundárias à diminuição do estado geral de saúde”, diz o texto da pesquisa, que tem Rodolfo Damiano, médico residente do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP como primeiro autor.

Os resultados da pesquisa, que contou com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), podem ser vistos aqui.

 

 

Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil/Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil