Início Site Página 756

BR-364: Vídeo mostra fila quilométrica de carretas por causa de enchente que interditou a principal rodovia de RO

0
Carretas fazem fila na BR-364 após cheia de rio em Ariquemes

Imagens feitas pela Rede Amazônica nesta sesta sexta-feira (25) mostram a dimensão do congestionamento na rodovia, perto do trevo que dá acesso ao município de Alto Paraíso (veja acima).

Devido ao bloqueio total da pista, motoristas que saem de Porto Velho ficam impedidos de chegar a cidades da região central ou do cone sul. E quem sai de viagem do interior também não chega na capital de Rondônia ou ao estado do Acre.

A interdição da BR-364 começou na quinta-feira (24), durante a tarde, mas desde a manhã havia uma lâmina d’água sobre a pista.

Como dezenas de caminhoneiros estão parados na rodovia desde a quinta-feira, alguns já relatam falta de água e alimento.

Alternativa para comer

Como alguns motoristas estão ficando sem comida, um grupo pegou varas de pesca e decidiu ir até o rio Jamari.

“A turma ali foi pescar pra ver se acha peixe pra gente e tomara que dê, porque se não der, a gente tá lascado”, afirmou o caminhoneiro Melksione Pinto .

Caminhoneiros vão pescar durante interdição da rodovia; 'precisamos comer' — Foto: Rede Amazônica

Caminhoneiros vão pescar durante interdição da rodovia; ‘precisamos comer’ — Foto: Rede Amazônica

Um dos que foi atrás de peixe é Marciel, que vinha do Acre. “Estamos vindo de Rio Branco. Saímos de ônibus às 5h de quinta-feira e chegamos aqui às 17h. Estamos desde ontem esperando o rio baixar. O ônibus ficou uns 300 metros de distância de um restaurante e só assim pra fazer a alimentação”, o produtor rural.

A PRF informou nesta sexta-feira que não existe previsão para liberação da rodovia.

Por enquanto não há previsão de liberação da via, pois o rio Jamari ocupa 500 metros da pista, com um metro de profundidade. As chuvas na região seguem intensas, o que dificulta o escoamento da água”, diz o comunicado da polícia.

Rio Jamari passa por cima da BR-364 — Foto: Rinaldo Moreira/Rede Amazônica

Rio Jamari passa por cima da BR-364 — Foto: Rinaldo Moreira/Rede Amazônica

Durante a manhã, o Corpo de Bombeiros foi ao local de alagamento prestar apoio aos PRFs que estavam desde a quinta-feira do outro lado do local.

Por G1

Revista que retrata cultura de comunidade de remanescentes quilombola de Pimenteiras do Oeste é produzida em RO

0

A revista será distribuída gratuitamente no mês de março em Pimenteiras do Oeste.

Legenda foto 1: O projeto da revista é coordenado pela remanescente quilombola Izabel Mendes

 

Legenda : A Comunidade Santa Cruz de Remanescentes Quilombolas do município de Pimenteiras do Oeste, conta com a certificação da Fundação Palmares

 

Com objetivo de contribuir para valorizar a cultura da comunidade de remanescentes quilombolas de Santa Cruz, localizada em Pimenteiras do Oeste, está sendo produzida em Rondônia a “Revista Memórias e Histórias da Comunidade Quilombola de Pimenteiras”.

O projeto da revista é coordenado pela remanescente quilombola Izabel Mendes de Souza, que destaca que a produção da revista é muito importante para retratar a cultura do município que foi fundado por remanescentes quilombolas de Vila Bela da Santíssima Trindade.

“O projeto vai contribuir para valorizar a cultura afro-brasileira presente no município, observando e registrando as riquezas culturais a partir da perspectiva dos moradores da comunidade. Ao realizar a revista pretendemos que os leitores conheçam os costumes e a riqueza cultural desenvolvendo assim o respeito e compreensão de outras realidades”, ressaltou a coordenadora do projeto.

Izabel Mendes ressalta que a Comunidade Santa Cruz de Remanescentes Quilombolas do município de Pimenteiras do Oeste, conta com a certificação da Fundação Cultural Palmares (FCP) como remanescente de quilombos, desde 2015.

O projeto da revista foi contemplado no Edital Nº 37/2021/SEJUCEL-CODEC 2ª Edição, Povos Tradicionais Premiação para Difusão Cultural dos Povos Tradicionais Indígenas e Quilombolas, no Eixo III – Publicações: de Livros ou Revistas Culturais – Categorias – C, D ,E , com recursos do “Governo do Estado de Rondônia/SEJUCEL/FEDEC/RO”, Lei Federal 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc), Governo Federal.

Izabel Mendes informou que a revista conta com reportagens e notícias sobre a cultura, memória e histórias dos remanescentes quilombolas que vivem em Pimenteiras do Oeste em Rondônia.

De acordo com Izabel Mendes, no projeto da revista será trabalhado a valorização do saber e da história local incentivando através da publicação a preservação e difusão dos patrimônios material e imaterial, reconhecidos pelos moradores que construíram e constroem cotidianamente a história. Além disso, a produção da revista vai incentivar a leitura através da distribuição gratuita da revista para a população.

“A emoção em produzir essa revista é grande. É a realização de um sonho antigo da nossa comunidade de registrar, preservar e valorizar a nossa cultura”, disse Izabel Mendes, que informou que a publicação será distribuída gratuitamente no mês de março em bibliotecas, centros culturais e escolas públicas de Pimenteiras do Oeste e para a população em geral.

 

Texto: Assessoria

Fotos: Washington Kuipers

Distribuição de mudas de café e cacau pelo programa “Plante Mais” fortalece lavouras em Rondônia

0

O Programa “Plante Mais”, do Governo de Rondônia, implementado pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e executado pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO) está trazendo uma nova perspectiva para as culturas de café e de cacau no Estado. A meta é entregar aos produtores rurais interessados, 5,3 milhões de mudas de café e 600 mil mudas de cacau, ambos clonal, garantindo assim um produto de melhor qualidade.

A iniciativa governamental está beneficiando agricultores e produtores familiares dos 52 municípios do Estado, no intuito de combater o desmatamento e incentivar o aumento da produção cafeeira e cacaueira em Rondônia e contribuir na geração de renda à família rural.

O programa “Plante Mais” conta com recursos financeiros originários de recursos próprios do Governo Estadual, a chamada fonte 100, complementado com recursos oriundos do Ministério da Justiça e de emendas parlamentares, totalizando R$ 8.305.000,00 (oito milhões e trezentos e cinco mil reais). As mudas adquiridas já estão sendo distribuídas, prevendo um incremento já nessa próxima safra.

“Plante Mais” conta com recursos do Governo Estadual, Ministério da Justiça e emendas parlamentares

Na última semana, uma equipe formada por membros da Seagri e da Emater-RO, tem acompanhado o vice-governador do Estado, José Atílio Salazar Martins (José Jodan), em diversos municípios para entrega das mudas e orientação para o plantio. “No dia 23, o município de Parecis foi contemplado com 70 mil mudas de café clonal e cinco mil mudas de cacau clonal”, conta Luciano Brandão, diretor-presidente da Emater-RO que também está acompanhado as entregas das mudas. O município conta com 60 famílias de agricultores atendidas pelo escritório local da Emater-RO, cadastradas na cafeicultura, com uma área de 90 hectares com 290 mil pés e uma produção média de 60 sacas por hectare.

Brandão explica ainda que, na quinta-feira, 24, foram entregues 50 mil mudas de café clonal para 20 cafeicultores e cinco mil mudas de cacau clonal para cinco cacauicultores, adquiridas com recursos da Seagri, e 20 mil mudas com recursos da operação “Lava Jato” para mais oito produtores de café. “Ao todo serão disponibilizados 97.500 mudas de café clonal e cinco mil mudas de cacau clonal beneficiando 44 produtores cadastrados no programa”.

O município de Espigão do Oeste será beneficiado no total com 90 mil mudas de café clonal e seis mil mudas de cacau clonal. Ainda nesta semana os produtores Luiz Carlos Fernandes, morador da linha Jozuel Nogueira, e Marta Lena Kester Kruger, residente na linha Kapa 80, Km 26, ambos daquela região, receberão, cada um, 2.500 mudas de café clonal para incrementar as suas lavouras.

Repartições públicas estaduais vão ter ponto facultativo durante período de Carnaval

0

Conforme o Decreto nº 26.739/2022, publicado em dezembro de 2021, que estabelece o calendário dos feriados e pontos facultativos de 2022, o Governo de Rondônia ressalta que não haverá expediente no serviço público estadual nos dias 28 de fevereiro (segunda-feira) e 1º e 2 de março (terça e quarta-feira), no período de carnaval decretado como ponto facultativo nas repartições públicas do Estado, exceto àquelas que não podem ser interrompidas, como os hospitais, as delegacias de polícia, etc.

De acordo com o decreto,  o expediente normal e o conjunto das atividades da Administração Pública retornam dia 3 (quinta-feira), às 7h30.

Já em relação ao “Tudo Aqui”, com exceção da sede, na Avenida Sete de Setembro, em Porto Velho, o atendimento à população será das 14h às 20 horas de quarta-feira (2) no Porto Velho Shopping. No interior do Estado o horário de atendimento será a partir das 14 horas nos municípios de Ariquemes, Ji-Paraná e Rolim de Moura.

Setor de turismo no Brasil cresce 12% em 2021 e fatura R$ 152 bilhões

0
Transporte aéreo foi a atividade com maior crescimento

Sendo um dos setores mais impactados pela crise sanitária da Covid-19, o turismo no Brasil fechou o ano de 2021 com um faturamento de R$ 152,4 bilhões. Apesar da cifra ainda ser inferior aos números antes da Covid-19, representa um aumento de 12% em relação a 2020. O levantamento é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O setor movimenta uma cadeia produtiva com mais de 50 segmentos, com destaque para o transporte aéreo, que registrou alta de 28% e um faturamento acumulado de R$ 37,7 bilhões. Logo em seguida, entre as atividades que mais contribuíram para este crescimento está a categoria de alojamento e alimentação, com alta de 13,1% e faturamento de R$ 45,2 bilhões.

Também registraram altas no ano de 2021 os segmentos de transporte aquaviário (8,8%), transporte terrestre (7,2%), locação de veículos, agências e operadoras (2,5%) e atividades culturais, recreativas e esportivas (1,6%).

TURISMO RESPONSÁVEL

Desde o início do coronavirus, o Ministério do Turismo, em conjunto com outros órgãos do Governo Federal, atuou para apoiar o setor de turismo e abrir caminho para a retomada das atividades turísticas, com ações baseadas em um tripé: garantia dos salários e jornadas para evitar demissões com a edição da MP 936; a regulamentação das relações de consumo com regras claras quanto ao cancelamento e a remarcação de reserva, por meio da MP 948; e a disponibilização de um crédito histórico de R$ 5 bilhões com foco no capital de giro das micro, pequenas e médias empresas, com condições especiais de pagamento.

De forma pioneira, o Ministério do Turismo também lançou, em junho de 2020, o Selo Turismo Responsável, conferido a locais que se comprometem a cumprir protocolos para a prevenção da Covid-19. A partir deste incentivo à adoção de boas práticas sanitárias, o Brasil se tornou um dos 10 primeiros países do mundo a aderir a medidas do tipo. Atualmente, mais de 30,8 mil estabelecimentos e guias de turismo já fazem parte da iniciativa. Para saber mais, acesse aqui.

Com informações do Ministério do Turismo

Governo Federal disponibiliza R$ 154 milhões para hospitais universitários federais

0
São R$ 104 milhões para custeio e R$ 50 milhões para investimentos nas unidades hospitalares da Rede Ebserh/MEC

O mês de fevereiro foi marcado pela primeira descentralização de recursos voltados aos 40 hospitais universitários federais vinculados à Rede Ebserh/MEC em 2022. Por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), que é administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), foram disponibilizados R$ 154 milhões.

Do total liberado neste início de ano, R$ 103,8 milhões são voltados a custeio, ou seja, materiais utilizados no dia a dia dos hospitais como medicamentos, insumos médico-hospitalares e outros. Há ainda R$ 50,1 milhões destinados a investimentos, que incluem aquisição de equipamentos, obras de ampliação e outros.

Neste exercício de 2022, a Administração Central novamente decidiu o contrato de objetivos junto aos hospitais universitários federais que compõem a Rede Ebserh. “A referida decisão possibilita a previsibilidade, a transparência, o monitoramento e o controle das receitas e despesas de cada unidade. Nesse contexto, foram preestabelecidos valores limites para cada hospital (composto pela estimativa da receita de produção SUS, da receita própria, do Programa Rehuf, das ações de funcionamento dos hospitais e de capacitação) e foi solicitado que as unidades apresentassem os Planos de Aplicação dos Recursos com o detalhamento dos itens que serão adquiridos no exercício”, explicou o vice-presidente da Rede Ebserh/MEC, Antonio César Alves Rocha.

Sobre a o Programa

O Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) foi criado por meio do Decreto nº 7.082, de 27 de janeiro de 2010 e define diretrizes e objetivos para a reestruturação e revitalização dos hospitais universitários federais, integrados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O objetivo do programa é criar condições materiais e institucionais para que os hospitais possam desempenhar plenamente suas funções em relação às dimensões de ensino, pesquisa e extensão e de assistência à saúde da população. Saiba mais.

Sobre a Rede Ebserh

Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.

Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), e, principalmente, apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas.

Devido a essa natureza educacional, os hospitais universitários são campos de formação de profissionais de saúde. Com isso, a Rede Ebserh atua de forma complementar ao SUS, não sendo responsável pela totalidade dos atendimentos de saúde das regiões em que os hospitais estão inseridos, mas se destacam pela excelência e vocação nos procedimentos de média e alta complexidades.

Com informações do Ministério da Educação.

Em um ano, Forças Armadas apreendem 50% a mais de drogas na faixa de fronteira

0
O objetivo é prevenir e reprimir crimes transfronteiriços e ambientais, o que contribui para a defesa da soberania nacional
As Forças Armadas, em ações conjuntas com os órgãos municipais, estaduais e federais de Segurança Pública, apreenderam 50% a mais de drogas em 2021, em comparação com 2020, por meio da Operação Ágata. Em 2020, foram apreendidas 18,6 toneladas de cocaína, maconha, skank e haxixe e, no ano passado, 27,9 toneladas.

 

A Operação Ágata é coordenada pelo Governo Federal por meio do Ministério da Defesa e emprega militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica em ações interagências em todo país. O objetivo é prevenir e reprimir crimes transfronteiriços e ambientais, o que contribui para a defesa da soberania nacional – uma das missões constitucionais das Forças Armadas.

O General de Brigada Sérgio Rezende de Queiroz, subchefe de operações, explica como se deu o aumento no número de apreensões. “A sinergia entre as agências governamentais de nível federal, estadual e municipal e as Forças Armadas contribui para o sucesso do governo brasileiro no combate aos crimes transfronteiriços. Especificamente no ano de 2021, houve um aumento significativo na apreensão de drogas fruto desse trabalho integrado, tanto na fronteira terrestre, como na marítima, por onde escoam 90% das exportações do país, estando sujeita a uma maior quantidade de tentativas de envio de drogas ao exterior”, destaca.

Planejamento

No mês de fevereiro, representantes do Ministério da Defesa, das três Forças e de agências governamentais realizaram reunião com o objetivo de planejar as ações da Operação Ágata para o segundo trimestre de 2022. Ao longo do ano, a mobilização ocorre em diferentes estados e períodos, prezando pelo fator surpresa para prevenir e reprimir delitos.

Além de drogas, a operação também tem como resultados a apreensão de cigarros, minério e madeira extraídos ilegalmente, além de instrumentos e meios utilizados pelos criminosos; como armas, munições, veículos, embarcações e aeronaves.

Atuação

Além da atuação integrada, a Marinha, o Exército e a Aeronáutica participam de operações singulares, nas quais atuam, no momento, 20 mil militares. A capilaridade das Forças Armadas permite a ampla proteção de regiões consideradas sensíveis e alcança a fronteira marítima, que possui mais de 7 mil quilômetros de extensão; a demarcação terrestre, que possui, aproximadamente, 17 mil quilômetros; e a área de cerca de 22 milhões de km² do espaço aéreo.

 

Com informações do Ministério da Defesa

Declaração do Imposto de Renda 2022 vai de 7 de março a 29 de abril

0

A Receita Federal divulgou diversas inovações tecnológicas para a declaração deste ano

A declaração é obrigatória para as pessoas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 em 2021 – Foto: Receita Federal

Apartir do dia 7 de março, cerca de 31,7 milhões de contribuintes poderão enviar a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) deste ano, referente ao ano-base de 2021. As regras para o serviço foram divulgadas na manhã desta quinta-feira (24/02) pela Receita Federal.

A declaração é obrigatória para as pessoas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 em 2021. Para atividade rural, a obrigatoriedade é para quem teve receita bruta superior a R$ 142.798,50 no ano passado. Também devem fazer a declaração: os contribuintes com rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, de mais de R$ 40 mil; aqueles com patrimônio de mais de R$ 300 mil e os que tiveram ganho de capital na alienação de bens ou direitos ou fez operações na bolsa de valores, incluindo os dependentes.

Independente da renda, a declaração é obrigatória ainda para quem passou a residir no Brasil no ano passado e para quem vendeu imóveis residenciais e comprou outro até 180 dias depois da venda.

“Em 2022, o Imposto de Renda no Brasil completa 100 anos de existência. E para celebrar este centenário, a Receita Federal preparou um pacote de inovações que simplificam o preenchimento da declaração, o pagamento do imposto e o recebimento da restituição”, ressaltou o subsecretário de Arrecadação, Cadastros e Atendimento da Receita Federal, auditor-fiscal Frederico Igor Leite Faber.

Prazos

As declarações podem ser transmitidas para a Receita Federal a partir das 8h do dia 7 de março e o prazo termina às 23h59 do dia 29 de abril (horário de Brasília). O programa gerador da declaração, tanto para computador quanto aplicativo de celular, será liberado também a partir de 7 de março.

Confira sobre o programa neste link.

Quem tem conta na plataforma gov.br, do Governo Federal, já pode começar a preencher a declaração a partir do dia 3 de março por meio do Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal, o E-CAC.

Uma das novidades deste ano é a disponibilidade da declaração pré-preenchida para todas as plataformas. Antes, a facilidade era limitada a quem tinha certificado digital. O serviço será liberado a partir do dia 15 de março para quem tem conta nos níveis ouro e prata no sistema gov.br. Com a ferramenta, é possível recuperar os dados da declaração do ano anterior. “Quem usa a funcionalidade da declaração pré-preenchida tem menos chance de errar o preenchimento e cair na malha, o que leva, inclusive, à possibilidade de receber a restituição mais rapidamente”, explica o subsecretário de Gestão Corporativa da Receita Federal, Juliano Brito da Justa Neves.

Outra inovação é a possibilidade de preencher a declaração em múltiplas plataformas, como computador, tablet, celular e no E-CAC.

Para quem perder o prazo, a multa de atraso das declarações será de 1% a 20% sobre o imposto devido, tendo o valor mínimo de R$ 165,74.

Restituição

A Receita Federal também divulgou o cronograma das restituições do Imposto de Renda deste ano. Assim como ocorre desde 2019, serão cinco lotes.

Os pagamentos começam em 31 de maio, do primeiro lote, seguindo a ordem de prioridade estabelecida em lei, e vão até 30 de setembro, quando será pago o quinto lote. Os que enviarem a declaração primeiro, recebem a restituição também nos primeiros lotes.

Neste ano, o contribuinte pode informar sua chave Pix para recebimento da restituição. No entanto, essa chave precisa ser, necessariamente, o CPF do contribuinte. Número de celular, e-mail e chaves aleatórias não serão aceitas.

As outras opções de crédito em contas correntes e poupanças seguem valendo.

Quem tem imposto a pagar poderá parcelar em até oito vezes e o pagamento também pode ser feito via Pix.

Neste ano, a Receita Federal estima receber cerca de 34,1 milhões de declarações. O número de contribuintes estimado é de 31,7 milhões, mas como algumas pessoas fazem mais de uma declaração, como retificações, esse total fica acima do número de contribuintes.

Finanças, Impostos e Gestão Pública

Fórum do Selo Unicef reúne autoridades e comunidade em debate produtivo sobre políticas públicas para crianças e adolescentes

0

Além de agentes públicos, alunos e representantes indígenas puderam contribuir no evento

Na manhã desta quinta-feira, 24, em parceria com a Prefeitura de Vilhena, o CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente) promoveu o 1º Fórum Comunitário do Selo Unicef, com a participação de agentes políticos, do Ministério Público e membros da comunidade urbana e indígena.

Participaram do fórum, compondo a mesa de autoridades, a vice-prefeita Patrícia da Glória, a secretária municipal de Assistência Social, Lucélia Vargas, a secretária municipal de Educação, Amanda Areval, a secretária municipal de Saúde, Weslaine Amorim, o vereador Wilson Tabalipa, a articuladora do selo Unicef Marcia Trajano, a promotora Yara Travalon e o pastor e presidente do CMDCA, Genivaldo Santos. Estiveram no evento também os vereadores Zé Duda e Wilson Tabalipa, servidores municipais, alunos de programas sociais e integrantes de etnias indígenas.

Fazendo uso da palavra, a promotora Yara Travalon parabenizou as autoridades municipais pelo engajamento na luta pela certificação do Unicef. “Eu sempre falo aos meus colegas de fora que sou privilegiada porque aqui o Ministério Público não precisa ficar sempre atrás e cobrando as autoridades. A Prefeitura de Vilhena tem uma equipe que está sempre engajada na busca por essa certificação, que é uma prova do desenvolvimento e busca por dignidade aos mais vulneráveis”, garantiu.

A vice-prefeita de Vilhena comemorou a realização do fórum, que dá voz à sociedade civil na busca por ideias que promovam ações de melhorias aos mais necessitados. “É um momento muito importante, pois com a abertura desse diálogo, podemos ouvir também as pessoas, inclusive nossos jovens, que estão aqui sendo representados pelos alunos da escola municipal Almirante Tamandaré. Esses são nossos representantes no futuro, que desde já estão se envolvendo nas políticas públicas que promovem mais igualdade e dignidade”, assegurou.

O Fórum Comunitário serviu também para ouvir ideias de projetos apresentados pelos alunos da Almirante Tamandaré, como a promoção de debates sobre a gravidez na adolescência e reciclagem, promovendo a participação dos jovens e adolescentes no debate público e dando oportunidade para que possam ter voz dentro da política municipal.

 

Semcom

Mais de 600 casos de dengue são registrados em Rondônia no início de 2022

0

No início deste ano, Rondônia já registrou 625 casos de dengue. O número é 55% maior que os casos registrados no mesmo período do ano passado. Segundo as autoridades sanitárias, o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, deve ser ainda maior neste período de chuvas.

O boletim epidemiológico da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) aponta que 11 cidades de Rondônia apresentaram surto de dengue no ano passado e, por isso, ainda estão em período de atenção. São elas:

  1. Buritis, com 575 casos
  2. Campo Novo de Rondônia, com 587 casos
  3. Castanheiras, com 1.180 casos
  4. Chupinguaia, com 859 casos
  5. Itapuã do Oeste, com 574 casos
  6. Ministro Andreazza, com 373 casos
  7. Monte Negro, com 1.905 casos
  8. Parecis, com 1.218 casos
  9. Primavera de Rondônia, com 1.296 casos
  10. São Francisco do Guaporé, com 326 casos
  11. Seringueiras, com 911 casos

 

Segundo o boletim, os casos de chikungunya tiveram redução de 50% em relação ao mesmo período do ano passado. E os de zika tiveram aumento de 300%, sendo 2 casos registrados no ano passado e oito este ano.

Porto Velho em risco médio de infestação

 

O último Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa) realizado em Porto Velho apontou o índice de 2,4% para risco de infestação pelo Aedes aegypti e Aedes albopictus —o recomendado pelo Ministério da Saúde é inferior a 1%. O resultado da pesquisa foi divulgado nesta quarta-feira (23).

Amostras colhidas no LIRAa começam a ser analisadas em Porto Velho
Amostras colhidas no LIRAa começam a ser analisadas em Porto Velho

Foram 10 dias de visitas em quase todos os bairros da capital, sendo que apenas 19 bairros não apresentaram índices de contaminação. Os bairros Panair e Arigolândia são os que mostraram as maiores taxas.

Transmissão

 

Aedes aegypti é o nome científico do pernilongo que transmite as doenças chamadas arboviroses: dengue, febre amarela urbana, zika e chikungunya. Ele possui listras brancas no tronco, cabeça e pernas, característica que o diferencia dos demais mosquitos.

Mosquito Aedes aegypti; dengue — Foto: Divulgação/SESA

Mosquito Aedes aegypti; dengue — Foto: Divulgação/SESA

De acordo com o boletim epidemiológico da Agência de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), os principais focos de criação dos mosquitos são tanques em obras, garrafas, calhas, sucatas em pátios, pneus, lixos domésticos, entulhos e ferro velhos.

Fiscal analisa água parada em prato de vaso de planta, um dos locais onde o mosquito da dengue deposita seus ovos  — Foto: Breno Esaki/ Agência Saúde

Fiscal analisa água parada em prato de vaso de planta, um dos locais onde o mosquito da dengue deposita seus ovos — Foto: Breno Esaki/ Agência Saúde

Sintomas

 

Apesar do Aedes transmitir as quatro doenças, alguns sintomas se diferem. No caso da dengue, os sintomas mais comuns são dor atrás dos olhos acompanhada de febre alta. Em casos graves, a doença pode causar hemorragias, encefalopatia, choque circulatório, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural, além de poder levar a óbito.

Dor de cabeça é um dos sintomas mais comuns em arboviroses — Foto: Getty Images via BBC

Dor de cabeça é um dos sintomas mais comuns em arboviroses — Foto: Getty Images via BBC

zika vírus provoca febre baixa, manchas na pele e coceira, podendo causar microcefalia em bebês nascidos de gestantes infectadas. A chikungunya desenvolve dores nos pulsos, mãos e tornozelos, acompanhada de inchaços e erupções na pele.

Já a febre amarela causa febre súbita, calafrios, dor intensa na cabeça e nas costas, náuseas e vômitos. Em casos graves, a pessoa pode apresentar icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia (especialmente a partir do trato gastrointestinal) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos.

O que fazer para prevenir?

 

Lixo descartado da maneira incorreta pode servir de criadouro para mosquitos — Foto: Reprodução EPTV

Lixo descartado da maneira incorreta pode servir de criadouro para mosquitos — Foto: Reprodução EPTV

  • Usar tampas adequadas para manter caixas-d’água, cisternas, tonéis e outros recipientes que podem acumular água bem fechados.
  • Trocar diariamente a água dos bebedouros de animais e lavá-los. Se tiver plantas aquáticas, troque a água e lave, principalmente por dentro, com escova e sabão, assim como outros utensílios usados para guardar água em casa, como jarras, garrafas, potes e baldes.
  • Limpar com frequência a piscina, a laje e as calhas removendo tudo que possa impedir a passagem da água. Ficar de olho no telhado e no terraço, caso more em apartamento, para evitar o acúmulo de água.
  • Usar água sanitária ou desinfetante semanalmente para manter os ralos limpos e verificar se estão entupidos. Não vai utilizá-los? Mantenha-os vedados.
  • Jogar no lixo todo objeto que possa acumular água.
  • Instalar a caixa do ar-condicionado de forma que não acumule água.
  • Preencher as depressões em terrenos que podem se tornar possíveis poças de água parada.
  • Ficar atento aos cuidados com bromélias, babosas e outras plantas que podem acumular água.
  • Deixar lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água.
  • Retirar água acumulada na área de serviço, principalmente atrás da máquina de lavar roupa.

 

 

 

Por G1