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MP apura possível falha na prestação de serviço de empresa que atuou em mutirão de cirurgias oftalmológicas

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O Ministério Público de Rondônia apura uma possível falha na prestação de serviço por parte de uma empresa médica da área de oftalmologia, que atuou no mutirão de cirurgias oftalmológicas, realizado pelo Governo do Estado, como parte do Projeto Enxergar, em fevereiro deste ano. Informações divulgadas recentemente relatam a ocorrência de infecções pós-operatórias em alguns pacientes que se submeteram ao procedimento.

No dia 10 de março, a Promotoria de Justiça da Saúde de Porto Velho instaurou procedimento com o objetivo de obter um detalhamento dos fatos e apurar responsabilidades.
O MP buscar saber se a empresa, que se utilizava da estrutura física de um hospital na Capital, incorreu em condutas que tiveram por consequência prejuízo da saúde oftalmológica aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) atendidos pelo projeto.
O Ministério Público encaminhou ofícios à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), solicitando o envio de relatório de entrega de produção da empresa, especificando o número de pessoas atendidas e quais prejuízos identificados em decorrência do atendimento.
Também pediu que a Sesau esclareça as ações implementadas em relação aos usuários do SUS que tenham sofrido danos e apresentam sequelas em razão do serviço prestado.
DCI-Departamento de Comunicação Integrada

Brasil é o terceiro país no mundo que mais aplica doses de reforço na população

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Atrás da China e dos Estados Unidos, País soma 60,5 milhões de doses de reforço aplicadas

O Brasil é o terceiro país no mundo que mais aplica doses de reforço na sua população, segundo a plataforma Our World in Data, tecnologia vinculada à Universidade de Oxford. Atrás apenas da China e dos Estados Unidos, o País chegou a esta quarta-feira (16) a 60,5 milhões de doses de reforço aplicadas, o que corresponde a 39,78% da população acima de 18 anos, público-alvo desta etapa da campanha.

O Ministério da Saúde reforça a importância da dose de reforço, uma vez que pesquisas revelaram um aumento significativo na imunidade de pessoas que tomaram uma terceira dose no braço. Uma pesquisa encomendada pela Pasta, em parceria com a Universidade de Oxford, apontou que a estratégia adotada para esta etapa da campanha amplia ainda mais a imunidade contra a Covid-19, especialmente na população idosa.

Entre o público maior que 60 anos, mais de 67% tomou a dose de reforço contra a Covid-19. Já entre os idosos com idade de 70 a 74 anos, a cobertura vacinal é de cerca de 75%. “É importante que todos tomem a dose de reforço, pois esta etapa da campanha aumenta consideravelmente a proteção contra a Covid-19. O Governo Federal adquiriu doses suficientes e o Ministério da Saúde distribuiu a todos os estados e ao Distrito Federal. Não faltou vacina”, contou o ministro Marcelo Queiroga.

Com o avanço na vacinação, o Brasil assiste a um cenário pandêmico mais arrefecido. Atualmente, a situação epidemiológica no País mostra tendência de queda de 40% na média móvel de casos e de 35% na média móvel de óbitos, em comparação com os últimos 14 dias. Atualmente, 91% da população acima de 12 anos tomou a primeira dose da vacina, 84,6% desse mesmo público completou o esquema vacinal.

Fernando Brito
Ministério da Saúde

Saúde atualiza critérios para gerenciamento de risco da Covid-19 para doação e transplantes de órgãos

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Medida é possível por conta da ausência de casos documentados de transmissão do coronavírus em transplantes de órgãos

O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizaram as orientações para triagem de candidatos à doação de órgãos, tecidos e células-tronco hematopoéticas no Brasil, frente à pandemia da Covid-19.

Os detalhes dos critérios para gerenciamento de risco sanitário estão em Nota Técnica publicada nesta quarta-feira (16).

De acordo com o documento, os doadores devem ser submetidos à triagem clínica e epidemiológica cuidadosa, incluindo as informações sobre a exposição ao vírus e triagem laboratorial, para identificar possíveis contraindicações para a doação, observando o seguinte:

  • Histórico de contato com casos suspeitos ou confirmados de Covid-19;
  • Febre acima de 37,8º e pelo menos um dos sinais característicos da Covid-19;
  • Internação anterior por insuficiência respiratória aguda ou pneumonia;
  • Teste molecular (RT-PCR) em amostra de secreção do trato respiratório.

A contraindicação é absoluta nos casos de doador falecido com confirmação Covid-19, síndrome gripal ou síndrome respiratória aguda grave (SRAG) sem etiologia definida, com resultado inconclusivo ou não detectado nos 10 dias anteriores à doação.

O mesmo vale para os casos de doadores com confirmação diagnóstica por RT-PCR com início dos sintomas há menos de dez dias ou entre 10 e 21 dias, com hospitalização e oxigenioterapia, sem resolução dos sintomas.

Nota Técnica também apresenta orientações sobre medidas que minimizem os riscos de infecção para pacientes que aguardam por um transplante e para transplantados.

Prevenção e controle

Em 2020, com o avanço da pandemia, foi necessário desenvolver protocolos e práticas para prevenção e controle da transmissão do coronavírus para pacientes e equipes médicas. O objetivo era garantir a continuidade aos processos relacionados a atividades como doações e transplantes de órgãos.

Com isso, foram elaboradas orientações técnicas para o controle do risco sanitário, que incluíram, sobretudo, a detecção por teste molecular nos doadores. A medida teve resultado positivo.

Em 2020 e 2021, enquanto alguns países paralisaram totalmente os programas de transplantes, o Brasil manteve cerca de 60% dos procedimentos. Em números absolutos, o Brasil é o segundo maior transplantador do mundo, atrás dos Estados Unidos. A rede pública fornece aos pacientes toda a assistência necessária, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante.

A estratégia de retomada gradual de doação e transplantes de órgãos após o impacto inicial começou em setembro de 2020, com elaboração de notas técnicas voltadas à segurança dos profissionais de saúde, familiares e pacientes. Por isso, embora exista aumento na lista de espera para o transplante de órgãos e córnea, que passou de 32.909 em 2020 para 34.830 ano passado, após a definição dos critérios técnicos para o enfrentamento da pandemia, os números estão voltando aos patamares dos períodos anteriores.

Tendo em vista o cenário epidemiológico brasileiro atual, foi necessária uma reanálise da situação, considerando o aumento de pacientes em lista de espera para transplante e principalmente o quadro de gravidade clínica que muitos destes pacientes apresentam, com maior risco de óbito.

A ausência de casos documentados de transmissão em transplantes de órgãos, exceto para o pulmão, levaram a atualização dos critérios de triagem para a doação em determinados casos de infecção detectada, acrescentando alternativas para o aceite de um doador, que deverá ser baseada em uma análise criteriosa do risco-benefício.

Conforme evidências científicas atuais, a confirmação de coronavírus por teste molecular em indivíduos assintomáticos, após o período do isolamento recomendado, provavelmente se relaciona a material genético residual e não a vírus replicante. Sendo assim, é provável que o indivíduo não seja capaz de transmitir o vírus para outras pessoas.

Gustavo Frasão

Ministério da Saúde

Saúde reforça a conscientização sobre o câncer colorretal

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A doença é o segundo tipo de tumor mais frequente na população brasileira, depois do câncer de pele
A Campanha Março Azul e o Ministério da Saúde reforçam a importância da prevenção, diagnóstico e tratamento precoce do câncer colorretal (CCR). A doença, que atinge o intestino grosso ou o reto, é o segundo tipo de tumor mais comum no Brasil, ficando atrás do câncer de pele. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa brasileira de novos casos é de 20,5 mil em homens e 20,4 mil em mulheres, além de cerca de 20 mil óbitos.

Como todo câncer, o colorretal tem tratamento e é frequentemente curável se detectado precocemente. Porém, quando a doença está espalhada, com metástases para o fígado, pulmão ou outros órgãos, as chances de cura são reduzidas.

Os principais fatores relacionados ao maior risco de desenvolver o câncer de colorretal são: idade igual ou acima de 50 anos, obesidade, ingestão de alimentos gordurosos e industrializados. O consumo de alimentos defumados, como salsichas, mortadela, linguiças, presuntos, bacon e a ingestão excessiva de carne vermelha também aumentam o risco do surgimento da doença.
Por isso, é importante a prática da atividade física, a alimentação saudável, principalmente rica em fibras. A nutrição balanceada, além de promover um bom funcionamento do intestino, também ajuda no controle do peso corporal.

Detecção precoce

O diagnóstico pode ser feito por meio de exames clínicos, laboratoriais, endoscópicos ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença.

Fique atento aos sinais e sintomas sugestivos deste câncer, que são: sangramento nas fezes, massa abdominal, dor abdominal, perda de peso e anemia e mudança de hábito intestinal.

Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.

Além da detecção precoce, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os países com condições de garantir a confirmação diagnóstica, referência e tratamento, realizem o rastreamento do câncer de colorretal em pessoas acima de 50 anos, por meio do exame de sangue oculto de fezes. Caso o teste seja positivo, a pessoa deverá fazer os exames corretos, que permitirá ao médico visualizar a parte interna do intestino para ver se há câncer ou pólipos, lesões que podem se transformar em câncer. A retirada dos pólipos evita a ocorrência da doença.

Karol Ribeiro
Ministério da Saúde

Formação gratuita para Professores do Ensino Médio atinge 140 mil inscritos

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Docentes têm acesso a conteúdo teórico e prático para implementação do novo modelo de ensino
Lançada com foco na interdisciplinaridade e no desenvolvimento de competências, as formações para professores do Ensino Médio atingiram 140 mil inscritos. De forma gratuita e autoinstrucional, os docentes podem se inscrever e acessar o conteúdo por meio da plataforma Avamec.

O material oferece suporte para a implementação das mudanças propostas pelo Novo Ensino Médio. Cada formação tem 180 horas e abrange as quatro áreas do conhecimento (Ciências da Natureza e Suas Tecnologias, Linguagens e Suas Tecnologias, Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, Matemática e Suas Tecnologias) e também Mundo do Trabalho.

“Ficamos realizados em ver que a nossa formação está sendo acessada e, com isso, estamos contribuindo para gerar inovação no processo de ensino e aprendizagem. O Novo Ensino Médio destaca o protagonismo do estudante, a aprendizagem baseada em problemas e o desenvolvimento de competências socioemocionais e o MEC oferece subsídios para os docentes e outros profissionais do Ensino Médio trabalharem isso em sala de aula”, esclarece o diretor de Formação Docente e Valorização de Profissionais da Educação, Renato de Oliveira Brito.


Número de inscritos nas Formações para Professores do Ensino Médio:

Formação

Inscritos

Ciências da Natureza e Suas Tecnologias

35.006

Linguagens e Suas Tecnologias

30.210

Ciências Humanas e Sociais Aplicadas

27.094

Matemática e Suas Tecnologias

24.590

Mundo do Trabalho

23.184

 

Certificação em pós-graduação Lato Sensu

Como forma de valorizar os professores do Ensino Médio, o MEC e a Universidade Federal do Piauí (UFPI) estão certificando os docentes que concluírem duas formações (área de conhecimento e Mundo do Trabalho), totalizando 360 horas.

Saiba como solicitar a certificação clicando aqui.

Podcast Novo Ensino Médio aborda a formação docente

Para esclarecer todos os interessados a respeito das mudanças trazidas pelo Novo Ensino Médio, o MEC produz um podcast respondendo às principais dúvidas recebidas por meio dos canais oficiais. Entre os 12 episódios já disponíveis, quatro falam sobre a formação docente, explicando o que muda para os professores das áreas do conhecimento e a importância de todos se atualizarem por meio do acesso gratuito às formações disponibilizadas pelo MEC.

Baixe agora no seu agregador favorito de Podcasts.

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC com informações da SEB

Conselho do FGTS aprova novos benefícios para famílias de baixa renda do Programa Casa Verde e Amarela

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Medidas visam reduzir valores a serem financiados pelas famílias e facilitar o acesso ao crédito habitacional

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou proposta do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) de revisão da curva de subsídio dos imóveis do Programa Casa Verde e Amarela. Além disso, também foi acatada a alteração do enquadramento das famílias do Grupo 1, cuja renda mensal máxima passa de R$ 2 mil para R$ 2,4 mil. A previsão é que os novos avanços sejam efetivados em meados de abril deste ano.

Em relação à mudança da curva de subsídio, a faixa de famílias que recebe o desconto complemento máximo foi ampliada e passa a ser adotada para os mutuários com renda mensal de até R$ 1.650, em vez dos R$ 1.450 anteriores. O final da curva, que estabelece as famílias que recebem o desconto mínimo, também foi dilatado de R$ 3.350 para R$ 3.700.

Já o reenquadramento das famílias que pertencem ao Grupo 1 reduz a taxa de juros final para os mutuários que recebem entre R$ 2 mil e R$ 2,4 mil. Anteriormente, para esse público, que pertencia ao Grupo 2, as taxas de juros eram de 4,75% para as regiões Norte e Nordeste e de 5% para a demais regiões. Agora, os percentuais serão, respectivamente, de 4,25% e 4,5% ao ano.

“Para as famílias do Grupo 1, é um bônus duplo. Além do aumento do subsídio, elas ainda aumentam sua capacidade de compra. Uma família com renda mensal de R$ 2,4 mil chega a ter um incremento em sua capacidade de compra de quase R$ 9 mil por ano em razão da redução da taxa de juros”, destaca o secretário nacional de Habitação do MDR, Alfredo dos Santos.

O orçamento para prover o subsídio para famílias de baixa renda será de R$ 8,5 bilhões por ano de 2022 a 2024. A previsão do MDR é que o número de unidades contratadas aumente em 16% em 2022, 23% em 2023 e até 30% em 2024, com meta superior a 390 mil unidades habitacionais somente para famílias com renda bruta de até R$ 4 mil mensais.

Com informações do Ministério do Desenvolvimento Regional

Em um ano, índice de atividades turísticas cresce 29,1% no Brasil

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Os dados de janeiro de 2022 foram 1,1% maior do que dezembro de 2021, impulsionados pelos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e pelo Distrito Federal

Na comparação entre os meses de janeiro de 2022 e de janeiro 2021, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 29,1%. O percentual, divulgado nesta quarta-feira (16/03) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é três vezes maior do que o registrado no mesmo período por todo o setor de serviço (9,5%). Segundo o estudo, o número foi impulsionado, principalmente, pelos segmentos de transportes aéreo e rodoviário coletivo de passageiros, hotéis, restaurantes e locação de automóveis.

Quando analisado por estado, Minas Gerais (49%) e Rio Grande do Sul (40,8%) aparecem no topo dos que mais avançaram. Na sequência, aparecem São Paulo (38,9%), Bahia (21,2%) e Rio de Janeiro (12,6%). Apesar dos altos índices, quando comparados com o mesmo período dos últimos anos, o turismo baiano (-3,9%) e o mineiro (-2,4%) tiveram queda em relação a dezembro de 2021. Já o Brasil cresceu 1,1%, oitava taxa positiva nos últimos nove meses.

Em 2021, o Brasil encerrou o ano com alta de 21,1% no Índice de Atividades Turísticas, confirmando a tendência de recuperação do setor. Dados que refletem a movimentação de turistas no Brasil corroboram as perspectivas de recuperação do setor. Ao longo de 2021, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), por exemplo, mais de 62,5 milhões de pessoas foram transportadas nos aeroportos do país, número que representa um crescimento de 20,4% na comparação com o ano anterior (51,9 milhões de passageiros).

PMS

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) produz indicadores que possibilitam acompanhar o comportamento do setor de serviços, no qual o turismo está incluído. São acompanhadas cinco principais atividades: serviços prestados às famílias; serviços de informação e comunicação; serviços profissionais, administrativos e complementares; transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio; e outros serviços.

Com informações do Ministério do Turismo

Prefeitura de Vilhena segue decreto do Estado e desobriga uso de máscaras em ambientes abertos e fechados

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No fim da tarde desta segunda-feira, 14, o Governo do Estado publicou o decreto n° 26.970/22, que põe fim à obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes internos e externos. Com o decreto em vigor, será facultativo esse item de proteção contra a covid-19. A decisão foi tomada a partir da verificação de uma tendência de redução nos casos positivos em todo o Estado e uma alta taxa de vacinados com duas doses ou dose única, chegando a mais de 64% da população imunizada. Ao mesmo tempo, a volta da obrigatoriedade do uso de máscara pode acontecer caso os números da pandemia voltem a piorar.

Em Vilhena, após reunião do Comitê de Enfrentamento à Covid-19, ainda na segunda-feira, 14, ficou decidido que o município irá seguir o decreto estadual. O decreto municipal nº 55.331, desta terça-feira, 15 de março, atualiza as exigências sanitárias, excluindo a necessidade do uso de máscara em ambientes fechados e abertos, exceto para pessoas com sintomas gripais. O decreto pode ser lido a partir da página 8 do Diário Oficial de Vilhena n° 3.442, no link: www.bit.ly/dov3442.

Porém, campanhas de conscientização serão feitas com o intuito de buscar manter práticas de distanciamento social e uso de máscaras quando houver sintomas de gripe, bem como higienização e outras ações preventivas à disseminação do novo coronavírus.

“Em Vilhena, após a reunião com o Comitê e analisando os dados em nosso município, identificamos a possibilidade dessa flexibilização e então ficou decidido que iremos seguir o decreto estadual. Porém, vamos intensificar as campanhas de conscientização. O número de casos ativos é de 136, bem abaixo dos últimos meses, assim como o número de novos casos. Em fevereiro chegamos a ter mais de 2 mil casos confirmados. Agora, graças à vacinação, diferente do que aconteceu no início de 2021, a grande maioria não passou de casos leves, com um número bem menor de internações. Desta forma, podemos passar para uma nova etapa, com menos restrições”, explica a secretária municipal de Saúde, Weslaine Amorim.

A secretária lembra ainda que a população continua sendo recomendada pela Saúde municipal e estadual a fazer uso de álcool em gel e que todos com sintomas gripais devem continuar usando máscaras. E, se não usar, não devem entrar em ambientes fechados.

“Na semana passada completou dois anos desde que a Organização Mundial da Saúde classificou a covid-19 como pandemia. Foram dois anos de muita luta. Agora que vemos finalmente os números caindo vertiginosamente, queremos poder fazer desse ato um símbolo de vitória da ciência e da população contra o vírus. Pedimos, ainda assim, que todos mantenham os cuidados básicos, não somente por si, mas pelo próximo. O uso de máscara deixa de ser obrigatório e agora é facultativo, então, se você sentir algum sintoma de gripe ou desejar proteção adicional, faça o uso da máscara. E quem ainda não tomou a vacina, ou está com a segunda ou terceira dose em atraso, vá até o Senac onde está ocorrendo a vacinação e se imunize”, disse o prefeito Eduardo Japonês.

 

Semcom

Fundação Cultural oferece mais de 70 vagas para aulas dança e ponto cruz

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Oficinas gratuitas beneficiam quem deseja gerar renda e aprender novas habilidades

A Fundação Cultural de Vilhena (FCV) está com inscrições abertas para aulas gratuitas de dança e ponto cruz. Ministrados pelo professor de dança Ricardo Nazaro e pela artesã Maria Barros, os cursos fazem parte de grande pacote de oficinas artísticas, culturais e profissionalizantes que a Prefeitura de Vilhena realiza em 2022 com o objetivo de democratizar o acesso da Cultura e Arte a todos. As inscrições podem ser feitas no link: www.bit.ly/pontocruzdancafcv.

Aos sábados acontecem as aulas de dança, na galeria da FCV, com os alunos divididos em duas turmas, das 9h às 10h e das 10h às 11h. Serão oferecidas instruções sobre os estilos forró e bachata. Este último é um ritmo musical e uma dança da República Dominicana, que tem elementos de bolero, chá-chá-chá e tango. A idade mínima é 10 anos e há 50 vagas disponíveis para as oficinas, que têm duração prevista de três meses.

Já o curso de ponto cruz será ministrado pela artesã Maria Barros também em duas turmas, do dia 4 a 8 de abril e do dia 11 a 15 de abril, sempre das 14h às 17h. São 26 vagas disponíveis no total. Tanto esta como a outra oficina receberão inscrições até o dia de início das aulas de cada turma, que podem sofrer alterações de horários ou datas, conforme acordado entre os participantes.

“A Fundação Cultural, mais que um espaço de exposição, é um espaço de fomento da Cultura, de passar conhecimento. E, graças ao compromisso e dedicação dos artistas, temos conseguido oferecer diversas oficinas. Além das aulas de dança e ponto cruz, que iniciarão assim que fecharmos as turmas, temos em execução aulas de teatro, aulas de violão, de feltragem, artesanato com pedrarias e aulas de criatividade e empreendedorismo” explicou o presidente da Fundação Cultural, França Silva.

Os artistas que estão realizando esses cursos foram contemplados com a lei Aldir Blanc e em breve será lançado edital através da lei Paulo Gustavo, aprovada recentemente.

Mais informações podem ser conseguidas pelo WhatsApp institucional da FCV, 3321-1777.

 

Semcom

Nota técnica da Agevisa relata alterações em intervalos de doses entre vacinas e chama atenção para consolidação do esquema vacinal

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A Agencia Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) emitiu a Nota Técnica Nº 5 com orientações relativas à continuidade da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19. O documento é destinado aos responsáveis pela gestão da operacionalização e monitoramento da vacinação, e tem como finalidade instruir as instâncias gestoras para garantir eficiência no trabalho de imunização.

Em nota, os profissionais da Agevisa reconhecem que a vacinação, para ser totalmente eficaz, a população deve aderir aos esquemas vacinais específicos e reforços diferenciados para garantir proteção contra as formas graves da doença e prevenir óbitos.

“É importante saber que há uma demora de alguns dias para o organismo responder ao imunizante. Assim, nos primeiros dias após a vacinação, pode ocorrer tanto a manifestação de uma infecção que pode ter ocorrido alguns dias antes, como também é possível se infectar e transmitir a doença antes que comece a produção de anticorpos. Por isso é fundamental manter as medidas de prevenção e higiene” – assinalam no documento o coordenador estadual de imunizações, Ivo da Silva Barbosa, e a gerente da vigilância epidemiológica, Maria Arlete da Gama Baldez.

O diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregorio de Lima, disse que desde o início da Campanha de Imunização contra a covid-19 a estratégia do Governo de Rondônia foi possibilitar condições adequadas de armazenamento e acelerar a descentralização das vacinas para que cheguem aos municípios no menor espaço de tempo, e assim população seja atendida com rapidez.

A Agevisa por meio da Coordenação Estadual de Imunizações recebe os imunizantes contra a covid-19 e realiza a distribuição destas doses, aplicando o coeficiente de representatividade proporcional na população estimada em cada município. “Desenvolvemos as estratégias, visando evitar o perecimento de vacinas e o fortalecimento da vacinação no Estado, promovendo resposta rápida, qualificada e efetiva ao serviço de enfrentamento”, destaca o diretor.

Mas, em nota a Agência chama atenção para a vacinação de crianças com a faixa etária prevista no do plano de operacionalização, e para a consolidação do esquema vacinal dos adultos, mesmo com o trabalho da Rede de Frio no controle e manutenção de estoque para evitar a escassez e/ou excesso de imunizantes e para administração simultânea com outros imunobiológicos.

A equipe da Agevisa destaca ainda, em nota, a eficácia das quatros vacinas autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no Brasil: CoronaVac, vacina do Butantan produzida em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac, e os imunizantes das empresas AstraZeneca, Pfizer e Janssen, e traz referências recomendadas para a utilização quanto às comorbidades e intervalo de doses.

ESQUEMA VACINAL

A medida que a campanha de vacinação contra a covid-19 foi ampliada para diferentes faixas etárias, mudanças nas estratégias e esquemas vacinais foram necessários a fim de obtenção de resultados de efetividade contra a doença incluindo as populações especiais. O Estado de Rondônia considerando notas técnicas do Ministério da Saúde, e a pactuação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB/RO), visando evitar erros de imunização, optou por adotar a administração dos esquemas vacinais.

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

A aplicação das doses de vacinas deve ser realizada em todos os serviços de vacinação da rede pública de saúde, independente do estado ou município em que as doses anteriores foram realizadas, garantindo assim o esquema vacinal de toda a população brasileira.

A equipe de profissionais da Agevisa finaliza a nota destacando a preocupação com o cenário que apresenta aumento de casos e óbitos, relacionados principalmente aos indivíduos que não aderiram os esquemas específicos e reforços diferenciados para garantir proteção contra as formas graves da doença e prevenir óbitos.

Os técnicos afirmam que estudos demonstram que a imunogenicidade de doses de reforço homólogos ou heterólogos com diversas vacinas contra a covid-19 foi adequada e superior a esquemas sem doses de reforço, independentemente de qual vacina foi recebida no esquema primário, e considera que o reforço ao esquema primário de vacinação se tornou necessário para a população em geral acima de 18 anos de idade no Brasil.