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Processo seletivo recebe mais de 16 mil inscrições no Programa Médicos pelo Brasil

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Nurse checking patient's pulse, medical checking pulse by hand.Medical and healthcare concept.
Programa vai levar até 4,6 mil médicos para locais vulneráveis e que mais precisam de cuidados de saúde
De 31 de dezembro de 2021 até 6 de fevereiro deste ano, 16.357 pessoas se inscreveram para o primeiro processo seletivo do Médicos pelo Brasil – 1.872 candidatos ao cargo de tutor médico e 14.485 inscritos para o de médico bolsista. Neste edital, o programa de provimento da Atenção Primária à Saúde (APS), que substitui gradativamente o Mais Médicos, levará aproximadamente 4,6 mil profissionais para locais em situação de vulnerabilidade em todo o país.

No total, são 4.057 vagas para o cargo de médico bolsista e 595 para o cargo de tutor médico. A região Nordeste é a que oferece maior número de vagas e, também, a que agregou o maior número de inscritos: 8.483 (51,85%). Confira os dados de inscrição por unidade da federação abaixo:

Próximos passos

As provas objetivas serão realizadas em todas as capitais do país no dia 6 de março, com duração de 4 horas (as provas para tutores serão pela manhã, e para os médicos, à tarde). Serão avaliados conhecimentos de língua portuguesa, conhecimentos do SUS e conhecimentos específicos, em 50 questões que valem 100 pontos.

O processo seletivo, feito pela Agência de Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps), foi aberto para médicos registrados junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM). Os candidatos a tutores médicos também precisaram apresentar um certificado de conclusão de residência em medicina de família e comunidade ou clínica médica ou título de especialista em medicina de família e comunidade ou em clínica médica.

No caso dos aprovados para o cargo de médico bolsista, todos vão cursar uma especialização em medicina da família e comunidade, e, posteriormente, poderão ser efetivados como médicos da Adaps em regime celetista se titulados como especialistas.

Os tutores médicos já são contratados via CLT desde o início, contando com todos os benefícios trabalhistas. Para o primeiro cargo, a bolsa mensal é de R$ 15 mil; para o segundo, o salário-base somado aos incentivos de desempenho e tutoria é de R$ 18,1 mil. A remuneração poderá ser acrescida dos incentivos para atuação em localidades remotas ou distritos sanitários especiais indígenas (R$ 3 mil ou R$ 6 mil).

Em caso de dúvidas sobre a seleção e o programa, acesse o FAQ. No caso de novos questionamentos, Disque 136 gratuitamente. Mais informações podem ser consultadas no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), a banca examinadora das provas.

O programa

O Médicos pelo Brasil foi lançado em 2019 com o objetivo de estruturar a carreira médica federal para locais de difícil provimento e alta vulnerabilidade. Conforme a Lei nº 13.958, a execução do novo programa deve ser realizada por meio da Adaps. A agência foi instituída pelo Decreto nº 10.283, em março de 2020, e ela pode firmar contratos, convênios, acordos, ajustes e outras ferramentas de gestão com órgãos e entidades públicas e privadas. A principal finalidade da Adaps é levar médicos para a Atenção Primária, organizar e qualificar o fluxo de assistência.

Com informações do Ministério da Saúde

Jovem de 20 anos diz que é abusada pelo padrasto desde os 12 anos

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De acordo com a vítima, o suspeito pegou uma faca e passou a lhe ameaçar para manter relação sexual.

Uma jovem de 20 anos acionou a Policia Militar no final da noite de quarta-feira (16), após estar sendo ameaçada com uma faca pelo padrasto de 36 anos em uma residência no bairro Areal, centro da capital.

De acordo com a vítima, o suspeito pegou uma faca e passou a lhe ameaçar para manter relação sexual. Segundo a jovem, o acusado tirou sua virgindade aos 12 anos de idade, e desde então pratica o crime.

A PM fez o registro da ocorrência e encaminhou o caso a Delegacia Especializa em Crimes Contra a Mulher.

 

 

Por News Rondônia

Decreto estabelece transformação da Escola Estadual Cecília Meireles em Colégio Militar Dom Pedro II, em Vilhena

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O Poder Executivo publicou nesta sexta-feira,11, o Decreto nº 26.897, que dispõe sobre a transformação da Escola Estadual de Ensino Fundamental Cecília Meireles em Colégio Militar Dom Pedro II, unidade II em Vilhena. A autorização de criação da nova unidade militar ocorre de acordo com o Parágrafo Único do Artigo 1º da Lei nº 5.199, de 16 de dezembro de 2021.

A Seduc determinará o encerramento, no âmbito de sua pasta, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Cecília Meireles, providenciando também a regularização da unidade executora.

A estrutura organizacional do Colégio Militar Dom Pedro II, unidade II, será condizente com as escolas da Rede Pública Estadual, regimento interno próprio e projeto político-pedagógico feito pela Seduc, semelhantes às diretrizes dos Colégios Tiradentes da Polícia Militar.

O Colégio Militar Dom Pedro II, unidade II será instalado sob comando e direção de oficiais do Corpo de Bombeiros Militar da ativa, designados pelo comandante-geral. Em seu regimento interno, o Colégio Militar Dom Pedro II, unidade II, vai definir a disponibilização de vagas para matrículas e a forma de acesso. Ficam transferidos para esta unidade escolar os recursos financeiros oriundos de programas federais e estaduais.

TRANSFORMAÇÃO

No que diz respeito a transformação da Escola Cecília Meireles em Colégio Militar, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO), coronel Nivaldo de Azevedo Ferreira declara que o Colégio Militar Dom Pedro II terá o foco em formar alunos não apenas de forma intelectual, mas também o caráter e a personalidade por meio dos princípios básicos de disciplina e hierarquia.

“Os colégios tem a educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais da sociedade humana, tendo por finalidade o pleno desenvolvimento do estudante, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”, acentua Nivaldo Ferreira.

Municípios do Cone Sul de Rondônia atendem vítimas de violência doméstica pelo programa “Mulher Protegida”

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Todos os sete municípios do Sul do Estado já aderiram ao programa, idealizado pela Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social

bjetivo auxiliar mulheres em situação de violência

 

Todos os sete municípios do Sul do Estado já aderiram ao programa, idealizado pela Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas).

O objetivo é efetivar o fortalecimento da garantia dos direitos humanos das vítimas, resguardando-as de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, por meio da assistência socioeconômica.

O “Mulher protegida” garante às vítimas cadastradas um auxílio financeiro, assistência e acompanhamento psicossocial pela Equipe de Referência Técnica nos equipamentos socioassistenciais dos municípios partícipes e ofertam cursos de capacitação ou aperfeiçoamento profissional voltados ao empreendedorismo e à empregabilidade.

A secretária da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), Luana Rocha, enfatizou a importância desta ação. “Esse programa é uma oportunidade para auxiliar a mulher vítima a romper com o ciclo da violência. Sabemos que essa ruptura é bastante complexa, mas o Estado se faz presente para dizer a essa mulher que não está sozinha. A primeira etapa do programa é dar um suporte financeiro de R$ 400 durante seis meses a essa vítima, sendo assistida com recursos do Governo do Estado e o acompanhamento psicossocial pelos órgãos municipais. A outra etapa é promover o acesso a capacitações para que esta mulher possa ter novas possibilidades e não depender financeiramente do agressor”, disse.

“Esse programa é de suma importância, pois resguarda a identidade das vítimas e principalmente oportuniza o resgate de elementos básicos para uma vida digna” , enfatiza a secretária adjunta da Seas, Liana Lima.

A assistente social no Centro de Atendimento à Mulher de Vilhena, Dinéia Rodrigues, fala sobre a aceitação do programa no município. “O programa “Mulher Protegida” está sendo bem positivo no município, estamos identificando uma crescente procura pelo público feminino. Assim como o encorajamento dessas mulheres em formalizar a denúncia, pois sabemos muitas que sofrem violência doméstica não conseguem romper o ciclo por causa da dependência financeira. Acredito, que para nós enquanto técnicos de referência é mais um recurso muito importante para trabalhar com essa demanda, pois dará condições para que essa mulher quebre o ciclo de violência, garantindo sua autonomia financeira,” explica.

PROCURA

A mulher poderá se dirigir ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e, na falta deste, ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de sua respectiva cidade para realizar o cadastramento.

CRITÉRIOS DE ACESSO

• ser mulher vítima de violência doméstica e familiar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com medida protetiva de urgência vigente, acompanhada ou não de seus dependentes;
• estar inserida no sistema do Cadastro Único, em razão de ter renda familiar de até três salários mínimos vigentes;
• possuir residência e domicílio em Rondônia, quando da solicitação da inscrição no Programa “Mulher Protegida”.

 

 

 

Preço da arroba do boi gordo chega a R$ 302 em Rondônia: veja a nova cotação da Emater

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Maiores e menores preços

 

Cabixi foi a cidade com o maior valor da cotação, sendo cobrado R$ 302,50 por arroba. O menor valor da pesquisa foi encontrado em JaruRio Crespo e em Costa Marques, sendo cobrado R$ 280 por arroba.

A cotação da Emater refere-se ao preço médio pago ao produtor rural. Veja, abaixo, os valores em algumas cidades. Veja os preços nas cidades de Rondônia:

Município Preço da @
Alta Floresta do Oeste R$ 288
Alto Alegre do Parecis R$ 300
Alvorada do Oeste R$ 301
Ariquemes R$ 294,02
Cabixi R$ 302,50
Cacoal R$ 300
Corumbiara R$ 298,50
Costa Marques R$ 280
Espigão D’Oeste R$ 295
Guajará-Mirim R$ 295
Jaru R$ 280
Ji-Paraná R$ 296
Machadinho do Oeste R$ 283
Nova Brasilândia R$ 298
Ouro Preto do Oeste R$ 285
Pimenta Bueno R$ 296
Porto Velho R$ 300
Rio Crespo R$ 280
Rolim de Moura R$ 287,52
Santa Luzia R$ 295
Vale do Anari R$ 295

Adolescente de 16 anos é morta pelo namorado dentro de apartamento em Porto Velho

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Suspeito tem 22 anos e há dois meses estava morando junto com a vítima, identificada como Maria Cláudia Borges.

Uma adolescente de 16 anos foi assassinada pelo namorado dentro de uma vila de apartamentos nesta quinta-feira (17), no bairro Aponiã, em Porto Velho. A vítima foi identificada como Maria Cláudia Borges, de 16 anos. Já o suspeito é Gabriel Saymo, 23.

Segundo informações de testemunhas, Maria e Gabriel moravam juntos no imóvel há cerca de dois meses.

Na noite da última quarta-feira (16), o proprietário da vila de apartamentos observou pelas câmeras que o suspeito estava agitado, entrando e saindo do apartamento várias vezes.

Por volta das 3h da madrugada desta quinta-feira, Gabriel entrou em casa e não saiu mais. Instantes depois o próprio suspeito ligou para a Polícia Militar (PM) e revelou que havia matado a namorada.

“Eles moravam aqui há dois meses. Era uma casal comum. Brigava e depois estava se beijando. Pareciam até meio bobinhos. Mas ninguém tem escrito na testa o que pode fazer. Ela era muito educada com a gente aqui”, disse o proprietário da vila de apartamentos ao g1.

Adolescente foi morta dentro de apartamento em Porto Velho — Foto: Jheniffer Núbia/g1

Adolescente foi morta dentro de apartamento em Porto Velho — Foto: Jheniffer Núbia/g1

Testemunhas contaram à polícia que a vítima foi estrangulada, mas apenas o laudo pericial vai confirmar a real causa da morte de Maria Cláudia Borges.

A delegada Adrian Vieiro, da Delegacia Especializada em Crimes Contra Vida (DECCV), disse que pela aparência do corpo a morte havia acontecido há várias horas. “Ainda vamos esperar o IML, mas aparentemente pelas condições do corpo e rigidez cadavérica ela morreu há um tempo”, explicou.

O suspeito recebeu voz de prisão, pois confessou o crime, mas não entrou em detalhes da motivação e nem como matou a adolescente. “Ele estava bem alterado e parecia que estava sob efeito de algum entorpecente”, contou um policial militar à reportagem.

Após ser preso, Gabriel foi levado à Central de Polícia de Porto Velho.

A polícia ainda não sabe se o crime pode ser caracterizado como feminicídio. “Vamos esperar o despacho do colega da Central de Polícia para ver como vai chegar para gente [da homicídios], pois a questão do feminicídio não é só sobre o envolvimento da vítima mulher, tem que ter uma questão de gênero”, disse a delegada Adrian Vieiro.

Por Jheniffer Núbia, g1 RO

STJ recebe denúncia do MPF contra 4 desembargadores do TRT/RJ por corrupção, peculato e lavagem de dinheiro

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Magistrados cumprem medidas cautelares, estão afastados das funções públicas e proibidos de manter contato com outros investigados

Em decisão unânime, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu, nesta quarta-feira (16), denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra quatro desembargadores do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1), no Rio de Janeiro, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Com a decisão, passam à condição de réus na Ação Penal (APN) 989 os magistrados Marcos Pinto da Cruz, Antônio Carlos de Azevedo Rodrigues, Fernando Antônio Zorzenon da Silva e José da Fonseca Martins Júnior. O colegiado determinou ainda o cumprimento de medidas cautelares, como a obrigatoriedade de uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de manter contato com outros investigados, além de manter a suspensão das funções públicas, pelo prazo de um ano.

A denúncia do MPF foi apresentada em março de 2021 e incluía outros investigados, inclusive o então governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, Edmar Santos (ex-secretário estadual de Saúde) e o pastor Everaldo. No entanto, após determinação do desmembramento do processo pela relatora, ministra Nancy Andrighi, apenas as investigações contra os quatro desembargadores, detentores de foro por prerrogativa de função, continuaram no STJ.

Durante a sessão desta quarta-feira, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo fez sustentação oral na qual destacou o papel do desembargador Marcos Pinto da Cruz como chefe da organização criminosa instalada no TRT1. Segundo as investigações, ele ofereceu propina a Edmar Santos, e a Wilson Witzel para participar de um esquema que visava incluir no Plano Especial de Execução da Justiça do Trabalho organizações sociais (OSs) que prestavam serviços de saúde para o Rio de Janeiro.

O intuito do desembargador, conforme apurado pelos investigadores, era conseguir que o estado fluminense pagasse os valores devidos às OSs por meio de depósitos em contas judiciais. Essas contas foram abertas após a inclusão das organizações em planos especiais de execução – providência esta que foi tomada somente após o pagamento de vantagens indevidas a desembargadores do Trabalho. De acordo com a denúncia, o grupo agia de forma coordenada, inclusive com divisão formal de tarefas, o que caracteriza a existência de uma organização criminosa. Todos os crimes cometidos estão relacionados à inclusão de empresas no Plano Especial de Execução da Justiça do Trabalho.

No voto, a relatora, Nancy Andrighi, rejeitou todas as questões preliminares suscitadas pelas defesas e reiterou estar presente a justa causa para a instauração da ação penal proposta pelo MPF, dada a existência de elementos de prova da materialidade das infrações e os indícios suficientes da autoria dos envolvidos. A ministra refutou ainda a tese segundo a qual as acusações feitas pelo MPF seriam fundadas unicamente em colaboração premiada.

“Os pujantes indícios colacionados pelo Ministério Público na exordial acusatória revelam, ao contrário do alegado pela defesa, que não houve o embasamento em prova única – colaboração premiada – para deflagrar-se a ação penal. Em verdade, há uma profusão de elementos probatórios, dados concretos e absolutamente independentes da colaboração premiada, com inúmeros elementos de informação, tais como depoimentos compartilhados, relatório de inteligência financeira, além de outros documentos”, enfatizou.

Ao rebater o argumento lançado pela defesa de Antônio Carlos de Azevedo Rodrigues – de que a denúncia deveria ser considerada inepta por falta de detalhamento de todas as circunstâncias –, Andrighi citou trecho da peça acusatória do MPF. Segundo ela, entre agosto de 2018 e março de 2019, Marcos Pinto da Cruz e Antônio Carlos de Azevedo Rodrigues, em função dos cargos de desembargadores, e Fernando Antônio Zorzenon da Silva, em razão do cargo de desembargador e então presidente do TRT1, auxiliados por outras pessoas, de modo consciente e voluntário, por 16 vezes aceitaram promessa e efetivamente receberam vantagem indevida correspondente ao valor total de R$ 1,22 milhão pago por representantes de empresas de transportes públicos. O objetivo era a inclusão dessas sociedades no plano especial da Justiça trabalhista.

Plano especial – Provas obtidas pelo MPF demonstram ainda que o complexo esquema de corrupção no TRT1 funcionava desde 2017. As operações fraudulentas apontam que os desembargadores aceitaram por dezenas de vezes, em oportunidades distintas, vantagens indevidas para incluir empresas no plano especial de execução da Justiça trabalhista. Além das organizações sociais, o esquema beneficiou construtoras, consórcio de transporte, empresas de tecnologia, entre outras. O acervo de provas reunidas pelas operações Placebo, Tris in Idem e Favorito contém, entre outros indícios, comprovantes de depósitos e saques, mensagens de celular e relatos de colaboradores e de testemunhas.

Réus na APN 989 e respectivos crimes imputados

Marcos Pinto da Cruz (desembargador do TRT1)
Corrupção ativa, peculato majorado, corrupção passiva majorada, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Antônio Carlos de Azevedo Rodrigues (desembargador do TRT1)
Corrupção passiva majorada, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Fernando Antônio Zorzenon (desembargador do TRT1)
Corrupção passiva majorada, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e organização criminosa.

José da Fonseca Martins Júnior (desembargador do TRT1)
Peculato majorado, corrupção passiva majorada, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Secretaria de Comunicação Social
Procuradoria-Geral da República

Silvia Cristina anuncia Instituto de Prevenção do Câncer de Vilhena ainda para 2022

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Em visita ao espaço onde funcionará entidade, Japonês, Nica Cabo João e Silvia revelaram o cronograma previsto para a obra

A deputada federal Silvia Cristina anunciou junto do prefeito Eduardo Japonês e da vereadora Nica Cabo João a criação, ainda em 2022, do Instituto de Prevenção do Câncer de Vilhena. A iniciativa é fruto de parceria entre a parlamentar e a Prefeitura de Vilhena, na qual Silvia disponibilizará equipamentos, profissionais especialistas e expertise de atendimento, enquanto a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) fará reforma e ampliação do prédio onde atualmente funciona a Central de Regulação, ao lado do Hospital Regional de Vilhena, permitindo a instalação da entidade no local.

“Serão oferecidos exames de ultrassonografia, papanicolau, tomografia, mamografia, biópsia de mama, triagem para câncer de pele e ações de prevenção ao câncer em geral. Depois que esses procedimentos para a saúde feminina estiverem funcionando, vamos expandir para prevenção do câncer de próstata também. O prefeito me garantiu que em uns 45 dias já teremos reformado o espaço e na sequência, até abril ou maio, vamos enviar os equipamentos e providenciar os especialistas para começar o atendimento”, garantiu a deputada federal.

Eduardo Japonês visitou o prédio que será transformado no Instituto, também chamado popularmente de “Casa Rosa”, e agradeceu à deputada pela parceria com Vilhena. “Fazendo uma política construtiva, os resultados para a população são sempre maiores. Milhares de mulheres de Vilhena e de toda a região serão beneficiadas com esses exames e Vilhena se tornará o segundo instituto público do tipo em Rondônia, virando uma referência para toda a região. A população de Vilhena agradece imensamente, deputada”, assegurou o prefeito Eduardo.

Na visita também estiveram a secretária municipal de Saúde, Weslaine Amorim, a vereadora Nica Cabo João, o secretário parlamentar Aparecido Miguel Pereira, e técnicos da Saúde.

A vereadora Nica acompanhou a visita e comemorou a conquista. “Trabalhamos em parceria com o Executivo para trazer resultados concretos. Há alguns meses visitamos o Hospital do Amor em Ji-Paraná, construído com recursos da Silvia Cristina, e tratamos da instalação da Casa Rosa aqui em Vilhena. É muito bom ver que as soluções vão saindo do papel e a população vai recebendo os atendimentos adequados”, garantiu Nica.

Parte dos equipamentos necessários já foi comprada, os trabalhos de engenharia começaram nesta quarta-feira com vistorias do espaço para elaboração das adequações necessárias, enquanto as obras de reforma devem começar em breve. A ação envolve o investimento de vários milhões de reais de recursos federais por parte da deputada federal Silvia Cristina, defensora da saúde da mulher, em especial de medidas contra o câncer.

Mais informações sobre este e outros assuntos da Saúde podem ser conseguidos através do WhatsApp institucional 3322-2945.

Saúde de Vilhena alerta: “Precisamos vacinar as crianças para evitar a transmissão para pessoas vulneráveis”

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Vacinação impede piora na pandemia, apesar de variantes, mas índices podem melhorar e evitar mortes

pós o início da vacinação em janeiro do ano passado, os números de infectados e mortes por covid-19 em Vilhena caíram vertiginosamente, chegando a passar semanas sem óbitos. Com o advento da nova variante ômicron, os números voltaram a subir, mas a patamares bem inferiores na comparação com a primeira onda, na comparação entre infectados e mortes. Por isso a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) alerta que a vacinação é ainda a melhor arma contra a pandemia e em Vilhena há pontos de imunização dispostos em toda a cidade, de segunda a sexta-feira.

“Em todo o país se vê uma escalada no número de novos casos de covid-19, resultado das festas de fim de ano, do inverno, da nova variante e da insistência de alguns em não se proteger com as vacinas seguras que temos. Convocamos todos a se proteger para que a doença não se espalhe entre não-vacinados e entre vacinados, que também se infectam e eventualmente podem morrer, ainda que em taxas dezenas de vezes menor que os não-vacinados”, explica a coordenadora do Setor de Imunização, Sueli Aparecida.

A secretária municipal de Saúde, Weslaine Amorim, fala do esforço dos profissionais na luta contra o vírus. “Nossa preocupação nesse momento é em relação à baixa adesão à vacinação infantil. Nossa estimativa é que são mais de 9,1 mil crianças com idade de 5 a 11 anos, mas até o momento apenas 1.365 crianças foram vacinadas. Estamos voltando às aulas presenciais e a proteção das crianças vai proteger toda a família, visto que se um aluno se infectar pode levar o vírus para dentro de casa. A maioria das internações são de idosos, que desenvolvem menos anticorpos mesmo estando vacinados. É preciso entender que a vacina beneficia apenas a pessoa, mas protege aqueles que são mais vulneráveis ao nosso redor”, ressaltou Weslaine.

PRAZOS E VACINAS – Todos com 5 anos ou mais já podem receber a primeira dose em Vilhena. A segunda dose pode ser aplicada 28 dias após a primeira e a dose de reforço 4 meses após a segunda dose. A dose de reforço é destinada, por enquanto, apenas ao público com 18 anos ou mais.

LOCAIS E HORÁRIOS – No Senac, no Jardim América, acontece a aplicação da primeira, segunda e dose de reforço, das 8h às 12h, de segunda a sexta-feira, e na quarta-feira também em horário noturno das 18h às 21h. Todos os públicos podem procurar a unidade, com 5 anos de idade ou mais. Inclusive, para as crianças, de 5 a 11 anos, nas quartas-feiras há horário especial das 14h às 17h também aberto para vacinação.

Nos postos de saúde de toda a cidade há vacinas para idosos que precisam da primeira dose ou da dose de reforço, sempre das 8 às 17h, de segunda a sexta-feira.

Semcom

Novo posto de saúde para Vilhena: Setor 19 ganhará nova unidade de saúde com emenda do senador Acir Gurgacz

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O Setor 19 vai ganhar um novo posto de saúde, além de reforma e ampliação para o postinho Carlos Mazala, em funcionamento no bairro atualmente. A garantia vem do senador Acir Gurgacz, que assegurou recurso de R$ 1 milhão para o prefeito Eduardo Japonês e para a secretária municipal de Saúde, Weslaine Amorim em viagem recente à Brasília.

A fim de desafogar o atendimento no posto de Saúde Cristo Rei e também promover mais facilidade de acesso aos serviços de saúde de toda a região, a nova unidade será construída no Setor 19 visando atender especialmente os moradores próximos da nova escola José Paulo Paes.

“Estou investindo muitas emendas em Vilhena, pois sei que os recursos são bem aplicados. Há valores que já destinei e foram usados para reformas de unidades de saúde, requalificação de feiras, asfalto, iluminação pública e tantos outros setores. Agora, com esse novo posto de saúde, poderemos avançar ainda mais no bom atendimento à população de Vilhena”, garantiu o senador Acir Gurgacz.

Japonês agradeceu ao parlamentar e explicou as próximas etapas do projeto. “Iremos agora trabalhar na repactuação de área, ou seja, reunir a equipe técnica para fazer a divisão na cobertura da zona de atendimento. É uma conquista muito importante, pois a região é bastante populosa e com esse postinho, além da ampliação do Carlos Mazala, iremos conseguir desafogar o postinho do Cristo Rei”, conta o prefeito.

Entre as várias reformas e obras da Saúde, esta é uma das mais importantes para a Atenção Básica, segundo a secretária municipal de Saúde, Weslaine Amorim. “Nossa intenção é conseguir que todos os postinhos tenham um padrão alto, tanto na estrutura predial, quanto na capacidade de atendimento. Já fizemos isso com o Afonso Mansur, com a Policlínica João Luiz e estamos terminando a reforma do postinho Leonardo, também neste novo padrão, implementado por esta gestão. Estamos fazendo contratações de servidores para suprir as faltas ocasionadas pela pandemia que sobrecarregaram o sistema de Saúde. Há avanços importantes que não podem ser ignorados”, ressalta.

Semcom