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Inter oficializa contratação do volante Bruno Gomes por quatro temporadas

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O garoto de 20 anos chegou a Porto Alegre na última quinta-feira (10). Passou por exames médicos, finalizou os últimos trâmites burocráticos antes da oficialização pelo Colorado e será apresentado na tarde desta terça.

O volante acabou envolvido em um negócio que mandou Zé Gabriel, fora dos planos nesta temporada, para o Vasco. O Colorado ficará com 50% dos direitos do volante, além da possibilidade de adquirir mais 20% dos direitos após dois anos por um preço já fixado.

A versatilidade é um dos trunfos do volante. Bruno Gomes atua tanto de primeiro quanto de segundo volante. A qualidade do passe surge como o cartão de visitas, mas também cumpre as funções defensivas para recuperar a bola. Os dirigentes entendem que, caso confirme as virtudes, se firmará no Beira-Rio e despertará a cobiça de outros mercados.

Com Bruno Gomes, o Inter chega a sete reforços em 2022. Antes dele foram confirmados o lateral-direito Bustos, os volantes Liziero e Gabriel, o meia D’Alessandro, o atacante David e o centroavante Wesley Moraes.

A direção ainda trabalha em busca de um ponta e um centroavante. Sebastian Villa, do Boca Juniors, Marrony, do Midtjylland, Brian Rodríguez, do Los Angeles FC, e Valentín “Taty” Castellanos são nomes no radar. Igor Jesus, do Shabab Al-Ahli recebeu uma consulta, mas o clube dos Emirados Árabes não pretende liberá-lo.

Por Redação do ge

Ministério Público de Milão envia pedido de extradição e mandado de prisão internacional para Robinho

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O Ministério Público de Milão enviou ao Ministério da Justiça um pedido de extradição e um mandado de prisão internacional para Robinho. As informações são do jornal “La Repubblica”, que frisa que o Brasil não permite a extradição de seus cidadãos, mas que a medida pode permitir que o jogador seja preso caso decida deixar o país rumo a outros destinos.

Robinho foi condenado de forma definitiva a nove anos de prisão por violência sexual contra uma jovem de 23 anos em uma boate em Milão, em janeiro de 2013, junto a seu amigo, Ricardo Falco. O Supremo Tribunal da Itália confirmou em janeiro deste ano a decisão do Tribunal de Justiça de Milão, tomada no fim de 2020,

Caso Robinho: Fantástico explica ‘escuta ambiental’ que gerou provas contra jogador

Os dois foram arrolados no artigo “609 bis” do código penal italiano, que fala sobre a participação de duas ou mais pessoas reunidas para o ato de violência sexual – forçando alguém a manter relações sexuais por sua condição de inferioridade “física ou psíquica”. A vítima, que pediu para não ter seu nome exposto no processo, diz que foi embriagada e abusada sexualmente por seis homens enquanto estava inconsciente. Os defensores dos brasileiros dizem que a relação foi consensual.

Além dos noves anos de reclusão confirmados, Robinho também terá de pagar uma indenização de 60 mil euros (cerca de R$ 372 mil na cotação atual).

Entenda como foi a sessão que condenou Robinho na Itália

Entenda o caso

 

O crime cometido por Robinho aconteceu na Sio Café, uma conhecida boate de Milão, na madrugada do dia 22 de janeiro de 2013. À época, Robinho era um dos principais jogadores do Milan. Além dele e de Falco, outros quatro brasileiros, segundo a denúncia da Procuradoria da cidade, participaram da violência sexual contra uma mulher de origem albanesa.

Amigos do jogador que o acompanhavam no exterior, os outros quatro brasileiros deixaram a Itália durante a investigação e não foram acusados, sendo apenas citados nos autos.

A vítima, residente na Itália há alguns anos, naquela noite foi com uma amiga à boate – a violência ocorreu dentro do camarim do local – para comemorar seu aniversário de 23 anos. No final desta semana, completará 32.

Desde que a vítima do estupro coletivo denunciou o jogador, há nove anos, a Itália viu dezenas de episódios semelhantes ganharem destaque, alguns deles envolvendo filhos de políticos. Os acusados, segundo um balanço do judiciário realizado pelo equivalente ao IBGE italiano, são majoritariamente jovens entre os 20 e 25 anos (Robinho tinha 29 anos quando foi acusado do crime).

Robinho defendia o Milan na época do episódio na boate, em 2013 — Foto: Reuters

Robinho defendia o Milan na época do episódio na boate, em 2013 — Foto: Reuters

As gravações foram transcritas na sentença inicial e confirmam, segundo disse uma juíza que participou do julgamento em primeira instância, a versão da vítima de que houve violência sexual cometida por seis homens contra uma mulher que estava alcoolizada e inconsciente. “A mulher estava completamente bêbada”, disse Robinho em uma das conversas gravadas.

primeira condenação do ex-jogador do Santos e de Ricardo Falco data de novembro de 2017. À época, Robinho jogava no Atlético-MG. Ele deixou a Itália em 2014, quando já tinha sido convocado a depor no inquérito que apurava o crime – o jogador negou a acusação, mas confirmou que manteve relação sexual com a mulher, ressaltando que ela foi consensual e sem outros envolvidos. No caso de Falco, uma perícia encontrou a presença de seu sêmen nas roupas da jovem.

Esporte Espetacular tem acesso a trechos inéditos da sentença que condenou Robinho por violência sexual

Depois do Atlético-MG, Robinho passou por dois clubes turcos: Sivasspor e Istambul Basaksehir. Em outubro de 2020, chegou a ser anunciado pelo Santos, mas não entrou em campo pelo clube, já que teve seu contrato suspenso e posteriormente encerrado.

Reconstituição do crime

 

Na reconstituição feita pela Justiça, a vítima de origem albanesa contou que foi ao Sio Café em 21 de janeiro de 2013 para comemorar seu aniversário ao lado de duas amigas. No dia, a programação da boate era dedicada à música brasileira.

Ainda segundo o depoimento, na noite do episódio, a vítima disse que foi ao local convidada por um dos amigos do Robinho, mas que, por SMS, ele a informou que ela só deveria se aproximar da mesa depois que a mulher do jogador fosse embora.

Assim que isso aconteceu, ela e as duas amigas se juntaram ao grupo de brasileiros, que depois passou a ter também a presença de Ricardo Falco. Segundo a vítima, os brasileiros ofereceram várias bebidas alcoólicas, mas apenas ela bebia, pois uma das amigas estava grávida e a outra estava dirigindo.

Por volta de 1h30 da madrugada, as duas amigas foram embora, e uma delas se comprometeu a voltar para buscá-la. Depois de dançar com os brasileiros, sem ar e tonta, ela contou ter ido para uma área externa da boate, momento em que um dos amigos do jogador tentou beijá-la. Pouco depois, os dois foram para o camarim, onde o mesmo amigo continuou tentando beijá-la.

Robinho não poderá ser extraditado, já que a medida não está incluída no acordo entre Brasil e Itália — Foto: Thaynara Amaral

Robinho não poderá ser extraditado, já que a medida não está incluída no acordo entre Brasil e Itália — Foto: Thaynara Amaral

A vítima admitiu ter apenas “alguns flashes daquela noite”, acrescentando que não tinha condições de “falar” nem de “ficar em pé”. Segundo suas recordações, ela ficou no local sozinha por alguns minutos e “percebeu” que o mesmo amigo e Robinho estavam “se aproveitando” dela.

Diversas gravações de ligações telefônicas entre os acusados, feitas com autorização da Justiça, foram transcritas na sentença. Uma das mais decisivas para a condenação em primeira instância foi uma conversa de Ricardo Falco com Robinho que indicou ao tribunal que os envolvidos tinham consciência da condição da vítima.

O único dos presentes na boate em Milão que cumpriu a pena aplicada pela Justiça foi o músico brasileiro Jairo Chagas, que vive na Itália há anos e que naquela noite de 2013 tocava no Sio Café. O crime teria ocorrido no camarim dele, conforme a reconstituição feita pela Procuradoria.

Ele foi condenado por falso testemunho à justiça italiana. Em uma das gravações interceptadas, Jairo diz a Robinho por telefone que viu quando o jogador “colocava o pênis dentro da boca dela”. No depoimento, porém, o músico disse que não viu cenas de sexo naquela noite.

Entre 2018 e agosto de 2021, ele fez serviço comunitário uma vez por semana, cuidando de idosos numa casa de repouso e limpando praças e creches na região de Milão.

Por Redação do ge — Milão, Itália

Presidente Alex Redano prestigia posse de Márcio Nogueira na presidência da OAB/RO

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Solenidade festiva ocorreu no Teatro Estadual Palácio das Artes Rondônia
O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), prestigiou na noite desta segunda-feira (14), a solenidade de posse do advogado Márcio Nogueira, como presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Rondônia (OAB/RO), junto com a diretoria da Ordem, membros da CAARO e conselheiros.

O evento ocorreu no Teatro Estadual Palácio das Artes Rondônia, em Porto Velho. Em um rápido discurso, Alex Redano disse que espera uma maior aproximação ainda com a Ordem. “Temos projetos e iniciativas que podem ser construídas em parceria com a OAB, e a Assembleia Legislativa está de portas abertas para, juntos, fazermos a diferença”.
Redano enfatizou ainda o diálogo com o Legislativo, com os demais poderes e instituições, na gestão do presidente Elton Assis na OAB/RO.
Segundo o deputado, “a disputa pela presidência da Ordem é uma campanha dura, intensa e acompanhei a luta do Márcio e de sua diretoria, foram merecedores. Desejo sucesso a todos e uma gestão com resultados positivos para a classe dos advogados e para a sociedade”.
Márcio Nogueira já havia sido empossado presidente da Ordem no final do ano passado, a solenidade desta segunda-feira foi festiva, com a presença de autoridades e representantes de Poderes e de instituições.

 

Texto: Eranildo Costa Luna

Eleições 2022: MPF lança calendário digital com principais datas do ano eleitoral

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Material traz ainda curiosidades sobre atuação do MP e dicas sobre como cidadão pode ajudar na fiscalização das regras eleitorais

É ano de eleições gerais e a preparação para o maior evento democrático do Brasil começa muito antes de outubro. Por isso, o Ministério Público Federal (MPF) preparou calendário digital com as principais datas desse processo, para que você fique por dentro de cada fase da disputa e não perca nenhum prazo. Além disso, a cada mês, será possível conhecer um pouco da atuação do Ministério Público como fiscal do cumprimento das regras eleitorais, com o objetivo de assegurar igualdade de oportunidade aos candidatos e a livre escolha do eleitor.

O primeiro turno das eleições para presidente, deputados, senadores e governadores será realizado em 2 de outubro. Caso tenha segundo turno, a votação será em 30 de outubro. Além dessas datas, o calendário traz os principais marcos da agenda eleitoral, como a janela de migração partidária, prazo para formação de federações e coligações, período de realização das convenções, início da propaganda eleitoral, prazo limite para a entrega das prestações de contas de campanha e para a diplomação dos eleitos, as datas de posse, entre outras.

O material também traz informações úteis para o eleitor, como o fim do prazo para a transferência ou emissão do título, as datas a partir das quais é possível pedir à Justiça Eleitoral habilitação para voto em trânsito ou para que pessoas com deficiência solicitem alteração do local de votação. Além de exercer o direito de voto, o cidadão tem papel fundamental na fiscalização do processo democrático. No calendário, ele vai encontrar dicas de como combater a desinformação e avisar ao Ministério Público Eleitoral sempre que se deparar com alguma conduta irregular capaz de causar desequilíbrio na disputa.

Conteúdo – Outras curiosidades e dicas importantes são dadas ao longo dos meses. Março, por exemplo, apresenta as medidas de fomento à participação de mulheres na política, e maio aborda a segurança da urna eletrônica. Em junho, é possível conhecer algumas das condutas proibidas aos agentes públicos, enquanto julho explica como o registro de candidaturas depende da análise das condições de elegibilidade, pelo Ministério Público.

A ideia é que o material possa servir de consulta para membros do Ministério Público e da Justiça Eleitoral, partidos, candidatos, jornalistas e cidadãos em geral. O objetivo é auxiliar a atuação conjunta de todos esses atores na construção de um processo eleitoral justo e transparente, para que a livre escolha do eleitor seja traduzida nas urnas e a democracia brasileira seja fortalecida. O calendário ficará disponível para download no portal e na intranet do MPF.

Íntegra do Calendário MPF: Eleições 2022

Secretaria de Comunicação Social

PGR pede que Supremo reconheça repercussão geral de matéria sobre nova Lei de Improbidade Administrativa

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Para Augusto Aras, até decisão do STF, prazos de prescrição nos recursos atingidos pelo precedente devem ficar suspensos

O procurador-geral da República, Augusto Aras, encaminhou memorial aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (15), solicitando que a Corte reconheça a existência de repercussão geral quanto à aplicação das novas regras sobre prescrição dos atos de improbidade administrativa. A questão é objeto do Recurso Extraordinário 843.989, indicado como representativo do Tema 1.199. No RE, busca-se definir se as novidades inseridas na Lei de Improbidade Administrativa (LIA) – Lei 8.429/1992 alterada pela Lei 14.230/2021 – devem retroagir quanto aos prazos de prescrição para ações de ressarcimento, bem como para beneficiar agentes públicos que tenham cometido delitos em modalidade culposa (não intencional).

Na avaliação de Aras, o julgamento da matéria, com o caráter de repercussão geral, poderá nortear a análise de outros processos em curso no Judiciário brasileiro. O recurso tem origem em ação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que busca o ressarcimento ao erário por parte de uma servidora contratada pelo órgão e acusada de “conduta negligente” na atuação em processos judiciais. A ação foi proposta antes das mudanças na LIA.

Uma das questões a ser analisada pelo Plenário do STF é a aplicação, ou não, da legislação anterior quanto à necessidade de ter ocorrido ação dolosa (intencional) para a existência de ato de improbidade administrativa. A nova legislação determina que constitui ato de improbidade causador de lesão qualquer ação ou omissão que gere perda patrimonial comprovada (art. 10), apenas quando dolosa. Outro ponto em análise no Tema 1.199 é a aplicação das novas regras de prescrição, inclusive da nova previsão de prescrição intercorrente, que estabelece limite temporal para o julgamento das ações, observando-se o princípio da duração razoável do processo.

No memorial, o chefe do Ministério Público da União (MPU) observa que a análise da controvérsia dispensa o revolvimento de provas, além de demonstrar ofensa direta à Constituição na perspectiva das garantias do ato jurídico perfeito, da proteção do patrimônio público e social, da moralidade administrativa e da perpetuação do ressarcimento ao erário. “Tem repercussão geral, pois, configurada a relevância social e jurídica da matéria, a discussão acerca da aplicação, no tempo, das novas disposições da Lei de Improbidade Administrativa, questão ainda não pacificada no âmbito do STF e com potencial de afetar vários processos”, destaca Aras.

Prazo prescricional – O PGR destaca que a controvérsia apontada no RE envolve direitos que podem ser afetados pela passagem do tempo. A depender da posição da Corte, os processos em andamento podem ser extintos. Isso porque anteriormente não havia possibilidade de a prescrição intercorrente ser aplicada em casos de improbidade administrativa. Nesse sentido, Aras pede que o Supremo determine que seja suspenso o prazo de prescrição de pretensão de ressarcimento ao erário nas ações que ficarem pendentes à espera da definição da temática relacionada ao objeto do RE.

O procurador-geral entende que, no caso, não há inércia indevida do Estado na persecução punitiva, característica que compõe a essência da ideia de prescrição, mas o respeito à lógica dos precedentes, em nome da eficiência, da economicidade e da celeridade processual na gestão da Justiça. “Suspender o prazo prescricional em casos nos quais há a possibilidade de prescrição, evita que se configure situação de incoerência no sistema, na medida em que se evita que seja cerceada prerrogativa do Ministério Público “e quebrada a paridade de armas entre acusação e defesa no processo, a implicar violação aos princípios da isonomia e do devido processo legal”, sustenta em um dos trechos do documento.

Íntegra do memorial no ARE 843.989

Secretaria de Comunicação Social

Corregedoria institui novo fluxo para ressarcimento de atos gratuitos e renda mínima nos cartórios

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A nova forma de pagamento passa a valer a partir deste ano

A Corregedoria-Geral da Justiça de Rondônia a partir deste ano de 2022 deverá reter na fonte o imposto de renda (IRRF), referente aos valores pagos às serventias de registro civil das pessoas naturais, a título de compensação por atos gratuitos, selos isentos e renda mínima, praticados em cumprimento da Lei Estadual n° 918/2020 e Lei Federal nº 10.169/2000, que garantem  a gratuidade a pessoas cuja situação econômica e financeira não lhes permita pagar.

A partir de agora, o Tribunal de Justiça (FUJU), responsável por esse fundo em Rondônia, passará a fazer o repasse do Imposto à Receita Federal relacionado a esses valores (ressarcimento e renda mínima), e não mais o delegatário (quem presta o serviço de notas, civil das pessoas naturais, protesto de títulos, etc).

A recomendação foi feita pela Receita Federal, ao poder judiciário de Rondônia, em setembro de 2021, por meio do ofício nº 25/2021. O novo fluxo de pagamento deverá ser colocado em prática, a partir do mês de janeiro de 2022.

O fluxo de retenção do imposto de renda é apenas para valores recebidos diretamente do TJ/RO por meio de compensação, permanecendo a obrigatoriedade da serventia recolher o imposto de renda via carnê leão referente aos atos praticados de forma remunerada nos termos orientados pela Receita Federal em legislação própria.

Diante disso, a CGJ enfatiza a necessidade de todas as serventias efetuarem o recolhimento do imposto de renda com exatidão, e reforça que o período de orientação está encerrando. Caso contrário, a Receita Federal passará a efetuar autuações e aplicação de multas nos casos de recolhimento indevido, o que poderá, inclusive, resultar em procedimento administrativo na Corregedoria contra o  delegatário que eventualmente não recolher os impostos da forma exigida em lei.

 

Assessoria de Comunicação Institucional

Comitê da Política de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade aprova plano de trabalho para 2022

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O Ato n. 57 reflete o pensamento compartilhado entre os órgãos parceiros, o TJRO e o TRT

Após instituir a Política Interinstitucional de Equidade de Gênero, Raça e Diversidade do Poder Judiciário do Estado de Rondônia, o Tribunal de Justiça de Rondônia e o Tribunal Regional do Trabalho 14ª Região dão mais um passo para o aperfeiçoamento das ações inclusivas no âmbito do Judiciário: a aprovação do plano de trabalho para o ano de 2022.

Os dois órgãos optaram por implantar uma política comum, instituindo, inclusive, um comitê gestor com composição mista, que foi homologado por meio do Ato n. 802, de 17 de setembro de 2021. Os componentes, em reuniões periódicas, definiram o cronograma de trabalho e as ações pertinentes, sempre privilegiando a parceria e as premissas eleitas como prioridades: a educacional, a informativa e a normativa.

Nos dois primeiros eixos, formação e produção intelectual, o plano prevê capacitações do quadro funcional e de membros dos órgãos envolvidos, a fim de desenvolver percepções e compreensões para a atuação em suas atividades e unidades e demais, como agentes multiplicadores de informações.

Além disso, para que haja a concretização da política interinstitucional, verificou-se a necessidade de um mapeamento dos cargos e funções ocupadas, o estímulo a qualificação e sua relação com as questões de raça e o racismo, gênero e a discriminação de gênero, sexualidade, buscando identificar na estrutura institucional eventuais obstáculos.

A participação da sociedade também será estimulada com a realização de eventos, tais como palestras, lives e demais modos de interação, às temáticas sobre gênero, raça e diversidade.

A comunicação deverá ser alinhada no sentido de difundir matérias nos órgãos e em suas divulgações, a diversidade e representatividade, levando, também, ao público interno e externo informações rápidas em redes sociais que esclareçam questões dentro da temática do Comitê, bem como informe sobre atuação, diretrizes e ações do próprio Comitê.

Por fim, no eixo normativo, a meta é levantar, nas instituições partícipes, as normas existentes voltadas à temática do Comitê, e, após a obtenção destes dados, buscar uma revisão e proposição de normas que fomentem a diversidade nos poderes e instituições signatárias da Política de Equidade.

O plano de trabalho também destaca as atribuições do Comitê, que, além do acompanhamento das ações já citadas, tem o dever de dar elementos e fiscalizar os encaminhamentos dados às denúncias de violações de Direitos Humanos, discriminação ou conflitos nas relações de trabalho por motivo de discriminação que firam ou estejam em desacordo com esta política.

No plano de ação ainda estão previstos um calendário da Diversidade, a cartilha da diversidade e novos canais de interação (drops da diversidade).

 

Clique aqui acessar o Ato n. 57

 

Assessoria de Comunicação Institucional

Estão abertas as inscrições para o 1º Sisu de 2022

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São quase 222 mil vagas para 6.146 cursos de graduação, em 125 instituições públicas de ensino superior

Nesta terça-feira, 15, serão abertas as inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para o primeiro semestre deste ano. São quase 222 mil vagas para mais de 6 mil cursos de graduação, em 125 instituições públicas de ensino superior. Mais de 84,5% das vagas ofertadas são para as instituições federais (universidades e institutos).

As inscrições para o Sisu podem ser realizadas até as 23h59 do dia 18 de fevereiro, horário de Brasília, exclusivamente pela internet.

Podem participar do Sisu todos os estudantes que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2021 e não tiraram zero na redação, com exceção dos que prestaram o Exame sem ter concluído o ensino médio e, portanto, declararam estar na condição de treineiro.

Agora, as inscrições podem ser realizadas pelo Acesso Único, que reúne todas as formas de acesso ao ensino superior promovidas pelo MEC. O novo portal oferece mais informações e praticidade. Na parte superior da home, basta clicar em Sisu para visualizar onde deve ser efetuada a inscrição. Assista ao vídeo com tutorial.

Passo a passo da inscrição

Ao clicar no botão para se inscrever, o estudante deve inserir os dados do seu Cadastro Único do Governo Federal no acesso.gov.br (login e senha). Quem ainda não tem um cadastro deve providenciá-lo com antecedência.

Ao acessar o Sisu com os dados do gov.br, o interessado deve atualizar, se for o caso, e confirmar seu telefone e e-mail. Depois basta escolher até duas opções de curso. Para começar, clique em “Fazer inscrição na 1ª opção” e repetir esse procedimento para a 2ª opção de curso.

Antes e durante o período de inscrição, o candidato pode explorar as vagas ofertadas, pesquisando por município, instituição ou nome do curso. A consulta das vagas está disponível desde o início de fevereiro.

É importante se atentar à escolha da modalidade de concorrência que possui dois formatos: ampla concorrência e lei de cotas (ações afirmativas).

Após conferir os dados de suas escolhas, curso e modalidade de concorrência bem como se terá a documentação a ser exigida para a matrícula, basta clicar em “Confirmar minha inscrição” para concluí-la.

Sisu 

O Sisu é o sistema informatizado do MEC no qual as instituições públicas de educação superior, sejam elas federais, estaduais ou municipais, oferecem vagas a serem disputadas por candidatos inscritos em cada edição da seleção. Os candidatos são selecionados para as opções de cursos indicadas no ato de inscrição, de acordo com a melhor classificação de nota obtida na edição mais recente do Enem.

Cronograma

Inscrições: 15 a 18 de fevereiro;

Resultado: 22 de fevereiro;

Matrícula: 23 de fevereiro a 8 de março.

Lista de espera:

De 22 de fevereiro a 8 de março – para manifestar interesse em participar da lista de espera:

A partir de 10 de março, ocorrerá a convocação dos selecionados por meio da lista de espera.

Conheça o Acesso Único e faça a sua inscrição.

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Secretaria de Educação Básica realiza capacitação para uso da Plataforma Normativas

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Prédio do Ministério da Educação

Será realizada, nesta quarta-feira (16), uma capacitação promovida pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação (MEC), para uso da Plataforma Normativas. A ferramenta é um espaço de colaboração para a gestão das publicações, buscas e a construção dos atos normativos dos conselhos de educação, no âmbito nacional, estadual e municipal. O curso será on-line e acontecerá das 15h às 17h.

Por meio do Projeto Plataforma Semântica de Gestão Democrática de Atos Normativos, o MEC em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) disponibilizou a ferramenta para todos os conselhos de educação do Brasil.

A Plataforma utiliza inteligência artificial para disponibilizar uma base de conhecimento jurídico na educação, criando um arcabouço de modelos de análise de atos normativos, a fim de aprimorar os trabalhos de todos os conselhos de educação, viabilizando também a colaboração entre eles, juntamente com a participação efetiva da sociedade.

Para facilitar a utilização da ferramenta, a SEB, juntamente com a Ufal, está disponibilizando uma capacitação on-line por meio de vídeos no Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC (Avamec). Durante o processo, os gestores serão instruídos a como cadastrar documentos por tipos e assuntos; resolver pendências; divulgar informações sobre os Conselhos e cadastrar colaboradores.

Os vídeos do treinamento ficarão disponíveis na Plataforma, em área restrita aos administradores, com perfil de gestor e colaborador na Plataforma Normativas, nos seguintes acessos:

Banco Central libera consulta de valores a receber de instituições financeiras

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Para fazer a consulta, o cidadão precisa acessar o sistema e informar CPF e data de nascimento

O serviço é disponibilizado por um site exclusivo para as consultas ao Sistema Valores a Receber – Foto: Banco de Imagens

Uma cifra milionária de cerca de R$ 8 bilhões está parada em bancos e instituições financeiras de todo o país, esperando ser sacada. Esse dinheiro pertence a clientes, mas muitas pessoas ou empresas nem sequer sabem que possuem esses recursos.

Para resolver essa situação, o Banco Central passou a disponibilizar uma consulta, a qualquer cidadão, para verificar possíveis valores a receber de instituições financeiras. O serviço é disponibilizado por um site exclusivo para as consultas ao Sistema Valores a Receber. As pesquisas foram liberadas a partir desta segunda-feira (14/02).

Para verificar ou solicitar os valores, o cidadão precisa acessar o sistema (valoresareceber.bcb.gov.br) e informar o CPF e data de nascimento, para pessoa física, e o CNPJ e data de abertura da empresa para pessoa jurídica.

Caso tenha valores a receber, no momento da consulta, o sistema informa a data e o período para consultar e solicitar o resgate do saldo existente. As datas serão agendadas de acordo com o ano de nascimento da pessoa ou da criação da empresa. Para quem nasceu ou abriu empresa antes de 1968, o período de agendamento para consulta do valor e resgate será de 7 a 11 de março. Já para aqueles entre 1968 e 1983, o agendamento será entre 14 e 18 de março. Por fim, para quem nasceu ou criou empresa depois de 1983, poderá agendar o resgate entre 21 e 25 de março. Para quem perder essas datas, haverá um período de repescagem um dia depois do fim do prazo.

Um dos requisitos para solicitar o resgate é ter cadastro no sistema Gov.br, plataforma do Governo Federal que centraliza centenas de serviços pela internet. O cliente deverá informar uma chave Pix da sua conta em instituição financeira. Nos casos em que a instituição financeira não tenha aderido a um termo específico com o Banco Central, será preciso informar os dados de contato no sistema e o meio de pagamento ou de transferência.

A liberação das consultas e resgates será feita por fases. De acordo com o Banco Central, o valor total estimado para a fase 1 é de R$ 4 bilhões para pessoas físicas e jurídicas. Os valores solicitados por usuários que indicaram a chave Pix devem ser devolvidos pelas instituições em até 12 dias úteis.

Os dados e os valores fornecidos no sistema são de responsabilidade das próprias instituições financeiras. Em alguns casos, os saldos a receber podem ser de pequeno valor, mas o BC orienta o cidadão a sacar o dinheiro, de forma simples e ágil, por meio do novo serviço.

As consultas aos valores parados em instituições financeiras foram liberadas pelo Banco Central em fevereiro, pelo sistema Registrato. Mas devido à alta procura, o site apresentou problemas de acesso. Por isso, o BC criou uma plataforma exclusiva para o serviço. Antes do sistema cair, houve cerca de 9 mil solicitações de resgate, no valor total de aproximadamente R$ 900 mil.

Antes dessa nova função, o Banco Central fornecia consultas apenas a dívidas (abertas ou liquidadas), abertura de contas bancárias (ativas ou inativas) e remessas de dinheiro ao exterior.

Alerta contra golpes

O Banco Central ressalta que o único site para consulta e solicitação desses valores é este: valoresareceber.bcb.gov.br. A instituição não envia links nem entra em contato com as pessoas para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais.

O BC alerta que ninguém está autorizado a entrar em contato com o cidadão em nome do órgão ou do Sistema Valores a Receber. Portanto, as pessoas não devem clicar em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram. Elas também não devem fazer qualquer tipo de pagamento para ter acesso aos valores. Se esses pedidos ocorrem, são golpes.

Neste vídeo é possível conferir os alertas e o passo a passo para solicitar os valores a receber.

 

 

 

 

Finanças, Impostos e Gestão Pública